Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca - CEFET/RJ                                               22...
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA       CELSO SUCKOW DA FONSECA9° SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA            DO CEF...
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO                                        Comitê ExternoMinistro                                Herald...
APRESENTAÇÃO        O Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca -CEFET/RJ, através da Coordenadoria d...
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AGRADECIMENTOS      A Coordenadoria de Pesquisa e Estudos Tecnológicos do CEFET/RJagradece:- A Direção-Geral, as Diretoria...
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Livro de resumos 9° sic2

  1. 1. Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca - CEFET/RJ 22 e 23 de Outubro de 2009 PIBIC Programa Institucional de Bolsas de Iniciação CientíficaDiretoria de Pesquisa e Pós-Graduação - DIPPGDepartamento de Pesquisa - DEPEQCoordenadoria de Pesquisa e Estudos Tecnológicos - COPET
  2. 2. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA9° SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CEFET/RJ 22 e 23 de outubro de 2009 REALIZAÇÃO Coordenadoria de Pesquisa e Estudos Tecnológicos - COPET
  3. 3. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Comitê ExternoMinistro Heraldo Silva da Costa Mattos (UFF)Fernando Haddad Nélio Domingues Pizzolato (PUC-Rio)Centro Federal de Educação Coordenador do PIBIC-CEFET/RJTecnológica Celso Suckow da Luís Felipe Guimarães de SouzaFonseca Coordenadora do PIBIC-CNPqDiretor-Geral Isabel TavaresMiguel Badenes Prades Filho Presidente do CNPqVice-Diretor Marco Antônio ZagoCarlos Henrique Figueiredo AlvesDiretoria de EnsinoMaurício Saldanha MottaDiretoria de Pesquisa e Pós-GraduaçãoPedro Manuel Calas Lopes PachecoDepartamento de EducaçãoSuperiorPaulo Felix da Silva FilhoDepartamento de PesquisaLuís Felipe Guimarães de SouzaCoordenadoria de Pesquisa eEstudos TecnológicosAntônio Carlos de Oliveira GuerraDayse Haime PastoreComitê Local do PIBICAnna Carla Monteiro de AraújoAntônio Carlos de Oliveira GuerraLílian Martins da Motta DiasLuís Felipe Guimarães de SouzaMaria Aparecida Gonçalves MartinezMarina Rodrigues BrochadoPedro Manuel Calas Lopes PachecoTereza Maria Rolo Fachada LevyCardoso
  4. 4. APRESENTAÇÃO O Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca -CEFET/RJ, através da Coordenadoria de Pesquisa e Estudos Tecnológicos(COPET), com o objetivo de incentivar e despertar a vocação científica,desenvolve seu programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica(PIBIC-CEFET/RJ). O programa iniciou com 15 bolsas, custeadas pela própriainstituição, para os alunos de graduação do CEFET/RJ tendo sido implantadoatravés da Portaria n0 245 de 23 de Julho de 2000, assinada pelo Diretor-Geral do CEFET/RJ, designando o coordenador do programa e um comitê localcomposto por pesquisadores dos quadros da Instituição com titulação dedoutor. Atualmente, o programa conta com 40 bolsas custeadas pelo CEFET/RJe 30 custeadas pelo CNPq totalizando 70 bolsas. A figura a seguir apresenta aevolução do programa. 40 CEFET/RJ 35 CNPq 30 Número de Bolsas 25 20 15 10 5 0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Ano Evolução do Programa de Bolsas de Iniciação Científica.Os principais objetivos do programa são:- despertar a vocação científica e incentivar a formação de futuros pesquisadores;- criar condições para o pleno aproveitamento do potencial acadêmico, com vistas à produção científica;- proporcionar ao aluno de graduação a aprendizagem de técnicas e métodos de pesquisa científica e tecnológica; i
  5. 5. - desenvolver no aluno de graduação o pensamento e a criatividade científica;- possibilitar uma maior interação entre a graduação e a pós-graduação;- colaborar no fortalecimento de áreas ainda emergentes na pesquisa;- estimular professores a engajar alunos de graduação no processo depesquisa. O presente volume apresenta um total de 84 resumos que contemplamas grandes áreas: Ciências Exatas e da Terra, Ciências Biológicas, CiênciasHumanas; Ciências Sociais Aplicadas, e Engenharias. Cada resumo contémuma breve descrição do trabalho realizado pelos estudantes que ingressaramno programa PIBIC a partir do primeiro semestre de 2009. O conteúdo dos textos dos resumos apresentados é deresponsabilidade dos seus respectivos autores. ii
  6. 6. AGRADECIMENTOS A Coordenadoria de Pesquisa e Estudos Tecnológicos do CEFET/RJagradece:- A Direção-Geral, as Diretorias Sistêmicas, ao Departamento de EducaçãoSuperior e respectivos Departamentos Acadêmicos, as Coordenações, e aSeção de Programação Visual pelo apoio e incentivo ao programa PIBIC.- Aos membros do Comitê Interno.- Ao CNPq pelo apoio indispensável à realização do programa.- Aos membros do Comitê Externo, Professor Heraldo Silva da Costa Mattos(UFF) e ao Professor Nélio Domingues Pizzolato (PUC-Rio) pelas participações,críticas e sugestões que em muito tem contribuído para o aperfeiçoamento doprograma PIBIC no CEFET/RJ.- Aos Professores do CEFET/RJ pela seriedade e empenho na condução dasorientações.- Aos alunos participantes, bolsistas e não bolsistas pelo empenho ededicação.- Aos funcionários das secretarias, coordenações e departamentos acadêmicosdo sistema CEFET/RJ.- A Isabela Meneses da Silva do setor de programação visual (SPROV) peladiagramação e arte final. iii
  7. 7. CEFET/RJSUMÁRIO Pág.SIC01-2009TECNOLOGIA OFF-SHORE E ASPECTOS PSICOSOCIOLÓGICOS DA SAÚDE DOTRABALHADOR 1Rayana Ferreira Vinagre (Bolsista PIBIC-CNPq)Alexandre de Carvalho Castro, D.Sc. (Orientador)SIC02-2009TECNOLOGIA OFF-SHORE, GESTÃO DO CONHECIMENTO E SUBJETIVIDADEDO TRABALHADOR 2Dayana Karla de Paula Nunes (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Alexandre de Carvalho Castro, D.Sc. (Orientador)SIC03-2009RECONHECIMENTO DE CARACTERES EM PLACAS DE AUTOMÓVEISUTILIZANDO DISPOSITIVO REPROGRAMÁVEL 3Raphael de Miranda Negri (Bolsista PIBIC-CNPq)Aline da Rocha Gesualdi, D.Sc. (Orientadora)SIC04-2009DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE TRIGGER PARA OELETROENCEFALOGRAFO BRAINNET BNT-36 4Rodrigo Vidal Araújo (Bolsista PIBIC-CNPq)Aline da Rocha Gesualdi, D.Sc. (Orientadora)SIC05-2009GESTÃO AMBIENTAL: RECONHECENDO OS VALORES E AS ATITUDES PRÓ-ATIVAS NO CEFET 5Yuri Leal Clemente Ferreira (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Aline Guimarães Monteiro, D.Sc. (Orientadora)SIC06-2009ESTRATÉGIAS SUSTENTÁVEIS PARA REDUÇÃO DE GASES DE EFEITOESTUFA 6Juliana Maria de Sousa Costa (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Aline Guimarães Monteiro, D.Sc. (Orientadora)SIC07-2009COMPORTAMENTO DA BOLHA SONOLUMINESCENTE (SBSL) COM ADIÇÃODE DIFERENTES GASES NOBRES 7Raphael Fernandes Gachet (Aluno Bolsista PIBIC-CNPq)Ana Lucia Ferreira de Barros, D.Sc. (Orientadora) iv
  8. 8. CEFET/RJSIC08-2009ESPAÇO DE INOVAÇÃO ALPOIMRicardo Vogel Gomes de Mello (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) 8Andreia Guerra de Moraes, D.Sc. (Orientadora)SIC09-2009ANÁLISE ANALÍTICA, EXPERIMENTAL E NUMÉRICA DATRANSMISSIBILIDADE DE UM PROTÓTIPO PARA AMORTECEDORESSTOCKBRIDGE 9Thiago de Freitas Pinto (Bolsista PIBIC-CNPq)Anna Carla Araujo, D.Sc. (Orientadora)SIC10-2009MODELAGEM DO PROCESSO DE FRESAMENTO DE TOPOFábio Vinícius Castilho (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) 10Anna Carla Araujo, D.Sc. (Orientadora)SIC11-2009ANÁLISE DE ELEMENTOS FINITOS DE AMORTECEDORES STOCKBRIDGEPARA LINHAS DE TRANSMISSÃO 11Raphael Machado Rego (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Anna Carla Araujo, D.Sc. (Orientadora)SIC12-2009O IDEF COMO FERRAMENTA PARA A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DECUSTEIO ABC 12Bruno da Silva Guerra (Bolsista PIBIC-CNPq)Antonio José Caulliraux Pithon, Ph.D. (Orientador)SIC13-2009O IDEF NA MODELAGEM DO SISTEMA AEROPORTUÁRIOMarcos Vinicius Assis de Almeida (Bolsista PIBIC-CNPq) 13Antônio José Caulliraux Pithon, Ph.D. (Orientador)SIC14-2009DETERMINAÇÃO DE PROPRIEDADES TERMOFÍSICAS UTILIZANDOPROBLEMAS INVERSOS 14Rodrigo Octávio Nogueira Carvalho (Bolsista PIBIC-CNPq)Carlos Eduardo Leme Nóbrega, D.Sc. (Orientador)SIC15-2009ANÁLISE DE INVESTIMENTOS UTILIZANDO A METODOLOGIA TRADICIONALAlessandra Gazale Klein (Bolsista PIBIC-CNPq) 15Carlos Alberto Gonçalves da Silva, D.Sc. (Orientador) v
  9. 9. CEFET/RJSIC16-2009INDICADORES DA PRODUÇÃO ACADÊMICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIROFernando Paes Barreto Machado (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) 16Cristina Gomes de Souza, D.Sc. (Orientadora)SIC17-2009MONITORAMENTO DE INFORMAÇÕES TECNOLÓGICAS SOBREBIOCOMBUSTÍVEIS: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA ESTUDOS PROSPECTIVOS 17Tatyane Valoura Valadão Freitas (Bolsista PIBIC-CNPq)Cristina Gomes de Souza, D.Sc., (Orientadora)SIC18-2009O PERFIL DOS PESQUISADORES DA ÁREA DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃONO BRASIL 18Lethícia Mallet Vivas (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Cristina Gomes de Souza, D.Sc. (Orientadora)SIC19-2009CARACTERIZAÇÃO MICROESTRUTURAL DE LIGAS DE NiTi COM EFEITOMEMÓRIA DE FORMA 19Rafael Miranda dos Santos Ferreira (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Gilberto Alexandre Castelo Branco, Ph.D (Orientador)SIC20-2009ESTUDO DO CICLO STIRLING VISANDO A GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICAA PARTIR DA ENERGIA SOLAR 20Ulisses Pinaud de Oliveira Silva (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Gisele Maria Ribeiro Vieira, D.Sc. (Orientadora)SIC21-2009ANÁLISE COMPUTACIONAL DA FUSELAGEM DE UM AEROMODELO DEFIBRA DE CARBONO 21Hugo Tavares do Nascimento (Bolsista PIBIC-CNPq)Hector Reynaldo Meneses Costa, D.Sc. (Orientador)SIC22-2009INDICADORES AMBIENTAIS: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA PARA OCEFET/RJ 22Teodomiro Firmo (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Aline Guimarães Monteiro, D.Sc. (Orientadora)SIC23-2009ASPECTOS TEÓRICOS DA SONOLUMINESCÊNCIA DE BOLHA ÚNICADayane Mendonça Lessa (Bolsista PIBIC-CNPq) 23Ricardo Cardoso Paschoal, D.Sc. (Orientador) vi
