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CATEDRAL DEROUEN EM (1892), DE MONET
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3 º  BIMESTRE
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<ul><li>o emprego simples, mas intenso, das cores: o azul forte do céu, o verde da terra e o vermelho dos corpos. Note ain...
cubismo
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Século XX no Brasil (I): o modernismo
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<ul><li>A impressão da leveza </li></ul><ul><li>Observe que nessa obra de linhas curvas e retas existem volumes e espaços ...
<ul><li>Retratos da tranqüilidade </li></ul><ul><li>Observe nessa obra como era uma das áreas centrais de São Paulo em 193...
<ul><li>Essa obra retrata um bairro de São Paulo que tem, hoje grande concentração de altos edifícios.  </li></ul>Real Par...
<ul><li>A Linha e a cor em Volpi   </li></ul><ul><li>Observe na obra ao lado que o importante é a sequência de portas e ja...
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Sempre preferiu o preto e o branco. Nunca se deu bem com a cor mas, depois de um grave acidente em que pensavam que ele nã...
<ul><li>Raramente riscava paisagens ou naturezas-mortas, tudo tinha vida, atividade e ação.  </li></ul>Sempre gostou do de...
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<ul><li>A arte da segunda metade do século XX </li></ul>
<ul><li>A efervescência do século XX </li></ul><ul><li>No século XX desenvolveu-se a tecnologia que tornou possível ao ser...
 
 
 
 
 
 
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Atividades com pintura artes3 ano 2009

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  1. 2. Modernismo <ul><li>É o conjunto de movimentos culturais , escolas e estilos  que permearam as artes  da primeira metade do século XX. </li></ul><ul><li>As formas &quot;tradicionais&quot; tornaram-se ultrapassadas e foram  substituí-las por novas formas, para chegar ao progresso. </li></ul>
  2. 3. Impressionismo <ul><li>É uma nova visão conceitual da natureza utilizando pinceladas soltas dando ênfase na luz e no movimento.  </li></ul>
  3. 4. <ul><li>COR E MOVIMENTO NO PINCEL </li></ul><ul><li>Observe, a ausência de contornos nítidos nos barcos, casas, pessoas e arvores; </li></ul><ul><li>evidencia das pinceladas coloridas do artista; reflexo dos barcos, das casas e das árvores. </li></ul>
  4. 5. REGATA EM ARGENTEUIL (1872), DE MONET .
  5. 6. <ul><li>PROCEDIMENTOS GERAIS DOS IMPRESSIONISTAS </li></ul><ul><li>A pintura deve registrar as tonalidades que os objetos adquirem ao refletir a luz solar num determinado momento, pois as cores da natureza se modificam constantemente dependendo da incidência da luz do sol. </li></ul><ul><li>as figuras não devem ter contornos nítidos, pois a linha é só uma forma encontrada pelo ser humano para representar, por meio de imagens, a natureza, os objetos, os seres em geral, etc. </li></ul>
  6. 7. As sombras devem ser luminosas e coloridas, tal como é a impressão visual que nos causam, e não escuras ou pretas, como os pintores as representavam até então. As cores e tonalidades não devem ser obtidas pela mistura das tintas na paleta. Devem ser puras e utilizadas na tela em pequenas pinceladas. É o observador que, ao apreciar a pintura, combina as varias cores, obtendo o resultado final. A mistura das cores passa a ser, portanto, resultado do olhar humano, e não da técnica do pintor, pois ele não as mistura em sua paleta.
  7. 8. REGATA EM ARGENTEUIL (1874), DE MONET
  8. 9. CATEDRAL DEROUEN EM (1892), DE MONET
  9. 10. CATEDRAL DEROUEN EM (1893), DE MONET
  10. 11. CATEDRAL DEROUEN (1892), DE MONET
  11. 12. <ul><li>NUBLADO EM PLENO SOL ENSOLARADO </li></ul>
  12. 13. MONET
  13. 14. <ul><li>A PASSAGEM DA LUZ EM ROUEN </li></ul><ul><li>A catedral de Rouen, importante cidade da França, começou a ser erguida no final do século XII e é uma das mais belas construções góticas francesas. Observe, nas três telas acima, a variação das cores e da aparência da fachada da catedral. A causa dessa variação é a mudança da luz solar: Monet fez as pinturas em diferentes momentos do dia, comprovando sua idéia de que as cores da natureza e dos objetos expostos ao ar livre se modificam constantemente, dependendo da incidência da luz do sol. </li></ul>
  14. 15. DETALHE DO BAILE NO MOULIN DE LA GALETTE (1876), DE RENOIR
  15. 16. <ul><li>A DANÇA DAS CORES </li></ul><ul><li>Lê Moulin de la Galette era um café em Montmartre, Paris, onde aos domingos se dançava ao ar livre, sob as árvores e a luz natural do jardim. Observe o grande número de pessoas que parecem mover-se felizes durante o baile. Note as pinceladas coloridas nas roupas: não se trata de manchas, mas dos diferentes modos como os tecidos refletem a luz que ilumina o local. Os tons de azul, rosa e amarelo sugerem o movimento dos casais em sua dança. </li></ul>
  16. 17. <ul><li>UM SÓ TEMA DUAS VISÕES </li></ul><ul><li>La Grenouillière era o nome de um restaurante nos arredores de Paris, muito procurado aos domingos. Observe como os dois artistas pintaram um momento alegre para um grupo de pessoas. Embora semelhantes, as cenas têm diferenças, duas das quais chamam mais a atenção: a primeira é que cada pintor parece ter visto a cena de um ponto diferente; a segunda é que cada um parece tê-la visto com uma iluminação solar diferente. Nas duas, porém, notamos o mesmo aspecto do impressionismo: é o observador que une visualmente as pinceladas coloridas e compõe o todo, percebido como um grupo se divertindo . </li></ul>
