Aula farmacocinética 1

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Aula farmacocinética 1

  1. 1. Professora Bia – biag777@yahoo.com.br Disciplina: Farmacologia
  2. 2. Farmacocinética
  3. 3. Farmacocinética Para compreender e controlar a ação terapêutica dos fármacos no organismo humano, é preciso saber quanto destes fármacos consegue chegar aos seus locais de ação e quando isso ocorre.
  4. 4. Farmacocinética A absorção, a distribuição, o metabolismo (biotransformação) e a excreção dos fármacos constituem os processos conhecidos como FARMACOCINÉTICA.
  5. 5. Farmacocinética O entendimento e a utilização dos princípios farmacocinéticos podem ampliar a probabilidade de sucesso terapêutico e reduzir a ocorrência de efeitos adversos dos fármacos no organismo.
  6. 6. Farmacocinética “O que o organismo faz com o fármaco”.
  7. 7. Farmacocinética Absorção, biodisponibilidade e vias de administração dos fármacos.
  8. 8. Farmacocinética ABSORÇÃO – velocidade com a qual os fármacos deixam seu local de administração e a magnitude com que isso ocorre.
  9. 9. Farmacocinética BIODISPONIBILIDADE – indica a magnitude com a qual um fármaco atinge seu local de ação ou um líquido biológico a partir do qual o fármaco tenha acesso ao seu local de ação.
  10. 10. Farmacocinética Por exemplo um fármaco que é absorvido pelo estômago e pelo intestino precisa em primeiro lugar atravessar o fígado antes de atingir a circulação sistêmica. Se esse fármaco for metabolizado no fígado ou eliminado na bile, parte da forma ativa será inativada ou desviada antes que possa atingir a circulação geral e ser distribuída os seus locais de ação.
  11. 11. Farmacocinética Se a capacidade metabólica ou excretora do fígado para o agente em questão for grande, sua biodisponibilidade será substancialmente diminuída (efeito de primeira passagem). Esta redução da disponibilidade depende do local anatômico a partir do qual ocorre a absorção.
  12. 12. Farmacocinética FATORES MODIFICADORES DA ABSORÇÃO muitas variáveis além dos fatores físico- químicos que afetam o transporte através das membranas influenciam a absorção dos fármacos.
  13. 13. Farmacocinética A absorção, seja qual for o local, depende da solubilidade do fármaco. As substâncias administradas em solução aquosa são absorvidas mais rapidamente que aquelas administradas em soluções oleosas, suspensões ou forma sólida porque se misturam mais facilmente com a fase aquosa no local absortivo.
  14. 14. Farmacocinética No caso de substâncias administradas na forma sólida, a velocidade de dissolução será fator limitante da sua absorção.
  15. 15. Farmacocinética Condições do local de absorção modificam a solubilidade, sobretudo no trato gastrointestinal. O ácido acetilsalicílico, que é relativamente insolúvel no ácido gástrico, é um exemplo desse tipo de fármaco
  16. 16. Farmacocinética A concentração de um fármaco influencia a velocidade de sua absorção. Os agentes inferidos ou injetados em soluções de concentração elevada são absorvidos mais rapidamente do que aqueles em soluções de baixa concentração.
  17. 17. Farmacocinética A circulação para o local da absorção também afeta a absorção do fármaco.
  18. 18. Farmacocinética O maior fluxo sanguíneo, promovido por massagem ou aplicação localizada de calor, aumenta a velocidade de absorção do fármaco, enquanto a redução do fluxo sanguíneo, produzida por fatores vasoconstritores, choque ou outros fatores patológicos, consegue lentificar a absorção.
  19. 19. Farmacocinética A área de superfície absorvente à qual um fármaco é exposto é um dos determinantes mais importantes da velocidade de absorção.
  20. 20. Farmacocinética As substâncias são absorvidas muito rapidamente a partir de grandes superfícies, como o epitélio alveolar pulmonar, a mucosa intestinal ou, em alguns casos, após a aplicação extensa, a pele.
  21. 21. Farmacocinética A superfície de absorção é determinada sobretudo pela via de administração. Cada um desses fatores isoladamente ou em combinação com outros pode ter efeitos substanciais sobre a eficácia e os efeitos tóxicos de um fármaco.
  22. 22. Farmacocinética ADMINISTRAÇÃO ENTERAL X PARENTERAL
  23. 23. Farmacocinética A ingesta é o método mais comum de prescrição de um fármaco. Além disso é o mais seguro, mais conveniente e o mais econômico.
  24. 24. Farmacocinética As suas desvantagens incluem a impossibilidade de absorção de alguns agentes por causa de suas características físicas, os vômitos em resposta a irritação da mucosa GI, destruição de alguns agentes por enzimas digestivas ou pelo pH gástrico básico,
  25. 25. Farmacocinética As irregularidades de absorção ou propulsão na presença de alimentos e outros fármacos e necessidade de cooperação por parte do paciente.
