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  • AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS -ANP É O ÓRGÃO RESPONSÁVEL DE REGULAR E FISCALIZAR AS ATIVIDADES RELATIVAS À PRODUÇÃO, CONTROLE DE QUALIDADE, DISTRIBUIÇÃO, REVENDA E COMERCIALIZAÇÃO DO BIODIESEL E DA MISTURA ÓLEO DIESEL-BIODIESEL (BX). * A Lei n° 11.097, publicada em 13 de janeiro de 2005, introduziu o biodiesel na matriz energética brasileira e ampliou a competência administrativa da ANP, que passou, desde então, a denominar-se Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. A partir da publicação da citada lei, a ANP assumiu a atribuição de regular e fiscalizar as atividades relativas à produção, controle de qualidade, distribuição, revenda e comercialização do biodiesel e da mistura óleo diesel-biodiesel (BX).
  • O MOTOR A DIESEL OU MOTOR DE IGNIÇÃO POR COMPRESSÃO É UM MOTOR DE COMBUSTÃO INTERNA INVENTADO PELO ENGENHEIRO ALEMÃO RUDOLF DIESEL (1858-1913), EM QUE A COMBUSTÃO DO COMBUSTÍVEL SE FAZ PELO AUMENTO DA TEMPERATURA PROVOCADO PELA COMPRESSÃO DA MISTURA INFLAMÁVEL. It had been preceded by two experimental motors in 1982/93 and 1894. However, they did not work satisfactorily. No motor diesel não existe uma aspiração, mas sim uma injecção de óleo (combustível) no momento de máxima compressão, a alta taxa de oxigênio faz com que o óleo entre em combustão, produzindo a explosão sem a necessidade da ignição eléctrica.
  • Ciclo OTTO 1ºtempo Admissão: A válvula se abre admitindo uma mistura de ar+combustível, pulverizando-o em forma gasosa. Nesse momento, o pistão está descendo. 2ºtempo Compressão: Ao subir, o pistão vem comprimindo a mistura contida na câmara de combustão, visando atingir o ponto máximo. Nesse instante, a mistura começa a aquecer, devido ao contato com as partes quentes do bloco do motor. 3ºtempo Combustão: No ponto máximo, ponto morto superior (PMS), essa mistura recebe uma descarga elétrica (centelha). O resultado desta reação termoquímica é a geração de uma ação exotérmica, quando então a mistura libera calor, forçando o pistão para baixo (PMI) ponto morto inferior, com extrema força, movimentando o conjunto pistão/biela, que transmitem este movimento ao virabrequim, gerando assim, a energia mecânica. 4ºtempo Descarga: Nesse tempo, o pistão começa novamente a subir, expulsando os gases queimados, através da válvula de escape, completando dessa forma os quatro tempos de um motor à combustão. No ciclo Diesel, os tempos funcionam de maneira semelhante ao ciclo Otto, a diferença entre eles, se dá na Admissão (1ºtempo), onde este aspira somente ar, com ausência de combustível, que só será pulverizado no final da compressão (2ºtempo), onde o contato com o ar atmosférico comprimido resulta na combustão, devido à propriedade termodinâmica apresentada pelo óleo diesel.
  • É um teste que permite que se tenha uma rápida indicação visual da qualidade e até mesmo identificar uma contaminação do produto. O diesel deve apresentar-se límpido e isento de materiais em suspensão como poeira, ferrugem, água, etc. Estes contaminantes, quando presentes, podem reduzir a vida útil dos filtros dos veículos e equipamentos e prejudicar o funcionamento dos motores.
  • A densidade de um combustível para motores diesel é uma propriedade fundamental, pois a bomba injetora e os injetores são construídos para dosar volumes pré-determinados de um combustível-padrão, enquanto que o fator determinante na câmara de combustão é a relação entre massas de ar e de combustível. Assim, mudanças na densidade do combustível produzem efeitos sobre a combustão. AS REGULAGENS DE COMBUSTÍVEL DO MOTOR NÃO DEVEM COMPENSAR A PERDA DE POTÊNCIA COM COMBUSTÍVEIS MAIS LEVE. * A VIDA DOS COMPONENTES DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL PODE DIMINUIR COM COMBUSTÍVEIS MUITO LEVES PORQUE A LUBRIFICAÇÃO SERÁ MENOS EFICIENTE (DEVIDO À BAIXA VISCOSIDADE). * EXCESSO DE METANOL OU ETANOL NO BIODIESEL PODE REDUZIR A MASSA ESPECÍFICA.
  • UM COMBUSTÍVEL PESADO TENDE A CRIAR MAIS FORMAÇÕES DE DEPÓSITOS NA CÂMARA DE COMBUSTÃO , QUE PODEM CAUSAR DESGASTE ANORMAL DE CAMISA E ANEL. * TIPO DE MATÉRIA-PRIMA; REAÇÃO INCOMPLETA.
  • VERIFICAR TEOR DE GLICERINA - VERIFICAR TEOR DE TRIACILGLICERÍDEOS – REAÇÃO COMPLETA; VERIFICAR TEOR DE ÉSTER – REAÇÃO COMPLETA;
  • * É A MENOR TEMPERATURA NA QUAL O BIODIESEL, AO SER AQUECIDO PELA APLICAÇÃO DE UMA CHAMA SOB CONDIÇÕES CONTROLADAS, GERA UMA QUANTIDADE DE VAPORES QUE SE INFLAMAM. NÃO ESTÁ DIRETAMENTE RELACIONADO À PERFORMANC E DO MOTOR . PARÂMETRO IMPORTANTE PARA MANUSEIO, TRANSPORTE E ARMAZENAGEM DO COMBUSTÍVEL.
  • Não tem como usar gasolina ou álcool em um motor a diesel. Haveria a detonação dos mesmos com o pistão ainda efetuando a compressão, ou seja, a explosão se daria antes do ponto correto e com o pistão ainda subindo na fase de compressão, o que acarretará danos ao motor. As taxas de compressão de um motor diesel, se não me falha a memória são superiores a 20 para 1. No motor a gasolina são pouco superiores a 8 para 1, pelo que recordo creio que é 8,5 para 1. No motor a álcool as taxas são um pouco mais altas que o motor a gasolina, porém são próximas a 9 ou 10 para 1. Quanto maior a taxa de compressão, melhor será a eficiência da queima do combustível. Porém os motores a álcool e gasolina não tem como utilizar maiores taxas de compressão justamente devido a detonação do combustível, eles (gasolina e álcool) explodirão quando forem alcançadas taxas de compressão maiores do que as citadas. Pelo mesmo motivo não podemos utilizar o diesel nos motores a gasolina e a álcool, nem mesmo misturado com estes. Como ele explode com taxas de compressão mais elevadas, e tende a não ter uma boa queima junto com a gasolina e o álcool, ele se acumulará entre os anéis do pistão e tenderá a explodir ali devido as pressões que são atingidas, o que danificará estes motores também.
  • Verificar TEOR DE ÁLCOOL. A MEDIDA CORRETIVA PROPOSTA É AQUECIMENTO À VÁCUO PARA RETIRADA DO ÁLCOOL. Por isso os limites de álcool são muito baixos: <0,1%
  • Verificar relação cSt e mm2
  • PROCESSOS DE POLIMERIZAÇÃO E/OU DEGRADAÇÃO TÉRMICA OU OXIDATIVA ELEVAM A VISCOSIDADE .
  • COMBUSTÍVEL DE VISCOSIDADE ALTA AUMENTARÁ O DESGASTE DO TREM DE ENGRENAGENS, E CONJUNTO DE BOMBAS INJETORAS, DEVIDO À PRESSÃO DE INJEÇÃO MAIOR. O COMBUSTÍVEL SE ATOMIZA COM MENOS EFICIÊNCIA E O MOTOR TERÁ MAIS DIFICULDADE NA PARTIDA. A REDUÇÃO EXCESSIVA DA VISCOSIDADE RESULTA EM PERDAS INTERNAS DA BOMBA INJETORA, POR VAZAMENTO, REDUZINDO O VOLUME LIBERADO PARA O INJETOR E RETARDANDO A ABERTURA DA AGULHA DO INJETOR.
  • VERIFICAR TEOR DE MONO-, DI- E TRIACILGLICERÍDEOS E TEOR DE ÉSTER A reação incompleta é verificada pelos ensaios de TEOR DE MONO-, DI- E TRIACILGLICERÍDEOS E TEOR DE ÉSTER. A medida corretiva proposta é reprocessar o lote.
