SISTEMA DE COMANDO EM OPERAÇÕES  S.C.O. Cap Passos
<ul><li>OBJETIVOS: </li></ul><ul><li>Conceituar o Sistema de Comando em Operações (SCO); </li></ul><ul><li>Descrever os pr...
Reflexões
Reflexões
EMERGÊNCIAS:  SÃO SITUAÇÕES QUE ENVOLVEM RISCO, EXIGINDO A INTERVENÇÃO DE PESSOAL TREINADO E EQUIPADO COM O OBJETIVO DE RE...
MUITAS AGÊNCIAS FAZEM ISTO NO SEU DIA-A-DIA, UTILIZANDO SUAS EQUIPES E RECURSOS MATERIAIS DE ACORDO COM SEUS PRÓPRIOS PROT...
NA RESPOSTA A ESTAS EMERGÊNCIAS A COORDENAÇÃO NÃO COSTUMA SER UMA PREOCUPAÇÃO ESPECIAL.
<ul><li>POIS OS PROTOCOLOS DE COORDENAÇÃO COSTUMAM FUNCIONAR BEM NO ÂMBITO DA PRÓPRIA AGÊNCIA E JURISDIÇÃO. </li></ul><ul>...
<ul><li>PODEM SER SITUAÇÕES TÃO DIVERSAS COMO: </li></ul><ul><ul><li>DESASTRES NATURAIS; </li></ul></ul><ul><ul><li>ACIDEN...
SÃO OCORRÊNCIAS QUE NORMALMENTE ENVOLVEM VÁRIAS AGÊNCIAS, JURISDIÇÕES DIVERSAS, DIFERENTES ÁREAS DE EMERGÊNCIA OU MESMO EQ...
E SABEMOS QUE ESTE ENVOLVIMENTO DE MÚLTIPLAS AGÊNCIAS É CADA VEZ MAIS PROVÁVEL E NECESSÁRIO.
SÃO CHAMADAS DE  SITUAÇÕES CRÍTICAS:  CUJAS CARACTERÍSTICAS DE RISCO EXIGEM DAS AGÊNCIAS ENVOLVIDAS UMA POSTURA ORGANIZACI...
Características das situações críticas <ul><li>Imprevisibilidade </li></ul><ul><li>Urgência das ações </li></ul><ul><li>Co...
PARA A RESPOSTA A ESTAS SITUAÇÕES COMPLEXAS, SÃO IMPLEMENTADAS OPERAÇÕES TAMBÉM COMPLEXAS. New Orleans
OPERAÇÕES QUE SÃO UM ESFORÇO NÃO ROTINEIRO DE ARTICULAÇÃO DE RECURSOS, ENVOLVENDO VÁRIOS ELEMENTOS OPERACIONAIS (EQUIPES, ...
<ul><li>Surge então a necessidade de uma ferramenta gerencial capaz de coordenar os vários esforços de forma sistêmica e m...
ORIGEM DO SCO: O INCIDENT COMMAND SYSTEM. O  Incident Command System   foi desenvolvido como um “modelo de comando, contro...
SCO  É UMA FERRAMENTA GERENCIAL
Para planejar,organizar, dirigir e controlar as operações de resposta em situações críticas.
Propicia a articulação de esforços de agências individuais quando elas atuam com o objetivo comum de estabilizar uma situa...
<ul><li>Abordagem contingencial </li></ul><ul><li>Autonomia das Agências </li></ul><ul><li>Administração por objetivos </l...
Nomenclatura de locais e  instalações pré-definidas Estrutura modular e flexível Mobilização recursos Terminologia comum A...
EXEMPLO DE ORGANOGRAMA DO SCO Comando Porta-voz Ligações Secretário Segurança Operações Planejamento Logística Administraç...
Nomenclatura de locais e  instalações pré-definidas Estrutura modular e flexível Mobilização recursos Terminologia comum A...
CARACTERÍSTICAS DO SCO 13. NOMENCLATURA DE INSTALAÇÕES PRÉ-DEFINIDAS POSTO DE COMANDO
CARACTERÍSTICAS DO SCO 13. NOMENCLATURA DE INSTALAÇÕES PRÉ-DEFINIDAS POSTO DE COMANDO
CARACTERÍSTICAS DO SCO 13. NOMENCLATURA DE INSTALAÇÕES PRÉ-DEFINIDAS ÁREA DE REUNIÃO
 
Nomenclatura de locais e  instalações pré-definidas Estrutura modular e flexível Mobilização recursos Terminologia comum A...
USO DE FORMULÁRIOS
Nomenclatura de locais e  instalações pré-definidas Estrutura modular e flexível Mobilização recursos Terminologia comum A...
