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Curso de chefia e liderança   parte 5
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Curso de chefia e liderança parte 5

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Q. Tipos de Motivação …

Q. Tipos de Motivação
R. Frustração e Motivação
S. Motivando equipes
T. Dinâmica de Grupo
U. Um Pouco de História
V. O Grupo

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  • Use um cabeçalho de seção para cada um dos tópicos, para que a transição seja evidente ao público.
  • O Que o público poderá fazer após a conclusão deste treinamento? Descreva brevemente cada objetivo e como o públicose beneficiará apresentação.
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  • O Que o público poderá fazer após a conclusão deste treinamento? Descreva brevemente cada objetivo e como o públicose beneficiará apresentação.
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  • O Que o público poderá fazer após a conclusão deste treinamento? Descreva brevemente cada objetivo e como o públicose beneficiará apresentação.
  • O Que o público poderá fazer após a conclusão deste treinamento? Descreva brevemente cada objetivo e como o públicose beneficiará apresentação.
  • Transcript

    • 1. TIPOS DE MOTIVAÇÃO
    • 2. TIPOS DE MOTIVAÇÃOConsciente: É a motivação que você sabe e entende que está lheimpulsionando para agir.Inconsciente: Você não sabe, não compreende o que o leva a agir.Em longo prazo: caracteriza-se pela persistência em realizar objetivos queestão no futuro mais distante, longe de serem alcançados; uma dasdificuldades é vencer as resistências iniciais e dispor de energia para alcançá-los.Em curto prazo: caracteriza-se pela intenção em vencer os empecilhosque freqüentem ente surgem no caminho. Esse comportamento ajuda aestar periodicamente motivado. A pessoa administra melhor sua tarefa eencontra energia suficiente para "derrubar os muros". Cada etapa vencidatraz a experiência e o sentimento de vitória, conseqüentemente reforça amotivação em longo prazo, deixando os objetivos cada vez mais próximos- o que antes era percebido como distante e até inalcançável.Por exemplo: O método utilizado pelos Anônimos (AA, NA, etc.).
    • 3. FRUSTRAÇÃO E MOTIVAÇÃO
    • 4. FRUSTRAÇÃO E MOTIVAÇÃONem sempre a satisfação das necessidades é obtida. Pode existir algumabarreira ou obstáculo ao alcance da satisfação de alguma necessidade.Toda vez que alguma satisfação é bloqueada por alguma barreira, ocorre afrustração. Havendo frustração a tensão existente não é liberada pormeio de descarga provocada pela satisfação. Essa tensão acumulada noorganismo mantém o estado de desequilíbrio.O Ciclo Motivacional pode ter outra solução além da satisfação danecessidade ou da frustração, a compensação ou transferência.Ocorre a compensação (ou transferência) quando o indivíduo tentasatisfazer alguma necessidade impossível de ser satisfeita por meio dasatisfação de outra necessidade complementar ou substitutiva A fome só sesatisfaz com alimentação, a sede somente com a ingestão de líquidos, seestes são os motivos a serem satisfeitos. Para as necessidadespsicológicas e de auto-realização os objetivos são mais flexíveis epossibilitam transferência e compensações.
    • 5. FRUSTRAÇÃO E MOTIVAÇÃOA necessidade de prestígio, por exemplo, pode ser satisfeita pelapreeminência social, sucesso profissional, poder do dinheiro ou ainda pelaconduta atlética.Toda necessidade não satisfeita é motivadora de comportamento, porém,quando uma necessidade não é satisfeita dentro de algum temporazoável, ela passa a ser um motivo frustrado.
    • 6. MOTIVANDO EQUIPES
    • 7. MOTIVANDO EQUIPESPara mostrar uma equipe é importante que o líder avalie as motivações do seupessoal e possa ajustar a eles seu estilo administrativo:a) Desafie os subordinados que valorizam a realização a tentarcoisas novas e a demonstrar excelência. Dê aos que valorizam oreconhecimento a atenção que desejam.b) Coloque os que valorizam a afiliação numa unidade que tenhaum sentimento de família e na qual as decisões sejamcompartilhadas.c) Motive os que valorizam o poder com competição e oportunidadepara um sucesso triunfante.Iniciativas diferentes para pessoas diferentes, mas para cada uma, umamaneira de motivar.É importante observar que objetivos definidos, específicos, servem paraorientar a atenção, promover o esforço e estimular estratégias criativas.
