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    E lit apresentacao_v_c_f E lit apresentacao_v_c_f Presentation Transcript

    • Projecto eLit.pt
      A LITERACIA INFORMACIONAL NOS ESTUDANTES DO SÉCULO XXI
      “Geração copy & paste”
      Armando Malheiro da Silva
      Fernanda Martins
      Maria Manuela Pinto
    • Enquadramento
      A Literacia Informacional no Espaço Europeu do Ensino Superior: Estudo das Competências da Informação em Portugal
      Projecto de investigação aprovado e financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) - 2007/2010
      Entidade proponente do Projecto:
      Centro de Estudos em Tecnologia e Ciências da Comunicação (CETAC.media) da Faculdade de Letras da Universidade do Porto
      Área cientifica em que o Projecto foi incluído e avaliado:
      Ciências da Informação e da Comunicação
    • O Projecto
      Área ou campo específico em que a abordagem deste Projecto foi concebida:
      a Ciência da Informação
      tal como vem sendo matrizada e desenvolvida na FLUP atravésde umcorpus teórico-metodológico trans e interdisciplinar
      quedifere substancialmente do perfil epistémico das chamadas Ciências Documentais
    • A Equipa
      Constituiu-se uma equipa assumidamente interdisciplinar cruzando saberes da C.I., da Sociologia e da Psicologia e Educação, eixos enformadores da abordagem do tema/problema Literacia Informacional
      Armando Malheiro da Silva(Coordenador)
      Ciência da Informação: Faculdade de Letras – Universidade do Porto
      Fernanda Martins
      Psicologia Cognitiva: Faculdade de Letras – Universidade do Porto
      José Azevedo
      Sociologia: Faculdade de Letras – Universidade do Porto
      Maria Manuela Pinto
      Ciência da Informação : Faculdade de Letras – Universidade do Porto
      Viviana Fernández Marcial
      Ciência da Informação : Universidade de A Coruña - Espanha
      Letícia Silva
      Susana Guedes
      (Bolseiras de Investigação 2008/2009 e 2009/2010 : Faculdade de Letras – Universidade do Porto)
    • Focus do Projecto
      FOCUS do projecto
      Estudar aLiteracia Informacionalou seja, uma ”espécie” de Literaciatendo em conta a moda explosiva e a variedade de Literacias que a literatura exibe
      ou seja, umconjunto de características e aspectos relacionados com aInformação tal como esta é definida e objectivada pela C.I.
      Desenvolver esse estudo tendo como contexto:
      as alterações nas políticas e sistemas de educação em Portugal e na Europa
      sobretudo no que toca aonível superior ou universitário e ao modelo de uniformização recentemente implementado e conhecido por Reforma (Declaração) deBolonha
    • Focus do Projecto
      A Referência expressa ao EspaçoEuropeu do Ensino Superiorsignifica precisamente a atenção dada à influência que omeio ambiente(leia-se o enquadramento portuguêse europeu) tem sobre a problemática da Literacia
      Não é, pois, possível esquecer, sobretudo, a vertente política que se traduz num conjunto de iniciativas e projectos que, pelo menos, desde 1996 vêmprocurando ajustar o sistema educativo à introdução e subsequente impacto das TIC
    • Focus do Projecto
      Vem a propósito recordar:
      1996 - o relatório da ComissãoInternacional sobre Educação, coordenada por Jacques Delors, para a UNESCO e intitulado Educação, um tesouro a descobrir
      1999 – o lançamento da iniciativa eEurope - Sociedade de Informação para todos, concebida para acelerar a implantação das TIC em toda a Europa e garantir que todos os europeus possuam competências necessárias para as usar
      2000 a 2004 - o lançamento do plano de acção eLearning (Desenhar a Educação de Amanhã)
    • Focus do Projecto
      Iniciativas de âmbito europeu com reflexo em Portugal, onde vale destacar:
      a reforma curricular de 2001-2002 para o ensino básico e secundário (DL nº 6 de 18 Jan 2001) em que é assumido o carácter instrumental do uso das TIC integrado em todos os ciclos de aprendizagem na área de formação transdisciplinar
    • Focus do Projecto
      A implementação da Declaração de Bolonha
      a partir de 2006 tem propósitos de:
      uniformização política dos diplomas e das oportunidades de acesso ao mercado de trabalho no espaço da UE
      teve, também, o objectivo de uma mudança profunda na concepção pedagógica, sobretudo em nível do último estádio da educação formal - o universitário
      e de aproximar o aluno de uma aprendizagem acompanhada e, ao mesmo tempo, capaz de desenvolver um forte sentido deautonomia e de auto-desenvolvimento das capacidades/competências próprias e adquiridas
    • Focus do Projecto
      Mudança do processo ensinar-aprender
      Os estudantes participam/constroem activamente o seu conhecimento
      Promoção da formação contínua, aprendizagem ao longo da vida
      Ênfase na total integração das TIC nos sistemas de educação, permitindo assim um sistema interactivo de raíz
      Criação dos ECTS (European Credits Transfer System)
      nova medida para reconhecer o conhecimento académico dos estudantes e que traz maiores oportunidades de transmissão e aquisição de conhecimento. Os ECTS valorizam as horas que os estudantes dedicam à aquisição específica de conhecimento, em detrimento da definição baseada no número de horas em que o professor ensina.