<ul><li>padroniza procedimentos; </li></ul><ul><li>evita ruídos de comunicação; </li></ul><ul><li>aumenta a segurança dos ...
Nomenclatura de locais e  instalações pré-definidas Estrutura modular e flexível Mobilização recursos Amplitude de control...
Etapa obrigatória ao SCO, ocasião em que as informações relevantes são passadas adiante. TRANSFERÊNCIA DE COMANDO
Nomenclatura de locais e  instalações pré-definidas Estrutura modular e flexível Mobilização recursos Terminologia comum A...
Permite a aplicação adequada de todo recurso humano/logístico disponível. GERENCIAMENTO DE RECURSOS
Nomenclatura de locais e  instalações pré-definidas Estrutura modular e flexível Mobilização recursos Terminologia comum A...
Permite restringir o excesso de tarefas e compartilhar responsabilidades.  Amplitude de controle
<ul><li>Pela sua característica, o SCO se propõe a ser utilizável para qualquer composição de incidentes, incluindo aquele...
<ul><li>Além disso, é adequado para a resposta a incidentes dos mais diversos tipos: </li></ul><ul><li>Incêndios, tanto fl...
<ul><li>2972 pessoas afetadas </li></ul><ul><li>765 foram desalojadas </li></ul><ul><li>61 desabrigadas </li></ul><ul><li>...
<ul><li>participaram do gerenciamento 10 (dez) órgãos distintos.  ( MINAS GERAIS, 2007b)  </li></ul><ul><li>morreram 25 re...
Incêndio na cadeia pública de Ponte Nova
<ul><li>participaram do gerenciamento 13 órgãos distintos.  ( MINAS GERAIS, 2007c). </li></ul><ul><li>período de setembro ...
Contaminação dos rios São Francisco, Doce e Velhas por Cianobactérias
<ul><li>Participaram do gerenciamento 19 órgãos distintos.  ( MINAS GERAIS, 2007d) </li></ul><ul><li>do dia 9 de dezembro ...
Terremoto em Itacarambi
<ul><li>parte do óleo caiu no leito do ribeirão Cascata </li></ul><ul><li>participaram do gerenciamento dez (10) órgãos di...
<ul><li>ocorreu no dia 15 de setembro de 2008, por volta de 17h </li></ul><ul><li>intensas chuvas acompanhadas de precipit...
Rua Manaus, nº 467, 6º a, Bairro São Lucas, BH, MG, 3236-2111. www.defesacivil.mg.gov.br , e-mail:  [email_address]
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sistema de comando em operações

  1. 1. SISTEMA DE COMANDO EM OPERAÇÕES S.C.O. Cap Passos
  2. 2. <ul><li>OBJETIVOS: </li></ul><ul><li>Conceituar o Sistema de Comando em Operações (SCO); </li></ul><ul><li>Descrever os princípios do SCO; </li></ul><ul><li>Descrever as principais características do SCO; </li></ul><ul><li>Identificar situações em que o SCO pode ser utilizado. </li></ul>APRESENTAÇÃO DO SCO
  3. 3. Reflexões
  4. 4. Reflexões
  5. 5. EMERGÊNCIAS: SÃO SITUAÇÕES QUE ENVOLVEM RISCO, EXIGINDO A INTERVENÇÃO DE PESSOAL TREINADO E EQUIPADO COM O OBJETIVO DE REDUZIR SUAS CONSEQUÊNCIAS NEGATIVAS.
  6. 6. MUITAS AGÊNCIAS FAZEM ISTO NO SEU DIA-A-DIA, UTILIZANDO SUAS EQUIPES E RECURSOS MATERIAIS DE ACORDO COM SEUS PRÓPRIOS PROTOCOLOS DE PROCEDIMENTO.
  7. 7. NA RESPOSTA A ESTAS EMERGÊNCIAS A COORDENAÇÃO NÃO COSTUMA SER UMA PREOCUPAÇÃO ESPECIAL.
