Excertos importantes
Os Maias, edição Livros do Brasil

Cap.I
 Análise comparativa da descrição do jardim do Ramalhete - ...
o

p. 68-69 – caracterização de Eusebiozinho – parágrafo “D. Ana Silveira, a solteira e mais velha...”
até, p. 69, final d...
Cap. VI
 Vila Balzac
Início do capítulo até, p. 146, final do parágrafo “-Eu – dizia o Ega, passeando pela sala...”
 Rea...
P. 205-211 – parágrafo “Ao fim dessa semana...” até, p. 211, final do parágrafo “O Ega desta vez não
fantasiara...”
 Carl...
p. 343 – parágrafo “Era apenas um doente...”

Cap. XI
 Carlos conhece Mª Eduarda, numa consulta em casa dela
Início do ca...
 Carlos termina a relação com a Gouvarinho
P. 441- final do capítulo – parágrafo “Abriu a portinhola...” até ao final do ...
 Carta de Maria Monforte
p. 636 – Parágrafo “Como a Maria teve a pequena...”
 Revelações de Ega a Carlos
p. 642-643 – pa...
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  1. 1. Excertos importantes Os Maias, edição Livros do Brasil Cap.I  Análise comparativa da descrição do jardim do Ramalhete - Simbologia. p. 6 – “... o Ramalhete possuía apenas...” até “... enegrecendo a um canto na lenta humidade das ramagens silvestres.”; p.10 – (final do parágrafo “A casa, depois de arranjada...”) “Não era decerto o jardim de Santa Olávia...” até “... gota a gota na bacia de mármore.”; p. 710 – (parágrafo “Ega sentara-se...”) “Em baixo o jardim...” até “...numa face que se anuvia.”.  Afonso da Maia: p.12 até 17 – parágrafo “Afonso era um pouco baixo, maciço...” (p.12) até final do parágrafo “Teve relações; estudou a nobre e rica literatura...” (p.17) Cap.I e II  Pedro da Maia e Maria Monforte: Caracterização de Pedro: o p.17 a 22 – parágrafo “Odiando tudo o que era inglês...” (p. 17) até final do parágrafo “E havia agora uma ideia que, a seu pesar...” Relação entre Pedro e Maria Monforte: o p. 22 – primeira vez que Pedro vê Maria Monforte – parágrafo “Mas um dia, excessos e crises findaram...” até p. 23, final do parágrafo “Havia dois anos, justamente quando Pedro perdera a mamã...”:  confrontar com o primeiro encontro de Carlos e Maria Eduarda, p. 156, parágrafo “Estavam então no peristilo do Hotel Central...”; o p. 26-27 – o início do amor – parágrafo “Nunca Maria Monforte aparecera mais bela...” (p.26) até p. 27, final do parágrafo “Os velhos amigos de Afonso da Maia...”; o p. 29 - final do capítulo – relacionamento, primeira vez que Afonso vê Maria Monforte e confronto entre Pedro e Afonso – parágrafo “No Verão, Pedro partiu para Sintra...” (p. 29) até final do capítulo I; o p. 35-37 – a vida social do casal – parágrafo “Começara então uma existência festiva...” (p. 35) até p. 37, final do parágrafo “Colava o seu belo seio contra o peito dele...”; o p. 38 - origem do nome Carlos Eduardo – parágrafo “Para abrandar desde já o papá...” o p. 44 – final do capítulo – fuga de Maria Monforte e suicídio do Pedro – parágrafo “Uma sombria tarde de Dezembro...2 até ao final do capítulo. Cap. III  Educação de Carlos (sistema inglês) Vs. Educação de Pedro e Eusebiozinho (tradicional portuguesa) p. 57-58 – parágrafo “Mas o Teixeira, muito grave, muito sério...” até , p. 58, final do parágrafo “-Sabe Vossa Senhoria, apenas veio o mestre inglês...”; p. 61-69; - parágrafo “Então Carlos, estendendo o braço por cima da mesa...” até, p. 69, final do parágrafo “Assim na família tinha a sua carreira destinada...”