      Promoção de uma educação integrada para o estudante
      abrangendo a aquisição de competências genéricas, transversais e específicas (conhecimento, capacidades e habilidades), nas quais o acesso e o uso da informação são uma prioridade.
    • Focus do Projecto
      No entanto, é preciso sublinhar que
      o actual projecto e os resultados obtidos através dos questionários, aplicados de 2007 a 2009, não conseguem espelhar qualquer indício claro do impacto da reforma no comportamento informacional dos estudantes
      O que já parece ser visível, através desta abordagem por questionário, é
      a transição, em curso, do “cérebro tipográfico” para o ”cérebro hipertextual ou 2.0” estimulada pelos programas e reformas citadas
      Trata-se de um importante tópico de pesquisa a explorar
    • Fundamentos epistemológicos e conceptuais
      O Projecto eLit.pt
      inscreve-se num “terreno” problemático que convoca olhares complementares e exclui abordagens únicas, mas, precisamente por isso, precisa de evidenciar bem a base disciplinar ou científica de onde parte ou onde assenta
      a Ciência da Informação
      perspectivada no seu “nicho” interdisciplinar imediato e natural que é o das Ciências da Informação e da Comunicação
    • Fundamentos epistemológicos e conceptuais
      • É um projecto de pesquisa em C.I., entendida esta como :
      • ciência social aplicada que investiga o ciclo info-comunicacional completo (da produção ao uso da informação) em quaisquer suportes e qualquer que seja a codificação e a natureza dos conteúdos (informação)
      Adapt. from Tom Wilson
    • Enquadramento
      O Projecto eLit.pt
      Inscreve-se naCiência da Informação
      esta compreende três grandes áreas:
      a produção
      a organização e representação
      o comportamento informacional
      A Literacia Informacional surge como problema de estudo dentro do Comportamento Informacional
      conceito que chegou à Biblioteconomia e ao universo das Bibliotecas Escolares e Universitárias
    • Fundamentos epistemológicos e conceptuais
      O objecto construídopela Ciência da Informação como móbil e alvo de toda a pesquisa é a
      INFORMAÇÃO
      conceito polissémico e transversal que carece de oportunos esclarecimentos quanto ao seu uso científico
      PARTIMOS, EM C.I., DESTA DEFINIÇÃO OPERATÓRIA:
      informação é um conjunto estruturado de representações mentais e emocionais codificadas (sinais e símbolos) e modelado com/por interacção social, capaz de ser registada em qualquer material de armazenamento de informação (papel, filme, fita magnética, disco compacto, etc.) e, assim, comunicada de uma forma assíncrona e multidireccional(Silva, 2006)
    • Fundamentos epistemológicos e conceptuais
      Comportamento e Literacia informacionais remetem, naturalmente, para a definição operatória apresentada e configuram, assim, uma especificidade da C.I.
      Definimos Comportamento Informacional como:
      o modo de ser ou de reagir de uma pessoa ou de um grupo numa determinada situação e contexto, impelido por necessidades induzidas ou espontâneas, no que toca exclusivamente à produçãoemissão, recepção, memorização/guarda, reprodução e difusão da informação(Silva, 2006)
    • Fundamentos epistemológicos e conceptuais
      Definimos Literacia Informacional
      através das competências e da capacidade selectivae sintetizadora na busca e uso da informação(Silva, 2006)
      Determinar:
      o tipo de competências aprendidas
      assim como as necessidades espontâneas ou induzidas ao longo do processo de escolarização
      no que toca a buscar, reproduzir/citar, interiorizar e comunicar informação
      envolve um diálogo directo e proveitoso com as Ciências da Educação e permite desenvolver pesquisa dentro da C.I.
