Neurociência do consumo: Entendendo o que é Neuromarketing. Aula 1 - Neurociência para não-neurocientistas

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Neurociência do consumo: Entendendo o que é Neuromarketing. Aula 1 - Neurociência para não-neurocientistas

  1. 1. NEUROCIÊNCIA DO CONSUMO:ENTENDENDO O QUE É NEUROMARKETINGBilly E. M. Nascimento, BSc, MSc, DScbnascimento@forebrain.com.br
  2. 2. Neurociência para profissionais de marketing DataAula 1 Neurociência para não-neurocientistas 23 de JaneiroAula 2 Emoção e motivação 24 de JaneiroAula 3 Atenção e engajamento 25 de JaneiroAula 4 Memória e hábito 26 de JaneiroAula 5 Neuromarketing 30 de Janeiro
  3. 3. NEUROCIÊNCIA DO CONSUMO:ENTENDENDO O QUE É NEUROMARKETINGNeurociência para não-neurocientistasBilly E. M. Nascimento, BSc, MSc, DScbnascimento@forebrain.com.br
  4. 4. “O homem deve saber que de nenhum outro lugar, mas apenas do encéfalo, vem aalegria, o prazer, o riso e a diversão, o pesar, o luto, o desalento e a lamentação. E por isso, de uma maneira especial, nós adquirimos sabedoria e conhecimento eenxergamos e ouvimos e sabemos o que é justo e injusto, o que é bom e o que é ruim, o que é doce e o que é insípido... E pelo mesmo órgão nos tornamos loucos e delirantes, e medos e terrores nos assombram... Todas essas coisas nós temos de suportar do encéfalo quando não está sadio... Nesse sentido, opino que é o encéfalo quem exerce o maior poder sobre o homem.” Hipócrates, Sobre a Doença Sagrada (Séc. IV a.C.)
  5. 5. Medicina Matemática Biologia Neurociências Química Psicologia FísicaSociety for Neuroscience, 1970Sociedade Brasileira de Neurociência e Comportamento, 1977
  6. 6. NEUROCIÊNCIA NEUROCIÊNCIA COGNITIVA SOCIAL NEUROCIÊNCIA NEUROCIÊNCIACOMPORTAMENTAL MOLECULAR NEUROCIÊNCIA NEUROCIÊNCIA DE SISTEMAS CELULAR
  7. 7. sempre há um motivo Darwin e a dieta
  8. 8. Pessoal... O que é essa coisa grande e esquisita vindo na nossa direção? Pessoal? Pessoal? Sobrevivência do mais aptoVenha para Academia da Selva Hoje Vida antes da invenção dos óculos
  9. 9. AristótelesUm radiador para o sangueHipócratesA sede das sensaçõesGalenoEstrutura x função
  10. 10. Nervos como fios
  11. 11. Tabela 1.1 Classificação Hierárquica das Grandes Estruturas Neuroanatômicas SNC Encéfalo Medula Espinhal Cérebro Cerebelo Tronco Encefálico Telencéfalo Córtex Núcleos Diencéfalo Cerebelar Profundos Mesencéfalo Ponte Bulbo Córtex NúcleosCerebral da Base © CEM BILHÕES DE NEURÔNIOS by Roberto Lent
  12. 12. Músculo esquelético Músculo liso, cardíaco e glândulas
  13. 13. Divisão Parassimpática Divisão Simpática
  14. 14.  Vídeo Introdução a Visão o1:03
  15. 15. Triângulo de Kanizsa
  16. 16. Papila do nervo óptico Fóvea(ponto cego)
  17. 17. Definição de CAMPO VISUAL
  18. 18. Via visual para a amígdalaprocessamento emocional Tálamo (pulvinar) Amígdala
  19. 19. Processamento de estímulos visuais ameaçadores LeDoux, 1994
  20. 20. Amplificação davisão central
  21. 21. Figura 8.2. Nas ondas transversais as partículas vibram em direção perpendicular à sua propagação (A), enquanto nasondas longitudinais vibração e propagação têm a mesma direção (B).
  22. 22. Figura 8.4. Amplitude (A) é diferente de freqüência. Enquanto a primeira permite determinar a quantidade deenergia (E) contida na onda sonora em cada ponto do ciclo (A1 < A2, logo E1 < E2), a segunda representa aquantidade de ciclos que ocorrem em um certo período de tempo.
  23. 23. F ig u r a 8 . 7 . P o d e - s ed e c o m p o rma t e m a t i c a m e n t e e mondas senoidais simples aonda complexa produzidapelo som de um clarinete.Neste caso, haverá umafreqüência fundamentalcaracterística de um tom( d ó , r é e tc ) , e u m acomposição de harmônicoscaracterística doinstrumento.