  2. 2. o p. 68-69 – caracterização de Eusebiozinho – parágrafo “D. Ana Silveira, a solteira e mais velha...” até, p. 69, final do parágrafo “Assim na família tinha a sua carreira destinada...” p. 73 – brincadeira de Carlos com Eusebiozinho – parágrafo “De repente, porém, de um salto...” até final do parágrafo “O Eusebiozinho foi então preciosamente...”; p. 75-76 – parágrafo “Uma porta fechando-se abafou-lhe o clamor...” até, p. 76, final do parágrafo “Como ao outro dia era domingo...”; p. 78 – parágrafo “Afonso da Maia, no entanto, com as pernas estiradas...” Cap.IV  Final da analepse inicial – p. 95 – parágrafo “E então Carlos Eduardo partira...”  Intriga central - Caracterização de Carlos: p. 96-98 – parágrafo “Era decerto um formoso e magnífico moço, alto...” até, p. 98, final do parágrafo “As semanas foram passando nestes planos...”  Planos de Carlos p. 97-98 – parágrafo “Carlos pensara em arranjar um vasto...” até, p. 98, final do parágrafo “-E o consultório, meu senhor...”  Decoração do consultório de Carlos p. 99 – parágrafo “Carlos mobilou-o com luxo...”  A ociosidade de Carlos p. 102-103 – parágrafo “O seu gabinete, no consultório...” até, p. 103, “-Dia perdido!”  Proposta de Ega em organizar um cenáculo p. 108 – parágrafo “-É necessário reorganizar essa vida...” até, p. 109, final do parágrafo “E imediatamente voltou à sua ideia...”  Crítica ao país p. 109 – parágrafo “-Enfim – exclamou o Ega – se não aparecerem...”  O livro do Ega p. 111 – parágrafo “O livro do Ega! Fora em Coimbra...” até ao final do capítulo. Cap. V – início da vida social de Carlos  O ócio na vida de Carlos p. 128-129 – parágrafo “O laboratório de Carlos estava pronto...” até, p. 129, final do parágrafo “”Carlos realmente não tinha tempo...”  Livro do Ega – As memórias de um Átomo p. 132-134 – parágrafo “Dias depois, Carlos, no consultório...” até, p. 133, final do parágrafo “E foi grunhindo impropérios...”  “Gouvarinhar” p. 135 – parágrafo “-Ouve cá. Tinha-me esquecido...” até ao final do parágrafo “Depois daquele dia tristonho de aguaceiros...” p. 141- final do capítulo – parágrafo “Na terça-feira prometida Ega...” até final do capítulo
  3. 3. Cap. VI  Vila Balzac Início do capítulo até, p. 146, final do parágrafo “-Eu – dizia o Ega, passeando pela sala...”  Reação de Carlos à Gouvarinho p.150-151 – parágrafo “Depois de pé, com os olhos no tapete...” até, p. 151, final do parágrafo “Carlos, no entanto, fumando preguiçosamente...”  1ª visão de Maria Eduarda à entrada do Hotel central p.156-157 - parágrafo “Estavam então no peristilo do Hotel Central...” até, p. 157, final do parágrafo “-Bem sei! Os Castro Gomes...”  