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Arte romana

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  • 1. ARTE ROMANA Na verdade, os poderosos romanos inicialmente traziam as obras de arteencontradas na Grécia conquistada inundando o império com essa arte que nãoera sua, propriamente. Os artistas romanos começaram simplesmente a copiar trabalhos gregose depois homenagear personalidades locais realizando esculturas ao estilogrego. Mas os romanos foram também criativos e inovadores. A principal característica de Roma foi a organização e a eficiência. Naarte, também primaram pela busca da utilidade e praticidade imediata - tantoque o principal destaque vai para a arquitetura, onde a grandeza ressaltava aidéia do poderio romano. As termas são uma invenção romana e funcionaram como centrossociais, com local para esportes, reuniões, jardins e banhos. As basílicas não tinham a conotação de igrejas, inicialmente. Eram locaiscomerciais e só passaram a ter funções religiosas com a propagação docristianismo dentro da influência de Roma. Os circos e anfiteatros, como o Circus Maximus e o Coliseu, são símbolosde uma arquitetura primorosa que adornava todos os edifícios com esculturas etransformaram a Roma atual na maior concentração de obras de arte urbanasque conseguimos imaginar.ARQUITETURA A arquitetura romana mesclou influências etruscas, gregas, com ascaracterísticas de sua própria civilização, principalmente a partir do século IIa.C., quando as conquistas romanas possibilitaram a formação de umaelite enriquecida e ao mesmo tempo fortaleceu o Estado. Dos etruscos herdaram as técnicas que lhes permitiram a utlização doarco e da abóbada. Dos gregos herdaram as concepções clássicas dos estilosJônio, Dório e coríntio, aos quais associaram novos estilos, como o toscano. Noentanto, a arquitetura romana, foi fortemente influenciada pela cultura grega edesenvolveu, por sua vez, obras que retratavam uma nova realidade, diferentedaquela vivida por gregos, em qualquer período de sua história. Nesse sentido destaca-se a imponência e a grandiosidade dasconstruções romanas, refletindo as conquistas e a riqueza desta sociedade -templos, basílicas, anfiteatros, arcos de triunfo, colunas comemorativas, termase edifícios administrativos - eram obras que apresentavam dimensõesmonumentais.
  • 2. Os romanos ainda construíram aquedutos que transportavam água limpaaté as cidades e também desenvolveram complexos sistemas de esgoto paradar vazão à água servida e aos dejetos das casas. O conhecimento atual sobre a antiga arquitetura romana provém deescavações arqueológicas por toda a área do império e de registros escritos,como livros, dedicatórias e inscrições. Seguindo o plano etrusco, os romanos erigiam as cidades em torno deduas avenidas principais: uma no sentido norte-sul, outra de leste a oeste, euma praça (forum) na intersecção. Os edifícios públicos agrupavam-se em geral em torno do forum.Inicialmente dominada pela influência etrusca, a arquitetura romana adquiriuum estilo próprio com a descoberta do cimento, no século II a.C., a construçãocom tijolos e ao aprimoramento do arco. As construções dos dois últimos séculos do império incluem-se entre asmanifestações mais importantes da arte romana. Depois do grande incêndio noreinado de Nero, o aspecto urbano transformou-se com as reconstruções. Destacam-se os grandes foruns imperiais e o mais suntuoso de todos, ode Trajanus, em que predominavam os "mercados", seis andares de lojasligados por corredores e escadarias, escavados na rocha viva do monteQuirinal. Obra-prima da engenharia e da arquitetura romana em sua técnica deorigem oriental, o foro de Trajanus era cercado por grande muralha revestidade mármores e possuía salas de reunião, bibliotecas, um templo consagrado aTrajanus e uma basílica. Nas grandes cidades, as termas ocupavam um espaço considerável, combanhos, saunas e numerosos estabelecimentos anexos. Os banhos de Agrippa,em Roma, hoje desaparecidos, são o primeiro exemplo da concepçãomonumental das termas romanas dos séculos II e III, das quais as maisfamosas são as do imperador Caracalla, com bibliotecas, salas de leitura econversação, ginásios e um teatro; e as de Diocletianus, a maior de todas,com 140.000m2.
