Relatório final completo

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Relatório final completo

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO ARAGUAIA (CUA) INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS (ICHS)COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIAL – DEB SUPERVISORA GERAL: PROFª. DRA. IRENE CRISTINA DE MELLO COORDENADOR: ODORICO FERREIRA CARDOSO RELATÓRIO ANUAL - 2011 Barra do Garças 2011
  2. 2. SUPERVISORA GERAL: PROFª. DRA. IRENE CRISTINA DE MELLO COORDENADOR: ODORICO FERREIRA CARDOSO BOLSISTAS ADELIANA ALVES DEOLIVEIRA CLEIDIANE QUEIROZ DA SILVA CLEYSON SANTANA DE FREITAS GLEICIANE SILVA QUEIROZ HEIDE CRISTINA COSTA SILVA JOSILENE MENDES SANTANA OLIVEIRA MARESSA BALBINO CORREIA MARIA AUXILIADORA FERREIRA NOBRE MEURILIN HIGINO DA SILVA VANDER SIMÃO MENEZES RELATÓRIO ANUAL - 2011 Relatório anual 2011 apresentado à coordenação do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID/Letras. Barra do Garças 2011
  3. 3. SUMÁRIOI APRESENTAÇÃO ....................................................................... 4II OBJETIVOS............................................................................. 5III ATIVIDADES DESENVOLVIDAS E RESULTADOS ALCANÇADOS (ATÉ31/12/2011) .............................................................................. 6A) AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS .......................................... 6B) OS RESULTADOS ALCANÇADOS ............................................ 13C) A PLANILHA-SÍNTESE........................................................... 15IV DIFICULDADES TÉCNICAS ENCONTRADAS DURANTE AREALIZAÇÃO DO PROJETO......................................................... 16V ANÁLISE DO COORDENADOR DE ÁREA ..................................... 17B)EXPLICITAR IMPACTOS EDUCACIONAIS E ORGANIZACIONAISGERADOS E AS LIÇÕES APRENDIDAS ......................................... 18C)DESCREVER AS ESTRATÉGIAS ADOTADAS PARA SENSIBILIZAR EMOBILIZAR PARCERIAS INTERNAS E EXTERNAS........................... 19ATIVIDADES DE REFORÇO ESCOLAR: ......................................... 20CICLO DE PALESTRAS ............................................................... 21ATIVIDADE DE MONITORIA........................................................ 22OFICINA E SEMINÁRIOS DE LINGUAGENS ................................... 23PRODUÇÃO E DIVULGAÇÃO DE TEXTOS VIRTUAIS........................ 24OFICINA DE POEMAS LITERÁRIOS .............................................. 24D) SEMPRE QUE POSSÍVEL, FAZER UMA ANÁLISE PROSPECTIVASOBRE A RELEVÂNCIA, OU NÃO, DE CONTINUIDADE,APRIMORAMENTO, EXPANSÃO, SUSTENTABILIDADE. .................... 25ANEXO I .................................................................................. 27ANEXO II ................................................................................. 30ANEXO III................................................................................ 43Anexo IV ................................................................................. 51ANEXO V ................................................................................. 53ANEXO VI................................................................................73
  4. 4. 4I – APRESENTAÇÃO O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência –PIBID é uma parceria entre o governo federal e a UniversidadeFederal de Mato Grosso via CAPES que tem no centro de suaspreocupações proporcionar novas experiências para preparar damelhor forma possível novos docentes, com visão baseada nosParâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de modo a promover umaeducação fundamentada em pesquisas e teorias que propiciem umaprática educacional diferenciada, no sentido de formar cidadãoscapazes de participar de forma mais crítica e efetiva nos maisvariados setores sociais. A educação nacional perpassa por diversos momentoshistóricos que vão desde a falta de infraestrutura para as condiçõesde oferta de vagas, até a almejada qualidade do ensino. O programaPIBID diante dessa perspectiva em nosso país vem traçando váriasmetas condizentes com a realidade que está posta e, entre outras, avalorização do profissional da educação. O programa PIBID, visando uma melhor preparação dosbolsistas para a prática pedagógica e, ao mesmo tempo, uma melhorcolaboração com o desenvolvimento escolar no quesito qualidade,traz propostas educacionais elaboradas pelos bolsistas. As propostaseducacionais buscam atender três pontos importantes: a preparaçãodos bolsistas, as atividades didático-pedagógicas e o desenvolvimentodos alunos secundaristas. Para os bolsistas, o PIBID oportuniza a troca de experiênciasvalorativas, qualificando e potencializando ações didático-pedagógicas, habilitando para intervenções inter e transdisciplinaresque apontam para atos de cooperação com profissionais da redeescolar prontos para interagir na construção de uma escola engajadana transformação da sociedade.
  5. 5. 5 As atividades didático-pedagógicas criam oportunidadestanto para os bolsistas quanto para os alunos secundaristas de modoque possam interagir melhor nos eventos promovidos pela escolae/ou pelos bolsistas do PIBID. A finalidade das atividades está nadiminuição das distâncias entre as entidades escola e universidade,visando um trabalho integrador e mais promissor em que as barreirasda não integração sejam superadas. Ao desenvolver as ações previstas, os alunos secundaristaspoderão contar com mais auxílio em suas dúvidas tanto em sala deaula quanto fora dela. Terão mais oportunidade de conhecer comofuncionam as ações universitárias e mais facilidade nos assuntosreferentes à língua portuguesa e literatura. As propostas apresentadas pelos envolvidos com o projetoPIBID convergem para que trabalho e força de vontade, tanto daparte dos bolsistas como de coordenadores e supervisores, atinjam acomunidade escolar. A comunidade tem expectativas positivas emrelação ao desempenho das atividades na escola como as têm osbolsistas, tendo em vista acreditarem que fazer educação dequalidade significa investir, planejar e construir possibilidadeseducacionais.II – OBJETIVOS • Oportunizar ações que possam colaborar de formasignificativa com a formação docente dos bolsistas, valorizando acarreira profissional e, ao mesmo tempo, contribuindo com acomunidade escolar no que se refere à prática de leitura e produçãode textos; • Produzir atividades e valorizar a escolha delas pelospróprios alunos, possibilitando ação concreta para quem ensina eaprende e/ou aprende e ensina, numa perspectiva de sensibilização,estimulando o gosto pela Língua Portuguesa;
  6. 6. 6 • Analisar ações e situações desencadeadoras em que alíngua esteja presente ou esteja intimamente relacionada ao cotidianodo aluno; • Desenvolver atividades lúdicas, relacionando aspectoshistóricos e filosóficos, que possibilitem aos alunos refletiremconhecimentos linguísticos adquiridos; • Desenvolver no aluno o gosto pelo estudo e melhorar acompreensão do conhecimento linguístico.III – ATIVIDADES DESENVOLVIDAS E RESULTADOSALCANÇADOS (ATÉ 31/12/2011)a) AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS1. Preparação contínua dos bolsistas;2. Leitura e discussão das obras:• ANTUNES, Irandé. Aula de Português: encontro e interação. 8ed. São Paulo. Parábola Editorial, 2003. A leitura da obra “Aulas de Português: encontro e interação”fez com que os bolsistas refletissem as novas possibilidades deensino da língua portuguesa, pois é consenso entre os teóricos quenão se ensina a língua portuguesa, posto que o aluno já a conhece. Oque se faz necessário é apresentar aos alunos as diversas variedadeslinguísticas e ajudá-los a utilizar cada uma, adequando-as aocontexto.• ANTUNES, Irandé. Muito Além da Gramática. 4. ed. SãoPaulo: Ed. Parábola, 2007. A obra de Antunes traz para o debate público a questão dagramática e de seu ensino, para que as pessoas possam ter um olhardiferente sobre a gramática. A grande maioria das pessoas acreditaque as questões lingüísticas não lhes dizem respeito, "não têm nadaa ver" com suas atividades profissionais, com suas relaçõesfamiliares, com suas interações nos diferentes grupos sociais em queatuam. A obra desfaz alguns dos equívocos que se criaram em tornoda gramática, a fim de que se possa enxergar a língua com uma
  7. 7. 7visão científica, livre de suposições infundadas, socialmentediscriminatórias, inconsistentes e excludentes. Lamentavelmente, a escola não tem propiciado adescoberta dessa amplitude, relegando a linguagem e as questõeslingüísticas ao pouco interesse e quase nenhum fascínio. Por isso, aobra foi tão importante para a inserção dos bolsistas na EscolaAntonio Cristino Côrtes, sendo um desafio rotineiro a língua serfascinante para quem não tem noção de sua importância devido a suabanalização. Neste livro, Irandé esclarece que língua não é somente meiode mera comunicação, é um exercício de constituição da espéciehumana; envolve cultura, sociedade, identidade, ideologias e nãodeve, portanto, ser simplificada durante o processo de ensino, pois,tem mais a ver com sentido do que com exatidão. Língua tambémnão é somente gramática, não basta somente estudar nomenclatura,pois o discurso não se constitui de regras gramaticais, e sim deconteúdo, organização de idéias e coerência. Assim, torna-senecessário inspirar outro tratamento escolar para os fatosgramaticais, perceber que há mais elementos do que, simplesmenteerros e acertos de gramática e de sua terminologia na língua. Outro equívoco que a obra desfaz é que estudar línguasignifica estudar gramática: língua e gramática não são a mesmacoisa. Língua é uma atividade interativa, constituída de doiscomponentes: um léxico (vocabulário) e uma gramática (regras), esupõe um uso em interações que necessariamente compreendem: acomposição de textos e uma situação de interação que inclui asnormas sociais de atuação. Em suma, o livro sugere que no domínio da comunicação eda interação verbal, a tolerância à diversidade e às diferençasrepresentam uma condição da convivência madura e plenamentecidadã. Coloca o professor como orientador, como mediador deconhecimentos.
