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A Natureza Humana segundo T. Hobbes J. Rousseau E
Thomas Hobbes “ O homem é lobo do homem.”
<ul><li>1.588- 1.679 </li></ul><ul><li>Nasceu na Inglaterra em Westport. </li></ul><ul><li>Filho de pai vigário anglicano....
<ul><li>Magnum Opus : O Leviatã </li></ul><ul><li>Empirista racionalista (nominalismo) </li></ul><ul><li>Defensor do despo...
A Natureza Humana para Hobbes <ul><li>Metodologia </li></ul><ul><li>“ conhecemos muito melhor uma coisa a partir dos eleme...
<ul><li>O Leviatã  (1651): descrição do homem no seu estado natural, sem a regência de nenhum governo </li></ul><ul><li>No...
<ul><li>&quot;Portanto tudo aquilo que é válido para um tempo de guerra, em que </li></ul><ul><li>todo homem é inimigo de ...
<ul><li>O medo de ser dominado por outro ser humano é o que faz os homens fundarem um estado social e uma autoridade polít...
Completa seu método de estudo ao reformular o conceito de Estado <ul><li>“ Isto é mais do que consentimento, ou concórdia,...
Principais características <ul><li>Inglês </li></ul><ul><li>Empirista </li></ul><ul><li>Racionalista </li></ul><ul><li>Mon...
Jean Jacques Rousseau “ O homem nasce livre e por toda a parte encontra-se a ferros.”
Contexto Histórico <ul><li>Jean Jacques Rousseau  participou da corrente de pensamento, também chamada de Ilustração/Ilumi...
<ul><li>Revolução Industrial na Inglaterra em meados do século XVIII; </li></ul><ul><li>Invenção do tear mecânico, da máqu...
Delacroix - A Liberdade Guia o Povo
Jean Jacques Rousseau <ul><li>Jean Jacques Rousseau  nasceu em Genebra,  , em 28 de junho de 1712, e faleceu em Ermenonvil...
<ul><li>Teve uma juventude agitada.  </li></ul><ul><li>Na adolescência, encontrando os portões da cidade fechados, quando ...
<ul><li>Em Paris,valendo-se das cartas de apresentação, encontra alunos de música, e consegue rendimentos para sobreviver;...
<ul><li>Convite de  Diderot  para que escrevesse sobre seu sistema  na famosa  Enciclopédia ;   </li></ul><ul><li>Obteve s...
<ul><li>Em 1745, Rousseau tem 5 filhos com  Thérèse le Vasseur , porém, acaba por colocá-los todos em um orfanato. Uma iro...
<ul><li>Concurso da Academia de Dijon  - sobre a origem da desigualdade entre os homens.  </li></ul><ul><li>Desenvolveu o ...
<ul><li>Romance  La Nouvelle Héloïse  ( 1759)  mostra-o como defensor da moral e da justiça divina; Enquanto na obra  Lett...
<ul><li>Politicamente, expõe suas idéias no “ O Contrato Social ”  de 1762. Procura um Estado social legítimo, próximo da ...
<ul><li>Passa a levar uma vida retirada e solitária. Por opção, ele foge dos outros homens; </li></ul><ul><li>Seu grande i...
A Natureza Humana para Rousseau Original... Corrompido... sociedade
O Bom Selvagem <ul><li>Qualidades superiores nos indivíduos que viviam no estado de natureza. </li></ul><ul><li>Ambiente n...
 
Estado de felicidade Bondade Piedade Amor de si mesmo Autossuficiente Sozinho
<ul><li>“ Os homens nesse estado [de natureza], não tendo entre si nenhuma espécie de relação moral, nem deveres conhecido...
<ul><li>Potencialidades latejavam no homem primitivo impelindo-o para um afastamento cada vez maior do reino animal e esti...
<ul><li>“ O primeiro sentimento do homem foi o de sua existência, seu primeiro cuidado, o de sua conservação. As produções...
Socialização <ul><li>Instintiva e gradativamente, o homem utilizava sua inteligência para aproveitar melhor aquilo que a n...
<ul><li>As relações sociais necessariamente despertam   paixões </li></ul><ul><li>O outro se torna “importante”: </li></ul...
S ó estou esperando o comentário...
