Unidade 5 - parte 2

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Unidade 5 - parte 2

  1. 1. Unidade 5 TEXTO 2
  2. 2. Atividade • Responda de acordo com o que você pensa, sem recorrer a fontes externas • • O que são gêneros textuais? Existe diferença entre gêneros e tipos textuais? Se existe, qual é? O que os gêneros textuais podem ter a ver com o contexto social de circulação dos textos? O que é domínio discursivo ? Qual seria a relação entre o gênero e as “condições de produção” de um texto? • • •
  3. 3. Gêneros, tipos e contexto sociais de circulação • Leiam os textos em anexo e apontem a que gênero textual e a que ano pertencem.
  4. 4. Que fatores levaram ao conhecimento de cada gênero? Características formais (composicionais)? O estilo da linguagem? O suporte? O contexto (ou esfera social) de circulação? • A função e os objetivos? • • • •
  5. 5. Porque não confundimos uma bula com uma carta, uma notícia de jornal com uma oração, um poema com uma entrevista? • Porque reconhecemos as características dessas “espécies” de texto, aprendidas na convivência social ou na escola. Sabemos também como cada uma delas funciona socialmente. •Não entramos no consultório e esperamos que o médico nos passe uma receita de bolo
  6. 6. Cada espécie de texto circula em um determinado portador ou suporte, tem seu formato próprio, usa um estilo de linguagem específico e “funciona” em um dado contexto social. Essas “espécies” de texto são o que chamamos gêneros textuais.
  7. 7. Gêneros de texto São as mais diferentes espécies de textos, escritos ou falados, que circulam na sociedade e que são reconhecidos com facilidade pelas pessoas. Por exemplo: carta, bilhete, poema, sermão, noticia de jornal, receita culinária, conversa ao telefone, piada, romance, etc.
  8. 8. Como é que surge um gênero textual? Um gênero vai-se constituindo no uso coletivo da linguagem – oral e escrita. Os membros de uma comunidade lingüística vão estabelecendo, no correr de sua história, modos específicos de se dirigirem a determinado público, para alcançarem determinados objetivos ou funções.
  9. 9. Qual a diferença entre tipos e gêneros? Os gêneros são categorias, padrões, modelos de texto que, digamos, “têm vida própria”, isto é, circulam de fato na vida social. São muito numerosos, porque atendem as necessidades comunicativas e organizacionais de muitas áreas da atividade humana, e porque se renovam, ao longo do tempo, em razão de novas necessidades, novas tecnologias, novos suportes.
  10. 10. Os tipos não são textos concretos, não “têm vida própria”, são atitudes enunciativas que acarretam modos característicos de emprego dos linguísticos presentes em um texto ou em sequências de texto. São componentes dos textos e podem aparecer em diferentes gêneros, com exclusividade ou articulados entre si.
  11. 11. Tipos Textuais – Classificação Texto Narrativo A narração consiste em arranjar uma sequência de fatos na qual os personagens se movimentam num determinado espaço à medida que o tempo passa. Os elementos que compõem a narrativa são: - Foco narrativo (1ª e 3ª pessoa); - Personagens (protagonista, antagonista e coadjuvante); - Narrador (narrador-personagem, narrador-observador). - Tempo (cronológico e psicológico); - Espaço.
  12. 12. Texto Argumentativo Tem como objetivo convencer  alguém das nossas ideias. Geralmente  apresenta  uma  estrutura  organizada  em  três  partes:  a introdução, na qual é apresentada a ideia principal ou tese; o  desenvolvimento,  que  fundamenta  ou  desenvolve  a  ideia  principal;  e  a conclusão.  A conclusão  pode  apresentar  uma  possível solução/proposta ou uma síntese.
  13. 13. Texto Descritivo Um texto em  que  se  faz  um retrato por  escrito  de  um lugar,  uma pessoa,  um animal ou um objeto. A classe de palavras mais utilizada nessa produção é o adjetivo, pela sua função caracterizadora. Numa abordagem mais abstrata, pode-se até descrever sensações ou sentimentos. Não há relação de anterioridade e posterioridade. É fazer uma descrição minuciosa do objeto ou da personagem a que o texto refere. Nessa espécie textual as coisas acontecem ao mesmo tempo.
