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  • 1. Diário Reflexivo – Aula 29/08/2013 Nesta aula apresentamos nossas leituras sobre seis textos de autores da LA que traçam um panorama histórico da Linguística Aplicada no Brasil. Farei um apanhado geral das apresentações no sentido de avaliar minha compreensão sobre a fala dos colegas. A primeira apresentação foi baseada na leitura de Leffa – O compromisso social da LA com a sociedade, esse texto foi apresentado por mim e pelo colega Olden e destacamos os principais tópicos apontados pelo autor como compromisso social da LA, que são o de não só resolver problemas imediatos da sociedade que envolvem a linguagem, mas de desenvolver pesquisas que fundamentem o conhecimento em LA. O autor fala que a interdisciplinaridade e o trabalho coletivo são palavras de ordem na LA, que seu escopo tem uma especialização na diversidade, que hoje trabalhamos em um mundo de fusões e que o compromisso da LA com a sociedade é na solução de problemas concretos de comunicação. A segunda apresentação ficou a cargo da colega Liana que fez a leitura de um texto de Celani – Transdisciplinaridade da LA no Brasil – nesse texto a colega sintetiza as ideias da autora sobre uma nova postura no domínio da Filosofia da Ciência que o caráter transdisciplinar no sentido de interação das diversas áreas do saber e não só a integração dessas áreas, que a autora fala chama de caráter pluri, inter e multidisciplinar. A transdisciplinaridade colocaria em diálogo áreas dispares, levando o pesquisador a assumir uma postura de abertura de espírito, de tolerância, disposição para viver com a incerteza e o risco. A terceira apresentação foi conduzida pelas colegas Renata e Larissa que leram um texto de Vera Menezes –60 anos de LA- de onde viemos e para onde vamos – elas disseram que a professora orientou um grupo de pesquisadores para fazerem um panorama da LA no Brasil e no mundo. A LA começa em meados de 1946 e de lá pra cá tem expandido suas fronteiras, no sentido de ter um centro e periferias que conversam com outras áreas. Os pesquisadores falam das tendências de pesquisa no Brasil e no mundo e concluem que caminhamos para uma agenda de pesquisas cada vez mais diversa. A quarta dupla a se apresentar foi Paula e Andreia que leram Moita Lopes – por uma LA indisciplinar. Nesse texto o autor fala que a LA é uma área mestiça e nômade que ousa para pensar diferente e é indisciplinar porque está sempre em mudança e ainda fala do caráter transgressor da LA por aprender a ter liberdade de usar formas diferenciadas de pesquisa. A quinta apresentação ficou por conta da Marília que leu Rajagopalan que afirma que a Linguística dura está em estado de falência múltipla, devido à sua inabilidade de tratar de questões sociais e que bons ventos sopram em favor de uma LA engajada socialmente. A última apresentação ficou sob responsabilidade da Ludymilla que leu outro texto de Celani, professores em trans-formação, que relata a experiência de um projeto de formação de professores de língua inglesa de escolas públicas como uma experiência positiva de formação e não de treinamento, para a reflexão e interação entre os professores da escola pública. Todas as apresentações foram extremamente importantes para conhecermos “de onde viemos e para onde vamos em LA”, para nos situarmos em que terreno estamos adentrando, quem, quando e como os pesquisadores fazem LA. Achei muito importante termos diferentes visões de diferentes autores sobre o estado da arte da LA. Para mim como iniciante nessa seara, visto que em meu mestrado naveguei por outro campo linguístico, que não acho menos