  8. 8. 8 A obra aborda o ensino de línguas, por uma perspectivadiferenciada das que temos visto até então. Pretende promover oensino de modo a desenvolver a competência gramatical do alunopelo estudo de processos gramaticais envolvidos na construção desentido, com vistas a aprimorar o controle sobre a produçãolingüística para fazer uso da língua como instrumento de ação e dereflexão, usando com eficiência os recursos de sua língua comcriticidade e autonomia adequando-a às exigências do contexto.Convoca a escola, os educadores e toda comunidade escolar apromover as mudanças e os meios necessários para que a travessiado ensino de línguas seja menos complexo.• DIONISIO, Ângela Paiva; BESERRA, Normanda da Silva(Orgs.). Tecendo textos, construindo experiências. 2.ed. Riode Janeiro: Lucerna, 2007. O livro foca e propicia embasamento teórico para acompreensão dos gêneros textuais e suas tipologias, oferecendoelementos para as práticas educacionais adotadas e desenvolvidas naescola em que os bolsistas atuam. A obra é composta de uma série de artigos oriundos depesquisas recentes que buscam apresentar diferentes aspectos sobreos usos, reflexão e ensino de língua materna. Apresenta temas comoa dissertação, o uso dos dicionários em sala de aula, a importânciados títulos no momento das produções, a sequência injuntiva, otrabalho com a leitura e a oralidade, entre outros. Reúne trabalhosque visam contribuir significativamente para o aprimoramento deuma prática docente crítica e engajada, visto que todos os artigospartem de uma perspectiva que arquiteta a língua como atividadediscursiva num contexto interativo.• KOCH, Ingedore G. Villaça. Desvendando os segredos dotexto. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2009. Segundo Igedore Kock, o texto é um artefato linguísticoformado pela combinação de letras (ou sons) que formam palavras,
  9. 9. 9que rotulam o estado de coisa do mundo real, que formam sentençasque têm um sentido. Mas, se você pensar o texto como lugar deconstituição e de interação de sujeitos sociais, em que convergemações lingüísticas, cognitivas e sociais, então, compreenderá que otexto é um construto histórico e social, extremamente complexo emultifacetado. O texto é um pequeno farol que orientou os bolsistas aaperfeiçoarem os seus conhecimentos sobre a linguagem, pois todasas atividades humanas estão relacionadas com a utilização delinguagens e estas não são apenas feitas de palavras, mas de cores,formas, gestos etc. Para se tornarem “linguagem”, tais elementosprecisam obedecer a certas regras que lhes permitam entrar no jogoda comunicação. Uma delas é que toda manifestação da linguagem sedá por meio de textos, os quais surgem de acordo com as diferentesatividades humanas e podem ser agrupados em gêneros textuais. Essa constante procura pelo sentido, que caracteriza alinguagem do ser humano, está sempre em evolução, e por isso, épreciso desvendar para compreender melhor esse “milagre” que serepete a cada nova interlocução. Koch afirma que o texto é um enunciado a ser decodificadopelo leitor/ouvinte que muitas vezes não consegue obter essadecodificação. O sentido de um texto qualquer não depende somentedas estruturas textuais em si mesmo (dai a metáfora do texto comoiceberg), o leitor por sua vez, espera sempre um texto dotado desentido e procura a partir das informações contextualmente dadas,construir uma representação coerente, por meio da ativação de seuconhecimento de mundo ou deduções que o levam a estabelecerrelações de causalidade. A autora dá ênfase ao processo de organização global dostextos e a importância que assumem as questões sociocognitivas, asda referenciação e as estratégias de progressão textual; os processosinferenciais envolvidos no processamento dos diferentes tipos de
  10. 10. 10anáfora; o estudo dos gêneros textuais; os recursos de progressão econtinuidade tópica e o funcionamento dos articuladores textuais,mostrando como essas atividades são necessárias à construçãotextual. Desta forma, Ingedore evidencia cada vez mais um domíniomulti e transdiciplinar, em que se busca compreender e explicar essaentidade múltipla de sentido que é o texto, fruto de um processoextremamente complexo de interação social ,de conhecimentos e delinguagem.• NEVES, Maria Helena de Moura. Que gramática estudar naescola? Norma e uso na língua portuguesa. São Paulo:Contexto, 2009. A obra é uma reflexão acerca da linguagem, apontando anecessidade de estabelecer-se uma gramática escolar que contempleo uso ativo da língua, levando em consideração a norma padrão e asvariações lingüísticas, que vá além de meras taxonomias eclassificações de palavras, valorizando a comunicação entre osfalantes. Leva-nos a pensar em um tratamento das atividadesdiferenciado e que leve o educando a refletir a sua língua materna. Tem se verificado com mais frequência, nos últimos anos,várias discussões acerca do ensino da língua materna. Há um debatedesde a utilidade da transmissão de regras até que gramática deve seusar em sala de aula. A autora aborda, baseada principalmente empesquisas e estudos próprios, que gramática o professor de línguamaterna deve utilizar em suas aulas. O livro é dedicado em particularao profissional ligado ao campo da linguagem, aos alunos, mastambém à comunidade dos usuários da língua portuguesa brasileira. A apresentação da obra tem os conteúdos desenvolvidos emtrês partes: introdução; Gramática, uso e norma; Norma, uso egramática escolar. Na apresentação de sua obra a autora fala sobre o conjuntode pesquisas desenvolvidas, afirmando a preocupação de que se
  11. 11. 11constitua um tratamento escolar mais científico das atividades delinguagem, especificamente, das atividades ligadas à gramática delíngua materna. Para o desenvolvimento das reflexões sobre otratamento escolar da linguagem, e, em especial, da gramática,afirma contar com a experiência acumulada em pesquisas anteriores,compreendendo que sua obra deva atender toda a comunidade deusuários da língua. Espera-se que os profissionais responsáveis pela aplicaçãoda metodologia do ensino estejam, conforme versam os conceitoslinguísticos, sempre em busca de atualizações e aperfeiçoamento.Além disso, Neves mostra como é fundamental a utilização de umlivro didático que parta do uso efetivo da língua para daí, com baseem reflexões, haver o estabelecimento das normas, excluindo dessaforma a imagem de uma autoridade que determine as regras. Dessemodo, a gramática da língua se efetiva no uso, nas situaçõesinterlocutivas, na criação de textos. Dessa maneira, é necessárioaceitar o tratamento da gramática na reflexão sobre o funcionamentoda linguagem em seu cotidiano.• CURI, Samir Meserani. O intertexto escolar: Sobre Leitura,Aula e Redação. São Paulo: Cortez, 1995. A obra do Curi levou os bolsistas, por exemplo, àpreparação de uma aula, que depois virou comunicação oral no IEncontro Nacional do PIBID em Goiânia sobre o gênero paródia,tendo em vista a dimensão da intertextualidade na leitura e naescrita. O procedimento didático abordado pelo professorcoordenador do PIBID foi a elaboração de um plano de aula para oensino médio com relação à produção textual, com enfoque nadiversidade de gêneros abordada pelo livro. Atualmente, os gêneros discursivos são o foco do ensino delíngua no país, isso se atesta nas propostas dos PCN’s, pois essasestão fundamentadas basicamente na teoria dos gêneros textuais
  12. 12. 12como uma forma de capacitar o educando a desenvolverconhecimentos linguísticos necessários a ampliar competênciasdiscursivas nos eventos sócio-comunicativos. Outra experiência aconteceu com gênero fábula para que oaluno tivesse o conhecimento de que existe a intertextualidadeimplícita e explicita, sua importância dentro da literatura, sua funçãosocial. E é por esse motivo que se torna necessário esclarecer para oaluno qual a função social do gênero estudado. O educando deve terbem claro o porquê de estar estudando o gênero e em qual momentopoderá utilizá-lo. Após exemplificar os elementos básicos daintertextualidade, a fábula trabalhada foi A Cigarra e a Formiga –La Fontaine, com os seguintes questionamentos: 1) O texto tem como personagens uma cigarra e umaformiga, como o próprio título sinaliza. De acordo com o desenrolarda narrativa, é possível identificar características comportamentais decada uma dessas personagens. Explicite essas características: 2) No final do diálogo, a formiga diz à cigarra: “Vocêcantava? Que beleza! Pois, então, dance agora!” A cigarra se sentiubem diante dessa resposta? Justifique. 3) A fábula apresentada tem a seguinte moral: “Os que nãopensam no dia de amanhã pagam sempre um alto preço por suaimprevidência.” Você concorda com essa moral? Justifique. Em relação ao texto, foi escolhida a segunda versão dessafábula escrita por Monteiro Lobato, em 1922: A Cigarra e a Formiga(A Formiga Boa - Monteiro Lobato),com as seguintes perguntas: 4) O texto de Monteiro Lobato tem relação direta com afábula lida anteriormente. Que características esses dois textospossuem em comum, tendo em vista o enredo de cada um deles? 5) Apesar de possuir características comuns em relação àfábula, o enredo do texto de Monteiro Lobato apresenta algumasmodificações. Que modificações são essas?
  13. 13. 13 6) A moral da fábula aplica-se ao texto de Monteiro Lobato?Por quê? E o terceiro texto, por fim, é outra versão dessa fábula, doescritor Millôr Fernandes, escrita em 2009 e publicada pela revistaVeja. A CIGARRA E A FORMIGA (2009) 7) Discuta com seu professor o sentido de “espiralinflacionária” e “recessão”. 8) Explique o que você entendeu do seguinte trecho:“O que você ganha num anoEu ganho num instanteCantando a Coca,O sabãozão gigante,O edifício novoE o desodorante.E posso viver com calmaPois canto só pra multinacionalma". Os resultados esperados indicaram que com essa aula osalunos compreendessem os fundamentos da intertextualidade, ogênero fábula e sua importância social. A conclusão indicou que as produções escritas dos alunosdialogaram com o gênero fábula de maneira lúdica, posto que ainteração foi bastante satisfatória.3. Observação e monitoria como atividade de iniciação àdocência.b) OS RESULTADOS ALCANÇADOS 1. A metodologia utilizada na preparação dos bolsistascontinuou sendo baseada nos estudos dos PCNs e dos PCNs+, leiturasindividualizadas de textos diversos sobre o ensino da línguaportuguesa, produção de textos, gramática, leituras partilhadas como desenvolvimento de aulas expositivas e oficinas. 2. O diagnóstico quantitativo de 2010 apontou a situação daaprendizagem dos alunos de um modo geral: condições de estudo emcasa, interação professor-aluno, atividades fora do período da escola,
  14. 14. 14problemas de aprendizagem. Continuamos perseguindo o mesmocaminho e ao final de 2011, apontamos a necessidade de fazer umdiagnóstico para 2012 que seja quantitativo e qualitativo a fim de seobservar avanços e/ou retrocessos no processo ensino-aprendizagemao lidar com o estudo da língua. Uma das debilidades do diagnósticode 2010 é não apontar, especificamente, em quais habilidadeslinguísticas o aluno apresenta maiores problemas; 3. Durante o ano de 2011, os bolsistas evidenciaram que ointeresse para participar das atividades propostas foram maissignificativas, levando em consideração o maior envolvimento daescola e da coordenação do projeto. O projeto ganhou referênciajunto aos educadores e representou ação facilitadora de integraçãoescola/projeto/bolsistas/universidade. 4. No trabalho de intervenção do PIBID na escola, a equipediagnosticou uma série de dificuldades dos alunos, especialmente noque diz respeito à escrita e a compreensão de texto. A equipetrabalhou em cima dessas dificuldades apresentadas pelos alunos daescola, embasados na oralidade, escrita, leitura, gramática eprodução textual, segundo as propostas de Irandé Antunes, SamirMeserani Curi e o livro “Tecendo textos, construindoesperiências” para superação das dificuldades apresentadas.