Expulsão de Adão do Paraíso <ul><li>As pessoas passaram a viver em sociedade e perderam o estado de natureza. </li></ul><u...
Sociedade civil <ul><li>O homem passou a ser governado por um contrato social.  </li></ul><ul><li>Indivíduos renunciam à l...
A Natureza Humana T. Hobbes X J. Rousseau
A natureza humana e a Opinião pública “ Quem quer que se dedique a tarefa de legislar para um povo deve saber como manejar...
Rousseau  O contrato social e a propriedade <ul><li>A divisão entre o “meu” e o “teu” e o surgimento da propriedade privad...
Rousseau e o contrato social <ul><li>A desigualdade funda-se pela  convenção, pelo contrato social estabelecido através da...
Rousseau e a Opinião pública <ul><li>Este movimento de submissão, segundo  Rousseau, se explica pela opinião pública, cuja...
Rousseau e a Opinião pública <ul><li>Com este intuito, atuam os meios de comunicação que agem modelando e guiando as massa...
Hobbes e a Opinião pública <ul><li>Já, de acordo com Hobbes a opinião pública é articulada tão, e somente, para controlar ...
Opinião pública <ul><li>Processo formativo de imagem das coisas criadas em nossa mente como resultado do que realmente vem...
 
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Slides sobre a Natureza Humana para Hobbes e Rousseau: trata-se de uma análise para a aula "Teoria da Opinião Pública", ministrada pelo professor Massimo di Felice para os alunos do curso de Relações Públicas da ECA - USP. Apresentação feita no dia 05 de maio de 2009.

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  1. 1. A Natureza Humana segundo T. Hobbes J. Rousseau E
  2. 2. Thomas Hobbes “ O homem é lobo do homem.”
  3. 3. <ul><li>1.588- 1.679 </li></ul><ul><li>Nasceu na Inglaterra em Westport. </li></ul><ul><li>Filho de pai vigário anglicano. </li></ul><ul><li>Formou-se em Oxford </li></ul><ul><li>Preceptor de um jovem de uma família de prestígio </li></ul><ul><li>Secretário de Francis Bacon </li></ul><ul><li>Leu diversas obras filosóficas </li></ul><ul><li>Filósofo e cientista político </li></ul>T. Hobbes - Biografia
  4. 4. <ul><li>Magnum Opus : O Leviatã </li></ul><ul><li>Empirista racionalista (nominalismo) </li></ul><ul><li>Defensor do despotismo político </li></ul><ul><li>Idealizador do contrato social </li></ul><ul><li>Perseguido por conteúdo ateísta da sua obra </li></ul>T. Hobbes - Biografia
  5. 5. A Natureza Humana para Hobbes <ul><li>Metodologia </li></ul><ul><li>“ conhecemos muito melhor uma coisa a partir dos elementos que ela se constitui.” ( De Cive ) </li></ul><ul><li>Método resolutivo-compositivo = desconstruir o objeto de estudo para conhecer cada parte </li></ul><ul><li>Resolutio = análise e Compositio = síntese </li></ul><ul><li>Definiu as noções e os termos que usaria no início do livro </li></ul><ul><li>Analisava a sociedade e, por esse motivo, estudou os elementos formadores dela, o homem e suas sensações </li></ul>
  6. 6. <ul><li>O Leviatã (1651): descrição do homem no seu estado natural, sem a regência de nenhum governo </li></ul><ul><li>No estado natural, todos os homens seriam considerados iguais </li></ul><ul><li>Sem um sistema de leis os homens entrariam em conflito: </li></ul><ul><li>&quot;Homo homini lupus&quot; – O homem é o lobo do homem </li></ul><ul><li>&quot;Bellum omnium contra omnes“ – É a guerra de todos contra todos </li></ul>Criou uma teoria hipotética