  • 2. importante, o da lexicologia, mas que para mim como professora, especialmente professora formadora de professores, a LA faz mais sentido, me subsidiará teórica e praticamente meu fazer docente. Espero que a cada leitura me encontre, me identifique e firme cada vez mais meu compromisso com a sociedade. Diário Reflexivo – 19/09 Nesta aula discutimos assuntos fundamentais para nossa área que são abordagens de língua e linguagem, de aprendizagem, de metodologias de ensino e perspectiva de avaliação. Os assuntos foram apresentados pelos colegas e discutidos amplamente, especialmente a questão das metodologias de ensino. As metodologias refletem as concepções de língua que consciente ou inconscientemente sustentam as crenças e práticas dos professores, o que acaba reverberando nas propostas avaliativas também. As discussões nos levaram a refletir que passada a “era” dos métodos, pois acredito que vivemos numa era pós-método, o importante é que o professor tenha consciência do seu fazer docente, lançando mão de metodologias e técnicas de ensino que promovam a aprendizagem de seu aluno. E a avaliação formativa, e mesmo a somativa, que é o principal instrumento avaliativo usado na escola, seja usada de forma a promover a aprendizagem, que a avaliação seja uma aliada do professor para diagnosticar as dificuldades de aprendizagem do aluno e que a partir dessa constatação ele retome o que não foi aprendido e intervenha no processo. Em nossas discussões, ainda retomamos os conceitos filosóficos abordados por Paulo Freire no livro Educação e Mudança, resenhado por todos nós, que se relacionam totalmente com as discussões sobre abordagens de língua, aprendizagem, metodologias e avaliação. Paulo Freire já nos falava da importância da consciência de seu compromisso social do profissional. Achei extremamente pertinente a afirmação de Freire que o compromisso verdadeiro está ligado à solidariedade como gesto amoroso, não interessado e assistencialista. Ele fala do profissional como o homem que deve comprometer-se por si mesmo e que, por apropriar-se do patrimônio cultural da humanidade, a ela deve servir responsavelmente. Para isso, o profissional deve ampliar seu conhecimento sobre o próprio homem e seu contexto de forma crítica. Isso relaciona-se à discussão sobre todas essas abordagens epistemológicas que fundamentam a educação e que devem ser conhecidas do professor para que ele faça suas escolhas e práticas embasadas teoricamente e até filosoficamente. Diários reflexivos Dia 26/09 Nesta aula discutimos os conceitos de avaliação, adentrando no tema da disciplina propriamente dito. A colega Ludimila apresentou o livro do Geraldi “o texto na sala de aula”, nessa obra o autor conta uma experiência diferenciada de trabalho com o texto, mas antes disse vários autores como Possenti problematizam a questão da linguagem e abordagens de ensino. Já tinha sido um tema problematizado pela turma em outra aula, mas que foi bom retomar para entendermos bem que os conceitos de língua e linguagem estão atrelados aos conceitos de ensino e aprendizagem. Nesse texto, o autor não aborda especificamente a avaliação, mas fala práticas de ensino com o texto, que a meu ver é um meio de se avaliar a produção e rendimento do aluno.
  • 3. Em seguida, fiquei responsável por apresentar o texto do Luckesi, “o que é mesmo o ato de avaliar”, nessa obra o autor relata sua experiência com a avaliação, ele dedicou uma vida inteira à investigação desse tema. Achei interessante a ideia exposta por Luckesi do que seja o ato de avaliar, muito diferente do que tem sido praticado nas escolas, os exames, para ele avaliar é um ato amoroso e requer abertura por parte do professor em aceitar o seu aluno no estado em que ele se encontra, a partir de um diagnóstico do aluno, ele deve tomar uma decisão em prol da aprendizagem do aluno. Nesse tópico discutimos muito sobre o papel do professor como avaliador, que requer muita responsabilidade e disposição. Ao ler esse texto fiz uma análise de minha prática avaliativa e entre erros e acertos, acho que estou no caminho certo... tento não interromper o processo de avaliação, diagnosticando, analisando, revendo, retomando, ajudando meu aluno a retomar o que ficou pra traz. Dia 03/10 Nessa aula seguimos estudando o tema avaliação. Diferenciamos o conceito de exame e avaliação. A avaliação na concepção de Luckesi é um ato amoroso e democrático. Ele argumenta que para se proceder a avaliação é necessário o diagnóstico e uma tomada de decisão para a promoção da aprendizagem. No texto de Fernandes nos foi apresentada uma proposta de avaliação formativa alternativa. Nesse texto