Branded Enterteinment (BE)
•Também chamado de Adverteinment.
• As marcas devem contar boas histórias.
• Marcas como fonte de diversão e entretenimento.
• Proporcionar momentos agradáveis de lazer e diversão
entre marca e consumidor.
• Engajar o público através de uma boa experiência.
User Generated Content
(UGC)
• Conteúdo gerado por usuários.
• Colaboratividade e cumplicidade na geração de mensagens.
• Consumidor exercendo seu poder como emissor de informações.
• Redes sociais e web 2.0 como grandes estrelas.
• É preciso ter mecanismos de incentivo.
• Pouco controle.
Consumer Generated Media (CGN)
• Mídia gerada pelos próprios consumidores.
• Transferir ao público o poder de criar e/ou produzir mídia, que antes
ficava apenas na mão do publicitário.
• Consumidores como autores e co-autores.
• Público exercendo de fato seu sentimento como “donos” de marcas.
• Necessita de “gatilhos” de ativação.
• Normalmente são produções de baixa qualidade
Alternate Reality Games (ARG)
• É um grande jogo que acontece no mundo virtual e/ou real.
• Existe grande esforço de interatividade, entretenimento e pertinência.
• Convergência de mídias.
• Alto poder experiencial.
Transmedia storytelling
• Estratégia focada em marca COMO conteúdo. E não marca COM
conteúdo.
• Marca contando uma história base (posicionamento), mas se
desdobrando separada e independentemente em diversos enredos (os
canais).
• Diferentes canais são usados para comunicar pedaços de uma
mesma narrativa da marca afim de criar um universo maior e mais
consistente onde o próprio público junta as infofrmações.
• Alto poder de convergência e cross media.
Arnet - Todos por um pelo
Word of Mouth (WOM)
• Boca-a-boca
• Difusão da mensagem pelo próprio público
• Marcas devem incentivar os consumidores a falarem sobre seu
produto, marca ou serviço.
• Apontada como forma digital mais influente pelo fato da mensagem vir
de alguém confiável (amigos, parentes, comunidades,...).
• Pouco controle.
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