  14. 14. Texto Injuntivo/Instrucional Indica como realizar uma ação. Também é utilizado para predizer acontecimentos e comportamentos. Utiliza linguagem objetiva e simples. Os verbos são, na sua maioria, empregados no modo imperativo, porém nota-se também o uso do infinitivo e o uso do futuro do presente do modo indicativo. Ex: Previsões do tempo, receitas culinárias, manuais, leis, bula de remédio, convenções, regras e eventos.
  15. 15. Texto Expositivo A principal característica dos textos expositivos é apresentar aos leitores informações sobre um determinado tema, fazendo com que ampliem seu conhecimento. Os textos expositivos são fonte de consulta pois pertencem à área da documentação e informação.
  16. 16. Quando se classifica um certo texto como narrativo, descritivo ou dissertativo, não se está determinando o gênero, mas um tipo textual predominante.
  17. 17. Os suportes textuais Além do contato com os mais diversos gêneros que circulam na sociedade, o aprendiz precisa conhecer, também os suportes da escrita (cartazes, out-door, faixas, livros, revistas, jornais, folhetos publicitários, folhetos religiosos, murais escolares, livros didáticos, etc). Tais suportes, na maioria dos casos, podem ser trazidos para sala de aula, a fim de serem manuseados pelos aprendizes, reconhecidos e classificados por eles, em função do seu formato e sua função comunicativa.
  18. 18. Suportes textuais Jornais Revistas Livros Gibis Rádio Tv Internet Livro Faixas folder manual de instrução, folha da bula de remédio cinema uma tatuagem afixada em uma parte do corpo humano a areia da praia que serve de suporte para pequenos poemas os troncos de árvores
  19. 19. O manuseio de livros é de extrema importância, para que os alfabetizandos se familiarizem com a sua perigrafia: capa, autor, editora, data da publicação, forma de localização de informações, maneiras de se consultar o índice e ou sumário. Além dos livros, é importante também o contato com jornais, revistas, quadrinhos, etc.
  20. 20. Domínios discursivos Didático – aulas, seminários, debates, Jornalístico – reportagens, notícias, entrevista Publicitário – propagandas, anúncios, slogans Religioso – orações, jaculatórias, salmos, sermões Comercial – cartas, memorandos, circulares Pessoal – bilhetes, cartas, diário
  21. 21. “SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS”
  22. 22. • GÊNEROS TEXTUAIS SÃO USUALMENTE TRABALHADOS NA SALA DE AULA POR MEIO DE “SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS”. • A SEQUÊNCIA DIDÁTICA POSSIBILITA O TRABALHO COM DESAFIOS EM GRAUS DIFERENTES DE COMPLEXIDADE, DE FORMA GRADUAL, PASSO A PASSO, SEGUINDO UMA SEQUÊNCIA LÓGICA QUE FAVORECE A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO PELO ALUNO
  23. 23. • AS SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS DEVEM SER PLANEJADAS E ORIENTADAS COM O OBJETIVO DE OFERECER UMA APRENDIZAGEM ESPECÍFICA E DEFINIDA. • NA SEQUÊNCIA DIDÁTICA, A LEITURA, A ESCRITA, A ORALIDADE E OS ASPECTOS GRAMATICAIS SÃO TRABALHADOS EM CONJUNTO, O QUE FAZ MAIS SENTIDO PARA QUEM APRENDE.
  24. 24. A SEQUENCIA DIDATICA DEVE SER: - APRESENTAÇÃO DO PROJETO DE ESCRITA E DA SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO - DIAGNOSTICO INICIAL - LEITURA DE TEXTOS - ESTUDO DAS CARACTERISTICAS DO GENERO - PESQUISA SOBRE O TEMA - PRODUÇAO COLETIVA DO TEXTO - PRODUÇAO INDIVIDUAL - APRIMORAMENTO E REESCRITA DO TEXTO - PUBLICAÇAO DO TEXTO PRODUZIDO
  25. 25. INTERTEXTUALIDADE • Consiste em se valer de dois ou mais textos ou gêneros e estabelecer uma relação de significado entre eles. Podem ser dois textos independentes e até com formas diferentes, porém com algo em comum
  26. 26. Águas de Março Tom Jobim É pau, é pedra, é o fim do caminho É um resto de toco, é um pouco sozinho É um caco de vidro, é a vida, é o sol É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol É peroba do campo, é o nó da madeira Caingá, candeia, é o Matita Pereira É madeira de vento, tombo da ribanceira É o mistério profundo, é o queira ou não queira... É uma cobra, é um pau, é João, é José É um espinho na mão, é um corte no pé São as águas de março fechando o verão, É a promessa de vida no teu coração
  27. 27. INTERGENERICIDADE É relação híbrida entre gêneros, ou seja, um gênero assume a forma de outro para a sua função sociocomunicativa. EX: escrever a história infantil “O grilo falante” no formato de história em quadrinhos.