  • TEMPERATURA MAIS BAIXA NA QUAL É POSSÍVEL OPERAR SEM QUE OCORRA FORMAÇÃO DE CERAS E CRISTAIS PODEM INTERROMPER O FLUXO DO COMBUSTÍVEL POR ENTUPIMENTO DE FILTRO.
  • Quem faz este ensaio?
  • Cetano - C16H34 (NC = 100) E ALFAMETILNAFTALENO (NC = 0).
  • *O NÚMERO DE CETANO PODE INFLUENCIAR A EMISSÃO DE NO X , BARULHO DO MOTOR E FUMAÇA BRANCA. *INFLUENCIADO PELO METANOL/ETANOL REMANESCENTE DO PROCESSO. SE ELES FOREM ELEVADOS PODEM REDUZIR O NÚMERO DE CETANO.
  • *O NÚMERO DE CETANO PODE INFLUENCIAR A EMISSÃO DE NO X , BARULHO DO MOTOR E FUMAÇA BRANCA. *INFLUENCIADO PELO METANOL/ETANOL REMANESCENTE DO PROCESSO. SE ELES FOREM ELEVADOS PODEM REDUZIR O NÚMERO DE CETANO.
  • OS RESÍDUOS SÃO PROVENIENTES DE RESÍDUOS DO CATALISADOR, INSAPONIFICÁVEIS, GLICERINA REMANECENTE E FORMAÇÃO DE SABÃO NO PROCESSO.
  • Basicamente o equipamento aquece a amostra a ????? Graus, sob atmosfera de nitrogênio com rampas programadas de aquecimento.
  • uma bomba centrífuga de baixa pressão e alta vazão que recalca a água do radiador para o bloco do motor.
  • ETAPAS DE LAVAGEM; REMOÇÃO DOS CATALISADORES.
  • AS CINZAS SÃO BASICAMENTE CONSTITUÍDAS DE SAIS INORGÂNICOS (ÓXIDOS METÁLICOS DE SÓDIO OU POTÁSSIO NO CASO DO BIODIESEL) QUE SÃO FORMADOS APÓS A COMBUSTÃO DO PRODUTO E SE APRESENTAM COMO ABRASIVOS. A PRESENÇA DE SÓDIO E POTÁSSIO NO BIODIESEL INDICA RESÍDUOS DO CATALISADOR UTILIZADO DURANTE A REAÇÃO DE TRANSESTERIFICAÇÃO E QUE NÃO FORAM REMOVIDOS NA SUA TOTALIDADE NO PROCESSO DE PURIFICAÇÃO DO BIODIESEL.
  • AS PARTÍCULAS SÓLIDAS AQUECIDAS FUNCIONAM COMO SEMENTES DE CHAMA DURANTE A FASE DE COMPRESSÃO, FAZENDO COM QUE A MISTURA SOFRA COMBUSTÃO EM DIFERENTES LOCAIS E FORA DO TEMPO DETERMINADO, PODENDO APARECER O FENÔMENO DA DETONAÇÃO
  • Presença de metais como Na, K, Ca, Mg provenientes do catalisador ou dos processos de lavagem.
  • provocar obstrução no sistema de injeção, quando este for injetado na câmara de combustão
  • REMOVER O CATALISADOR
  • *DEPENDE DA QUANTIDADE DE INSAPONIFICÁVEIS NA MATÉRIA-PRIMA E DO PROCESSO: COMO PARÂMETROS OPERACIONAIS DA REAÇÃO COMO (TEMPO, TEMPERATURA, ÁGUA E ÁCIDOS GRAXOS LIVRES, ÁLCOOL). * NÃO AFETA DIRETAMENTE A PERFORMANCE OU DURABILIDADE DO MOTOR MAS PODE INDICAR QUE OUTROS PARÂMETROS NÃO ESTÃO BONS, COMO METANOL/ETANOL RESIDUAL E RESÍDUOS DE CATALISADORES (NA, K, S, ENTRE OUTROS)
  • Os combustíveis pesados usualmente tem teor de enxofre alto. Os combustíveis destilados tem em geral, teor de enxofre mais baixo porque o enxofre pode ser reduzido ou eliminado durante o processo de refino. Você deve informar-se sobre o teor de enxofre do seu combustível. Enxofre acima de 0,5% pode reduzir, severamente, a vida do motor, a menos que sejam tomadas medidas apropriadas.
  • Quando o óleo diesel contendo enxofre é queimado na câmara de combustão do motor, formam-se óxidos de enxofre que reagem com vapor de água para criar ácido sulfúrico. Do mesmo modo que o ácido sulfúrico, se esses vapores ácidos condensarem-se, atacam as superfícies metálicas das guias de válvula e camisas e podem afetar os mancais. Por exemplo, quando a temperatura das camisas está Mais baixa do que o ponto de orvalho do ácido sulfúrico e o óleo lubrificante não tem reserva alcalina suficiente para neutralizar o ácido, as camisas podem desgastar-se dez vezes mais rapidamente. Quando ocorre avaria pelo enxofre do combustível, haverá mudança muito pequena na potência do motor. Mas, o desgaste corrosivo, freqüentemente, leva ao consumo excessivo de óleo e sopro, ocasionando reforma geral prematura e dispendiosa. O enxofre no combustível pode aumentar a emissão de particulados. Combinado com água dentro do sistema de injeção pode formar ácido súlfúrico e assim causar corrosão nas partes metálicas do sistema de injeção.
  • ELEVADO ÍNDICE DE IODO PODE APRESENTAR ESTABILIDADE À OXIDAÇÃO RUIM.
  • O TESTE DE CORROSÃO DA TIRA DE COBRE É UM PROCEDIMENTO LARGAMENTE ACEITO PARA AVALIAR AS PROPRIEDADES CORROSIVAS DE ÓLEOS E COMBUSTÍVEIS EM RELAÇÃO AO COBRE.
  • Os componentes do motor e o combustível diesel são feitos para serem compatíveis.
  • O sabão tende a reagir com o cálcio e o magnésio formando um resíduo insolúvel
  • No caso dos óleos (PROVENIENTE DE FERTILIZANTES)
  • PROVENIENTE DAS CARACTERÍSTICAS DO ÓLEO OU GORDURA, ONDE O ÍNDICE DE ACIDEZ DO ÓLEO OU GORDURA PODE RECEBER CORREÇÃO
  • MAIOR PRESENÇA DE MONO-, DI-, TRIACILGLICERÍDEOS AUMENTA A VISCOSIDADE DE BIODIESEL, REDUZINDO O EFEITO SPRAY NA INJEÇÃO , DIFICULTANDO A COMBUSTÃO E CARBONIZANDO OS CILINDROS. IMAGEM – FONTE: HTTP://WWW.AUTHORSTREAM.COM/PRESENTATION/HAGGRID-53763-BIODIESELFUELQUALITY-PT1-BIODIESEL-FUEL-QUALITY-PROPER-HANDLING-NATIONAL-BOARD-HISTORY-BIODIESELFUELQU-EDUCATION-PPT-POWERPOINT/
  • GLICERINA TOTAL: REFAZER A REAÇÃO DE TRANSESTERIFICAÇÃO
  • Piridina catalisa a derivatização
  • Figure 2: Equilibrium between the liquid- and gas-phase during headspace sample preparation. Although component A is present at a lower concentration in the liquid phase, the concentration ratio in the gas-phase may shift, depending on the vapor pressure of the individual components. Correspondingly, the chromatograms resulting from headspace injection usually produce different signal ratios when compared with those resulting from liquid sample injection.
  • Figure 3: Chromatogram of 0.01 % (m/m) methanol in biodiesel. 2-propanol was added as internal standard.
  • Aquecimento a 110°C Injeção direta de 10L/h de ar.
  • No ponto final há uma súbita formação de ácidos voláteis. O valor da estabilidade a oxidação é dado pela derivada segunda da curva do tempo de indução
  • Apesar de energeticamente favorável, o uso direto de óleos vegetais como combustíveis para motores é problemático.
  • O Poder Calorífico é a quantidade de energia por unidade de massa (ou de volume no caso dos gases) libertada na oxidação de um determinado combustível.
