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O texto: ARMADILHA
• 1978: Indicado ao Prêmio Tony

O autor: IRA LEVIN
• Autor de O Bebê de Rosemary,

de Melho...
O SUSPENSE NA CENA CONTEMPORÂNEA
	
Fruto de uma longa tradição na cultura ocidental, o
gênero suspense ocupa um papel inex...
A PEÇA ‘ARMADILHA’
	
Conhecido como autor do romance que deu origem ao
filme “O Bebê de Rosemary”, Ira Levin (Nova Iorque,...
SINOPSE DA PEÇA
Cena 1:
Sidney Braga, renomado dramaturgo de suspense em crise profissional, acaba
de receber um texto de um ex-aluno e, a...
Cena 2:
César, o novato, fica empolgado com a ideia de
trabalhar com um de seus autores favoritos. Pouco
a pouco, ambos se...
Cena 3:
Helga de la Torre, vidente que ajuda
a polícia na resolução de crimes,
pressente a ocorrência de uma
morte na casa...
Cena 4:
Sidney descobre que seu pupilo está escrevendo uma
peça contando como ambos planejaram e executaram
o assassinato ...
Cena 5:
Helga de la Torre retorna, com mais previsões de
morte. Sidney decide colaborar com César; porém,
na verdade, tem ...
Cena 6:
Helga de la Torre encontra os corpos e vê em
tudo isso uma excelente oportunidade de
autopromoção: ela própria dec...
PROPOSTA DE ENCENAÇÃO
	
“Antes de tudo, pretendemos evocar atmosferas sugestivas, revelando pouco a pouco os segredos por
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FICHA TÉCNICA
Texto original: Deathtrap
Autor: Ira Levin
Tradução: Jorge Minicelli
Adaptação: Susanne Walker e André Magal...
A COMPANHIA GOYA DE TEATRO
	
Ligado intimamente aos instintos mais primitivos
de sobrevivência e também à nossa consciênci...
FUNDADORES

Susanne Walker (diretora)

Marília Persoli (assist. de direção/produtora)

	
Formada pela U.F.P.R. em Letras a...
FUNDADORES

André Magalhães (ator)
	
Formado pela Escola de Atores INDAC, em
2012, e em Letras pela Universidade Mackenzie...
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Pouco explorados no teatro, textos de suspense estão na mira da Cia.
Goya, que estreia o espetáculo ‘A Armadilha’
Por Mari...
Texto do premiado autor Ira Levin é encenado
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Proposta do espetáculo Armadilha (Deahtrap) escrito por Ira Levin e encenado pela Companhia Goya de Teatro.
Maiores informações em http://ciagoya.com.br/armadilha.php