  26. 26. Farmacocinética Além disso, os fármacos no trato GI podem ser metabolizados pelas enzimas da mucosa, pela flora intestinal ou pelo fígado antes de chegarem à circulação geral.
  27. 27. Farmacocinética A administração parenteral de fármacos tem algumas vantagens nítidas em relação à via oral. Em alguns casos, a administração parenteral é essencial para que o fármaco seja absorvido na sua forma ativa.
  28. 28. Farmacocinética De modo geral, a disponibilidade é mais rápida e mais previsível do que quando um fármaco é administrado por via oral.
  29. 29. Farmacocinética A dose eficaz pode, portanto, ser escolhida de forma mais precisa. No tratamento de emergências, a adm. parenteral é extensamente valiosa.
  30. 30. Farmacocinética Se o paciente estiver inconsciente, não estiver cooperando ou não conseguir reter nada administrado por via oral, a terapia parenteral passa a ser uma necessidade.
  31. 31. Farmacocinética A injeção do fármaco também tem suas desvantagens.
  32. 32. Farmacocinética É essencial manter a assepsia, pode ocorrer uma injeção intravascular quando esta não era a intenção, a injeção pode ser acompanhada de dor e , às vezes é difícil para um paciente injetar o fármaco em si mesmo se for necessária a automedicação. Os custos são outra consideração.
  33. 33. Farmacocinética VIA ORAL
  34. 34. Farmacocinética Em geral os fármacos ão administrados pela boca e deglutidos. Ocorre pouca absorção até que o fármaco chegue ao intestino delgado.
  35. 35. Farmacocinética A absorção pelo trato GI é governada pelos fatores que são geralmente aplicáveis, como a superfície de absorção, o fluxo sanguíneo para o local de absorção, o estado físico do fármaco e sua concentração no local de absorção.
  36. 36. Farmacocinética Como a maior parte da absorção pelo trato GI ocorre através de processos passivos, a absorção é favorecida quando o fármaco se encontra na forma não- ionizada, que é mais lipofílica.
  37. 37. Farmacocinética O estômago é revestido por uma membrana espessa e revestida por muco, com pequena superfície e elevada resistência elétrica. A função básica do estômago é digestiva.
  38. 38. Farmacocinética
  39. 39. Farmacocinética
  40. 40. Farmacocinética
  41. 41. Farmacocinética
  42. 42. Farmacocinética O epitélio do intestino apresenta uma superfície extremamente grande, é delgado, sua resistência elétrica é baixa e sua função básica é facilitar a absorção de nutrientes.
  43. 43. Farmacocinética
  44. 44. Farmacocinética
  45. 45. Farmacocinética
  46. 46. Farmacocinética Cerca de 75% de um fármaco administrado oralmente é absorvido em 1 a 3 horas, mas alguns fatores podem alterar esta absorção.
  47. 47. Farmacocinética - Motilidade gastrointestinal - Fluxo sanguíneo esplâncnico - Tamanho da partícula e formulação - Fatores físico-químicos
  48. 48. Farmacocinética
  49. 49. Farmacocinética Os produtos terapêuticos são formulados farmaceuticamente de modo produzir as características de absorção desejadas.
  50. 50. Farmacocinética As cápsulas podem ser projetadas para permanecer intactas por algumas horas após a ingestão para retardar a absorção; os comprimidos podem ter um revestimento resistente para produzir o mesmo efeito.
  51. 51. Farmacocinética
  52. 52. Farmacocinética Em alguns casos, faz-se uma mistura de partículas de liberação lenta e rápida na mesma cápsula, para promover uma liberação rápida, mas sustentada.
  53. 53. Farmacocinética Para que um fármaco passe da luz do intestino delgado para a circulação sistêmica, além de atravessar a mucosa intestinal, deve vencer intacto a sucessão de enzimas que podem inativá-lo na parede intestinal e no fígado, referida como metabolismo ou eliminação pré- sistêmica, ou de primeira passagem.
  54. 54. Farmacocinética O termo biodisponibilidade é usado para indicar a fração de uma dose oral que chega a circulação sistêmica na forma de fármaco intacto, levando em consideração tanto a absorção como a degradação metabólica local.
  55. 55. Farmacocinética A fração é medida determinando-se a concentração plasmática x curvas de evolução temporal em um grupo de indivíduos após administração oral.
  56. 56. Farmacocinética
  57. 57. Farmacocinética
  58. 58. Farmacocinética ADMINISTRAÇÃO SUBLINGUAL
  59. 59. Farmacocinética A absorção pela mucosa oral tem importância especial para alguns fármacos, apesar do fato de a superfície disponível para absorção ser pequena.