  • Alta viscosidade (aproximadamente 11 a 17 vezes maior que a do óleo diesel); vegetable oils are too viscous for prolonged use in direct-injected diesel engines, which has led to poor fuel atomization and inefficient mixing with air, contributing to incomplete combustion. These chemical and physical properties caused vegetable oils to accumulate and remain as charred deposits when they contacted engine cylinder walls. The problem of charring and deposits of oils on the injector and cylinder wall can be overcome by better esterification of the oil to reduce the viscosity and remove glycerol. The disadvantages of vegetable oils as diesel fuel are (Pryde, 1983): • Higher viscosity • Lower volatility • The reactivity of unsaturated hydrocarbon chains Problems appear only after the engine has been operating on vegetable oils for longer periods of time, especially with direct-injection engines. The problems include (a) coking and trumpet formation on the injectors to such an extent that fuel atomization does not occur properly or is even prevented as a result of plugged orifices, (b) carbon deposits, (c) oil ring sticking, and (d) thickening and gelling of the lubricating oil as a result of contamination by the vegetable oils (Ma and Hana, 1999).
  • a quebra das moléculas dos triacilglicerídeos leva à formação de uma mistura de hidrocarbonetos e compostos oxigenados, lineares ou cíclicos, tais como alcanos, alcenos, cetonas, ácidos carboxílicos e aldeídos, além de monóxido e dióxido de carbono e água. É interessante salientar que o tamanho e grau de insaturação dos compostos orgânicos obtidos dependem do esqueleto de carbono dos triacilglicerídeos e de reações consecutivas dos produtos formados. O mecanismo reacional foi inicialmente proposto por Chang 13 e confirmado, mais recentemente, por Gusmão 14 . Nas condições reacionais, o triacilglicerídeo é decomposto, levando à formação de ácidos carboxílicos, acroleína e cetenos, conforme descrito na Equação (i) da Figura 2. Os cetenos e a acroleína, por serem bem menos estáveis que o ácido carboxílico, são facilmente decompostos levando à formação de ésteres, ácidos carboxílicos e hidrocarbonetos 14 .
  • Vegetable oils can be used as fuels for diesel engines, but their viscosities are much higher than that of common diesel fuel and require modifications of the engines. Vegetable oils could only replace a very small fraction of transport fuel. Transesterification seems to be the best choice as the physical characteristics of fatty acid esters (biodiesel) are very close to those of diesel fuel and the process is relatively simple.
  • Transcript

    • 1. PATRÍCIA RAQUEL SILVA, DSC LUCIANA BARRETO ADAD, MSC ASPECTOS TÉCNICOS DE CONTROLE DA QUALIDADE APLICADOS À CADEIA PRODUTIVA DO BIODIESEL
    • 2.
    • 3. PROGRAMA NACIONAL DE PRODUÇÃO E USO DO BIODIESEL
      • AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS.
      • LEI N° 11.097 DE 13 DE JULHO DE 2005.
      • RESOLUÇÃO ANP N° 07/2008 - ESTABELECE AS ESPECIFICAÇÕES DE BIODIESEL.
      • RESOLUÇÃO ANP N° 15/2006 - ESTABELECE AS ESPECIFICAÇÕES DE ÓLEO DIESEL E MISTURA ÓLEO DIESEL/BIODIESEL
      • RESOLUÇÃO CNPE Nº 2 - CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA ENERGÉTICA, PUBLICADA EM ABRIL DE 2009 - 4% DE BIODIESEL.
    • 4. MOTOR DE IGNIÇÃO POR COMPRESSÃO
      • RUDOLF DIESEL (1858-1913)
      • 1897 - MOTOR DE CICLO DIESEL
      • COMPRESSÃO X  TEMPERATURA X COMBUSTÃO
    • 5. CICLO OTTO X CICLO DIESEL
      • Funcionamento Mecânico:
      • Admissão;
      • Compressão;
      • Combustão;
      •  Descarga.
    • 6. CARACTERÍSTICAS DE UM COMBUSTÍVEL ADEQUADO PARA MOTORES DIESEL
      • NÃO SER CORROSIVO;
      • NÃO POSSUIR ÁGUA E SEDIMENTOS (MENOR DESGASTE DO MOTOR);
      • MANTER SUA ADEQUAÇÃO PELO TEMPO MÁXIMO DE ARMAZENAMENTO PREVISTO;
      • ÓTIMA QUALIDADE DE IGNIÇÃO – COMBUSTÃO DEVE INICIAR NO MOMENTO CORRETO.
    • 7. CARACTERÍSTICAS DE UM COMBUSTÍVEL ADEQUADO PARA MOTORES DIESEL
      • VAPORIZAÇÃO COMPLETA NO INTERIOR DA CÂMARA DE COMBUSTÃO PARA MISTURA CORRETA COM O AR E QUEIMA LIMPA E COMPLETA, PROPORCIONANDO:
        • MELHOR DESEMPENHO DO MOTOR;
        • REDUÇÃO DE EMISSÕES DE POLUENTES;
        • REDUÇÃO DA FORMAÇÃO DE RESÍDUOS, DEPÓSITOS E CINZAS.
    • 8. Parâmetros da Qualidade
    • 9. PARÂMETROS DA QUALIDADE
      • A QUALIDADE DO COMBUSTÍVEL PODE AFETAR , SIGNIFICATIVAMENTE, O DESEMPENHO E A MANUTENÇÃO DE QUALQUER MOTOR DIESEL .
      • É IMPORTANTE COMPREENDER AS PROPRIEDADES DOS COMBUSTÍVEIS PARA PODERMOS JULGAR SUA QUALIDADE .
      • AS PROPRIEDADES DO COMBUSTÍVEL QUE AFETAM A OPERAÇÃO DO MOTOR DIESEL E SEUS SISTEMAS DE MANUSEIO E DE TRATAMENTO SÃO REGULAMENTADOS PELA ANP .
    • 10. ESPECIFICAÇÃO DO BIODIESEL - ANP Resolução ANP n°7 de 19/03/08 DOU 20/03/08 Resolução ANP n° 42 de 24/11/04 DOU 09/12/04 Retificada DOU 19/04/05 Portaria ANP n° 255, de 15/09/03 DOU 16/09/03 CARACTERÍSTICA UNIDADE LIMITE LIMITE LIMITE Aspecto - LII LII LII Massa específica a 20º C kg/m 3 850-900 Anotar Anotar Viscosidade Cinemática a 40ºC mm 2 /s 3,0-6,0 Anotar Anotar Teor de Água, máx. mg/kg 500 N.A. N.A. Contaminação Total, máx. mg/kg 24 Anotar N.A. Ponto de fulgor, mín. ºC 100,0 100,0 100,0 Teor de éster, mín % massa 96,5 Anotar N.A. Resíduo de carbono % massa 0,050 0,10 0,05 Cinzas sulfatadas, máx. % massa 0,020 0,020 0,020 Enxofre total, máx. mg/kg 50 Anotar 0,001 Sódio + Potássio, máx. mg/kg 5 10 10 Cálcio + Magnésio, máx. mg/kg 5 Anotar N.A. Fósforo, máx. mg/kg 10 Anotar 10 Corrosividade ao Cu, 3h a 50 ºC, máx. - 1 1 1
    • 11. ESPECIFICAÇÃO DO BIODIESEL - ANP Resolução ANP n°7 de 19/03/08 DOU 20/03/08 Resolução ANP n° 42 de 24/11/04 DOU 09/12/04 Retificada DOU 19/04/05 Portaria ANP n° 255, de 15/09/03 DOU 16/09/03 CARACTERÍSTICA UNIDADE LIMITE LIMITE LIMITE Número de Cetano - Anotar Anotar 45 Ponto de entupimento de filtro a frio, máx. ºC 19 Conforme Portaria vigente Diesel. Conforme Portaria vigente Diesel. Índice de acidez, máx. mg KOH/g 0,50 0,80 0,80 Glicerol livre, máx. % massa 0,02 0,02 0,02 Glicerol total, máx. % massa 0,25 0,38 0,38 Mono, di, triacilglicerol % massa Anotar Anotar Mono-: 1,00 Di-: 0,25 triacilglicerídeos:0,25 Metanol ou Etanol, máx. % massa 0,20 0,5 0,5 Índice de Iodo g/100g Anotar Anotar Anotar Estabilidade à oxidação a 110ºC, mín. h 6 6 6 Água e sedimentos, máx. % volume N.A. 0,050 0,050 Destilação: 95% vol. Recup., Max. °C N.A. 360 360
    • 12. Aparência
    • 13. ASPECTO (VISUAL)
      • PRESENÇA DE ÁGUA LIVRE E CONTAMINANTES.
      • ÁGUA LIVRE: ÁGUA EM EXCESSO E QUE PODE SER OBSERVADA COMO TURVAÇÃO , NÉVOA OU COMO GOTAS .
      • MATERIAIS EM SUSPENSÃO , QUANDO PRESENTES, PODEM REDUZIR A VIDA ÚTIL DOS FILTROS DE COMBUSTÍVEIS NOS VEÍCULOS E PREJUDICAR O FUNCIONAMENTO DOS MOTORES.
