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Análisis del audio del Fiscal Marcelo Sosa
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  • 1. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 1 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de FigueiredoI) HISTÓRICOA Exma. Senadora CARMEN EVA GONZÁLEZ enviou a este Laboratório, uma solicitação porescrito, datada de 08 de março de 2013, La Paz, na qual requer a elaboração de examese laudo pericial visando verificar se a voz no material de áudio remetido (ver item II)pertence ao Fiscal MARCELO SOZA ALVAREZ. A referida carta está reproduzida na figura14.Após confirmar a viabilidade técnica da perícia solicitada, procedemos aos examesnecessários, cujos resultados serão relatados no presente Laudo Pericial.II) MATERIAL QUESTIONADO I)Ao perito foi apresentado o seguinte material: entadoDois arquivos contendo conversações ambientais, um com 44:02,677 de duração, em ambientais,formato WAV, contendo apenas trilha de áudio. Esta gravação será denominadadoravante Q1.Um segundo arquivo com 23:58,896 de duração, em formato AVI, contendo trilha de arquivo,áudio e variadas imagens de vídeo (fotos), acompanhadas por legendas. Esta gravaçãoserá denominada doravante Q2.A voz questionada aparece nas duas gravações, sendo que em Q1 é nomeada como"doctor Soza" pelo interlocutor e na segunda pode ser facilmente vinculado à imagem e oàs legendas. Em outras palavras, em ambas gravações não dúvidas quanto àdeterminação da voz questionada.O CD ROM anexo contém cópias fiéis das gravações periciadas.
  • 2. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 2 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de FigueiredoIII) OBJETIVOS PERICIAIS ICIAISIII.1) Verificar a autenticidade da gravações, no sentido de detectar eventuais indícios de erificar das ,manipulação fraudulenta do material originalmente gravado.III.2) Realizar exames de confronto vocal de modo a verificar se a voz questionada, nas .2)duas gravações apresentadas, pertence a MARCELO SOZA ALVAREZ.IV) MATERIAL PADRÃO )Ao perito signatário foram apresentadas diversas gravações de áudio e vídeo nas quaisaparecem, sem qualquer dúvida, a voz de MARCELO SOZA ALVAREZ. Tais gravações estãotambém contidas no CD ROM anexo.V) INSTRUMENTAL UTILIZADO )- placa Audiophile 2496, da Midiman- processador digital de sinal Ultracurve Pro mod. DSP 8024, da Behringer- programa Sound Forge- programa MultiSpeech da KAY Elemetrics MultiSpeech,- programa PRAAT, by Paul Boersma and David WeeninkVI) EXAME DE AUTENTICIDADE DE GRAVAÇÃO )Toda a extensão das gravações foi examinada espectrograficamente, com monitoração sauditiva, de modo a verificar a eventual existência de descontinuidades relacionadas comefeitos de edição ou montagem, assim como qualquer outro efeito acústico que pudesse,de forma geral, estar relacionado com alterações do conteúdo originalmente registrado. relacionadoA aplicação de exames espectrográficos de banda estreita ao longo de uma gravação espectrográficospermite observar a eventual existência de falhas, interrupções e outras alterações. A
  • 3. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 3 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de Figueiredofigura 01 ilustra este procedimento, mostrando um trecho de gravação (após procedimento,digitalização) analisado através de espectrograma de banda estreita.Não foi encontrado, ao longo d gravações periciadas, nenhum indício de manipulação das ,fraudulenta, podendo a mesma ser considerada autêntica para todos os fins periciais. para Figura 01
  • 4. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 4 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de FigueiredoVII) EXAMES DE IDENTIFICAÇÃO DE VOZVII.1) INTRODUÇÃOA voz questionada foi submetida a diversas abordagens analíticas, que vão desde umaavaliação perceptualmente fundamentada até o exame detalhado e objetivo de aspectosacústicos específicos, de ordem segmental e supra segmental. As conclusões supra-segmental.concernentes à identidade são sempre resultado dessa abordagem múltipla, e nunca apartir apenas de um aspecto particular isolado. Os exames de identificação s sãorealizados com base em uma ampla amostragem de enunciados extraídos do materialquestionado. Quando possível e necessário foram analisadas diferentes ocorrências deum mesmo enunciado, de modo a melhor avaliar a variação