MODELAGEM
CONCEITUAL DE BANCO
DE DADOS GEOGRÁFICOS
Bruno Rabello Monteiro
Clodoveu A. Davis Jr.
Modelagem Conceitual de
Banco de Dados Geográficos
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SUMÁRIO
 Introdução
 Quem se interessa por Banco de Dados Geo...
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QUEM SE INTERESSA POR BDG?
 Forças armadas
 “As tropas inimig...
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QUEM SE INTERESSA POR BDG?
 Astronomia
 “ Liste todas as galá...
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QUEM SE INTERESSA POR BDG?
 Agricultura
 “Qual a melhor manei...
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NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA
 Capacidade de referenciar posições g...
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Banco de Dados Geográficos
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NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA:
LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA
 Posicionamen...
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NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA
 Existem alguns sistemas de posiciona...
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NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA:
FORMA DA TERRA
 A posição geográfica...
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NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA:
SISTEMAS DE REFERÊNCIA
 Elipsoidal
...
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NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA:
SISTEMAS DE REFERÊNCIA
 Sistema Mis...
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NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA:
REPRESENTAÇÕES DO MUNDO
 Mapas e ca...
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NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA:
MAPA FÍSICO DO BRASIL
http://www.ezi...
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NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA:
MAPA TURQUIA
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NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA:
CARTA TOPOGRÁFICA
http://files.profe...
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NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA:
AEROFOTOGRAMETRIA DE SOROCABA
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NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA:
IMAGEM DE SATÉLITE
http://www.direct...
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NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA:
CROQUI DE LOCALIZAÇÃO
http://www.ore...
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NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA:
LINHAS METRÔ MÉXICO
http://mexico-on...
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NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA:
DESENHOS
http://www.victoryannas.com...
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PROCESSO DE PROJETO DE BDG
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TIPOS DE DADOS E MODELOS
GEOGRÁFICOS
 Dados geográficos exist...
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TIPOS DE DADOS E MODELOS
GEOGRÁFICOS
 Modelos de informação g...
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REPRESENTAÇÃO E APRESENTAÇÃO
 Representação
 Codificação da ...
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REPRESENTAÇÃO E APRESENTAÇÃO
 Diferença entre Representação e...
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ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO
 Escolher uma representação par...
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Banco de Dados Geográficos
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ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO
 Ponto
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ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO
 Linha
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ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO
 Polígono
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ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO
 Nó de Rede, Arcos Direcionais ...
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ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO
 Isolinhas
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Banco de Dados Geográficos
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ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO
 Tesselação
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ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO
 Amostras
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Banco de Dados Geográficos
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ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO
 Subdivisão Planar
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Banco de Dados Geográficos
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ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO
 TIN – Rede Triangular Irregular
Modelagem Conceitual de
Banco de Dados Geográficos
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MODELO DE DADOS
 Conjuntos de conceitos utilizados para reali...
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Banco de Dados Geográficos
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PROJETO DE BDG: MODELAGEM
CONCEITUAL DE DADOS
 Várias técnica...
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MODELAGEM CONCEITUAL DE DADOS
– EXEMPLO CADASTRO URBANO
 Cons...
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– EXEMPLO CADASTRO URBANO
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CONCEITUALBD:
NÃOGEOGRÁFICO
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MODELAGEM CONCEITUAL BD:
NÃO GEOGRÁFICO
 O que não foi atendi...
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MODELAGEM CONCEITUAL BD:
NÃO GEOGRÁFICO
 É possível melhorar ...
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MODELO OMT-G
 Corresponde a uma parte da UML
 Introduz algum...
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MODELO OMT-G
 Baseia-se em 3 conceitos principais
 Classes
...
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MODELO OMT-G:
DIAGRAMA DE CLASSES
 Utilizado para descrever a...
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MODELO OMT-G:
DIAGRAMA DE CLASSES
 Classe
 Pode representar ...
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 Representação de classes
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 Classe Georreferenciada
...
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 Para representação de obj...
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DIAGRAMA DE CLASSES
 Representação de geo-campos
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 Para representação de Geo...
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DIAGRAMA DE CLASSES
 Representação de Geo-Obje...
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MODELO OMT-G: RELACIONAMENTOS
 Grande parte dos modelos de da...