  7. 7. <ul><li>&quot;Portanto tudo aquilo que é válido para um tempo de guerra, em que </li></ul><ul><li>todo homem é inimigo de todo homem, o mesmo é válido também </li></ul><ul><li>para o tempo durante o qual os homens vivem sem outra segurança </li></ul><ul><li>senão a que lhes pode ser oferecida por sua própria força e sua </li></ul><ul><li>própria invenção. Numa tal situação não há lugar para a indústria, </li></ul><ul><li>pois seu fruto é incerto; consequentemente não há cultivo da terra, </li></ul><ul><li>nem navegação, nem uso das mercadorias que podem ser </li></ul><ul><li>importadas pelo mar; não há construções confortáveis, nem </li></ul><ul><li>instrumentos para mover e remover as coisas que precisam de grande </li></ul><ul><li>força; não há conhecimento da face da Terra, nem cômputo do tempo, </li></ul><ul><li>nem artes, nem letras; não há sociedade; e o que é pior do que tudo, </li></ul><ul><li>um constante temor e perigo de morte violenta. E a vida do homem é </li></ul><ul><li>solitária, pobre, sórdida, embrutecida e curta.&quot; </li></ul>
  8. 8. <ul><li>O medo de ser dominado por outro ser humano é o que faz os homens fundarem um estado social e uma autoridade política </li></ul><ul><li>O medo da morte ou da escravização deu lugar à razão </li></ul><ul><li>Conatus : esforço dos seres humanos para se unir ao que os agrada e se afastar do que os desagrada (instinto de conservação) </li></ul><ul><li>Só há paz quando o homem é capaz de abandonar seus direitos absolutos em favor de um soberano </li></ul><ul><li>O homem só é sociável por acidente </li></ul><ul><li>O monopólio da força e do poder pertenceriam ao soberano </li></ul><ul><li>O poder religioso é submetido ao politico </li></ul>
  9. 9. Completa seu método de estudo ao reformular o conceito de Estado <ul><li>“ Isto é mais do que consentimento, ou concórdia, é uma </li></ul><ul><li>verdadeira unidade de todos eles, numa só e mesma pessoa, </li></ul><ul><li>realizada por um pacto de cada homem com todos os homens, </li></ul><ul><li>de um modo que é como se cada homem dissesse a cada </li></ul><ul><li>homem: ‘Cedo e transfiro meu direito de governar-me a mim </li></ul><ul><li>mesmo a este homem, ou a esta assembléia de homens, com a </li></ul><ul><li>condição de transferires a ele teu direito, autorizando de </li></ul><ul><li>maneira semelhante todas as suas ações’. Feito isto, à </li></ul><ul><li>multidão assim unida numa só pessoa se chama Estado, em </li></ul><ul><li>latim, civitas&quot;. </li></ul>
  10. 10. Principais características <ul><li>Inglês </li></ul><ul><li>Empirista </li></ul><ul><li>Racionalista </li></ul><ul><li>Monarquista </li></ul><ul><li>Cria no homem anti-social </li></ul><ul><li>“ Fora do Estado é o domínio das paixões, a guerra, o medo, a </li></ul><ul><li>pobreza, a incúria, o isolamento, a barbárie, a ignorância, a </li></ul><ul><li>bestialidade. No Estado é o domínio da razão, a paz, a segurança, </li></ul><ul><li>a riqueza, a decência, a socialidade, o refinamento, a ciência e a </li></ul><ul><li>benevolência.” </li></ul>
  11. 11. Jean Jacques Rousseau “ O homem nasce livre e por toda a parte encontra-se a ferros.”
