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Atividades  com pintura artes1o ano 2009
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  • 1.  
  • 2. 1 º bimestre
  • 3. Uma viagem na Pré-História
  • 4. A arte na Pré-História
  • 5.
    • Para representar suas mãos nas paredes das cavernas, o artista produzia um pó colorido por meio da trituração de rochas. Depois com o auxílio de um canudo, soprava o pó sobre a mão.
    MÃOS EM NEGATIVO
  • 6.
    • Em suas pinturas, nossos ancestrais pré-históricos usavam “corantes naturais” feitos de minerais, ossos carbonizados (queimados), carvão, vegetais e sangue animal. Os elementos sólidos eram esmagados e dissolvidos na gordura de animais caçados. Como pincel, o artista pré-histórico utilizava os dedos e instrumentos feitos de penas e pêlos.
    PINTURA RUPESTRE DE BISÃO. ALTAMIRA, ESPANHA
  • 7.
    • O SER HUMANO EM MOVIMENTO
    • Observe nas figuras aqui retratadas, como houve a intenção de sugerir movimento: há poucos traços e poucas cores, mas os braços e as mãos realizam alguma ação. O movimento é expressado pela posição das pernas e dos pés.
    PINTURAS RUPESTRES ENCONTRADAS NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CAPIVARA, SÃO RAIMUNDO NONATO, PIAUÍ
  • 8.
    • DIFERENTES ÉPOCAS, DIFERENTES VÊNUS.
    • Esta escultura em pedra, datada de aproximadamente 24 mil anos atrás, foi encontrada em 1908 perto de willendorf, na Áustria, pelo arqueólogo Josef Szombathy. Note a cabeça como prolongamento do pescoço, a ausência de detalhes do rosto, os seios volumosos, o ventre saltado e as grandes nádegas. Na Antiguidade, Vênus para os romanos ou Afrodite para os gregos era uma bela deusa que despertava amor nos deuses e nos seres humanos. Em várias épocas, artistas a representaram como uma mulher nua e... bela, pelo menos para os padrões de beleza de seu tempo.
    VÊNUS DE WILLENDORF
  • 9. O NASCIMENTO DE VÊNUS
  • 10.
    • AS PRIMEIRAS ESCULTURAS EM METAL
    • Os escultores pré-históricos produziam suas peças em metal por meio de dois métodos: o da forma de barro e o da cera perdida. No método da forma de barro o escultor fazia a forma e despejava nela o metal derretido em fornos. Então, esperava o metal esfriar, quebrava a forma e obtinha a escultura. Na técnica da cera perdida, o escultor fazia um modelo em cera e o revestia com barro, deixando nele um orifício. Depois, aquecia o barro. Com o calor do barro, a cera derretia e escorria pelo orifício. Assim, ele obtinha um modelo oco e o preenchia com metal fundido. Quando o metal esfriava, ele quebrava o molde de barro e obtinha uma escultura igual a que havia modelado na cera.
  • 11.
    • PINTURAS RUPESTRES NO BRASIL
    • Pesquisadores classificam a arte rupestre no Brasil em dois grandes grupos: obras com motivos naturalistas e obras com motivos geométricos. No grupo dos motivos naturalistas predominam representações de figuras humanas, isoladas ou em grupo, em cenas de caça, guerra e trabalhos coletivos. Há também figuras de animais: em geral onças, veados, pássaros diversos, peixes e insetos. As figuras com motivos geométricos são muito variadas: linhas paralelas; pontos agrupados; círculos, às vezes concêntricos; cruzes; espirais e triângulos.
    PINTURAS RUPESTRES COM MOTIVOS NATURALISTRAS SÃO RAIMUNDO NONATO, PIAUI
  • 12.  
  • 13.
    • O crânio de uma mulher jovem que teria vivido entre 11 mil e 11 500 anos atrás, encontrado em 1975 no sitio arqueológico Lapa Vermelha, em Pedro Leopoldo, Minas Gerais, é um bom exemplo de quanto é antigo o povoamento de nosso país. Os cientistas a chamaram de Luzia. Vinte e quatro anos depois , em 1999, o doutor Richard Neave, da universidade de Manchester, Inglaterra, fez a reconstituição da face da jovem Luzia. O fato ganhou manchetes em jornais e revistas.
    AS DUAS DESCOBERTAS DE LUZIA
  • 14.
    • Atividades Análise de obras
    • Grupos de três
    • Observem as imagens.
    • Comparem as imagens quanto a forma de representação.
    • Discutam o tema de cada obra e avaliem se o artista teve a intenção de fazer uma cópia fiel da realidade.
    • Por dentro do assunto
    • 1- Que acontecimentos marcaram o início do interesse do artista pré-histórico em retratar a figura humana?
    • 2- O que podemos concluir quanto a importância da arte na história humana?
    • 3- Considere as pesquisas arqueológicas feitas no Brasil e responda:
    • a) Como é classificada a arte rupestre brasileira? Descreva os dois tipos.
    • b) Quem são os povos autores dessas gravuras e pinturas?
    • 4- A história do Brasil costuma ser contada a partir do ano de 1.500. O que as descobertas arqueológicas brasileiras nos fazem concluir a esse respeito?
  • 15.  
  • 16. 2 º bimestre
  • 17. Uma viagem inesquecível pelo Egito
  • 18.  
  • 19. A arte no Egito
  • 20.
    • A pedra da União
    • O mais antigo documento egípcio é esse pedaço de estela - bloco de pedra – com desenhos nas duas faces. Numa delas, o faraó Nârmer é representado com a coroa do Baixo Egito: isso simboliza a unificação das duas nações. Como a pedra foi datada de aproximadamente 3.200 a.C., estabeleceu-se que a história do Egito unificado teve início nessa época .
  • 21.
    • Visão frontal e posterior da estela, conhecida como “paleta de Nârmer”
  • 22. As pirâmides de Gizé
  • 23.  
  • 24. Uma pequena história sobre a Esfinge
    • Entre as patas da Esfinge encontra-se uma estela, conhecida como a "Estela do Sonho", onde está escrita uma pequena história. A história diz que Tutmosis IV (18.ª Dinastia) adormeceu sob a Esfinge que estava coberta de areia até o pescoço. Tutmosis sonhou que a Esfinge prometera-lhe que se ele a desenterrasse, ele se tornaria rei do Egito. O que aconteceu algum tempo depois.
    • Desde a primeira limpeza oficial em 1905, sabe-se que a Esfinge esteve coberta pela a areia do deserto e fora desenterrada por diversas vezes ao longo dos tempos. Durante a 18.ª Dinastia, Tutmosis IV provavelmente tenha mandado desenterrá-la. Mas é improvável que o tivesse feito legitimado como rei. Este tipo de história pode ser visto como propaganda de partidários, ou talvez do próprio soberano, assentado e assumindo o poder de faraó como que designado pelos deuses, ou neste caso, a própria Esfinge.