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MODELO OMT-G: RELACIONAMENTOS
 Relacionamentos espaciais
 Re...
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MODELO OMT-G: RELACIONAMENTOS
 Relacionamentos de redes
 Cor...
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MODELO OMT-G: RELACIONAMENTOS
 Representação de relacionament...
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Banco de Dados Geográficos
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MODELO OMT-G: CARDINALIDADE
 As cardinalidades do modelo OMT-...
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MODELO OMT-G:
GENERALIZAÇÃO/ESPECIALIZAÇÃO
 No modelo OMT-G, ...
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MODELO OMT-G:
GENERALIZAÇÃO/ESPECIALIZAÇÃO
 Representação do ...
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Banco de Dados Geográficos
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MODELO OMT-G:
GENERALIZAÇÃO/ESPECIALIZAÇÃO
 Restrições da gen...
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Banco de Dados Geográficos
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MODELO OMT-G: AGREGAÇÕES
 A agregação é uma forma especial de...
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Banco de Dados Geográficos
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MODELO OMT-G: AGREGAÇÕES
 Agregações comuns e Agregações espa...
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Banco de Dados Geográficos
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MODELO OMT-G: GENERALIZAÇÃO
CONCEITUAL
 No modelo OMT-G, pode...
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MODELO OMT-G: GENERALIZAÇÃO
CONCEITUAL
 Exemplo de Generaliza...
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– EXEMPLO CADASTRO URBANO
 Conh...
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SBBD2013/MC3: Modelagem Conceitual de Bancos de Dados Geográficos: Modelo OMT-G

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SBBD2013/MC3: Modelagem Conceitual de Bancos de Dados Geográficos: Modelo OMT-G

  1. 1. MODELAGEM CONCEITUAL DE BANCO DE DADOS GEOGRÁFICOS Bruno Rabello Monteiro Clodoveu A. Davis Jr.
  2. 2. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 2 SUMÁRIO  Introdução  Quem se interessa por Banco de Dados Geográficos (BDG)?  Noções de Geoinformática  Conceitos: SIG e BDG  Projeto Conceitual de Banco de Dados Geográficos  Exemplo – Cadastro Urbano  Modelo OMT-G
  3. 3. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 3 QUEM SE INTERESSA POR BDG?  Forças armadas  “As tropas inimigas fizeram algum movimento na última noite?”  Seguradoras  “Quais casas, do município, estão mais prováveis de serem atingidas pela próxima enchente?”  Usuários de dispositivos móveis  “Existe alguma farmácia no trajeto para casa?”  “Qual o posto de gasolina mais próximo?”
  4. 4. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 4 QUEM SE INTERESSA POR BDG?  Astronomia  “ Liste todas as galáxias distantes 10 anos-luz da Terra”  Transportes  “Qual a melhor maneira de duplicar a BR-381 para minimizar o número de acidentes?”  Serviços de Emergência  “Qual a localização da chamada de socorro?”  “Qual a melhor rota para chegar até lá?”
  5. 5. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 5 QUEM SE INTERESSA POR BDG?  Agricultura  “Qual a melhor maneira de repartir as terras para o MST?”  Esportes  “Qual a melhor localização para um novo estádio de futebol do estado de MG?”