  15. 15. 15c) A PLANILHA-SÍNTESECOORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIORDIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PRESENCIALCoordenação Geral de Desenvolvimento de Conteúdos Curriculares e de Modelos ExperimentaisPrograma: PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DEEdital: Nº 02/2009 – CAPES/DEB INICIAÇÃO À DOCÊNCIA – PIBIDInstituição: Universidade Federal de Mato Grosso - Campus Universitário do Araguaia - Curso de Letras - Instituto de Ciências Humanas e Sociais - de Barra do Garças (1) Outras Resultados/produtos Quantidade Identificação Autor Endereço Eletrônico informações 1 Teses (2) 2 Teses em elaboração 3 Dissertações 4 Dissertações em elaboração 5 Monografias 1 O PIBID E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA Josilene Mendes S. Oliveira josi.jmso@yahoo.com.br 6 Monografias em elaboração Trabalhos/estudos publicados 7 em periódicos nacionais Trabalhos/estudos publicados 8 em periódicos internacionais 1.PIBID: uma proposta de reflexão para o 1.Cleidiane Queiroz Silva; Heide Cristina Costa trabalho com os gêneros textuais e Silva; Maria Auxiliadora Ferreira Nobre; Odorico literatura na sala de aula; 2. PIBID CURSO Ferreira Cardoso Neto; 2.Adeliana Alves de DE LETRAS/UFMT/CAMPUS ARAGUAIA; Oliveira; Josilene Mendes Santana de Oliveira; 3.FORMAÇÃO DOCENTE NO ARAGUAIA - Meurilin Higino da Silva; 3. Odorico F. C. Neto; 4. cleidiane.queiroz@hotmail.com (Cleidiane); UMA OPORTUNIDADE DE REPENSAR O Adeliana Alves De Oliveira; Gleiciane Silva lolitameury@hotmail.com (Meurilim); ENSINO Queiróz; 5. Josilene Mendes Santana Oliveira; josi.jmso@yahoo.com.br (Josilene); Trabalhos apresentados em DA LÍNGUA PORTUGUESA; 4. PRÁTICA DE Cleidiane Queiroz Da Silva; Heide Cristina Costa auxiliadora_nobre@hotmail.com (Maria Auxiliadora); 9 Silva; Maressa Balbino Correia; Vander Simão eventos nacionais LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS: maressa_balbino@hotmail.com (Maressa Balbino); PARÓDIA E INTERTEXTUALIDADE NAS Menezes; bgsantana@hotmail.com (Cleyson); PRÁTICAS DO PIBID; 5. O ENSINO DE Odorico Ferreira Cardoso Neto; 6. Heide Cristina heidecristina@hotmail.com (Heide); LÍNGUA PORTUGUESA, OS PCNS E A Costa Silva; Maressa Balbino Correia; kikoptbg@gmail.com (Odorico); TEORIA DOS GÊNEROS TEXTUAIS: Vander Simao Meneses; Odorico Ferreira Cardoso PROBLEMAS E PERSPECTIVAS; 6. O Neto; 7. Adeliana Alves De Oliveira; ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA, OS Cleyson Santana Freitas; Gleiciane Silva Queiróz; PCN E A TEORIA DOS GÊNEROS Maria Auxiliadora Ferreira Nobre; Meurilin Higino 1.PRÁTICAS EDUCACIONAIS, DESAFIOS E 1.Adeliana Alves de Oliveira; Gleiciane Silva cleidiane.queiroz@hotmail.com (Cleidiane); POSSIBILDADES NO ENSINO DE Queiroz; Meurilin Higino da Silva; Odorico Ferreira lolitameury@hotmail.com (Meurilim); Trabalhos apresentados em LITERATURA; 2.UMA PROPOSTA DE 10 Cardoso Neto; 2. Cleidiane Queiróz Silva; Heide auxiliadora_nobre@hotmail.com (Maria Auxiliadora); eventos internacionais REFLEXÃO PARA O TRABALHO COM OS Cristina Costa Silva; Maria Auxiliadora Ferreira heidecristina@hotmail.com (Heide); GÊNEROS TEXTUAIS E LITERATURA NA Nobre; Odorico Ferreira Cardoso Neto; kikoptbg@gmail.com (Odorico); SALA DE AULA; Trabalhos/estudos em 11 andamento 12 Livros publicados 13 Livros em elaboração 14 Softwares desenvolvidos 15 Softwares em elaboração 16 Materiais didáticos diversos 17 Jogos desenvolvidos 18 Jogos em elaboração 19 Sites desenvolvidos 20 Sites em elaboração 21 Twitter 22 Wikipédia Pibid2010.blogspot.com 23 Blogs Cleyson Santana Freitas bgsantana@hotmail.com 1 24 Chats na web 25 Fóruns na web Eventos realizados (oficinas, 26 seminários, mesas redondas, fóruns, congressos, colóquios) 27 Feiras 28 Cursos oferecidos Reestruturação/inovação em 29 disciplinas Reestruturação/inovação em 30 cursos 31 Contribuição a novas políticas 32 Prêmios recebidos Repositórios (Portal do 33 Professor, Domínio Público, BIOE, TV Escola) 34 Outros... 1( ) Para facilitar a consolidação dos dados em nível nacional, solicita-se não retirar linhas ou colunas. Sempre quenecessário, podem ser acrescentadas outras ao final da planilha.(2) Teses, dissertações, monografias podem ser decorrentes do programa ou feita por agentes externos sobre o Veja a próxima planilha - Pessoal →
  16. 16. 16 IV – Dificuldades técnicas encontradas durante a realização do projeto Pontos fracos Pontos fortes 1. Há dificuldades para o 1. Interação e esforço dos bolsistas;atendimento dos alunos do período 2. A fidelidade nos depósitos das bolsas;matutino pela falta de interesse de 3. A orientação por parte do coordenador nosparte deles e a dificuldade da escola estudos propostos;em convencê-los; 4. As leituras e discussões realizadas; 2. Algumas metas do 5. As experiências adquiridas.planejamento estratégico não foram 6. A participação em sete eventos no 2ºatingidas (ciclo de palestras, semestre de 2011 com apresentação dedivulgação de textos virtuais e banners, relatos de experiência,oficinas de poemas literários). comunicações orais e oficinas acadêmicas. • Compromisso político do Governo Federal e da Universidade ao investir em formação docente; • Vontade política e administrativa da direção do Curso de Letras e do ICHS para que o PIBID pudesse ser realidade em Barra do Garças; • Abertura de um diálogo sobre as ações pedagógicas, didáticas e metodológicas de como atuar cotidianamente na escola; • Ações de formação política e ações democratizadoras norteadoras do fazer educacional; Estabelecimento de parcerias entre acadêmicos e professores na construção de ações mútuas de formação e aprendizado educacional.