  12. 12. Contexto Histórico <ul><li>Jean Jacques Rousseau participou da corrente de pensamento, também chamada de Ilustração/Iluminismo, dominante no século XVIII que fundamentaria a Revolução Francesa (1789 - 1799); </li></ul><ul><li>Representa a hegemonia intelectual da visão de mundo da burguesia européia; </li></ul><ul><li>Tem início no Renascimento, com a descoberta da razão como chave para o entendimento do mundo, e seu ponto alto no século XVIII, o Século das Luzes. </li></ul><ul><li>Rosseau forneceu o lema principal da Revolução Francesa: “Liberdade, igualdade, fraternidade”. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Revolução Industrial na Inglaterra em meados do século XVIII; </li></ul><ul><li>Invenção do tear mecânico, da máquina a vapor, entre outras. </li></ul><ul><li>França: </li></ul><ul><li>Dinastia Bourbon - Luis Fernando de França, Delfín de França (1729-1765); Luís XVI de Bourbon (1774-1791); </li></ul><ul><li>Finanças reais não se encontravam numa situação favorável; </li></ul><ul><li>Revolução Francesa (1789-1799); </li></ul><ul><li>É nessa época de grandes transformações tecnológicas, sociais e política, que se passa a vida de Rosseau. Nesse período que marca o fim da transição entre feudalismo e capitalismo. </li></ul>Contexto Histórico
  14. 14. Delacroix - A Liberdade Guia o Povo
  15. 15. Jean Jacques Rousseau <ul><li>Jean Jacques Rousseau nasceu em Genebra, , em 28 de junho de 1712, e faleceu em Ermenonville, nordeste de Paris, França, em 2 de julho de 1778; </li></ul><ul><li>Perdeu a mãe Suzanne Bernard em conseqüências do parto; </li></ul><ul><li>Em 1722 morre o pai, Isaac Rousseau , relojoeiro calvinista; </li></ul><ul><li>Rousseau e o irmão ficaram sob a tutela do tio Gabriel Bernard; engenheiro militar; </li></ul><ul><li>  Não teve educação regular, educado no campo, na residência de um pastor protestante em Bossey. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Teve uma juventude agitada. </li></ul><ul><li>Na adolescência, encontrando os portões da cidade fechados, quando voltava de uma de suas saídas, opta por vagar pelo mundo. </li></ul><ul><li>Em Contignon (França), solicitou ajuda ao pároco católico e através deste conhece Louise, futura amante que propiciará a este o estudo de música e filosofia, além do catolicismo, incentivando para que este abjure o protestantismo, como ocorrerá. </li></ul><ul><li>Suas obras serão muito influenciadas por este momento de sua vida. </li></ul>Jean Jacques Rousseau
  17. 17. <ul><li>Em Paris,valendo-se das cartas de apresentação, encontra alunos de música, e consegue rendimentos para sobreviver; </li></ul><ul><li>Por meio de conhecidos consegue chegar à Academia, onde expõe seu sistema de notações musicais; </li></ul><ul><li>Os membros da Academia ouviram sua Dissertation sur la musique moderne , mas não aprovaram o sistema. </li></ul>Jean Jacques Rousseau
  18. 18. <ul><li>Convite de Diderot para que escrevesse sobre seu sistema na famosa Enciclopédia ; </li></ul><ul><li>Obteve sucesso com uma de suas óperas, intitulada O Adivinho da Vila ; </li></ul><ul><li>Concurso da Academia de Dijon cujo o tema era: &quot;O restabelecimento das ciências e das artes terá contribuído para aprimorar os costumes?&quot;, torna-se famoso ao escrever respondendo de forma negativa o Discurso Sobre as Ciências e as Artes ( 1749) , ganhando o prêmio em 1750. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Em 1745, Rousseau tem 5 filhos com Thérèse le Vasseur , porém, acaba por colocá-los todos em um orfanato. Uma ironia, já que em 1762 escreve o livro Emílio , ou Da Educação que ensina sobre como deve-se educar as crianças. </li></ul><ul><li>O que escreve como peça mestra do Emílio , a &quot;Profissão de Fé do Vigário Saboiano &quot;, acarretar-lhe-á perseguições e retaliações tanto em Paris como em Genebra. </li></ul><ul><li>Obras queimadas. </li></ul><ul><li>Religião natural, em que o ser humano poderia encontrar Deus em seu próprio coração. </li></ul>Jean Jacques Rousseau
  20. 20. <ul><li>Concurso da Academia de Dijon - sobre a origem da desigualdade entre os homens. </li></ul><ul><li>Desenvolveu o tema de que da própria civilização vinham os males que afligiam o homem civilizado. </li></ul><ul><li>O Discourse sur l'inégalité parmi les hommes (&quot;Discurso sobre a desigualdade entre os Homens&quot;, 1753/55 ). Sua fama então estava assegurada. </li></ul><ul><li>1755 - &quot;Discurso sobre a economia política&quot;. </li></ul><ul><li>Sofreu perseguição política pelo parlamento Francês e fugiu para a Suíça e assim escreveu “ Le Lévite d'Éphraïm’. </li></ul>Jean Jacques Rousseau