  10. 10. CEFET/RJSIC24-2009ANÁLISE DE TENSÕES DAS ARTICULAÇÕES DA TAMPA DE FECHAMENTORÁPIDO PARA CÂMARA DE LANÇAMENTO DE PIG 24Yasmin Kronemberger Leal (Bolsista PIBIC-CNPq)Hector Reynaldo Meneses Costa, D.Sc. (Orientador)SIC25-2009INFLUÊNCIA DO ULTRASOM NO APRISIONAMENTO DE UMA ÚNICA BOLHASONOLUMINESCENTE (SBSL) 25Bruno Cavalcante Freitas (Bolsista PIBIC-CNPq)Ana Lucia Ferreira de Barros, D.Sc. (Orientadora)SIC26-2009ANÁLISE DO CIRCUITO ELETRÔNICO DA SONOLUMINESCÊNCIAGabriel da Costa Watanabe (Bolsista PIBIC-CNPq) 26Ana Lucia Ferreira de Barros, D.Sc. (Orientadora)SIC27-2009AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DAS AÇÕES DE EMPRESAS INICIANTES NOMERCADO DE CAPITAIS BRASILEIRO 27Mauricio Salim Daniel Junior (Bolsista PIBIC-CNPq)Carlos Alberto Gonçalves da Silva, D.Sc. (Orientador)SIC28-2009CONTROLE ÓTIMO EM EPIDEMIOLOGIA: ESTUDO DE CASO DO HIVVictor Manuel Oliveira Batista (Bolsista PIBIC-CNPq) 28Dayse Haime Pastore , D.Sc. (Orientadora)SIC29-2009AVALIAÇÃO ESTRUTURAL DE UMA BALANÇA TRASEIRA PARA OPROTÓTIPO DE COMPETIÇÃO 29William Frossard Marinho (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Hector Reynaldo Meneses Costa, D.Sc. (Orientador)SIC30-2009ANÁLISE DO PROCESSO DE SOLDAGEM EM DUTOS UTILIZANDO O MÉTODODE ELEMENTOS FINITOS 30Carlos Filipe Dos Santos (Bolsista PIBIC-CNPq)Pedro Manuel Calas Lopes Pacheco, D.Sc. (Orientador)SIC31-2009MODELAGEM DE UMA ARMAÇÃO DE ÓCULOS COM MEMÓRIA DE FORMAUSANDO O MÉTODO DE ELEMENTOS FINITOS 31Maicon Maia Lemos (Bolsista PIBIC-CNPq)Pedro Manuel Calas Lopes Pacheco, D.Sc. (Orientador) vii
  11. 11. CEFET/RJSIC32-2009POLÍTICA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA NO GOVERNO LULA DA SILVA: UMESTUDO DE CASO 32Gisele Pereira Dias (Bolsista PIBIC-CNPq)Zuleide Simas da Silveira, M.Sc. (Orientadora)SIC33-2009INDUSTRIALIZAÇÃO, APTIDÃO E AVALIAÇÃO: O ENSINO INDUSTRIAL E AEMERGÊNCIA DA PSICOLOGIA APLICADA AO TRABALHO NO BRASIL 33Luiza Mira Rezende Muniz (Bolsista PIBIC-CNPq)Alexandre de Carvalho Castro, D.Sc. (Orientador)SIC34-2009GESTÃO AMBIENTAL: EM BUSCA DA CONSOLIDAÇÃO DE UM CEFETSUSTENTÁVEL 34Patrícia Mattos Teixeira (Bolsista PIBIC-CNPq)Aline Guimarães Monteiro, D.Sc. (Orientadora)SIC35-2009ENERGIA E MEIO AMBIENTE: UMA ALTERNATIVA SUSTENTÁVEL –ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA 35Yuri Bastos Gabrich (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Aline Guimarães Monteiro, D.Sc. (Orientadora)SIC36-2009CONSTRUÇÃO DE UMA NOVA FONTE DE PÓSITRONS USANDO UMACELERADOR TANDEM DE 1.7MV 36Diego Henrique Lima Fernandes (Aluno Bolsista PIBIC-CNPq)Ana Lucia Ferreira de Barros, D. Sc. (Orientadora)SIC37-2009PROPOSTA DE FRAMEWORK TEÓRICO-METODOLÓGICO PARACORRELAÇÃO ENTRE ESTRATÉGIAS GENÉRICAS E ESTRUTURASORGANIZACIONAIS 37Raynne Suzano de Freitas (Bolsista PIBIC-CNPq)Fernando Oliveira de Araújo, M.Sc. (Orientador)SIC38-2009CARACTERIZAÇÃO TERMOMECÂNICA DE LIGAS NITI COM EFEITOMEMÓRIA DE FORMA 38Felipe Arêas Vargas (Bolsista PIBIC-CNPq)Gilberto Alexandre Castello Branco, Ph D. (Orientador) viii
  12. 12. CEFET/RJSIC39-2009ENERGIA E MEIO AMBIENTE: UMA ALTERNATIVA SUSTENTÁVEL –ENERGIA SOLAR TÉRMICA 39Rafael Melo de Azevedo (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Aline Guimarães Monteiro, D.Sc. (Orientadora)SIC40-2009AVALIAÇÃO DE SOLDAGEM A PONTO POR RESISTÊNCIA ELÉTRICA EMCHAPAS GALVANIZADAS ATRAVÉS DE ELEMENTOS FINITOS 40Joseph Richard Pinheiro de Carvalho (Bolsista PIBIC-CNPq)Hector Reynaldo Meneses Costa, D.Sc. (Orientador)SIC41-2009APLICAÇÃO DE ASPERSÃO TÉRMICA PARA REVESTIMENTO EM AÇOCARBONO 41Thiago Daflon dos Santos (Bolsista PIBIC-CNPq)Hector Reynaldo Meneses Costa, D.Sc. (Orientador)SIC42-2009DESENVOLVIMENTO DE ESPÉCIES NATIVAS COM A UTILIZAÇÃO DE LODOBruna Gonçalves Gomes 42Lilian Karla Figueira da Silva, D.Sc. (Orientadora)SIC43-2009ANÁLISE DO CONFORTO TÉRMICO EM AMBIENTE REDUZIDO ATRAVÉS DEFERRAMENTA COMPUTACIONAL 43Ricardo Fazoli da Silva (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Marina Rodrigues Brochado, D.Sc. (Orientadora)SIC44-2009ANÁLISE DE TENSÕES EM DUTOS RETOS COM OVALIZAÇÃOTiago Barbosa Cabral (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) 44Pedro Manuel Calas Lopes Pacheco, D.Sc. (Orientador)SIC45-2009UM ESTUDO DO PROBLEMA DE TRANSPORTE DUTOVIARIO: DUTOS EPOLIDUTOS 45Mônica Fontes Turano (Bolsista PIBIC-CNPq)Leonardo da Silva Lima, D.Sc. (Orientador)SIC46-2009USO DE Lactuca sativa COMO INDICADORA DE POLUIÇÃO DAS ÁGUASSheila Carolina de Miranda Lima (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) 46Lilian Karla Figueira da Silva, D.Sc. (Orientadora) ix
  13. 13. CEFET/RJSIC47-2009DESENVOLVIMENTO REGIONAL E TURISMO: UM ESTUDO SOBRE A REGIÃOSERRANA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO COM BASE EM MÉTODOS DEAPOIO À DECISÃO 47Adriana da Rocha Silva DutraMarcelo Augusto Mascarenhas, M.Sc. (Orientador)SIC48-2009EMPREENDEDORISMO E COOPERATIVISMO: UM ESTUDO QUALITATIVOSOBRE INCIDÊNCIA, HIATOS, E OPORTUNIDADES PARA O TURISMO NOMUNICÍPIO DE NOVA FRIBURGO 48Aliny Henrique de MeloMarcelo Augusto Mascarenhas, M.Sc. (Orientador)SIC49-2009DESENVOLVIMENTO REGIONAL E TURISMO: UM ESTUDO SOBRE OMUNICÍPIO DE NOVA FRIBURGO E REGIÃO SERRANA DO ESTADO DO RIODE JANEIRO 49Cristiano Caldas GomesMarcelo Augusto Mascarenhas, M.Sc. (Orientador)SIC50-2009INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL/REGIONAL: UM ESTUDOSOBRE O USO DE FERRAMENTAS MULTICRITÉRIO COMO INSTRUMENTOSDE AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO MUNICIPAL/REGIONAL 50Denis Franco MartinsMarcelo Augusto Mascarenhas, M.Sc. (Orientador)SIC51-2009OPORTUNIDADES PARA O TURISMO EM NOVA FRIBURGO: UM ESTUDOSOBRE A INCIDÊNCIA E OS HIATOS ENCONTRADOS NOS CAMPO DEEMPREENDEDORISMO E COOPERATIVISMO DO MUNICÍPIO 51Kelly Silva de FreitasMarcelo Augusto Mascarenhas, M.Sc. (Orientador)SIC52-2009MÉTODOS DE APOIO À DECISÃO NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO EMONITORAMENTO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL: UM ESTUDO SOBREA REGIÃO SERRANA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, COM FOCO NO SETOR 52DE TURISMORita de Cássia Gomes de Araújo GóesMarcelo Augusto Mascarenhas, M.Sc. (Orientador) x
  14. 14. CEFET/RJSIC53-2009METODOLOGIA DE ANÁLISE NUMÉRICA DAS VARIÁVEIS TÉRMICAS EMECÂNICAS DE UM PROTÓTIPO UTILIZANDO BLOCO DE CERÂMICAVERMELHA DE ALTA POROSIDADE 53Danillo Salim Jacurú (Bolsista PIBIC-CNPq)Marina Rodrigues Brochado, D.Sc. (Orientadora)SIC54-2009ANÁLISE NUMÉRICA DE CIRCUITOS ELÉTRICOSThiago de Souza Lopes (Bolsista CEFET/RJ) 54Natália Pujol Pacheco Silveira, D.Sc. (Orientadora)SIC55-2009ANÁLISE E TESTES EM LEVITAÇÃO MAGNÉTICAAlessandro Santos de Lima (Bolsista PIBIC-CNPq) 55Paulo Lúcio e Silva de Aquino, D.Sc. (Orientador)SIC56-2009ANÁLISE DAS TENSÕES RESIDUAIS EM CHAPAS FINAS DE AÇO SOLDADASATRAVÉS DA TÉCNICA DE FURAÇÃO INSTRUMENTADA 56Mariana Pimenta Braga (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Pedro Manuel Calas Lopes Pacheco, D.Sc. (Orientador)SIC57-2009PROJETO GRANDES CIENTISTAS/GALILEURodolpho Barbosa da Hora (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) 57Tereza Maria Rolo Fachada Levy Cardoso, D.H. (Orientadora)SIC58-2009A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA NO BRASIL DOS ANOS 1910 A 1940Rodrigo Carvalho Sallibi (Bolsista PIBIC-CNPq) 58Tereza Maria Rolo Fachada Levy Cardoso, D.H. (Orientadora)SIC59-2009PESQUISA E PRODUÇÃO AUDIOVISUAL: GALILEU GALILEILeandro Teixeira Vianna (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) 59Tereza Maria Rolo Levy Fachada Cardoso D.H. (Orientadora)SIC60-2009A CIÊNCIA NA SALA DE AULA: O CASO DA ESCOLA NORMAL DE ARTES EOFÍCIOS WENCESLAU BRAZ 60Diego Martins Cordeiro Fernandez (Bolsista PIBIC-CNPq)Tereza Maria Rolo Fachada Levy Cardoso, D.H.. (Orientadora) xi
  15. 15. CEFET/RJSIC61-2009UTILIZAÇÃO DE MICROCONTROLADORES NO DESENVOLVIMENTO DESISTEMAS MECATRÔNICOS VIA INTERNET 61Cássia Aparecida de Melo Fraga (Bolsista PIBIC-CNPq)Alessandro Rosa Lopes Zachi, D.Sc. (Orientador)SIC62-2009ANÁLISE DE DESGASTE E CORROSÃO EM FERRAMENTAS DE AÇO RÁPIDOPARA FRESAMENTO DE TOPO 62Juliana Espírito Santo Nascimento (Bolsista PIBIC-CNPq)Anna Carla Araújo, D.Sc. (Orientadora)SIC63-2009DEFENSIVOS ECOLÓGICOSDayene Silva Marcos 63Lilian Karla Figueira da Silva, D.Sc. (Orientadora)SIC64-2009ALTERNATIVAS ECOLÓGICAS PARA O CONTROLE DE PRAGASMara Renata S. do Nascimento 64Lilian Karla Figueira da Silva, D.Sc. (Orientadora)SIC65-2009DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARES APLICADOS À FÍSICA E AO ENSINO DAFÍSICA 65Maurício Féo Pereira Rivello de Carvalho (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Dirceu Atanázio Portes Junior, D.Sc. (Orientador)SIC66-2009ANÁLISE DE FRATURAS EM OSSOS LONGOSErick de Sousa Marouço (Bolsista PIBIC-CNPq) 66Paulo Pedro Kenedi, D.Sc. (Orientador)SIC67-2009FADIGA DE ARAMES DE ALTA RESISTÊNCIA COM ENTALHESRafael Sequeira da Silva 67Paulo Pedro Kenedi, D.Sc. (Orientador)SIC68-2009FADIGA DE ARAMES DE ALTA RESISTÊNCIA EM AMBIENTE CORROSIVOIngrid Braun Poloponsky (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) 68Paulo Pedro Kenedi, D.Sc. (Orientador) xii