      Limite: LII – Límpido e Isento de Impurezas Método de ensaio: Visual Equipamento: Proveta de vidro
    • 14. Volatilidade
    • 15. MASSA ESPECÍFICA A 20°C
      • MASSA ESPECÍFICA: kg/L A 20°C, g/mL A 20°C OU kg/m 3 A 20°C.
      • DEPENDENTE DA MATÉRIA-PRIMA:
            • BIODIESEL DE ÓLEO DE SOJA – 880 kg/m 3
            • BIODIESEL DE ÓLEO DE MAMONA – 920 kg/m 3
            • BIODIESEL DE ÓLEO DE PALMA – 870 kg/m 3
            • BIODIESEL DE ÓLEO DE ALGODÃO – 880 kg/m 3
            • BIODIESEL DE SEBO – 860 kg/m 3
      Limite: 850 – 900 kg/m 3 Método de ensaio: ABNT NBR 7148, NBR 14065, ASTM D 1298, D 4052 Equipamento: Densímetro de vidro ou digital
    • 16. MASSA ESPECÍFICA A 20°C ENSAIO
    • 17. MASSA ESPECÍFICA A 20°C CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
        • SE A MASSA ESPECÍFICA ESTIVER FORA DO LIMITE DA ESPECIFICAÇÃO PODE GERAR PROBLEMAS NA BOMBA E NO CIRCUITO DE ALTA PRESSÃO DEVIDO AO AUMENTO DA PRESSÃO NO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL.
      • COMBUSTÍVEIS LEVES:
      • A VIDA DOS COMPONENTES DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL PODE DIMINUIR.
      • QUANDO A MASSA ESPECÍFICA PODE SER MENOR QUE O LIMITE DA ESPECIFICAÇÃO?
    • 18. MASSA ESPECÍFICA A 20°C CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • COMBUSTÍVEIS PESADOS:
      • UM COMBUSTÍVEL PESADO TENDE A CRIAR MAIS FORMAÇÕES DE DEPÓSITOS NA CÂMARA DE COMBUSTÃO .
      • QUANDO A MASSA ESPECÍFICA PODE SER MAIOR QUE O LIMITE DA ESPECIFICAÇÃO?
    • 19. MASSA ESPECÍFICA A 20°C MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • REAÇÃO INCOMPLETA;
      • SEPARAÇÃO DA GLICERINA INEFICIENTE.
      • PRODUTO FINAL:
      • DILUIÇÃO COM OUTROS COMBUSTÍVEIS;
      • MISTURA DE BIODIESEL DE DIFERENTES MATÉRIAS-PRIMAS.
    • 20. PONTO DE FULGOR
        • PONTO DE FULGOR: AQUECIMENTO X CHAMA X VAPORES
        • NÃO ESTÁ DIRETAMENTE RELACIONADO À PERFORMANC E DO MOTOR .
        • RELACIONADO À SEGURANÇA.
        • O PONTO DE FULGOR É DIRETAMENTE INFLUENCIADO PELO PROCESSO DE PRODUÇÃO DO BIODIESEL .
      Limite: 100 °C, mínimo Método de ensaio: ABNT NBR 14598, ASTM D93, EN ISO 3679 Equipamento –Ponto de fulgor Pensky-Martens
    • 21. PONTO DE FULGOR ENSAIO
    • 22. PONTO DE FULGOR CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • SEGURANÇA:
        • BAIXO PONTO DE FULGOR – INFLAMABILIDADE;
        • ARMAZENAMENTO, MANUSEIO E TRANSPORTE.
      • ALTERAÇÃO DA REGULAGEM DO MOTOR.
    • 23. PONTO DE FULGOR MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • SEPARAÇÃO INEFICIENTE DE METANOL/ETANOL.
        • 1% DE METANOL NO BIODIESEL PODE REDUZIR O PONTO DE FULGOR DE 170°C A < 40°C
    • 24. Fluidez
    • 25. VISCOSIDADE CINEMÁTICA A 40°C
      • RESISTÊNCIA AO FLUXO DE UM FLUIDO SOB GRAVIDADE EXPRESSA EM mm 2 /s
      • A VISCOSIDADE DEPENDE DA MATÉRIA-PRIMA:
            • BIODIESEL DE ÓLEO DE SOJA – 4mm 2 /s
            • BIODIESEL DE ÓLEO DE MAMONA – 12mm 2 /s
            • BIODIESEL DE ÓLEO DE PALMA – 5mm 2 /s
            • BIODIESEL DE ÓLEO DE ALGODÃO – 4mm 2 /s
            • BIODIESEL DE SEBO – 5mm 2 /s
      Limite: 3,0 - 6,0 mm 2 /s Método de ensaio: ABNT NBR 10441, ASTM D445, EN ISO 3104 Equipamento: Viscosímetro
    • 26. VISCOSIDADE CINEMÁTICA A 40°C ENSAIO
      • AS VISCOSIDADES CINEMÁTICAS SÃO CALCULADAS A PARTIR DOS TEMPOS DE FLUXO MEDIDOS .
    • 27. VISCOSIDADE CINEMÁTICA A 40°C CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR: COMBUSTÍVEL DE VISCOSIDADE ALTA SE ATOMIZA COM MENOS EFICIÊNCIA E O MOTOR TERÁ MAIS DIFICULDADE NA PARTIDA . A REDUÇÃO EXCESSIVA DA VISCOSIDADE RESULTA EM PERDAS INTERNAS DA BOMBA INJETORA. HTTP://WWW.REVISTAELO.COM.BR/DOWNLOADS/DIESEL.PDF
    • 28. VISCOSIDADE CINEMÁTICA A 40°C MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • REAÇÃO INCOMPLETA;
      • PROCESSO DE PURIFICAÇÃO INEFICIENTE.
      • PRODUTO FINAL:
      • REALIZAR A REAÇÃO A PARTIR DA MISTURA DE DIFERENTES TIPOS DE ÓLEOS E GORDURAS;
      • MISTURA DE BIODIESEL OBTIDOS A PARTIR DE DIFERENTES FONTES DE MATÉRIAS-PRIMAS.
    • 29. PONTO DE ENTUPIMENTO DE FILTRO A FRIO
      • TEMPERATURA MAIS BAIXA NA QUAL É POSSÍVEL OPERAR SEM QUE OCORRA FORMAÇÃO DE CERAS E CRISTAIS .
      • INDICA O LIMITE OPERACIONAL COM A TEMPERATURA.
      • DEPENDENTE DA MATÉRIA-PRIMA.
      Limite: 19 °C, máximo Método de ensaio: NBR 14747, ASTM D 6371, EN ISO 116 Equipamento: Medida de PEFF
    • 30. PONTO DE ENTUPIMENTO DE FILTRO A FRIO
    • 31. PONTO DE ENTUPIMENTO DE FILTRO A FRIO ENSAIO
    • 32. PONTO DE ENTUPIMENTO DE FILTRO A FRIO CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
        • AFETA O ESCOAMENTO DO COMBUSTÍVEL E ENTUPIMENTO DE FILTRO.
        • VALORES MUITO ELEVADOS - PODE REQUERER SISTEMA DE AQUECIMENTO DO COMBUSTÍVEL NO MOTOR.
        • MAIOR CUIDADO NO TRANSPORTE E ARMAZENAGEM DO COMBUSTÍVEL.
    • 33. PONTO DE ENTUPIMENTO DE FILTRO A FRIO MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • PRODUTO FINAL:
      • USO DE ADITIVOS;
      • MISTURA DE MATÉRIAS-PRIMAS DIFERENTES
      • MISTURA DE BIODIESEL OBTIDO DE DIFERENTES MATÉRIAS-PRIMAS;
    • 34. Combustão
    • 35. NÚMERO DE CETANO
      • MEDE A QUALIDADE DE IGNIÇÃO DO COMBUSTÍVEL E DETERMINA O TEMPO QUE O COMBUSTÍVEL LEVA PARA ENTRAR EM COMBUSTÃO APÓS A IGNIÇÃO.
      • QUANTO MENOR O NÚMERO DE INSATURAÇÕES NAS MOLÉCULAS, MAIOR O NÚMERO DE CETANO DO COMBUSTÍVEL.
      • UM AUMENTO NO NC OCASIONA UM AUMENTO NO PONTO DE ENTUPIMENTO .