  8. 8. <ul><li>POIS OS PROTOCOLOS DE COORDENAÇÃO COSTUMAM FUNCIONAR BEM NO ÂMBITO DA PRÓPRIA AGÊNCIA E JURISDIÇÃO. </li></ul><ul><li>MAS HÁ SITUAÇÕES ESPECÍFICAS, QUE SE DIFERENCIAM DAQUELAS COM QUE AS AGÊNCIAS LIDAM COTIDIANAMENTE. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>PODEM SER SITUAÇÕES TÃO DIVERSAS COMO: </li></ul><ul><ul><li>DESASTRES NATURAIS; </li></ul></ul><ul><ul><li>ACIDENTES COM MÚLTIPLAS VÍTIMAS; </li></ul></ul><ul><ul><li>DERRAMAMENTOS DE ÓLEO; </li></ul></ul><ul><ul><li>REBELIÕES EM PRESÍDIOS; </li></ul></ul><ul><ul><li>INCÊNDIOS FLORESTAIS; </li></ul></ul><ul><ul><li>ATENTADOS TERRORISTAS. </li></ul></ul>
  10. 10. SÃO OCORRÊNCIAS QUE NORMALMENTE ENVOLVEM VÁRIAS AGÊNCIAS, JURISDIÇÕES DIVERSAS, DIFERENTES ÁREAS DE EMERGÊNCIA OU MESMO EQUIPES QUE NÃO TÊM O COSTUME DE ATUAR CONJUNTAMENTE EM EMERGÊNCIAS...
  11. 11. E SABEMOS QUE ESTE ENVOLVIMENTO DE MÚLTIPLAS AGÊNCIAS É CADA VEZ MAIS PROVÁVEL E NECESSÁRIO.
  12. 12. SÃO CHAMADAS DE SITUAÇÕES CRÍTICAS: CUJAS CARACTERÍSTICAS DE RISCO EXIGEM DAS AGÊNCIAS ENVOLVIDAS UMA POSTURA ORGANIZACIONAL NÃO ROTINEIRA PARA A COORDENAÇÃO E O GERENCIAMENTO INTEGRADOS DAS AÇÕES DE RESPOSTA.
  13. 13. Características das situações críticas <ul><li>Imprevisibilidade </li></ul><ul><li>Urgência das ações </li></ul><ul><li>Complexas </li></ul><ul><li>Ameaça à vida </li></ul>Características Situações críticas
  14. 14. PARA A RESPOSTA A ESTAS SITUAÇÕES COMPLEXAS, SÃO IMPLEMENTADAS OPERAÇÕES TAMBÉM COMPLEXAS. New Orleans
  15. 15. OPERAÇÕES QUE SÃO UM ESFORÇO NÃO ROTINEIRO DE ARTICULAÇÃO DE RECURSOS, ENVOLVENDO VÁRIOS ELEMENTOS OPERACIONAIS (EQUIPES, AGÊNCIAS OU JURISDIÇÕES), EMPREENDIDO PELAS ORGANIZAÇÕES ENVOLVIDAS COM OBJETIVOS E DURAÇÃO ESPECÍFICOS. Cataguases 2003
  16. 16. <ul><li>Surge então a necessidade de uma ferramenta gerencial capaz de coordenar os vários esforços de forma sistêmica e minimizar estas dificuldades. </li></ul>
  17. 17. ORIGEM DO SCO: O INCIDENT COMMAND SYSTEM. O Incident Command System foi desenvolvido como um “modelo de comando, controle e coordenação de recursos e pessoal na cena de emergências.” (FEMA, 1992)
  18. 18. SCO É UMA FERRAMENTA GERENCIAL
  19. 19. Para planejar,organizar, dirigir e controlar as operações de resposta em situações críticas.
  20. 20. Propicia a articulação de esforços de agências individuais quando elas atuam com o objetivo comum de estabilizar uma situação crítica e proteger vidas, propriedades e o meio ambiente. Miraí 2007
  21. 21. <ul><li>Abordagem contingencial </li></ul><ul><li>Autonomia das Agências </li></ul><ul><li>Administração por objetivos </li></ul><ul><li>Integridade das unidades </li></ul><ul><li>Clareza funcional </li></ul><ul><li>Concepção para todas as emergências </li></ul><ul><li>Abordagem sistêmica </li></ul>d) PRINCÍPIOS SCO
  22. 22. Nomenclatura de locais e instalações pré-definidas Estrutura modular e flexível Mobilização recursos Terminologia comum Amplitude de controle Comando Único ou Unificado Transferência de comando Uso de planos de ação Gerenciamento de recursos Uso formulários padronizados Gerenciamento informações Cadeia e unidade de comando Controle de pessoal Comunicações integradas CARACTERÍSTICAS SCO
  23. 23. EXEMPLO DE ORGANOGRAMA DO SCO Comando Porta-voz Ligações Secretário Segurança Operações Planejamento Logística Administração Desmobilização Recursos Situação Documentação Especialista Controlador Ramo Grupo Bombeiro Grupo Médico Ramo Serviços Ramo Suporte Comunicação Médica Alimentação Suprimento Instalação Unid. Apoio Emprego Compras Custos Grupo Policial Grupo Obras Divisão Leste Divisão Oeste Divisão Norte Divisão Central