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  1. 1. DESTAQUES O texto: ARMADILHA • 1978: Indicado ao Prêmio Tony O autor: IRA LEVIN • Autor de O Bebê de Rosemary, de Melhor Peça. • 1980: Vencedora do Prêmio Edgar Allen Poe. • Temporada mais longa do gênero comedy thriller na Broadway. • Texto inédito no Brasil. • Versão cinematográfica com direção de Sidney Lumet. •Palavras-chave: metalinguagem; estrutura simétrica; engrenagem precisa; reviravoltas; estetização da violência humana. Meninos do Brasil e Mulheres Perfeitas. • 1996: Prêmio Bram Stoker pelo conjunto da obra. • 2003: Prêmio Edgar Allen Poe pelo conjunto da obra. O grupo: CIA. GOYA DE TEATRO • Quarteto de artistas aficionados pelo gênero suspense nas variadas linguagens artísticas. • Formação de um núcleo de pesquisa para análise de dezenas de obras do gênero, clássicas e contemporâneas. • Leitmotiv: Como trabalhar a complexidade do gênero no teatro?
  2. 2. O SUSPENSE NA CENA CONTEMPORÂNEA Fruto de uma longa tradição na cultura ocidental, o gênero suspense ocupa um papel inexpressivo no teatro brasileiro. Se, por um lado, o público contemporâneo tem demonstrado o desejo de desfrutar sensações mais intensas de tensão, em geral mediadas pelo cinema e a literatura; por outro, a cena teatral parece ainda não entender o suspense como motivador de reflexões no plano ético e estético. No entanto, basta adentrar o universo ficcional criado pela narrativa de suspense de autores como Edgar Allen Poe, Patricia Highsmith, Rubem Fonseca, Alfred Hitchcock, Stanley Kubrick, Roman Polanski, entre tantos outros, para perceber o quanto são capazes de revelar questões cruciais da sociedade, porém a partir de um registro diferente. Foi inserida neste contexto cultural que fundamos a Cia Goya de Teatro, em 2013. No nosso primeiro trabalho, ARMADILHA, de Ira Levin, pensamos o jogo teatral tanto em sua dimensão cognitiva quanto como estímulo ao desenvolvimento de um repertório de experiências sensoriais. Ou seja, entendemos as sensações de medo e horror como fontes ímpares para a criação de uma experiência estética marcada por graus diversos de intensidade. Por fim, convém ressaltar que temos como objetivo a formação de um repertório teatral que dialogue com a tradição do suspense nas diversas linguagens artísticas, sem nunca perder de vista a dimensão ética e estética do gênero. Isto é, um repertório que estabeleça uma reflexão mais aprofundada sobre as condições de produção e recepção desse tipo de gênero no nosso contexto urbano.
  3. 3. A PEÇA ‘ARMADILHA’ Conhecido como autor do romance que deu origem ao filme “O Bebê de Rosemary”, Ira Levin (Nova Iorque, 1929-2007) foi dramaturgo e romancista. Ganhou notoriedade no teatro, com a peça Armadilha (Deathtrap, em inglês). O texto, classificado pelo autor como um comedy thriller (“um suspense com risadas na medida certa”), esteve em cartaz na Broadway por mais de quatro anos consecutivos. Remontado com frequência no exterior, foi adaptado para o cinema em 1982, com Michael Kane e Christopher Reeve, sob a direção de Sidney Lumet. Ao mesmo tempo em que se atém a uma estrutura dramatúrgica mais convencional, nunca abre mão dos recursos típicos do gênero – como as constantes reviravoltas e inversões no enredo. Além disso, o autor vai revelando pouco a pouco os elementos da própria estrutura narrativa que usou para compor a trama, criando uma dimensão metalinguística muito interessante. Em suma, a articulação precisa entre tensão e humor, ficção e metalinguagem concorre para a consequente intensificação de todas as camadas do gênero suspense. Com segurança e perspicácia, Ira Levin cria um jogo de muitas camadas, do qual participam, como cúmplices, não só os próprios personagens da peça, mas principalmente o públicoalvo.
  4. 4. SINOPSE DA PEÇA
  5. 5. Cena 1: Sidney Braga, renomado dramaturgo de suspense em crise profissional, acaba de receber um texto de um ex-aluno e, ao perceber seu potencial comercial, considera matar o rapaz para assumir a autoria. Sua esposa, Márcia, se choca com essa possibilidade. Mesmo assim, Sidney convida o novato para uma leitura do texto.
  6. 6. Cena 2: César, o novato, fica empolgado com a ideia de trabalhar com um de seus autores favoritos. Pouco a pouco, ambos se envolvem em um jogo de vida e morte. Sidney acaba por assassinar o jovem. Márcia tenta impedir, mas sem sucesso.
  7. 7. Cena 3: Helga de la Torre, vidente que ajuda a polícia na resolução de crimes, pressente a ocorrência de uma morte na casa dos Braga. Após a saída da vidente, enquanto Sidney e a esposa discutem a questão, o novato assassinado reaparece. Com o susto, Márcia tem um ataque cardíaco e não sobrevive. Descobre-se que Sidney e César tramaram tudo para ficar com o dinheiro do seguro de vida de Márcia.