  17. 17. 17V – ANÁLISE DO COORDENADOR DE ÁREAA) FAZER UMA ANÁLISE SOBRE OS LIMITES EPOTENCIALIDADES DO SUBPROJETO E DO PIBID O projeto PIBID da Universidade Federal de Mato Grosso,Campi de Barra do Garças concebe-se como perspectiva real deformação docente, evidenciada fortemente no II Encontro Nacionaldas Licenciaturas e I Seminário Nacional do PIBID. A atividademostrou que a maioria dos trabalhos apresentados eram dos PIBIDs ehavia muito entusiasmo da coordenação nacional com os bonsresultados alcançados Brasil afora com o projeto. O desafio para potencializar o projeto já existeefetivamente, pois hoje em Barra do Garças temos outros quatroPIBIDs funcionando e os acadêmicos se sentem motivados aparticipar. O projeto encontrou identidade didático-pedagógica parareforçar as ações de monitoria e tutoria que qualifiquem o trabalhoeducacional. Uma luta precisa perpassar pelos PIBIDs que envolve adefinição de uma proposta de organização curricular do ensino médiopor áreas de estudo – indicada nas Diretrizes Curriculares Nacionaispara o Ensino Médio (DCNEM), Parecer CEB/CNE nº 15/98. Asexperiências desenvolvidas apontam que é possível superar o divórcioentre a Universidade e a escola desde que as ações em favor daqualidade social da educação sejam trabalhadas e desenvolvidas emconjunto, fundando um verdadeiro regime de colaboração. Não háeducação de qualidade sem um projeto que tornem as áreas deensino em laboratórios de ensinagem e aprendizagem mediatizadaspela realidade engajada de educadores e educadoras inseridossocialmente. O maior desafio do projeto continua sendo superar a visãolinear e fragmentada dos conhecimentos na estrutura das próprias
  18. 18. 18disciplinas e, especialmente, da língua portuguesa. Superar afragmentação dos conhecimentos e seu perfil predominantementepositivista, enciclopedista, desvinculado da realidade provoca odesinteresse do aprendiz, dificultando a compreensão dos conceitos eprincípios científicos das várias áreas do conhecimento, que seconstituem na unidade do saber. Por isso, o limite da fragmentação potencializa as ações doprojeto e desafia bolsistas, coordenadores, a escola envolvida e aUniversidade a proporcionar um diálogo interdisciplinar etransdisciplinar entre professores da escola e os bolsistas a fim de seconstruir propostas pedagógicas que busquem a contextualização doestudo da língua.B) EXPLICITAR IMPACTOS EDUCACIONAIS EORGANIZACIONAIS GERADOS E AS LIÇÕES APRENDIDAS O trabalho que vem sendo desenvolvido pelo PIBID Letras,com o apoio da CAPES, integra a linha de pesquisa, cultura, escrita,sociedade, escola e professores. O projeto já avança para o final, poisem abril completa seu segundo ano de vigência já tendo o queapresentar concretamente no sentido de avanços na formação inicialde professores. Os bolsistas já puderam levantar dados, por em práticareflexões teóricas desenvolvidas cotidianamente, puderam avaliar erevisar boa parte das propostas formuladas no projeto após osimpactos dos primeiros contatos, dos contatos mais particularizados edaqueles que nitidamente impactaram no fazer-pedagógico com aescola-campo abrangida de corpo e alma na proposta, tendo em vistacomo direção, coordenação, supervisão do projeto na escola e alunosparticipantes se envolveram. A meta principal do projeto continua sendo perseguida:conseguir que os alunos desenvolvam habilidades e competências naárea de linguagem, códigos e suas tecnologias, superando a
  19. 19. 19dicotomia que envolve o ensino da gramática, da literatura, daprodução de texto e gêneros textuais. Dentro do contexto, atingir ameta proposta significa fomentar ações didático-pedagógicas naformação de bons leitores e escritores, núcleo potencial das aulas deLíngua Portuguesa, tendo em vista que o fim básico do uso da línguaé a comunicação. A produção de textos dos alunos demonstra os avanços,ajudam a pensar a prática e o exercício cotidiano do ato de discorrersobre a realidade, construindo ideias, mundos, possibilidades reais efictícias de se fazer protagonista em um cenário banalizado pelaindiferença e pelo simulacro, em outras palavras, quando não hádiferença entre a “verdade em si" e sua "adaptação”. O projeto visa a formação do docente na área de línguaportuguesa, a valorização da profissão e a continuidade da formaçãodos bolsistas em função das constantes mudanças nas atividadeseducacionais da área de linguagem, códigos e suas tecnologias. As lições aprendidas esboçam as dificuldades quaseintransponíveis entre o dito e o feito, a teoria e a prática, o sonho e arealidade da escola que temos e da escola que queremos; contudoreforçam a disposição da coordenação do projeto e dos bolsistas eminsistir na produção de um processo didático-pedagógico, baseado nodiálogo e na construção conjunta do fazer educacional como marcada aprendizagem significativa e significada.C) DESCREVER AS ESTRATÉGIAS ADOTADAS PARASENSIBILIZAR E MOBILIZAR PARCERIAS INTERNAS EEXTERNAS As parcerias internas e externas se deram com professoresdo Curso de Letras do CUA/ICHS e os professores de LínguaPortuguesa da Escola Estadual Antonio Cristino Côrtes. Uma parceriaefetiva se deu com o início do CURSO DE EXTENSÃO “TÓPICOS DEGRAMÁTICA NORMATIVA”, oferecido pelas professoras Eloísa de
  20. 20. 20Oliveira Lima e Maria Celeste Saad Guirra com 60 horas de duração.O curso foi o atendimento a uma velha reivindicação dos bolsistas edos acadêmicos do Curso de Letras, em geral. Os processos de diálogo interno e externo resultaram emum planejamento estratégico com propostas que foramdesenvolvidas, especialmente, em 2011 e continuarão até abril de2012:ATIVIDADES DE REFORÇO ESCOLAR:Objetivo: Garantir o atendimento extra-classe aos alunos da escola de formamais efetiva, buscando um atendimento individual e específico.Meta: Ampliar o atendimento educacional a todas as turmas do ensinomédio, de modo a minimizar as dificuldades com a língua e aliteratura.Ações: Atendimento aos alunos secundaristas na própria escola uma vezpor semana de modo que o grupo de bolsistas traga atividades paraserem aplicadas aos educandos; Revisar as atividades que os professores do ensino de LínguaPortuguesa passam como tarefa para casa; Tirar as dúvidas, que na medida do possível, vão surgindo entre osalunos.Resultados esperados: Melhor desempenho em sala; Cumprimento das atividades extra-sala; Melhores resultados nas avaliações.Resultados Alcançados Primeiro momento alunos receosos, e depois se estabeleceu uma relação de confiança;
  21. 21. 21 Dificuldades para convencer os alunos em participarem, pois se sentiam invadidos, e quando aceitavam ajuda queriam as respostas prontas e acabadas; O primeiro momento não foi satisfatório, mas avançou à medida do possível.CICLO DE PALESTRASObjetivo: Proporcionar aos profissionais da educação temas fundamentaispara a melhoria da qualidade do ensino.Meta: Contribuir para o melhoramento do desempenho dos Profissionais efuturos docentes.Ações: Debates entre bolsistas e professores da escola, cujo tema sejamrelacionados aos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) e à Lei deDiretrizes e Bases (LDB), além de informações no que condiz àpedagogia de ensino; Debates entre bolsistas e profissionais da área linguística eLiteratura, visando uma melhor compreensão de como os educadoresabrangem e trabalham a área de linguagens, códigos e suastecnologias; Debates entre bolsistas e alunos secundaristas, de modo que ogrupo possa compreender melhor as barreiras que supostamentepossam existir entre o saber escolar e as dificuldades enfrentadas.Resultados esperados: Sensibilizar os profissionais de língua portuguesa da necessidadede mudança na metodologia de ensino; Enfatizar a troca de saberes de forma a propiciar aos bolsistasnovas experiências levando em consideração o saber dos profissionaisda área de linguagem e suas tecnologias;
  22. 22. 22 Buscar compreender melhor o universo do aluno de forma maisespecífica e propor medidas à escola, que possam ser significativas.Resultados alcançados: O objetivo não foi trabalhado ainda e esperamos que entrefevereiro a abril de 2012 possamos atingir o que está proposto nonosso planejamento estratégico.ATIVIDADE DE MONITORIAObjetivo: Possibilitar aos bolsistas o contato com a realidade em sala deaula.Meta: Atender às necessidades dos alunos no que se refere ao estudo dalíngua e da literatura.Ações: Conhecer o perfil dos alunos; Perceber as dificuldades e as suas facilidades; Mapear os alunos que poderão participar do Projeto executandoatividades de monitoria com os bolsistas; Desenvolvimento de trabalho que contribua para o crescimentointelectual; Planejar as aulas junto ao professor da escola.Resultados esperados: Realização de atividades de observação; Contribuir com as atividades em sala; Planejar aulas diferenciadas.Resultados alcançados Mediante as observações feitas pelos bolsistas e o contato diretocom a sala de aula foi possível perceber as dificuldades apresentadaspelos alunos e professores em relação às novas metodologias para oensino da Língua Portuguesa;
  23. 23. 23 A partir das observações foram traçadas as metas de como sedeveria trabalhar na escola para atingir as expectativas criadas emtorno do desenvolvimento do projeto.OFICINA E SEMINÁRIOS DE LINGUAGENSObjetivos: Proporcionar aulas de linguagens ainda no primeiro semestre, Expor os conhecimentos adquiridos ao longo do Projeto PIBID.Metas: Oportunizar aos alunos conhecimentos nas áreas de linguagens,colaborando na melhoria de seu desempenho nas habilidades deleitura e escrita; Apresentar os resultados do projeto.Ações: Apresentar seminários dos mais variados assuntos referentes àlinguagem; Elaboração de mini-cursos, utilizando as ferramentas dainformação para com assuntos envolvendo as áreas da linguagem; Avaliação do desempenho em relação ao conteúdo.Resultados esperados: A oportunização desse conhecimento será proveitoso, pois serãodesenvolvidos não só na escola, mas também em seu cotidiano.Resultados alcançados: As oficinas foram realizadas em sala de aula no horário de auladisponibilizados pelos professores, posto que muitos alunos nãoestavam comparecendo às aulas de intervenção; As oficinas de leitura foram desenvolvidas na perspectiva demostrar o papel social de alguns gêneros, a intertextualidade queperpassa diversos textos e a reescrita.
  24. 24. 24PRODUÇÃO E DIVULGAÇÃO DE TEXTOS VIRTUAISObjetivo: Incentivar o alunado a produzir textos virtuais, utilizando dasnovas mídias e linguagens.Meta: Diminuir as barreiras entre textos virtuais e textos escritos emsala, de modo que o aluno possa compreender a importância dautilização dessas novas mídias virtuais no processo do saber.Ações: Produzir textos virtuais utilizando dos saberes literários elingüísticos; Construir blogs utilizando novos mecanismos de construção textualbaseados nas possibilidades dos gêneros textuais; Divulgar trabalhos realizados na escola, possibilitando a captaçãode novos participantes nas atividades de produção e leitura virtual.Resultados alcançados: Os textos foram produzidos, mas não foram divulgados. Faltoutempo hábil para as devidas análises de seleção.OFICINA DE POEMAS LITERÁRIOSObjetivo: Promover ações de valorização cultural, de forma que os alunosconheçam mais sobre literatura brasileira e portuguesa.Meta: Estimular no aluno o gosto pelas obras literárias, declamação depoesias e construção de poemas que poderão servir de inspiraçãopara os demais alunos da escola e até mesmo para jovensuniversitários.Ações: Proporcionar aos alunos o acesso a informações pertinentes aouniverso literário;
  25. 25. 25 Criar um momento de leitura, tendo em vista a produção literáriados próprios alunos; Dar oportunidade para que os alunos da escola possam ler eproduzir seus próprios poemas literários.Resultados alcançados: O objetivo não foi trabalhado ainda e esperamos que entrefevereiro a abril de 2012 possamos atingir o que está proposto nonosso planejamento estratégico; A proposição era desenvolver o objetivo na Amostra Cultural daEscola Antonio Cristino Côrtes, mas foi cancelada.D) SEMPRE QUE POSSÍVEL, FAZER UMA ANÁLISE PROSPECTIVASOBRE A RELEVÂNCIA, OU NÃO, DE CONTINUIDADE,APRIMORAMENTO, EXPANSÃO, SUSTENTABILIDADE. O projeto tem sua relevância ao potencializar e valorizar osprofessores de língua portuguesa e literatura da Escola AntonioCristino Côrtes, oportunizando aos bolsistas PIBID/LETRAS/CUA/ICHSexperiências e práticas na área de ensino de língua de caráterinovador, incentivando-os à carreira docente. O objetivo e a estratégia para continuidade, expansão esustentabilidade é promover a melhoria do ensino-aprendizagem dosconhecimentos de língua portuguesa e literatura para os alunos doensino médio, que consequentemente auferirão melhores resultadosno ENEM; permitindo de maneira mais efetiva a integração escola-universidade. Alguns bolsistas ao avaliarem suas participações no projetoindicam que a vida acadêmica ganhou uma marca temporal,preconizada pela vivência teórico-prática na universidade nadimensão do antes e do depois do PIBID. Os apontamentosdemonstram a possibilidade da antecipação dos estágios deobservação e regência, a oportunidade de realizar monitoria e tutoria
  26. 26. 26anterior às marcas curriculares do Curso de Letras, a vivência quasecotidiana com os alunos da Escola Antonio Cristino Côrtesamadureceu a compreensão de que a docência como profissão é umarealidade mais próxima de quem faz um curso de licenciatura. Em algum momento pareceu que alguns bolsistas nãotinham convicção de suas potencialidades para realmente seremdocentes. Do ponto de vista psicológico, reafirmou-se a necessidadede se encontrar uma identidade e o projeto ajudou a encontrar orumo, fincar diretrizes, aproximar perspectivas com a realidade dadocência.