      Limite: Anotar Método de ensaio –ASTM D613, EN ISO 5165 Equipamento –Motor diesel Cetano
    • 36. NÚMERO DE CETANO
      • DEPENDE DA MATÉRIA-PRIMA, BEM COMO DO TEOR DE OXIGENADOS PRESENTES NO BIODIESEL:
    • 37. NÚMERO DE CETANO ENSAIO O NÚMERO DE CETANO É OBTIDO ATRAVÉS DE UM ENSAIO PADRONIZADO DO COMBUSTÍVEL EM UM MOTOR MONO-CILÍNDRICO, ONDE COMPARA-SE O SEU ATRASO DE IGNIÇÃO EM RELAÇÃO A UM COMBUSTÍVEL PADRÃO COM NÚMERO DE CETANO CONHECIDO.
    • 38. NÚMERO DE CETANO ENSAIO
      • O COMBUSTÍVEL PADRÃO É UMA MISTURA EQUIVALENTE DE:
        • N-HEXADECANO
        • CH 3 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 2 -CH 3
        • ALFAMETILNAFTALENO .
    • 39. NÚMERO DE CETANO CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
        • INFLUÊNCIA : EMISSÃO DE NO X , BARULHO DO MOTOR E FUMAÇA BRANCA.
        • BAIXOS VALORES DE CETANO ACARRETAM DIFICULDADES DE PARTIDA A FRIO, DEPÓSITO NOS PISTÕES E MAU FUNCIONAMENTO DO MOTOR.
    • 40. NÚMERO DE CETANO CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
        • VANTAGENS DE VALORES ELEVADOS : PERMITE AQUECIMENTO MAIS RÁPIDO DO MOTOR; REDUZ A POSSIBILIDADE DE EROSÃO DOS PISTÕES; POSSIBILITA FUNCIONAMENTO DO MOTOR COM BAIXO NÍVEL DE RUÍDO; MINIMIZA A EMISSÃO DE POLUENTES COMO HIDROCARBONETOS, MONÓXIDO DE CARBONO E MATERIAL PARTICULADO.
        • INFLUENCIADO PELO METANOL/ETANOL REMANESCENTE DO PROCESSO.
    • 41. NÚMERO DE CETANO INFLUÊNCIA DO BIODIESEL NO DIESEL http://www.biodiesel.org/pdf_files/Changes_In_Diesel_Fuel.pdf
    • 42. NÚMERO DE CETANO MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • PRODUTO FINAL:
      • USO DE ADITIVOS: COMPOSTOS NITROGENADOS.
    • 43. RESÍDUO DE CARBONO
      • RESÍDUO DE CARBONO É A MEDIDA DA TENDÊNCIA DO COMBUSTÍVEL PARA FORMAR DEPÓSITO DE CARBONO DURANTE A COMBUSTÃO .
      • DIRETAMENTE RELACIONADO À EFICIÊNCIA DA CONVERSÃO DA REAÇÃO.
        • OS RESÍDUOS SÃO PROVENIENTES DO PROCESSO.
      Limite: 0,050 % massa máx. Método de ensaio: ASTM D 4530 Equipamento –Micro método de resíduo de carbono
    • 44. RESÍDUO DE CARBONO ENSAIO
    • 45. RESÍDUO DE CARBONO CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • DEPÓSITOS CAUSAM INCRUSTAÇÕES NO MOTOR E DESGASTE ABRASIVO .
      • PODEM FORMAR DEPÓSITOS NOS BICOS INJETORES, PISTÕES, VÁLVULAS E TURBO COMPRESSORES.
      • O CARBONO TAMBÉM PODE CRIAR BORRA NA CENTRÍFUGA DE COMBUSTÍVEL (SE EQUIPADO) E OBSTRUIR PREMATURAMENTE O FILTRO DE COMBUSTÍVEL.
      • NÍVEIS ALTOS DE CARBONO PODEM CAUSAR COMBUSTÃO INCORRETA .
    • 46. RESÍDUO DE CARBONO MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • SEPARAÇÃO DA GLICERINA E PROCESSO DE PURIFICAÇÃO DO BIODIESEL INEFICIENTES;
      • REAÇÃO INCOMPLETA.
    • 47. CINZAS SULFATADAS
      • EXPRESSAM OS RESÍDUOS INORGÂNICOS, NÃO COMBUSTÍVEIS , RESULTANTES APÓS A QUEIMA DE UMA AMOSTRA DO BIODIESEL.
      • AS CINZAS SÃO BASICAMENTE CONSTITUÍDAS DE SAIS INORGÂNICOS.
      • RESÍDUOS DE CATALISADORES.
      Limite: 0,020% massa máx. Método de ensaio: ABNT NBR 6294, ASTM 874, ISO 3987 Equipamento: Forno mufla
    • 48. CINZAS SULFATADAS ENSAIO
    • 49. CINZAS SULFATADAS CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • TEORES DE CINZAS ACIMA DAS ESPECIFICADAS PELA ANP PREJUDICAM: PISTÕES, ANÉIS, BOMBAS INJETORAS E INJETORES ALÉM DE CAUSAR DEPÓSITOS NA CÂMARA DE COMBUSTÃO.
      • AS CINZAS PRESENTES NA CÂMARA DE COMBUSTÃO ATRAPALHAM O PROCESSO NORMAL DE QUEIMA DO COMBUSTÍVEL.
      • AS PARTÍCULAS SÓLIDAS AQUECIDAS FUNCIONAM COMO SEMENTES DE CHAMA .
    • 50. CINZAS SULFATADAS MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
        • PROCESSO DE SEPARAÇÃO DA GLICERINA E PURIFICAÇÃO DO BIODIESEL INEFICIENTES.
    • 51. Contaminantes
    • 52. TEOR DE ÁGUA
      • BIODIESEL É ALTAMENTE HIGROSCÓPICO , PODE SER PROVENIENTE DE:
          • PROCESSO DE LAVAGEM ;
          • ABSORÇÃO DE ÁGUA DURANTE ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO.
      • PODE CAUSAR O PROCESSO DE REVERSÃO DE BIODIESEL EM ÁCIDOS GRAXOS E ÁLCOOL PELA HIDRÓLISE .
      Limite: 500 mg/kg, máx. Método de ensaio: ASTM D 6304, EN ISO 12937 Equipamento: Karl Fischer Coulométrico
    • 53. TEOR DE ÁGUA ENSAIO
    • 54. TEOR DE ÁGUA ENSAIO ROH + SO 2 + RN (RNH).SO 3 R (RNH).SO 3 R + 2RN + I 2 + H 2 O (RNH).SO 4 R + 2 (RNH)I FAIXA DE APLICAÇÃO 0,001% - 1% 10 mg -200 mg DE ÁGUA PURA REAÇAO PUBLICADA EM 1935 USANDO IMIDAZOL COMO A BASE NITROGENADA
    • 55. TEOR DE ÁGUA CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • A ÁGUA PODE CAUSAR ACÚMULO DE BORRA NO SEPARADOR APÓS A CENTRIFUGAÇÃO DO COMBUSTÍVEL.
      • ÁGUA EM EXCESSO NO COMBUSTÍVEL PODE CAUSAR AVARIAS NA BOMBA INJETORA DOS SISTEMAS QUE USAM COMBUSTÍVEL PARA LUBRIFICAR AS BOMBAS.
      • AUMENTO DE CONTAMINAÇÃO POR MICROORGANISMOS QUE CAUSAM ENTUPIMENTO DE FILTROS E CORROSÃO .
    • 56. TEOR DE ÁGUA MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • SEPARAÇÃO DA ÁGUA DE LAVAGEM;
      • PROCESSO DE DESUMIDIFICAÇÃO INEFICIENTE.
    • 57. CONTAMINAÇÃO TOTAL
      • CONTAMINAÇÃO TOTAL: EXPRESSA EM mg/kg
      • A CONTAMINAÇÃO PODE SER PROVENIENTE DO ÓLEO CRU OU DE RESÍDUO DO CATALISADOR .
      Limite: 24 mg/kg, máx. Método de ensaio: EN ISO 12662 Equipamento: Filtro de membrana
    • 58. CONTAMINAÇÃO TOTAL ENSAIO
    • 59. CONTAMINAÇÃO TOTAL CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • OS INSAPONIFICÁVEIS APRESENTAM PONTO DE EBULIÇÃO MAIS ELEVADO E CRIAM RESÍDUOS EM MOTORES.
      • PODE CAUSAR DESGASTE PREMATURO DO MOTOR E TAMBÉM ENTUPIMENTO DE FILTRO.
    • 60. CONTAMINAÇÃO TOTAL MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • PROCEDIMENTO DE SEPARAÇÃO DA GLICERINA E PURIFICAÇÃO INEFICIENTES;
      • FILTRAÇÃO INEFICIENTE.
