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Trabalho NúCleo Orientado Ii

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Trato Respiratorio

Trato Respiratorio

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  • 1. TRATO RESPIRATÓRIO Núcleo Orientado em Saúde II Psicologia – 2006/B Beatriz Guedes de Castro Cínthia Bússolo Ouriques Geandra Michels Pereira Fernanda Sanseverino Velho
  • 2. CONCEITO
    • Anat. Designação genérica de grupo de órgãos dispostos seriadamente e contribuindo todos, embora de modo diferente, para o exercício da mesma função geral.
    • Trato Respiratório: um conjunto de condutos que permitem a passagem do ar inspirado ou expirado.
  • 3. INTRODUÇÃO
    • A respiração se compõe de duas fases: inspiração e expiração . Consiste em ritmo que é o alicerce de tudo o que vive. A correlação entre inspiração/ contração e expiração/ descontração se torna muito visível quando suspiramos.
    • No que se refere ao corpo, o fenômeno central da respiração é um processo de troca: através da inspiração o oxigênio contido no ar é levado aos corpúsculos vermelhos do sangue quando expiramos, expelindo dióxido de carbono.
  • 4.
    • A respiração abrange a polaridade da recepção e da entrega, do dar e receber, chegando ao simbolismo mais importante da respiração.
    • O que significa literalmente “grande alma” como “ Grande respiração’. Da doutrina hindu, aprendemos também que a respiração é a portadora da verdadeira força vital á qual os indianos chama prana. Na historia bíblica da criação deus soprou seu hálito divino no torrão de barro que formava e deu alma viva para Adão.
  • 5.
    • A respiração nem faz parte de nós, nem nos pertence, não é a respiração que está em nós, porém somos nós que estamos na respiração e por meio da respiração estamos ligados a algo que transcende a criação, que está além da forma.
    • A respiração faz com que essa ligação com que está por trás da natureza não se desfaça.
    • Se prestarmos mais atenção ao uso das expressões lingüísticas relacionadas com a respiração ou o ar, descobrimos então que existem situações em que sentimos falta de ar ou em que não conseguimos mais respirar livremente, tocando no ponto liberdade e da restrição.
  • 6.
    • Começamos a vida com nossa primeira respiração , terminamos a vida num último suspiro.
    • Toda dificuldade respiratória é sinal de medo, medo de dar o primeiro passo rumo a liberdade e à independência , a liberdade produz o efeito “ Tirar o fôlego”, provoca o medo do desconhecido.
  • 7.
    • A respiração simboliza os temas:
    • Ritmo, no sentido de não só/ mais também
    • Contração- descontração
    • Receber- dar
    • Contato- resistência ao contato
    • Liberdade- restrição.
  • 8. A Bronquite Asmática
    • CONCEITO....
    • A asma é uma doença que determina crises de falta de ar, ocorrendo dificuldade na entrada do ar nos pulmões, e principalmente na sua saída. Esta dificuldade é conseqüência de um processo inflamatório crônico nas vias aéreas.
  • 9.
    • Ψ Uma crise de asma pode ser entendida, interpretada como um pedido de socorro ou de carinho. Se os pais adotam uma atitude dominadora e super protetora em relação aos filhos asmáticos, tendem a ser apáticos e inseguros.
    • O ataque de asma é sentido pelo paciente como um sufocamento que coloca em risco sua vida, o paciente luta pelo ar e sua respiração é resfolegante. A expiração é sufocada porque o ar fica restrito nas vias aérias.
  • 10.
    • Ψ A asma é um exemplo claro para as correlações psicossomáticas, calcula-se que o componente emocional é o principal responsável pelo insucesso dos médicos que tratam de pacientes asmáticos.
  • 11.
    • Segundo o médico psicanalista, Franz Alexander , diz que a asma priva um padrão emocional peculiar, no qual o núcleo seria um conflito em torno do choro. A crise asmática seria uma crise do choro reprimido, conseqüência de uma ambivalente percepção da mãe (sedutora e rejeitadora) e, ao mesmo tempo, da imagem fragilizada do pai, por vezes absorvida pela figura dominadora da mãe.
  • 12.
    • CAUSA....
    • Ψ A relação psicossomática entre asma e ansiedade, deve-se à constatação de que os estados de mobilização emocional ou de estresse possam acentuar os sintomas da asma, os quais geram muita ansiedade.
  • 13.
    • A Asma é um dos quadros mais associados ao conceito que se tem da psicossomática. A fisiopatologia tem atribuído a Asma Brônquica um desequilíbrio nos receptores beta- adrenérgicos da mucosa brônquica. Os leucócitos destes pacientes costumam liberar com facilidade certas substâncias que acabam produzindo respostas a estímulos como: odores, mudanças de temperatura, fumo,pêlo,poeira.situações de ansiedade e estresse.
