Os usos dos professores das Mídias digitais e softwares Sociais: Potenciais comunicacionais
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Os usos dos professores das Mídias digitais e softwares Sociais: Potenciais comunicacionais Os usos dos professores das Mídias digitais e softwares Sociais: Potenciais comunicacionais Presentation Transcript

  • Os usos dos professores das Mídias digitais e softwares Sociais: Potenciais comunicacionais Linha de Pesquisa: Cotidianos, Redes Educativas e Processos Culturais Mestranda: Rosemary dos Santos Orientadora: Profª Drª Edméa Oliveira dos Santos
  • Introdução – O lugar de onde falo: O contexto da pesquisa Professora da Educação Básica Aluna do Curso de Especialização em Educação com Aplicação da Informática (EDAI) Integrante do Grupo de Pesquisa Docência na Cibercultura (GPDOC) Professora do EDAI Aluna do Mestrado
  • A partir desse breve histórico da minha itinerância, meu interesse de pesquisa sempre esteve em torno da problemática dos estudos realizados sobre os professores na e da cibercultura. Assim, este projeto de pesquisa visa um aprofundamento dessa temática, dando continuidade aos estudos iniciados nas ações formativas nas quais participei, pretendendo investigar quais os usos os professores fazem das mídias digitais e dos softwares sociais.
  • 1.Problematização e objetivos da Pesquisa Ao adentrarmos no século XXI nos deparamos com um cenário sóciotecnico que evidencia as mudanças organizacionais, econômicas, culturais e sociais que acaba por implicar e metamorfosear a maneira como pensamos, conhecemos e interagimos com o mundo. Estudos voltados para a cibercultura e a cidade Para Castells (1999) o ciberespaço, que ele chama de espaço de fluxos , se relaciona com os espaços de lugar, que são as ruas, as escolas, os monumentos, as praças e os lugares físicos de uma cidade.
  • É sobre essa relação dos espaços de fluxos com os espaços de lugar que alguns debates têm emergido acerca do potencial das redes de comunicação em manter novos tipos de troca pública, social e cultural. Os avanços nas tecnologias de informação e comunicação potencializaram os espaços de convivência e aprendizagem, principalmente quando levamos em consideração o uso de interfaces interativas, mídias digitais e redes sociais. E as práticas educativas ?
  • Pontos básicos de reflexão: o espaço onde dialogam comunicação e educação. A interação destes dois campos reconfigura o cenário da escola dando-lhe novos significados. Este espaço pode possibilitar a reflexão e a ação dos alunos e professores, conciliando o debate sobre a educação online nas redes de saberes e no cotidiano da escola. O Cotidiano
  • “ o cotidiano não é simples repetição, ele é reinventado pelos seus praticantes, que não são de forma alguma, simples consumidores passivos e não reflexivos.”(CERTEAU,1994) Alves(2008) afirma que é de longe um lugar de mera repetição, o cotidiano escolar é constantemente reinventado pelos seus praticantes.
  • o trabalho pedagógico curricular em rede não implica apenas o trabalho com os dispositivos digitais. A rede é um potencial humano, hoje diferencialmente realçado pelos usos do ciberespaço. Tessitura do conhecimento
  • Se conseguimos encontrar no cotidiano do educador, quando este atua na cidade, na escola, nos eventos culturais, dispositivos formativos, por que não encontramos os mesmo ou até mesmo outros dispositivos, quando atuam no ciberespaço? É neste sentido que situamos o nosso objeto de estudo.
  • • Quais os usos que os professores fazem das mídias digitais e dos softwares sociais? Questões norteadoras : • Quais os potenciais comunicacionais e pedagógicos das mídias e softwares sociais? • Como pesquisar e vivenciar a pesquisa-formação no/do/com os cotidianos dos professores? • Como as práticas dos professores são constituídas a partir das experiências mediadas pelas redes de conhecimento via cotidiano-ciberespaço? Questão principal:
  • Pesquisa-formação: JOSSO, NÓVOA, SANTOS Multirreferencialidade: ARDOINO, MACEDO 4. Quadro teórico metodológico Como diz Barbier (2002) “Implicar-me consiste sempre em reconhecer simultaneamente que eu implico o outro e sou implicado pelo outro na sua situação interativa” (BARBIER, 2002, p.101) Ardoino explicita a abordagem multirreferencial assumindo a complexidade que, para ele, é o “que contém, engloba […], o que reúne diversos elementos distintos, até mesmo heterogêneos” (ARDOINO, 1998, p. 24).