Jantar no Hotel Central Dâmaso Salcede – p. 157-158 – parágrafo “O sr. Dâmaso Salcede, que não despregava...” até, p.158, final do parágrafo “-Ah, lá isso influência tem...” Alencar – p. 159-160 – parágrafo “E apareceu um indivíduo muito alto...” até, p. 160, final do parágrafo “Teu pai – dizia ele – o meu Pedro...” Cohen – p. 161 – parágrafo “Cohen, um homem baixo...” Típico ser português – p. 162 – parágrafo “Falou-se logo do crime da Mouraria...” até “Esse mundo de fadistas, de faias, parecia a Carlos merecer um estudo, um romance...” Realismo vs Romantismo – p. 162-164 – parágrafo “Esse mundo de fadistas, de faias, parecia a Carlos merecer um estudo, um romance...” até, p. 164, final do parágrafo “-Vocês estão gastando cera com ruins defuntos...” Finanças – p. 165-166 – parágrafo “-Então, Cohen, diga-nos você, conte-nos cá...” até, p. 166, final do parágrafo “E, lembrando-se que algumas dessas...” Crítica ao país – invasão espanhola – p. 167-170 – parágrafo “-Portugal não necessita de reformas...” até, p.169, final do parágrafo “O Cohen queria dizer...” Realismo vs Romantismo – p. 172-176 – parágrafo “Mas ambos se voltaram ouvindo...” até, p. 176, final do parágrafo “Abraçaram-se. Alencar jurou...” Dâmaso – p. 176-178 – parágrafo “-Que tipo! – exclamou Dâmaso...” até, p. 178, final do parágrafo “Bom meu rapaz, este Dâmaso...” Descrição do momento em que Carlos soube da verdade em relação a sua mãe – p. 182-184 – parágrafo “E isto fê-lo insensivelmente...” até, p. 184, final do parágrafo “Carlos recordava-se...” Cap. VII  Dâmaso p. 190-193 – “Este dia pareceu belo a Dâmaso...” até, p.193, final do parágrafo “E foi realmente com um ar blasé...”  Steinbroken p. 201 – parágrafo “Chegara ao fim da Rua do Alecrim...”  2ª visão de Maria Eduarda – desperta a sua vontade de a conhecer p.202-205 – parágrafo “Mas Carlos não escutava, nem sorria já...” até, o. 205, final do parágrafo “E pensar que toda essa semana...”  Condessa de Gouvarinho visita Carlos no consultório
  4. 4. P. 205-211 – parágrafo “Ao fim dessa semana...” até, p. 211, final do parágrafo “O Ega desta vez não fantasiara...”  Carlos quer conhecer Maria Eduarda e convida Cruges para ir a Sintra p. 216- final do capítulo – parágrafo “Carlos ficou ainda um momento...” até final do capítulo. Cap. XVIII  Carlos vai para Sintra Real motivo da ida a Sintra - p. 222 - parágrafo “Carlos, no entanto, pensava no motivo...” Encontro de Carlos com Eusebiozinho – p. 225-231 – parágrafo “O cocheiro levou o break...” até, p. 231, final do parágrafo “E, logo atrás dele...” Encontro de Carlos e Alencar – p. 234- até ao final do capítulo – parágrafo “Um som de rodas interrompeu-os...” Cap. IX  Dâmaso chama Carlos para ir a casa dela ver Rosicler (a filha), mas não se encontra com Mª Eduarda p.257 – parágrafo “Carlos ainda se demorou...”  Descrição simbólica do interior da sua casa p. 260-261 – parágrafo “Carlos ficou só, na intimidade...” até final do parágrafo “Mas o olhar de Carlos...”  Ega é descoberto p. 269-272 – parágrafo “Então Carlos, curioso...” até, p. 272, final do parágrafo “-Não faço ideia nenhuma...”  Carlos envolve-se com a Condessa de Gouvarinho em casa dela p.297 – parágrafo “Mas a flor que ela lhe queria...” até final do parágrafo “Insensivelmente, irresistivelmente...” Cap. X  3ª visão de Mª Eduarda em frente ao Grémio p-305 – parágrafo “Foram seguindo pelo meio da rua...”  