o autor define o que seria esse tipo de avaliação e a grande relevância do feedback do professor para reordenar o processo de ensino após a diagnose de uma verificação da aprendizagem do aluno. Esse autor fala também da centralidade da autorregulação da aprendizagem, ou seja, a importância do próprio aluno monitorar sua aprendizagem. O autor ainda nos falou da importância da criação de instrumentos avaliativos inteligentes que mobilizem conhecimentos contextualizadas e alinhadas com os conteúdos de ensino trabalhados, que tenham propósito pedagógico definido e que após a avaliação sejam retomados os conteúdos que não foram aprendidos. Cada um de nós tinha muitos exemplos e observações que enriqueceram a discussão e chegamos à conclusão que não se avalia na escola na maior parte do tempo. São poucas as iniciativas de professores que abraçam a causa da avaliação, mas que apesar de nosso sistema de ensino muitas vezes dificultar o desenvolvimento da avaliação na sua completude, dadas as condições de trabalho, especialmente, não podemos cruzar os braços e não fazer nossa parte, ainda mais agora que estamos cientes desses conceitos. Isso realmente nos torna mais responsáveis!!! Diário Reflexivo – 24/10 Nessa aula a proposta era discutirmos sobre a avaliação nos documentos – PCNs e LDB. Começamos a aula retomando o texto resenhado por nós de Luckesi e continuamos a debater a importância da avaliação integrada na prática educativa, como algo que inclui o aluno no processo e não o contrário, que o exclua. Nossa discussão fluiu para nossas experiências com avaliações classificatórias, que “teimam” em reinar na escola. Em seguida, começamos a pensar nos documentos, a LDB, que no artigo 24, diz:
  • 4. De acordo com a LDB 9394/96, artigo 24, inciso V. a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios: a) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais; b) possibilidade de aceleração de estudos para alunos com atraso escolar; c) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado; d) aproveitamento de estudos concluídos com êxito; e) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos; Como vimos a LDB já previa uma forma de avaliação formativa, que levava em conta o desempenho do aluno de forma qualitativa, de forma contínua. Fiquei pensando que passados dezessete anos da promulgação de nossa lei da educação e ainda não conseguimos colocar em prática o que a lei já nos obriga. Quando é que vamos humanizar e naturalizar a avaliação?! AULA 31/10 Nessa aula teríamos que apresentar nossos seminários sobre os textos lidos previamente, eu e o Olden ficamos responsáveis por ler Leonor Santos, que fala sobre Auto-avaliação regulada. No entanto, continuamos a discutir como a avaliação é tratada nos PCNs e não conseguimos começar a discutir os textos preparados. Confesso que nessa aula estava um tanto quanto dispersa, pois estava preocupada com minhas disciplinas da graduação que tinha que montar no Moodle e não tive uma participação ativa. Nossa professora nos apresentou os excertos do PCNs de língua estrangeira que previam também a avaliação formativa, cada colega manifestou sua opinião e experiência. Foi lembrada pela colega Paula uma avaliação polêmica que foi veiculada na mídia semana passada, a prova da 4ª série que trazia um “palavrão”. Claro que sabemos que não foi uma ação intencionada da professora, mas descuido, falta de revisão e atenção da professora e coordenação da escola. Mas nos serviu de alerta, para tomar muito cuidado com coisas retiradas da internet. A cada aula da disciplina passa um “filme” em minha mente de como avaliei meus alunos ao longo da minha vida docente. Nunca usei a avaliação como arma, sempre tive essa consciência, mas tantas vezes não retomei o que não foi assimilado, passando pra frente o conteúdo sem preocupação em ajudar aquele(s) aluno(s) que não conseguiu compreender, não cumprindo minha função de educadora... Mas, como águas passadas não movem moinhos, daqui pra frente comprometo-me com meu aluno, com sua aprendizagem! Acho que essa é a importância de um curso de pós-graduação, o amadurecimento aliado ao conhecimento.