  60. 60. Farmacocinética Os fármacos absorvidos na boca passam diretamente para a circulação sistêmica sem entrar no sistema porta, escapando do metabolismo de primeira passagem pelas enzimas da parede do intestino e do fígado.
  61. 61. Farmacocinética ABSORÇÃO TRANSDÉRMICA
  62. 62. Farmacocinética Nem todos os fármacos penetram facilmente pela pele intacta. A absorção daqueles que o fazem depende da superfície sobre a qual são aplicados e de sua lipossolubilidade, pois a epiderme comporta-se como uma barreira lipídica.
  63. 63. Farmacocinética
  64. 64. Farmacocinética Entretanto a derme é livremente permeável a muitos solutos; por esta razão a absorção sistêmica dos fármacos ocorre mais facilmente pela pele que sofreu abrasão, queimadura ou desnudamento.
  65. 65. Farmacocinética Inflamação e outros distúrbios que aumentam o fluxo sanguíneo cutâneo também ampliam a absorção. A absorção pela pele pode ser ampliada pela suspensão do fármaco em veículo oleoso e pela fricção desta preparação na pele.
  66. 66. Farmacocinética Como a pele hidratada é mais permeável do que a seca a formulação pode ser modificada ou pode-se aplicar um curativo oclusivo para facilitar a absorção.
  67. 67. Farmacocinética A disponibilidade de adesivos transdérmicos tópicos de liberação controlada tem aumentado, incluindo-se as de nicotina para interrupção do tabagismo; testosterona e estrogênio para terapia de reposição hormonal, estrogênios e progestogênios utilizados na contracepção, fentanila utilizada na analgesia, etc.
  68. 68. Farmacocinética SPRAYS NASAIS
  69. 69. Farmacocinética Acredita-se que a absorção ocorra através da mucosa que recobre o tecido linfoide nasal. Ela é semelhante à mucosa que recobre as placas de Peyer no intestino delgado, que também é singularmente permeável.
  70. 70. Farmacocinética COLÍRIOS
  71. 71. Farmacocinética Muitos fármacos são aplicados na forma de colírio, dependendo da absorção através do epitélio do saco conjuntival para produzir seus efeitos. São usados principalmente por seus efeitos locais.
  72. 72. Farmacocinética Efeitos locais desejáveis podem ser alcançados sem causar efeitos colaterais sistêmicos. A absorção sistêmica resultante da drenagem pelo canal nasolacrimal geralmente é indesejável.
  73. 73. Farmacocinética Em geral, os efeitos locais dependem da absorção do fármaco pela córnea; por esta razão, infecção ou traumatismo corneano pode acelerar a absorção.
  74. 74. Farmacocinética Os sistemas de liberação oftálmica que asseguram ação prolongada (suspensões e pomadas) são acréscimos úteis ao tratamento dos distúrbios oftálmicos.
  75. 75. Farmacocinética ADMINISTRAÇÃO RETAL
  76. 76. Farmacocinética A administração retal é usada para fármacos que devem produzir um efeito local ou efeitos sistêmicos. A absorção após a administração retal geralmente não é confiável, mas pode ser útil em pacientes em quadro emético ou incapazes de tomar medicamentos pela via oral
  77. 77. Farmacocinética Entretanto, a absorção retal pode ser irregular e incompleta e alguns fármacos podem causar irritação da mucosa retal.
  78. 78. Farmacocinética ADMINISTRAÇÃO POR INALAÇÃO
  79. 79. Farmacocinética
  80. 80. Farmacocinética Contanto que não causem irritação, fármacos gasosos e voláteis podem ser inalados e absorvidos pelo epitélio pulmonar e pelas mucosas do trato respiratório.
  81. 81. Farmacocinética A via inalatória é utilizada para os anestésicos voláteis e gasosos, servindo o pulmão tanto como uma via de administração, quanto de eliminação. administração O acesso à circulação é rápido por essa via, tendo em vista que a área pulmonar é grande.
  82. 82. Farmacocinética A troca rápida resultante da grande área e do fluxo sanguíneo permite a obtenção de ajustes rápidos na concentração plasmática.
  83. 83. Farmacocinética As soluções com fármacos podem ser atomizadas e as gotículas minúsculas em suspensão no ar (aerossol) inaladas pelo paciente.
  84. 84. Farmacocinética As vantagens dessa via são a absorção quase instantânea do fármaco pela corrente sanguínea; evitar a perda pela primeira passagem hepática; e no caso de doença pulmonar, a aplicação do fármaco no local de ação desejado.
  85. 85. Farmacocinética VIA INTRAVENOSA
  86. 86. Farmacocinética A injeção intravenosa é a via mais rápida e confiável de administração de um fármaco. Os fatores limitantes da absorção são anulados pela injeção intravenosa dos fármacos em solução aquosa, porque a biodisponibilidade é completa e rápida.