  16. 16. CEFET/RJSIC69-2009DESENVOLVIMENTO DE UM ABSORVEDOR DINÂMICO DE VIBRAÇÕESUTILIZANDO MOLAS COM MEMÓRIA DE FORMA 69Rodrigo Dias Basileu (Bolsista PIBIC-CNPq)Ricardo Alexandre Amar de Aguiar, M.Sc. (Orientador)SIC70-2009ANÁLISE DO GANHO DE AMPLIFICADORES RAMAN EM SISTEMAS ÓPTICOSDE GRANDE CAPACIDADEFelipe Ximenes Viana (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) 70Maria Aparecida Gonçalves Martinez, Ph.D. (Orientadora)Maria Thereza Mirando Rocco Giraldi, D.Sc. (Co-Orientadora)SIC71-2009CALCULANDO O NÚMERO DE FÓTONS EMITIDOS DURANTE UM FLASH DESONOLUMINESCÊNCIA 71Rafael Pereira Lopes (Bolsista PIBIC-CNPq)Álvaro Luis Martins de Almeida Nogueira, D.Sc. (Orientador)SIC72-2009ESTUDO DA EMISSÃO DE LUZ EM MEIOS ÁCIDOSLuis Otávio G. Lobo e Silva (Bolsista PIBIC-CNPq) 72Ana Lucia Ferreira de Barros, D.Sc. (Orientadora)SIC73-2009CARACTERIZAÇÃO DE ZEÓLITAS NaY ATRAVÉS DA TÉCNICA DE XPS E ALUZ SÍNCROTRON 73André Moreira Giorgini (Bolsista PIBIC-CNPq)Antônio Carlos de Oliveira Guerra, D.Sc. (Orientador)SIC74-2009ESTUDO DA FOTOFRAGMENTAÇÃO DE ÁCIDOS CARBOXÍLICOSUTILIZANDO-SE ESPECTROSCOPIA DE MASSA POR TEMPO DE VÔO E LUZSÍNCROTRON 74João Luiz de Brito E. e Fernandes (Bolsista PIBIC-CNPq)Antônio Carlos de Oliveira Guerra, D.Sc. (Orientador)SIC75-2009MODELOS DE PREVISÃO PARA O FLUXO DE CAIXA: UM ESTUDO DE CASODA INDÚSTRIA DE CERÂMICA VERMELHA 75Ceres Lopes de Azevedo (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Carlos Alberto Gonçalves da Silva, D.Sc (Orientador) xiii
  17. 17. CEFET/RJSIC76-2009PESQUISA SOBRE PATENTES NO BRASIL E NO RIO DE JANEIROFernanda de Carvalho Pereira (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) 76Cristina Gomes de Souza, D.Sc. (Orientadora)SIC77-2009ESTUDO DE METODOLOGIA DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS APLICADASA INFRA-ESTRUTURA DE COMPUTAÇÃO EM MALHA 77Vicente Pereira Corbelli (Bolsista PIBIC-CNPq)Diego Carvalho M.Sc. (Orientador)SIC78-2009MAPEAMENTO DO CICLO DE VIDA DO PRODUTO ATRAVÉS DA REDE DEPETRI NA EMPRESA ECOWOOD 78Diogo Cordeiro Lóta (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Leydervan de Souza Xavier, D.Sc. (Orientador)SIC79-2009ESTUDO DO CICLO DE VIDA DO PRODUTO ATRAVÉS DA ACV NA EMPRESAECOWOOD 79Fernanda de Souza Pires (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Leydervan de Souza Xavier, D.Sc. (Orientador)SIC80-2009UMA ANÁLISE DA APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DE CADEIA CRÍTICA NACADEIA DE SUPRIMENTOS EM AMBIENTES DE PROJETOS DEDESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS 80Gustavo Badejo Miranda (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Lino Guimarães Marujo, D.Sc. (Orientador)SIC81-2009ESTUDO DO LAYOUT DE UM AEROPORTO DE PEQUENO PORTELuíza Cavalcanti e Silva (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) 81Marina Rodrigues Brochado, D.Sc. (Orientadora)SIC82-2009AVALIAÇÃO DE CAMPOS DE TENSÕES ATRAVÉS DE TÉCNICAULTRASSÔNICA 82Armando Ladeira de MedeirosMauricio Saldanha Motta, D.Sc. (Orientador) xiv
  18. 18. CEFET/RJSIC83-2009ENGENHARIA AO ALCANCE DE TODOS – IMAGENS DE SATÉLITE PARAENSINO 83Daniela Miyuki Lima Okawa; Fabricio Jannuzzi (Bolsistas PIBIC-CEFET/RJ)Rafael Garcia Barbastefano, D.Sc. (Orientador)SIC84-2009EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS DAS CONTRIBUIÇÕES E DESAFIOS DE EMPRESAJÚNIOR PARA O APRENDIZADO DOS ESTUDANTES: O CASO DA CEFET Jr.CONSULTORIA 84Anna Carolina dos Santos Barros (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ)Fernando Oliveira de Araújo, M.Sc. (Orientador) xv
  19. 19. CEFET/RJ SIC01-2009TECNOLOGIA OFF-SHORE E ASPECTOS PSICOSOCIOLÓGICOS DASAÚDE DO TRABALHADORRayana Ferreira Vinagre (Bolsista PIBIC-CNPq) (9o Período de Eng. Produção)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJrayanavinagre@gmail.comAlexandre de Carvalho Castro, D.Sc. (Orientador)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJo.aken@uol.com.brResumoEsta pesquisa se propõe a levantar, avaliar e analisar os efeitos do trabalho offshore nostrabalhadores, além de se preocupar com o modo com o qual as pessoas impactadas lidam comesta diferenciação do mercado de trabalho. A metodologia adotada para realização deste trabalhofoi a realização de entrevistas com grupos de pessoas que têm a experiência do trabalho offshore –grupos focais. Os efeitos psicológicos do regime de embarque nos “petroleiros” dizem respeito àdificuldade em suportar a ausência da família durante o período de embarque, em realizar umcurso seqüencial que contemple aulas presenciais, em lidar com o confinamento e etc. Enfim, estapesquisa busca mostrar a complexidade que existe em conciliar essa duas vidas, que não parecem,na maioria das vezes, acontecerem em paralelo. A percepção do tempo subjetivo faz com que aspessoas que trabalham em plataforma, algumas vezes, se sintam deslocadas do mundo real. Aodesembarcar, o trabalhador offshore se percebe em um outro contexto de realidade. Busca-se, aqui,estudar como o “petroleiro” se percebe dentro da sociedade, como ele se coloca e as causas paratal resultado.Palavras-chave: Subjetividade, Trabalho Offshore, Psicologia.Título do Projeto do Orientador: Tecnologia off-shore e subjetividade do trabalhadorLinha de Pesquisa: Psicologia do TrabalhoApoio Financeiro: CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: Ciências HumanasÁrea: Psicologia 1
  20. 20. CEFET/RJ SIC02-2009TECNOLOGIA OFF-SHORE, GESTÃO DO CONHECIMENTO ESUBJETIVIDADE DO TRABALHADORDayana Karla de Paula Nunes (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) (8o Período de Adm. Industrial)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJdayanan@gmail.comAlexandre de Carvalho Castro, D.Sc. (Orientador)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJo.aken@uol.com.brResumoEsta pesquisa objetiva fazer uma análise das circunstâncias do trabalho sob regime deconfinamento e dos sistemas presentes no "Gerenciamento do Stress" desenvolvido emplataformas da Petrobras na Bacia de Campos. Nesse sentido, já foi submetida ao IV CongressoNacional de Excelência em Gestão (IV CNEG) e ao XXVIII Encontro Nacional de Engenharia deProdução (XXVIII ENEGEP), sendo aceita para, respectivamente, exposição em pôster eapresentação oral. A metodologia adotada teve como base entrevistas semi-estruturadas comfuncionários e gerentes da área de SMS (Segurança, Meio Ambiente e Saúde). Essas entrevistas —devidamente gravadas, transcritas e sistematizadas de modo a servir como principal base deanálise — permitiram constatar que o Gerenciamento do Stress, sob o ponto de vista endógenodesenvolvido pela Petrobras, tende a ser limitado à concepção de stress segundo um viés detendência fisicalista e organicista. Esta análise descreve a necessidade dentro da indústriapetrolífera do Brasil de se tornar mais confiante e presente no "Gerenciamento do Stress" dos seustrabalhadores off-shore. Exerce uma crítica em favor de um maior contato entre a academia e aprática gerencial, a fim de transcender ações pontuais e reducionistas, e propugna pela integraçãode ações que impliquem uma melhor condição de saúde mental para o trabalhador off-shore.Palavras-chave: Trabalho offshore, Fatores Humanos no Trabalho, Gestão do ConhecimentoTítulo do Projeto do Orientador: Tecnologia offshore e subjetividade do trabalhadorLinha de Pesquisa: Gestão do Conhecimento e da InovaçãoApoio Financeiro: CEFET/RJClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia de Produção 2
  21. 21. CEFET/RJ SIC03-2009RECONHECIMENTO DE CARACTERES EM PLACAS DEAUTOMÓVEIS UTILIZANDO DISPOSITIVO REPROGRAMÁVELRaphael de Miranda Negri (Bolsista PIBIC-CNPq) (10o Período de Eng. Eletrônica)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJraphaelnegri@hotmail.comAline da Rocha Gesualdi, D.Sc. (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJalinegesualid@gmail.comResumoNeste trabalho, foram desenvolvidos algoritmos de Processamento de Imagem, aplicados aimagens de placas de automóveis. Anteriormente ao processamento, as imagens, originalmente noformato TIFF, foram convertidas para o formato de níveis de cinza – o PGM – na codificaçãoASCII. A primeira parte do processamento consistiu na binarização das imagens, com o objetivode separar os caracteres do fundo da imagem. Porém, o método two peaks usado para a binarizaçãoda imagem possui um ruído intrínseco. Para a filtragem deste ruído, foram usadas duasferramentas de morfologia matemática: a erosão e a dilatação – nesta ordem, para um melhordesempenho. A etapa de erosão retirou o ruído da imagem, porém reduziu o tamanho dos objetosde interesse. Para correção deste problema, foi aplicado o algoritmo de dilatação, que restaura osobjetos ao seu tamanho original e finaliza o processo de filtragem, deixando a imagem com umruído mínimo. Para detecção dos índices de pixels que delimitam o início e fim do objeto deinteresse foram utilizados os métodos de projeção vertical e horizontal. Foi desenvolvido umalgoritmo que automatizou a projeção horizontal de uma lista de aproximadamente mil placas. Foicalculada uma média destas projeções e os índices de pixels que apresentaram menor desviopadrão foram escolhidos como limite superior e inferior do objeto de interesse, sendo fixados paratodas as placas. Foi desenvolvido o algoritmo de projeção vertical, que avalia cada placaindividualmente. Com os índices descobertos, os caracteres foram separados em arquivos PGMdiferentes.Palavras-chave: Redes Neurais Artificiais, DSP, Automóveis ParticularesTítulo do Projeto do Orientador: Análise de Imagens e Reconhecimento de Padrões aplicados em SistemasIndustriaisLinha de Pesquisa: Processamento de ImagensPrograma / Projeto: Projeto de Pesquisa do CNPq n0 520195/96-5 " Análise de Imagens e Reconhecimento dePadrões aplicados em Sistemas Industriais ".Apoio Financeiro: CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia Elétrica 3