  • 3. ESCULTURA A influência grega fez com que surgissem em Roma os copistas, queretratavam com extrema fidelidade as principais obras clássicas, de homensconsagrados como Fídias e Praxítel. O racionalismo e a fidelidade ao real orientaram a produção daestatuária romana e serviram para satisfazer o desejo de glorificação pessoal ede comemoração de conquistas e grandes feitos. Proliferaram no âmbito dessaarte romana os bustos, retratos de corpo inteiro e estátuas equestres deimperadores e patrícios, os quais passaram desse modo à posteridade.
  • 4. A narração de fatos históricos e a reprodução de campanhas militarestomou forma nos relevos que se desenvolveram na fachada de templos e dosArcos de triunfo. Os poucos vestígios remanescentes da escultura romana até oséculo II a.C. evidenciam a influência etrusca. Predominou a seguir o estilohelênico, trazido da Anatólia e da Grécia. Mais tarde, artistas gregos,instalados em Roma, fizeram réplicas e imitações das obras gregas maisapreciadas. Simultaneamente, a escultura romana começou a desenvolver um estilopróprio. O nome dos artistas não é conhecido e mesmo obras importantescomo a "Ara pacis Augustae" ("Altar da paz de Augustus") permaneceramanônimas. A aversão dos romanos à nudez atlética da escultura grega explica, emparte, a ausência de estudos de anatomia nessa arte. O rosto é a parte maisimportante das peças e são desenvolvidas ao máximo as tendências realistas epsicológicas da época Helenística. Os primeiros retratos escultóricos, doséculo II a.C., denotam a fusão dos estilos etrusco, itálico e grego. Nos retratosdo reinado de Augustus prevalece a influência grega, patente na idealizaçãodas figuras e na boa técnica do bronze. A tendência à idealização, para demonstrar a majestade impassível doscaesares, continuou em retratos imperiais como os de Claudius e Nero,enquanto em outros, como o de Caracalla, transparece a personalidadeatormentada do retratado. A escultura floresceu nos séculos I e II,especialmente no reinado de Hadrianus, sob forte influência grega.PINTURA
  • 5. A pintura romana é de origem grega oriental. Os romanos tinham ohábito de pintar nas paredes, imitando janelas e varandas que reproduziamcenas externas com paisagens e animais, dando uma idéia de maior tamanhoao ambiente. Eram mestres nesse assunto. Reproduziam também cenas deteatro ou cópias de trabalhos gregos, declarando uma influência que nunca foinegada ou disfarçada. Entretanto, os romanos diferiam dos gregos notemperamento básico, muito mais realista. Quatro estilos podem ser distinguidos: o primeiro (séc. I A.C.), conhecidopelos afrescos de Pompéia, busca dar a ilusão do espaço. No segundo (séc. IA.C.) a ênfase é posta na resolução do espaço interno: o mural, imitando aarquitetura, entremostra uma tímida paisagem que se perde de vista e fazesquecer a existência de muros. Exemplo dessa pintura que busca ampliar oespaço é o “Casamento Aldobrandini”, aliás cópia de um original grego do séc.IV A.C. O terceiro estilo floresce em tempos de Augusto: os temas favoritos sãocenas mitológicas e paisagens ideais. O quarto e último é o flaviano, que tomaelementosdo segundo e do terceiro e com eles plasma uma decoração quequase se poderia chamar barroca. Referência especial deve ser feita aos retratos de fayum (sec. I a IIID.C.), entre os quais se acham alguns dos mais belos exemplares da pinturaromana, no gênero.Arte RomanaIntroduçãoArquiteturaArtes plásticasIntroduçãoA fundação da cidade de Roma data de meados do VIII a. C., numa altura em que o povoromano se concentrava em várias povoações, implantadas ao longo do rio Tibre. A partir daconstituição da república em 509 a. C., Roma transformou-se numa grande cidade, a partir daqual teve origem o movimento de expansão territorial que, num primeiro momento seestendeu a toda a península itálica, dominando os Etruscos, para posteriormente englobar aGrécia, Cartágo, a