  • 25. Mapa da região onde se desenvolveu a civilização do Egito antigo
  • 26. As pirâmides de Gizé
    • Por ordem dos faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos, do antigo império, foram construídas três imensas pirâmides no deserto de Gizé para abrigar seus restos mortais. A maior delas, a de Quéops, tem 146 metros de altura e ocupa uma superfície de 54.300 metros quadrados. Esse monumento revela o domínio dos egípcios sobre a técnica de construção. Nas suas imensas paredes não existe nenhuma espécie de argamassa para unir od blocos de pedra.
  • 27. A PIRÂMIDE DO LOUVRE
  • 28.  
  • 29.  
  • 30.  
  • 31.  
  • 32.  
  • 33. A PIRÂMIDE DO LOUVRE
    • É um projeto do arquiteto chinês sino-americano Ming Pei . Construída em 1989 a pedido do presidente francês François Mitterrand, ela está situada na praça central do museu do Louvrre, Paris , e funciona como entrada principal. A construção deste edifício provocou um grande debate. O argumento da turma do contra era que esta forma futurista, com um estilo internacional, estava fora do contexto clássico do museu.
  • 34.
    • A turma a favor considerava que o choque entre o contemporâneo e o clássico era interessante.
    • Nós dizemos a pirâmide, na realidade são cinco pirâmides . A grande central, três menores nas laterais e nas costas da central e a quinta, a chamada pirâmide invertida, que se encontra no interior do Carrousel du Louvre.
    • A grande pirâmide é uma estrutura de vidro e metal, medindo 20,6 m de altura sobre uma base quadrada de 35 metros cada lado.
  • 35.
    • Ela possui 603 losangos e 70 triângulos de vidro. Um mito diz que o número de placas de vidro da pirâmide é exatamente 666, número associado a satã. Este mito reapareceu quando Dan Brown confirmou esta informação no Da Vinci Code. Na realidade a pirâmide possui 673 placas, de acordo com informações oficiais do museu.
    • Um detalhe divertido, limpar os paineis de vidro é uma história complicada. São alpinistas que se encarregam desta tarefa altamente escorregadia.
  • 36. COLUNAS DO TEMPLO DE AMON
  • 37. Os tipos de colunas dos templos
    • egípcios são divididas conforme seu capitel:  Palmiforme - flores de palmeira;  Papiriforme - flores de papiro; e  Lotiforme - flor de lótus.
  • 38. Capitel Palmiforme
  • 39. Capitel Palmiforme
  • 40. Capitel Papiriforme
  • 41. Capitel Lotiforme
  • 42.  
  • 43. Flor de Lótus
  • 44. UM NOVO TIPO DE COLUNA
    • O aspecto artístico mais importante desses templos são as colunas decoradas com motivos da natureza, como flor de papiro e a flor de lótus. As colunas construídas até então eram simples: não tinham base, o tronco era compostos por sulcos e o capitel era pouco trabalhado. Assemelhavam-se às colunas gregas de estilo dórico.
    • Papiro – erva nativa das margens do rio Nilo de cujas folhas se aproveitavam as hastes para confecção do papiro, material sobre o qual se escrevia.
    • Capitel – em arquitetura, a parte superior, em geral decorada, que arremata uma coluna.
  • 45. TEMPLO DE ABU-SIMBELL SÉCULO XIII a.C
  • 46. PEQUENO TEMPLO DE ABU-SIMBELL SÉCULO XIII a.C.
  • 47. OS TEMPLOS DE ABU-SIMBELL
    • É constituído por dois templos. Dedicado à deusa Hathor ,que representava o amor e a beleza, personificada por Nefertari, a mais amada esposa de Ramsés II de entre as mais de 100 que Ramsés possuía.
    • A arte demonstra o poder político do faraó Ramsés II, com estátuas gigantescas e imensas colunas comemorativas de suas conquistas. Nessa época, os hieróglifos começam a ser esculpidos nas fachadas e colunas dos templos, com o fim de deixar gravados para a posteridade os feitos de Ramsés II e tornaram-se elemento de decoração da arquitetura.
    • Hieróglifos – nome dado aos caracteres da escrita dos antigos egípcios
  • 48. CENA QUE FAZIA PARTE DA DECORAÇÃO DE TUMULO EGÍPCIO
  • 49.  
  • 50. A REGRA DA FRONTALIDADE
    • Segundo essa regra, o tronco e um dos olhos do retratado deviam ser desenhados de frente para observador, enquanto a cabeça, os pés e as pernas deviam ser desenhados de perfil. Provavelmente os artistas da época achavam difícil desenhar uma pessoa com pernas e pés virados para a frente. A regra determinava também que o desenho e a pintura deviam mostrar tudo o que havia de mais característico nos seres retratados, pois o observados tinha de entender facilmente as imagens.
  • 51. DETALHE DE PAPIRO FUNERÁRIO
  • 52. Papiro
  • 53. Caracteres
  • 54. Caracteres egípcios
  • 55. RECURSOS QUE OS EGIPCIOS NÃO USAVAM
    • Observe nesse papiro funerário que as figuras humanas e os animais estão de perfil. As águas do rio, porém, parecem ser vistas de cima, e as folhas das arvores, de frente. Note como não existe preocupação com a proporção entre as pessoas, os animais, as arvores e o rio, e que esses elementos não estão em perspectiva. Ainda assim, podemos compreender perfeitamente a cena.
  • 56. AKHNATON E SUA FAMÍLIA
  • 57.  
  • 58. O FARAÓ AKHNATON
    • Nesse relevo com trabalho em pintura, o faraó Akhnaton quis ser representado em uma cena doméstica com os filhos e a esposa, a rainha Nefertiti.O grupo aparece sob a proteçao do deus Aton, representado por um disco solar de onde se desprendem raios portadores de bênçãos para a família real.
  • 59. ESCRIBA SENTADO
  • 60. ESCRIBA SENTADO
    • Essa obra é um bom exemplo da importância atribuída pelos egípcios à escultura.Nela, o escriba aparece no exercício de sua profissão:escrever.
  • 61. Detalhe do espaldar do trono de Tutancâmon
  • 62.
    • Nessa cena,que é um detalhe do trono de Tutancâmon, o faraó está sentado de modo informal, e a rainha toca-lhe o ombro com certa intimidade. Sobre as figuras esculpidas no trono,os artistas fizeram pinturas e aplicaçao de folhas de ouro e de prata.A peça é parte do imenso tesouro encontrado em seu tumulo,em 1992,pelo pesquisador inglês Howard Carter.
  • 63. Casamento do rei khenaton e Nefertiti
  • 64.