    • Fundamentos epistemológicos e conceptuais
      Não podemos esquecer que
      o conceitochegou à Biblioteconomia e ao universo das Bibliotecas Escolares e Universitáriasvindo dos campos da formação profissional e da Educação, imbricado, sobretudo na língua inglesa (literacy significa alfabetização eliteracy),
      com o sentido elementar atribuído às competências-chave (aprender a ler, esrever e contar),
      e, aos poucos, foi sendo diferenciado desse sentido
      para significar uma função cognitiva e emocional mais madura e versátil capaz de avaliar, de escolher e de usar construtivamente os diferentes tipos de informação disponíveis
    • Fundamentos epistemológicos e conceptuais
      É preciso ainda ter em conta que
      a assimilação do conceito na prática formativa e cultural dos bibliotecários levou à elaboração de normas e referenciais, desde os anos 80
      a fim de que os utilizadores (estudantes) das Bibliotecas adquirissem boas práticas na busca, uso e citação da fontes procuradas e encontradas nesses espaços próprios dentro do contexto escolar em que desenvolviam as suas actividades
    • Fundamentos epistemológicos e conceptuais
      Essas normas e o entendimento subjacente de L.I. na prática biblioteconómica
      desenharam um conjunto de ideias orientadoras do papel do bibliotecário ainda hoje quer no seio das Universidades, quer nas Escolas através da figura do professor bibliotecário
      vão desde prescrições elementares e simples como seja a leitura de catálogos e da sinalética classificativa (por ex. CDU), dos livros e periódicos em livre acesso ou os passos certos de uma pesquisa em base de dados bibliográficas
      até à estimulação de avaliação, escolha e uso crítico das fontes disponíveis
    • Fundamentos epistemológicos e conceptuais
      A L.I. na prática biblioteconómica adquiriu, assim,
      um viés muito associado à indução de competências através do binómio ensino-aprendizagem, que a pesquisa em C.I. deve compreender e ver os efeitos desse esforço “de formação para a a literacia informacional” nas pessoas, nos grupos e no próprio sistema educativo
      A pesquisa em C.I.vai, pois, muito para além das normas e das boas práticas, e busca criticamente entender e caracterizar em profundidade o perfil de L.I. dos sujeitos estudados
    • Fundamentos epistemológicos e conceptuais
      O processo de APRENDIZAGEM
      LITERACIA INFORMACIONAL
      no âmbito da
      CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
      Está relacionada com
      Criação
      1
      Transformação
      7
      Procura
      2
      Difusão e transmissão
      6
      Avaliação
      3
      INFORMAÇÃO
      Organização
      4
      Armazenamento
      5
      LITERACIA INFORMACIONAL
      é um tópico fundamental no
      COMPORTAMENTO INFORMACIONAL
      e a AQUISIÇÃO DE COMPETÊNCIAS E HABILIDADES está directamente relacionada com
    • Fundamentos epistemológicos e conceptuais
      Este ciclo de operações implica:
      o desenvolvimento de competências de L.I. que programas “de formação” promovem em determinados sistemas e contextos e que importa sujeitar a exame crítico e é isso que entendemos ser a pesquisa de L.I. em C.I.