Gália, a Hispânia e o Egito. A pax romana implementada durante o períodoimperial, por Augusto, durou até ao século IV a. C., estendendo-se desde as ilhas britânicas atéao litoral africano e à Ásia Menor.A arte romana divide-se em dois momentos principais, determinados pelo contexto político: operíodo republicano que, iniciado em 509 a. C., se prolongou até metade do século I a. C.; e operíodo imperial, iniciado por Augusto em 27 a. C. e terminado em 476 d. C., data da Queda doImpério Romano do Ocidente.As primeiras expressões artísticas que se podem considerar especificamente romanas datamdo século II a. C. A partir dessa data, as conquistas territoriais trouxeram inúmeras influênciasque foram gradualmente assimiladas de forma a criar um estilo único que, posteriormente,seria imposto a todas as regiões do império, originando um processo de uniformização culturalsem paralelo até então no mundo mediterrânico. A arte romana, desenvolvida por um povo deguerreiros e de construtores é, apesar das pequenas diferenciações regionais, uma arte desíntese e essencialmente prática, pragmática e realista.
  • 6. ArquiteturaA arquitetura romana absorveu as ordens gregas, às quais acrescentou duas novas variantes.No entanto, as suas manifestações arquitetónicas, os edifícios e tipologias que inventou e aforma como utilizou os sistemas construtivos e gramaticais afastam-se radicalmente dasexperiências gregas. Para além do sistema trilítico grego, os romanos empregaramabundantemente o arco, a abóbada e a cúpula, elementos construtivos que alcançaram umamonumentalidade pouco comum até esta altura.A cultura romana encontrava-se essencialmente ligada à cidade e aos seus equipamentosprivados e públicos. De entre os equipamentos públicos distinguiam-se aqueles que seimplantavam junto ao Fórum (a praça central da cidade), como o templo e a basílica, e os quese localizavam noutros pontos do tecido urbano ou mesmo no exterior do recinto amuralhado,como as termas, os teatros e os anfiteatros.O templo romano, resultante do cruzamento da solução etrusca com a tipologia grega,continha um pórtico com colunas a partir do qual se passava para uma cella fechada.Colocado, tal como os congéneres gregos, sobre um alto envasamento, possuía igualmentecobertura de duas águas, rematada por frontões triangulares. Um dos mais bem conservadostemplos romanos é a Maison Carrée de Nîmes, construído no século IV d. C.O Panteão de Roma (118 e 128 d. C.), um templo construído para venerar todos os deuses,constituiu uma das mais notáveis exceções ao plano retangular. Possuindo planta circular ecobertura em forma de cúpula semiesférica, neste templo o espaço interior ganhou umdesenvolvimento e uma qualidade pouco frequentes nestes edifícios.A Basílica, grande sala de reuniões para a administração pública e para a justiça, apresenta amesma vontade de exaltação do carácter áulico e monumental do espaço interior.Apresentava geralmente planta retangular alongada, dividida em várias naves através de sériesde colunas, e rematada, nos lados menores, por absides semi-cilíndricas. A grande Basílica,erguida em Roma pelo imperador Maxência representou o apogeu técnico e formal deste tipode edifícios.O teatro romano era normalmente construído, formando um volume semi-cilíndrico,contrariamente ao teatro grego que se ajustava ao relevo. Para além do teatro, os romanoscriaram um novo edifício, o anfiteatro, uma estrutura complexa formada por uma bancada deforma elíptica que circunda uma arena. Esta tipologia teve o seu exemplo máximo no enormeColiseu de Roma, construído entre 70 e 80 d. C.Para além deste edifício de carácter público, os romanos desenvolveram várias tipologiasresidenciais, como o palácio, a domus e a villa, que atingiram neste período um altíssimo nívelde conforto.A villa ou domus eram as residências dos altos funcionários e das famílias nobres do império.Derivadas da