  • 14.
    • A ASMA
    • Há necessidade da presença simultânea de fatores de ordem psicológica e biológica para o desenvolvimento da asma brônquica.
  • 15. SINTOMAS
    • Ψ Em geral os sintomas da asma começam ou são “provocados” por algo que agride os pulmões ( ou a pessoa)?
  • 16.
    • É importante lembrar que nem todas as pessoas que apresentam alguns dos sintomas têm asma e que eles podem variar de pessoa para pessoa, por isso, é indispensável procurar um médico quando houver suspeita, para um diagnóstico exato.
  • 17. SINAIS E SINTOMAS
    • Os principais sinais de alerta são:
    • Tosse seca persistente - principalmente à noite;
    • Sibilância (chiado no peito);
    • Respiração mais rápida do que o normal;
    • Faltade ar;
    • Cansaço físico;
    • Sensação de aperto ou dor no peito.
  • 18. ASMA E ANSIEDADE
    • Ψ A relação psicossomática entre asma e ansiedade, deve-se a constatação de que os estados de mobilização emocional ou de estresse possam acentuar os sintomas da asma, os quais por sua vez,geram mais ansiedade completando assim uma espécie de círculo.
  • 19.
    • Ψ A Asma não é um transtorno primário da ansiedade, mais sim desencadeada e agravada por ela
    • Ψ A ansiedade tem sido apontada por vários autores como tendo importante ocorrência entre asmáticos.
  • 20. DOENÇAS PSICOSSOMÁTICAS
    • Ψ As doenças psicossomáticas nascem no silêncio de nossas rotinas, nas frustrações, angústias, ansiedade e tristeza que podem nos acompanhar em todos os dias de nossas vidas.
  • 21. Elementos Emocionais e Psicopatológicos associados à Asma Brônquica
    • Há ainda alguns estudos mostrando o bi-comprometimento de agravo entre a Síndrome do Pânico, piorando crises de asma, e a asma piorando crises de Pânico. De qualquer forma, sempre ressaltando a importância do componente ansioso .
  • 22.
    • Ψ Além da ansiedade, Puura entende que a Depressão infantil poderia ter uma correlação somática, através da asma, por exemplo, e um componente comportamental através da asma, por exemplo, e um componente comportamental através da rebeldia, agressividade e hiperatividade.
  • 23. ALERGIA E EMOÇÃO
    • Alergia trata-se de uma reação anormal à uma ou mais substâncias aparentemente inocentes que, quando apreendidas pelo organismo (inaladas, ingeridas, ou por contato com a pele) causam irritabilidade. As substâncias capazes de desencadear a alergia são chamadas de Alérgenos.
  • 24. TRATAMENTO
    • Trata-se a alergia, na realidade, de uma INTOLERÂNCIA do organismo à alguma circunstância externamente determinada. Isso pode perfeitamente servir de analogia, em psiquiatria, com nossas Reações Vivenciais Anormais, diante das vivências consideradas traumáticas.
  • 25.
    • Ψ Na pele as alergias se manifestam de várias formas, tais como as Urticárias, as Dermatites, Eczemas. Na Otorrino podemos ter a Rinite alérgica, as coceiras no nariz, espirros sucessivos, coriza e congestionamento da mucosa nasal,principalmente na primavera devido ao pólem e odor das flores. Na parte respiratória a maior representante das alergias é a Asma Brônquica.
  • 26.
    • A alergia pode acometer ainda o sistema digestivo, com náuseas, cólicas, vômitos e diarréia. Enfim, teoricamente o fenômeno alérgico, de repulsão imunológica, pode afetar qualquer órgão humano. Até o sangue pode sofrer uma espécie de alergia, onde a imunidade do organismo acaba "explodindo" hemácias (anemia hemolítica).
  • 27. RINITE ALÉRGICA
    • A rinite alérgica, ou rinopatia alérgica, constitui-se numa reação alérgica da mucosa nasal a determinados antígenos, principalmente inalatórios.
    • Afetam indistintamente ambos os sexos, e geralmente existe história de alergia (atopia) na família. É uma doença muito comum em adolescentes e adultos jovens, embora possa ocorrer em qualquer faixa etária.
  • 28.
    • Os fatores desencadeantes da rinite alérgica são os mesmos da asma brônquica; podem ser alimentos, animais, ácaros, poeiras, drogas ou substâncias químicas, embora os inalantes sejam os principais responsáveis pela rinite alérgica.