    • Para seu conhecimento Hieróglifos: foi decifrada por Champolion, que descobriu o seu significado em 1822, ela se deu na Pedra de Rosetta que foi encontrada na cidade do mesmo nome no Delta do Nilo. Mumificação: a) eram retirados o cérebro, os intestinos e outros órgãos vitais, e colocados num vaso de pedra chamado Canopo. b) nas cavidades do corpo eram colocadas resinas aromáticas e perfumes. c) as incisões eram costuradas e o corpo mergulhado num tanque com Nitrato de Potássio. d) Após 70 dias o corpo era lavado e enrolado numa bandagem de algodão, embebida em betume, que servia como impermeabilização. Quando a Grande Barragem de Assuã foi concluída, em 1970, dezenas de construções antigas do sul do país foram, literalmente, por água abaixo, engolidas pelo Lago Nasser. Entre as raras exceções desse drama do deserto, estão os templos erguidos pelo faraó Ramsés II, em Abu Simbel. Em 1964, uma faraônica operação coordenada pela Unesco com recursos de vários países - um total de 40 milhões de dólares - removeu pedra por pedra e transferiu templos e estátuas para um local 61 metros acima da posição original, longe da margem do lago. O maior deles é o Grande Templo de Ramsés II, encravado na montanha de pedra com suas estátuas do faraó de 20 metros de altura. Além de salvar este valioso patrimônio, a obra prestou uma homenagem ao mais famoso e empreendedor de todos os faraós.  Queóps é a maior das três pirâmides, tinha originalmente 146 metros de altura, um prédio de 48 andares. Nove metros já se foram, graças principalmente à ação corrosiva da poluição vinda do Cairo. Para erguê-la, foram precisos cerca de 2 milhões de blocos de pedras e o trabalho de cem mil homens, durante vinte anos.
  • 65. Viagem pela Grécia
  • 66.  
  • 67. A Arte na Grécia
  • 68.
    • Os períodos da arte grega
    • A arte grega está dividida em dois períodos históricos : o arcaico e o clássico. O período arcaico vai de meados do século VII a.C até a época das Gerras Pérsicas, no século V a.C. tem inicio, então, o período clássico, que vai até o fim da Guerra do peloponeso, no século chamado “século de Péricles”, quando as atividades intelectuais, artísticas e políticas manifestaram o esplendor da cultura grega.
  • 69. Mapa da Grécia antiga
  • 70. A escultura
    • Esse Curo do século VII a.C., baseavam-se no sistema quadriculado dos antigos egípcios (curo ou kouros significa “moço” ou, na escultura da época, a estátua de um rapaz nu em pé). Aos poucos as linhas suavizaram-se, como vemos no “Rapaz de Crítio”, que recebeu esse nome por causa do escultor grego Crítio, cujo estilo era seguido nessa estátua do século V a.C.
  • 71. A escultura do período arcaico
    • Nas obras do período arcaico nota-se a influência do Egito não só como fonte inspiradora, mas também na técnica. O escultor grego desse período, como o escultor egípicio, apreciava a simetria natural do corpo humano. Para deixar clara essa simetria , o artista esculpia figuras masculinas nuas, eretas, em rigorosa posição frontal e com o peso do corpo igualmente distribuido sobre as duas pernas. Esse tipo de estátua é chamado Kouros, que significa “homem jovem”.
    • Simetria – disposição harmoniosa de coisas ou lados iguais ou semelhantes; regularidade; proporção
    Estátua grega segundo o padrão Kouros
  • 72. A evolução da escultura Efebo de crítios A obra Efebo de Crítios representa uma nova forma de fazer escultura. Em vez de olhar bem para a frente, como o Kouros, o efebo tem a cabeça ligeiramente sobre as duas pernas, o corpo descansa sobre uma delas, mais afastada em relação ao eixo de simetria, e mantém nesse lado o quadril um pouco mais elevado.
  • 73. Na rigidez da pedra, o movimento Cópia romana do Discóbolo, de Míron Nessa famosa estatua, vemos um jovem atleta prestes a lançar um disco. o corpo está curvado para a frente; o braço direito, que segura o disco, esta elevado; o braço esquerdo está na altura do joelho direito. as pernas e os pés estão prontos para garantir a rotação do corpo e o impulso necessário para arremessar o disco a uma distância considerável. Um observador mais atento poderá dizer que a postura para lançamento de discos, ou que ele ainda é tão frontal quanto na arte egípcia. É inegável, porém, a impressão de movimentos obtida por Miron
  • 74. Cópia romana do Doriforo, de Policleto
    • Uma escultura que parece andar
    • Observe, nessa obra, que os braços e as pernas apresentam-se alternadamente tensos e relaxados, o que sugere que a figura está dando um passo.
  • 75. OS DEUSES DA ACRÓPOLE
  • 76. Colunas do Partenon
    • Partenon: exemplo de ordem dórica
    • A ordem dórica pode ser vista no Partenon, templo construído em homenagem à deusa Atena. O corpo das colunas era grosso e firmava-se diretamente no degrau mais elevado. O capitel era muito simples. A arquitrave era lisa e se apoiava diretamente nas colunas. Sobre ela havia retângulos com sulcos verticais e retângulos que podiam ser lisos, pintados ou com figuras em relevo.
    • Arquitrave - viga mestra; peça de sustentação horizontal.
  • 77.  
  • 78.  
  • 79.
    • As esculturas decorativas do Erechtheion tem a mesma  qualidade superlativa  que a do Parthenon. A característica mais conhecida do edifício é o pórtico sul, associado ao culto de Athena, no qual as colunas são substituídas por Cariátides, esculpidas figuras femininas, que combinam os atributos Clássico com  força e beleza. Como o templo aparece hoje, a segunda cariátide a partir da esquerda é uma cópia, feita cimento  em Portland cimento, o original tenha foi  removida por Lord Elgin.
  • 80. colunas do Erecteion colunas do Erecteion
  • 81.
    • Erecteion: exemplo de ordem jônica
    • A ordem jônica era mais ornamentada e sugeria leveza. As colunas apresentavam corpo mais fino e, diferentemente das da ordem dórica, não se apoiavam diretamente sobre o ultimo degrau do templo, mas sobre uma base decorada. O capitel era ornamentado e a arquitrave, dividida em três faixas horizontais. Acima dela , em geral, haviauma faixa de esculturas em relevo
  • 82. Suposta reconstituição da Acrópoles no período clássico. O Partenon, no topo.
  • 83. Um templo grego
    • A característica mais evidente dos templos gregos é a simetria entre o pórtico da entrada 1 e os dos fundos 2. Ou seja, a entrada e os fundos eram muito semelhantes. O templo era formado pelo pórtico da entrada, pelo recinto onde ficava a imagem da divindade 3 e pelo pórtico dos fundos. Esse núcleo era cercado por um conjunto de colunas. Em algumas cidades muito ricas esse conjunto chegava a ter duas fileiras de colunas.
    • Pórtico – entrada de edificio suntuoso ou de templo; portal.
  • 84.  
  • 85. Planta de templo grego
  • 86.  