  22. 22. CEFET/RJ SIC04-2009DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA DE TRIGGER PARA OELETROENCEFALOGRAFO BRAINNET BNT-36Rodrigo Vidal Araújo (Bolsista PIBIC-CNPq) (5o Período de Eng. de Controle e Automação)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJrodrigovidal777@gmail.comAline da Rocha Gesualdi, D.Sc. (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJagesualdi@cefet-rj.brResumoNeste trabalho estamos desenvolvendo um sistema de Trigger para o eletroencefalografo BrainNetBNT-36. Este equipamento foi construído para utilização em clínicas e hospitais. Ele realiza amedida do sinal de EEG de forma contínua, armazenando as informações em 20 canais deanotação. O grupo de Neurolinguística da UFRJ, coordenado pela Professora Dra. Aniela Improtautiliza sinais de EEG para verificar o comportamento cerebral de pessoas ao serem estimuladas porpalavras, som ou imagens. Desta forma, o sinal de EEG deve ser capturado toda vez que ocorrerum estímulo. Por este motivo o eletroencefalografo BrainNet BNT-36, adquirido pela Profa.Aniela, deve ser adaptado para fins de pesquisa. O objetivo deste trabalho consiste em desenvolverum sistema para adquirir o sinal somente quando um estímulo for apresentado ao voluntário. Nopresente momento estamos desenvolvendo um aplicativo na linguagem de programação C++ quese comunica com um conversor digital analógico conectado à porta USB do computador. Esteaplicativo possui interface gráfica amigável e consiste no elemento principal para a realização dosistema de Trigger.Palavras-chave: aplicativo em C++, eletroencefalografo BrainNet BNT-36, EEGTítulo do Projeto do Orientador: Análise de Imagens e Reconhecimento de Padrões aplicados em SistemasIndustriaisLinha de Pesquisa: Instrumentação InteligenteApoio Financeiro: CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia Elétrica 4
  23. 23. CEFET/RJ SIC05-2009GESTÃO AMBIENTAL: RECONHECENDO OS VALORES E ASATITUDES PRÓ-ATIVAS NO CEFETYuri Leal Clemente Ferreira (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) (7o Período de Eng. de Produção)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJyuri_leal@oi.com.brAline Guimarães Monteiro, D.Sc. (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJamonteiro@cefet-rj.brResumoAs mudanças ambientais já estão presentes e se apresentam de diversas formas, como as profundasalterações climáticas, a perda de solos férteis, o desaparecimento das florestas e dos animais, osurgimento de novas doenças e a perda da qualidade de vida do próprio homem, autor e maiorvítima das suas próprias ações degradantes. Neste contexto, soluções são buscadas e umaestratégia de considerável relevância pode ser a adoção, em conjunto, de dois grandes programasde desenvolvimento produtivo conhecidos por Produção Mais Limpa (P+L) e Programa 5S, queobjetivam uma melhoria na qualidade de vida das pessoas, tanto no trabalho como em casa, bemcomo na qualidade ambiental. A P+L age diretamente sobre os processos produtivos e serviços deuma organização que cause algum impacto ambiental e o 5S funciona como uma prática de "bonshábitos" ou , também conhecida como de "bom senso". Com este propósito, este relatório vemdemonstrar os primeiros levantamentos deste mecanismo, que é sugerido para o CEFET/RJ frenteao surgimento de algumas situações ambientais adversas, dentro e fora, da organização. Comoresultados, são apresentadas sugestões para a implantação do programa de qualidade 5S baseadosem padrões de P+L na biblioteca do CEFET/RJ e que após a elaboração de um diagnóstico prévio,concluiu-se que o ambiente em questão encontra-se em um estado de conservação bastantefavorável e apropriado para o bem-estar de seus usuários. As possíveis mudanças sugeridas sódependem das atitudes e comportamentos dos usuários e funcionários.Palavras-chave: Produção Mais Limpa, Programa 5S, Qualidade AmbientalTítulo do Projeto do Orientador: Gestão Ambiental: Reconhecendo os Valores e as Atitudes Pró-Ativas noCefetLinha de Pesquisa: -Programa / Projeto:Apoio Financeiro: CEFET/RJClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: Ciências Sociais AplicadasÁrea: Planejamento Urbano e RegionalAgradecimentos à aluna Patrícia Mattos Teixeira pelo apoio e colaboração no projeto. 5
  24. 24. CEFET/RJ SIC06-2009ESTRATÉGIAS SUSTENTÁVEIS PARA REDUÇÃO DE GASES DEEFEITO ESTUFAJuliana Maria de Sousa Costa (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) (7o Período de Eng. de Produção)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJjuly_sousacosta@yahoo.com.brAline Guimarães Monteiro, D.Sc. (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJamonteiro@cefet-rj.brResumoOs efeitos das mudanças climáticas vêm chamando a atenção do mundo para a importância dapreservação ambiental e de um desenvolvimento econômico sustentável. Assim, governos eespecialistas de diversos países têm buscado diferentes soluções para diminuir a emissão de gasesde efeito estufa e reduzir a ação maléfica desses gases no planeta. Vários acordos já foramassinados por diversos países que se comprometeram a atender metas ambientais. Neste contexto,o desenvolvimento deste estudo permite demonstrar a importância das atitudes pró-ativas paraamenizar os efeitos das mudanças climáticas locais e atuais. Para isso, foi feito um estudo de casocom alunos de um curso de pós-graduação em Meio Ambiente, buscando identificar, através daaplicação de questionários, perfis de consumo dentro dessa comunidade e o impacto desses perfiscom a emissão de CO2 na atmosfera. Foi utilizada também uma calculadora de carbono quepermitiu o cálculo da emissão desta amostra da comunidade e a estimativa da quantidade deárvores que devem ser plantadas pelos entrevistados para compensar o uso excessivo/ inadequadoda energia e recursos (que geram CO2).Palavras-chave: Efeito estufa, CO2 , Calculadora de carbono.Título do Projeto do Orientador: Gestão Ambiental: Reconhecendo os Valores e as Atitudes Pró-Ativas noCefetLinha de Pesquisa: -Programa / Projeto:Apoio Financeiro: CEFET/RJClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: Ciências Sociais AplicadasÁrea: Planejamento Urbano e Regional 6
  25. 25. CEFET/RJ SIC07-2009COMPORTAMENTO DA BOLHA SONOLUMINESCENTE (SBSL) COMADIÇÃO DE DIFERENTES GASES NOBRESRaphael Fernandes Gachet (Aluno Bolsista PIBIC-CNPq) (4o Período de Eng. Mecânica)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJpoligachet@hotmail.comAna Lucia Ferreira de Barros, Ph.D (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJabarros@cefet-rj.brResumoPara produzir a sonoluminescência, uma única bolha de ar deve estar suspensa na água e serbombardeada por ondas acústicas. Um aparelho utilizado para verificar o fenômeno desonoluminescencia consiste basicamente de um recipiente de vidro (cilíndrico ou esférico) e umcircuito de alimentação. O circuito por sua vez, consiste de um gerador, que funciona como a fontedas ondas, um amplificador, piezos elétricos transdutores (PZT) e um circuito com algunsresistores e um indutor [1].É sabido, que a intensidade da luz emitida a partir da bolha é diretamente dependente do tipo delíquido utilizado e do gás dissolvido neste [2]. O efeito de sonoluminescência é ampliado muitasvezes com o uso de diversos gases nobres [3], para tal, estamos projetando um sistema de gases noqual pequena quantidade de gases possa ser adicionada ao líquido, ampliando assim o efeitosonoluminescente. Além disso, o aprisionamento da bolha deve ser muito cauteloso e o piezo-elétrico deve estar funcionando perfeitamente. Neste intuito, realizamos uma série de medidas queserão apresentadas e discutidas em detalhes do comportamento dos PZT´s, além da montagemexperimental que está sendo realizada para o novo sistema. Nossas experiências estão sendorealizadas no Laboratório de Física Experimental e Aplicada (LaFEA) pelo CEFET-RJ.[1] S. Hilgenfeldt, Nature Physics 2, 435, (2006).[2] D.J. Flannigan et al., Physical Review Letters, 96, 204301 (2006).[3] Yasui, K., Phys. Rev. E 63 035301 (2001).Palavras-chave: Cavitação Acústica, PZT, gases nobresTítulo do Projeto do Orientador: Estudo da Física da SonoluminescênciaLinha de Pesquisa: Física da SonoluminescênciaPrograma / Projeto: Projeto de Pesquisa do CNPq n0Apoio Financeiro: CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: Ciências Exatas e da TerraÁrea: Física 7
  26. 26. CEFET/RJ SIC08-2009ESPAÇO DE INOVAÇÃO ALPOIMRicardo Vogel Gomes de Mello (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) (7° Período de Eng. Mecânica)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJric_vogel@yahoo.com.brAndreia Guerra de Moraes, D.Sc. (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJamoraes@cefet-rj.brResumoA pesquisa desenvolvida se insere num projeto maior a construção do Espaço de Inovação Alpoim.Esse espaço, em construção, pretende abrigar células de inovação tecnológica voltadas para opúblico jovem de 17 a 19 anos. Com o objetivo de informar e despertar interesse para aEngenharia, a célula sede, em desenvolvimento no CEFET-RJ, terá como um dos propósitos criarum portal de acesso a informações e a troca de projetos de inovação tecnológica. A partir depesquisa bibliográfica foi vonstruídos conteúdos para compor o sítio que alimentará o portal acompor o Espaço de Inovação Alpoim. Durante essa etapa, foi também desenvolvida uma pesquisacom o intuito de compreender os mecanismos de aprendizagem e produção da célula Maracanã I.Esta célula trabalhou com a construção do sítio e se defrontou com problemas técnicos,procurando aprender métodos e conteúdos de C&T para resolvê-los. Foi investigado como essesalunos/produtores, que não dominavam todas as ferramentas e linguagens da informática, seorganizaram no trabalho em grupo, como enfrentaram as dificuldades operacionais encontradas ecomo um projeto de construção de algo com objetivo previamente definido pode ser elementomotivador para a criação de algo completamente novo.Palavras-chave: Inovação, Tecnologia e Ensino de CiênciasTítulo do Projeto do Orientador: Produção de Conteúdos e Avaliação de Impacto do Portal de Divulgaçãotecnológica do CEFET/RJLinha de Pesquisa: Espaço de Inovação AlpoimClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: Ciências HumanasÁrea: Educação 8