  21. 21. <ul><li>Romance La Nouvelle Héloïse ( 1759) mostra-o como defensor da moral e da justiça divina; Enquanto na obra Lettre a d'Alembert , responde a Alembert que essa arte de agradar é tão perniciosa, execrada na figura do teatro francês da época, que, em sua visão, sustentava indiretamente o modelo político aristocrático vigente. </li></ul><ul><li>Em sua obra Confissões , responde a muitas acusações de (Voltaire); </li></ul><ul><li>No fundo, Jean-Jacques Rousseau revela-se um cristão rebelado, desconfiado das interpretações eclesiásticas sobre os Evangelhos; </li></ul><ul><li>Sempre proferia uma frase: &quot;Quantos homens entre mim e Deus!&quot; , o que atraía a ira tanto de católicos como de protestantes . </li></ul>Jean Jacques Rousseau
  22. 22. <ul><li>Politicamente, expõe suas idéias no “ O Contrato Social ” de 1762. Procura um Estado social legítimo, próximo da vontade geral e distante da corrupção; </li></ul><ul><li>A soberania do poder, para ele, deve estar nas mãos do povo, através do corpo político dos cidadãos; </li></ul><ul><li>Segundo suas idéias, a população tem que tomar cuidado ao transformar seus direitos naturais em direitos civis, afinal &quot;o homem nasce bom e a sociedade o corrompe&quot;. </li></ul>Jean Jacques Rousseau
  23. 23. <ul><li>Passa a levar uma vida retirada e solitária. Por opção, ele foge dos outros homens; </li></ul><ul><li>Seu grande interesse por botânica, o leva a recolher espécie e montar um herbário. Seus relatos desta época estão no livro &quot; Devaneios de Caminhante Solitário “ de 1776; </li></ul><ul><li>Termina por falecer aos 66 anos em 1778 , onde estava hospedado, no castelo de Ermenonville; </li></ul><ul><li>Rousseau foi um iluminista à parte, talvez pelas suas próprias experiências desde a infância. </li></ul>Jean Jacques Rousseau
  24. 24. A Natureza Humana para Rousseau Original... Corrompido... sociedade
  25. 25. O Bom Selvagem <ul><li>Qualidades superiores nos indivíduos que viviam no estado de natureza. </li></ul><ul><li>Ambiente natural extremamente abundante e acolhedor, a ponto de parecer ter sido criado na medida exata para servir ao homem. </li></ul>
  26. 27. Estado de felicidade Bondade Piedade Amor de si mesmo Autossuficiente Sozinho
  27. 28. <ul><li>“ Os homens nesse estado [de natureza], não tendo entre si nenhuma espécie de relação moral, nem deveres conhecidos, não poderiam ser bons nem maus, e não tinham vícios nem virtudes (...). Não vamos, sobretudo, concluir com Hobbes que, por não ter a menor idéia da bondade, o homem seja naturalmente mau; (...) de sorte que se poderia dizer que os selvagens não são maus justamente por não saberem o que é serem bons, pois não é nem o desenvolvimento das luzes, nem o freio da lei, mas sim a calma das paixões e a ignorância dos vícios que os impedem de proceder mal.” </li></ul><ul><li>Rousseau </li></ul>Jean Jacques Rousseau
  28. 29. <ul><li>Potencialidades latejavam no homem primitivo impelindo-o para um afastamento cada vez maior do reino animal e estimulando nele o desenvolvimento da sociabilidade. </li></ul><ul><li>Perfectibilidade </li></ul><ul><li>Rousseau sustentava que “o Homem num estado de isolamento sempre permanece o mesmo; só vivendo em sociedade ele progride.” </li></ul>Jean Jacques Rousseau
  29. 30. <ul><li>“ O primeiro sentimento do homem foi o de sua existência, seu primeiro cuidado, o de sua conservação. As produções da terra lhe forneciam todos os socorros necessários,o instinto levou-o a utilizá-los.” </li></ul><ul><li>Rousseau </li></ul>
  30. 31. Socialização <ul><li>Instintiva e gradativamente, o homem utilizava sua inteligência para aproveitar melhor aquilo que a natureza lhe oferecia. </li></ul><ul><li>Percebeu que um homem só, colhia alimento para dois. </li></ul><ul><li>Formação de famílias. </li></ul><ul><li>Propriedade privada. </li></ul>
  31. 32. <ul><li>As relações sociais necessariamente despertam paixões </li></ul><ul><li>O outro se torna “importante”: </li></ul><ul><li>Opinião alheia e </li></ul><ul><li>reputação; </li></ul><ul><li>Inveja e reconhecimento; </li></ul><ul><li>Competitividade </li></ul><ul><li>Vaidade e desprezo </li></ul><ul><li>Vergonha e desejo </li></ul>
  32. 33. S ó estou esperando o comentário...