intrasubjetiva.Na avaliação da identidade, tanto qualitativa, quanto quantitativamente, foramconsiderados diversos indicadores, sendo os mais importantes: (a) características dafonte glotal, representadas pelo comportamento da freqüência fundamental, tanto no quediz respeito às tendências globais da distribuição, quanto ao que se relaciona com tendênciasaspectos configurativos de ordem entoacional; (b) características da qualidade de voz delongo termo (“timbre”); (c) traços articulatórios idiossincráticos, especialmente fenômenosde coarticulação; (d) comparações espectrográficas diretas de fonemas, palavras e ção;expressões encontrados nos materiais padrão e questionado, envolvendo diversosaspectos (formantes, distribuição de energia espectral etc.); (e) características de ordem );macro-duracional, relacionadas com padrões rítmicos no nível frasal (mais no planoperceptual).Gráficos ilustrativos foram incluídos, de modo a materializar algumas análises acústicasrealizadas. Cabe frisar que os espectrogramas e gráficos analíticos apresentados devemser entendidos antes como exemplos de procedimentos, não se esgotando a análise nos erexames espectrográficos apresentados. Como já comentado anteriormente, a formaçãoda convicção pericial vai além da dimensão estritamente instrumental, embora esta sirvapara confirmar objetivamente traços idiossincráticos perceptualmente observados ou, por a
  • 5. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 5 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de Figueiredooutro lado, detalhar aspectos acústicos mais locais cuja quantificação seria impossívelsem o auxílio de equipamento específico.Cabe ressaltar que o exame da voz suspei a, no caso em tela, apresenta alguns suspeita,facilitadores. Há uma quantidade razoável de material questionado, com boa qualidadede áudio, permitindo a apreensão das características vocais estáveis nos dois materiais(questionado e padrão).Assim, temos atendidas as duas condições necessárias em análises desta natureza,quais sejam a Consistência, no sentido de serem os traços vocais estáveis e a Consistência,Distintividade, no sentido de tais traços não serem encontrados em larga faixa da ,população. Há, portanto, que se observar, mesmo em traços dialetais partilhados por um observar,grupo relativamente grande, se a realização particular confere distintividade suficientepara poder considerar tal traço como indicador de identidade.VII.2) TRAÇOS DIALETAISO exame dos aspectos dialetais é de fundamental importância nas análises de dialetaisidentificação de falante. A convergência dos traços dialetais é premissa necessária,embora não suficiente, para que não se exclua o suspeito. Em outras palavras, se houverincompatibilidade dialetal, podemos seguramente afirmar uma não identidade entre asfalas confrontadas.Por outro lado, a verificação de compatibilidade dialetal não poder ser a prioriconsiderada como fator exclusivo de identidade, visto que, por sua própria definição, odialeto é partilhado por um grupo. Cabe ressaltar, entretanto, que o que é partilhado é umtraço abstrato, o qual se realizará, de fato, na cadeia de fala com caracter característicasacústicas muito particulares, as quais só podem ser adequadamente observadas por viainstrumental (espectrogramas são o melhor método de análise).No caso em tela foi detectada uma série de traços dialetais convergentes, isto é,presentes tanto nas amostras padrão quanto nas amostras questionadas. São eles:
  • 6. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 6 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de Figueiredo- fusão (merge) dos fonemas /s/ e />/, realizados como [s]- ausência da fusão dos fonemas / e /Y/ (ou seja, ambos são produzidos) /G/ /- ausência de aspiração no fonema /s/- articulação da vibrant simples como fricativa /S/ vibrante- elisão de vogais não tônicasO conjunto de traços observado aponta para variantes de dialetos do altiplano boliviano(Coloma 2012; Lipski 1990), compatíveis com o perfil do falante estudado.VII.3) ANÁLISES INSTRUMENTAISA melhor ferramenta para a análise acústica de fala é o espectrograma no tempo. Estetipo de gráfico apresenta três dimensões acústicas simultâneas: tempo (eixo horizontal),frequência (eixo vertical) e intensidade (grau de cinza). As figuras 02-13 mostramdiversos espectrogramas, aqui empregados para fins de confronto vocal. Oespectrograma