  8. 8. Cena 4: Sidney descobre que seu pupilo está escrevendo uma peça contando como ambos planejaram e executaram o assassinato de Márcia. Sidney tenta convencê-lo a abandonar o projeto. César, obcecado pelo sucesso que tem nas mãos, não teme a polícia e pede que Sidney o ajude a terminar a peça.
  9. 9. Cena 5: Helga de la Torre retorna, com mais previsões de morte. Sidney decide colaborar com César; porém, na verdade, tem a intenção de matá-lo para evitar a publicação do texto. No capítulo derradeiro do jogo entre vida e morte, os dois acabam se matando.
  10. 10. Cena 6: Helga de la Torre encontra os corpos e vê em tudo isso uma excelente oportunidade de autopromoção: ela própria decide assumir a autoria da peça.
  11. 11. PROPOSTA DE ENCENAÇÃO “Antes de tudo, pretendemos evocar atmosferas sugestivas, revelando pouco a pouco os segredos por trás das personagens, para, dessa forma, insuflar esse estado de espírito no próprio público.” Na concepção do espetáculo, a direção buscou inspiração no melhor da cinematografia de suspense para estabelecer os caminhos da linguagem cênica. A camada metalinguística e a expressão de estados interiores, capazes de evidenciar a anormalidade latente e desviante que subjaz à ‘normalidade’ do cotidiano, constituíram os focos principais da nossa pesquisa cênica. A partir deles, realizamos um trabalho detalhista e rigoroso com o elenco, sem perder de vista o estabelecimento preciso do ritmo e andamento da peça. Em paralelo, a sonoplastia e a iluminação foram essenciais para a criação de uma atmosfera tensa, insinuante e sombria. O espaço cênico, reduzido ao essencial, não compreende nenhum elemento decorativo. Tudo tem sua simbologia, até mesmo o “vazio” e o “silêncio”. A morbidez está onipresente em cena, mesmo quando o humor atua como contraponto. Antes de tudo, pretendemos evocar atmosferas sugestivas, revelando pouco a pouco os segredos por trás das personagens.
  12. 12. FICHA TÉCNICA Texto original: Deathtrap Autor: Ira Levin Tradução: Jorge Minicelli Adaptação: Susanne Walker e André Magalhães Direção: Susanne Walker Assistência de Direção: Marília Persoli Dramaturgista: Ana Paula Mello Peixoto Oficinas de Interpretação: Inês Aranha Preparação Vocal: Lu Grillo Elenco: André Magalhães (César), Jorge Minicelli (Sidney), Lu Grillo (Helga) e Olivia Martins (Márcia). Iluminação: Cecília Lüzs Cenário: Cia. Goya de Teatro Figurinos: Fause Haten e Olivia Martins Trilha e efeitos sonoros: Andrea Gram Assistente de sonoplastia: Amanda Gasparetto Fotografia: Camila Ventura Produção gráfica e audiovisual: Diego Carvalho Produção: ArtAs Produções e Cia. Goya de Teatro Assessoria de Imprensa: Ofício das Letras Assessoria Jurídica: Vinícius Menezes Rangel de Sá Direitos autorais: Paul, Weiss, Rifkind, Wharton & Garrison LLP Gênero: Suspense Faixa etária: acima de 12 anos Duração: 1h15
  13. 13. A COMPANHIA GOYA DE TEATRO Ligado intimamente aos instintos mais primitivos de sobrevivência e também à nossa consciência da morte, o medo é uma das emoções mais intensas experimentadas pelo homem. Na ficção, o medo produz efeitos de recepção peculiares, sobre os quais os estudos literários têm refletido há séculos: a catarse, o sublime, o grotesco, o horror artístico. É exatamente nesse campo da experiência estética - no qual se pode vivenciar o medo sem efetivamente a possibilidade do risco - que a Cia. Goya pretende se inserir. A Companhia foi fundada por quatro artistas aficionados por literatura de suspense e fãs dos principais autores do gênero, como Edgar Allen Poe, Raymond Chandler, Patrícia Highsmith, Agatha Christie, Nero Wolfe... Ao longo do percurso, o núcleo cresceu e passou a contar com vários colaboradores, atuantes nas diversas áreas do fazer teatral. Cientes não só do papel fundamental do medo na formação do homem contemporâneo, mas também de sua tarefa ética e epistemológica, temos a intenção de pesquisar e encenar textos que lidem com essa ideia da transgressão de um limite colocado pela sociedade.