  27. 27. CEFET/RJ SIC09-2009ANÁLISE ANALÍTICA, EXPERIMENTAL E NUMÉRICA DATRANSMISSIBILIDADE DE UM PROTÓTIPO PARAAMORTECEDORES STOCKBRIDGEThiago de Freitas Pinto (Bolsista PIBIC-CNPq) (8o Período de Eng. Mecânica)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJthiagof.pinto@hotmail.comAnna Carla Araujo, D.Sc. (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJannaaraujo@cefet-rj.brResumoO Amortecedor StockBridge é um dispositivo utilizado para reduzir vibrações causadas pelo ventoem linhas de transmissão. Neste trabalho foi fabricado um protótipo no qual a geometria erapassível de desenvolvimento de uma função analítica de resposta em freqüência. Esta geometriafoi simulada no software ANSYS e comparada com os resultados analíticos. Em paralelo, oelemento foi instrumentado e testado no laboratório de vibrações do CEPEL e os resultadosexperimentais foram comparados com a as análises da simulação por elementos finitos e com aformulação analítica. Os resultados foram consistentes e as freqüências de ressonânciaapresentaram coincidência nas três análises. A não-linearidade é observada experimentalmente edeve ser considerada em modelagens futuras.Palavras-chave: Amortecedor stockbridge, Vibrações Mecânicas, Elementos Finitos.Título do Projeto do Orientador: Análise de amortecedores StockbridgeApoio Financeiro: CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia de Mecânica 9
  28. 28. CEFET/RJ SIC10-2009MODELAGEM DO PROCESSO DE FRESAMENTO DE TOPOFábio Vinícius Castilho (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) (7o Período de Eng. Mecânica)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJfabioviniciuscastilho@yahoo.com..brAnna Carla Araujo, D.Sc. (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJannaaraujo@cefet-rj.brResumoO presente trabalho apresenta como objetivo a simulação no software MATLAB das forças decorte no fresamento de topo e a comparação com os dados experimentais de forças obtidas duranteo processos. Os experimentos foram realizados em liga de alumínio 6061 com fresa de aço rápido.Para a aquisição dos dados foi utilizado um aparato, constituído por um dinamômetro, uma placade aquisição e conversão analógico-digital, um microcomputador e um software de aquisição. Paraa simulação numérica foi aperfeiçoado o algoritmo desenvolvido por Araujo (1999) eimplementado na linguagem MATLAB, baseado num modelo proposto por Altintas (2000) eTlusty (1975). O modelo de forças utilizado fora semi-empirico, utilizando a abordagemmecanistica do corte, onde a força é proporcional a área de cavaco indeformado. Neste trabalho foitambém considerada a presença de “run-out”, a diferença de posição entre o centro de rotação dafresa e o centro da ferramenta, na simulação. Com os resultados experimentais foi possívelcalcular a pressão especifica de corte constante em todo o processo e, com este dado, a forçasimulada apresentou excelente concordância com os resultados obtidos experimentalmente.Palavras-chave: Usinagem, Fresamento de Topo, Modelagem.Título do Projeto do Orientador: Modelagem de Processos de UsinagemApoio Financeiro: CEFET/RJClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia de Mecânica 10
  29. 29. CEFET/RJ SIC11-2009ANÁLISE DE ELEMENTOS FINITOS DE AMORTECEDORESSTOCKBRIDGE PARA LINHAS DE TRANSMISSÃORaphael Machado Rego (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) (5o Período de Eng. Mecânica)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJraphaelmachador@gmail.comAnna Carla Araujo, D.Sc. (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJannaaraujo@cefet-rj.brResumoNeste trabalho têm como objetivo simular usando um programa de elementos finitos as respostasem freqüência de um modelo específico de amortecedor stockbridge, considerando o cabomensageiro como o conjunto real dos cabos entrelaçados com atrito. Nesta primeira fase foimodelada uma viga circular engastada em uma extremidade com o objetivo de prever a função datransmissibilidade, isto é, a resposta do deslocamento da extremidade da viga em função dodeslocamento da base para diferentes freqüências de excitação. Esta função é obtida a partir dadivisão de duas funções: o deslocamento da ponta engastada no domínio da freqüência e dodeslocamento da ponta livre no domínio da freqüência. Numa fase posterior será modelado o cabomensageiro completo: quatro hélices rodeando a viga circular, para analisar a transmissibilidade docabo completo. A seguir uma massa concentrada será acrescentada na ponta da viga, e serãoobservados novamente os três gráficos. Na ultima fase será substituída a massa concentrada pelageometria usual do amortecedor comparando os três gráficos com e sem atrito entre os cabos. Omodelo e as simulações são realizados utilizando o software Cosmos® e tem a motivação decompreender o comportamento mecânico do elemento estrutural dos amortecedores stockbridge.Palavras-chave: Amortecedor stockbridge, Vibrações Mecânicas, Elementos Finitos.Título do Projeto do Orientador: Analise de amortecedores StockbridgeApoio Financeiro: CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia de Mecânica 11
  30. 30. CEFET/RJ SIC12-2009O IDEF COMO FERRAMENTA PARA A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMADE CUSTEIO ABCBruno da Silva Guerra (Bolsista PIBIC-CNPq) (4o Período de Eng. de Produção)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJerosdmk@gmail.comAntonio José Caulliraux Pithon, Ph.D. (Orientador)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJpithon@cefet-rj.brResumoÉ relevante tomar conhecimento dos custos relativos à produção, de forma precisa, para se termaior acurácia na tomada de decisão e obter vantagem competitiva. A Gestão de Custos ABC(Activity Based Costing) diz respeito à descrição dos custos pelas atividades com o objetivo de seconhecer a influência dos custos indiretos e conseqüentemente entender com maior precisão oscustos dos produtos finais. O programa utilizado para a modelagem dos processos foi o IDEF0(Integration Definition Language for Function Modeling). No IDEF0 pode se conhecer oscontroles e mecanismos que influenciam nos processos, ou seja, pode se tomar conhecimento dasinfluências do ambiente externo sobre o processo, sendo essencial para se conhecer os motivos doscustos indiretos. Com isso foi feito um estudo detalhado na Indústria de Cerâmica sobre os fatoresexternos que influenciavam diretamente nos processos da produção, assim podemos perceber quaisas principais influências dos custos da produção, principalmente os custo indiretos que são maisdifíceis de estipular de forma precisa. A teoria dos sistemas foi essencial para o real entendimentodesse estudo que alinhado ao IDEF0 fez perceber os mecanismos e controles que influenciavamnos custos indiretos da produção, dessa forma pudemos ter um maior apoio na tomada de decisão.Palavras-chave: custos, custos ABC, IDEF0, processosTítulo do Projeto do Orientador: Laboratório de Trabalho ColaborativoLinha de Pesquisa: Modernização de Processos TecnológicosPrograma / Projeto:Apoio Financeiro:Classificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia de Produção 12
  31. 31. CEFET/RJ SIC13-2009O IDEF NA MODELAGEM DO SISTEMA AEROPORTUÁRIOMarcos Vinicius Assis de Almeida (Bolsista PIBIC-CNPq) (4o Período de Eng. Civil)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJmarcos-almeida86@uol.com.brAntônio José Caulliraux Pithon, Ph.D. (Orientador)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJpithon@cefet-rj.brResumoOs aeroportos são portais de entrada e saída de passageiros e cargas em uma região ou país e suaimplantação impacta a estrutura sócio-econômica dessa região ou país em nível de produção,emprego e renda. Neste trabalho apresenta-se a representação de um modelo da infra-estruturaaeroportuária. Em um aeroporto ocorrem diversas interações relativas às atividades demovimentação de carga e passageiros e a modelagem de tal interação é complexa. A formulaçãodo modelo do sistema aeroportuário utiliza a abordagem da teoria de sistema e a ferramenta IDEF(Integration Definition Function Modeling) para representar as interações das atividades doaeroporto, o que permite uma visualização otimizada da infra-estrutura do aeroporto e suaarquitetura organizacional. A formulação de sistemas no IDEF segue a estrutura hierárquicapossibilitando assim, a formulação de sistemas do nível macro até o micro. O IDEF se mostrouuma excelente ferramenta para a representação do modelo, visto que, sua estrutura simplificadapermitiu uma fácil identificação das variáveis utilizadas..Palavras-chave: Aeroportos, Modelagem, IDEF, Teoria dos SistemasTítulo do Projeto do Orientador: Laboratório de Trabalho ColaborativoLinha de Pesquisa: Modernização de Processos TecnológicosPrograma / Projeto:Apoio Financeiro:Classificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia de Transporte 13