O verdadeiro patriotismo p. 308-310 – parágrafo “O velho sorriu, amaciando o seu gato...” até, p. 310, final do parágrafo “-Mandei fazer para o dia...”  Corrida de cavalos p. 312-341 – parágrafo “No domingo seguinte, pelas duas horas...” até, p. 341, final do parágrafo “Daí a pouco, a trote...” p. 313-315 – caracterização do espaço – parágrafo “À entrada para o hipódromo...” até, p.315, final do parágrafo “Defronte a pista estava deserta...” p. 323 – desinteresse – parágrafo “Enquanto a si estava contente...” p. 324-326 – momento de desordem – parágrafo “De repente, fora, houve rebuliço...” até, p. 326, final do parágrafo “Ao lado dele, Clifford...”  Bilhete de Maria Eduarda
  5. 5. p. 343 – parágrafo “Era apenas um doente...” Cap. XI  Carlos conhece Mª Eduarda, numa consulta em casa dela Início do capítulo até p.358 – “-Até amanhã, Niniche!” Presságios – pág. 346  Similitude dos nomes – presságio p. 346 – parágrafo “Maria Eduarda! Era a primeira vez...”  Simbologia – as três gerações Maia p. 347 – parágrafo “Quando ele finalmente...”, especificamente “... onde murchavam três lírios brancos...”  Presságios Parecenças entre Mª Eduarda e Afonso - p. 368 – parágrafo “Foi um encanto para Carlos...” Mª Eduarda conhece Mr. Guimarães - p.369 – parágrafo “Carlos fez-se escarlate...” até ao final do parágrafo “Ela encolheu mudamente os ombros...” Cap. XII  Jantar dos Gouvarinho Discussões em torno de Portugal, escravatura, estrangeiro, educação das mulheres - p. 390, parágrafo “De repente ouviu o seu nome...” até, p. 400, final do parágrafo “E penetraram na sala...” Exposição da falta de cultura de Sousa Neto (durante as discussões anteriores) – p. 402, parágrafo “Carlos e Ega foram os derradeiros a sair...” até “-Ora de qual! De qual há-de ser?... Da Instrução Pública!”  Maria Eduarda pergunta a Carlos se conhece alguma casa para alugar p. 406-407 - parágrafo “E com uma súbita ideia...” até, p. 407, final do parágrafo “O Domingos entrara com o tabuleiro...” casa de Craft;  Declaração de amor de Carlos e início do romance p. 408-412 – parágrafo “Calou-se; mas os seus belos olhos ficaram...” até, p. 412, “Ele tomou o chapéu, e saiu.”  Carlos revela a Ega o seu amor por Mª Eduarda e os seus planos para fugir com ela p. 417- final do capítulo – parágrafo “e contou-lhe tudo miudamente...”, até, p. 419, final do capítulo Cap. XIII  Dâmaso difama o amor de Carlos e Mª Eduarda p.422-423 – parágrafo “-Tu não tens visto o Dâmaso’” até, p. 423, final do parágrafo “Mas depois, ao regressar...”  Descrição da TOCA - Simbologia p. 431-437 – parágrafo “Começaram pelo segundo andar...” até, p. 437, final do parágrafo “Sentaram-se ao pé da janela...”  Consumação do incesto p. 438 – parágrafo “Maria Eduarda deixou-se...” até ao final do parágrafo “Carlos arrancou a coberta do leito...”