  6. 6. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 6 NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA  Capacidade de referenciar posições geográficas é fundamental para os Sistemas de Informação Geográficas (SIGs)  Uma vantagem é poder utilizar a localização como denominador comum entre banco de dados distintos  Dados mal posicionados podem quebrar a confiança dos usuários e levar ao erro na análise dos dados
  7. 7. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 7 NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA: LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA  Posicionamento relativo  Objetos existentes (pontos de referência - landmarks)  Posições previamente registradas (ex.: navegação inercial)  Em um sistema de endereçamento (ex.: endereços postais, CEPs, etc.)  Em uma grade de coordenadas (ex.: Atlas)  Posicionamento absoluto  Coordenadas geográficas
  8. 8. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 8 NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA  Existem alguns sistemas de posicionamento, mas o principal é o de coordenadas geográficas  Latitude e longitude  Atualmente  Medição mais fácil e precisa utiliza o GPS  Outros concorrentes ao GPS já estão em desenvolvimento  IOV (europeu)  GLONASS (russo)  BeiDou (chinês)
  9. 9. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 9 NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA: FORMA DA TERRA  A posição geográfica está relacionada ao formato da Terra  Formato de um elipsoide irregular: geoide  Para ter maior precisão  Eliminar a hipótese de esfericidade da Terra  Forma que melhor se ajusta  Elipsoide  Distribuição de massa é irregular  Aproximar o geoide não é apenas um problema geométrico
  10. 10. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 10 NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA: SISTEMAS DE REFERÊNCIA  Elipsoidal  Não possui correspondência direta com o planeta  Modelável matematicamente  Geoidal  Não modelável matematicamente  Determina correlações reais entre pontos da superfície
  11. 11. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 11 NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA: SISTEMAS DE REFERÊNCIA  Sistema Misto  Utiliza elipsoides  „Amarra‟ o elipsoide ao geoide em pontos conhecidos  Chamados datums (data) geodésicos
  12. 12. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 12 NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA: REPRESENTAÇÕES DO MUNDO  Mapas e cartas  Fotografias aéreas (aerofotogrametria)  Imagens de sensoriamento remoto  Desenhos artísticos  Descrições textuais  Tabelas (bancos de dados)  Fotografias comuns
  13. 13. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 13 NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA: MAPA FÍSICO DO BRASIL http://www.ezilon.com/maps/images/southamerica/Brazil-physical-map.gif
  14. 14. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 14 NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA: MAPA TURQUIA http://www.geographicguide.net/europe/maps-europe/maps/turkey-map.jpg
  15. 15. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 15 NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA: CARTA TOPOGRÁFICA http://files.professoralexeinowatzki.webnode.com.br/200000091-5807d59fbf/carta_topog.JPG
  16. 16. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 16 NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA: AEROFOTOGRAMETRIA DE SOROCABA http://www.geourbe.com.br/adm/motor/resources/classes/imagem/img.php?_a=aerofotogrametria_caso2.jpg
  17. 17. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 17 NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA: IMAGEM DE SATÉLITE http://www.directionsmag.com/images/articles/CA_wildfires_leica/simi_piru_landsat5.gif
  18. 18. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 18 NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA: CROQUI DE LOCALIZAÇÃO http://www.orealizacoes.com.br/arq/hom/77/pt-BR/img/croquis_localizacao700x732.jpg
  19. 19. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 19 NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA: LINHAS METRÔ MÉXICO http://mexico-on-line.com/mexico-city-maps/mexico-city-metro-subway-map.gif
  20. 20. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 20 NOÇÕES DE GEOINFORMÁTICA: DESENHOS http://www.victoryannas.com.br/imagens/Vic_como_chegar.gif
  21. 21. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 21 PROCESSO DE PROJETO DE BDG
  22. 22. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 22 TIPOS DE DADOS E MODELOS GEOGRÁFICOS  Dados geográficos existem em 3 formas básicas  Dados de mapa  Incluem diversos recursos geográficos de objetos (pontos, linhas e polígonos)  Dados de atributo  Correspondem à dados descritivos que os sistemas SIG associam à recursos de mapa  Dados de imagem  Incluem dados como imagens de satélite e fotografias aéreas
  23. 23. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 23 TIPOS DE DADOS E MODELOS GEOGRÁFICOS  Modelos de informação geográficos são agrupados em duas categorias principais:  Campo: Utilizados para modelar dados espaciais que são contínuos em natureza (elevação do terreno, temperatura, variação do solo, etc.)  Objeto: São usados para aplicações que possuam atributos espaciais e não espaciais e que sejam discretos por natureza
  24. 24. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 24 REPRESENTAÇÃO E APRESENTAÇÃO  Representação  Codificação da geometria de objetos espaciais  Lida com aspectos como: Resolução, Dimensão espacial, Nível de detalhamento, Comportamento geométrico  Apresentação  Lida com os aspectos visuais adequado para comunicar o significado dos dados geográficos  Entre os aspectos envolvidos estão: Visualização e Aparência gráfica
  25. 25. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 25 REPRESENTAÇÃO E APRESENTAÇÃO  Diferença entre Representação e Apresentação
  26. 26. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 26 ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO  Escolher uma representação para um elemento do mundo real envolve:  Discretização  Simplificação da geometria do objeto para incorporação em um sistema informatizado  Amostragem  Transformação de grandezas do mundo real em valores que possam ser armazenados
  27. 27. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 27 ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO  Ponto
  28. 28. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 28 ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO  Linha
  29. 29. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 29 ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO  Polígono
  30. 30. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 30 ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO  Nó de Rede, Arcos Direcionais e Bidirecionais
  31. 31. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 31 ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO  Isolinhas
  32. 32. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 32 ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO  Tesselação
  33. 33. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 33 ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO  Amostras
  34. 34. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 34 ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO  Subdivisão Planar
  35. 35. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 35 ALTERNATIVAS DE REPRESENTAÇÃO  TIN – Rede Triangular Irregular
  36. 36. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 36 MODELO DE DADOS  Conjuntos de conceitos utilizados para realizar a abstração do mundo real em estruturas e operações do BD  Tem por objetivo obter uma representação conveniente do mundo real  Ex: Modelo Entidade-Relacionamento (ER), Modelo Relacional, etc.  Para banco de dados geográficos  Ex.: GeoOOA, MODUL-R, GMOD, GISER, UML GeoFrame, OMT-G, etc.