  • 87. Os frontões do templo de Zeus
    • Entre os frontões dos templos gregos, são notáveis os do templo de Zeus, em Olímpia, pela forma harmoniosa que as esculturas ocupam espaço.
  • 88. Estatua de Zeus
  • 89. Templo de Zeus
  • 90.  
  • 91. frontões
  • 92.  
  • 93. Um vaso com figuras negras
    • Uma das pinturas mais famosas de Exéquias mostra Aquiles e Ajax, heróis gregos, envolvidos em um jogo. Além do detalhado trabalho nos mantos e nos escudos dos heróis, o artista fez coincidir, de forma harmoniosa, a curva do vaso com a inclinação das costas das duas personagens. As lanças também contribuem para modelar a forma do vaso, pois levam o olhar do observador para as alças da ânfora. Das alças, então, o olhar direciona-se para os escudos atrás das figuras. O modo como Exéquias organizou esses elementos cria um conjunto harmonioso e faz com que a beleza do vaso seja o resultado da combinação de todos esses elementos
  • 94. Pintura em vaso Aquiles e Ajax
  • 95. Um vaso com figuras vermelhas
    • O efeito obtido com a inversão de cores foi, sobretudo, a vivacidade das figuras. Além disso, observe nesse vaso uma inovação significativa: as figuras laterais, possivelmente os pais do guerreiro, estão de perfil (posição comum nas pinturas em cerâmica), mas o jovem guerreiro está de frente para o observador – note a posição frontal do seu pé esquerdo. Desenhar os pés de perfil foi a solução inicial que artistas egípcios e gregos encontraram para tornar compreensível ao observador essa parte do corpo humano. Nessa obra, a tradição, mantida pelo pintor no pé direito do guerreiro, é superada no pé esquerdo. O observador, no entanto, reconhece como dedos os pequenos círculos na ponta desse pé. Assim, os gregos deram um importante passo para a compreensão de que na pintura se podem representar objetos em três dimensões: largura, altura e profundidade.
  • 96. A despedida do guerreiro
  • 97. Afrodite de Cápua de Lisipo Afrodite de melos
  • 98. Afrodite, a deusa do Amor
    • A Afrodite de Cápua foi muito apreciada e copiada, com variações, durante séculos. Assim, no século II a.C, aparece a célebre Afrodite de Melos, ou Vênus de Milo na designação romana. Nessa escultura vêem-se combinados a nudez parcial da Afrodite de Cápua e o princípio de Policleto – alternância de membros tensos e relaxados, que ele usou ao esculpir o Doríforo. Volte a observar a imagem do Dorífero e compare nas duas esculturas a posição da perna esquerda, do lado direito do quadril e do lado esquerdo do tronco. É possível notar na Afrodite de Melos a mesma impressão de movimento que se percebe no Doríforo.
  • 99.
    • Nas asas da Vitória
    • Supõe –se que essa
    Vitória de Samotrácia
  • 100.
    • Beleza e dramaticidade
    • Esse conjunto era parte de um monumento de guerra existente em Pérgaso, na Ásia Menor. O original grego se perdeu e hoje o que existe é apenas a cópia romana. A cena representa o momento em que um soldado grego mata a mulher para não entregá-la ao inimigo e se prepara para o suicídio. Além da beleza, o conjunto revela, de qual quer lado que seja visto, uma forte dramaticidade. O soldado olha para trás, como que desafiando o inimigo que se aproxima, e está pronto para enterrar a espada no pescoço. Ao mesmo tempo, segura por um dos braços o corpo inerte da mulher, que escorrega no chão. O outro braço da mulher, já sem vida, contrasta com a perna tensa do marido. A dramaticidade é obtida justamente pelo contrastes: vida e morte, homem e mulher, o nu e as vestes, força e debilidade.
    O soldado gálata e sua mulher
  • 101.
    • Atividades
    • 1 ~> Por dentro do assunto!
    • a- Na Pintura,o artista egípcio tinha de seguir diversas regras,como a regra da frontalidade. O que essa regra determinada.
    • b- Embora houvesse rígidas regras na pintura egípcia da antiguidade,alguns aspectos técnicos ainda não preocupavam os artistas do período. Aponte dois deles.
    • c- Qual era a importância da escultura para os egípcios?
    • d- O que permitiu que tantos informações sobre a cultura do Egito Antigo chegasse até nós?
    • 2 ~> Maquete do Templo Grego:
    • Maquete é a representação reduzida de uma construção.Sob a orientação do professor,forme um grupo com mais três colegas para construir a maquete de tema Templo Grego.
    • Vocês precisaram de :
    • ~> Isopor ou argila para a base da maquete;
    • ~> Palitos de madeira com 20 a 30 cm de comprimento;
    • ~> Cartolina p/ a cobertura;
    • ~> Cola
  • 102.  
  • 103. 3 º bimestre
  • 104. Uma viagem romana
  • 105.  
  • 106. ARTE ROMANA
  • 107. A origem de Roma
    • A formação e o povoamento de Roma resultam do encontro de três povos diferentes que habitavam a península Itálica: os gaulese s, ao norte; os gregos , na região conhecida como Magna Grécia, ao sul; e os etruscos-latinos ao centro . Roma fica situada na península Itálica, região de solo fértil, com a costa pouco recortada, limitando-se ao norte com a Europa centro- ocidental através dos Alpes.
    • Roma foi fundada no Lácio, por volta de 1000 a.C. Ao que tudo indica foi inicialmente um centro de defesa latino contra os ataques constantes dos etruscos.
    • A origem da cidade de Roma também tem uma versão lendária. Conta a lenda que Roma foi fundada em 753 a.C. por Rômulo e Remo, os gêmeos, filhos do deus Marte, que foram abandonados às margens do Tibre logo após o nascimento e, milagrosamente, sobreviveram amamentados por uma loba. Sabe-se que os irmãos foram recolhidos por um pastor, Fáustulo, sendo criados por uma mulher Acca Laurentia e, quando crescidos, disputaram o trono da nova cidade.  Os relatos apontam que Remo, para insultar o irmão, saltara as muralhas da cidade erguida por Rômulo; este lançou-se sobre Remo e matou-o dizendo: "Assim há de morrer aquele que transpuser minhas muralhas." Desta forma Rômulo ficou sendo o único chefe, e a nova cidade recebeu o nome de seu fundador.
  • 108. ARCO ETRUSCO
  • 109. SARCÓFAGO DOS ESPOSOS
  • 110. QUEM ERAM OS ESTRUSCOS?