  • 5. Obrigada, professora. Diário Reflexivo – Aula dia 07/11/13 Essa aula foi destinada para a apresentação de nossas leituras sobre os autores lidos. O tema, claro, era avaliação formativa, em pares, autoavaliação, o portfólio. Quem iniciou a apresentação foram a Paula e a Liana que falaram sobre: Avaliação da aprendizagem: portfolio como auxiliar na construção de um profissional reflexivo – Paula e Liana Portfólio na área de enfermagem – importante para a formação do profissional. Levou os alunos a pensarem na própria prática. Texto Perrenoud – regulação controlada do processo de aprendizagem Andreia e Ludmila Crítica a um artigo que fala sobre o feedback como a salvação do processo de aprendizagem. A simples presença do feedback não é suficiente para que haja a aprendizagem. Importante construir modelos teóricos de aprendizagem e instrumentos e modelos de ação. O feedback é um elemento da avaliação formativa. Auto-avaliação e co-avaliação – Marília A finalidade da avaliação é formar um cidadão autônomo – como ela atribui papéis dentro de um grupo. Novas formas de avaliação promove a reflexão sobre suas ações. Auto – avaliar a si mesmo. Co – avaliação de pares. Criação de critérios junto com a turma na co-avaliação, negociação de sentidos. Ajuda na confiança na avaliação do outro. Sabe o que se espera dele. Não trabalha a autonomia na sala de aula, deixa para a responsabilidade do aluno buscar isso. A avaliação não muda, como métodos, teorias. Será que não é a avaliação que entrava o desenvolvimento da educação? Larissa e Renata – Autoavaliação – caminho percorrido Vai além da simples autoavaliação – ela deve ser construída, ativa na gestão do processo de ensino e aprendizagem. Construção para redirecionamento da prática. Deve ir mais longe da classificação. Procurar de soluções alternativas de buscar a aprendizagem, entendendo o processo. Autoavaliação se torna formativa se integrada ao processo formativo, processo natural. Ensino - avaliação – aprendizagem. Tem relevância se o aluno souber como será avaliado, o que não aprendeu e ter um plano de ação para intervenção. Adequação da prática pedagógica, rompendo com uma prática tradicional. Desconstrução da prática pedagógica. Para que haja essa mudança: explicitação dos objetivos de aprendizagem, participação dos alunos nos objetivos, construção do processo por meio do diálogo. Olden e Claudia – autoavaliação regulada Falamos da importância da autoavaliação como prática educativa. Essa leitura foi muito interessante, pois nunca tinha me dado conta de que a autoavaliação é verdadeiramente a mais legítima forma de avaliação, pois só o agente da aprendizagem tem condições de analisar e promover sua aprendizagem. A autoavaliação como tomada de consciência, como meio de se regular a aprendizagem é em última instância o que buscamos com a educação, promover a independência e autonomia do aluno.