  87. 87. Farmacocinética Além disso a liberação do fármaco é controlada e assegurada com precisão e rapidez, o que não é possível por qualquer outra via. Em alguns casos como na indução da anestesia operatória a dose do fármaco não é predeterminada, mas ajustada de acordo com a resposta do paciente.
  88. 88. Farmacocinética Além disso, algumas soluções irritantes podem se administradas apenas por via intravenosa, porque o fármaco, injetado lentamente, se distribui de modo amplo na corrente sanguínea.
  89. 89. Farmacocinética Existem vantagens e desvantagens no uso dessa via de administração. O paciente pode ter reações indesejáveis porque o fármaco pode atingir rapidamente concentrações altas no plasma e nos tecidos.
  90. 90. Farmacocinética Existem situações terapêuticas nas quais é aconselhável administrar um fármaco por injeção rápida (volume pequeno aplicado rapidamente) e outras circunstâncias nas quais se recomenda a administração mais lenta do fármaco (bolsa de infusão).
  91. 91. Farmacocinética A administração intravenosa dos fármacos exige monitoração cuidadosa da resposta do paciente. Além disso, depois da injeção do fármaco, geralmente não há como retirá-lo.
  92. 92. Farmacocinética As injeções intravenosas repetidas dependem da possibilidade de manter uma veia desobstruída.
  93. 93. Farmacocinética Fármacos dissolvidos em veículos oleosos, compostos que se precipitam no sangue ou hemolisam eritrócitos, e combinações de fármacos que formam precipitados, não devem ser administrados por via intravenosa.
  94. 94. Farmacocinética VIA SUBCUTÂNEA
  95. 95. Farmacocinética A injeção por via subcutânea pode ser realizada apenas com os fármacos que não causam irritação dos tecidos; caso contrário, pode provocar dor intensa, necrose e descamação dos tecidos.
  96. 96. Farmacocinética Em geral, a taxa de absorção após a injeção subcutânea de um fármaco é suficientemente constante e lenta para produzir um efeito prolongado.
  97. 97. Farmacocinética Além disso, pode-se variar intencionalmente o período durante o qual um fármaco é absorvido, como acontece com a insulina injetável usando alterações na dimensão da partícula, formação de complexo proteico e variação do pH para produzir as preparações de ações curta (3 - 6 h), intermediária (10 – 18 h) e longa (18 – 24 h).
  98. 98. Farmacocinética O acréscimo de um agente vasoconstritor em uma solução do fármaco a ser injetado por via subcutânea também retarda a absorção.
  99. 99. Farmacocinética Dessa forma, o anestésico local injetável lidocaína incorpora epinefrina em sua preparação.
  100. 100. Farmacocinética A absorção dos fármacos implantados sob a pele na forma de bastões ou pellets sólidos ocorre de modo lento ao longo de um período de semanas, meses ou anos.
  101. 101. Farmacocinética VIA INTRAMUSCULAR
  102. 102. Farmacocinética Os fármacos em solução aquosa são absorvidos muito rapidamente após a injeção intramuscular, mas isso depende da taxa de fluxo sanguíneo no local da injeção.
  103. 103. Farmacocinética A absorção pode ser modulada até certo ponto pelo aquecimento local, pela massagem ou exercício.
  104. 104. Farmacocinética Pacientes muito obesos ou emaciados podem apresentar padrões incomuns de absorção após a injeção intramuscular ou subcutânea.
  105. 105. Farmacocinética Se o fármaco for injetado em solução oleosa ou suspenso em vários outros veículos de depósito, a absorção resultante depois da injeção IM será lenta e constante. Os antibióticos comumente são administrados dessa forma.
  106. 106. Farmacocinética Algumas substâncias muito irritantes para serem administradas por via subcutânea podem ser algumas vezes aplicadas por via intramuscular.
  107. 107. Farmacocinética VIA INTRATECAL
  108. 108. Farmacocinética A barreira hematencefálica e o líquido cerebrospinal (LCS) geralmente impedem ou retardam a entrada dos fármacos no SNC.
  109. 109. Farmacocinética Por essa razão, quando for necessário produzir efeitos locais rápidos dos fármacos nas meninges ou no eixo cerebrospinal (anestesia espinal ou tratamento das infecções agudas do SNC), alguns fármacos são injetados diretamente no espaço subaracnoideo medular.
  110. 110. Farmacocinética Tumores cerebrais também podem ser tratados pela administração intraventricular direta dos fármacos.
  111. 111. Farmacocinética
  112. 112. Farmacocinética Bibliografia:  Rang & Dale: farmacologia - Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.  As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman & Gilman – Porto Alegre, 2012.  Farmacologia básica e clínica – Katzung – Rio de Janeiro, 2005.

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