  27. 27. 27 ANEXO IFOTOS PIBID – 2011
  28. 28. 28
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  30. 30. 30 ANEXO II ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA ESCOLA As atividades de atendimento à escola foram desenvolvidascom maior participação tanto por parte dos alunos, quanto dosbolsistas e também da escola como um todo. Os resultados dessa atividade podem ser observados medianteos planos de aula desenvolvidos pelos bolsistas e aplicados em salaaos alunos. ATIVIDADE AEscola Estadual Antônio Cristino CôrtesDisciplina: Língua PortuguesaProfessor(a): Adeliana, Josilene, Maressa, Meurlin e Neiriane.Série: 1º à 3º ano Ensino BásicoTempo estimado: 50 min.Conteúdo: Gêneros e tipos textuais / O texto injuntivoObjetivo Geral: Reconhecer que há diferenças entre a noção degênero e a noção de tipo textual.Objetivos específicos: Identificar as tipologias textuais; Identificar as diferenças entre gêneros e tipos textuais; Reconhecer as características do tipo injuntivo; Conhecer os diversos gêneros que apresentam marcas injuntivas; Perceber que em um gênero pode haver vários tipos textuais na sua construção.Metodologia: 1. O conteúdo será apresentado pelo professor por meio de aula expositiva; 2. Após a exposição do conteúdo, os alunos deverão realizar um levantamento dos gêneros textuais com os quais eles se relacionam com mais frequência;
  31. 31. 31 3. Durante o levantamento dos gêneros, os alunos deverão relacionar a qual tipo textual esses pertencem; 4. Serão distribuídos entre os alunos vários gêneros textuais nos quais o tipo injuntivo exerce predominância. Nesse momento, eles deveram encontrar nos textos apresentados as características que os definem como pertencentes ao tipo injuntivo; 5. Em seguida, será solicitado uma atividade avaliativa que deverá ser realizada em grupo e apresentada em sala.Recursos: lousa, pincel, atividade xerocopiada.Avaliação: Será aplicada uma atividade em grupo, em que os alunosdeverão construir um texto do tipo injuntivo descrevendo alguma dasfunções de um aparelho de telefone móvel.Referências BibliográficasDIONISIO, Ângela Paiva. BESERRA, Normanda da Silva. TecendoTextos, Construindo Experiências. Rio de Janeiro: Lucerna, 2003.KOCH, Ingedore Villaça. ELIAS, Vanda Maria. Ler e Compreender:Os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006. ATIVIDADE BEscola Estadual Antônio Cristino CôrtesDisciplina: Língua PortuguesaProfessor(a): Adeliana, Josilene, Maressa, Meurlin e Neiriane.Série: 1º à 3º ano Ensino BásicoTempo estimado: 50 min.Dados da AulaO que o aluno poderá aprender com esta aula • conhecer e identificar os valores sintáticos e semânticos do adjetivo e da locução adjetiva; • reconhecer, em diferentes textos, a função do adjetivo e da locução adjetiva na construção do texto;
  32. 32. 32 • observar e empregar aspectos semânticos discursivos relacionados aos adjetivos e locuções adjetivas em situações concretas de interação verbal.Duração das atividades04 aulas de 50 minutos cadaConhecimentos prévios trabalhados pelo professor com oaluno • Classes de palavras: substantivo e adjetivo. • O adjetivo é a classe de palavra semanticamente associada à ideia de qualidade para especificar características ou propriedades atribuíveis aos referentes e, por essa razão, é hierarquicamente dependente de um nome substantivo com o qual deve concordar em gênero e número. A adjetivação é um dos elementos estruturadores de um texto, funcionando como uma das principais estratégias discursivas de construção da opinião de quem escreve em relação àquilo que escreve.Texto: Açaí Pequeno, redondo e de cor azul-noite, quase negro, o açaí podeser considerado a pérola da Amazônia. O açaizeiro faz parte da família das palmáceas. Esta palmeirabrasileira é uma planta que se desenvolve próxima aos ribeirões, rios,igapó, várzea e nas matas de terra firme, e com menos freqüência,em terrenos mais afastados e locais pantanosos. Ocorrepredominantemente na região Norte, principalmente nos estados doPará, Amapá, Maranhão e Tocantins. Palmeira delgada e alta quepode atingir uma altura de 20 a 25 metros. O açaizeiro apresentafarta perfilhação e alcança, no estado nativo, a 20 palmeiras por"touceira" (das quais pelo menos três em produção). Produz, cadauma, entre 6 e 8 cachos com 2,5 kg cada um, representando de 15 a20 quilos de frutos por palmeira (em duas safras) e de 12 a 25
  33. 33. 33toneladas de frutos/ha/ano. Os troncos são lisos, roliços, longos, decor clara, sem espinhos. A palmeira do açaí apresenta folhas grandes, compridas erecortadas em tiras, de cor verde-escura, atingindo até 2 metros decomprimento. As folhas são usadas na cobertura das casas. Cachosde flores miúdas amarelas, surgem predominantemente de setembroa janeiro, podendo aparecer quase o ano todo. Frutos pequeninos, redondos, roxos, quase pretos agrupadosem cachos pendentes. Tem um caroço grande, e muito pouca polpa.O fruto é colhido subindo-se na palmeira com o auxílio de umtrançado de folha amarrado aos pés - a peconha. Frutificação de outubro a janeiro.Atividades:Questões sobre o texto.1. Os adjetivos e locuções adjetivas são usados para delimitar oudeterminar o sentido do substantivo.Observe:Substantivo:Adjetivos:Locução adjetiva:a. Identifique no texto, os adjetivos e as locuções adjetivasempregadas para modificar o seguintes substantivos: palmeira,folhas e tronco.2. Discuta com seus colegas e responda:Qual a importância dos adjetivos/locuções adjetivas em umadefinição?3. Pense em uma fruta, verdura, planta típica de sua região edescreva-a de forma a apresentar sua definição para alguém que nãoa conheça.
  34. 34. 34Referências Bibliográficas:BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. 37. ed. ver.ampl. e atual, conforme o novo Acordo Ortográfico. – Rio de Janeiro:Nova Fronteira, 2009.SARMENTO, Leila Lauar. Gramática em texto. 2. ed. São Paulo:Moderna, 2005. Texto sobre Açaí. Disponível no site:http://www.arara.fr/BBACAI.html. Acessado em 20 de Maio de 2010. ATIVIDADE CEscola Estadual Antônio Cristino CôrtesDisciplina: Língua portuguesaProfessor(a): Adeliana, Josilene, Maressa, Meurilin e Vander.Ensino MédioTempo estimado: 50 min.Conteúdo: Gêneros e tipos textuais / Artigo de OpiniãoObjetivo Geral: Desenvolver a escrita e o senso crítico.Objetivos específicos: 1. Produção de textos; 2. Aquisição de novo vocabulário; 3. Compreensão dos objetivos e da estrutura do Artigo de Opinião.Metodologia: 1. A aula será iniciada com a leitura de dois textos – Artigos de opinião xerocopiadosTEXTOS: O roubo do direito de ser criança Preparar bem as crianças de agora implica, de maneira lógica,em ter uma sociedade melhor no futuro. É pensar o porquêatualmente, diante de grandes índices de violência, tantos menoresde idade estão nessas estatísticas. É pensar que essa criança,esperança do futuro, vê-se numa encruzilhada vital tão cedo:trabalha, pratica crimes ou morre.
