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  • 1. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÁTÃOBIBLIOTECAS ESCOLARES
    Auto-Avaliação para a Biblioteca Escolar
    Ano lectivo 2009/2010
  • 2. “A biblioteca constitui um instrumento essencial do desenvolvimento do currículo escolar e as suas actividades devem estar integradas nas restantes actividades da escola e fazer parte do seu projecto educativo. Ela não deve ser vista como um simples serviço de apoio à actividade lectiva ou um espaço autónomo de aprendizagem e ocupação de tempos livres.” (Veiga et al, 2006: 34)
  • 3. Papel da Auto-Avaliação da BE
    Aplicar um instrumento de regulação e de melhoria contínua.
    Estabelecer uma aliança entre prática e análise reflexiva.
    Auto-responsabilizar – Direcção Escola/ Professores/ BE
    Apontar para uma reflexão orientada para a mudança – implica um envolvimento colectivo: órgãos de gestão e de decisão pedagógica.
    Planear para o desenvolvimento – transformar boas ideias em boas práticas; estabelecer metas.
    Integrar o processo de gestão e de desenvolvimento: incorporando os resultados da auto-avaliação e perspectivando a mudança – para melhorar o perfil de desempenho.
  • 4. Mais valias da Auto-Avaliação da BE
    • Permite conhecer o impacto da BE no processo de ensino/aprendizagem.
    • 5. Potencia uma visão e um pensamento estratégico.
    • 6. Permite identificar os pontos fortes e pontos fracos do trabalho realizado.
    • 7. Facilita o planificar em articulação com as várias estruturas intermédias da escola.
    • 8. Promove o trabalho colaborativo.
    • 9. Dá a conhecer o “valor” da BE.
    • 10. Promove uma cultura de avaliação.
  • Avaliar como?
    • Estabelecer prioridades – não se pode “medir” tudo mas também não esquecer a BE como um todo
    • 11. Identificar as evidências mais significativas
    • 12. Articular elementos quantitativos e qualitativos (valor)
    • 13. Informação que já existe/facilmente identificável – documentos que orientam a actividade da escola/BE; horário; estatísticas de diversos tipos; registos sobre actividades; balanços; aquisições; etc.
    • 14. Informação específica – o que os outros pensam; impacto no desenvolvimento de competências; motivação; qualidade dos trabalhos realizados; etc.
  • Estrutura do Modelo: Domínios/ Subdomínios
  • 15. Estrutura do Modelo:
    Instrumentos de recolha de evidências
    • Registos de Observação.
    • 16. Questionários aos professores, alunos, pais/EEs.
    • 17. Checklists.
    • 18. Registos estatísticos.
    • 19. Informação contida em documentação que rege e estrutura a vida da escola e da BE.
    • 20. Planificações.
    • 21. Análise de trabalhos dos alunos.
    • 22. Registos de reuniões/ contactos.
    • 23. Materiais de apoio produzidos e editados.
    7
  • 24. Estrutura do Modelo:
    Perfis de desempenho: 4 níveis
  • 25. Implementação do Modelo
    Selecção do domínio a avaliar (avaliação de um domínio por ano) em articulação com o Órgão Directivo.
    Este ano será avaliado o domínio:
    A. Apoio ao Desenvolvimento Curricular
    A.1 Articulação curricular da BE com as estruturas pedagógicas e os docentes
    A.2. Desenvolvimento da literacia da informação
  • 26. Implementação do Modelo
    Etapas
    • Realizar a análise SWOT
    • 27. Recolher evidências
    • 28. Analisar os dados recolhidos
    • 29. Identificar os perfis de desempenho do domínio seleccionado
    • 30. Confrontar os dados recolhidos com os perfis de desempenho
    • 31. Elaborar o relatório de auto-avaliação - pontos fortes e fracos
    • 32. Elaborar um plano de melhoria - estratégias e medidas a tomar com vista ao melhoramento do desempenho da BE
    • 33. Analisar o relatório em Conselho Pedagógico
    • 34. Divulgar os resultados na comunidade educativa
  • Amostra e aplicação dos instrumentos
    • Questionários – aplicação
    • 35. a 20% do nº total de professores da escola
    • 36. a 10% do nº de alunos em cada nível de escolaridade
    • 37. Grelhas de observação – aplicação
    • 38. a 10% do nº de turmas em cada nível de escolaridade
    • 39. Critérios
    • 40. Alunos - abranger a diversidade de alunos da escola: os vários níveis de escolaridade; as várias origens/nacionalidades; rapazes e raparigas; alunos com necessidades educativas; …
  • Amostra e aplicação dos instrumentos
    • Critérios
    • 41. Professores – abranger a diversidade de professores da escola : diferentes departamentos, professores mais antigos e professores recém-chegados.
    • 42. Recolher dados em diferentes momentos do ano lectivo, para verificar possíveis progressos.
    • 43. Aplicar em dois momentos diferentes os inquéritos e as grelhas de observação.
  • Envolvimento da comunidade
  • 44. “Está comprovado que quando os bibliotecários e os professores trabalham em conjunto, os alunos atingem níveis mais elevados de literacia, de leitura, de aprendizagem, de resolução de problemas e competências no domínio das tecnologias de informação e comunicação”
    Manifesto da Biblioteca Escolar – Unesco
  • 45. Integração dos resultados na auto-avaliação da escola
    • O Conselho Pedagógico deve conhecer relatório de auto-avaliação e apresentar sugestões de melhoria.
    • 46. Do relatório final da escola deve constar uma síntese do relatório de auto-avaliação BE.
    • 47. O impacto da BE deve fazer parte da avaliação da escola no seu todo.
  • “Self-evaluation should be a regular part of normal school life which involves everyone: staff, pupils, parents, governors, inspectors and the wider community. It should be a constant process in a cycle which includes identifying priorities for improvement; monitoring provision; and evaluating outcomes.” McNicol (2004: 7)
  • 48. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÁTÃO
    BIBLIOTECAS ESCOLARES
    Fontes consultadas:
    Gabinete da Rede de Bibliotecas escolares – modelo de auto-avaliação das bibliotecas escolares
    [acedido em 18 de Novembro 2009] disponível em URL: <http:// www.rbe.min-edu.pt
    Gabinete da Rede de Bibliotecas escolares – modelo de auto-avaliação das bibliotecas escolares :
    instrumentos de recolha de dados [acedido em18 de Novembro 2009]
    disponível em URL: <http:// www.rbe.min-edu.pt
    Johnson, Doug (2005). Getting the most from your School Library Media Program. Disponível em: http://www.moodle.org/0.8293396770747297[Acedido em 18/11/2009]
    McNicol, Sarah (2004). Incorporating library provision in school self-evaluation. Volume 56, Issue 3 November 2004, pages 287 – 296. Disponível em: http://www.ingentaconnect.com/content/routledg/cedr/2004/00000056/00000003/art00005
    [Acedido em 18/11/2009]
    Veiga, Isabel e al. (2006). Lançar a rede de bibliotecas escolares, Lisboa: Edição do Ministério da Educação.
    A professora bibliotecária Isilda Menezes