    • Entre os séculos XII e Vi a.C., gregos e etruscos ocupavam regiões da península Itálica. Se a respeito dos gregos temos muitas informações, pouco sabemos sobre os etruscos. Eles teriam vindo da Ásia e não construíram um grande império, mas dominaram os povos itálicos do norte e do oeste do rio Tibre. A civilização etrusca desenvolveu-se principalmente em cidades independentes e cercadas por muros de pedras com porta, cuja arquitetura revela seu espírito construtivo. Diferentemente dos gregos empregavam colunas e arquitrave, os etruscos utilizavam o arco em suas construções influência importante na arquitetura romana. A pintura e a escultura eram para os etruscos, complemento de arquitetura principalmente dos templos e túmulos.
  • 111. Augusto de Prima Porta
    • REALISMO E BELEZA
    • O escultor desta obra
    • provavelmente usou como
    • referência o Dorífero de Policleto, mas
    • fez alterações adaptando-a ao gosto
    • romano. Ele procurou captar as
    • feições reais de Augusto, primeiro imperador
    • romano, e o vestiu com coura’ca e capa
    • romanas. Além disso, posicionou a cabeça e o
    • braço do imperador de modo que ele parece
    • dirigir-se firmemente a seus súditos. Note a
    • semelhança com o Doríforo, postura das
    • pernas, dos pés e do tronco. O observador
    • identifica o imperador , mas percebe que um
    • ideal de beleza orientou o escultor, além de
    • uma sugestão de movimento.
  • 112. Coluna de Trajano
    • História em pedra
    • Essa obra, do século I da era
    • cristã , narra as lutas do imperador
    • e dos exércitos romanos da Dácia,
    • atual região da Romênia. O
    • imenso número de figuras em
    • relevo faz dela um importante
    • documento histórico em pedra.
    • Mas o monumento tem também,
    • graças à expressividade das
    • figuras e das cenas, grande valor
    • artístico.
  • 113. Detalhe da coluna de Trajano
  • 114. O Panteão
    • Construído em Roma, durante o reinado de Adriano, para reunir a grande variedade de deuses existentes em todo o império, esse templo, com sua planta circular fechada por uma cúpula, cria um local isolado do exterior. Era nele que o povo se reunia para o culto. Essa nova concepção arquitetônica do templo, séculos mais tarde influenciaria a idéia de templo no cristianismo.
  • 115. Interior do Panteão
  • 116.  
  • 117. Coliseu
    • Externamente o edifício era ornamentado por esculturas, que ficavam sob os arcos, e por três ordens de colunas gregas.
    • Essas colunas eram, na verdade, meias colunas, pois ficavam presas à estrutura das arcadas. Não tinham, portanto, a função de sustentar a construção. Mas apenas de ornamentá-la.
  • 118. Visão aérea
  • 119. Visão aérea
  • 120.  
  • 121. Aspectos do aqueduto
    • O aqueduto de Le Pont du gard
    • Erguido no século I a.C., esse aqueduto de 50 quilômetros de extensão tinha por fim levar água para Nimes, cidade que hoje pertence à França. A parte mais extraordinária da construção é a ponte sobre o Gardon, com 48,77 metros de altura, três ordens de arcos e apoiada em pilares cravados nas rochas. A obra continua de pé até nossos dias, o que prova a qualidade técnica da engenharia romana. Os romanos, porém, não se preocuparam apenas em fazer um aqueduto sólido, que funcionasse por muitos séculos: procuraram também empregar formas que revelassem beleza.
  • 122.  
  • 123.  
  • 124. Aspectos do aqueduto
  • 125. É o nome dado a uma das casas existentes em Pompéia. Nestas pinturas é possível observar a representação de pessoas, cujas figuras têm aproximadamente um metro e meio de altura, em atividade do dia-a-dia. Sobre um fundo vermelho, as figuras sugerem vida e movimento ao observador. A vila dos mistérios
  • 126. A vila dos mistérios A vila dos mistérios
  • 127. Mosaico: pedras coloridas no lugar da pintura Ele consiste na colocação , lado a lado, de pequenos pedaços de pedras de cores diferentes sobre uma superfície de gesso ou argamassa, de acordo com um desenho previamente escolhido. A seguir, a superfície recebe uma solução de cal, areia e óleo que preenche os espaços vazios, fixando melhor os pedacinhos de pedra.. A vila dos mistérios
  • 128. Como resultado, obtém-se uma obra semelhante à pintura. Os gregos usavam os mosaicos principalmente nos piso. Já os romanos utilizavam-nos na decoração, demonstrando grande habilidade na composição de figuras e no uso da cor A vila dos mistérios
  • 129. Pinturas da vila dos mistérios
  • 130. A vila dos mistérios
  • 131.
    • Em dezoito horas, estava soterrada e desaparecida. O calor do manhã foi o primeiro sinal, seguido de tremores cada vez mais fortes, que chegaram a derrubar prateleiras em casas e lojas. Finalmente uma explosão fantástica atirou cinzas, pedras incandescentes e gases a 15 km de altura. Um jato vertical e mortal de 100 milhões de toneladas.
    • O dia virou noite, as marolas da baía viraram tsunamis. O povo corria sem direção. O vento levou os dejetos na direção de Pompéia, enquanto a vizinha Herculano continuava tranqüila em mais um dia de sol e mar. Meia hora após a explosão, pedras-pome, cheias de ar e já resfriadas começaram a cair em Pompéia. Vinham acompanhadas de rochas maiores, verdadeiros projéteis, em queda livre a 200 km/h. O acúmulo dos debris nos telhados trouxe risco de desabamento. As cinzas impediam a visão. Dos 20.000 habitantes de Pompéia, 15.000 fugiram para locais seguros mais distantes. Os demais resolveram apostar no abrigo de suas casas.
    • Durante a noite, um lado da montanha cedeu e uma avalanche incandescente de cinzas superaquecidas e de rocha derretida, temperaturas de 500 a 1.000 graus centígrados, desceu sobre Herculano. Pessoas se desintegraram, a cidade pegou fogo. Tudo virou carvão. Aquela noite de Herculano ficou pintada de vermelho e negro. A cidade submergiu sob 25 metros de lava.
    • Nas primeiras horas da manhã seguinte dois terremotos explodiram o lado da montanha próximo a Pompéia. A nuvem negra da morte descia junto com a lava do inferno, em direção à cidade, à absurda velocidade de 100 km/h. Milagrosamente as muralhas de defesa pararam o fluxo destruidor.
    • Mas não impediu a passagem de cinzas e gases venenosos espalhando-se pelas ruas e casas. Os pompeianos remanescentes morreram sufocados. Como a família que tentou escapar carregando telhas, deixando para trás seu cachorro, acorrentado. Como Stephanus, tintureiro rico, dono de lavanderias, que deixou em casa sua esposa Fortunata para curtir uma manhã de sexo com sua escrava Hedone.
    • Com o desabamento do precursor de motel, abandonou-a sob escombros e escafedeu-se com seu cofre entupido de ouro. Apenas para logo tossir e engasgar com as cinzas, sentar-se na calçada, cobrir o nariz e morrer sufocado ao lado de sua riqueza. Enquanto isso, Fortunata procurara consolo em seu amante Cedalus, gladiador trácio, na academia dos gladiadores. Morreram abraçados.