  35. 35. 35 Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho, oBrasil tinha 4,6 milhões de trabalhadores com idade entre 10 e 17anos, e 3milhões com idade inferior a 14. Segundo esses dados,56,63% nada recebem por seu trabalho. Eis o roubo do direito de sercriança. Retiram-lhe, de maneira violenta, esse direito tão essencialcomprometendo os fatores biológicos, psicológicos, intelectuais emorais, numa fase de extrema importância da vida. Ao invés de carrinhos, bonecas, brinquedos, uma enxada. Pais,que talvez quisessem educar, precisam ensinar o trabalho. Note bema diferença entre educar e ensinar. Falta dinheiro para comprarcomida, roupa, bonecas, carrinhos. Alguns, talvez munidos de suaeducação mais privilegiada, hão de pensar que não configura motivopara a delinqüência o fato de trabalhar desde cedo, afinal o trabalhoé dignificante. O trabalho é digno quando é exercido de forma digna. Nãoexiste dignidade sem educação de qualidade e, não há dignidade emcrianças de 10 anos trabalhando em meios insalubres, perigosos, emjornadas diárias superiores a 12 horas. Não há filhos de médicos,advogados, empresários trabalhando assim. Portanto, se fosse digno,todos desde a infância assim trabalhariam. Crianças devem ser crianças. Esse tipo de trabalho não podenem deve ser alternativa aos menores de idade porque marginaliza,tira deles um direito essencial de maneira tão violenta quanto àquelesque com uma arma roubam dez reais. Por isso, a importância damáxima de Rui Barbosa: “Aos iguais, tratamento igual; aos desiguais,tratamento desigual”.JOSÉ ANTÔNIO MIGUEL é estudante de Direito na UniversidadeEstadual de Londrina Texto retirado do jornal Folha de Londrina de13/10/2007 Direito de brincar e ser feliz Legalmente as crianças hoje têm garantido o direito a um nomee nacionalidade, à saúde e à educação. Dentre os direitos da criança
  36. 36. 36estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente, destaco obrincar como uma necessidade da criança, um jeito gostoso deaprender e se divertir. Pesquisas têm revelado que as brincadeiras ao ar livre, emparques e praças públicas deixam as crianças mais felizes. Noentanto, as crianças estão cada vez mais distantes do sol, da grama,das pedras, da areia, da água, da natureza... Para os pais, já não é mais possível deixá-las brincando na ruacom os vizinhos. O trânsito e a violência urbana tiraram estaoportunidade. Em alguns condomínios de apartamentos não se previua necessidade e o direito dos pequenos de brincar. Diante destanecessidade, eles brincam entre os carros nos estacionamentos dosprédios. Nas escolas infantis encontramos pátios cimentados,brinquedos inadequados à faixa etária das crianças e, logo,embargados pelos órgãos competentes. Pensem numa creche em queas crianças “olham” para o escorregador, o balanço, o gira-gira e nãopodem brincar. Elas existem. Pensem no período escolar de umacriança de cinco, seis, sete anos de idade, onde não há nem espaço –playground, área verde - tempo para brincar. Eles existem. Nos espaços públicos encontramos praças abandonadas, sujas,brinquedos quebrados. Imaginem uma praça, um domingo de sol,crianças ávidas para correr, pular, dançar, movimentar-se ousimplesmente olhar as plantinhas, passarinhos, sentir o vento...As crianças “olham” para os destroços do que um dia foi umbrinquedo, desistem de brincar ou então arriscam-se. Elas existem.Falta segurança, água potável, banheiros públicos, dignidade paraexercer o direito de brincar. As crianças são o que temos de maisprecioso e precisam da nossa atenção para viver dignamente estafase da vida que chamamos de infância. Como estamos olhando paraas nossas crianças nos demais dias do ano? Infelizmente, nós – pais,
  37. 37. 37professores, governantes etc. - não estamos conseguindo prover àcriança o direito de brincar e ser feliz. 2. O conteúdo será apresentado pelo professor por meio de aula expositiva; 3. Após a exposição do conteúdo, os alunos irão buscar identificar no texto as características do gênero abordado; 4. Em seguida, será solicitada uma atividade avaliativa que deverá ser realizada em grupo.Recursos: lousa, pincel, atividade xerocopiada, slides.Avaliação: Será aplicada uma atividade em grupo, em que os alunosdeverão responder perguntas reflexivas sobre o gênero.Referências BibliográficasBrasil Escola. Artigo de Opinião. Disponível em:http://www.brasilescola.com/redacao/artigo-opiniao.htm Acesso em:11 de agosto de 2011.Seqüência Didática. Artigo de opinião. Disponível em:http://paraiso.etfto.gov.br/docente/admin/upload/docs_upload/material_7c7e3fba42.pdf. Acessado em: 11 de agosto de 2011.RESULTADO: Artigo de opinião Jovens estudando, país crescendo A partir do século XX, com a modernização do Brasil, haviaprocura de mão-de-obra barata a fim de obter lucros. O processo deêxodo rural trouxe muitos conflitos sociais, não havia espaço eemprego para todos. O que fez com que até crianças começassem atrabalhar em busca de sobrevivência. Muitos criticaram a ideia de menores trabalharem, mas nãoproporcionam nada para que essa situação mude. Algumas dessascrianças, por falta de conhecimento, não sabem até que podem estarsendo escravizadas. Isso ocorre pela falta de programas sociais, deensino de qualidade e outras oportunidades de se sustentarem.
  38. 38. 38 Segundo a Organização Internacional do trabalho, o Brasil tinha4,6 milhões de trabalhadores com idade entre 10 e 17 anos. Imaginese esse número fosse de estudantes com capacidade intelectual altaque ajudam o Brasil com pesquisas ecologicamente corretas. Não sóo estado seria honrado, os pesquisadores também e ainda teriam ummotivo para estudarem mais. Ou seja, o governo, juntamente com a população, precisam seconscientizar e apoiar os jovens estudantes associando renda comensino. Desse modo, erradicando a pobreza e tornando o país umícone em educação, que de certa forma, é o que todos querem.Exercício de refacção: Artigo de opiniãoJovens estudando, país crescendo A partir do século XX, com a modernização do Brasil, haviaprocura de mão-de-obra barata a fim de obter lucros. O processo deêxodo rural trouxe muitos conflitos sociais, pois não havia espaço eemprego para todos. Isso fez com que crianças começassem atrabalhar em busca de sobrevivência. Muitos criticam a ideia de menores trabalharem, porém, nãoproporcionam algo que faça essa situação melhorar. Algumas dessascrianças por falta de conhecer seus direitos, não sabem que porematé estar sendo escravizadas. Fato que ocorre pela falta deprogramas sociais, ensino de qualidade e outras oportunidades desustento próprio. Segundo a Organização Internacional do Trabalho, o Brasiltinha 4.6 milhões de trabalhadores com idade entre 10 e 17 anos.Imagine se esse número fosse de estudantes com capacidadeintelectual alta que ajudam o Brasil com pesquisas ecologicamentecorretas como automóveis que não liberam poluentes? Não só oEstado seria beneficiado com títulos internacionais, os pesquisadorestambém seriam e ainda haveria um incentivo maior para continuaremestudando.Aluna: Carolina Araújo - 3° ano “A” matutino
  39. 39. 39OBS: Essa atividade foi bastante participativa. Os alunosapresentaram um grande interesse pelo tema abordado econseguiram contextualizar e interagir com os textos lidos em sala.Após as leituras e discussões, foi solicitado a atividade de produçãotextual permitindo assim, a prática da escrita. O texto aquiapresentado como exemplo de resultado foi o melhor desempenhoentre todos os textos apresentados e, foi a única aluna que fez aatividade de refacção. Quanto ao desempenho da aluna, pode-seobservar um bom rendimento e um bom domínio das normas, oselementos de coesão e coerência são bem colocados e apenas algunsajustes foram sugeridos. Os demais alunos apresentaram bonstextos, mas, contudo, com muitas dificuldades de coesão, coerência eortografia. ATIVIDADE DEscola Estadual Antônio Cristino CôrtesDisciplina: Língua PortuguesaProfessor(a): Adeliana, Josilene, Maressa, Meurilin e Neiryane.Série: 1º à 3º ano Ensino Básico 19/05/2011Tempo estimado: 50 min.Conteúdo: Gênero textual sinopse.Objetivo Geral: Reconhecer o gênero sinopse e ser capaz deproduzi-lo.Objetivos específicos: Identificar o gênero e tipo textual; Reconhecer as características da sinopse; Ser capaz de produzir um texto com as características do gênero trabalhado.Metodologia: 6. O professor iniciará a aula com a exposição e leitura de texto; 7. Em seguida, o professor irá propor uma atividade de recordação dos tipos textuais – exercício oral;
  40. 40. 40 8. Na lousa, o professor deverá apresentar as características do gênero sinopse; 9. Será feita uma reflexão oral sobre a forma verbal predominante no gênero – verbo no indicativo; 10. Em seguida, será solicitada uma atividade avaliativa que deverá ser entregue ao professor.Recursos: lousa, pincel, atividade xerocopiada.Avaliação: Será aplicada uma atividade em grupo, em que os alunosdeverão construir um texto narrativo – gênero sinopse. A professorairá determinar três títulos de filme para delimitar a atividade (Titanic,Crepúsculo, Velozes e furiosos).Referências BibliográficasDIONISIO, Ângela Paiva. BESERRA, Normanda da Silva. TecendoTextos, Construindo Experiências. Rio de Janeiro: Lucerna, 2003.KOCH, Ingedore Villaça. ELIAS, Vanda Maria. Ler e Compreender:Os sentidos do texto. São Paulo: Contexto, 2006.Após a leitura de várias sinopses e de discutir com os alunos osobjetivos de se trabalhar com esse gênero, foi solicitado umaatividade de produção que permitisse colocar em prática o tematrabalhado.Resultado:Sinopse do filme: O pagador de promessasZé é um homem simples e de muita fé, vive com sua esposa e temum burro, no qual adoece e em busca de cura para o animal, o pobrehomem do interior inicia sua saga de promessa em nome da NossaSenhora de Fátima, pelo qual carregaria nas costas até a igreja dedeterminada cidade um a cruz. É uma história emocionante de amore devoção e que no decorrer do filme, acontecerá hipensílios para ocumprimento da promessa, porém, Zé não desiste e continua comsua longa jornada. Aluna: Wenica P. dos Santos “3º D”
  41. 41. 41OBS: Foi possível perceber que, quanto a composição textual acompreensão foi estabelecida, o papel social do gênero foi assimilado.As dificuldades apresentadas foram em relação a ortografia. ATIVIDADE EEscola Estadual Antônio Cristino CôrtesDisciplina: Língua PortuguesaProfessor(a): Adeliana, Josilene, Maressa, Meurilin e Neiryane.Série: 1º à 3º ano Ensino Básico 19/05/2011Tempo estimado: 50 min.CONTEÚDOS:O Substantivo na construção do textoOBJETIVO GERALCompreender a importância do emprego do substantivo, enriqueceros conhecimentos gramaticais a partir da reflexão sobre aimportância dele para a construção de sentido do texto.OBJETIVOS ESPECÍFICOS1. Enriquecer os conhecimentos gramaticais a partir da reflexãosobre a importância do substantivo.2. Identificar a dinâmica de cada linguagem na produção de sentido;3. Comunicar-se oralmente e através da escrita4. Desenvolver competências comunicacionais tanto orais quantoescritas;5. Identificar a dinâmica de cada linguagem na produção de sentidoMETODOLOGIA:Primeiramente será distribuída a Xerox do texto, em seguida, serárealizada uma leitura conjunta para a discussão do texto.Será realizada a explicação do conteúdo e em seguida, será propostoaos alunos que respondam algumas questões referentes ao texto.RECURSOS DIDÁTICOS: Folhas soltas, pincel, lousa.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:DIONÍSIO, Angela Paiva e BESERRA, Normanda da Silva.Tecendotextos: construindo experiências . Rio de Janeiro: Lucerna, 2003.