    • 8. MOTIVANDO EQUIPESQuando as pessoas da equipe encontram um objetivo razoável, o fato dealcançá-lo ou não tem um impacto na própria auto-avaliação. Ou seja,para motivar o aumento da produtividade, os líderes eficientes trabalhamcom as pessoas para definir objetivos explícitos e obter compromisso,fornecendo depois feedback (retorno) sobre o trabalho.Moral é um conceito abstrato, intangível, porém perfeitamente perceptível.O moral é uma decorrência do estado motivacional, uma atitude mentalprovocada pela satisfação ou não-satisfação das necessidades dos indivíduos.Como o moral está intimamente relacionado com o estado motivacional, namedida em que as necessidades dos indivíduos são satisfeitas pelaorganização.Ocorre uma elevação do moral, enquanto, na medida em que as necessidadesdos indivíduos são frustradas pela organização, ocorre um abaixamento domoral.
    • 9. MOTIVANDO EQUIPESVia de regra quando o moral está elevado é porque as necessidadesindividuais encontram meios e condições de satisfação.Quando o moral está baixo é porque as necessidades individuaisencontram barreiras Internas ou externas que Impedem sua satisfação eprovocam a frustração.Moral elevado é acompanhado de uma atitude de interesse. Identificação,aceitação fácil, entusiasmo e impulso positivo em relação ao trabalho egeralmente em paralelo a uma diminuição dos problemas de supervisãoe disciplina.O moral elevado desenvolve a colaboração, se apóia em uma basepsicológica onde predomina o desejo de pertencer e a satisfação de trabalharem grupo.
    • 10. MOTIVANDO EQUIPESDepende invariavelmente do clima de relações humanas que se desenvolvedentro de uma organização, principalmente quando a organização formalpermite um adequado entrosamento com a organização informal, bemcomo quando as comunicações são de boa qualidade e o nível de supervisãoé satisfatório.
    • 11. DINÂMICA DE GRUPO
    • 12. DINÂMICA DE GRUPOA vida moderna tem exigido das pessoas freqüente participação grupal, sejano ambiente da família, da escola, da empresa ou nas diversas atividades doser humano. Ao mesmo tempo a educação tradicional, da qual somosproduto, de forma geral, estimula o desempenho individual, prejudicandoa carreira do indivíduo, pois a maioria das empresas procura um outro perfilprofissional.Saber conviver em grupo, e mais do que isso, ser capaz de mobilizar osesforços das pessoas para um trabalho em grupo, num clima deabertura, honestidade e confiança é uma das habilidades mais requisitadas aoprofissional contemporâneo, independente de sua formação acadêmica.
    • 13. UM POUCO DE HISTÓRIA
    • 14. UM POUCO DE HISTÓRIAUm dos precursores da utilização de dinâmicas foi Kurt Lewin, psicólogosocial alemão, que desenvolveu nos Estados Unidos pesquisas nocomportamento humano de pequenos grupos, como estudantes,escoteiros e emigrantes. Seu interesse centrou-se em pequenos grupos,analisando as variações de coesão, padrões, motivação, participação,processo decisório, produtividade, preconceitos, tensões e formas decoordenar um grupo.Quando Kurt Lewin utilizou a expressão dinâmica, tinha como objetivopesquisar os grupos e comprovar que as pessoas podem adquirircomportamentos novos através da decisão em grupo, em substituição aosmétodos tradicionais.A expressão Dinâmica de Grupo surgiu pela primeira vez num artigopublicado por Lewin, em 1944, onde tratava da relação entre teoria e práticaem psicologia social. Afirmava que para se trabalhar com grupos é precisoconhecer a natureza e funcionamento dos grupos bem como a relaçãoindivíduo com grupo e do grupo com a sociedade.
    • 15. UM POUCO DE HISTÓRIALewin também atentou para as barreiras culturais e as estruturas de poderque estamos envolvidos. Para ele, o indivíduo é dinamicamente umsistema relativamente fechado, e se abre pela reciprocidade com o meio.Dynamis é uma palavra grega que significa força, energia, ação.
    • 16. O GRUPO
    • 17. O GRUPOO grupo surgiu pela necessidade de o homem viver em contato com osoutros homens. Nesta relação homem / homem, vários fenômenos estãopresente; comunicação, percepção, afeição, liderança, integração, normas eoutros. À medida que nós nos observamos na relação Eu/Outro surgeuma amplitude de caminhos para nosso conhecimento e orientação.Cada um passa a ser um espelho que reflete atitudes e dá retorno ao outro,através do feedback. Para encontrarmos maior crescimento, a disponibilidadeem aprender se faz necessária. O que seria essa disponibilidade em aprender?“Só aprendemos aquilo que queremos e quando queremos”.Nas relações humanas, nada é mais importante do que nossa motivaçãoem estar com outro, participar na coordenação de caminhos ou metas aalcançar.
    • 18. O GRUPOUm fato merecedor de nossa atenção é que o homem necessita viver comoutros homens, pela sua própria natureza social, mas ainda não seharmonizou nessa relação.Lewin considerou o grupo como o terreno sobre o qual o indivíduo sesustenta e se satisfaz. Um instrumento para satisfação das necessidadesfísicas, econômicas, políticas, sociais, etc.

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