  17. 18. LA GRENOUILLIÈRE (1869), DE RENOIR
  18. 19. LA GRENOUILLIÈRE (1869), DE MONET
  19. 20. <ul><ul><li>LEVEZA E MOVIMENTO </li></ul></ul><ul><ul><li>O Opera era o teatro mais importante de Paris, e a palavra foyer, neste caso, designa o espaço do teatro reservado ao ensaio das bailarinas. Veja como Degas compôs a cena ao centro há um espaço vazio, lembrando um circulo, ao redor dele estão o professor de dança, um músico e as bailarinas. Uma bailarina se apresenta ao professor, três fazem exercícios na barra, algumas observam a primeira, outras conversam e uma descansa, sentada. </li></ul></ul><ul><ul><li>Assim, nosso olhar circula pela cena e podemos ter a impressão de que o movimento iniciado com a bailarina que se apresenta continua no circulo formado pelas outras moças, até chegar à que esta sentada. Talvez seja ela a próxima a dançar e retomar o movimento que parece ter parado nela. Note a delicadeza das cores e do desenho. Degas construiu uma cena de leveza e movimento com linhas e cores suaves. </li></ul></ul>
  20. 21. O FOYER DE DANÇA NO OPÉRA, DE DEGAS
  21. 22. <ul><li>Observe, nessa cena, uma forma de lazer comum até hoje: passar algumas horas da tarde de domingo em um agradável parque. Os trajes e os acessórios masculinos e femininos são típicos do século XIX. Note, na ampliação ao lado, como a figura foi construída com pequenos pontos. Todos os demais elementos da tela foram pintados desse modo. </li></ul>O que mais chama a atenção é a forma como o artista conseguiu criar áreas de luz e sombra: os pontinhos amarelos nos dão a idéia de luz do sol; os pontinhos mais escuros nos sugerem as sombras causadas pelas copas das arvores e pelas sombrinhas das mulheres
  22. 23. TARDE DE DOMINGO NA ILHA DE GRANDE JATTE, DE SEURAT
  23. 24. <ul><li>UMA OBRA OUSADA </li></ul><ul><li>Essa é uma importante obra pontilhista. Além da técnica, observe a organização dos elementos da cena: em primeiro plano, vemos a cabeça e parte das costas e dos braços de um palhaço. Isso já é uma grande ousadia na pintura: </li></ul><ul><li>apresentar, em primeiro plano, uma figura incompleta e de costas para o observador. O palhaço e a bailaria que se equilibra no cavalo ocupam a área central, à direita estão o adestrador, o malabarista, um grupo de pessoas com o mesmo traje e, mais acima, a orquestra. À esquerda estão o cavalo e parte da platéia. Observe como as linhas curvas predominam à direita e existem em menor número à esquerda, o que dá a impressão de que o movimento vem da direita para a esquerda e descreve um circulo, pois segue a linha do picadeiro. </li></ul>
  24. 25. O CIRCO (1891), DE SEURAT
  25. 26. <ul><li>Observe nessa obra principalmente os pequenos pontos coloridos que, colocados lado a lado, formam todo os elementos representados: o céu, as casas, as embarcações, a água, a bóia e o reflexo de tudo isso na água. </li></ul>A BOIA VERMELHA (1895), SIGNAC
  26. 27. <ul><li>ATIVIDADES </li></ul><ul><li>I – Observação de pintura de Renoir </li></ul>
  27. 28. <ul><li>A) A obra de Renoir apresenta cores claras e expressa a alegria e a agitação da vida parisiense do final do século XIX. A tela que você vê aqui é um exemplo. Preste atenção às cores e às pessoas: sua expressões, vestimentas, modos; o que estão fazendo. Converse com alguns colegas antes de responder à questão: </li></ul><ul><li>Que elementos dessa pintura nos transmitem a sensação de alegria? </li></ul><ul><li>II - Por dentro do assunto </li></ul><ul><li>A ) Pensando na principal preocupação dos pintores impressionistas em sua arte, elabore uma explicação para o termo “impressionismo”. </li></ul><ul><li>Em seus procedimentos, os impressionistas tinham um visão inovadora do trabalho com a cor. Qual era ela? </li></ul><ul><li>O impressionismo revolucionou a arte, mas já podemos ver, em artistas de períodos anteriores, preocupações próximas desse movimento, como a de retratar o dinamismo da natureza. Aponte duas características que justifiquem essa afirmação. </li></ul><ul><li>B) Pesquisar a vida de Monet, Degas, Renoir, Seurat e Signac. </li></ul>
  28. 30. 2 º bimestre
  29. 31. Rabequista árabe, de Pedro Américo A rabequista de Pedro Américo A figura representada neste quando é uma instrumentista que toca rabeca* .observe como o artista representou bem os tecidos:as dobras,da túnica e a tapeçaria ao fundo.Note como as mãos da rabequista são expressiva e parecem extrair um belo som de seu instrumento.Note também a expressão da jovem,que parece olhar atentamente para alguém que não vemos. *Instrumento musical de cordas tocado com arco.Em geral de fabricação rústica,é usado em musica folclórica e popular.Seu nome foi usado por muito tempo para o que hoje chamamos de violino
  30. 32. <ul><li>Independência ou Morte (1888),de Pedro Américo </li></ul>A mais conhecida de suas obras Também conhecida como O grito do Ipiranga e atualmente exibida no Museu Paulista ( Museu do Ipiranga),em São Paulo, essa pintura ocupa uma enorme tela retangular,com mais de sete metros de largura por quatro metros de altura. A cena mostra dom Pedro I proclamado a independência do Brasil. Atrás dele estão sues acompanhantes.ä direita e à frente do grupo principal,num grande semicírculo, estão os cavaleiros, vê-se um carro de boi guiado por um homem do campo que observa a cena.Note como a posição dos cavalos e os gestos das pessoas transmitem uma forte impressão de movimento.