  32. 32. CEFET/RJ SIC14-2009DETERMINAÇÃO DE PROPRIEDADES TERMOFÍSICAS UTILIZANDOPROBLEMAS INVERSOSRodrigo Octávio Nogueira Carvalho (Bolsista PIBIC-CNPq) (7o Período de Eng. Mecânica)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJrodrigoonc@globo.comCarlos Eduardo Leme Nóbrega, D.Sc. (Orientador)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJnobrega@pobox.comResumoNeste trabalho desenvolveu-se um procedimento numérico para a determinação de propriedadestermo físicas, a partir da evolução da temperatura em um ponto ao longo do tempo, obtida a partirde um dado procedimento experimental. Uma amostra retangular do material é considerada, demodo que o problema pode ser representado pela equação de Fourier em coordenadas cartesianas,com uma condição de contorno não homogênea. Esta não homogeneidade implica a solução doproblema direto pela técnica da transformada integral. A partir de um material de propriedadesconhecidas, calcula-se a evolução da temperatura em um ponto, adicionando um ruído geradorandomicamente. Assim, estes valores de temperatura ao longo do tempo podem ser consideradoscomo “medidas simuladas”, e serão consideradas para a ratificação do método. Um processo debusca e optimização é então deflagrado, com vistas a obter o valor de uma ou mais propriedadestermo físicas (condutividade e capacitância térmica, por exemplo). O problema é resolvido viatransformada integral, com valores arbitrados para os parâmetros desconhecidos. Através daoptimização, busca-se minimizar diferença entre a solução do problema e as temperaturas medidas(que no presente caso são simuladas). Esta diferença é normalizada via mínimos quadrados, eencerra a busca quando atende a um critério de convergência pré-estabelecido. O programa foidesenvolvido em FORTRAN, utilizando-se as rotinas do IMSL para as buscas. Foram obtidosbons resultados para buscas unidimensionais, quando apenas um parâmetro é desconhecido. Parabuscas multidimensionais, ainda são esperados resultados mais confiáveis.Palavras-chave: Propriedades Termofísicas, Problemas Inversos, Transferência de CalorTítulo do Projeto do Orientador: Determinação de Propriedades Termo físicas Utilizando Problemas InversosLinha de Pesquisa: Transferência de CalorPrograma / Projeto: Determinação de Propriedades Termo físicas Utilizando Problemas InversosApoio Financeiro: CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia de Mecânica 14
  33. 33. CEFET/RJ SIC15-2009ANÁLISE DE INVESTIMENTOS UTILIZANDO A METODOLOGIATRADICIONALAlessandra Gazale Klein (Bolsista PIBIC-CNPq) (9º Período de Eng. de Produção)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJalegazale@yahoo.com.brCarlos Alberto Gonçalves da Silva, D.Sc. (Orientador)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJcags@cefet-rj.brResumoNeste trabalho buscou-se avaliar projetos pela metodologia tradicional, com o uso de quatrométodos específicos: Valor Presente Líquido (VPL), Taxa Interna de Retorno (TIR), PaybackSimples e Descontado e Custo Anual Equivalente (CAE). O objetivo desta pesquisa foi analisarpor diferentes óticas se determinado investimento é viável ou não. Para a aplicação dametodologia, foi necessário calcular o Custo Médio Ponderado de Capital através do modeloCAPM (Capital Asset Pricing Model). Inicialmente, utilizou-se informações do Demonstrativo deResultados referentes ao ano de 2008 da empresa Vale, que são divulgados trimestralmente.Assim, os resultados mostraram que o VPL , por ele ser positivo, indica que a empresa deveria terinvestido. Já pela a ótica da TIR, como a taxa de desconto encontrada foi superior ao custo decapital, mostra que o investimento deveria ter sido realizado. Finalmente, com o uso do PaybackDescontado, o prazo para a recuperação do capital foi entre o terceiro e o quarto ano, o quesignifica um bom resultado por esta ótica.. No entanto, como o CAE é um método que melhor seaplica em investimentos em equipamentos, ele não foi utilizado no presente estudo. Observou-seuma boa aplicabilidade destes métodos em cenários pouco flexíveis e sem grandes oscilações. Paracenários mais dinâmicos, recomenda-se a avaliação de investimento pelo método de Opções Reais.Palavras-chave: Análise de Investimento, Valor Presente Líquido, Taxa Interna de RetonoTítulo do Projeto do Orientador: Análise de Investimento na Indústria da Cerâmica VermelhaLinha de Pesquisa: Análise de Investimento de ProjetosPrograma / Projeto:Apoio Financeiro: CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia de Produção 15
  34. 34. CEFET/RJ SIC16-2009INDICADORES DA PRODUÇÃO ACADÊMICA DO ESTADO DO RIO DEJANEIROFernando Paes Barreto Machado (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) (4o Período de Eng. de Produção)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJfernandopbmachado@yahoo.com.brCristina Gomes de Souza, D.Sc. (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJcrisgsouza@gmail.comResumoExiste hoje preocupação por parte dos governos em se estabelecer indicadores de CT&I parasubsidiar a elaboração de políticas científicas, tecnológicas e de inovação. O Estado do Rio deJaneiro, apesar de sua importância no cenário nacional, carece de estudos que retratem a realidadeestadual no que se refere às atividades de CT&I. O objetivo do projeto é apresentar indicadores daprodução acadêmica do Estado do Rio de Janeiro identificando principais áreas do conhecimento,veículos de divulgação, competências (instituições e pesquisadores) e a evolução da produção aolongo do tempo considerando os artigos publicados em periódicos internacionais indexados nabase ISI/Web of Science, acessada através do Portal de Periódicos da CAPES, abrangendo operíodo dos últimos cinco anos. A obtenção dos indicadores do Estado do Rio de Janeiro seguiu amesma metodologia adotada pela FAPESP para a criação dos indicadores de C&T do Estado deSão Paulo. Dentre os vários resultados alcançados identificou-se que a produção acadêmica doEstado do Rio de Janeiro está concentrada principalmente nas áreas de Bioquímica e BiologiaMolecular, Física Multidisciplinar, Parasitologia, Zoologia e Microbiologia. Também foiobservada a importância desempenhada não só por universidades públicas, mas também, porinstituições de pesquisa como Fundação Oswaldo Cruz, Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas eInstituto de Matemática Pura e Aplicada.Palavras-chave: Indicadores de CT&I, Gestão da informação, Produção acadêmica, BibliometriaTítulo do Projeto do Orientador: Gestão da Inovação e Propriedade IntelectualLinha de Pesquisa: Gestão da Inovação e Informação TecnológicaPrograma / Projeto: "Indicadores de Produção Acadêmica do Estado do Rio de Janeiro".Apoio Financeiro: CEFET/RJClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia de Produção 16
  35. 35. CEFET/RJ SIC17-2009MONITORAMENTO DE INFORMAÇÕES TECNOLÓGICAS SOBREBIOCOMBUSTÍVEIS: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA ESTUDOSPROSPECTIVOSTatyane Valoura Valadão Freitas (Bolsista PIBIC-CNPq) (6° Período de Engenharia de produção)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJtatyyfreitas@ig.com.brCristina Gomes de Souza, D.Sc., (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJcgsouzaprod@yahoo.com.brResumoO monitoramento da informação tecnológica é fundamental para se identificar tecnologiasemergentes e potenciais áreas de pesquisa capazes de promover maiores benefícios para aeconomia e a sociedade. A preocupação com a escassez de petróleo e degradação do meioambiente fez com que se intensificasse a discussão sobre biocombustíveis. No caso do Brasil, ogoverno vem fazendo investimentos tendo criado o Programa Nacional do Uso do Biodiesel(PNPB). O objetivo do trabalho consistiu na elaboração de uma Matriz SWOT que, com base emrevisão bibliográfica, permitiu identificar oportunidades, ameaças, forças e fraquezas relacionadasao biodiesel no cenário nacional.Palavras-chave: Prospecção tecnológica; Informação tecnológica; BiodieselTítulo do Projeto do Orientador: Estudos de Prospecção TecnológicaLinha de Pesquisa: Gestão da Inovação e Informação TecnológicaPrograma / Projeto: Monitoramento de informações tecnológicas no campo de biocombustíveis: umacontribuição para estudos prospectivosApoio Financeiro: CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariasÁrea: Engenharia de Produção 17
  36. 36. CEFET/RJ SIC18-2009O PERFIL DOS PESQUISADORES DA ÁREA DE ENGENHARIA DEPRODUÇÃO NO BRASILLethícia Mallet Vivas (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) (4o Período de Eng. de Produção)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJlethicia_mallet@hotmail.comCristina Gomes de Souza, D.Sc. (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJcrisgsouza@gmail.brResumoA área de Engenharia de Produção no Brasil tem crescido bastante nos últimos anos, o que podeser observado pelo aumento do número de cursos de graduação e de programas de pós-graduação.Trata-se de uma área relativamente recente no país sendo que a comunidade acadêmica que atua naárea é oriunda de diversas áreas de formação. O objetivo do trabalho é apresentar o perfil dospesquisadores na área de Engenharia de Produção no Brasil a partir de informações contidas noscurrículos Lattes dos bolsistas de Produtividade em Pesquisa do CNPq. Os resultados dolevantamento realizado ratificam a presença de pesquisadores com diversas formações acadêmicasatuando nas temáticas concernentes ao campo do saber da engenharia de produção reforçando suanatureza multidisciplinar. Trata-se da primeira etapa do projeto de iniciação científica intitulado“A Produção Acadêmica Brasileira na Área de Engenharia de Produção”. Na sequência dotrabalho será analisada a produção acadêmica brasileira na referida área de conhecimentoconsiderando-se artigos publicados em periódicos indexados na base do ISI/Web of Science.Palavras-chave: Indicadores de CT&I, Gestão da informação, Produção acadêmica, Bibliometria.Título do Projeto do Orientador: Gestão da Inovação e Propriedade IntelectualLinha de Pesquisa: Gestão da Inovação e Informação TecnológicaPrograma / Projeto: A Produção Acadêmica Brasileira na Área de Engenharia de ProduçãoApoio Financeiro: CEFET/RJClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia de Produção 18