      o Projecto eLit.pt nasceu alinhado com este objectivo
    • Fundamentos epistemológicos e conceptuais
      Contexto das necessidades de informação
      Barreiras
      Comportamento
      de pesquisa
      da Informação
      Pessoa
      Estados fisiológicos, afectivos
      e cognitivos
      Ambiente
      Papel social
      Adapt. from Tom Wilson’s Model
    • Fundamentos epistemológicos e conceptuais
      Convém sublinhar como objectivos mais especificos do eLit.pt, projecto de pesquisa em C.I.:
      determinar a existência da LI tal como a definimos atrás
      Verificar se a LI já é perceptível no fim do ensino secundário e se durante todo esse nível de ensino houve alguma “formação para a LI” no sentido de boas práticas de busca, organização, citação e uso da informação
      Determinar eventuais contraste entre os níveis de LI no secundário e a meio do ensino universitário e politécnico
      Situar a LI através do diferentes contextos escolares (secundário e superior - universitário e politécnico) nas assimetrias geográficae sócio-económicade Portugal continental
      Partir do contexto escolar e do desenvolvimento da LI que aí se verifica para determinar outros contextos que se sobrepõem ou se ligam complementarmente no processo de consolidação da LI nos estudantes portugueses
      Avaliar o esforço há muito desenvolvido através dos padrões de LI e até que ponto ele se revela insuficiente ou até inútil para a criação de um efectivo e interiorizado perfil de LI no processo educativo formal em plena Era da Informação e sob o impacto das TIC
    • Fundamentos epistemológicos e conceptuais
      Convém ainda destacar mais alguns conceitos operatórios essenciais:
      Inclusão digital
      corresponde às competências adquiridas no processo de aprendizagem básica de informática, utilização de computadores e navegação na Internet
      difere de LI
      porque essas competências não incluem a capacidade de avaliar, seleccionar e usar criticamente a informação produzida/obtida através do computador ou da internet
    • Fundamentosepistemológicos e conceptuais
      Meio ambiente
      significa a realidade política, económica, social e cultural que condiciona e envolve os contextos e situações comportamentais relativas ao fluxo e ao uso/reprodução da informação
      Contexto
      unidade agregadora de elementos materiais, tecnológicos e simbólicos que envolvem os sujeitos de acção info-comunicacional através de momentos circunstanciais delimitados cronologicamente (situação)
      Situação
      é o estado circunstancial, temporário, de duração mais ou menos reduzida e contínua, que dá historicidade à acção informacional propriamente dita
    • Fundamentos epistemológicos e conceptuais
      Convém, por último, reconhecer que o eLit.pt foi concebido tendo em vista a criação de um modelo explicativo e, na medida do possível, interventivo
      que ajude a “cartografar” o estado da LI no sistema educativo português
      e a propor medidas e programas integrados e interdisciplinares tendentes a proporcionar um alargamento de competências e de desempenho intelectual e civico à populaçao estudantil
      • As competências informacionais são co-determinadas, em primeiro lugar, pelas condições do meio e pela acção humana, focada no contexto e na situação
      • O meio determina o contexto e o contexto é mais urgente e uma situação mais pessoal
      • Tudoistodefinirá as necessidades de informação
      • As necessidades de informaçãodeterminarão o modocomoosestudantesacederão à informação
      • Quando os estudantes acedem á informação, um processo de avaliação e selecção é automaticamente activado e este processo é influenciado pela situação, contexto e meio
      • O resultado deste processo é a satisfação ou não-satisfação do estudante
    • A Investigação
      Metodologia de Investigação
      A investigação teve a seguinte base:
      a) É necessário desenvolver um estudo específico no país de forma a:
      determinar a existência ou não de diversos padrões de literacia
      identificaraaptidão e atitude dos estudantes universitários face à literacia informacional no ensino superior
      b) A cultura informacional é potencialmente diferente das distintas áreas geográficas de Portugal
      c) O comportamento informacional está ligado ás expectativas, necessidades e estilo de vida
      d) A criação de um programa estratégico de literacia informacional seria uma garantia de uma optimização do processo de adaptação de Portugal ao Espaço Europeu do Ensino Superior e à sociedade do conhecimento.
    • Metodologia de Investigação
      Qualitativa
      obter indicadores sobre o comportamento informacional, as expectativas, necessidades e uso da informação por parte dos estudantes
      estes indicadores foram usados na estruturação do inquérito
      Quantitativa
      baseada nos resultados do inquérito
      A Investigação
    • A Investigação
      • Principais questões

      Questão

      Questão
      4
      2
      3
      1
      Perceber de que forma os estudantes universitários encaram as novas competências requeridas pela criação do EEES
      Perceber como os estudantes estão
      preparados em termos de competências informacionais
      antes do ensino superior
      Durante a frequência do ensino uperior
      no final do curso superior
    • A Investigação
      1ª Fase
      2ª Fase
      3ªFase
      Inquérito
      construído
      com base
      nos resultados da
      entrevista
      e com uma
      aplicação nacional
      Análise de Resultados
      e estruturação
      do modelo
      Grupo Foco
      Entrevista
      (qualitativo)
    • Grupos de Questões
      Contexto Pessoal(10 questões)
      Contexto Escolar (4 questões)
      Utilização da Biblioteca e Recursos de Informação
      Escolar/Faculdade (8 questões)
      Pública (8 questões)
      Utilização da Internet (5 questões)
      Recuperação e Uso da informação (19 questões)
    • A Investigação
    • A Amostra
      11 Escolas Secundárias
      955 estudantes
      13 Instituições do Ensino Superior
      2271 estudantes
    • Caracterização da Amostra
      Género dos inquiridos
      %
    • Caracterização da Amostra
      Idade dos Inquiridos
      %
    • Dados gerais sobre a origem social
      Os estudantes do secundário parecem reflectir um perfil característico de populações urbanas
      Existe uma clara diferenciação na origem social dos alunos do Ensino Universitário e Politécnico:
      verifica-se um maior recurso ao apoio social nos alunos do politécnico, bem como uma menor escolaridade da mãe e do pai
      os alunos do politécnico já no 1º ciclo frequentaram menos a biblioteca escolar, o que pode, desde logo, evidenciar a frequência de escolas com menos recursos.
