Modernismo Portugal

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Modernismo Portugal

  1. 1. “ Modernismo – a Geração de Orpheu ”
  2. 2. CONTEXTO HISTÓRICO <ul><li>PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA EM 1910:tensão política, insatisfação social, perda da autonomia ultramarina. </li></ul><ul><li>SURGE EM 1915, COM A PUBLICAÇÃO DA REVISTA ORPHEU. </li></ul><ul><li>Busca da identidade do povo lusitano. </li></ul>
  3. 3. O Modernismo é um movimento estético onde a literatura surge associada às artes plásticas. Improviso, Kandinsky
  4. 4. O modernismo rompia com o provincianismo, com as tradições acadêmicas, defendendo a liberdade de criação e pesquisa estética.
  5. 5. O Modernismo na literatura apresenta-se como: uma nova linguagem estética aberta à renovação constante: ausência da métrica, desprezo da razão, linguagem ousada. Paul Klee, Diana no Vento do Outono
  6. 6. Este movimento é empreendido pela geração de: Almada Negreiros Fernando Pessoa Em uníssono com a arte e a literatura mais avançadas na Europa. Mário de Sá Carneiro
  7. 7. FERNANDO PESSOA <ul><li>Para ser grande, sê inteiro; nada </li></ul><ul><li>Teu exagera ou exclui. </li></ul><ul><li>Sê todo em cada coisa. </li></ul><ul><li>Põe quanto és no mínimo que fazes. </li></ul><ul><li>Assim em cada lago a lua toda </li></ul><ul><li>brilha, porque alta vive. </li></ul>
  8. 8. Fernando Pessoa: A maior revelação de Orpheu. O seu gênio manifestou-se na sua personalidade fragmentária: Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis
  9. 9. Ode triunfal de Álvaro de Campos
  10. 10. Almada Negreiros Pintor Romancista Poeta Crítico de arte - Representa a vanguarda na pintura portuguesa da década de 20. - Introdutor do Modernismo em Portugal.
  11. 11. Maternidade, de Almada Negreiros
  12. 12. “ AS PESSOAS QUE EU MAIS ADMIRO SÃO AQUELAS QUE NUNCA ACABAM.” A SOMBRA SOU EU A minha sombra sou eu, ela não me segue, eu estou na minha sombra e não vou em mim. Sombra de mim que recebo luz, sombra atrelada ao que eu nasci, distância imutável de minha sombra a mim, toco-me e não me atinjo, só sei dó que seria se de minha sombra chegasse a mim. Passa-se tudo em seguir-me e finjo que sou eu que sigo, finjo que sou eu que vou e que não me persigo. Faço por confundir a minha sombra comigo: estou sempre às portas da vida, sempre lá, sempre às portas de mim! Almada Negreiros
  13. 13. Mário de Sá-Carneiro (1890-1916) Epígrafe A sala do castelo é deserta e espelhada. Tenho medo de Mim. Quem sou? De onde cheguei?... Aqui, tudo já foi... Em sombra estilizada, A cor morreu --- e até o ar é uma ruína... Vem de Outro tempo a luz que me ilumina --- Um som opaco me dilui em Rei...
  14. 14. Presencismo – segunda geração do modernismo português (1927-1940) <ul><li>Os objetivos da Revista Presença eram: </li></ul><ul><li>Levar adiante o projeto de modernidade iniciado por Orpheu e varrer resquícios de romantismo, historicismo e decadentismo que ainda perduravam com a geração anterior. Seus membros defendiam uma literatura viva (tudo que é original). </li></ul>
  15. 15. Invvvvvvvvvvvvvenções Isaac Asimov <ul><li>De 20.000 a.C. ao ano zero - 77 invenções revolucionárias. </li></ul><ul><li>A partir do ano zero até ao ano 1000, em apenas mil anos - 24 invenções. </li></ul><ul><li>1000 -1500 -40 invenções. </li></ul><ul><li>1500 a 1600 - 43 </li></ul><ul><li>1600 a 1700 – 94 </li></ul><ul><li>1700 a 1800 – 150 </li></ul><ul><li>1800 a 1900 - + de 440 </li></ul><ul><li>1900 a 1988 – cerca de 700 </li></ul>
  16. 16. Quando eu nasci, ficou tudo como estava, Nem homens cortaram veias, nem o Sol escureceu, nem houve Estrelas a mais... Somente, esquecida das dores, a minha Mãe sorriu e agradeceu. Quando eu nasci, não houve nada de novo senão eu. As nuvens não se espantaram, não enlouqueceu ninguém ... P'ra que o dia fosse enorme, bastava toda a ternura que olhava nos olhos de minha Mãe... (José Régio) A análise interior, a introspecção, era o caminho para essa forma de expressão.
  17. 17. 3º momento (1940-1947) O neo-realismo <ul><li>Repúdio à literatura de caráter psicológico e intimista; </li></ul><ul><li>Proposta de uma literatura engajada; </li></ul><ul><li>Alves Redol, Vergílio Ferreira, Jorge de Sena. </li></ul>
  18. 18. Inevitavelmente a corrente modernista reflectiu um espírito de mudança na literatura e nas artes, numa diversidade de experiências de vanguarda, que vão marcar a cultura do início do século, em Portugal.
  19. 19. Para ter uma ideia boa, comece por ter muitas.

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