tipologia etrusca, estas habitações voltavam-se para o interior, organizando-sesimetricamente em torno de um pátio e eram geralmente rematadas por um jardim murado. Amais notável villa construída no período romano foi o grande palácio de Adriano, em Tivoli,iniciado em 118 d. C. Em Portugal conservam-se alguns vestígios de villae romana, de entre osquais se destaca o conjunto de casas de Conímbriga.Nas grandes cidade era frequente a existência de edifícios de habitação coletiva com comérciono piso térreo, chamados insulae.De entre as grandes construções de engenharia erguidas pelos romanos destacam-se, pelo seu
  • 7. nível de desenvolvimento técnico, as pontes e os aquedutos, geralmente formados por váriosníveis de arcadas, como se observa no aqueduto de Pont du Gard, construído próximo dacidade francesa de Nîmes.Artes plásticasA escultura romana partiu dos modelos gregos, infinitamente copiados e difundidos por todo oimpério, sendo geralmente utilizadas como ornamento de edifícios.Dois dos maisinteressantes exemplos de associação da escultura com estruturas arquitetónicas são o AraPacis e as Colunas de Trajano. O altar Ara Pacis, erguido entre 13 a 9 a. C., para comemorar apax romana de Augusto, apresentava planta quadrangular e era encerrado por paredes emmármore, revestidas por baixos-relevos que misturavam elementos ornamentais gregos comcenas figurativas.As colunas historiadas, comemorativas de campanhas militares, erguidas em 113 d. C. nocentro de Roma pelo imperador Trajano, eram integralmente revestidas por relevoshistoriados em espiral, formando um friso contínuo.Para além destas esculturas de carácter monumental, uma das mais originais criações romanasno campo da estatuária foi o retrato. Contrariando a perfeição ideal dos gregos ou a estilizaçãodos egípcios, os retratos romanos procuravam maior naturalismo e individualização daspersonagens representadas através da identificação dos traços mais específicos do modelo.Durante o período imperial assistiu-se a uma maior idealização da representação, como oatesta o retrato de "Augusto de Prima Porta" (executado no século I a. C.).Para além da pedra, os romanos desenvolveram alguns trabalhos em bronze, dos quais sedestaca a notável estátua equestre do imperador Marco Aurélio em bronze dourado, erguidaem Roma no Capitólio.Ao nível pictórico, os romanos desenvolveram trabalhos muito variados, baseados em duastécnicas fundamentais: a pintura mural e o mosaico.As pinturas murais eram aplicadas sobre as paredes interiores dos edifícios (geralmenteresidências privadas) e apresentavam características como a procura de realismo, o desejo derepresentar a profundidade para dar ilusão de realidade, a associação de painéis figurativoscom molduras, frisos e cornijas que simulavam estruturas arquitetónicas.Os mosaicos, aplicados em pavimentos, podiam assumir caracteres abstratos ou figurativos,sendo frequente a integração de elementos figurativos com motivos geométricos. Emboradenunciem certa preferência pelas naturezas mortas com animais ou vegetais, os artistasromanos representavam também episódios mitológicos. Os mosaicos da Casa do Repuxo, deConímbriga constituem um dos mais significativos conjuntos de mosaicos conservados emterritório português.ver tudoA queda da monarquia etrusca cedeu lugar, em 509, ao regime republicano. Oshistoriadores estabelecem este momento como o início da arte primitiva romana, assimcomo designam a conversão ao cristianismo do imperador Constantino e a mudança dacapital do Império para Constantinopla, no ano 330, como o final deste período