  37. 37. CEFET/RJ SIC19-2009CARACTERIZAÇÃO MICROESTRUTURAL DE LIGAS DE NiTi COMEFEITO MEMÓRIA DE FORMARafael Miranda dos Santos Ferreira (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) (5o Período de Eng. Mecânica)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJrafaelmiranda88@oi.com.brGilberto Alexandre Castelo Branco, Ph.D (Orientador)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJgcbranco@pobox.com.brResumoO efeito de memória de forma (EMF) pode ser definido como a capacidade de um material, apóster sido deformado plasticamente em seu estado martensítico, voltar ao estado ou forma originaisatravés de aquecimento a temperaturas superiores à temperatura de transformação martensítica.Isso acontece através de uma transformação da sua estrutura cristalina de martensita para austenitavia processos térmicos. A investigação das modificações nas propriedades funcionais eestruturais em uma liga de NiTi com memória de forma sujeita a diferentes tratamentos térmicos etermo-mecânicos é o objetivo deste trabalho. Para isso será criado um dispositivo que seja capazde realizar vários ensaios com diversos tipos de fios de Nitinol, a fim de caracterizarexperimentalmente as propriedades da liga com memória de forma. Dessa forma o dispositivo seráusado para a caracterização estrutural e microestrutural da liga além da análise da força e dodeslocamento que o fio produz no processo de recuperação de forma atuando contra um elementoelástico de rigidez variável. Tal recuperação de forma pode ser usada para projetar dispositivosbaseados no trabalho mecânico produzido; para tanto, é fundamental a observação dascaracterísticas microestruturais e a caracterização do comportamento termo -mecânico da liga comvários graus de restrição.Palavras-chave: Ligas de NiTi, Efeito Memória de Forma, Caracterização microestruturalTítulo do Projeto do Orientador: Caracterização, Modelagem e Aplicação de Materiais e Sistemas InteligentesApoio Financeiro: CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia de Mecânica 19
  38. 38. CEFET/RJ SIC20-2009ESTUDO DO CICLO STIRLING VISANDO A GERAÇÃO DE ENERGIAELÉTRICA A PARTIR DA ENERGIA SOLARUlisses Pinaud de Oliveira Silva (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) (9o Período de Eng. Mecânica)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJulissespinaud@hotmail.comGisele Maria Ribeiro Vieira, D.Sc. (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJgisele.cefetrj@gmail.comResumoA crise energética que o mundo vem enfrentando ultimamente, devido às diversas mudançasclimáticas e ao esgotamento das reservas de petróleo, impulsionou a busca por outras fontes deenergia. Considerando a quantidade de sol abundante em nosso país, optou-se pela energia solarpara o desenvolvimento deste trabalho. Esta fonte alternativa de energia não prejudica a natureza eé renovável, possibilitando um menor impacto ambiental e uma maior economia. Este trabalhotem por finalidade o estudo do ciclo Stirling para a geração de energia elétrica a partir da energiasolar. Para a conversão da energia solar em elétrica, analisou-se a viabilidade de um motorStirling, considerando todas as vantagens e desvantagens envolvidas. Verificou-se que entre asprincipais vantagens deste motor de combustão externa está a boa eficiência global, o baixo nívelde ruído, a grande variedade de combustíveis que podem ser usados, a possibilidade de cogeraçãoe o fato de ser pouco poluente, uma vez que a combustão é contínua, permitindo uma queima maiscompleta e eficiente do combustível. As principais desvantagens estão relacionadas a dificuldadede dar partida e variar sua velocidade de rotação rapidamente, ao sistema de vedação e aos altoscustos envolvidos. Entretanto, um balanço entre as vantagens e desvantagens indica que este podeser um caminho promissor, auxiliando de forma significativa diante da crise energética mundial.Um estudo mais profundo das desvantagens envolvidas pode gerar soluções para a produção deum motor Stirling aperfeiçoado e com rendimento considerável para ser usado na geração deeletricidade distribuída em comunidades isoladas.Palavras-chave: Ciclo Stirling, Motor Stirling, Energia SolarTítulo do Projeto do Orientador: Geração de Energia Elétrica a Partir de Uma Fonte Alternativa de EnergiaLinha de Pesquisa: EnergiaApoio Financeiro: CEFET/RJClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia Mecânica 20
  39. 39. CEFET/RJ SIC21-2009ANÁLISE COMPUTACIONAL DA FUSELAGEM DE UMAEROMODELO DE FIBRA DE CARBONOHugo Tavares do Nascimento (Bolsista PIBIC-CNPq) (8o Período de Eng. Mecânica)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJhugotanas@gmail.comHector Reynaldo Meneses Costa, D.Sc. (Orientador)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJhectorey@gmail.comResumoNeste trabalho foi feito um estudo equivalente a situação dinâmica onde a fuselagem de umaeromodelo despencaria de uma altura de aproximadamente 2 metros. Foi analisadonumericamente as tensões e as deformações resultantes desta situação causadas pelos esforçosmecânicos de impacto na fuselagem. Pelo fato do material ser um compósito de fibra de carbonofoi adotado o critério de Hoffman nesta simulação. Por se tratar de um carregamento de impacto,foi adotado fator de segurança para carregamento igual a três (Norma JAR-VLA-473). Através dasnormas e dos dados iniciais de peso do aeromodelo foi encontrado um valor de força aplicada. Estefoi dividido entre as regiões de aplicação das forças que, nesse caso, corresponderiam as áreas defixação do trem de pouso. A área de fixação da asa foi considerada responsável pela restriçãodesse sistema. Após selecionar a estrutura a ser utilizada, as propriedades do material, as forçasatuantes na estrutura e as restrições a essas forças; foi gerada uma malha que possibilitou umaanálise estrutural por elementos finitos. Os resultados, obtidos através do software SolidWorks,mostram que a fuselagem suporta as solicitações mecânicas, já que ficaram dentro dos limitesaceitáveis nos projetos de fuselagens de aeromodelos. A validação do modelo e do estudo atravésde simulação numérica foi feito na competição onde, após um vôo com um carregamento de 10 kg,não apresentaram nenhum problema estrutural na fuselagem.Palavras-chave: Análise Numérica, Condições de contorno, Tensões e deformações na estruturaTítulo do Projeto do Orientador: AerodesignLinha de Pesquisa: Integridade EstruturalApoio Financeiro: CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia de Mecânica 21
  40. 40. CEFET/RJ SIC22-2009INDICADORES AMBIENTAIS: UMA PROPOSTA METODOLÓGICAPARA O CEFET/RJTeodomiro Firmo (Bolsista PIBIC-CEFET/RJ) (4o Período de Tecnólogo em Gestão Ambiental)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJTeofir@gmail.comAline Guimarães Monteiro, D.Sc. (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJamonteiro@cefet-rj.brResumoAlcançar a harmonia entre o crescimento econômico e a preservação do meio ambiente, é o maiordesafio quando se discute a questão ambiental. Para isso, os indicadores podem ser osinstrumentos mais adequados para constatar tais evidências, principalmente porque neles, estãocontidas todas as informações pertinentes ao desempenho de uma organização em um determinadoperíodo. Com isso, este projeto vem demonstrar a importância da aplicação de indicadoresambientais para uma instituição de ensino. Para realização deste estudo no CEFET/RJ, coletaram-se dados junto aos departamentos de ordem financeira e de infra-estrutura da instituição, além deentrevistas com professores e funcionários. Como resultado, verificou-se que, de certa maneira, aavaliação de cada um dos indicadores se mostrou eficiente, bem como, permite ao tomador dedecisão o seu uso como ferramentas eficazes de gestão, auxiliando no acompanhamento emonitoramento das informações. Além de servirem como um bom canal de comunicação entre osgestores e o grande público, facilitando dessa forma, o acesso à informação que é uma dasrecomendações descritas pela Agenda 21.Palavras-chave: Desenvolvimento sustentável, Indicadores ambientais, Gestão ambiental.Título do Projeto do Orientador: Gestão Ambiental: Reconhecendo os valores e as atitudes pró-ativas noCEFETLinha de Pesquisa: -Programa / Projeto: -Apoio Financeiro: CEFET/RJClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: Ciências Sociais AplicadasÁrea: Planejamento Urbano e Regional 22
  41. 41. CEFET/RJ SIC23-2009ASPECTOS TEÓRICOS DA SONOLUMINESCÊNCIA DE BOLHAÚNICADayane Mendonça Lessa (Bolsista PIBIC-CNPq) (9° Período de Eng. Ind. de Controle e Automação.)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJdaymendless@gmail.comRicardo Cardoso Paschoal, D.Sc. (Orientador)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJric_pas@yahoo.com.brResumoEste trabalho de IC ocorreu, inicialmente, dos estudos teóricos sobre o tema sonoluminescência,por parte de um dos Grupos de Pesquisa que o orientador integra. Desta forma, o trabalho focaatenção nos aspectos teóricos mais básicos, que são os relacionados apenas à hidrodinâmica dabolha sonoluminescente, assim como alguns pontos associados de termodinâmica. Neste trabalhodesenvolveu-se o estudo da mecânica dos fluidos associada à sonoluminescência, o fenômeno emque uma pequena parte de energia sonora é convertida em luz, e procurou-se descreverdetalhadamente o comportamento dinâmico da bolha gasosa imersa em líquido que gera essefenômeno. Para tal, fez-se o estudo das equações que governam o movimento da bolha aprisionadadentro de um campo acústico estacionário, gerado normalmente por dois cristais piezoelétricosposicionados diametralmente opostos num frasco esférico, e posta em equilíbrio no centro dofrasco. Ao final desse estudo foi possível plotar o gráfico do comportamento da bolha influenciadapelo meio externo, utilizando o software matemático Matlab.Palavras-chave: Sonoluminescência, termodinâmica, hidrodinâmica, simulação computacional.Título do Projeto do Orientador: Aspectos Teóricos da Sonoluminescência de Bolha ÚnicaLinha de Pesquisa: Técnicas de Teorias dos campos aplicadas à física da matéria condensada.Apoio Financeiro: CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: Ciências Exatas e da TerraÁrea: Física 23