  31. 34. Capa da revista A comédia Social (1871) <ul><li>Pedro Américo e a caricatura </li></ul><ul><li>Esta imagem representa o escritor José de Alencar (à esquerda) e o diplomata Visconde do Rio Branco (à direita).Os dois estão com um das mãos em um vespeiro* ; isso significa que, na época,certamente eles se envolveram em algum assunto delicado para o cenário político do nosso país. </li></ul><ul><li>* Ninho ou reunião de vespas,insetos com ferrão.A expressão”por mão em vespeiro’significa envolver-se em situação perigosa do nosso país. </li></ul>
  32. 35. <ul><li>foi a improvável intenção do pintor:destacar o povo nativo do Brasil,que assistia pela primeira vez a um ato religioso católico.Veja também como as cores do céu e da paisagem ao fundo,o pintor consegue dar a impressão de uma manhã clara e luminosa. </li></ul> Um Relato traduzido em imagens Essa obra baseia-se no relato de Pero Vaz de Caminha, incumbindo pela corte portuguesa de escrever sobre a viagem de Pedro Álvares Cabral. Assim, alguns desses detalhes da cena provêm desse relato, como a atitude pacifica e expectante dos indígenas. Note que o núcleo central é a área mais iluminada da tela,onde estão o religioso, em um altar ao ar livre,à frente de uma grande cruz de madeira,e os outro religiosos e membros da esquadra portuguesa.Os indígenas estão numa área menos iluminada,mas em primeiro plano,e chamam mais a atenção.essa
  33. 36. A Primeira Missa no Brasil (1860), de Vitor Meireles
  34. 37. Saudade (1899) de Almeida Júnior A dor da Saudade Observe nesse quadro os elementos que representam a simplicidade das pessoas e das casas: o chapéu pendurado perto da janela; as vestes escuras da moça’as paredes e o piso da casa’os raros móveis, Repare nos gestos da moça: com uma segura papéis – talvez uma carta – que lê atentamente; com a outra, cobre parte do rosto com o xale.Sua tristeza justifica o título da tela.Note ainda o belo trabalho com a luz realizado pelo artista:toda a claridade da cena parece vir da janela da qual a moça está próxima.
  35. 38. Efeitos de sol (1892), de Belmiro de Almeida Impressões Observe nessa tela que não é possível ver com muita nitidez a paisagem nem a moça que caminha,pois toda a cena está inundada pela luz do sol. Concluímos, então que o artista consegue criar os efeitos da claridade como anuncia o título da obra.Observe que ele representou a cena ao ar livre e com os efeitos da luz natural, evidentemente influenciado pela pintura impressionista.
  36. 39. Inundação da Várzea do Carmo (1892), de Benedito calixto. Uma paisagem Urbana O título dessa obra refere-se a uma enchente ocorrida numa região da cidade de São Paulo chamada Várzea do Carmo, localizada às margens do rio Tamanduateí. À esquerda do rio, o terreno formava uma colina onde ficava o convento da ordem do Carmo, visível na extremidade direita do quadro.Numa visão panorâmica, Calixto retratou a região além da Várzea,onde hoje está o bairro do Brás. Note as varias construções: casas,estabelecimentos,comerciais e chaminés de fabricas. Note, ainda, as áreas de vegetação e o horizonte da cidade formado por montanhas azuladas. O pintor registrou com bastante realismo e riqueza de detalhes a área inundada.Chama a atenção também a forma que ele deu à pintura,que parece uma cinematográfica.Nesse trabalho,em que o desenho e a pintura documenta paisagem urbanas e se antecipam ao cinema,está o aspecto mais moderno da obra de Benedito Calixto.
  37. 40. <ul><li>vemos com clareza o contorno da folhagem e das pessoas que compõem a cena. A cena Visconti deu a essa tela características impressionistas,pois os seres nela representados são percebidos observados sob efeito da luz natural. </li></ul>O impressionismo em Visconti Observe nessa tela a forte impressão de que a cena é iluminada pela luz do sol. Repare nas cores mais claras: como refletem mais a luz solar,e estão na área de maior claridade. Veja como percebemos pouco a criança sentada,à esquerda: sua roupa escura reflete mal a luz. Note também como não
  38. 41. Roupa estendida,de Eliseu Visconti
  39. 42. Teatro Amazonas Inaugurado em 1896,esse teatro foi construído com estruturas metálicas, mármores e cristais importados. Grande parte de sua decoração interna – pintura do teto do auditório e do pano de boca - ,porém,foi feita por um brasileiro: Crispim do Amaral (1858-1911).
  40. 44. <ul><li> O mercado de Belém do Pará </li></ul><ul><li>Situado na região portuária da cidade,o mercado,que você na pagina ao lado,foi criado em 1688 com o nome de Ver o Peso.Tanto ele como as construções à sua volta passaram por muitas modificações ao longo do tempo.No final do século XIX,essas mudanças se acentuaram porque teve inicio o comércio da borracha da Amazônia para automóveis,que começavam a ser gerada promoveu novas mudanças na região do mercado: a edificação de um novo mercado com ferro trazido da Inglaterra e construção conforme o estilo eclético. </li></ul>
  41. 45. O mercado de Belém do Pará em 2000
  42. 46. Vila Penteado Vila Penteado Construído em 1902, o prédio tem sua parte externa bastante sóbria, pouco decorada. O interior da antiga residência, porém, possui revestimentos de madeira e inúmeros detalhes decorativos que evidenciam os traços da arquitetura art nouveau ,como o desenho das portas e os frisos das paredes.