    • 61. Composição
    • 62. TEOR DE ÉSTER
        • INDICA A EFICIÊNCIA DA CONVERSÃO DO ÓLEO VEGETAL EM METIL/ETIL ÉSTER.
        • DEPENDE DA QUANTIDADE DE INSAPONIFICÁVEIS NA MATÉRIA-PRIMA E DO PROCESSO .
        • NÃO AFETA DIRETAMENTE A PERFORMANCE OU DURABILIDADE DO MOTOR MAS PODE INDICAR QUE OUTROS PARÂMETROS NÃO ESTÃO BONS.
      Limite: 96,5 % massa, mín. Método de ensaio: ABNT NBR 15342, EN ISO 14103 Equipamento: Cromatografia a gás
    • 63. TEOR DE ÉSTER ENSAIO Padrão: 10mg de heptadecanoato de metila/ml de heptano 250 mg de amostra 5 mL Padrão
    • 64. TEOR DE ÉSTER ENSAIO
    • 65. TEOR DE ÉSTER MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • REAÇÃO DE TRANSESTERIFICAÇÃO INCOMPLETA ;
      • ETAPA DE PURIFICAÇÃO INEFICIENTE.
    • 66. ENXOFRE TOTAL
      • ENXOFRE É UM ELEMENTO NATURAL EM TODOS OS ÓLEOS CRUS.
      • BAIXO TEOR DE ENXOFRE NOS ÓLEOS VEGETAIS E GORDURAS ANIMAIS.
      • EM ÓLEOS QUE APRESENTAM ACIDEZ ELEVADA, O ÁCIDO SULFÚRICO É USADO PARA REDUZIR O ÍNDICE DE ACIDEZ E ISSO FAZ COM QUE O TEOR DE ENXOFRE NO BIODIESEL SEJA MAIOR .
      Limite: 50 mg/kg máx. Método de ensaio: D5453, EN ISO 20846, ISO 20884 Equipamento: Raio X ou Ultravioleta
    • 67. ENXOFRE TOTAL ENSAIO
    • 68. ENXOFRE TOTAL CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • FORMAÇÃO DE ÓXIDOS DE ENXOFRE QUE REAGEM COM VAPOR DE ÁGUA PARA CRIAR ÁCIDO SULFÚRICO E ASSIM CAUSAR CORROSÃO NAS PARTES METÁLICAS DO SISTEMA DE INJEÇÃO.
      • QUANDO OCORRE AVARIA PELO ENXOFRE DO COMBUSTÍVEL, HAVERÁ MUDANÇA MUITO PEQUENA NA POTÊNCIA DO MOTOR .
        • O ENXOFRE NO COMBUSTÍVEL PODE AUMENTAR A EMISSÃO DE PARTICULADOS .
      • UM TEOR DE ENXOFRE MENOR NO BIODIESEL REDUZ DESGASTES DE ANÉIS E CILINDROS, DIMINUINDO TAMBÉM A FORMAÇÃO DE DEPÓSITOS NOS CILINDROS DO MOTOR.
    • 69. ÍNDICE DE IODO
      • INDICA O GRAU QUANTIVATIVO DE INSATURAÇÃO DO BIODIESEL.
      • DEPENDENTE DA MATÉRIA-PRIMA UTILIZADA.
      • PODE INFLUENCIAR A ESTABILIDADE À OXIDAÇÃO .
      • NÃO ESTÁ RELACIONADO DIRETAMENTE AO DESEMPENHO DO MOTOR , MAS TEM RELAÇÃO COM A VISCOSIDADE E O NÚMERO DE CETANO DO BIODIESEL.
      Limite: Anotar Método de ensaio –EN 14111 Equipamento – Titulação Manual
    • 70. ÍNDICE DE IODO ENSAIO
    • 71. Corrosão
    • 72. CORROSIVIDADE AO COBRE, 3H A 50°C
        • INDICA A TENDÊNCIA DE O COMBUSTÍVEL OCASIONAR PROCESSOS CORROSIVOS NAS PARTES METÁLICAS EM CONTATO.
        • PODE TAMBÉM AJUDAR NA DETERMINAÇÃO DO TIPO DE MATERIAL USADO NO TRANSPORTE E ESTOCAGEM DO BIODIESEL.
      Limite: Classe I Método de ensaio –ABNT NBR 14359, ASTM D130, EN ISO 2160 Equipamento –Equipamento de corrosividade ao Cu
    • 73. CORROSIVIDADE AO COBRE, 3H A 50°C ENSAIO
      • CORROSÃO POR COLORAÇÃO DA TIRA DE COBRE: A DESCOLORAÇÃO FORMADA SOBRE UMA TIRA DE COBRE POLIDA QUANDO IMERSA EM COMBUSTÍVEL POR 3H A 50°C.
    • 74. CORROSIVIDADE AO COBRE, 3H A 50°C CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • AFETA A VIDA ÚTIL DOS TANQUES, LINHAS E PARTES INTERNAS DO MOTOR.
      • A CORROSÃO E O DESGASTE ESTÃO ASSOCIADOS AO TEOR DE ENXOFRE , CINZAS , RESÍDUOS DO COMBUSTÍVEL, ÁGUA E ÍNDICE DE ACIDEZ .
    • 75. CORROSIVIDADE AO COBRE, 3H A 50°C MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • DESUMIDIFICAÇÃO INEFICIENTE DO BIODIESEL.
      • REMOÇÃO DOS ÁCIDOS GRAXOS LIVRES.
      • RELAÇÃO COM TEOR DE ENXOFRE E ACIDEZ.
    • 76. Qualidade do processo
    • 77. SÓDIO (Na) + POTÁSSIO (K)
      • SÃO RESÍDUOS REMANESCENTES DE CATALISADORES UDADOS NO PROCESSO DE CONVERSÃO.
      • ESTES METAIS NA FORMA DE ÍONS PROVOCAM FORMAÇÃO DE SABÕES INSOLÚVEIS QUE IMPLICAM EM FORMAÇÃO DE DEPÓSITO, BEM COMO CATALISAM REAÇÕES DE POLIMERIZAÇÃO.
      Limite: 5mg/kg máx. Método de ensaio – ABNT NBR 15553, EN 14108/14109 Equipamento –Espectrômetro ICP e Absorção Atômica
    • 78. CÁLCIO (Ca) + MAGNÉSIO (Mg)
      • PODEM SER ORIGINÁRIOS DA ÁGUA USADA NO PROCESSO DE LAVAGEM .
      • Ca E Mg INDICAM A PRESENÇA DE SABÃO.
      • OS SAIS DE CÁLCIO E/OU MAGNÉSIO DOS ÁCIDOS GRAXOS SÃO INSOLÚVEIS.
      Limite: 5mg/kg máx. Método de ensaio – ABNT NBR 15553, EN 14538 Equipamento –Espectrômetro ICP e Absorção Atômica
    • 79. FÓSFORO (P)
      • PROVENIENTE PRINCIPALMENTE DA MATÉRIA-PRIMA .
      • PROVENIENTE TAMBÉM DE RESÍDUOS DE ÁCIDO FOSFÓRICO USADO NA REDUÇÃO DO ÍNDICE DE ACIDEZ DE ALGUNS ÓLEOS BRUTOS.
      Limite: 10mg/kg máx. Método de ensaio – ABNT NBR 15553, EN 14107 Equipamento –Espectrômetro ICP e Absorção Atômica
    • 80. NA, K, C a , M g , P ENSAIO ESPECTROMETRIA POR PLASMA ESPECTROMETRIA DE ABSORÇÃO ATÔMICA
    • 81. NA, K, C a , M g , P CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • Na E K SÃO METAIS ABRASIVOS E PODEM ACELERAR O DESGASTE DE PARTES SUBMETIDAS A FRICÇÃO COMO OS INJETORES DE COMBUSTÍVEL, CILÍNDROS LINEARES. PODEM GERAR DEPÓSITOS NO FUNDO DOS TANQUES.
      • Ca E Mg CAUSAM DESGASTE PREMATURO NO MOTOR E DEPÓSITOS NO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL E NO MOTOR.
        • P P ODE CAUSAR DEPÓSITOS E TAMBÉM DESATIVAR OS CONVERSORES CATALÍTICOS EMPREGADOS EM SISTEMAS DE CONTROLE DE EMISSÃO VEICULAR.
    • 82. NA, K, C a , M g , P MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • LAVAGEM INEFICIENTE DO BIODIESEL;
      • USO DE ÁGUA DURA.