  • 8. artístico. Costuma-se dividir a arte romana em duas eras distintas: a da RomaRepublicana e a da Roma Imperial (do ano 27 a.C. em diante).A princípio as manifestações artísticas estavam circunscritas à cidade de Roma, presas àsua herança etrusca, mas aos poucos expandiram-se pela Itália e pelo Mediterrâneo ereceberam uma profunda influência da cultura grega. Ecléticas por natureza, pela suaexpansão geográfica e por colecionar diversas colônias, a arte romana têm comoprincipal característica a diversidade de estilos. Ao contrário de outros povos, queretratavam seus imperadores, os romanos procuravam representar todos os habitantes doamplo Império, desde a classe média até os próprios escravos.Com o reconhecimento da religião cristã, o paleocristianismo – produção artísticarealizada por ou para cristãos, durante a ascensão do Império Romano – passa a ocuparo lugar das manifestações que o precederam. Suas formas primitivas remontam aoséculo III. Porém, a temática pagã romana persistiu durante séculos, presente inclusivenas próprias representações do Cristianismo. É difícil, no entanto, atribuir autoria aalgumas das obras paleocristãs, pois no princípio os simbolismos religiosos estavamainda ocultos sob camadas formais da antiga arte do paganismo, e também havia umacerta censura por parte da Igreja, preocupada com a prática da idolatria, inibindo assim aexpressão artística cristã.Através das ruínas de edifícios públicos e privados da Roma Antiga, pode-se ter umaidéia da importância da arquitetura neste período. Uma mistura de elementos gregos eetruscos, ela era composta basicamente de uma planta retangular, um teto de duas águas,átrios com colunas livres e escadas no frontispício com acesso ao pódio ou à base.Edifícios como, por exemplo, os anfiteatros, eram decorados com colunas queobedeciam às tradicionais ordens gregas – dórica, jônica e coríntia. A arquiteturaromana era essencialmente utilitarista, com um teor realista profundo, mais prática emenos voltada para os ideais gregos de beleza; grandiosa, transpirava força, sentimentoe originalidade. Exemplos arquitetônicos desse período eram os anfiteatros, templos,ginásios, circos, teatros, termas e basílicas, todos caracteristicamente funcionais esociais.Na pintura, da qual restam hoje poucos exemplares, encontrados em grande parte nascidades de Pompéia e Herculano, soterradas pela erupção do Vesúvio em 79 a.C., estavapresente uma temática variada e ampla, pelo que se deduz de textos literários antigos –entre outros temas fatos históricos, mitos, cenas do dia-a-dia, retratos e naturezas-mortas. Nas ruínas destas cidades encontram-se principalmente vestígios de uma pinturamural, que apresenta quatro etapas – a primeira, influenciada pela decoração grega deinteriores, imitava placas de mármore polidas; a segunda criava, através do uso daperspectiva, um estado espacial ilusório, que levava à percepção da imagem além dasuperfície do mural; o terceiro estilo representava fielmente a realidade e o quartorepresentava um painel de fundo vermelho, com uma imagem central representandogeralmente uma obra grega, imitando um cenário teatral.A escultura romana ficou conhecida principalmente por seus retratos, realistas epráticos. Eles decoravam edifícios públicos e privados, que muitas vezes eram apenasuma base grandiosa para estas esculturas. Arcos edificados por todo o impériodestacavam-se entre os monumentos mais importantes. Embora muitos não tenhamsobrevivido, tinham como função servir de ponto de apoio para estátuas construídas em
  • 9. honra a personagens importantes da época. Exemplos destes arcos são o de Tito (c. 81d.C.), no Foro romano, e o de Bará, em Tarragona, na Espanha.Os mosaicos romanos, presentes por todo o Império Romano, com fins claramentedecorativos, cores vivas e intensamente duráveis, prevaleceram sobre a pintura,exatamente por estar imbuído destas características. Nos séculos posteriores, sãoencontrados no chão da casa de Fauno em Pompéia e na tumba dos Pancratii em Roma(160 d.C.). Destacam-se também, na Espanha, os mosaicos dos Sete Sábios e os da casade Mitreo.http://www.slideshare.net/JoaoAlmeida2/a-arte-romana-15305950

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