      Frequência de utilização
    • Inquiridos do Ensino Superior beneficiários bolsa estudo/apoio escolar
      Ensino Superior
      %
    • Nível de escolaridade da mãe
      Secundário - 45,6% têm um curso superior, seguem-se 23,3% com o Secundário
      Superior - 22,6% têm o Secundário, seguem-se 22,2% com curso Superior
      %
    • Nível de escolaridade da mãe - inquiridos do Ensino Superior
      Ensino Superior - Mãe
    • Nível de escolaridade do pai
      Secundário - 35,5%têm um curso superior, seguem-se 25,2% com o Secundário
      Superior - 22,8% têm o Secundário, seguem-se 22,5%com o 1º ciclo
      %
    • Nível de escolaridade do pai - inquiridos do Ensino Superior
      Ensino Superior - Pai
      %
    • Dados gerais sobre a presença de computadores e acesso à Internet
      Presença de computadores e acesso à Internet
      cerca de 99% dos inquiridos declara ter computador em casa
      o número de computadores por agregado familiar é maior no superior do que no politécnico o que leva à possibilidade de um uso mais intensivo por cada indivíduo do superior
      O acesso à Internet em casa está também bastante difundido (cerca de 81% dos inquiridos refere ter), sendo que a sua distribuição é mais uma vez favorável aos alunos universitários
      A frequência de acesso é igualmente diferenciada, sendo os universitários aqueles que acedem com maior frequência.
      Verifica-se, ainda, que esta distribuição desigual assenta também numa distribuição geográfica. Assim as maiores taxas de acesso encontram-se também nas maiores cidades.
    • Número de computadores que os inquiridos têm em casa
      Cerca de 90% dos alunos têm de 1 a 3 computadores em casa
      Só 0,2% no Secundário e 0,4% no Superior não tem computador em casa
      %
    • Frequência com que acedem à Internet
      Lidera o acesso diário à Internet
      %
    • Frequência com que acedem à Internet - Inquiridos do Ensino Superior
      Ensino Superior
    • Local onde os inquiridos acedem à Internet
      Domina a opção pelo acesso em casa
      Destaque para o acesso na Faculdade para o Ensino Superior
      %
    • Uso de motores de busca
      Opção: Uso Muito Frequente
      O Google lidera, embora o Yahoo tenha representatividade no Secundário
      %
    • Estudantes que frequentaram aulas de TIC
      94,7% de estudantes do Secundário contra 53% do Superior
      Estudantes do Secundário estavam no 5º ano em 2001-2002
      Estudantes do Superior estavam no 7º ano em 2001-2002
    • Número de disciplinas em que são requeridos trabalhos
      Estudantes têm um elevado número de disciplinas que exigem a realização de trabalhos
      %
    • Local onde os inquiridos realizam os seus trabalhos
      Mantém-se o domínio da realização em casa (com recursos TIC)
      Estudantes do Superior com uso mais intensivo quer da Faculdade quer da Biblioteca da Faculdade (domínio especializado)
      %
    • Frequência de utilização dos recursos da Internet
      MESSENGER,Youtube, Hi5, Downloads lideram - INTERNET para lazer
      Websites de bibliotecas, B-On e bibliotecas digitais com as % mais baixas
      Wikipédia
      %
      Bibliotecas
    • Utilização da Biblioteca Escolar (BE) / Faculdade (BF)
      Biblioteca Escolar / Faculdade
      Apesar dos estudantes optarem maioritariamente pela casa para realizar os trabalhos escolares a maioria dos inquiridos já visitou uma biblioteca.