  • 29.
    • Ψ Na rinite, assim como em todo tipo de alergia, encontra-se presente o envolvimento do fator emocional como potencializador das manifestações alérgicas.
  • 30. TRATAMENTO EM UM ASPECTO GERAL
    • Acompanhamento psicológico e psiquiátrico ( para acompanhamento medicamentoso).
    • Ψ Psicológico e Psiquiátrico se necessário.
  • 31.
    • Duas classes de medicamentos são mais utilizadas:
    • Broncodilatadores: dilata os brônquios (vias aéreas) quando o asmática está com falta de ar, chiado no peito ou crise de tosse.
    • Antiinflamatórios: os corticóides inalatórios são, atualmente, a melhor conduta para combater a inflamação.
  • 32.
    • Ψ Tenha uma vida sem exclusão,faça atividade física, pratique esportes moderadamente e quando necessário procure seu médico,não se isole, tenha amigos, viva a vida com harmonia.
  • 33. ESTUDO DE CASO
    • Crianças com problemas respiratórios expressam graficamente suas angústias, confirmando o forte componente emocional desses males .
  • 34.
    • Considerar a asma apenas uma síndrome respiratória crônica, caracterizada pela inflamação dos brônquios e por acessos de respiração difícil e sibilante, pode ser um grande engano. Há, nesse quadro, concordam psicólogos das mais diversas formações, um forte componente psicossomático, vinculado à afetividade.
  • 35.
    • Autora da pesquisa A Criança Asmática e o Desenho da Figura Humana , a psicóloga Sônia Moraes Jaehn, professora aposentada do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UNESP, câmpus de Botucatu, estabeleceu elos entre os portadores de asma e a imaturidade.
  • 36.
    • O trabalho foi realizado com 16 crianças de 7 a 12 anos, portadoras de asma brônquica e atendidas regularmente no Ambulatório Especializado do Departamento de Pediatria da FM.
  • 37.
    • Sônia fundou suas pesquisas no chamado "Teste do Desenho da Figura Humana", criado em 1925 pela norte-americana Florence Goodenough e aperfeiçoado, 24 anos depois, pela sua compatriota Karen Machover. "O teste parte da premissa de que, ao desenhar uma pessoa, o indivíduo se projeta no desenho", diz Sônia, que continua vinculada ao curso de pós-graduação da FM.
  • 38.
    • "Nos desenhos, as áreas retratadas de maneira desproporcional, indicando alguma espécie de conflito, foram justamente o pescoço e o tronco, com uma freqüência, respectivamente, de 56% e 31% das crianças."
  • 39.
    • Outro dado importante observado foram os traços de imaturidade gráfica. "Essa característica está presente em 44% dos casos, e não varia de acordo com a idade das crianças. É um traço comum nos portadores de asma", afirma a psicóloga. "São, geralmente, meninos e meninas com características de dependência e inferioridade, que se revelam em atitudes repletas de insegurança e falta de auto-estima."
  • 40.
    • Nessa linha de raciocínio, à luz da psicologia, uma crise de asma pode ser interpretada como um pedido por socorro e carinho. Se os pais adotam uma atitude dominadora e superprotetora em relação aos filhos asmáticos, eles tendem a ser apáticos e inseguros.
  • 41.
    • "Perante uma doença crônica, como a asma, a família pode cercar a criança de cuidados excessivos, fazendo com que ela se sinta uma vítima", explica Sônia. Esse processo é perigoso, pois a criança deixa de receber uma educação comum e é impedida de conviver socialmente com outras pessoas da sua idade.
  • 42.
    • "A mãe começa a dominar a vida do filho, com excesso de cuidados, e costuma não admitir que ele tenha opinião própria", conta Sônia. "É curioso observar que, nos momentos em que esse conflito se torna mais tenso, as crises de asma costumam ocorrer com maior freqüência e intensidade."
  • 43.
    • A crise de asma, em suas manifestações mais graves, exige a administração de oxigênio, antialérgicos, broncodilatadores (com a chamada "bombinha") e sedativos leves. "O controle medicamentoso, em geral, resolve as crises", informa a psicóloga.
  • 44.
    • http://gaballone.sites.uol.com.br/
    • Psicossomáticas/asma.html.
    • A doença como caminho.
    • CAIXETA,Marcelo.Psicologia Médica.
    • LAMARE, RINALDO: A vida de nossos filhos de 2 a 16 anos.
  • 45.
    • ..."Desejamos à vocês um Feliz Natal e Próspero Ano Novo cheio de realizações com muita paz,saúde, amor, felicidade e muito sucesso!...
  • 46.  

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