  24. 24. Nomenclatura de locais e instalações pré-definidas Estrutura modular e flexível Mobilização recursos Terminologia comum Amplitude de controle Comando Único ou Unificado Transferência de comando Uso de planos de ação Gerenciamento de recursos Uso formulários padronizados Gerenciamento informações Cadeia e unidade de comando Controle de pessoal Comunicações integradas CARACTERÍSTICAS SCO
  25. 25. CARACTERÍSTICAS DO SCO 13. NOMENCLATURA DE INSTALAÇÕES PRÉ-DEFINIDAS POSTO DE COMANDO
  26. 26. CARACTERÍSTICAS DO SCO 13. NOMENCLATURA DE INSTALAÇÕES PRÉ-DEFINIDAS POSTO DE COMANDO
  27. 27. CARACTERÍSTICAS DO SCO 13. NOMENCLATURA DE INSTALAÇÕES PRÉ-DEFINIDAS ÁREA DE REUNIÃO
  28. 29. Nomenclatura de locais e instalações pré-definidas Estrutura modular e flexível Mobilização recursos Terminologia comum Amplitude de controle Comando Único ou Unificado Transferência de comando Uso de planos de ação Gerenciamento de recursos Uso formulários padronizados Gerenciamento informações Cadeia e unidade de comando Controle de pessoal Comunicações integradas CARACTERÍSTICAS SCO
  29. 30. USO DE FORMULÁRIOS
  30. 31. Nomenclatura de locais e instalações pré-definidas Estrutura modular e flexível Mobilização recursos Terminologia comum Amplitude de controle Comando Único ou Unificado Transferência de comando Uso de planos de ação Gerenciamento de recursos Uso formulários padronizados Gerenciamento informações Cadeia e unidade de comando Controle de pessoal Comunicações integradas CARACTERÍSTICAS SCO
  31. 32. <ul><li>padroniza procedimentos; </li></ul><ul><li>evita ruídos de comunicação; </li></ul><ul><li>aumenta a segurança dos envolvidos. </li></ul>TERMINOLOGIA COMUM
  32. 33. Nomenclatura de locais e instalações pré-definidas Estrutura modular e flexível Mobilização recursos Amplitude de controle Comando Único ou Unificado Transferência de comando Uso de planos de ação Gerenciamento de recursos Uso formulários padronizados Gerenciamento informações Cadeia e unidade de comando Controle de pessoal Comunicações integradas CARACTERÍSTICAS SCO Terminologia comum
  33. 34. Etapa obrigatória ao SCO, ocasião em que as informações relevantes são passadas adiante. TRANSFERÊNCIA DE COMANDO
  34. 35. Nomenclatura de locais e instalações pré-definidas Estrutura modular e flexível Mobilização recursos Terminologia comum Amplitude de controle Comando Único ou Unificado Transferência de comando Uso de planos de ação Gerenciamento de recursos Uso formulários padronizados Gerenciamento informações Cadeia e unidade de comando Controle de pessoal Comunicações integradas CARACTERÍSTICAS SCO
  35. 36. Permite a aplicação adequada de todo recurso humano/logístico disponível. GERENCIAMENTO DE RECURSOS
  36. 37. Nomenclatura de locais e instalações pré-definidas Estrutura modular e flexível Mobilização recursos Terminologia comum Amplitude de controle Comando Único ou Unificado Transferência de comando Uso de planos de ação Gerenciamento de recursos Uso formulários padronizados Gerenciamento informações Cadeia e unidade de comando Controle de pessoal Comunicações integradas CARACTERÍSTICAS SCO
  37. 38. Permite restringir o excesso de tarefas e compartilhar responsabilidades. Amplitude de controle
  38. 39. <ul><li>Pela sua característica, o SCO se propõe a ser utilizável para qualquer composição de incidentes, incluindo aqueles com o envolvimento de: </li></ul><ul><li>Várias equipes de uma mesma agência em uma única área de responsabilidade; </li></ul><ul><li>Várias agências de uma única região; </li></ul><ul><li>Várias competências de uma mesma agência; </li></ul><ul><li>Várias competências de várias agências. </li></ul>QUANDO O SCO PODE SER UTILIZADO