  14. 14. FUNDADORES Susanne Walker (diretora) Marília Persoli (assist. de direção/produtora) Formada pela U.F.P.R. em Letras anglogermânicas, é especialista em Linguística Aplicada e defendeu Mestrado em Educação, com ênfase em Estudos Linguísticos, em 2003. Desde 2008, é professora da Escola de Atores INDAC, em Dramaturgia, Estética Teatral e Montagem. Como atriz, participou de várias montagens profissionais na década de 80, das quais se destacam “Feche os olhos e entre na História” (indicada à atriz revelação/Apetesp), “Um Tiro no Coração” e “Filme Triste”. De 1986 a 1989, foi assistente de direção de Antunes Filho, ficando à frente de um núcleo de pesquisa do CPT. Na década de 90, fixou-se na Alemanha, em Berlim, onde fez residência artística com Peter Stein, na Schaubühne am Halleschen Ufer, e Konrad Zschiedrich, no Berliner Ensemble. Formada pela Escola de Atores INDAC em 2012 e, em Ciências Sociais na USP, em 2013. Pesquisa dança contemporânea e contato/improvisação desde 2010. Em 2011, seu projeto de cenografia, orientação de Chris Aizner, integrou a Quadrienal de Praga. Em 2013, assinou a cenografia de Pantaleão e as Visitadoras, orientação de Cibele Forjaz. Como performer, atuou na 30ª Bienal de São Paulo. Como atriz, destacou-se em “Boca de Ouro”, dir. de Renato Andrade, “Senhora dos Afogados” dir. de Kiko Marques, “Onde fica a casa de meu pai?” do núcleo “O Ator Dramaturgo” (Grupo XIX de Teatro) e “O Rinoceronte”, orientação de Maria Thais. Integra o Grupo L.I.V.E - Laboratório de Improvisação Vocal e Experimentação, vinculado ao programa de pósdoutorado do Departamento de Música da USP.
  15. 15. FUNDADORES André Magalhães (ator) Formado pela Escola de Atores INDAC, em 2012, e em Letras pela Universidade Mackenzie, em 2006. Há mais de 10 anos vem aprofundando seus estudos cênicos em cursos e oficinas. Atuou em “Álbum de Família”, dir. de Marco Plá (2009), e em “Senhora dos Afogados”, dir.de Kiko Marques (2012), ambas de Nelson Rodrigues. Em 2103, esteve em cartaz na peça “Baixo Augusta”, de Renato Andrade, que também o dirigiu em “Alzira Power”, de Antônio Bivar, em 2012. Jorge Minicelli (ator/produtor) Trabalhou três anos como assistente de produção na sede da Record Internacional, em Londres, e dois anos na África do Sul, como diretor de palco. Voltou ao Brasil em 2005, quando começou a se dedicar à arte do ator. Formou-se pela Escola de Atores INDAC em 2012, tendo atuado em “A Vida de Galileu Galilei”, dir. de Luiz Eduardo Frin; “Boca de Ouro” e “Senhora dos Afogados”, dir. de Renato Andrade e Kiko Marques, respectivamente. Em 2011, fundou a ArtAs Produções Artísticas, com foco em teatro corporativo.
  16. 16. clipping
  17. 17. Pouco explorados no teatro, textos de suspense estão na mira da Cia. Goya, que estreia o espetáculo ‘A Armadilha’ Por Maria Eugênia de Menezes Tramas policiais são vistas, muitas vezes, como manifestações menores do cinema e da literatura. No teatro não é diferente. E talvez o olhar demeritório seja ainda mais agudo. Foi movida pela vontade de explorar e encenar textos do gênero que a Cia. Goya de Teatro foi criada. Uma trajetória que deve ter largada hoje, no Espaço Parlapatões, com a estreia de A Armadilha. Escrito pelo norte-americano Ira Levin, o texto ficou em cartaz durante quatro anos na Broadway. Depois foi transformado em filme, com Michael Caine no papel principal e direção de Sidney Lumet. “Mas será que o thriller funciona no teatro brasileiro?”, questiona a diretora Susane Walker. Recentemente, Marcos Caruso obteve boa acolhida do público ao protagonizar o misterioso Em Nome do Jogo. Mas incursões dos diretores nacionais por esse tipo de dramaturgia ainda são uma raridade. Em A Armadilha uma série de revelações e reviravoltas pretendem prender a atenção do espectador. Conta-se a história de Sidney (Jorge Minicelli), dramaturgo que obteve imensa repercussão com uma de suas peças e, depois disso, nunca mais conseguiu escrever algo que não fosse um fracasso. A cena inicial traz o autor diante de um convite ao crime: seu aluno escreveu uma peça pronta para estourar nas bilheterias. E ele, sem conseguir livrar-se do seu bloqueio criativo, poderia assumir a autoria do provável sucesso se matasse o seu verdadeiro autor. Matéria completa: http://goo.gl/AOu8FZ
  18. 18. Texto do premiado autor Ira Levin é encenado pela primeira vez no Brasil O espetáculo ‘Armadilha’ marca a estreia da Cia Goya de Teatro Tramas policiais são vistas, muitas vezes, como manifestações menores do cinema e da literatura. No teatro não é diferente. E talvez o olhar demeritório seja ainda mais agudo. Foi movida pela vontade de explorar e encenar textos do gênero que a Cia. Goya de Teatro foi criada. Uma trajetória que deve ter largada hoje, no Espaço Parlapatões, com a estreia de A Armadilha. Escrito pelo norte-americano Ira Levin, o texto ficou em cartaz durante quatro anos na Broadway. Depois foi transformado em filme, com Michael Caine no papel principal e direção de Sidney Lumet. Matéria completa: http:/ /goo.gl/XpZLPl
  19. 19. www.ciagoya.com.br
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