  37. 37. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 37 PROJETO DE BDG: MODELAGEM CONCEITUAL DE DADOS  Várias técnicas, a maioria voltada para banco de dados relacionais  Modelo OMT-G  Recursos para modelar bancos de dados geográficos (e também funcionalidades de um SIG)  Inclui classes de objetos, relacionamentos convencionais e espaciais e restrições de integridades
  38. 38. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 38 MODELAGEM CONCEITUAL DE DADOS – EXEMPLO CADASTRO URBANO  Considere a especificação de requisitos para um sistema de cadastro urbano (cadastro técnico multifinalitário), destinado a coletar e manter dados sobre o parcelamento do solo em um município, de modo a apoiar as ações da prefeitura em áreas como tributação, regulação de atividades urbanas, saneamento, infraestrutura, equipamentos urbanos e outras.
  39. 39. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 39 MODELAGEM CONCEITUAL DE DADOS – EXEMPLO CADASTRO URBANO 1. O município tem seu território totalmente dividido em setores cadastrais, numerados sequencialmente, na ordem em que se deu sua criação ou desdobramento na evolução da cidade. 2. Cada setor contém uma certa quantidade de quadras. Foi estabelecido que uma quadra pertence sempre a apenas um setor. As quadras são identificadas com números sequenciais de 5 dígitos, precedidos do número do setor (2 dígitos).
  40. 40. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 40 MODELAGEM CONCEITUAL DE DADOS – EXEMPLO CADASTRO URBANO 3. Cada quadra é dividida em lotes (no mínimo 1 lote em cada quadra). Toda a área ocupada pela quadra é integralmente dividida entre seus lotes. Os lotes são numerados, dentro da quadra. 4. A cidade é dividida em um número indeterminado de zonas de uso do solo. Essas zonas são delimitadas sobre o mapa da cidade. É necessário saber a que zona uma quadra ou um lote pertencem. É permitido que uma quadra pertença a mais de uma zona de uso, mas cada lote pode pertencer a apenas uma zona.
  41. 41. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 41 MODELAGEM CONCEITUAL DE DADOS – EXEMPLO CADASTRO URBANO 5. Os lotes podem conter edificações ou não. Para lotes edificados, é necessário registrar, em associação ao lote, a área total construída nele, de modo a determinar o coeficiente de aproveitamento real. No caso de lotes não edificados, registra-se se o mesmo possui muro, passeio e meio-fio construídos de acordo com o código de posturas. 6. Lotes edificados estão associados a um ou mais endereços postais. Lotes não edificados não possuem endereço. Ambos os tipos de lotes estão associados ao segmento do logradouro para o qual possuem frente. Observe que um lote pode ter mais de uma frente (esquinas, lotes que atravessam quadras, etc.).
  42. 42. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 42 MODELAGEM CONCEITUAL DE DADOS – EXEMPLO CADASTRO URBANO 7. É necessário registrar os seguintes elementos de infraestrutura urbana: rede de esgotamento pluvial, rede elétrica, rede telefônica, rede de esgotamento sanitário, rede de água, iluminação pública. Deseja-se saber que lotes possuem cada um desses elementos, para efeito de tributação. 8. O sistema cadastral utilizará um mapa de declividades para determinar que lotes estão situados em encostas. Lotes que apresentem declividade média de33% ou mais poderão estar sujeitos a limitações quanto à sua edificação e/ou poderão ter desconto no imposto territorial devido a esta situação.