  43. 47. Edifício Vila Penteado, que hoje abriga a pós-graduação da FAU, na época em que ainda era a casa dos Penteado
  44. 51. <ul><li> Uma imagem de Ferrez </li></ul><ul><li>Observe como a praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em 1895. Além da bela paisagem, repare na simplicidade dos barcos de pesca e no chapelão do homem abaixo e à direita. </li></ul>
  45. 52. Praia de Copacabana 1895
  46. 53. <ul><li> A cidade na visão de Militão </li></ul><ul><li>Essa imagem mostra uma das ruas centrais da cidade de São Paulo. Muito mais que conhecer a paisagem de uma época,a fotografia nos permite os seus costumes: observe a arquitetura da época,as roupas, os cavalos como meio de transporte. </li></ul>
  47. 54. A cidade na visão de Militão
  48. 55. Os trinta Valérios Um por trinta,trinta por um Observe que, nessa fotomontagem, aparecem trinta personagens numa sala... Todas elas, porém, têm o rosto do próprio fotógrafo.
  49. 56. <ul><li>A definição na cor e nos contorno A personagem bíblica Jacó tem uma longa historia de conflito com seu irmão, Esaú.depois de muitos anos afastado,Jacó volta para casa.Segundo o texto bíblico,na viagem de volta ocorre o episodio em que ela luta em silêncio com um estranho durante uma noite inteira.Em algumas versões, esse estranho é um anjo;em outras,é o próprio Deus. </li></ul>Cena pintada por Gauguin, vemos um anjo.Observe como as cores são bem definidas e ocupa áreas determinadas –nos chapéus,nas roupas e no fundo,por exemplo.Note ainda como o pintor evidencia bem o contorno das figuras por meio de uma linha escura.
  50. 57. Jacó e o anjo (1888)
  51. 58. Planisfério com destaque para a França,onde Gauguin nasceu, e o Taiti,onde viveu passou parte de sua vida.
  52. 59. O paraíso de Gauguin <ul><li>No século XIX,a França,país de Gauguin,era um centro de grande desenvolvimento cientifico e industrial. Note o conjunto de pequenas ilhas,no oceano Pacífico,ao sul do equador,que forma o Taiti.Essas ilhas,com a natureza preservada,sem os meios de comunicação comuns na Europa à época e com a simplicidade de seus habitantes,despertaram o artista para uma nova concepção de vida e uma nova percepção da realidade.Isso,sem dúvida, se refletiu em sua pintura. </li></ul>
  53. 60. Arearea(O cão vermelho) (1892),de Gauguin. <ul><li>As cores do irreal </li></ul><ul><li>Observe as cores usadas nessa pintura:nem todas correspondem à realidade.O cachorro,por exemplo,foi pintado em tom avermelhado.Note também que as cores ocupam áreas delimitadas:existe a área verde,a branca, a avermelhada e a </li></ul>
  54. 61. <ul><li>azul.Repare na cena como um todo:parece um lugar tranqüilo em que as pessoas se divertem, tocam música e vivem integrados à natureza </li></ul>
  55. 62. O castelo de Médan (1879-1881) de Cézanne A busca do que permanece Observe nesse quadro como as árvores são desenhadas com uma forma cilíndrica bem definida. Veja também como é nítida a diferencia entre linhas horizontais e verticais.
  56. 63. Madame Cézanne (1890) de Cézanne Geometria em família Nas pinturas que Cézanne fez da família podemos observar o mesmo tratamento dado a objetos e elementos da natureza.Nesse retrato fica clara sua intenção de utilizar figuras geométricas:observe como o rosto da mulher do pintor parece uma figura oval e os braços lembram as formas de um cilindro.
  57. 64. Os comedores de batata (1885) de Van Gogh <ul><li>A preocupação social em Van Gogh </li></ul><ul><li>Diversos elementos desta obra mostra a preocupação do artista com as condições de vida dos trabalhadores em minas de carvão: as cores escuras da cena,iluminada apenas por um lampião; o rosto sem alegria das personagens; </li></ul>
  58. 65. <ul><li>a refeição reduzida a batatas e alguma babada , talvez chá; o ambiente pobre.Repare principalmente nas mãos das personagens: veja como expressam o trabalho duro que os mineiros excutam. </li></ul>
  59. 66. Jarra com catorze girassóis (1888) de Van Gogh Todos os tons do amarelo Observe nessa obra e na da Jarra, a cor amarela quebrada por pouquíssimos outras cores.
  60. 67. Jardin des maraîchers (jardim de Hortas) (1888) de Van Gogh
  61. 68. Trigal com Corvos (1890), de Van Gogh A representação turbulenta da realidade Van Gogh pintou essa tela alguns dias antes de sua morte. Observe como as pinceladas são bem visíveis e as cores pouco se misturam.Note, ainda, que os elementos que compõem a paisagem, como o céu e os corvos são apenas sugeridos ao observados.