    • Assim, Pompéia e Herculano sumiram debaixo de 10 bilhões de toneladas de detritos. Uma testemunha ocular e sobrevivente dessa tragédia, Plínio, o Jovem, escreveu ao historiador Tacitus uma narrativa detalhada e emocionada desse dia em que o tempo parou para a História
  • 132.  
  • 133.
    • A arte erótica de Pompéia tem origem religiosa e venera a virtude da fecundidade. Tanta pornografia, falsa para a época, era uma representação singela de votos de sorte e proteção. Em sua quase totalidade, esses objetos estão hoje expostos no Museu Arqueológico de Nápoles, para onde foram levados também muitos dos corpos petrificados dos cidadãos.
  • 134.
    • O dia das elites era dividido em três partes. Pela manhã, recebiam, em suas residências, seus “clientes”, aqueles que lhes davam prestígio e apoio político em troca de favores de todo tipo (uma prática até hoje escancarada na Câmara e no Senado do imperador Inassius Lula Mindinus). À tarde, reuniam-se com seus pares em uma das quatro termas de banho da cidade. Ali fechavam negócios, fofocavam e traçavam artimanhas.
    • A noite chegava com a principal refeição do dia e com a principal atividade social da comunidade: nas confortáveis e finamente decoradas residências aconteciam os jantares intermináveis, muitas vezes terminados nas antológicas orgias romanas.
    • Nas ruas comerciais, estabelecimentos de todo tipo fervilhavam servindo fregueses. Padarias onde o trigo era moído e transformado em pão em engenhosos fornos, biroscas “fast food”, precursoras do MacDonald’s ou dos restaurantes “por quilo” de hoje, lavanderias onde os tecidos eram pisoteados por escravos em tanques cheios de ácido úrico – ótimo removedor de gorduras, coletado publicamente dos transeuntes em pinicos gigantescos postados na entrada da loja e até mesmo um serviço 7x24.  Em operação durante as 24 horas de todos os sete dias da semana, os lupanares de Pompéia atendiam freguesia com tara ou sem tara, tímidos ou sapecas nas práticas libidinosas, mas oficializadas e regulamentadas da prostituição.
    • Em casas de dois andares, divididas em cubículos com leitos de alvenaria e ilustrações das especialidades da casa, moças de difícil vida fácil exerciam a profissão mais antiga da humanidade.
  • 135. Curiosidades sobre Vesúvio que destruiu Pompéia A 24 de Agosto do ano de 79, Pompéia foi destruída pelo Vulcão Vesúvio. Vários dos seus habitantes ficaram para sempre presos nas últimas posições em que se encontravam, como mostra a imagem.
  • 136. Pompéia (Pompeia ou Pompeii) foi a cidade antiga do Império Romano, localizada na Itália, que foi destruída pela erupção do vulcão Vesúvio no ano 79 d.C. Pompéia, antes da derradeira tragédia, viveu anos de esplendor, entre 27 e 37 d.C. Teve influências das civilizações gregas e estrucas. Pompéia possuía belos edifícios, era uma cidade fortemente urbanizada. - Cratera do vulcão Vesúvio, Itália
  • 137. No ano de 62 d.C, Pompéia sofreu um terremoto que destruiu grande parte da cidade. Mas foi ano de 79 d.C, Pompéia ainda estava sendo reconstruída, quando o vulcão Vesúvio entrou em erupção e destruiu e sepultou a cidade debaixo de cinzas e lama; sendo descoberta somente no século XVI, quando as ruínas de Pompéia foram encontradas pelo arquiteto Domenico Fontana. As Fotos mostram as marcas da tragédia que destruiu a cidade romana de Pompéia
  • 138. - Os corpos petrificados pelas cinzas e a lama, mostram cenas da tragédia e a impotência da população diante da gigantesca nuvem de pedra e gases venenosos causadas pela erupção do vulcão Vesúvio, que sepultou a cidade romana.
  • 139.  
  • 140.  
  • 141.  
  • 142.  
  • 143.  
  • 144.  
  • 145. A partir de 1949, estudos arqueológico sistemáticos foram desenterrando a cidade e trazendo à tona, além de corpos petrificados, relíquias em perfeito estado: o templo de Apolo, o templo da tríade capitolina (Júpiter, Juno e Minerva), o templo de Ísis, anfitreatros, campo desportivo; muitas casas típicas da classse média provinciana do Império Romano; a 'vila dos mistérios' (onde eram celebrados o culto ao deus Dionisio), e muitos outros objetos que revelam aspectos sociais, políticos, econômicos e artísticos da sociedade no Império Romano.
  • 146. Estátua do deus Apolo (santuário mais antigo de Pompéia)
  • 147. Uma casa típica da classe média provinciana do Império Romano
  • 148. Arena de Pompéia Pompéia era uma cidade cercada por muros e que tinha cerca de sete portões de acesso. Uma cidade rica que possuía um porto famoso por negociar vinhos e perfumes finos. O comércio local contava com padarias, industrias de lã, lojas de escultores, lapidadores de pedras, barbearia e outros tipos de comércio.
  • 149.
    • Na década de 50, foram descobertas por arqueólogos, o local da "Termas Suburbanas de Pompéia", batizada como "Termas do Prazer", em 1985, quando a arqueóloga Luciana Jacobeli descobriu, escavando totalmente o lugar, a antiga termas de mais de 2000 anos. A "Termas do Prazer" é um lugar com várias piscinas, enfeitadas por afrescos eróticos e uma cascata, local onde, homens e mulheres do Império Romano podiam desfrutar do prazer, relaxamentos e banhos promíscuos. Totalmente restaurada, a "Terma do Prazer" é um dos lugares mais visitados do sítio arqueológico de Pompéia, Itália. São oito pinturas que representam variações do ato sexual e possui também mosaícos de várias cores com paísagens marinhas decorando o ambiente. Segundo estudos recentes, as casas de banho da Roma antiga eram lojas, bibliotecas e prostíbulo em um só lugar.
  • 150. Termas Suburbanas de Pompéia" - Afresco Erótico
  • 151. Mosaico de Alexandre Esse mosaico representa o encontro de dois reis: Alexandre, O Grande, da Macedônia, e Dario III, da Pérsia, durante a batalha de Issus ( 333 a.C). O efeito de profundidade conseguido pela distribuição das figuras que compõem a cena: os cavalos em primeiro plano e os reis mais afastados.Note ainda a sugestão de movimento criada pela postura dos cavalos.
  • 152. Atividades
    • Pesquisa e socialização
  • 153.  