  43. 43. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 43 MODELAGEM CONCEITUAL DE DADOS – EXEMPLO CADASTRO URBANO 9. É necessário associar cada lote com uma ou mais plantas de aprovação de loteamentos, no qual a situação legal do lote esteja regularizada. Lotes provenientes de loteamentos clandestinos não terão tal associação, e é objetivo do sistema conhecer sua localização. Observe que a digitalização do conjunto de plantas de aprovação de loteamentos não serviria para identificar lotes em condição irregular, pois tais lotes não figuram nas plantas de loteamento aprovadas.
  44. 44. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 44 MODELAGEM CONCEITUALBD: NÃOGEOGRÁFICO
  45. 45. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 45 MODELAGEM CONCEITUAL BD: NÃO GEOGRÁFICO  O que não foi atendido?  Município ser dividido totalmente dividido em setores  Divisas de setores ocorrendo apenas em logradouros ou em terrenos não parcelados  Uma quadra é particionada completamente em lotes  A questão dos setores de Zona de Uso do Solo, não é possível garantir que uma Quadra Q, contendo o Lote L, e sendo da Zona 1, o Lote L também seja 1  Restrição da frente do lote ser um logradouro feito via chaves estrangeiras, quando o que existe na verdade é um relacionamento espacial entre os objetos  Não foram observadas questões de infraestrutura, nem declividade  ...
  46. 46. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 46 MODELAGEM CONCEITUAL BD: NÃO GEOGRÁFICO  É possível melhorar o esquema não geográfico?  Sim, porém muitas das restrições serão implementadas ou via triggers (posteriormente no esquema físico) ou como regras de negócios no código da aplicação  Para questões, como o mapa de declividades, um arquivo separado contendo os dados de curva de nível do solo poderá ser utilizado. Todo o relacionamento desse arquivo com os outros dados deverão ser tratados via aplicação  ...
  47. 47. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 47 MODELO OMT-G  Corresponde a uma parte da UML  Introduz algumas primitivas geográficas para modelar geometrias e a topologia dos dados geográficos  Permite a especificação de atributos alfanuméricos e métodos associados a cada classe
  48. 48. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 48 MODELO OMT-G  Baseia-se em 3 conceitos principais  Classes  Relacionamentos  Restrições de Integridade Espaciais  Propõe o uso de 3 diagramas no processo de desenvolvimento de uma aplicação geográfica  Diagrama de Classes  Diagrama de Transformação  Diagrama de Apresentação
  49. 49. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 49 MODELO OMT-G: DIAGRAMA DE CLASSES  Utilizado para descrever a estrutura do banco de dados geográficos  Contém classes e relacionamentos  Similar ao modelo ER de banco de dados relacionais  Descreve apenas conceitualmente os dados  Importa-se mais com a estrutura dos dados  Acrescenta apenas a informação de como o dado será representado
  50. 50. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 50 MODELO OMT-G: DIAGRAMA DE CLASSES  Classe  Pode representar 3 grupos de dados  Contínuos (GeoCampos)  Discretos (GeoObjetos)  Não-Espaciais  Desse modo, cada classe pode ser:  Georreferenciada: Conjunto de objetos que possuem representação espacial  Convencional: Conjunto de objetos sem representação geográfica
  51. 51. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 51 MODELO OMT-G: DIAGRAMA DE CLASSES  Representação de classes
  52. 52. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 52 MODELO OMT-G : DIAGRAMA DE CLASSES  Classe Georreferenciada  Podem se especializar em:  Geo-Campo  Representam objetos e fenômenos geográficos distribuídos continuamente no espaço  Ex.: Tipo de solo, vegetação, relevo, etc...  Geo-Objeto  Representam objetos geográficos particulares, individualizáveis e associados a elementos do mundo real  Ex.: Edifícios, ruas, árvores, postes, rios, etc.