  62. 69. Cartaz do Moulin Rouge criado por Toulouse-Lautrec
  63. 70. No circo Fernando: a amazona (1887-1888) de Toulouse-Lautrec Uma cena no circo Nessa tela,alem de personagens próprias de Toulouse-Lautrec – os artistas de circo- observe o modo como ele trabalhou o desenho e a pintura.Veja como o corpo do cavalo sugere força e movimento. Repare nos traços do rosto e na posição do braço do adestrador de cavalos segurando o chicote:
  64. 71. <ul><li>com esses detalhes, o pintor transmite a autoridade necessária para que a personagem controle o cavalo, que gira pelo picadeiro com uma dançarina montada.Note também a agitação da cena,da qual também fazem parte palhaços,dos quais temos uma visão parcial,assim como de algumas pessoas da platéia. </li></ul>
  65. 72. Yvette Guilbert saúda o público (1894) de Toulouse-Lautrec. A passagem do tempo Observe nesta obra a criatividade de Toulolouse-Lautrec. Com poucos traços e cores ele conseguiu retratar uma situação extremamente humana. Yvette Guilbert era uma declamadora famosa na época.Na cena retrata pelo artista,porém, ela já está envelhecida e agradece ao público com um sorrio triste e o rosto coberto por maquiagem que mais parece uma caricatura.
  66. 73. <ul><li>Atividades </li></ul>
  67. 74. Jacó e o anjo, de Gauguin
  68. 75. 3 º BIMESTRE
  69. 76. <ul><li>A EMOÇÃO DA DISTORÇÃO </li></ul><ul><li>Observe que a figura representada parece contorcida sob o efeito de emoções como medo, aflição, incerteza. As linhas curvas do céu e da água, assim como a linha da ponte, conduzem o olhar do observador à boca da figura, que se abre num grito perturbador. </li></ul>O grito, de Edvard Munch
  70. 77. <ul><li>o emprego simples, mas intenso, das cores: o azul forte do céu, o verde da terra e o vermelho dos corpos. Note ainda a impressão de movimento que temos ao olhar as figuras que dançam entre o céu e a terra. Repare nos pés e nos braços das figuras: cada uma delas Parece continuar o movimento iniciado pela outra, como numa roda que gira sem interrupção. </li></ul>A dança de Henri Matisse Uma composição de Matisse Para Matisse, as figuras interessam como formas que constituem uma composição. Observe nesse quadro como as figuras humanas, o céu ao fundo e a terra formam um todo.Veja
  71. 78. cubismo
  72. 79. O poeta, de Picasso Violino e cântaro, de Georges Braque. O cubismo: fragmentação da realidade Observe nesses telas que os objetos representados por Braque e o ser humano representado por Picasso estão bastante fragmentados, isto é, divididos em pedaços: quase não conseguimos identificá-los. Veja também que foram usadas poucas cores - preto, cinza, tons de marrom e de ocre – e que esses pintores não procuraram passar uma idéia de profundidade: todos os fragmentos estão em um mesmo plano.
  73. 81. <ul><li>Os horrores da guerra </li></ul><ul><li>Nesse enorme quadro Picasso utilizou apenas o preto, o branco e alguns tons de cinza, criando detalhes que impressionam o observador. Além das pessoas mortas no chão, uma mulher segura uma criança e olha para cima como que procurando identificar de3 onde vêm as bombas; uma pessoa parece gritar em desespero; um cavalo, com o corpo contorcido, parece relinchar. Não vemos as bombas, apenas um clarão ao fundo. Mas reconhecemos a violência da cena: um bombardeio sobre uma cidade desprotegida </li></ul>Guernica, de Picasso
  74. 82. <ul><li>A fase azul e a fase rosa </li></ul><ul><li>Observe o predomínio do azul na cena da página ao lado em que as pessoas de uma família não se comunicam e parecem fechadas em sua tristeza. Apenas a criança parece tentar alguma comunicação, mas seu rosto é triste como o dos adultos. Note na tela à direita que as cores são variadas. Não há muita alegria, mas as personagens são artistas de circo, tema que deixa de lado a solidão e o sofrimento. </li></ul>pobres na praia, de Picasso
  75. 83. a família de saltimbancos, de Picasso
  76. 84. Abstrata
  77. 85. <ul><li>uma fortaleza e um arco-íris.Porém, mais que os objetos, reconhecemos uma série de linhas diagonais e cores que vão do negro bem nítido até borrões de cores suaves. </li></ul>Início da arte abstrata Observe que nesta obra ainda podemos identificar – mesmo de forma simplificada – algumas lanças e montanhas , Batalha, de Kandinsky
  78. 86. <ul><li>O essencial em Mondrian </li></ul><ul><li>Nessa obra não identificamos nada que faça parte da realidade. O artista trabalha apenas com os elementos essenciais da pintura: linhas e cores. </li></ul>Composição, de Mondrian
  79. 87. Surrealismo
  80. 88. <ul><li>No conjunto da tela há representações da realidade – casa, cachorro, mulher, barco – em um espaço indefinido. Dada a ausência de lógica, a cena lembra imagens de um sonho. Observe na imagem ao lado como o artista misturou o rosto da atriz norte-americana Mae West (1893 – 1980) com um salão: a cortina, o sofá, a lareira e os quadros são, respectivamente, os cabelos, a boca, o nariz e os olhos da atriz. </li></ul>O sono, de salvador Dali O surrealismo em Dali Na imagem acima o pintor representa o sono como uma cabeça que lembra um enorme lençol, apoiada em muletas.