  • Entrevistas dialogadas/conversas: Mediação pedagógica nas interfaces: Diário de Itinerância:
  • Os sujeitos desta pesquisa são os professores da escola/universidade e membros das interfaces online que habitam o ciberespaço e que usam as mídias digitais e os softwares sociais no seu dia-a-dia. Os sujeitos a que me refiro, especificamente neste estudo, são os professores colaboradores das interfaces online, dos ambientes virtuais de aprendizagem, do cotidiano e da escola . A Autoria no contexto do digital: Os sujeitos da pesquisa
  • São essas questões sobre as ações praticadas pelo docente online e que usos fazem das mídias digitais e dos softwares sociais via tessitura conhecimento em rede que propomos investigar neste estudo. Nossa intencionalidade de pesquisa busca destacar os potenciai s comunicacionais e pedagógicos dessas mídias e desses softwares e precisamos saber como esta pesquisa-formação poderá ser desenvolvida na relação cotidiano/escola/universidade/ciberespaço e como conceber atividades formativas e dispositivos de formação que conjuguem: o cenário sócio técnico e as redes educativas na/da cibercultura. É sobre estas questões que desejamos desenvolver esta proposta de estudo
  • ALVES, Nilda; OLIVEIRA, Inês B. de (Org.). Pesquisa nos/dos/com os cotidianos das escolas. 3. ed. Petrópolis: DP. 2008. ALVES, N. Cultura e cotidiano escolar. Revista Brasileira de Educação, n. 23, maio/jun/jul/ago, pp. 62-74, 2003. ARDOINO, J. Abordagem multirreferencial (plural) das situações educativas e formativas. In: BARBOSA, J. G. (coord.). Multirreferencialidade nas ciências sociais e na educação. São Carlos: UFScar, 1998. BARBOSA, Inês. Currículo sem Fronteiras, v.7, n.2, pp.112-130, Jul/Dez 2007 BARBIER, R. A escuta sensível na abordagem transversal. In: BARBOSA, J.G. (coord.). Multirreferencialidade nas ciências sociais e na educação. São Carlos: UFScar, 1998. BARBIER, R. A pesquisa-ação. Tradução Lucie Didio. Brasília, DF: Plano Editora, 2002. BRONOWSKI, Jacob. As Origens do Conhecimento e da Imaginação. Brasília: UNB, 1984. CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999. CERTEAU, M. de. A invenção do cotidiano. Artes de fazer. RJ: Vozes, 1994. FERRAÇO, C. E. Eu, caçador de mim. In: GARCIA, R. L (Org.). Método: pesquisa com o cotidiano. RJ: DP&A, 2003. JOSSO, Marie-Christine. Caminhar para si. Porto Alegre: Edipucrs, 2010. LEMOS, A. Cultura das redes: Ciberensaios para o século XXI. Salvador: EDUFBA, 2002. _____. Ciberespaço e Tecnologias Móveis: processos de territorialização e desterritorialização na cibercultura. In: ENCONTRO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO, 15., 2006, Bauru. Anais... Bauru: UNESP, 2006. Disponível em: <http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/andrelemos/territorio.pdf>. Acesso em: 10 maio. 2010. _____. Cibercultura, Tecnologia e Vida Social na Cultura Contemporânea. Porto Alegre: Sulina, 2002b. 320 p. LEVY, P. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999. MACEDO, Roberto Sidnei. Atos de currículo e intercrítica.[On Line] FORMACCE PPGE/FACED-UFBA, GT 12 ANPED, 2003. Disponível em < http://www.faced.ufba.br/eventos/epen2003/trabalhos_epen2003.htm >. Acesso em 10/05/2010. MACEDO, S. R. A etnopesquisa crítica e multirreferencial nas ciências humanas e na educação. Salvador: EDUFBA, 2006. _________. Currículo, Diversidade e Equidade: luzes para uma educação intercrítica. Brasília/Salvador: Líber Livro/EDUFBA, 2009. _________.. Métodos em etnopesquisa. In:________. A etnopesquisa critica e multirreferencial. Salvador: UFBA, 2000. p.143-250 MORIN, Edgar. Introdução ao Pensamento Complexo. 3. ed. Lisboa: Instituto Piaget, 2001. 177 p. NÓVOA, Antônio. Formação de professores e profissão docente. In: (Org.) Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1995. OKADA, Alexandra & SANTOS, Edméa. COLEARN: Ciberconferência e cibermapeamentos para Aprendizagem Colaborativa Aberta em Comunidades. Abciber, 2008. Disponível em: Acessado em 11 de março de 2010. SANTAELLA, Lucia. Cultura das mídias. 4a. ed. São Paulo: Experimento, 1992 [2003a]. ______. Culturas e artes do pós-humano: Da cultura das mídias à cibercultura. São Paulo: Paulus, 2006. SANTOS, Edméa. Articulação de saberes na EAD online: por uma rede interdisciplinar e interativa de conhecimentos em ambientes virtuais de aprendizagem. In: SILVA, Marco (Org.) Educação online. São Paulo, Loyola: 2003. SANTOS. Edméa & ALVES, Lynn (orgs) Práticas Pedagógicas e Tecnologias Digitais. Rio de Janeiro: E-papers, 2006. _____. Educação online: cibercultura e pesquisa formação na prática docente. Tese de Doutorado. Salvador: FACED- UFBA, 2005. Orientador Prof. Dr. Roberto S. Macedo. _____.Formação de Professores e Cibercultura: novas práticas curriculares na educação presencial e a distância. Revista da FAEEBA – Educação e Contemporaneidade, Salvador, v. 11, n. 17, p. 113-122, jan./jun., 2002 _____.O currículo e o digital - educação presencial e a distancia. Dissertação de mestrado. Salvador: FACED-UFBA, 2002.<Orientador. Dr. Nelson De Luca Pretto>. SILVA, Marco. Sala de Aula Interativa. Rio de Janeiro: Quartet, 3° ed. 2002. SILVA, Marco; SANTOS, Edméa. Conteúdos de aprendizagem na educação on-line: inspirar-se no hipertexto. (Coleção Educação e Linguagem; v. 12 n. 19 p. 124-142, jan.-jun. 2009) SILVA, Marco (org). Educação online. São Paulo: Loyola, 2003. ____________. Sala de aula interativa. Rio de Janeiro: Quartet, 2000.