      Contudo:
      cerca de 22,4,6% dos estudantes do Secundário e 15,9% do Superior dizem nunca ter visitado este equipamento desde o 1º ciclo
      verificando-se uma maior afluência no 3º ciclo (69,7% e 60,9%), seguido do 2º ciclo (47,7% e 42,3%)
      Em termos de regularidade de frequência
      A tendência inverte-se: só uma minoria o faz regularmente, sendo notória uma diferença de comportamento entre o estudante do Secundário e o do Ensino Superior
      Frequência de utilização
    • Frequência com que os inquiridos vão à BE/BF
      %
    • Frequência da BE/BF noutros ciclos de ensino
      %
    • Frequência da BE no 1º ciclo - Inquiridos do Ensino Superior
      Ensino Superior
    • Existência de formação de utilizadores na BE/BF
      Existência de formação de utilizadores na BE/BF: Sim
      Só 25% dos inquiridos reconhece a sua existência
      %
    • O que fazem os alunos na BE/BF
      3ºlugar
      %
    • Dificuldade dos inquiridos em utilizar os recursos da BE/BF
      Dificuldade dos inquiridos em utilizar os recursos da BE/BF: Não
      Curiosamente não sentem dificuldade
      %
    • Utilizaçãodos recursos da BE/BF
      Utilização dos recursos disponíveis (catálogo, acesso livre, biblioteca digital, catálogo electrónico, bases de dados)
      Secundário:
      exceptuando o acesso livre (mesmo assim 25,3% nunca o utilizaram) a % de não utilização dos recursos disponíveisultrapassa sempre os 50%
      Superior:
      Estes utilizam uma maior diversidade de recursos do que os do secundário:
      Mesmo assim a utilização é baixa recolhendo a opção “nunca” % superiores a 33%, que atinge no caso do catálogo os 52%
      apesar de o acesso livre ser o recurso mais utilizado apenas 23,5% o faz frequentemente, nunca sendo utilizado por 17,9%.
    • Frequência de utilização dos recursos da BE/BF
      Frequência de utilização dos recursos da BE/BF:Muito Frequente
      %
    • Dificuldade dos inquiridos em utilizar os recursos da BE/BF
      Dificuldade dos inquiridos em utilizar os recursos da BE/BF: Não
    • Utilização da Biblioteca Pública (BP)
      Biblioteca Pública
      Neste grupo de questões destaca-se a % dos que não respondem (quer no Secundário, quer no Superior), rondandomais de 40% dos inquiridos.
      28,8 %dos alunos do Secundáriodesconhece a existência de BP na sua área de residência enquanto no Superior são cerca de 17,8 %
    • Frequência da utilização da BP
      %
    • Utilização da BP
      Apesar de 57% dos inquiridos do secundário não responderem
      Secundário:
      40,8% vai para a biblioteca estudar
      43,3% para pesquisa e acesso à informação
      Superior:
      47,8% vai para a biblioteca estudar
      53,5% para pesquisa e acesso a informação
      Nos recursos disponíveis são maioritariamente identificados:livros, jornais e revistas
    • O que fazem os alunos na BP
      O que fazem os alunos na BP (57% dos inquiridos do secundário não responderam)
      %
    • Utilização da BP
      Utilização dos recursos disponíveis (catálogo, acesso livre, biblioteca digital, catálogo electrónico, bases de dados)
      cerca de 30%denão respondentes
      Secundário:
      exceptuando o acesso livre (mesmo com 48,2% que nunca utilizaram) a % de não utilização dos recursos disponíveisultrapassa sempre os 50%
      Superior:
      cerca de 50%nunca usou:
      catálogo (electrónico ou de fichas), a bibloteca digital e as bases de dados
      apesar de o acesso livre ser o recurso mais utiizado apenas 12% o faz frequentemente, nunca sendo utilizado por 31,2%.