  42. 42. CEFET/RJ SIC24-2009ANÁLISE DE TENSÕES DAS ARTICULAÇÕES DA TAMPA DEFECHAMENTO RÁPIDO PARA CÂMARA DE LANÇAMENTO DE PIGYasmin Kronemberger Leal (Bolsista PIBIC-CNPq) (6o Período de Eng. Mecânica)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJyaskronemberger@yahoo.com.brHector Reynaldo Meneses Costa, D.Sc. (Orientador)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJhectorey@gmail.comResumoEste trabalho teve como objetivo estudar a distribuição de tensões na articulação de uma tampa defechamento rápido para câmara de lançamento de PIG. Através de análise numérica pelo métodode elementos finitos, foram estudados os esforços sofridos pela articulação da tampa dando-semaior enfoque aos pinos, pois estes sofrem maior solicitação devido a força que a alavanca defechamento exerce sobre os mesmos. Os pinos, assim como todo o resto da estrutura da tampa defechamento rápido, são constituídos de aço estrutural ASTM A36, que possui limite deescoamento de 250 MPa. O critério utilizado para a avaliação das tensões nos pinos foi o de VonMises. Este critério é aplicado somente a materiais com características dúcteis, pois leva em contaa ductilidade do material, considerando a tensão de escoamento do material como tensão limite.Através da simulação numérica foi obtida um tensão máxima de 141,12 MPa nos pinos daarticulação da tampa. Observando que o limite de escoamento do material é de 250 MPa, osresultados obtidos não ultrapassaram o mesmo. Concluindo-se assim que os pinos da articulaçãoda tampa não sofrem danos mecânicos por cisalhamento. Este estudo permitiu otimizar o projetode lançadores de PIG, pois foi possível fazer uma análise estrutural antes da construção do mesmo.Palavras-chave: Elementos finitos, Análise de tensões, Análise estática estrutural.Título do Projeto do Orientador: Engenharia de DutosLinha de Pesquisa: Integridade EstruturalApoio Financeiro: CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia Mecânica 24
  43. 43. CEFET/RJ SIC25-2009INFLUÊNCIA DO ULTRASOM NO APRISIONAMENTO DE UMAÚNICA BOLHA SONOLUMINESCENTE (SBSL)Bruno Cavalcante Freitas (Bolsista PIBIC-CNPq) (4o Período de Eng.Mecânica)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJBrunocavalcante91@yahoo.comAna Lucia Ferreira de Barros, D.Sc. (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJabarros@cefet-rj.brResumoAs pesquisas em sonoluminescência atualmente prosseguem em várias direções: a busca por umacompreensão mais elucidativa a respeito do processo de emissão de luz ocupa uma posição dedestaque. Não menos importantes são as questões relacionadas ao espectro de emissão de luz e suaintensidade. Especulações iniciais em SBSL apresentavam como futuramente viáveis a aplicaçãodo fenômeno para a produção de fusão de átomos de hidrogênio, no sentido de se obter a produçãode enormes quantidades de energia. O uso tecnológico desta fonte de energia é bastante promissorem pesquisas em sonoquímica, onde os efeitos das ondas ultra-sônicas podem aumentar as taxas dereações químicas, acelerando reações e até mesmo produzindo compostos totalmente novos.Sonoluminescência de uma única bolha é um fenômeno de emissão de luz a partir doaprisionamento de uma bolha estável oscilando numa pressão de anti-modo de uma de onda deultra-som, um fenômeno que tem sido estudado intensamente por uma década. Usando umtransdutor cerâmico piezo-elétrico, conhecido como PZT, pode-se irradiar um líquido com umaonda de ultra-som, capturando uma bolha dentro de um frasco ressonador, e o efeito é que a bolhavai expandir e colapsar a um ritmo acelerado, emitindo assim luz. Para capturarmos a bolharealizamos uma série de experimentos utilizando transdutores piezo-elétricos de diferentestamanhos e formas para verificar seu comportamento capacitivo e sua impedância através docircuito sonoluminescente. Nossos experimentos estão sendo realizados no Laboratório de FísicaExperimental e Aplicada (LaFEA) no CEFET-RJ.Palavras-chave: Cavitação Acústica, ultra-som, PZTTítulo do Projeto do Orientador: Estudo da Física da SonoluminescênciaLinha de Pesquisa: Física da SonoluminescênciaApoio Financeiro: CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: Ciências Exatas e da TerraÁrea: Física 25
  44. 44. CEFET/RJ SIC26-2009ANÁLISE DO CIRCUITO ELETRÔNICO DA SONOLUMINESCÊNCIAGabriel da Costa Watanabe (Bolsista PIBIC-CNPq) (7° Período de Eng. Ind. De Controle e Automação)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJwatanabe01@gmail.comAna Lucia Ferreira de Barros, D.Sc. (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJabarros@cefet-rj.brResumoA sonoluminescência de uma única bolha (SBSL) é um fenômeno intrigante. Como o nomesugere, Sonoluminescência é um fenômeno onde energia sonora é convertida em luz através deuma bolha oscilante em um líquido. A estabilidade da SBSL se caracteriza pela emissão de umflash de luz extremamente curto, em cada período de oscilação da onda acústica da ordem de 10-11 a 10-12 segundos. Neste trabalho apresentaremos o circuito eletrônico do experimento quedesenvolvemos no Laboratório de Física Experimental e Aplicada (LAFEA). Este circuito temcomo objetivo possibilitar o aprisionamento de uma única bolha sonoluminescente (SBSL),minimizando a perda de potência causada pelos efeitos parasitas do transdutor piezo-elétrico(PZT) e de interferências eletromagnéticas externas. O restante de nosso aparato experimental écomposto por um gerador de áudio com precisão de Hertz; um amplificador de áudio de altapotência; transdutores piezoelétricos (elementos responsáveis pela transformação dos sinaiselétricos em ondas mecânicas); um frasco ressonador contendo água previamente preparada(destilada e degaseificada) e um sistema de gases. O objetivo deste trabalho é, realizar um estudo ea construção de um circuito, o qual possibilite a otimização e o aprisionamento da bolhasoluminescente. Nossos experimentos foram realizados no Laboratório de Física Experimental eAplicada (LAFEA) no CEFET/RJ.Palavras-chave: Sonoluminescência, Circuito, Transdutores PiezoelétricosTítulo do Projeto do Orientador: Estudo da Física da SonoluminescênciaLinha de Pesquisa: Física da SonoluminescênciaApoio Financeiro: CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: Ciências Exatas e da TerraÁrea: Física 26
  45. 45. CEFET/RJ SIC27-2009AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DAS AÇÕES DE EMPRESASINICIANTES NO MERCADO DE CAPITAIS BRASILEIROMauricio Salim Daniel Junior (Bolsista PIBIC-CNPq) (7o Período de Administração Industrial)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJmcharliejr@msn.comCarlos Alberto Gonçalves da Silva, D.Sc. (Orientador)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJcags@cefet-rj.brResumoAtualmente escolher ações no mercado brasileiro tem se tornado bastante complexo de forma queos investidores obtenham rendimentos diferenciados. Assim, é fundamental utilizar alguns índicesde desempenho com base no retorno e risco dos ativos no sentido de fornecer subsídiosimportantes aos investidores na seleção de seus ativos. Empresas de sociedade anônima querealizaram a sua OPA (oferta pública de ações) recentemente estão cada vez mais chamandoatenção de gestores de recursos financeiros por terem recebido investimentos agressivosenvolvendo capital de risco. O objetivo deste projeto é avaliar os índices das ações de empresas deemergentes, que abriram seu capital a partir de 2004, baseando-se no modelo CAPM, utilizado nomercado, no sentido de determinar o beta (risco não sistemático), que mede a sensibilidade de umtítulo a movimentos das ações de mercado e mostrando algumas razões sobre o seu nível denegociações na Bolsa de Valores.Palavras-chave: OPA, CAPM, Bolsa de ValoresTítulo do Projeto do Orientador: Análise de Investimentos de exploração de argila com opções reaisLinha de Pesquisa: Análise Econômico-Financeira das EmpresasApoio Financeiro: CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: EngenhariaÁrea: Engenharia de Produção 27
  46. 46. CEFET/RJ SIC28-2009CONTROLE ÓTIMO EM EPIDEMIOLOGIA: ESTUDO DE CASO DOHIVVictor Manuel Oliveira Batista (Bolsista PIBIC-CNPq) (6o Período de Eng. Elétrica)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJvictor_manuel_27@yahoo.comDayse Haime Pastore , D.Sc. (Orientadora)Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJdpastore@cefet-rj.brResumoDiante da crescente necessidade de aplicar controles cada vez mais elaborados e eficazes a fim demaximizar o desempenho de sistemas dinâmicos foram desenvolvidas técnicas de controle capazesde conduzir o sistema a evoluir de forma ideal pelo melhor caminho possível, esse conjunto detécnicas são conhecidas como Controle Ótimo. Baseado nessas técnicas foi desenvolvido umalgoritmo de controle para a dinâmica do vírus do HIV no organismo Humano. Fundado nomodelo elaborado por Martin Nowak, foi criado um programa sintetizado onde o sistema dinâmicosujeitou-se a técnica de controle ótimo chamada de Máximo de Pontryagin. Para tal foi utilizado osoftware de simulação matricial Matlab e seu recurso de simulação avançada de modelosSimulink. Foram realizadas diversas simulações e testes a fim de se construir um programa sucintocapaz de resolver a problemática do sistema controlado de forma rápida e eficaz buscando semprecomo o objetivo a extinção rápida do vírus no organismo do infectado. Essa busca pelaestabilidade no ponto desejado (zero vírus) culminou em problemas de controlabilidade do sistemaque se mostram persististes e de difícil solução.Palavras-chave: Controle Ótimo, Imunologia do HIV, ModelagemTítulo do Projeto do Orientador: A Dinâmica do HIV no Sistema Imunológico na Presença de MutaçãoLinha de Pesquisa: Matemática AplicadaPrograma / Projeto: Projeto de Pesquisa FAPERJ nº:E-26/110.786/2008 “A Dinâmica do HIV no SistemaImunológico”.Apoio Financeiro: FAPERJ/CNPqClassificação do Trabalho na Tabela de Áreas do Conhecimento do CNPqGrande Área: Ciências Exatas e da TerraÁrea: Matemática 28

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