  42. 42. 42CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da línguaportuguesa. 48. ed. ver. São Paulo: Companhia Editora Nacional,2008.RESULTADO:RotinaAo nascer do sol dona Joana acorda dizendo ao seu marido:- Bom dia, Jorge.Em seguida ela escova os dentes, se arruma e prepara o café para osfilhos, e os arruma para irem à escola.Após levar as meninas à escola, dona Joana compra os alimentospara o almoço.Quando o almoço fica pronto ela busca os meninos no escola.Chegando na parte da tarde ela leva os filhos um pâra natação e ooutro para o futebol, paga a mensalidade da escola de futebol do filhomais novo, e então ela senta na sala de espera da escola pego umarevista e começa a ler.Assim que os meninos saem de suas atividades esportivas, já a noiteela se encaminha para casa, janta, toma banho e da boa noite aosfilhos e ao marido.Essa é a rotina diaria de Joana, uma dona de casa que cuida dosfilhos e do marido, o é feliz fazendo o que faz para quem faz. Gabriel C.R. 1º ano EMOBS: Esse aluno foi o que mais se destacou em relação acompreensão da estrutura do texto que foi solicitado. A narrativa sedeu linearmente tento início, meio e fim. Foi possível verificarproblemas de coerência, num primeiro momento o aluno identifica aspersonagens como do sexo feminino e depois, as apresenta comosendo do sexo masculino. Este aluno também apresenta dificuldadesde ortografia e de estética, tendo em vista que deixa de puxar aperna do “a” em alguns momentos. A falta de acentos das palavras ea presença deles em momentos inadequados também sãoencontrados.
  43. 43. 43 ANEXO III OFICINAS DE LEITURAOFICINA IEscola Estadual Antônio Cristino CôrtesDisciplina: Língua PortuguesaProfessor(a): Adeliana, Josilene, Maressa, Meurilin e Vander.Série: 1º à 3º ano Ensino básicoTempo estimado: 50 min.Conteúdo: Gênero “Autorretrato”Justificativa: A leitura é parte da interação verbal escrita e implica aparticipação cooperativa do leitor na interpretação e na reconstruçãodos sentidos e das intenções pretendidas pelo autor. (Antunes, 2003,p. 66). Nesse sentido, o trabalho com o texto é uma atividade quepermite a interação. O autorretrato permitirá ao aluno se reconhecere assim desenvolver uma atividade significativa.Objetivo Geral: Desenvolver a escrita e a capacidade deautoavaliação.Objetivos específicos: Produção de textos; Aquisição de novo vocabulário; Compreensão dos objetivos do autorretrato e de seu papel sócio-histórico- cultural; Reconhecer o autorretrato em diferentes manifestações da linguagem.Metodologia: A aula será iniciada com a leitura de quatro textos – Autorretrato em diversas manifestações de linguagem (poesia, narrativa, imagem). Textos: Autorretrato Manoel Bandeira Provinciano que nunca soube
  44. 44. 44 Escolher bem uma gravata; Pernambucano a quem repugna A faca do pernambucano; Poeta ruim que na arte da prosa Envelheceu na infância da arte, E até mesmo escrevendo crônicas Ficou cronista de província; Arquiteto falhado, músico Falhado (engoliu um dia Um piano, mas o teclado Ficou de fora); sem família, Religião ou filosofia; Mal tendo a inquietação de espírito Que vem do sobrenatural, E em matéria de profissão Um tísico profissional. (Manoel Bandeira) Autorretrato Eu sou um menino maior que (1) outros. Na cabeça tenho cabelos que (2) mamãe manda cortar muito mais do que (3) eu gosto e, na boca, muitos dentes, que (2) doem. Estou sempre maior que (1) a roupa, por mais que a roupa do mês passado fosse muito grande. Só gosto de comer o que a mãe não me quer dar e ela só gosta de me dar o que eu detesto. Em matéria de brincadeiras, as que eu gosto mais são as (elipse) perversas, mas essas minha irmãzinha grita muito. (Millôr Fernandes)O conteúdo será apresentado pelo professor por meio de aulaexpositiva e deverá contar com a participação dos alunos;Elencar a importância e o papel social do gênero;
  45. 45. 45 Após a exposição do conteúdo, os alunos irão buscar identificar suas características; Em seguida, será solicitada uma atividade avaliativa que deverá ser realizada individualmente. Recursos: lousa, pincel, atividade xerocopiada, slides. Avaliação: Considerando a funcionalidade do gênero autorretrato e seu papel social que são construir e divulgar a imagem de uma pessoa, produza um autorretrato de si.• Ao produzir o seu texto atente para linguagem (clara), a forma (poesia, prosa) e o interlocutor (universal). Estes serão os critérios de avaliação. Referências Bibliográficas: ROGO, R.; CORDEIRO, G.S. Gêneros orais e escritos como objetos de ensino: modo de pensar, modo de fazer. In: SCHNEUWLY, B.; DOLZ. J. Gêneros Orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004. SCHNEUWLY, B.; DOLZ, J. Gêneros Orais e escritos na escola. Campinas: Mercado de Letras, 2004. Resultados: Retrato Eu não era assim tão grande, tão quieta, tão infeliz. Eu era pequena, sapeca, feliz. Pulava e sorria o tempo todo. Hoje, não tenho mais vontade de pular, muito menos de sorrir. Eu não choro, por fora, mas por dentro... Minhas lágrimas ninguém vê... só eu! Meu coração era puro, inocente. Hoje, ele é escuro, inconsequente. Dalleth Laryssa - 2° ano “A” Matutino
  46. 46. 46 Autor-retrato Inverso Sou pequeno, e gosto de ser. Na escola não converso comninguém, sou muito quieto e não consigo compreender o que osprofessores falam. Os meninos da minha idade não gostam de festas,mas eu gosto muito. O que eu mais gosto de fazer é trabalhar, nãogosto de estudar, moro bem longe da cidade. Sou um menino bemdiferente dos outros. Na verdade, só saberás quem sou eu se inverter todo esseautorretrato. Marim filho 2° ano “D”OBS: O momento de leitura em sala de aula foi bastante gratificantee participativo. Os resultados foram muito bons e os alunos adorarama ideia de si representarem por meio da escrita. Os textos foramsatisfatórios embora alguns alunos não tenham se permitido abusarda criatividade e da capacidade que eles têm de escrever, mas quedesconhecem. Foram observados alguns problemas em relação apontuação e ortografia, mas nada que diminuísse o valor de suasproduções. OFICINA IIEscola Estadual Antônio Cristino CôrtesDisciplina: Língua PortuguesaProfessor(a): Adeliana, Josilene, Maressa, Meurilin e Vander.Ensino MédioTempo estimado: 50 min.Conteúdo: IntertextualidadeJustificativa: Segundo Curi (1995), “a escola ensina a transcrever enão escrever, n sentido de se deter mais no registro do que naconstituição de textos”. O registro de mensagens do outro conduz àreprodução, repetição do que já foi dito. Já a constituição demensagens escritas, segundo o autor, implica criação, construção dodiferente, do novo. Para Bakhtin, toda a linguagem é intrinsecamentedialógica, implica sempre o outro, havendo, assim, a relação entre o
  47. 47. 47eu/outro, o destinatário a quem se adequa a fala. Há, ainda, o outrocomo sendo os discursos que perpassa constantemente a fala. Assim,na cultura de uma comunidade, existem diferentes discursosinteragindo entre si, em constantes trocas e oposições. Nessesentido, as aulas de produção de texto devem ser elaboradasconsiderando que, para desenvolver um bom texto, o aluno deve seralimentado e envolvido num dado contexto, e, assim perceber que épossível elaborar um texto novo a partir de um texto já existente.Pois, os textos "conversam" entre si. É comum encontrar ecos oureferências de um texto em outro uma vez que todo discurso seconstitui alicerçado em outro. A essa relação se dá o nome deintertextualidade.Turma: 1º ano do ensino MédioObjetivos: Ler, compreender e interpretar vários gêneros; Reconhecer a estrutura que ancora cada gênero, além de perceber sua funcionalidade social; Identificar marcas de intertextualidade; Compreender o papel da intertextualidade; Produzir textos, utilizando o recurso da intertextualidade.Recursos: filme, xerox, quadro, pincel, slides.Duração das atividades: 3 aulasConhecimentos prévios trabalhados pelo professor com osalunos: A aula pressupõe que o professor já tenha trabalhado antes,por meio de pesquisa, o conceito de intertextualidade, entendendomelhor a palavra, o aluno irá relacionar melhor os textos. Deve-seconsiderar a estrutura da palavra. O sufixo inter, de origem latina, serefere à noção de relação (entre). Logo, intertextualidade é apropriedade de textos se relacionarem.
  48. 48. 48Estratégias da aula – MetodologiaAula 1 - Conversa InicialO professor iniciará o trabalho discutindo o conto de Luís FernandoVeríssimo,Esse primeiro encontro será trabalhado apenas a leitura,compreensão, interpretação, oralidade e contextualização.1º Sugira uma leitura silenciosas;2º Solicite a leitura oral3º Suscite comentários sobre o texto considerando os itens que seseguem:Conto de fadas para Mulheres Modernas Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa,independente e cheia de auto-estima que, enquanto contemplava anatureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu casteloestava de acordo com as conformidades ecológicas, se deparou comuma rã. Então, a rã pulou para o seu colo e disse:- Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas, uma bruxamá lançou-me um encanto e eu transformei-me nesta rã asquerosa.Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belopríncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo.A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meujantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos eviveríamos felizes para sempre…… E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée,acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimovinho branco, a princesa sorria e pensava: – Eu, hein?… nem morta! (Luís Fernando Veríssimo)Compreendendo o texto: Do que fala o texto? É possível perceber se o texto apresenta intertextualidade com outro? Qual?
  49. 49. 49 Quais aspectos diferem do texto oriundo?Interpretação de Texto:1. A princesa possui uma atitude típica das heroínas de contos defada? Explique?2. Em um conto de fada clássico, qual seria o desfecho desse conto?3. Qual o conceito de “Felizes para sempre” para o príncipe?4. Em sua opinião, qual o conceito de felicidade na visão da princesa?5. Quais adjetivos são usados para definir a princesa? Esses adjetivoscondizem com a atitude que ela toma no fim do conto? Justifique.6. Intertextualidade é quando um texto remete a outro. Existem trêstipos de intertextualidade, a paráfrase (quando o texto possui asmesmas idéias centrais do texto original), apropriação (quando otexto é reescrito com as mesmas palavras) e Paródia (quando o textopossui idéias contrárias as idéias centrais do texto original). No textolido lembramos a clássica história do príncipe transformado em sapoe na construção desse texto o autor usou qual tipo deintertextualidade? Justifique.7. O título do texto nos dá idéia do que encontraremos nesse conto?Caso sim, explique qual a posição da mulher moderna?8. Qual o dito popular que define melhor a idéia central do conto deLuís Fernando Veríssimo?(a) Melhor um na mão do que dois voando.(b) Sempre existe um sapato velho para um pé doente.(c) Antes só do que mal acompanhada.(d) Quem ama o feio bonito lhe parece.(e) Quem cospe para cima na cara lhe cai. Disponível em: http://profsimonepaulino.wordpress.com/2010/03/24Avaliação: os alunos serão avaliados mediante a participação nasdiscussões realizadas em sala.Referências Bibliográficas:ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro & interação. SãoPaulo: Parábola,2003.