  39. 40. <ul><li>Além disso, é adequado para a resposta a incidentes dos mais diversos tipos: </li></ul><ul><li>Incêndios, tanto florestais como estruturais; </li></ul><ul><li>Desastres naturais, como: tornados, enchentes, furacões e terremotos; </li></ul><ul><li>Emergências com vazamento de produtos perigosos; </li></ul><ul><li>Missões de busca e salvamento; </li></ul><ul><li>Repressão a ações criminosas e investigação da cena de crimes; </li></ul><ul><li>Incidentes terroristas, incluindo o uso de armas de destruição em massa; </li></ul><ul><li>Eventos especiais como visitas presidenciais e finais de campeonato; </li></ul><ul><li>Eventos envolvendo multidões como manifestações e passeatas. </li></ul>QUANDO O SCO PODE SER UTILIZADO
  40. 41. <ul><li>2972 pessoas afetadas </li></ul><ul><li>765 foram desalojadas </li></ul><ul><li>61 desabrigadas </li></ul><ul><li>danos e prejuízos em cerca de R$ 61.000.000 ,00 (sessenta e um milhões de reais) </li></ul><ul><li>Participaram 29 instituições e departamentos diferentes. ( MINAS GERAIS, 2007a) </li></ul>Miraí
  41. 42. <ul><li>participaram do gerenciamento 10 (dez) órgãos distintos. ( MINAS GERAIS, 2007b) </li></ul><ul><li>morreram 25 reclusos </li></ul><ul><li>fato ocorrido no dia 23 de agosto de 2007, por volta de 01h </li></ul><ul><li>a cadeia pública estava com a ocupação acima do previsto </li></ul><ul><li>atrito entre facções rivais de detentos, estes arrombaram a porta e colocaram fogo na cela oito </li></ul>Incêndio na cadeia pública de Ponte Nova
  42. 43. Incêndio na cadeia pública de Ponte Nova
  43. 44. <ul><li>participaram do gerenciamento 13 órgãos distintos. ( MINAS GERAIS, 2007c). </li></ul><ul><li>período de setembro a dezembro de 2007 </li></ul><ul><li>atividades de monitoramento das águas </li></ul><ul><li>nível elevado de “Cianobactérias”, também conhecidas como Algas Azuis </li></ul><ul><li>vários pontos dos rios, das Velhas, São Francisco e Doce </li></ul>Contaminação dos rios São Francisco, Doce e Velhas por Cianobactérias
  44. 45. Contaminação dos rios São Francisco, Doce e Velhas por Cianobactérias
  45. 46. <ul><li>Participaram do gerenciamento 19 órgãos distintos. ( MINAS GERAIS, 2007d) </li></ul><ul><li>do dia 9 de dezembro de 2007, por volta das 00h05 </li></ul><ul><li>terremoto de intensidade 4.9 da escala Richter </li></ul><ul><li>epicentro foi na localidade de Caraíbas, distrito de Itacarambi (MG) </li></ul><ul><li>o tremor danificou 76 residências </li></ul><ul><li>resultou em uma vítima fatal </li></ul><ul><li>ferimento de cinco (5) pessoas </li></ul><ul><li>desabrigou outras 241 pessoas </li></ul>Terremoto em Itacarambi
  46. 47. Terremoto em Itacarambi
  47. 48. <ul><li>parte do óleo caiu no leito do ribeirão Cascata </li></ul><ul><li>participaram do gerenciamento dez (10) órgãos diferentes. ( MINAS GERAIS, 2008a) </li></ul><ul><li>dia 19 de fevereiro de 2008, por volta de 14h40 </li></ul><ul><li>acidente com tombamento de uma carreta, na rodovia MGT 050, no km 314 </li></ul><ul><li>a carga de óleo lubrificante que era transportada pelo veículo derramou na rodovia </li></ul>Derramamento de óleo combustível no ribeirão Cascata divisa dos municípios de Capitólio e São João Batista do Glória
  48. 49. <ul><li>ocorreu no dia 15 de setembro de 2008, por volta de 17h </li></ul><ul><li>intensas chuvas acompanhadas de precipitações de granizo, perdurando por 40 minutos. </li></ul><ul><li>atingiram vários bairros e comunidades rurais </li></ul><ul><ul><li>496 pessoas desabrigadas </li></ul></ul><ul><ul><li>1 236 foram desalojadas </li></ul></ul><ul><ul><li>18 pessoas ficaram gravemente feridas </li></ul></ul><ul><ul><li>121 pessoas foram levemente feridas </li></ul></ul><ul><ul><li>13 792 afetados </li></ul></ul><ul><ul><li>2 106 residências danificadas </li></ul></ul><ul><ul><li>prejuízos e danos materiais de R$ 9.549.390,00 </li></ul></ul>Granizo em Carandaí
  49. 50. Rua Manaus, nº 467, 6º a, Bairro São Lucas, BH, MG, 3236-2111. www.defesacivil.mg.gov.br , e-mail: [email_address]
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