  • 154. A arte românica
  • 155. O Império Romano é dividido
    • Em 395, o imperador Teodósio dividiu o imenso território ameaçado em duas partes: Império Romano do Ocidente e Império Romano do oriente. O Império Romano do Ocidente, com capital em Roma, sofreu sucessivas ondas de invasões até cair em poder dos bárbaros no ano de 476. Já o Império romano do Oriente, apesar das continuas crises políticas, conseguiu manter sua unidade até 1453, quando os turcos tomaram sua capital, Constantinopla. O ano de 476, com a tomada de Roma, marca o fim do período histórico conhecido como idade antiga e o início de outro período histórico, conhecido como Idade Média.
  • 156. São Mateus evangelistas em miniatura da corte Carolíngia
    • A arte do império Carolíngio
    • Com a coroação de Carlos Magno pelo Papa Leão III, no ano de 800, teve início um intenso desenvolvimento cultural. Criou-se uma academia literária e desenvolveu-se oficinas onde eram produzidos objetos de arte e manuscritos ilustrados. Naquela época, os textos religiosos eram escritos à mão; ilustrá-los era tarefa para artistas que dominassem a pintura e o desenho sobre espaços reduzidos. As oficinas ligadas ao palácio foram os principais centros de arte. Sabe-se que delas se originaram as oficinas monásticas, isto é, dos mosteiros, que teriam importante papel na evolução da arte após o reinado de Carlos magno. Como, após sua morte, a corte deixou de ser o centro cultural do Império, a atividade intelectual centralizou-se nos mosteiros.
  • 157.  
  • 158. Dois tipos de abóbadas das igrejas românicas
    • A abóbada de berço consistia num semicírculo – o arco pleno ampliado lateralmente pelas paredes. Apresentava, entretanto, duas desvantagens; o excesso de peso da pedra, que podia provocar sérios desabamentos, e a pouca luminosidade no interior das construções em virtude das janelas estreitas. A abertura de grandes vãos para as janelas era impraticável, pois poderia enfraquecer as paredes e, portanto aumentar o risco de desabamento. A abóbada de aresta consistia em ângulo reto, de duas abóbadas de berço apoiadas sobre pilares. Com isso, distribuía-se melhor o peso das paredes para evitar desabamentos, criava-se um ambiente que dava a impressão de leveza e iluminava-se mais o interior das construções.
    • As abóbadas causam uma sensação de solidez e repouso, dada pelas linhas semicirculares e pelos grossos pilares.
  • 159. abóbadas Abobada de berço Abobada de arestas
  • 160. Abadia de Moissac
  • 161. Aspectos da abadia de Saint-Pierre, em Moissac
  • 162. timpano
  • 163. Claustro da abadia
  • 164. Escultura - São Paulo. Abadia de Saint-Pierre de Moissac No caminho de Santiago Poucas pessoas na época sabiam ler a igreja recorria à pintura e à escultura para narrar histórias bíblicas e transmitir valores religiosos.Os portais eram muitos usados para isso. A área mais ocupa pelas esculturas era o tímpano, a parede semicircular que fica abaixo dos arcos que arrematam o vão superior da porta. No grande tímpano, com diâmetro de 5,68 metros, há um conjunto de figuras representando Cristo em majestade, coroado e sentado no trono. Com a mão esquerda ele segura o livro da palavra de Deus, com a direita, faz o gesto de abençoar. Próximos a ele estão os evangelistas, representados por um anjo, um touro, uma águia e um leão.
  • 165. Portal da abadia Como o tímpano é muito grande, foi colocada uma pilastra central, chamada tremó, que divide a abertura da porta em duas partes iguais. Essa pilastra também é decorada com esculturas que representam leões e uma pessoa descalça, identificada como o profeta Jeremias. A beleza da escultura pode ser vista também nos capitéis das colunas que cercam o claustro* do convento, decorados com folhagens, animais e personagens da bíblia, que segundo a tradição religiosa, devem auxiliar os passantes a meditar sobre o sentido da própria vida. * Galeria coberta, em conventos, que contorna os quatro lados de um pátio interno
  • 166. Capiteis
  • 167. Capiteis
  • 168. Fachada da abadia de Saint-Pierre
  • 169. A catedral de pisa Na idade Média , os construtores italianos erguiam a igreja, o campanário* e o batistério** como edifícios separados. A planta da catedral, cuja construção foi iniciada em 1063, tem a forma de cruz, com uma cúpula sobre o encontro dos braços. A fachada principal lembra a forma de um frontão, característica dos templos gregos. No conjunto de Pisa, o edifício mais conhecido é o campanário, que começou a ser construído em 1174.
  • 170. Trata-se da famosa Torre de Pisa, que se inclinou porque, com o passar do tempo, o terreno sob ele cedeu.
  • 171. O elemento mais interessante dessa construção é a superposição de delgadas colunas de mármore, que formam arcadas ao redor de todos os andares do edifício *parte aberta de torre onde estão os sinos; torre de sinos **lugar onde fica a pia batismal
  • 172. A Torre de Pisa situa-se na Praça dos Milagres, juntamente com a Catedral e o Batistério.
  • 173. Sua construção começou em 1174 e o objetivo era abrigar o sino da Catedral. Começou a inclinar-se a partir da conclusão do terceiro andar (são oito). Hoje sua inclinação é de cinco graus.
  • 174.  
  • 175.  
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  • 177.  
  • 178.  
  • 179.  
  • 180.  
  • 181. Um exemplo de deformação Este afresco, pintado na abside* da igreja de San Clemente de Thull, na Catalunha, Espanha, é um bom exemplo da pintura românica. Tem no centro a figura de Jesus Cristo, cercado de anjos e dos símbolos dos evangelistas.Observe os olhos e as proporções exageradas da figura de Cristo. *cabeceira do templo, onde fica o alta-mor; oratório reservado, por detrás do alta-mor
  • 182.  
  • 183. atividades
    • Criar um mosaico a partir da pintura vila dos mistérios .
  • 184.  
  • 185. 4 º BIMESTRE
  • 186. Arte GÓTICA
  • 187. Letra gotica
  • 188.  
  • 189.  
  • 190.
    • O desenvolvimento da vida urbana
    • N os primeiros séculos da Idade Média, as cidades haviam praticamente desaparecido.Toda a vida social desenvolve-se no campo, e os mosteiros eram os locais onde se estudava e se fazia arte, e onde havia bibliotecas. No século XII, porém, o comércio começa a se desenvolver e as cidades ganham vida nova.
  • 191.
    • Organiza-se uma classe social formada pelos comerciantes: a burguesia – do temo burgos, as pequenas vilas da época. A cidade torna-se o lugar onde os acontecimentos são discutidos e os novos conhecimentos ganham força. É também nela que a arte passa a ser cultivada.
  • 192.  
  • 193.  
  • 194. cidade na idade media
  • 195.
    • A abadia de Saint-Denis
    • A primeira diferença entre igrejas góticas e românicas está fachada principal. Em geral, a igreja românica tem um único portal; já a igreja gótica tem três portais que dão acesso às três naves* do interior da igreja: a central e as duas laterais.