  81. 89. <ul><li>Observe na imagem ao lado como o artista misturou o rosto da atriz norte-americana Mae West (1893 – 1980) com um salão: a cortina, o sofá, a lareira e os quadros são, respectivamente, os cabelos, a boca, o nariz e os olhos da atriz. </li></ul>Mae West, de Salvador Dali
  82. 90. <ul><li>está representado; </li></ul><ul><li>o aspecto fantasioso está no casal que voa sobre a cidadezinha. Já na tela de Miró as figuras são imaginárias, lembrando apenas remotamente as imagens a que o título da obra faz referência. </li></ul>Sobre a cidade, de Marc Chagall O Surrealismo em Chagall e em Miró Note como os dois artistas fundem realidade e fantasia de modo diferente Na tela de Chagall reconhecemos perfeitamente tudo o que
  83. 91. Mulheres e pássaros ao luar, de joan Miró
  84. 92. <ul><li>Futuro e velocidade </li></ul><ul><li>Esta escultura foi idealizada em 1913, mas foi fundida em bronze apenas em 1931. Observe como a obra, com mais de um metro de altura e feita com material pesado, transmite a idéia de um movimento vigoroso. </li></ul>Formas únicas de continuidade no espaço, de umberto Boccioni
  85. 93. <ul><li>Como representar a velocidade? É esse o desafio que o pintor Giacomo Balla enfrenta. Veja como ele procurou representar velocidade e som apenas com linhas e poucas cores, que se repetem. </li></ul>Velocidade abstrata + rumor, de Giacomo Balla
  86. 94. <ul><li>e que se movimentavam ao sabor das correntes de ar.Os móbiles tornaram-se populares e passaram a ser muito usados como objetos de decoração. </li></ul>Grande móbile branco, de Alexander calder Os móbiles de Calder O termo móbile foi criado pelo artista Marcel Duchamp (1887-1968) para designar as esculturas de Alexander Calder, que, como essa, eram feitas de peças planas de metal colorido suspensas por fios
  87. 95. <ul><li>Diferentes representações de um beijo </li></ul><ul><li>Observe que, enquanto Rodin representou de modo bastante realista um beijo trocado entre um casal, Brancusi criou formas muito simples para representar a mesma cena. Era com essa simplicidade de formas que o escultor procurava expressar seus temas. </li></ul>O beijo, de Auguste Rodin O beijo, de Constantin Brancusi
  88. 96. <ul><li>A interação entre a obra e seu espaço </li></ul><ul><li>Nesta escultura de bronze Brancusi se limitou às linhas essenciais do corpo de um pássaro. Note que o metal foi bastante polido: tornando-se uma superfície que reflete luz, como um espelho, ele reflete o que está ao seu reor. É uma forma de criar interação entre a obra e o ambiente em que ela está. </li></ul>Pássaro no espaço, de Brancusi
  89. 97. <ul><li>Um verdadeiro astro de cinema </li></ul><ul><li>Esse edifício de 102 andares era o mais alto de sua época. Tornou-se famoso pelo formato, que se estreita nos andares superiores e termina numa agulha apontando para o alto, e pelo terraço, que permite ampla visão da cidade de Nova York. Ao longo dos anos serviu de cenário para muitos filmes, como King Kong (1933), Tarde demais para esquecer (An affair to remember, 1957), Superman (1978) e Sintonia de amor (sleepless in Seattle, 1933). </li></ul>O Empire State Building, construido em 1930-1931 pela empresa Shreve, Lamb and Harmon Associates, em foto da década de 1930. Nova York.
  90. 98. <ul><li>Os arranha-céus de Van der Rohe </li></ul><ul><li>Observe uma das características mais famosas dos projetos de Mies van der Rohe: seus edifícios são projetados como altos prismas revestidos de vidro. </li></ul>O seagram Building, Construido em 1954-195 por Mies van.
  91. 99. <ul><li>A captura do instante </li></ul><ul><li>Observe a cena ao lado comum nas cidades: uma pessoa tentando saltar poças de água. Veja porém, como o fotógrafo conseguiu fixar essa ação, que é muito rápida, e criou uma imagem interessante. Note, ainda, como ele produziu efeitos de sombra e claridade. A cena da página ao lado também é comum: um casal se beijando em um bar. O curioso é o cachorro atento ao beijo. É um momento breve, mas o fotografo o eternizou como uma imagem de carinho. </li></ul>Place de Europe (1932), foto de Cartier-Bresson.
  92. 100. Boulevard Diderot (1969), foto de Cartier-Bresson
  93. 101. <ul><li>Os heróis nunca morrem </li></ul><ul><li>Observe no desenho o emprego do claro e do escuro e das linhas hachuradas* , características do desenhista Alex Raymond que influenciaram outros criadores de historias em quadrinhos. </li></ul><ul><li>*linhas tracejadas lado a lado para sugerir sombreamento. </li></ul>Flash Gordone Dale arlen, em desenho De Alex Raymond .
  94. 102. <ul><li>Veja também os músculos das duas personagens. Burne Hogarth era estudioso de anatomia e apreciava as obras de michelangelo. Note, ainda, a naturez que faz fundo à lua;`’arvores e folhagens retorcidas, reforçando a idéia de vida selvagem da história. </li></ul>Tarzan, em desenho de Burne Hogart. Observe no desenho a impressão de movimento e força sugerida tanto pela figura de tarzan quanto pela figura do enorme leão.
  95. 104. Século XX no Brasil (I): o modernismo
  96. 105. Semana da arte moderna
  97. 106. <ul><li>Em busca de uma nova expressão </li></ul>Cartaz da semana de Arte Moderna, 1922
  98. 107. <ul><li>Segall expõe no Brasil </li></ul><ul><li>Observe nesta obra o desenho anguloso e as cores fortes com que o artista representa as duas mulheres. São características próprias do pintor nessa fase de sua produção artística. </li></ul>Duas amigas (1913), de Lasar Segall.
  99. 108. <ul><li>O Brasil de Segall </li></ul><ul><li>Observe nesta obra as cores e a luminosidade com que o artista representa um menino segurando uma largatixa. Ao que parece, um país ensolarado como o nosso teve reflexos em sua pintura. Veja também como o artista destaca apenas as folhas para representar as arvores que fazem fundo à cena. É como se as folhas, com seu verde intenso, fossem o elemento mais importante das arvores . </li></ul>Menino com lagartixas (1917), de Lasar Segall.