  53. 53. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 53 MODELO OMT-G : DIAGRAMA DE CLASSES  Para representação de objetos do tipo Geo-Campo, o OMT-G define 5 classes:  Isolinhas  Subdivisão Planar  Tesselação  Amostragem  Malha Triangular
  54. 54. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 54 MODELO OMT-G: DIAGRAMA DE CLASSES  Representação de geo-campos
  55. 55. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 55 MODELO OMT-G : DIAGRAMA DE CLASSES  Para representação de Geo-Objetos, o OMT-G define duas classes  Com geometria e topologia e apenas com geometria  Classes com apenas geometria são especializadas em:  Ponto, Linha e Polígono  Classes com geometria e topologia podem ser:  Nó de Rede, Arco Unidirecional e Arco Bidirecional
  56. 56. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 56 MODELO OMT-G : DIAGRAMA DE CLASSES  Representação de Geo-Objetos
  57. 57. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 57 MODELO OMT-G: RELACIONAMENTOS  Grande parte dos modelos de dados não modela os relacionamentos do mundo real  No modelo OMT-G existem 3 tipos de relacionamentos entre classes:  Relacionamentos simples  Relacionamentos topológicos em rede  Relacionamentos espaciais
  58. 58. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 58 MODELO OMT-G: RELACIONAMENTOS  Relacionamentos espaciais  Representam relações topológicas, métricas, de ordem e fuzzy  Ex.: Toca, Em, Cruza, Sobrepõe, Disjunto, Contém, Perto de, Ao Norte de, etc.  São baseados na localização e forma geométrica dos objetos  Representados no diagrama por linhas pontilhadas  Podem ser definido pela matriz de 4 ou 9 interseções
  59. 59. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 59 MODELO OMT-G: RELACIONAMENTOS  Relacionamentos de redes  Correspondem a relacionamentos entre objetos que estão conectados uns aos outros  Especificados, geralmente, entre uma classe „nó‟ e outra classe de „arcos‟  Podem existir estruturas de redes sem nós  Indicadas no diagrama por duas linhas paralelas pontilhadas
  60. 60. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 60 MODELO OMT-G: RELACIONAMENTOS  Representação de relacionamentos do OMT-G
  61. 61. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 61 MODELO OMT-G: CARDINALIDADE  As cardinalidades do modelo OMT-G seguem o padrão do diagrama de classes original
  62. 62. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 62 MODELO OMT-G: GENERALIZAÇÃO/ESPECIALIZAÇÃO  No modelo OMT-G, o processo de generalização/especialização aplica-se tanto para classes convencionais quanto as classes geográficas  Segue a notação UML  Um triângulo conecta a superclasse com suas respectivas subclasses
  63. 63. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 63 MODELO OMT-G: GENERALIZAÇÃO/ESPECIALIZAÇÃO  Representação do processo de generalização/especialização
  64. 64. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 64 MODELO OMT-G: GENERALIZAÇÃO/ESPECIALIZAÇÃO  Restrições da generalização/especialização
  65. 65. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 65 MODELO OMT-G: AGREGAÇÕES  A agregação é uma forma especial de associação entre objetos  Um dos objetos é formado a partir de outros  No modelo OMT-G existe a agregação espacial  Também chamada de todo-parte  São explicitados relacionamentos topológicos  Corresponde a situações em que determinado elemento geográfico é subdividido em outros
  66. 66. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 66 MODELO OMT-G: AGREGAÇÕES  Agregações comuns e Agregações espaciais
  67. 67. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 67 MODELO OMT-G: GENERALIZAÇÃO CONCEITUAL  No modelo OMT-G, pode-se querer ter diferentes representações para um mesmo objeto  Nesse caso, a „superclasse‟ não apresenta uma representação específica  A representação é percebida de maneira diferente, conforme especificado na subclasse  Entre os fatores que podem influenciar a representação estão a forma geométrica ou a escala
  68. 68. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 68 MODELO OMT-G: GENERALIZAÇÃO CONCEITUAL  Exemplo de Generalização Conceitual
  69. 69. Modelagem Conceitual de Banco de Dados Geográficos Slide 69 MODELAGEM CONCEITUAL DE DADOS – EXEMPLO CADASTRO URBANO  Conhecendo o básico do modelo OMT-G, como pode-se realizar a modelagem conceitual geográfica do exemplo “Cadastro Urbano”  Além disso, a modelagem pode ser complementada com os Diagramas de Transformação e Apresentação, pertencentes ao Modelo OMT-G

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