  28. 28. Agrupamento de gêneros GRUPOS NARRAR RELATAR CAPACIDADES DE LINGUAGEM ENVOLVIDAS NA PRODUÇÃO EXEMPLOS DE GÊNEROS - Domínio social é o da cultura literária ficcional - Mimeses (imitação) da ação através criação ou reconstrução de uma intriga no domínio do verossímil (semelhante à verdade, possível). - conto de fadas fábula lenda narrativa de aventura narrativa de ficção científica romance crônica literária adivinha piada - Domínio social é o da memória e da documentação das experiências humanas vividas e cuja capacidade de linguagem dominante é a representação pelo discurso de experiências vividas, situadas no tempo. relato de experiência vivida diário íntimo testemunho autobiografia curriculum vitae notícia reportagem crônica social e esportiva relato histórico biografia -
  29. 29. ARGUMENTAR EXPOR INSTRUIR OU PRESCREVER -Domínio social de comunicação é o da discussão de assuntos ou problemas sociais controversos, visando a um entendimento e a um posicionamento diante deles e cujas capacidades dominantes são de uso dos movimentos de sustentação, refutação e negociação de tomada de posições e o reconhecimento de situações argumentativas e dos movimentos argumentativos utilizados. - diálogo argumentativo carta de leitor carta de reclamação carta de solicitação debate regrado assembléia resenha crítica editorial ensaio discurso de defesa (advocacia) discurso de acusação (advocacia) artigos de opinião - Transmissão e construção de saberes. - Veiculam o conhecimento mais sistematizado que é transmitido culturalmente (conhecimento científico e afins) e cuja capacidade de linguagem dominante é a apresentação textual de diferentes formas de saberes. - texto expositivo (livro didático) - seminário - conferência - palestra - verbete - tomada de notas - resumo de textos explicativos e expositivos - resenha - relatório científico -Textos variados de instrução, regras e normas e que pretendem, em diferentes domínios, a prescrição ou a normatização de ações e cuja capacidade dominante é a regulação mútua de ações. - instruções de montagem - receita - regulamento -regra de jogo - instruções de uso - comandos diversos - textos prescritivos
  30. 30. Ambientes discursivos • São os lugares ou as instituições sociais onde se organizam as formas de produção e ocorrem as atividades de linguagem, através dos textos orais ou escritos. • São os locais sociais, tipo o ambiente escolar, acadêmico, a mídia, instituições jurídicas, religiosas, políticas, familiares, etc.
  31. 31. SUPERESTRUTURA é uma estrutura esquemática pela qual reconhecemos e identificamos um gênero
  32. 32. • Existem diferenças entre gêneros: - quanto a função comunicativa e social, - quanto aos conteúdos, - quanto á sua composição geral.
  33. 33. Carta • Pode ser: • Narrativa • Argumentativa • Descritiva Pode ser: Oficial pessoal
  34. 34. Finalidade do texto • • • • Quem está falando Para quem Com que objetivo Em que situação
  35. 35. ENFOQUE DISCURSIVO - ANTECIPAÇÃO -TRANSFORMAÇÃO -INFERÊNCIA -CRÍTICA -EXTRAPOLAÇÃO -SITUAÇÃO PROBLEMA -EFEITOS, INTENÇÕES, EMOÇÕES
  36. 36. Direitos de aprendizagem 1 2 3 Compreender e produzir textos destinados à organização e socialização do saber escolar/científico (textos didáticos, notas de enciclopédia, verbetes, resumos, resenhas, dentre outros) e à organização do cotidiano escolar e não escolar (agendas, cronogramas,calendários, cadernos de notas...). IA IAC IAC Reconhecer os assuntos de textos de diferentes gêneros, temáticas e níveis de complexidade, lidos pelo professor ou outro leitor experiente IA AC C Produzir textos de diferentes gêneros com autonomia, atendendo a diferentes finalidades. I IA AC Participar de interações orais em sala de aula (questionando, sugerindo, argumentando e respeitando os turnos e a vez de intervir). IA AC C Dominar as correspondências entre letras ou grupos de letras e seu valor sonoro, de modo a ler e escrever palavras formadas por diferentes estruturas silábicas IA AC C
  37. 37. Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências O ensino das ciências é um direito das crianças previsto na Lei 9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, no Art. 16.