    • 83. ÍNDICE DE ACIDEZ
      • MEDE A PRESENÇA DE ÁCIDOS GRAXOS LIVRES E OUTROS ÁCIDOS E ESTÁ RELACIONADO À QUALIDADE DO PROCESSO.
      • PROVENIENTE DAS CARACTERÍSTICAS DO ÓLEO OU GORDURA.
      Limite: 0,5 mgKOH/g máx Método de ensaio –ABNT 14448, ASTM D664, EN 14104 Equipamento –Dosímetro para Volumetria
    • 84. ÍNDICE DE ACIDEZ ENSAIO
    • 85. ÍNDICE DE ACIDEZ CONSEQUEÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • VALORES ELEVADOS PODEM CAUSAR CORROSÃO NAS PARTES METÁLICAS EM CONTATO COM COMBUSTÍVEL.
      • PODEM CAUSAR DEPÓSITOS NOS TANQUES E ATAQUE NAS PARTES PLÁSTICAS E EMBORRACHADAS GERANDO VAZAMENTOS.
      • TAMBÉM INFLUENCIA O AUMENTO DA ACIDEZ DO ÓLEO LUBRIFICANTE , PODENDO AUMENTAR OU ACELERAR A CORROSÃO DO MOTOR.
    • 86. ÍNDICE DE ACIDEZ MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • PRÉ-TRATAMENTO DA MATÉRIA-PRIMA;
      • LAVAGEM INEFICIENTE DO BIODIESEL.
    • 87. MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS
      • MONO- E DIGLICERÍDEOS SÃO PRODUTOS INTERMEDIÁRIOS DO PROCESSO QUE NÃO TERMINARAM DE REAGIR.
      • TRIACILGLICERÍDEOS SÃO PRODUTO S QUE NÃO FORAM TRANSESTERIFICADOS .
      Limite: Anotar Método de ensaio: ABNT NBR 15342, ASTM D 6584, EN 14105 Equipamento: Cromatografia a gás
    • 88. MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • MAIOR PRESENÇA DE MONO-, DI-, TRIACILGLICERÍDEOS AUMENTA A VISCOSIDADE DE BIODIESEL, REDUZINDO O EFEITO SPRAY NA INJEÇÃO, DIFICULTANDO A COMBUSTÃO E CARBONIZANDO OS CILINDROS.
      • OS MONOGLICERÍDEOS APRESENTAM ALTO PONTO DE FUSÃO E BAIXA SOLUBILIDADE O QUE IMPLICA EM CRISTALIZAÇÃO .
    • 89. MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • REAÇÃO INCOMPLETA.
    • 90. GLICERINA LIVRE
      • SUBPRODUTO DO PROCESSO DE TRANSESTERIFICAÇÃO;
      • O TEOR DE GLICERINA LIVRE DEPENDE DA SEPARAÇÃO DOS ÉSTERES DA GLICERINA .
      Limite: 0,02 %massa máx. Método de ensaio –ASTM D6584/EN14105 e 14106 Equipamento –Cromatografia a gás
    • 91. GLICERINA TOTAL
      • CÁLCULO: SOMA DOS TEORES DE GLICERINA LIVRE E MONO-, DI-E TRIACILGLICERÍDEOS .
      • GLICERINA TOTAL = GLICERINA LIVRE + 0,255*MONO + 0,146*DI + 0,103*TRIGLICERÍDEO
      • DEPENDE DO PROCESSO.
      Limite: 0,25 %massa máx. Método de ensaio –ASTM D6584/EN14105 Equipamento –Cromatografia a gás
    • 92. GLICERINA LIVRE E TOTAL CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • ACARRETA DEPÓSITOS NO INJETOR,ENTUPIMENTO DO FILTRO, FORMAÇÃO DE SEDIMENTO NA ARMAZENAGEM E NO TANQUE DE COMBUSTÍVEL.
    • 93. GLICERINA LIVRE E TOTAL MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • GLICERINA LIVRE: SEPARAÇÃO INEFICIENTE DA GLICERINA;
      • GLICERINA TOTAL: REAÇÃO INCOMPLETA.
    • 94. GLICERINA LIVRE E TOTAL, MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS ENSAIO
      • CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO DO CG VARIAM DE ACORDO COM METODOLOGIA DE ENSAIO E DO FABRICANTE DO EQUIPAMENTO.
      • EN ISO 14105
      • TEMPERATURA NO FORNO E NA COLUNA : 50 °C POR 1 MINUTO, RAMPA A 15 °C/MIN ATÉ 180 °C, RAMPA A 7 °C/MIN ATÉ 230 °C, RAMPA A 10 °C/MIN ATÉ 370 °C, MANTÉM POR 5 MINUTOS.
    • 95. GLICERINA LIVRE E TOTAL, MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS ENSAIO
      • CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO DO CG VARIAM DE ACORDO COM METODOLOGIA DE ENSAIO E DO FABRICANTE DO EQUIPAMENTO.
      • EN ISO 14105
      • TEMPERATURA NO DETECTOR: 380 °C.
      • PRESSÃO DE HIDROGÊNIO NO DETECTOR: 80 KPA.
      • VOLUME INJETADO: 1 µL.
    • 96. GLICERINA LIVRE E TOTAL, MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS ENSAIO H 2 C – O – CO - R 1 | HC – O – CO – R 2 | H 2 C – O – CO - R 3 tri - glicerol H 2 C – O – CO - R 1 | HC – O – CO – R 2 | H 2 C - OH di -glicerol H 2 C – O – CO - R 1 | HC – - OH | H 2 C - OH mono glicerol H 2 C -OH | HC- - OH | H 2 C - OH Glicerina livre Os grupos –OH devem ser derivatizados MSTFA - (N-metil-N-trimetil-sililtrifluoracetamida
    • 97. GLICERINA LIVRE E TOTAL, MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS ENSAIO
    • 98. GLICERINA LIVRE E TOTAL, MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS ENSAIO Padrão: y 1 mg Glicerol y 1 mg Monoglicerol y 1 mg Diglicerol y 1 mg Triglicerol 0.1mg Butanotriol 0.8mg Tricaprina 100μ l de MSTFA 8ml Heptano Biodiesel: 100mg Biodiesel 0.1mg Butanotriol 0.8mg Tricaprina 100μ l de MSTFA 8ml Heptano
    • 99. GLICERINA LIVRE E TOTAL, MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS ENSAIO CROMATOGRAMA DE AMOSTRA PADRÃO
    • 100. GLICERINA LIVRE E TOTAL, MONO, DI E TRIACILGLICERÍDEOS ENSAIO CROMATOGRAMA DO BIODIESEL
    • 101. ETANOL OU METANOL
      • PROVENIENTE DO PROCESSO DE PRODUÇÃO.
      • PODE SER USADO COMO INDICADOR NA EFICIÊNCIA DE SEPARAÇÃO DAS FASES ÉSTER E GLICERINA.
      • O EXCESSO DE ÁLCOOL PODE INFLUENCIAR O PONTO DE FULGOR .
      Limite: 0,20% massa máx. Método de ensaio – ABNT NBR 15343, EN14110 Equipamento –Cromatografia de gases
    • 102. ETANOL OU METANOL ENSAIO
      • EN ISO 14110
      • PREPARO DAS SOLUÇÕES DE CALIBRAÇÃO
      • AQUECER UMA AMOSTRA DE BIODIESEL A 90⁰C A PRESSÃO REDUZIDA.
      • SOLUÇÃO DE CALIBRAÇÃO A (0,5% (M/M) DE METANOL NO FAME)
      • SOLUÇÃO DE CALIBRAÇÃO B (0,1% (M/M) DE METANOL NO FAME)
      • SOLUÇÃO DE CALIBRAÇÃO C (0,01% (M/M) DE METANOL NO FAME)
    • 103. ETANOL OU METANOL ENSAIO
      • EN ISO 14110
      • PREPARO DA AMOSTRA
      • MÉTODO DE PADRÃO INTERNO: PESAR 5 G DA SOLUÇÃO DE CALIBRAÇÃO NUM VIAL PARA HEADSPACE E ACRESCENTAR 5ΜL DE 2-PROPANOL. PRÉ-AQUECA A SERINGA A 60⁰C. FAZER O MESMO PARA AMOSTRA.
      • MÉTODO DE PADRAO EXTERNO: TRANSFERIR 2ML DE SOLUÇÃO DE CALIBRAÇÃO NUM VIAL PARA HEADSPACE. FAZER O MESMO PARA AMOSTRA.