  50. 50. 50CURI, Samir Meserani. O Intertexto Escolar: Sobre Leitura, Aulae Redação. São Paulo: Cortez, 1995.OBS: Com relação às oficinas realizadas, pode-se perceber que osalunos, em primeiro momento, ficam surpresos pela presença dosbolsistas em sala de aula. No decorrer do trabalho com o tema já seacostumam com a ideia inovadora em seu dia de aula, em que seesperavam apenas mais uma aula normal lecionada por seu próprioprofessor. Alguns adoram a diferenciação e participam felizmente nodesenrolar das atividades, mas um ou outro não se interessa nocomeço, mas por fim também participam devido a percepção de quetodos estão interagindo, e o fim é gratificante, o trabalho foirealizado, o tema exposto e os objetivos alcançados.
  51. 51. 51 Anexo IVAPRESENTAÇÃO DE BANNERS
  52. 52. 52
  53. 53. 53 ANEXO V RESUMOS E TEXTOS DA PARTICIPAÇAO DE EVENTOS EVENTO CIDADE DATA XXXII ENEL Goiânia - GO Julho 17 a 23 de 2011 XII EGEL SLMB São Luis dos Setembro Montes Belos 16/17 e 18 GO 2011 II Semana Cuiabá - MT Setembro 2011 Acadêmica I Semana Barra do Garças Outubro 19 a Científica - MT 21 de 2011 I Simpósio Viçosa - MG Novembro Internacional 08/09/10 2011 I Seminário Goiânia - GO Novembro Nacional PIBID 28/29/30 2011 No segundo semestre de 2011 os bolsistas desenvolveramtrabalhos que foram apresentados em alguns eventos. Os trabalhossubmetidos e aprovados foram:
  54. 54. 54PIBID: CURSO DE LETRAS/UFMT/CAMPUS DO ARAGUAIA OLIVEIRA, Adeliana Alves de (PIBID/CUA/ICHS) OLIVEIRA, Josilene Mendes Santana (PIBID/CUA/ICHS) SILVA. Meurilin Higino da (PIBID/CUA/ICHS CARDOSO NETO, Odorico Ferreira (Orientador - PIBID/CUA/ICHS)O presente trabalho visa descrever o processo de intervenção iniciado pelosbolsistas PIBID na Escola Antônio Cristino Côrtes. As equipes auxiliam oprofessor tanto em sala de aula, quanto fora de sala, atuando como aulas dereforço aos alunos. O objetivo da atividade é submeter os bolsistas à situação daprática docente, no atendimento aos alunos da escola e na busca de soluçõespara as dificuldades por eles apresentadas. O trabalho de intervenção se dá nocontato direto com os alunos e os professores regentes. O encontro com osalunos ocorrem três vezes na semana. Os encontros da equipe, que ocorrem assegundas e quintas-feiras, os problemas são socializados, discutidos e assoluções buscadas dentro do grupo. No trabalho de intervenção do PIBID naescola, a equipe diagnosticou uma série de dificuldades dos alunos,especialmente, no que diz respeito à escrita e a compreensão de texto. A equipetrabalhou em cima dessas dificuldades apresentadas pelos alunos da escola,embasados na oralidade, escrita, leitura, gramática e produção textual segundoas propostas de Irandé Antunes, para superação das dificuldades apresentadaspor eles e ajudá-los a utilizar cada uma, adequando-as ao contexto. O quepodemos concluir é que o ensino de Língua Portuguesa ainda está longe depreparar o aluno para ser um usuário eficiente da língua. Ao contrário, o que sepercebe é que o aluno ainda apresenta problemas de leitura, escrita ecompreensão. Além das dificuldades que os alunos apresentam, um grandenúmero deles demonstra ausência de interesse em aprender, em refazer,desrespeito e violência verbal com professor e os próprios colegas de classe, afalta de compromisso de estudar está sendo muito grande, a ponto de levaremcelular com música ou MPs para sala e utilizá-los na hora da aula. É umasituação preocupante e complicada em que o professor terá que elaborarestratégia para tentar contornar a situação. Para uma aula de português ser bemaproveitável exige concentração, participação, ambiente que o professor consigadar aula, pelo menos sem tumulto, a língua portuguesa em si já não é fácil esimples, sem o completo envolvimento, comprometimento dos alunos fica maisdifícil ainda.Palavras-Chave: PIBID. Educação. Ensino da Língua Portuguesa.
  55. 55. 55 O BOM EDUCADOR E SUA FORMAÇÃO TEÓRICA COMO PRESSUPOSTO DE UMA PRÁTICA COMPROMETIDA COM O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA OLIVEIRA, Josilene Mendes Santana de (PIBID/LETRAS E LITERATURA/CUA/ICHS) E-mail: josi.mso@hotmail.com CORREIA, Maressa Balbino (PIBID/LETRAS E LITERATURA/CUA/ICHS) E-mail: maressa_balbino@hotmail.com CARDOSO NETO, Odorico Ferreira (Orientador/Coordenador/PIBID LETRAS E LITERATURA/CUA/ICHS) E-mail: odoricoedeise@uol.com.brO presente trabalho visa apresentar as atividades que estão sendo desenvolvidas peloPrograma Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID, junto à UniversidadeFederal de Mato Grosso – CUA/ ICHS no Curso de Letras e Literatura da LínguaPortuguesa, em parceria com a CAPES (Coordenadora de Aperfeiçoamento EnsinoSuperior) e o MEC (Ministério de Educação e cultura). O projeto tem por objetivo incentivare contribuir com a formação de futuros educadores que irão atuar, especialmente, naeducação básica. Nossa equipe é composta por dez bolsistas, um professor supervisor e umcoordenador que orienta as atividades. Para tanto, atividades de leituras e reflexõesembasadas nos PCNs e PCNs+, em leituras individualizadas de textos diversos sobre ensinode língua, produção de textos, gramática e leitura, além de autores como: ANTUNES,NEVES, KOCH, entre outros, tem sido realizadas com a intuito de mudar o perfil doprofissional da língua na graduação em Letras, objetivando a formação de um bomeducador. O alvo desse trabalho é fornecer aos alunos bolsistas os subsídios necessários pararefletir uma forma mais eficaz de se trabalhar a Língua materna na nova concepção deensino, de maneira a contribuir com a formação de cidadãos críticos, formando assimusuários eficientes da sua própria língua, capazes de interagir nas mais variadaspossibilidades de interação/comunicação. Além do respaldo teórico, os bolsistas sãosubmetidos à situação da prática docente, no atendimento aos alunos da Escola EstadualAntônio Cristino Cortes e na busca de soluções para as dificuldades por eles apresentadas.Os estudos realizados até agora comprovam a necessidade de se pensar novas possibilidadesde ensino, uma vez que, as concepções tradicionais de linguagem – expressão dopensamento e meio de comunicação – não demandam os anseios da sociedade. Somente umaconcepção entendida como processo de interação, que perceba a linguagem como umproduto sócio-histórico, pode favorecer um ensino capaz de promover cidadãos capazes deaprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver com os outros e aprender a ser. Ovelho ensino pretendia transmitir conhecimento, hoje, objetiva promover competênciasgerais que articulem conhecimentos, favorecendo a formação de cidadãos críticos,pensantes, autônomos e ativos.PALAVRAS-CHAVE: Ensino da língua. Linguagem. Formação de educadores.
  56. 56. 56 PIBID: O ENSINO DA LÍNGUA ALIADO ÀS PRÁTICAS EDUCACIONAIS SILVA, Cleidiane Queiróz (PIBID/CUA/ICHS) cleidiane.queiroz@hotmail.com SILVA, Heide Cristina Costa (PIBID/CUA/ICHS) heidecristina@hotmail.com CARDOSO NETO, Odorico Ferreira (Orientador PIBID/CUA/ICHS) kikoptbg@gmail.com UFMT/CUA/ICHSO presente trabalho visa demonstrar os desafios e possibilidades encontradas no cotidiano dosbolsistas do PIBID, tendo em vista, que a maior preocupação é buscar as mudanças por meiodos caminhos que o programa direciona, proporcionando reflexões sobre o atual modo deensino e oportunizar novos conhecimentos direcionados à área de linguagem, códigos e suastecnologias, aplicando-as na escola. Dentro dos modelos tradicionais são questionados osestudos gramaticais fragmentados em relação a sua eficácia, pois é fato que essa modalidadede ensino não proporciona o uso efetivo da norma nem a prática de produção textual em suaplena funcionalidade. Nesse sentido, o trabalho de preparação para a intervenção na escolateve por objetivo capacitar e incentivar os bolsistas à prática docente.O estudo das habilidades(refletir sobre a prática de ler, ouvir, falar e escrever) serviu como base para práticaseducacionais no ensino médio. O exercício é fundamental para que o aluno perceba que oestudo da língua se dá simultaneamente ao desenvolvimento das habilidades supracitadas.Nesta perspectiva também foram realizadas atividades de leitura e discussão, participação emoficinas que refletiram sobre gêneros, língua e gramática – possibilidades e desafios;abordagem de textos complementares; leitura e discussão de livros que norteiam o processode ensino-aprendizagem e reflexões. Os resultados obtidos com a prática de leitura e produçãode textos permitiram diagnosticar dificuldades detectadas pelos professores de línguaportuguesa e apontaram para a necessidade que visa o uso de novas estratégias de ensino, deforma, a transformar as aulas de português em um espaço de interação social sem perder devista o fim básico das aulas que se faz na comunicação.Palavras chave: Reflexão. Possibilidades. Ensino-aprendizagem.

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