    • Frequência de utilização dos recursos da BP
      Frequência de utilização dos recursos da BP: Muito Frequente
      %
    • Dificuldade em utilizar os recursos da BP
      Dificuldade dos inquiridos em utilizar os recursos da BP: Não
    • Conhecimento de uma norma de referenciação bibliográfica
      Conhecimento de uma norma de referenciação bibliográfica: Sim
      %
    • Formação de utilizadores na BP
      Existência de formação de utilizadores na BP: Sim
      %
      40% não responderam a este grupo de questões
    • Ensino/aprendizagem: o Processo de Bolonha
      Formação de estudantes adaptados às exigências de competitividade internacional
      Ter acesso a um grande número de experiências
      Aprender a partir da experiência - Learning by doing – comportamentalmente e cognitivamente activo (e.g. Piaget, Bruner, Mayer)
      Ser responsável pela sua aprendizagem
      Saber regular a sua aprendizagem - self-regulated learning(e.g. McCombs & Whisler, 1997)
    • Alguns aspectos com implicações no ensino/aprendizagem
      A utilização das novas tecnologias de informação e comunicação
      Uma metodologia docente baseada na Aprendizagem Significativa
      Um processo baseado no desenvolvimento de competências
    • Alguns aspectos com implicações no ensino/aprendizagem
    • Literacia Informacional e Educação
      Necessidade de ensinar formalmente competências informacionais
      Ensinar de forma crítica - diminuir a aceitação “cega” dos conteúdos da internet
    • Literacia Informacional e Educação
    • Tipo de trabalho preferido
      Os alunos preferem realizar trabalho de grupo
      Nos universitários esta preferência é menos acentuada
      • No ensino universitário o gosto pela autonomia torna-se mais evidente
    • Suporte de entrega dos trabalhos
      • Há uma diferença estatisticamente significativa relativamente à % de alunos que usa os diferentes suportes de entrega de trabalhos
      • No ensino politécnico assim como no superior usam mais ambos os suportes (papel e electrónico)
      • É no ensino universitário que o papel é mais usado
      • É no ensino secundário que o suporte electrónico é mais usado
      • Os hábitos escolares estão a mudar e reflectem-se mais depressa ao nível do secundário
      • A Universidade continua a ser uma instituição mais conservadora
    • Fazem apresentação oral de trabalhos
      A percentagem de alunos que apresenta trabalhos oralmente é maior no ensino secundário
      No ensino superior a exigência de apresentação dos trabalhos não é tão grande, desvalorizando essa componente que se relaciona, nomeadamente, com o desenvolvimento de competências de comunicação
    • Suporte para a apresentação de trabalhos
      Há uma diferença estatisticamente significativa relativamente à % de alunos que usa os diferentes suportes de apresentação de trabalhos
      É no ensino politécnico que o PowerPoint é mais usado
      É no ensino secundário que a apresentação oral sem suporte electrónico é mais elevada
      É no ensino secundário que o flash é mais usado
      P
      U
      S
      S
      U
      P
      • No ensino secundário a exigência de apresentação dos trabalhos com ajuda de suporte electrónico é menor - falta de equipamento?
      • A utilização do flash pelos alunos do ensino secundário pode revelar a adesão cada vez mais rápida deste nível de ensino às TIC
      P
      U
      S
      P
    • Instrumentos para a realização de trabalhos
      • Os estudantes em média utilizam mais os motores de busca para a realização dos trabalhos e por último os materiais existentes na biblioteca pública
      As TIC ultrapassam os meios clássicos de realização dos trabalhos
      Necessidade de formação para melhorar a qualidade desta utilização
    • Tratamento da informação seleccionada
      A percentagem de estudantes que lêem e tiram apontamentos é idêntica
      Há mais alunos do secundário a fazer cópia textual
      Há uma percentagem menor de alunos do secundário a comparar leituras e a avaliar a autoria
      Há uma evolução do nível de literacia do ensino secundário para o superior – diminuição da cópia literal e preocupação com a autoria
    • Fases de realização de trabalhos
      Fases realização do trabalho – tempo dedicado
      Fases realização do trabalho – importância considerada
      Os alunos dedicam mais tempo a redigir e a pesquisar embora considerem mais importante a análise dos resultados
      Indicador de falta de destrezas a nível de literacias
    • Ajuda para a realização de trabalhos
      • Há uma diferença estatisticamente significativa relativamente à % de alunos que recorre a diferentes pessoas para pedir ajuda para a realização dos trabalhos
      • Não pedem ajuda ou pedem a familiares - os alunos do secundário
      • Pedem ajuda ao grupo - os do politécnico
      • Aos colegas e aos professores - os do universitário
      O recurso aos familiares é mais fácil durante o ensino secundário
      O nível de conhecimentos de cada aluno pode ser mais diferenciado no ensino superior daí o recurso aos colegas/grupo
    • Indicações do professor – pesquisa para o trabalho