  38. 38. Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências Direitos Gerais de Aprendizagem em Ciências Naturais Elaborar compreensões sobre o mundo condizentes com perspectivas atuais da comunidade científica. Eixos de Ensino das Ciências Naturais Compreensão conceitual e procedimental da ciência. Direitos Específicos de Aprendizagem em Ciências Naturais Ano 1 - Aprender como a I ciência constrói conhecimento sobre os fenômenos naturais . - Entender conceitos básicos das ciências. - Ler e escrever textos em que o vocabulário da ciência é usado. Ano 2 Ano3 I/A I/A/C
  39. 39. Direitos Gerais de Aprendizagem em Ciências Naturais Eixos de Ensino das Ciências Naturais Direitos Específicos de Aprendizagem em Ciências Naturais Ano 1 Ano 2 Ano3 - Interpretar textos científicos sobre a história e a filosofia da ciência. - Perceber as relações Existentes entre as informações e os experimentos adquiridos e desenvolvidos por cientistas e o Estabelecimento de conceitos e teorias. I I/A I/A/C Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências
  40. 40. Direitos Gerais de Aprendizagem em Ciências Naturais Eixos de Ensino das Ciências Naturais Direitos Específicos de Aprendizagem em Ciências Naturais Ano 1 Ano 2 Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências - Relacionar as informações científicas lidas com conhecimentos anteriores. - Possuir conhecimentos sobre os processos e ações que fazem das ciências um modo peculiar de se construir conhecimento sobre o mundo. Ano3
  41. 41. Direitos Gerais de Aprendizagem em Ciências Naturais Eixos de Ensino das Ciências Naturais Direitos Específicos de Aprendizagem em Ciências Naturais Ano 1 Ano 2 Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências - Identificar as fontes válidas de informações científicas e tecnológicas e saber recorrer a elas. - Aprender a tecer relações e implicações entre argumentos e evidências. Ano3
  42. 42. Direitos Gerais de Aprendizagem em Ciências Naturais Eixos de Ensino das Ciências Naturais Direitos Específicos de Aprendizagem em Ciências Naturais Ano 1 Ano 2 Ano3 - Aprender a planejar modos de colocar conhecimentos científicos já produzidos e ideias próprias como suposições a serem avaliadas (hipóteses a serem exploradas). - Desenvolver raciocínio lógico e proporcional. I I/A I/A/C Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências
  43. 43. Direitos Gerais de Aprendizagem em Ciências Naturais Eixos de Ensino das Ciências Naturais Direitos Específicos de Aprendizagem em Ciências Naturais Ano 1 Ano 2 Ano3 Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências - Aprender a seriar, I organizar e classificar informações. - Elaborar perguntas e aprender como encontrar conhecimentos científicos já produzidos sobre o tema em questão. - Estimular o exercício intelectual I/A I/A/C
  44. 44. Direitos Gerais de Aprendizagem em Ciências Naturais Eixos de Ensino das Ciências Naturais Direitos Específicos de Aprendizagem em Ciências Naturais Ano 1 Ano 2 Ano3 - Diferenciar ciência de tecnologia. - Perceber o papel das ciências e das tecnologias na vida cotidiana. - Compreender a ética que monitora a produção do conhecimento científico. I I/A I/A/C Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências Entender que as compreensões sobre o mundo são produções humanas, criadas e influenciadas por seus contextos históricos. Compreensão sociocultural, política e econômica dos processos e produtos da ciência.
  45. 45. Direitos Gerais de Aprendizagem em Ciências Naturais Eixos de Ensino das Ciências Naturais Direitos Específicos de Aprendizagem em Ciências Naturais Ano 1 Ano 2 Ano3 I/A I/A/C Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências - Considerar o I impacto do progresso promovido pelo conhecimento científico e suas aplicações na vida, na sociedade e na cultura de cada pessoa. - Compreender que o saber científico é provisório, sujeito a mudanças.