  33. 34. Expulsão de Adão do Paraíso <ul><li>As pessoas passaram a viver em sociedade e perderam o estado de natureza. </li></ul><ul><li>O novo contexto é marcado pela desigualdade, pelo egocentrismo, pelas paixões que tendem a se exacerbar, pela competição que freqüentemente é a semente da violência, enfim, por um virtual estado de guerra generalizada. </li></ul>
  34. 35. Sociedade civil <ul><li>O homem passou a ser governado por um contrato social. </li></ul><ul><li>Indivíduos renunciam à liberdade natural e à posse natural de bens, riquezas e armas e concordam em transferir a um terceiro – o soberano – o poder para criar e aplicar as leis, tornando-se autoridade política. </li></ul><ul><li>O ‘Soberano’ deveria ser a vontade do povo </li></ul><ul><li>[para Rousseau]. </li></ul>
  35. 36. A Natureza Humana T. Hobbes X J. Rousseau
  36. 37. A natureza humana e a Opinião pública “ Quem quer que se dedique a tarefa de legislar para um povo deve saber como manejar as paixões dos homens” Jean J. Rousseau
  37. 38. Rousseau O contrato social e a propriedade <ul><li>A divisão entre o “meu” e o “teu” e o surgimento da propriedade privada dão origem, na visão de Rousseau, ao estado de sociedade. Estado este, que corrompe o ser humano através do processo de civilização. </li></ul><ul><li>No progresso da vida civil o poder legítimo foi substituído pelo poder arbitrário, desta forma inicia-se o princípio da desigualdade entre os homens </li></ul>
  38. 39. Rousseau e o contrato social <ul><li>A desigualdade funda-se pela convenção, pelo contrato social estabelecido através da opinião pública. </li></ul><ul><li>No contrato social, os bens são protegidos e a pessoa, unindo-se às outras obedecem a si mesmo, dispensando a liberdade física e conservando a pretensa liberdade do Estado. </li></ul><ul><li>O pacto social, então, define-se como o momento em que “cada um de nós coloca sua pessoa e sua potência sob a direção suprema da vontade geral” </li></ul>
  39. 40. Rousseau e a Opinião pública <ul><li>Este movimento de submissão, segundo Rousseau, se explica pela opinião pública, cuja a importância revela-se como meio de controle social. </li></ul><ul><li>Neste sentido, as ciências e as artes foram utilizadas para tornar o homem sociável e para fazê-lo amar a escravidão a qual foi e é submetido. </li></ul>
  40. 41. Rousseau e a Opinião pública <ul><li>Com este intuito, atuam os meios de comunicação que agem modelando e guiando as massas em conformidade aos interesses “públicos”. </li></ul><ul><li>A opinião pública atua nas diretrizes governamentais e influencia as instituições sociais para reduzir as diferenças, minimizar os conflitos e entrechoques de interesses entre os grupos, as nações e as classes. </li></ul>
  41. 42. Hobbes e a Opinião pública <ul><li>Já, de acordo com Hobbes a opinião pública é articulada tão, e somente, para controlar os apetites, desejos e instintos da natureza humana com o intuito de refrear as paixões violentas do homem e assegurar um governo que instaure a paz e a segurança entre os povos </li></ul><ul><li>O que por sua vez, permite aos governados usufruir e garantir seus direitos de detentores de bens e propriedades privadas. </li></ul>
  42. 43. Opinião pública <ul><li>Processo formativo de imagem das coisas criadas em nossa mente como resultado do que realmente vemos, ouvimos ou sentimos. A opinião depende, naturalmente, não só do nosso acesso aos fatos, mas também de seu impacto sobre nossa personalidade em constante transformação. </li></ul><ul><li>Além, é claro, das idéias, notícias e representações que nos são transmitidas pelos canais de comunicação, apresentando os conflitos e interesses dos grupos que as propagam. </li></ul>
  43. 45. B árbara Bentivoglio Bárbara Franchi Bianca Carneiro Iris Lichtner Lunalva de Oliveira Marieta Carvalho É isso! :)
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