Auto AvaliaçãO Avrt2 Be

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    Coordenadora da BE: Manuela Baptista

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    Auto AvaliaçãO Avrt2 Be - Presentation Transcript

    1. AUTO-AVALIAÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR - APLICAÇÃO DO MODELO RBE AO AGRUPAMENTO -
    2. Conceitos implicados no modelo RBE
        • A auto-avaliação como:
        • processo (e não algo ocasional) a desenvolver ao longo de 4 anos;
        • desenvolvimento de práticas sistemáticas de recolha de evidências associadas ao trabalho do dia-a-dia (“ evidence-based practice”);
        • reflexão orientada para a mudança, pressupondo um envolvimento colectivo;
        • instrumento propiciador da melhoria da qualidade da BE;
        • sistema de auto-responsabilização – Biblioteca Escolar/ Agrupamento de Escolas.
        • Determina os domínios nucleares de funcionamento e sucesso da BE e os seus pontos fracos.
    3. Auto-avaliar para quê?
        • Conhecer o que estamos a fazer, para perspectivar o que vamos fazer a seguir;
        • Delinear acções de melhoria, assentes na redefinição de objectivos, de prioridades e de critérios de êxito;
        • Planear para o desenvolvimento: transformar boas ideias em boas práticas;
        • Contribuir para a afirmação e reconhecimento da Biblioteca Escolar, interna e externamente.
    4. Auto-avaliar o quê?
      • Os factores implicados no sucesso da BE:
      • Os níveis de colaboração entre o professor-bibliotecário e os professores em geral na identificação de recursos e no desenvolvimento de actividades conjuntas, orientadas para o sucesso do aluno: literacia da informação e promoção da leitura – Domínios A e B;
      • O programa formativo desenvolvido pela BE – Domínios A, B e C;
      • A acessibilidade dos serviços prestados pela BE (horário, flexibilidade no acesso, catálogos online , etc.) e a adequação da colecção e dos recursos tecnológicos – Domínio D;
      • A formação dos recursos humanos que suportam o funcionamento da BE – Domínio D.
    5. Estrutura do modelo RBE Aponta ainda factores críticos de sucesso , evidências a recolher , exemplos de acções de melhoria a implementar e define perfis de desempenho. Domínios/Subdomínios A. Apoio ao desenvolvimento curricular B. Leitura e literacia C. Projectos, parcerias e actividades livres e de abertura à comunidade D. Gestão da BE A1. Articulação curricular da BE com as estruturas pedagógicas e os docentes C1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular D1. Articulação da BE com o agrupamento. acesso e serviços prestados pela BE A2. Desenvolvimento da literacia da informação C2. Projectos e parcerias D2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços. D3. Gestão da colecção
    6. Etapas do processo
      • Preenchimento da ficha de perfil da Biblioteca Escolar;
      • Selecção do domínio a avaliar;
      • Preparação dos instrumentos de recolha de evidências;
      • Recolha de evidências;
      • Interpretação/ gestão da informação recolhida;
      • Elaboração do Relatório de Auto-avaliação, resultante da aplicação do modelo, e atribuição de um nível de desempenho, em conformidade com o modelo;
      • Elaboração de um plano de melhoria para Biblioteca Escolar;
      • Apresentação dos dois últimos documentos ao CP;
      • Elaboração de uma síntese a integrar no Relatório do Agrupamento.
    7. Fontes de evidências:
      • Informação que já existe : documentos que orientam a actividade da Escola/BE; estatísticas de diversos tipos; registos de actividades; registos de aquisições; etc.
      • Informação específica : o que os outros pensam (entrevistas, inquéritos, questionários); impacto no desenvolvimento de competências; qualidade dos trabalhos realizados; etc.
    8. DOMÍNIO SUGERIDO PARA AUTO-AVALIAÇÃO EM 08/09 B1. Leitura e Literacia B.1 Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura B.2 Trabalho articulado da BE com departamentos e docentes e com o exterior, no âmbito da leitura B.3 Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e das literacias.
    9. Instrumentos de recolha de evidências propostos:
      • Inquéritos (indicados pelo modelo, para o domínio a avaliar) aos professores, alunos, encarregados de educação;
      • Entrevistas aos professores, alunos, encarregados de educação;
      • Registos estatísticos;
      • Documentos que regulam a actividade do Agrupamento/BE;
      • Registos de reuniões e outros contactos;
      • Planificações;
      • Relatórios de actividades;
      • Trabalhos realizados pelos alunos;
      • Materiais de apoio produzidos e editados.
    10. Quem está envolvido no processo?
      • O/A Coordenador/a da BE lidera o processo, mas este é da responsabilidade do Agrupamento;
      • O CE deve ser líder coadjuvante e aglutinar vontades e acções, de acordo com o poder que a sua posição lhe confere;
      • A Equipa responsável pela Avaliação Interna, que poderá participar nas tarefas de recolha/ interpretação de evidências, análise dos resultados e sugestões de melhoria;
      • Professores, alunos, pais/encarregados de educação são chamados colaborar no processo, participando nas entrevistas, inquéritos, etc.)
    11. Impactos que se perspectivam:
      • Para a Biblioteca Escolar:
      • redefinição de práticas – adaptação à mudança;
      • validação dos factores críticos de sucesso;
      • maior integração do programa da BE nos planos estratégicos e operacionais do agrupamento.
      • Para o trabalho dos professores:
      • visão partilhada da BE;
      • validação da importância da integração das práticas da BE nas estratégias de ensino-aprendizagem ;
      • validação do professor-bibliotecário ( “learning specialist” ) como parceiro no percurso formativo e curricular dos alunos.
      • As aprendizagens dos alunos:
      • validação/ consolidação de actividades que acrescentam valor às suas aprendizagens sucesso escolar.
    12. “ Self-evaluation is valuable. It may seem initially demanding, perhaps even threatening, but it is also enlightening, invigorating and a very potent catalyst for change and development.” Elspeth Scott
    13. Referências Bibliográficas
      • Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares (2008); (em linha), disponível em: http:// www.rbe.min-edu.pt /np4/np4/31.html (acedido em 14/11/2008)
      • Scott, Elspeth (2002) “How good is your school library resource centre? An introduction to performance measurement”. 68th IFLA Council and General Conference August
      • Todd, Ross (2002) “School librarian as teachers: learning outcomes and evidence-based practice”. 68th IFLA Council and General Conference August

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