  46. 46. Direitos Gerais de Aprendizagem em Ciências Naturais Eixos de Ensino das Ciências Naturais Direitos Específicos de Aprendizagem em Ciências Naturais Ano 1 Ano 2 Ano3 - Utilizar o conhecimento científico para tomar decisões no dia-a-dia. - Desenvolver posição crítica com o objetivo de identificar benefícios e malefícios provenientes das inovações científicas e tecnológicas. I I/A I/A/C Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências
  47. 47. Direitos Gerais de Aprendizagem em Ciências Naturais Eixos de Ensino das Ciências Naturais Direitos Específicos de Aprendizagem em Ciências Naturais Ano 1 Ano 2 Ano3 I/A I/A/C Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências - Compreender a I maneira como as ciências e as tecnologias foram produzidas ao longo da história.
  48. 48. Direitos Gerais de Aprendizagem em Ciências Naturais Eixos de Ensino das Ciências Naturais Direitos Específicos de Aprendizagem em Ciências Naturais Ano 1 Ano 2 Ano3 Compreensão das relações entre ciência, sociedade, tecnologia e meio ambiente. - Conhecer a natureza da ciência entendendo como os conhecimentos são produzidos e suas implicações para a humanidade e o meio ambiente. I I/A I/A/C Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências Fazer uso da compreensão sobre o mundo para estabelecer a relação entre o conhecimento que se produz sobre este mundo e as aplicações e produtos que tal conhecimento possibilita gerar, quanto dos efeitos de ambos compreensão e produtos, para a vida social e política dos cidadãos
  49. 49. Direitos Gerais de Aprendizagem em Ciências Naturais Eixos de Ensino das Ciências Naturais Direitos Específicos de Aprendizagem em Ciências Naturais Ano 1 Ano 2 Ano3 I/A I/A/C Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências - Considerar como a I ciência e a tecnologia afetam o bem estar, o desenvolvimento econômico e o progresso das sociedades. - Reconhecer os limites da utilidade das ciências e das tecnologias para a promoção do bem estar humano e para os impactos sobre o meio ambiente
  50. 50. Direitos Gerais de Aprendizagem em Ciências Naturais Eixos de Ensino das Ciências Naturais Direitos Específicos de Aprendizagem em Ciências Naturais Ano 1 Ano 2 Ano3 Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências - Participar de I situações em que os conceitos e procedimentos científicos, juntamente com as reflexões sobre a natureza ética da ciência são mobilizados para direcionar tomadas de posição acerca de situações sociais atuais e relevantes. I/A I/A/C
  51. 51. Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Geografia Na Lei 9.394, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, no Art. 16, registra--se que todas as áreas de conhecimento constituem direitos de aprendizagem das crianças. Nesse sentido, a Geografia, como componente curricular, colabora para a garantia do acesso aos conhecimentos do mundo físico e natural e da realidade social e política.
  52. 52. Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Geografia Direitos gerais de aprendizagem: Geografia Ano 1 Ano 2 Ano3 Reconhecer a relação entre sociedade e natureza na dinâmica do seu cotidiano e na paisagem local, bem como as mudanças ao longo do tempo. I I/A/C I/A/C A/C A/C A/C A/C I/A/C I/A/C Descrever as características da paisagem local e compará-las I/A com as de outras paisagens. Conhecer e valorizar as relações entre as pessoas e o lugar: os elementos da cultura, as relações afetivas e de identidade I/A com o lugar onde vivem. Ler, interpretar e representar o espaço por meio de mapas I simples.
  53. 53. Direitos gerais de aprendizagem: Geografia Ano 1 Reconhecer os problemas ambientais existentes em sua comunidade e as ações básicas para a proteção e preservação do ambiente e sua relação com a qualidade de I vida e saúde. Produzir mapas, croquis ou roteiros utilizando os elementos da linguagem cartográfica (orientação, escala, cores e I legendas). Ler o espaço geográfico de forma crítica através das categorias lugar, território, paisagem e região. I Identificar as razões e os processos pelos quais os grupos locais e a sociedade transformam a natureza ao longo do I tempo, observando as técnicas e as formas de apropriação da natureza e seus recursos. Ano 2 Ano3 I/A/C I/A/C I/A/C I/A/C I/A I/A/C I/A I/A/C
  54. 54. Tarefa: - Ler o texto: Os objetivos de leitura de acordo com Isabel Sole. Fazer uma pequena consideração individual sobre o tema. (Será enviado por email) - Fazer a leitura antecipada do caderno “6”. Planejando a alfabetização e dialogando com diferentes áreas do conhecimento. - Próximo encontro dia 05 de outubro

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