pode ser considerado, metaforicamente, uma espécie de "radiografia" dafala, revelando detalhes fonéticos e articulatórios indicadores de identidade, alguns delesnão diretamente perceptíveis para a audição. iretamenteRessalte-se que a abordagem espectrográfica aqui adotada em nada se assemelha seàquela inicialmente proposta em Kersta (1962), que, muito equivocadamente, quis dar aoespectrograma o mesmo status da impressão digital - daí o nome, inventado por Kersta,de "voiceprint" (em analogia a "fingerprint"). Kersta, e outros depois dele (Cf. Tosi et al.1972) defendiam ser válida a "inspeção visual" de espectrogramas como método deidentificação, inclusive por não especialistas. Diversos estudos posteriores revelaram afalha básica da hipótese de Kersta e Tosi (Hollien 1974, 1990; Lindh 2004), visto que,cada enunciado é uma ação humana irrepetivel. A fala não depende exclusivamente defatores anatômicos (como a impressão digital) e não pode, pois, ser representada por umgráfico único. A eventual semelhança "visual" de espectrogramas não pode ser o critério
  • 7. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 7 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de Figueiredode decisão, ou seja, o espectrograma deve ser interpretado, à luz de sólido conhecimento ,fonético/fonológico. A fala é bem mais do que uma mera sequência de sons. É uma maissequência de sons articulados e veiculadores de sentido. Todos os espectrogramas sentido.apresentados no presente estudo foram assim considerados: não como imagens mas simcomo representações de fenômenos fonéticos/fonológicos do Espanhol Boliviano. fonéticos/fonológicosOs espectrogramas nas figuras 02-13 demonstram todos os aspectos fonéticos efonológicos pericialmente relevantes, alguns deles já comentados acima. Os aspectosdestacados nos espectrogramas estão devidamente explicados nas le legendas associadasaos espectrogramasVIII) CONCLUSÕESDiante de tudo o que foi descrito e analisado, conclui o perito signatário, acima dequalquer dúvida razoável, que a voz questionada nos dois arquivos apresentados (Q1 eQ2) pertencem a MARCELO SOZA ALVAREZ. Campinas, 24 de março de 2013 Prof. Dr. Ricardo Molina de Figueiredo
  • 8. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 8 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de FigueiredoREFERÊNCIASColoma, G., 2012, "The importance of ten phonetic characteristics to define dialect areasin Spanish", Dialectologia 9: 1-26 Dialectologia,Hollien, H., 1974, "Peculiar case of voiceprints, JASA 56, 210-3Hollien, H., 1990, The Acoustics of Crime: The New Science of Forensic Phonetics,Plenum Press, NY-London LondonKersta, L.G., 1962, "Voiceprint Identification", Nature, 196, 1253 1253-7 "Speaker Identification from Turbulent Portions of Fricatives",La Riviere C., 1974, " nPhonetica 1974;29Lindh, J., 2004, "Handling the Voiceprint Issue", Proc. PHONETIKA, Dep. Ling. Univ.EstocolmoLipski, J., 1990, "Aspects of Equatorian vowel reduction", Spanic Linguistics 4, 1 Linguistics,McDougall, K., 2004, "Speaker specific formant dynamics: An experiment on Australian "Speaker-specificEnglish /a/", JSLL, 11,1Molina de Figueiredo, R. , 1994, Identificação de Falantes: Aspectos Teóricos eMetodológicos, Tese de Doutorado em Ciências, IEL IEL-UnicampMolina de Figueiredo, R. , 1995a, "Análise estatística de fricativas não não-sonoras através deuma métrica baseada nos quatro primeiros momentos espectrais", Estudos LingüísticosXXVMolina de Figueiredo, R., 1995b, "Speaker identification using a spectral momentsmetrica with the voiceless fricative /s/" Proceedings International Congress of PhoneticSciences, EstocolmoMolina de Figueiredo, R., 1996, “The effects of fast speech rate on some selected speechparameters”, Proceedings. 14th Meeting of the International Association of ForensicSciences, V.4, pp. 288 288-291, TokyoNolan, F. e Grigora, C., 2005, "A case for formant analysis in forensic speakeridentification", JSLL, 12, 2Nolan, F., 1983, The Phonetic Bases of Speaker Recognition, Cambridge U. P.Tosi, O., H. Oyer, W. Lashbrook, C. Pedrey, J. Nicol e E. Nash, 1972, "Experiment onvoice identification", JASA 51, 2030 2030-4
  • 9. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 9 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de FigueiredoFigura 02. "evidentemente" (Q1 x P1). Convergência na estrutura de formantes e timingarticulatório.
