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Jornal do Commercio - Caderno da Copa 2010 - 12/07/2010 - Pág 10
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Jornal do Commercio - Caderno da Copa 2010 - 12/07/2010 - Pág 10

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Décima página do caderno da Copa 2010 do Jornal do Commercio, no dia 12 de julho de 2010, um dia após a final, traz os destaques do torneio, em matéria de João de Andrade Neto.

Décima página do caderno da Copa 2010 do Jornal do Commercio, no dia 12 de julho de 2010, um dia após a final, traz os destaques do torneio, em matéria de João de Andrade Neto.

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  • 1. mundial da África » www.jc.com.br/copa 2010 EMOÇÃO E POUCOS GOLS Primeira Copa no continente africano teve a segunda pior média de gols da história, mas também será lembrada por jogos emocionantes João de Andrade Neto te, com o quarto lugar. rionda foi tamanha que fez a Fifa desculpar- pos), que teve média de gols de 2,21. Há qua- maiores frangos da história. jneto@jc.com.br Se não foi um primor de técnica, a Copa se publicamente e admitir a possibilidade do tro anos, na Alemanha, a média foi de 2,29. Com relação à seleção brasileira, apenas la- pode ser considerada uma das mais emocio- uso da tecnologia em lances polêmicos. Diretamente ligada aos gols (ou a falta mentações. Eliminada nas quartas de final pe- A Copa da África do Sul, a primeira no continente africano, ficará marcada na história pelo primeiro título mun- dial da Espanha. Mas também por outros fatos, como a inédita eliminação dos dois nantes dos últimos anos. Jogos com alto teor de dramaticidade não faltaram como o épico duelo entre Uruguai e Gana, pelas quartas de final. Outro jogo marcante foi a goleada da Alemanha sobre a Inglaterra, pelas oitavas, Mas apesar das goleadas de Portugal sobre a Coreia do Norte por 7x0 na Coreia do Norte, e do poder ofensivo da Alemanha, o melhor ataque do Mundial com 16 gols, a Copa da África do Sul chega ao fim com a segunda deles), a bola oficial da competição, a Jabu- lani, também deu o que falar. Campeã de vendas, foi criticada por treinadores e joga- dores, principalmente os goleiros, desde a fase de preparação das seleções. O primeiro la vice-campeã Holanda, a terceira sofrida em Mundiais, o Brasil terminou em sexto lugar, sua pior colocação desde a Copa de 1990, quando foi o 11º. Kaká se juntou ao portu- guês Cristiano Ronaldo, ao inglês Rooney e últimos finalistas (a campeã Itália e vice que contou com um dos maiores erros de arbi- pior média de gols por partida da história: a sentir os “poderes” da Jabulani foi o in- ao italiano Cannavarro como uma das estre- França) ainda na primeira fase ou a ressur- tragem da história (o gol não marcado de 2,26. Foram 145 gols em 64 jogos. A marca só glês Robert Green. Na estreia da Inglaterra, las apagadas da Copa. E Felipe Melo acabou reição do Uruguai, que após 40 anos no os- Lampard, com a bola entrando 33 centíme- ficou à frente da registrada na Copa da Itália, contra os Estados Unidos, ele aceitou um simbolizando o futebol “brucutu” de uma no- tracismo voltou a figurar no pelotão de eli- tros). A falha do árbitro uruguaio Jorge Lar- em 1990 (considerada a pior de todos os tem- chute de longe de Dempsey, em um dos va e fracassada Era Dunga.

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