    • * Nas igrejas, o espaço da entrada até o santuário, ou o que fica entre fileiras de colunas que sustentam a abóboda.
    Abadia de Saint-Denis
  • 196.
    • N a fachada da abadia de Saint-Denis, os portais laterais seriam continuados por altas torres, que não foram construídas como planejado. O portal central tem, acima do tímpano, uma grande janela. Acima dela, há outra, redonda: a rosácea* , típica do estilo gótico e presente em quase todas as igrejas dos séculos XII a XIV.
    • * vitral da igreja cuja forma se assemelha á de uma flor com várias pétalas.
    Fachada da abadia de Saint-Denis, na França
  • 197. Interior da catedral gótica de Notre-Dame, Amiens, França
  • 198. Arco ogival Pilar: agrupado com colunas mais finas, parece ter continuidade nos arcos ogivais do teto, formando as nervuras da abóbada Abóbada de nervuras Encontro de arcos ogivais Vitral (os vitrais originais de Amiens foram destruídos pelos bombardeios da Segunda Guerra Mundial
  • 199. Portal Régio da catedral de Notre-Dame de Chatres, França
  • 200.
    • O portal Régio de Chartres
    • E sse portal é dividido em três portais: um central e dois laterais. Diversamente do que ocorre em Saint-Denis, os três dão acesso à nave central da igreja. Cada um deles, por sua vez, apresenta um tímpano totalmente preenchido por esculturas de momentos da vida de cristo.
  • 201.
    • O típano da esquerda mostra a ascenção de cristo ao céu após a ressurreição
    • O tímpano central apresenta um cristo em majestade cercado pelos símbolos dos quatros evangelistas.
  • 202.
    • N o da direita está Maria com o menino Jesus no colo. Outro aspecto que atrai a atenção do visitante são as delicadas colunas que ladeiam cada porta. Nelas vêem-se representações de reis e rainhas do antigo testamento, ricamente trabalhadas nos traços fisionômicos e no drapeado das roupas.
  • 203.  
  • 204. A catedral de notre-dame de Paris.
  • 205.
    • A rcobotantes: peças em forma de arco que, encostadas às paredes laterais das construções góticas, aliviam o peso que sobre elas exercem as abóbadas da cobertura. Com isso, essas paredes puderam receber grandes aberturas, preenchidas com belíssimos vitrais
    Detalhe dos arcobotantes
  • 206.
    • A luz multicolorida das catedrais góticas
    • O s vitrais são elementos importantes na arquitetura gótica: ao deixarem passar a luz do Sol, criam um ambiente sereno e multicolorido. Para fazê-los, adicionavam-se produtos químicos ao vidro derretido, ainda na fornalha, tornando-o colorido e translúcido. Depois, faziam-se as placas, em geral pelo método do chamado vidro antique: o artesão acumulava uma pequena quantidade de vidro fundido na extremidade de um tubo e soprava até formar uma bolha cilíndrica.
    Vitrais
  • 207.
    • A seguir, cortava as duas extremidades, como se tirasse uma tampa de cada lado, obtendo um cilindro oco. Depois cortava até conseguir uma placa. Cada placa, depois de resfriada, era recortada com uma ponta de diamante segundo o desenho projetado para o vitral. Na etapa seguinte, pintavam-se os detalhes da figura com tinta opaca preta. As pequenas placas eram, então, encaixadas umas às outras com a ajuda de uma moldura metálica: o “perfil de chumbo”. Juntas, formavam grandes composições – os vitrais – nas aberturas das paredes das catedrais.
  • 208.
    • A arte dos manuscritos
    • E ram feitos em várias etapas e dependiam do trabalho de várias pessoas. Primeiro, curtia-se de modo especial a pele do cordeiro ou vitela, obtendo-se o velino. Nas oficinas dos mosteiros ou nos ateliês de artistas, os trabalhadores cortavam
    Iluminura em manuscrito do século XIII. Paris
  • 209.
    • as folhas de velino no tamanho que queria o livro. A seguir, os copistas transcreviam os textos sobre as páginas já cortadas. Ao fazê-lo, deixavam espaços para que os artistas fizessem as ilustrações, os cabeçalhos, os títulos ou as letras capitulares – as maiúsculas com que se iniciava o texto.
  • 210.
    • E sse trabalho decorativo ficou conhecido como iluminura.
  • 211.  
  • 212.
    • Catedral da Sé, em São Paulo
    • O estilo gótico das grandes catedrais medievais teve grande influência sobre a arquitetura das igrejas católicas ao longo dos séculos. Em São Paulo, por exemplo, a catedral mais importante da cidade, construída em pleno século XX, apresenta importantes recursos da arquitetura gótica:
  • 213.
    • arcos ogivais, pilares com pequenas colunas ao redor, decoração com esculturas representando elementos da natureza (plantas e animais), vitrais e até arcobotantes no seu exterior.
  • 214.  
  • 215.  
  • 216.
    • Giotto: a importância da figura humana
    • E sse afresco foi feito para a capela de Scrovegni, em Pádua. A principal característica da pintura de Giotto é a representação dos santos como pessoas de aparências comum, mas sempre em posição de destaque..
  • 217.
    • Observe como as figuras humanas são grandes em relação às arvores e quase se igualam, em altura, às montanhas que compõem a paisagem. A figura humana começa a ganhar destaque na pintura como resultado de uma nova imagem que o ser humano tem de si: ele se sente forte, capaz de muitas conquistas
  • 218.
    • Nossa Senhora  do  Chanceler  Rolin
    • O bserve a perspectiva obtida pelo desenho do piso e a divisão em dois ambientes: um interno e outro externo. Esse efeito também se deve à luminosidade difusa na linha do horizonte, onde o céu encontra a terra. Note também os detalhes no barrado do manto de Maria
    Nossa   Senhora   do   Chanceler   Rolin   de   Jan   Van   Eick . Museu do Louvre, Paris, França
  • 219.
    • e a delicadeza das pedras preciosas da coroa que um anjo segura sobre sua cabeça, e na
    • decoração dos capitéis das colunas
  • 220.
    • Observe, ainda, os detalhes no bordado da roupa do chanceler .
    • Ao fundo, o artista retrata uma paisagem urbana – detalhe interessante porque, por meio das pinturas da Van Eyck, vemos que no século XV o centro da vida social era, sem duvida, a cidade, com seus edifícios, pontes e torres.
  • 221.
    • O casal Arnolfini, mostra com riqueza de detalhe os aposentos e as vestes de um rico comerciante e sua esposa, no século XV.
  • 222.  
  • 223.  
  • 224.
    • A inscrição latina sobre o espelho diz “johannes de Eyck fuit hic”
    • Significa
    • “ Jan Van Eyck esteve aqui”
  • 225.  
  • 226. ATIVIDADES
  • 227.  

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