  • 10. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 10 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de FigueiredoFigura 03. "evidentemente" (Q x P1). Convergência na estrutura de formantes e timing (Q1barticulatório. A importância da análise de formantes para identificação de falantes já foi avaliadaem diversos estudos (Nolan 1983; Nolan e Grigora 2005; Molina de Figu Figueiredo 1994; McDougall2004)
  • 11. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 11 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de FigueiredoFigura 04. "Santa Cruz" (Q1 x P1). Convergência na estrutura de formantes e timing articulatório.Observe-se a qualidade da fricativa final (retângulo amarelo) e o processo de início do dumping senasal (elipse vermelha). A importância das fricativas para a identificação de falantes já foiabordada em diversos estudos (La Riviere 1974; Molina de Figueiredo 1995a; 1995b; 1996)
  • 12. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 12 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de FigueiredoFigura 05. "Santa Cruz" (Q x P1). Observe-se nessa comparação (com uma nova amostra (Q1b sequestionada diferente da empregada na figura anterior) como se repete a qualidade muito alta,bem característica, da pós tônica em "Santa". Observe se também o burst consonantal na Observe-seplosiva alveolar /t/.
  • 13. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 13 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de FigueiredoFigura 06. "Ministerio de Gobierno" (Q1 x P1). Centro de energia acústica da fricativa /s/ (elipsevermelha). Relação F2/F3 da tônica / / (retângulo amarelo). Transição de F2 no ditongo /ie/ (seta /”/verde).
  • 14. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 14 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de FigueiredoFigura 07. "declaración" (Q1 x P1). Estrutura de formantes na sequência /ara/ (retângulo .amarelo). Movimento de F2 no ditongo final (tracejado verde).
  • 15. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 15 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de FigueiredoFigura 08. "declaración" (Q1 x P2). Observe . Observe-se o cluster /kl/ formando uma breve epêntese(retângulo amarelo).
  • 16. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 16 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de FigueiredoFigura 09. "mandamien(to)" (Q2 x P1). F2 e F3 no movimento transicional do ditongo "ien" (linhaamarela para F3 e tracejado azul para F2).
  • 17. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 17 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de FigueiredoFigura 10. "solamente" (Q2 x P1). Compatibilidade no padrão de formantes (pontos marcados no .espectrograma).
  • 18. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 18 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de FigueiredoFigura 1. "solament(te)" (Q2 x P2). Equivalência exata de F1 e F2 da pré pré-tônica /a/.
  • 19. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 19 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de FigueiredoFigura 12. "prueba" (Q1 x P1). Similaridade na estrutura de formantes e movimentos .transicionais no ditongo /ue/.
  • 20. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 20 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de FigueiredoFigura 13. "prue(ba)" (Q1 x P2). Mais um confronto baseado na palavra "prueba", agora com .uma nova amostra padrão, diferente da usada na análise imediatamente anterior. Observa Observa-senovamente equivalência plena nos formantes e movimento de transição no diton ditongo.
  • 21. LABORATÓRIO DE PERÍCIAS 21 /21 Prof. Dr. Ricardo Molina de Figueiredo Figura 14. Carta da Senadora Carmen Eva González solicitando a perícia .

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