  100. 109. <ul><li>O Polêmico trabalho de Malfatti </li></ul><ul><li>Hoje essas obras de Anita MMalfatti não assustam nem causam estranhamento. Em 1917, porém,a mulher de rosto anguloso e cabelos verdes e o homem pintado de amarelo causaram espanto. Na época, em particular a pintura – deveria imitar a realidade. </li></ul>A mulher de cabelos verdes (1915), de Anita Malfatti O homem amarelo (1915), de Anita Malfatti
  101. 110. <ul><li>Um pintor não poderia representar alguém com cabelos verdes ou pele exageradamente amarela, pois ninguém é assim na realidade. Essa foi justamente uma das novidades trazidas pela arte moderna: a idéia de que o artista deve ter total liberdade de imaginação e não se deixar limitar pela realidade. </li></ul>
  102. 111. <ul><li>Di Cavalcanti e a mulher negra </li></ul><ul><li>Essa obra é uma referência à famosa pintura de botticelli que representa o nascimento de Vênus, a deusa da beleza, em uma concha sobre o mar. Observe como Di Cavalcanti aproxima o tema da realidade brasileira. </li></ul>Nascimento de Vênus (1940), de Di Cavalcanti
  103. 112. <ul><li>pessoas ao fundo com tabuleiro sobre a cabeça. São personagens que nos lembram pessoas que vemos nas cidades litorâneas do país. As cores e as formas que Di Cavalcanti dá a elas, porém, não são realistas; são escolhas dele. </li></ul>Pescadores de Di Cavalcanti O Brasil de Di Cavalcanti Observe como essa cena é típica do Brasil: o casal de pescadores que vende seu produto próximo ao mar, as
  104. 113. Menino e ovelha(1925), de Vicente do Rego Monteiro A geometria em Vicente do Rego Monteiro Observe nessas duas obras um aspecto característico da pintura de Vicente do Rego Monteiro:tanto em uma como em outra, a representação dos corpos está próxima de formas geométricas. Isso dá ao observador a ideia de volume e nào de uma superficie plana, como é o caso da pintura. atirador de arcoVicente do Rego Monteiro
  105. 114. A fase pau-brasil de Tarsila Observe nessa imagem o emprego, em áreas bem delimitadas, das cores azul, rosa, verde e amarelo. Note a estilização na representação de pessoas, casas, plantas e frutas: tudo está reduzido a seus traços essenciais, lembrando figuras geométricas, O MAMOEIRO 1925), DE TARSILA DO AMARAL. como círculos, retângulos e triângulos. Veja também a simplicidade e a tranqüilidade da cidadezinha representada na cena.
  106. 115. <ul><li>O segundo trabalho de Tarsila </li></ul><ul><li>Observe o modo como a pintora expressa o mundo do trabalho: um grande número de rostos colocados lado a lado, todo sérios; nenhum sorriso, pois a preocupação </li></ul>Operários (1933), de Tarsila do Amaral
  107. 116. <ul><li>não deixa lugar para a alegria. </li></ul><ul><li>São pessoas que nos olham fixamente como a nos lembrar que é duro o trabalho na fábricas, presentes na obra sob a forma de u prédio austero e chaminés cinzentas. </li></ul>
  108. 117. <ul><li>A grandiosidade do granito </li></ul><ul><li>Essa escultura em granito composta de 37 figuras é uma referência às bamndeiras, expedições armadas que, do século XVI ao século XVIII, partiram principalmente de São Paulo em </li></ul>Monumento às bandeiras (1936-1953), de Vitor Brecheret. direção ao sertão para capturar indígenas e procurar minas de ouro e pedras preciosas. Note a impressão de força e solidez que o conjunto desperta no observador.
  109. 119. <ul><li>O trabalho duro </li></ul><ul><li>Observe nesta obra as figuras humanas: os pés e as mãos são bastante grandes; os corpos sugerem volume. Esses detalhes revelam o trabalho duro nas plantações de café, que exige força e ignora a fraqueza real das pessoas. </li></ul>café (1934), Candido Portinari.
  110. 120. Bailarina (década de 1920), de Vitor Brecheret. Tocadora da guitarra (1923) , de Vitor Brecheret. A delicadeza no Mármore Observe como o artista conseguiu dar beleza a pequenas e graciosas peças de mármore.
  111. 121. <ul><li>Imagem da Infância </li></ul><ul><li>Observe nessa imagem as cores alegres das pipas e das roupas das crianças em contraste </li></ul>Meninos com pipas (1947), de Candido Portinari com vermelho-escuro da terra. Note também a impressão de movimento nas mãos e nos braços dos meninos e nas ondulações de suas roupas, como agitadas pelo mesmo vento que impulsiona as pipas.
  112. 122. <ul><li>Um olhar romântico </li></ul><ul><li>Observe nessa obra que, entre as cores claras, o vermelho de algumas casas e de alguns detalhes chama a atenção do observador. A cidade parece tranqüila e as pessoas conversam calmamente na rua. </li></ul>Visão romântica do porto de Recife (1930), de Cícero Dias.
  113. 123. <ul><li>Os volumes e os vazios </li></ul><ul><li>Note como estas figuras de bronze são alongadas e delgadas. Observe os espaços vazios entre as duas esculturas, posicionadas lado a lado: eles também compõe uma forma. Esse era um dos princípios da escultura moderna: os volumes e os vazios dão forma à criação do artista. </li></ul>Os guerreiros (candangos) (1959), de Bruno Giorgi.
  114. 124. <ul><li>A impressão da leveza </li></ul><ul><li>Observe que nessa obra de linhas curvas e retas existem volumes e espaços vazios. Graças a essa composição temos a impressão de um objeto muito leve flutuando no espelho-d ' água. Na verdade, porém, estamos diante de uma obra feita em marmore; portanto bastante pesada. </li></ul>Meteoro (1967), de Bruno Giorgi.