  24. 24. Tabela 8.1. Algumas submodalidades auditivas e seus correlatos físicos Submodalidade Correlato físico Mecanismo neuralDeterminação de intensidade Amplitude Amplitude de vibração da membrana basilar e número de fibras auditivas recrutadas Discriminação tonal Freqüência Sincronia de fase e tonotopia em todo o sistema auditivo Identificação de timbre Composição harmônica Padrão de vibração e análise de Fourier na membrana basilarLocalização espacial do som Diferenças de reflexão auricular Focalização e direcionamento pelo (vertical) pavilhão auricularLocalização espacial do som Diferenças interaurais de fase e de Detecção de diferenças no complexo (horizontal) intensidade olivar superior Percepção musical - Interpretação de padrões musicais no córtex cerebral Percepção da fala - Interpretação de significados nas áreas lingüísticas do córtex cerebral
  25. 25. Figura 8.10. A posição das áreas auditivas corticais no homem pode ser visualizada na face lateral doencéfalo (A), e mais completamente se removermos a parte superior dos hemisférios (B) para revelar oassoalho do sulco lateral (C). Através de ressonância magnética funcional a área A1 aparece (D) quando seoferece estimulação sonora a um indivíduo, que provoca o aumento do fluxo sangüíneo da região, resultanteda atividade neuronal. A reconstrução por computador mostra os focos de ativação bilateral (em vermelho)no giro temporal superior de ambos os hemisférios. As vistas de C e D são indicadas pela luneta em B. A1 =área auditiva primária; A2 = área auditiva secundária; W = área de Wernicke. Imagem em D cedida por Jorge MollNeto, Grupo Labs - Rede D’Or, Rio de Janeiro.
  26. 26. SENTIDOS QUÍMICOSOlfato – Sistema OlfatórioFornece informação odorífera sobre alimentos, pessoas,animais, plantas e outros aspectos do meio ambiente.Estas informações influenciam o comportamento alimentar,visceral e endócrino, as interações sociais e,em muitos animais, a reprodução.Paladar – Sistema GustatórioFornece informações sobre a qualidade (identidade),a quantidade (concentração), se agradável ou nãoe a segurança sobre os alimentos ingeridos.Influenciam respostas gastro-intestinais tanto para facilitar aingestão quanto para impedir a entrada de substâncias tóxicas.
  27. 27. Compostos doces desencadeiam sensações prazerosas,movimentos da boca, secreção salivar, liberação de insulinae a deglutição.Compostos amargos desencadeiam protusão da língua evômito enquanto compostos ácidos, caretas, franzir da facee secreção salivar intensa .
  28. 28. SUCROSE Reações positivasQUININO Reações negativas
  29. 29. Berridge, 2003
  30. 30. Paladar depende de informações: olfatórias, gustatórias, somestésicas (textura, temperatura) e fatores sócio-culturais e psicológicos.Sistema gustatório: língua dorsal palato mole faringeQuimiorreceptores(moléculas não voláteishidrossolúveis)
  31. 31. Classificação dos gostos e odores ao longo do tempo __________
  32. 32. amargoácidosalgadodoce
  33. 33. OLFATO
  34. 34. AlvosBulbosolfatórios Tubérculo Córtex olfatório OrbitofrontalReceptoresolfatórios Córtex piriforme Tálamo Amígdala Hipotálamo Córtex entorinal Hipocampo
  35. 35. Informações sensoriais para o movimentoMúsculos, articulações, pele, vestíbulo, visão
  36. 36. SENSIBILIDADE DO MÚSCULO: propriocepçãoDo músculo para o cérebro: 1. Neurônio sensitivo
  37. 37. TATOPercepção de formas e texturasAgradáveis ~ AproximaçãoDesagradáveis ~ Afastamento
  38. 38. SENSIBILIDADE DA PELE: tato, temperatura, dorDa pele para o cérebro: 1. Neurônio sensitivoProlongamento periférico – peleTerminações livres, especializações. Prolongamento central - medula
  39. 39. Cada neurônio sensorial inerva uma determinada região da pele(CAMPO RECEPTOR) através de terminações nervosas específicas. A B
  40. 40. MAPAS CEREBRAIS: SOMATOTOPIA
  41. 41. Representação topográfica corporal (somatotopia)

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