    • 104. ETANOL OU METANOL ENSAIO
    • 105. ETANOL OU METANOL ENSAIO
    • 106. ETANOL OU METANOL ENSAIO
    • 107. ETANOL OU METANOL CONSEQUÊNCIAS PARA O MOTOR:
      • EM EXCESSO, REDUZ O PONTO DE FULGOR.
      • REDUZ NÚMERO DE CETANO E LUBRICIDADE DO BIODIESEL.
      • CORROSÃO EM PEÇAS DE ALUMÍNIO E ZINCO.
    • 108. ETANOL OU METANOL MEDIDAS DE CORREÇÃO:
      • POSSÍVEIS FALHAS NO PROCESSO:
      • REMOÇÃO INEFICIENTE DO ÁLCOOL NO PROCESSO DE PURIFICAÇÃO.
    • 109. ESTABILIDADE À OXIDAÇÃO A 110°C
      • A EXPOSIÇÃO AO AR PODE AUMENTAR A OXIDAÇÃO E CONSEQUENTEMENTE O ÍNDICE DE ACIDEZ DO BIODIESEL.
      • DEFINE O MÉTODO DE ESTOCAGEM, TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DO BIODIESEL.
      • PODE IMPLICAR EM DEGRADAÇÃO DO BIODIESEL E DA MISTURA COM DIESEL.
      Limite: 6h mín Método de ensaio: EN 14112 Equipamento: Rancimat 743
    • 110. ESTABILIDADE À OXIDAÇÃO A 110°C ENSAIO
    • 111. ESTABILIDADE À OXIDAÇÃO A 110°C ENSAIO
    • 112. Especificação do Biodiesel
    • 113. FATORES QUE PODEM INFLUENCIAR O RESULTADO
      • PROCESSO DE PRODUÇÃO:
        • QUALIDADE DA MATÉRIA-PRIMA;
        • CONTROLE DO PROCESSO;
        • REAÇÃO COMPLETA;
        • PURIFICAÇÃO - SEPARAÇÃO E LAVAGEM;
        • ARMAZENAMENTO.
      • AMOSTRAGEM:
        • PONTOS DE COLETA DA AMOSTRA;
        • RECIPIENTE DE AMOSTRAGEM;
        • ARMAZENAMENTO DA AMOSTRA.
    • 114. FATORES QUE PODEM INFLUENCIAR O RESULTADO
      • REALIZAÇÃO DO ENSAIO:
        • ARMAZENAMENTO E MANUSEIO DA AMOSTRA;
        • LIMPEZA DOS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS;
        • CALIBRAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS;
        • INCERTEZA DE MEDIÇÃO.
    • 115. ASPECTOS ECONÔMICOS
      • ESTIMATIVA
      • DE INVESTIMENTOS:
      • ANÁLISE COMPLETA: !!!
      Equipamento Custo Cetano US$ 350,000.00 Índice de acidez R$ 35.000,00 Estabilidade à oxidação R$ 105.000,00 Ponto de entupimento R$ 20.000,00 Viscosidade R$ 22.000,00 Ponto de fulgor R$ 20.000,00 Cromatógrafo a gás R$ 170.000,00 ICP R$ 220.000,00 Absorção atômica R$ 150.000,00 Teor de enxofre R$ 180.000,00
    • 116. ASPECTOS ECONÔMICOS Fonte: Ouro Verde Indústria e Comércio de Biodiesel Ltda.
    • 117. CONTROLE DA QUALIDADE CONCLUSÃO
        • OS PARÂMETROS AVALIADOS PARA O PRODUTO FINAL SÃO DIFERENTES DAQUELES PARA A MATÉRIA-PRIMA;
        • IMPORTÂNCIA DA SELEÇÃO DAS MATÉRIAS-PRIMAS;
        • CONHECIMENTO DAS ETAPAS DE PRODUÇÃO E VARIÁVEIS DO PROCESSO;
    • 118. CONTROLE DA QUALIDADE CONCLUSÃO
        • COMPREENSÃO DOS PARÂMETROS DA QUALIDADE DO BIODIESEL:
          • CONTAMINAÇÃO NA AMOSTRAGEM;
          • CORREÇÃO APROPRIADA.
      • BAIXO CUSTO COM O CONTROLE DA QUALIDADE.
    • 119. INSTITUTO DE TECNOLOGIA DO PARANÁ – TECPAR DIVISÃO DE BIOCOMBUSTÍVEIS – DBIO Contato: [email_address] / [email_address] Tel.: (41) 3316-3032 Homepage : www.tecpar.br/cerbio
    • 120.  
    • 121. Uso de Óleos e Gorduras como Combustível
    • 122. USO DE ÓLEOS E GORDURAS COMO COMBUSTÍVEL
      • POR QUE NÃO USAR ÓLEO VEGETAL DIRETO NO MOTOR DIESEL?
      • AS CARACTERÍSTICAS FÍSICO-QUÍMICAS SÃO SEMELHANTES?
      • VANTAGENS E DESVANTAGENS
      S. Nonhebel; Renew. Sust. Energ. Rev. 9 (2005) 191.
    • 123.
      • VANTAGENS
      • DISPONIBILIDADE;
      • RENOVÁVEL;
      • ELEVADO PODER CALORÍFICO (APROXIMADAMENTE 88% DO DIESEL);
      • BAIXO TEOR DE ENXOFRE;
      • BAIXO TEOR DE AROMÁTICOS;
      • BIODEGRADABILIDADE.
      USO DE ÓLEOS E GORDURAS COMO COMBUSTÍVEL Dermibas, A . Biodiesel : a realistic fuel alternative for diesel engines. 2008
    • 124. USO DE ÓLEOS E GORDURAS COMO COMBUSTÍVEL Amaral, D. F. Biodiesel no Brasil: conjuntura atual e perspectivas. In: 9° Encontro de Negócios de Energia – FIESP. 2008
    • 125. USO DE ÓLEOS E GORDURAS COMO COMBUSTÍVEL
      • DESVANTAGENS
      • ALTA VISCOSIDADE;
      • BAIXA VOLATILIDADE,
      • COMBUSTÃO INCOMPLETA;
        • FORMAÇÃO DE DEPÓSITOS DE CARBONO NOS SISTEMAS DE INJEÇÃO,
        • DIMINUIÇÃO DA EFICIÊNCIA DE LUBRIFICAÇÃO,
        • OBSTRUÇÃO NOS FILTROS DE ÓLEO E SISTEMAS DE INJEÇÃO,
        • COMPROMETIMENTO DA DURABILIDADE DO MOTOR.
    • 126.
      • FORMAÇÃO DE ACROLEÍNA (UMA SUBSTÂNCIA ALTAMENTE TÓXICA E CANCERÍGENA) PELA DECOMPOSIÇÃO TÉRMICA DO GLICEROL
      USO DE ÓLEOS E GORDURAS COMO COMBUSTÍVEL   SUAREZ, Paulo A. Z.; MENEGHETTI, Simoni M. Plentz; MENEGHETTI, Mario R.  and  WOLF, Carlos R.. Transformação de triacilglicerídeos em combustíveis, materiais poliméricos e insumos químicos : algumas aplicações da catálise na oleoquímica . Quím. Nova [online]. 2007, vol.30, n.3, pp. 667-676.
    • 127. USO DE ÓLEOS E GORDURAS COMO COMBUSTÍVEL http://www.feagri.unicamp.br/energia/agre2002/pdf/0055.pdf Característica/Óleo Diesel Amendoim Soja Algodão Girassol Babaçu Dendê Mamona Densidade relativa, g/cm 3 0,828 0,919 0,92 0,919 0,923 0,921 0,915 0,959 Visc. Cinemática, mm 2 /s 1,6-6,0 38 36 40 37 32 39 297 Início destilação, °C 165 173 152 - 211 - - - Resíduo de carbono, %massa 0,3(max) 0,42 0,45 0,42 0,42 0,22 - 0,18 Número de cetano 45(min) 33 36 40 39 38 42 - Poder calorífico Inferior, Kcal/L 8.400 7.900 7.850 8.050 7.950 7.800 8.330 8.000 Água por destilação, % massa <0,05 <0,05 <0,08 <0,05 <0,05 <0,05 - 0,2 Enxofre, % massa 1,3 <0,1 <0,1 <0,1 <0,1 <0,1 <0,1 <0,1
    • 128. USO DE ÓLEOS E GORDURAS COMO COMBUSTÍVEL
      • VIABILIDADE DO USO:
      • DILUIÇÃO;
      • CRAQUEAMENTO;
      • TRANSESTERIFICAÇÃO
      Dermibas, A . Biodiesel : a realistic fuel alternative for diesel engines. 2008

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