  115. 125. <ul><li>Retratos da tranqüilidade </li></ul><ul><li>Observe nessa obra como era uma das áreas centrais de São Paulo em 1936. Note os prédios com poucos andares, o bosque, as montanhas no horizonte da cidade, </li></ul>o pequeno número de pessoas nas ruas. Olhando esse quadro podemos associar a simplicidade do espaço urbano à escolha do artista pelas cores pálidas e pelos tons muito próximos uns dos outros Rua do Carmo (1936), de Rebolo.
  116. 126. <ul><li>Essa obra retrata um bairro de São Paulo que tem, hoje grande concentração de altos edifícios. </li></ul>Real Parque (1944), Rebolo Nessa visão da década de 1940, porém, as casas muito simples e a forte presença da natureza nos lembram uma área rural.
  117. 127. <ul><li>A Linha e a cor em Volpi </li></ul><ul><li>Observe na obra ao lado que o importante é a sequência de portas e janelas e um barrado de pequenas bandeiras. Com elementos muito simples da realidade, o artista cria uma </li></ul>Fachada com bandeirinhas (década de 1950), de Alfredo Volpi imagem colorida que nosso olhar percorre de modo agradável. Note que obra abaixo estão presentes apenas pequenas
  118. 128. <ul><li>bandeiras e parte dos mastros. Na verdade. O que importa para o artista é trabalhar com cores. Veja como ele cria com elas uma combinação interessante e como as linhas do desenho dão à pintura uma impressão de textura a ilusão de que, se passarmos a mão sobre sua superfície, sentiremos saliência e reentrâncias </li></ul>
  119. 129. Bandeiras e Mastros (década de 1960), de Volpi
  120. 130. <ul><li>decorativos. </li></ul><ul><li>A proposta do projeto é que a beleza esteja na simplicidade das linhas. É isso que a torna uma casa moderna. </li></ul>Uma residência modernista Observe na fachada dessa casa as linhas retas e a ausência de elementos casa modernista, construída por Gregori Warchavichik
  121. 131. <ul><li>O primeiro arranha-céu da América Latina </li></ul><ul><li>Com fachadas para as ruas São bento, Líbero Badaró e São João, na região central de São Paulo, o Martinelli abrigou logo no inicio de seu funcionamento, um cinema e um hotel famosos na época, além de barbearias, lojas e residências. </li></ul>Prédio Martinelli, construído por Giuseppe Martinelli
  122. 134. <ul><li>Uma gravura de Carlos Oswald </li></ul><ul><li>Observe nessa gravura em água-forte* como o artista cria a impressão de profundidade. Percebemos com nitidez algumas árvores à frente áreas mais claras, expostas à luz do sol que atravessa a folhagem, e mais escuras, cobertas pela sombra das árvores. </li></ul><ul><li>* Técnica de gravura em que seu desenha por meio de sulcos sobre a camada protetora (cera, por exemplo) de uma placa de metal e depois mergulha-se a placa em ácido. O metal é, assim, corroído nos lugares em que ficou exposto </li></ul>Um bosque (1928), de Carlos Oswald.
  123. 135. &quot;Operário semeando as artes no Brasil&quot;, Carlos Oswaldo. Água forte. Fonte: Barros A. P.  O Liceu de Artes e Ofícios e seu fundador , Rio de Janeiro: L.A.O., 1956, p. VIII Ilustração em água-forte
  124. 136. <ul><li>Uma xilogravura de Oswaldo Goeldi </li></ul><ul><li>Note como o artista, com poucos traços, criou uma cena completa. Examine as figuras negras cortadas por rápidos traços brancos: </li></ul>Pescadores (c.1950) xilogravura de Oswaldo Goeldi são pouco detalhadas, mas percebemos claramente um grupo de homens reunidos conversando.
  125. 137. Ilustração de Poty para o conto “O burrinho pedrês”, do livro Saragana, de João Guimarães
  126. 138. POTY LAZZAROTTO Poty, artista paranaense, nasceu no dia 29 de março de 1924 em Curitiba numa casinha de madeira  no Capanema; na época um bairro pobre de ferroviários.
  127. 139. Começou a desenhar desde pequeno, sempre incentivado pelo pai que, percebendo o interesse do menino tornou-se um comprador de revistas ilustradas. Gostava muito de ler e de ir ao cinema, na época o cinema era mudo e tinha o barulhinho da máquina de projeção tocada a manivela. O primeiro filme que assistiu foi O Garoto, de Carlitos. Gostava de desenhar as cenas que assistia. Onde houvesse espaço utilizava para suas garatujas ; papel de embrulho, jornal, livro de missa.
  128. 140. Sempre preferiu o preto e o branco. Nunca se deu bem com a cor mas, depois de um grave acidente em que pensavam que ele não sobreviveria, sua vida mudou. Explodiu em cores
  129. 141. <ul><li>Raramente riscava paisagens ou naturezas-mortas, tudo tinha vida, atividade e ação. </li></ul>Sempre gostou do desenho de ação, do movimento.
  130. 142. <ul><li>Atividades </li></ul><ul><li>Criar um desenho cubista e um abstrato (individual) </li></ul>
  131. 144. <ul><li>A arte da segunda metade do século XX </li></ul>
  132. 145. <ul><li>A efervescência do século XX </li></ul><ul><li>No século XX desenvolveu-se a tecnologia que tornou possível ao ser humano chegar à lua e avançar cada vez mais no conhecimento do espaço e no domínio da informática. Também.... </li></ul>
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