  • 6. Diário Reflexivo – dia 14/11/13 Seminário – Avaliar para conhecer e examinar para excluir – Alvarez Mendez Olden, Claudia e Marília – cap. 1 e 2 Falamos sobre o a distinção entre avaliar e examinar, duas formas paradoxais usadas na escola, mais a segunda que a primeira. O autor distingue conceitualmente os dois termos e associa-os a abordagens do que se entende por aprendizagem, metodologia, etc, temas que já tínhamos discutido em pesquisa encaminhada por nossa professora. Foi muito esclarecedor ler esse livro! Paula e Andrea – cap. 3 e 4 Conhecer a cultura escolar para entender o porquê das práticas. Os alunos está sob um olhar avaliativo – tudo gira em torno da avaliação. Só a avaliação do professor é considerado avaliação. Avaliação se desnaturaliza – contato com o meio acadêmico – exercício de qualificação, atividade técnica. A retórica da avaliação formativa permeia a cultura escolar, mas ela não é operacionalizada na realidade. O que seria um bom professor? Ensinar é fazer entender para se construir aprendizagem, se esforça para garantir o êxito. Igualdade de êxito e acesso à cultura é diferente de igualdade de acesso. Questão ética e prática da avaliação – preocupação com a equidade. Ser justo não é fazer tudo padronizado. Só se fala de avalição, ela tem consequências sérias para os interagentes, a ética está aí, levar em conta as consequências que ela pode ter na vida dos interagentes. A avaliação está em contextos de interrelação. Função epistemológica e formativa do diálogo na construção do conhecimento: diálogo forma de conhecimento, processo dinâmico e social, preocupação contínua. O papel de quem ensina é um criador de atividades de aprendizagem. O exercício da avaliação: atividade de conhecimento sobre a qual asseguramos a formação contínua. Os efeitos colaterais da avaliação – teste: privilegia a memória imediata. Aceitar o exame como algo natural e inevitável não é o caminho. Renata e Larissa – cap. 5 e 6 Vídeo que demosntra bem o exame punitivo, competitivo. A visão da avalaição é deturpada. A avaliação formativa – estrutura da avaliação – coleta de informação para tomada de decisões. Usar outros tipos de coleta de dados para analisar, multiplicar as fontes de informação. Melhorar o processo de aprendizagem e as ações futuras de ensino mediante a reflexão, a autocrítica e autocorreção. Avaliação educativa deve conhecer para intervir a tempo. Qual a estrutura básica da avaliação? Qual informação coletar? Para desempenhar quais funções? .... vários questionamentos o professor deve se fazer para que ele avalie conscientemente. Não adianta lançar mão de instrumentos da avaliação formativa, mas continuar avaliando de forma somativa e excludente. Informação obtida na avaliação deve ser o ponto de referência para a ação didática. Notas e exames x avaliação – você não observa só o rendimento, mas todo o sujeito que aprende, sua história. Avaliação como atividade crítica
  • 7. do conhecimento – avaliação formativa é uma nova oportunidade de aprender. Intervenção inteligente do professor: reorientar, estimular, corrigir e valorizar. Avaliação deve estar a serviço de quem aprende. A avaliação é uma atividade natural e a qualificação é artificial. Valorizar o que o aluno fez de bom e não ruim. Liana e Ludmilla – cap. 7 e 8 Critérios para escolher os mecanismos de avaliação – tipo de informação que queremos coletar; usos feitos delas e as funções anunciadas e ocultas que desempenham. Ignorar esses critérios podem dar lugar à segregação ou exclusão. A palavra diálogo está presente em toda a obra e sua importância para os interagentes. O professor deve estar disposto a aprender com a avaliação que exerce de e com seus alunos. Preocupação coma a formação integral do aluno. A sala de aula transformada em lugar e tempo de aprendizagem ao invés do habitual costume de dar e tomar anotações. Requisitos para a prática da avaliação formativa: transparência, credibilidade, coerência epistemológica e coesão prática, aceitabilidade, pertinência, praticabilidade, legitimidade. A avaliação estará centrada mais no que os alunos conhecem e são capazes de fazer. Características das provas objetivas: apresentadas como idôneas e justas. Quem se adapta ao que: o sujeito ao critério ou o critério ao sujeito? Fica de fora da avaliação criterial – exame- os processos de apropriação do saber. Essa aula foi extremamente produtiva, o envolvimento dos colegas, a profundidade das leituras se somaram para que entendêssemos mais um pouquinho esse tema que a cada dia percebo mais complexo e essencial à aprendizagem. A avaliação não é um adendo, um momento ímpar, ela se confunde com o próprio processo pedagógico, ela é a essência desse processo, sem ela como saber o que está acontecendo? Que responsabilidade...

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