  6. 6.  Carlos termina a relação com a Gouvarinho P. 441- final do capítulo – parágrafo “Abriu a portinhola...” até ao final do capítulo Cap. XIV  Presságio – Parecença de Carlos com a mãe p. 471 – parágrafo “-Sabes tu com quem te pareces...” até final do parágrafo “-Tens razão – disse ela...”  Castro Gomes revela a Carlos que Mª Eduarda não é sua mulher, nem Rosa sua filha. p. 480-482 – parágrafo “-O meu caso é este, sr. Carlos da Maia...” até, p. 482, final do parágrafo “Parto esta noite...” Reação de Carlos a esta notícia – p. 483-489 – parágrafo “Carlos ficara caído numa cadeira...” até, p. 489, final do parágrafo “Imediatamente dada esta ordem...” Mª Eduarda confessa o seu passado a Carlos – p.497 até ao final do capítulo – parágrafo “Ele cedeu à suplicação humilde...” até ao final do capítulo. Cap. XV  Projetos para o casamento  Artigo da Corneta do Diabo p.530-544 – parágrafo “Caminhando sobre as acácias...” até, p. 544, final do parágrafo “-E agora salta...” Carlos pretende desafiar Dâmaso para um duelo ou uma declaração pública – p. 551-563 – parágrafo “A casa do Dâmaso, velha...” até, p. 563, final do parágrafo “E não se conteve mais...” Publicação no jornal “A Tarde” – p.571-573 – parágrafo “Subitamente, com uma ideia...” até, p.573, final do parágrafo “-Vai depois! Gritou o Neves...” Cap. XVI  Sarau da Trindade Rufino – p. 586-591 – parágrafo “E com efeito, quando pela escada...” até. P. 591, final do parágrafo “Apoiado! – mugiu na coxia...” Cruges – p.595-597 – parágrafo “O velho democrata desaparecera...” até, p. 597, final do parágrafo “Começou então uma debandada...” Alencar – p. 607-612 – parágrafo “Já o Alencar estaria...” até, p.612, final do parágrafo “E ao longo da coxia...”  Carlos confronta Eusebiozinho – p. 603-606 – parágrafo “Em torno correram risos...” até, p. 606, final do parágrafo “Ele mesmo lhe apanhou...”  Revelação de Mr. Guimarães a Ega – p. 615-623 – parágrafo “-Muito agradecido a Vossa Excelência...” até, p.623, final do parágrafo” Felizmente um trem avançava...”Revelações de Guimarães a Ega  Dúvidas de Ega – p. 623-final do capítulo – parágrafo “Na carruagem, através do Aterro...” até ao final do capítulo – pp.615-616 Cap. XVII  Ega conta a Vilaça p.631-633 – parágrafo “Uma senhora brasileira...” até, p. 633, “-E você, Vilaça, é que tem de lho dizer.”
  7. 7.  Carta de Maria Monforte p. 636 – Parágrafo “Como a Maria teve a pequena...”  Revelações de Ega a Carlos p. 642-643 – parágrafo “E Ega, miudamente, contou a sua longa...” até, p.643, final do parágrafo “-Já ia sucedendo...”  Revelações de Carlos a Afonso p. 643-645 – parágrafo “Então Carlos, no ardente...” até, p. 645, final do parágrafo “E Carlos diante dele vergava...”  Sofrimento de Afonso – indício de morte P. 645-646 – parágrafo “Por fim Afonso ergueu-se...” até, p. 646, final do parágrafo “Ega ainda balbuciou...”  Dúvidas de Carlos p. 652-654 – parágrafo “Ia à Rua de S. Francisco...” até, p. 654, final do parágrafo “Por isso ia – e ao longo do Aterro...”  Incesto consciente p. 657-658 – parágrafo “Então Carlos deu um passo...2 até, p. 658, final do parágrafo “Ele tenteava, procurando...”  Morte de Afonso p. 668-672 – parágrafo “O sol ia alto, um barulho passou...” até, p. 672, final do parágrafo “De novo as lágrimas lhe correram...”  Revelações de Ega a Maria Eduarda p. 683-684 – parágrafo “Então Ega teve só um desejo...” até, p.684, final do parágrafo “-Tudo é uma fatalidade...”  Partida de Maria Eduarda p. 686 –até ao final do capítulo – parágrafo “No dia seguinte...” até ao final do capítulo Cap. XVIII  Partida de Carlos e Ega para uma viagem pelo mundo – início do capítulo  Após dez anos nada mudara em Portugal  O Chiado representa Portugal do presente, o país decadente da regeneração p. 697-698 – parágrafo “estavam no Loreto...” até ao final do parágrafo “Era o Dâmaso...”  Avenida – Passeio público – a decadência p. 701-702 – parágrafo “Num claro espaço...”  Jardim do Ramalhete p. 710 – (parágrafo “Ega sentara-se...”) “Em baixo o jardim...” até “...numa face que se anuvia.”.  “Falhámos a vida, menino!” p.713-714 – parágrafo “Carlos considerou Ega com espanto...”até, p.714, final do parágrafo “-E que somos nós?...”

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