Espiritismo - Reforma Íntima

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Mocidade Espírita - Irmão Tomé

Aula dada pelos jovens!

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Espiritismo - Reforma Íntima

  1. 1. Reforma Íntima
  2. 2. O que é a Reforma Íntima? A Reforma Íntima é um processo continuo de autoconhecimento, de conhecimento da nossa intimidade espiritual, modelando-nos progressivamente na vivência evangélica, em todos os sentidos da nossa existência. É a transformação do homem velho, carregado de tendências e erros seculares, no homem novo, atuante na implantação dos ensinamentos do Divino Mestre, dentro e fora de si. "Qual o meio prático mais eficaz para se melhorar nesta vida e resistir ao arrebatamento do mal ?” “CONHECE-TE A TI MESMO” O Livro dos Espíritos – Questão 919
  3. 3. Kardec: Qual o meio para conhecer-te a ti mesmo ? Santo Agostinho: “Fazei o que eu fazia quando vivi na Terra: ao fim de cada dia interrogava a minha consciência, passava em revista o que havia feito e me perguntava a mim mesmo se não tinha faltado ao cumprimento de algum dever, e se ninguém teria motivo para se queixar de mim. Foi assim que cheguei a me conhecer e ver o que em mim necessitava de reforma“
  4. 4. Por que a Reforma Íntima? Porque é o meio de nos libertarmos das imperfeições e de fazermos objetivamente o trabalho de burilamento dentro de nós, conduzindo-nos comestivelmente com as aspirações que nos levam ao aprimoramento do nosso espírito. *Burilamento: aperfeiçoamento, aprimoramento.
  5. 5. Onde fazer a Reforma Íntima? Primeiramente dentro de nós mesmos, cujas transformações se refletirão depois em todos os campos de nossa existência, no nosso relacionamento com familiares, colegas de trabalho, amigos e inimigas e, ainda, nos meios em que colaborarmos desinteressadamente com serviços ao próximo. Quando fazer a Reforma Íntima? O momento é agora e já ; não há mais o que esperar. O tempo passa e todos os minutos são preciosos para as conquistas que precisamos fazer no nosso íntimo.
  6. 6. Sexualidade e Reforma Íntima 02) Em que Consiste a sexualidade para a reforma íntima?
  7. 7. Todo instrumento que recebemos na oportunidade encarnatória é para o nosso crescimento espiritual. E esse significa aprimoramento no campo íntimo. A energia sexual é instrumento de progresso, dando-nos, através da experiência afetiva, recursos para o aprendizado de inúmeras virtudes, fundamentais para a conquista da capacidade e exercício do amor. A criatura que aprende a posicionar-se no campo da sexualidade de forma moral e afetiva, certamente encontra-se num patamar evolutivo bem mais alto do que a maioria das criaturas que transitam pelo orbe terrestre.
  8. 8. Afetividade 01) O que constitui a afetividade? Ela pertence ao espírito?
  9. 9. A afetividade, dentro da nossa possibilidade de entendimento, constitui-se uma das expressões da sexualidade. Seria sua expressão no campo psíquico, não ficando restrita ao jogo das relações entre casais. Estaria presente em todas as manifestações das relações dos espíritos, sendo responsável pela construção da família e de todas as instituições sociais. Como qualquer recurso recebido do Criador, é Dom Divino ofertado à criatura para que se transforme em manancial de bênçãos na vida.
  10. 10. 02) Qual a diferença entre afetividade e sexualidade?
  11. 11. Como já dissemos na questão anterior, a afetividade seria uma forma de expressão da sexualidade. Dentro dessa percepção, quando a sexualidade encontra-se voltada para o relacionamento do casal, apenas com objetivos de trocas no âmbito físico, ela seria a conhecida sexualidade, que, embora fundamental para o aprendizado do espírito, é limitada e, se mantida apenas nesse ângulo, acabará tornando-se enfadonha. As pessoas envolvidas se separarão, buscando outras relações. Quando o relacionamento do casal não se resume ao genital ou quando são relacionamentos em outros níveis de atenção, a expressão da sexualidade é a afetividade, que, segundo nosso modo de ver, teria sua maior expressividade na amizade. Esse tipo de relacionamento agrega os espíritos, amplia as possibilidades individuais e sedimenta sentimentos para a eternidade. *Enfadonha: Monótona, tedioso, maçante.
  12. 12. Tentações Afetivas “Esta sede insaciável de prazer renovado, leva-te ao desequilíbrio. Essa busca irrefreável de afeto que te plenifique, conduz-te ao abismo da loucura. Tal ansiedade por encontrar quem te compreenda e apoie, oferecendo-te segurança integral, empurra-te para os precipícios dos vícios dissolventes. A pressa de encontrar quem esteja disposto a doar-te ternura, afasta os corações que pretendem ajudar-te, porque em faixa afetiva diferente eles se te afeiçoam em espírito, enquanto vibras outra forma de necessidade. A insatisfação, face ao muito que desfrutas, gera em ti distúrbio lamentável de comportamento, que ameaça a tua vida. O que falta, a qualquer pessoa, é resultado do seu mau uso em oportunidade transata. Carência de hoje, foi desperdício de ontem. Ninguém há, que se encontre, na Terra, completo e realizado. Na área da afetividade, a cada momento defrontamos amores eternos que depois se convertem em pesadelos de ódio e crime. Muitas promessas "para toda a vida", às vezes, duram uma emoção desgastante e frustradoras. Sorrisos e abraços, júbilos infindos de um momento, tornam-se, sem motivo aparente, carantonhas de rancor, agressões violentas e amarguras sem nome. Tudo, no mundo corporal, é transitório, forma de aprendizagem para vivências duradouras, posteriormente. [...]” JOANNA DE ÂNGELIS Psicografia de Divaldo Franco. Do livro: Vigilância.

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