      A percentagem de alunos que refere que os professores fornecem indicações de pesquisa para os trabalhos a desenvolver é idêntica nos três tipos de ensino
      Como fazer pesquisa está a fazer parte do processo de ensino/aprendizagem em todos estes níveis de ensino
    • Indicações do professor – estrutura do trabalho
      A percentagem de alunos que refere que os professores fornecem indicações sobre a estrutura dos trabalhos é diferente nos três tipos de ensino
      É no ensino secundário que os professores fornecem mais indicações
      No ensino universitário é onde existem menos indicações
      Até agora o acompanhamento da realização dos trabalhos pelos professores do ensino universitário era pouco comum
    • Formação – utilizadores da biblioteca escolar
      É na Universidade que existe mais formação fornecida aos utilizadores da biblioteca
      No ensino politécnico é onde há menos formação deste tipo
      As bibliotecas universitárias como parte integrante da vivência académica e da investigação
    • Utilização de recursos da Internet –mais relacionados com o ensino
      • Os estudantes em média utilizam mais o YouTube e a Wikipédia
      • O recurso menos utilizado é a b-On
      Necessidade de formação para rentabilizar a utilização estes recursos em termos educativos
    • Motivos para continuar a estudar
      Saber mais e gostar de estudar é preferido pelos universitários
      Ter um curso superior pelos alunos do secundário
      Ter um emprego melhor pelos alunos do politécnico
      O tipo de motivação para continuar a estudar é diferenciado consoante o nível de ensino
    • Auto-avaliação dos inquiridos
      Auto-avaliação: pesquisa
      %
    • Auto-avaliação dos inquiridos
      Auto-Avaliação: capacidade de avaliar e seleccionar os resultados
      %
    • Auto-avaliação dos inquiridos
      Auto-avaliação: sistematização e produção do trabalho pretendido
      %
    • Conclusões
      VALOR DO PROJECTO
      Alcance geográfico
      Metodologia da investigação
      Objecto de estudo
      Modelo teórico
      Análise multi-factorial
      Estudo de necessidades e motivação
      Contexto do EEES
      Resultados reportam-se a Portugal mas esta é uma situação constatada a nível global
    • Conclusões
      A destacar:
      “Brecha” informacional (information divide)
      Bom apetrechamento tecnológico
      O contexto socio-económico e familiar não tem especial relevância no comportamento informacional
      Evidência da relação directa entre a maior exigência e necessidade e o nível de desempenho
      Boa rede de bibliotecas públicas e escolares/universitárias
      O professor não assume um papel relevante no desenvolvimento dessas competências. É necessária uma maior sensibilização
      Em termos de literacia informacional, o papel das bibliotecas no processo ensino/aprendizagem não tem a expressão necessária
      Escassa capacidade crítica dos estudantes que afecta negativamente as competências de literacia informacional
    • Conclusões
      Em Portugal as competências informacionais não têm sido efectivamente contempladas, até hoje - nas sucessivas reformas educativas
      Torna-se urgente uma sensibilização dos poderes públicos para a literacia informacional
      Os actores ao nível dos diferentes contextos – família, biblioteca, escola, ... - terão que participar numa estratégia articulada configurada em politicas e programas governamentais que incidam não só na existência de infra-estruturas mas sobretudo no efectivo desenvolvimento de estratégias ao nível do ensino/aprendizagem promotoras da sensibilização e do desenvolvimento de competências de literacia informacional
    • Reflexões
      Necessidade de formação específica de alunos e de professores
      Articulação entre profissionais de Ciência da Informação e professores-bibliotecários/ professores
      Relacionar a LI com o ensino e com o ensino em sala de aula
      Ver os serviços da biblioteca como uma parcela do processo científico e do processo de ensino-aprendizagem
      Integrar e potenciar a utilização das TIC nesses processos
      Potenciar a articulação com os provedores de serviços baseados nas TIC
    • Reflexões
      A colaboração pode dar-se a vários níveis
      Escolher as fontes de pesquisa adequadas
      Saber como encontrar os itens desejados
      Avaliar as fontes de informação
      Saber quais as relevantes e confiáveis para o estudo
      Integrar os objectivos de LI no PE, PCA e no PAA
      Apoiar os professores na preparação de aulas
      Evidenciar no RI uma BE cada vez menos identificada como um espaço fisicamente delimitado onde se acede a recursos e cada vez mais como um serviço coincidente com o espaço da escola e ao serviço da Comunidade Educativa
      Desenvolver cursos, nomeadamente na Web, sobre os fundamentos da literacia informacional
    • Obrigado pela atenção ...
      Website: http://web.letras.up.pt/eLit/index.htm
    • Mod. BIG Six
      Serviços de aprendizagem
      Apoio individual
      e-portefólios
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      QUIZZ