0
Estudo de caso: Elevador do Taboão Alunos: Cezar Chamusca, Hélio Vamberto,Isabela Dourado, Juliana Melo e Lara Gomes. Prof...
Objetivo : Este trabalho é um estudo das patologias identificadas no local, buscando uma possível solução para essas e efe...
<ul><li>Identificação do objeto de análise </li></ul><ul><ul><li>1.1 Localização </li></ul></ul><ul><ul><li>1.2 Histórico ...
Localização: Mercado Modelo Elevador Lacerda Praça dos Ingleses Igreja NS do Rosário dos Pretos Elevador do Taboão Fachada...
Histórico: O elevador do Taboão foi inaugurado em 19 de junho de 1896 (112 anos) pela companhia  Linha Circular de Carris ...
Histórico: Ladeira do Taboão
Fatores de degradação encontrados Edificação: Elevador: Ação da água (umidade); Ação eólica; Agentes biológicos (microflor...
Identificação das Patologias N
Identificação das Patologias – Ambiente 01 <ul><li>Piso: </li></ul><ul><li>Composto de lajota cerâmica aparentemente sobre...
Identificação das Patologias – Ambiente 01 <ul><li>Cobertura: </li></ul><ul><li>Estrutura metálica coberta por telhas metá...
Identificação das Patologias – Ambiente 01 <ul><ul><li>Desgaste do piso </li></ul></ul><ul><ul><li>Elementos faltantes </l...
<ul><li>Piso: </li></ul><ul><li>Composto de azulejo aparentemente sobre o piso original. </li></ul><ul><li>Patologias:  </...
<ul><li>Cobertura: </li></ul><ul><li>Estrutura e telhas metálicas. Não aparenta ser a cobertura original da edificação. </...
Identificação das Patologias – Ambiente 02 <ul><ul><li>Desgaste do piso </li></ul></ul><ul><ul><li>Umidade descendente </l...
Identificação das Patologias – Ambiente 03 <ul><li>Piso: </li></ul><ul><li>De ardósia na entrada, assentado sobre piso ori...
Identificação das Patologias – Ambiente 03 <ul><li>Cobertura: </li></ul><ul><li>Adição de cobertura em telha de fibrocimen...
Identificação das Patologias – Ambiente 03 <ul><ul><li>Ação eólica </li></ul></ul><ul><ul><li>Vegetação superior </li></ul...
<ul><li>Piso: </li></ul><ul><li>Cimento queimado com aparente superposição de diversos pisos, contendo também vestígios de...
Identificação das Patologias – Ambiente 04 <ul><li>Cobertura: </li></ul><ul><li>De estruturas metálicas aparentemente orig...
Identificação das Patologias – Ambiente 04 <ul><ul><li>Vegetação superior  </li></ul></ul><ul><ul><li>Estrutura com razoáv...
Identificação das Patologias – Elevador <ul><li>Patologias: </li></ul><ul><li>Portas fechadas com pedras e argamassa prova...
Identificação das Patologias – Elevador <ul><li>Problemas: </li></ul><ul><ul><li>Excesso de lixo e entulho na encosta; </l...
Identificação das Patologias – Elevador <ul><ul><li>Estrutura de madeira em degradação </li></ul></ul><ul><ul><li>Estrutur...
Identificação das Patologias – Elevador Detalhe: Pitting
Identificação das Patologias – Elevador Corrosão
Possíveis Soluções: <ul><li>Diante da análise das patologias a equipe propõe uma recuperação e requalificação do elevador ...
<ul><li>A requalificação:  </li></ul><ul><li>As sapatarias devem ganhar novas instalações, adequando sua área ao novo uso ...
Conclusão: O elevador do Taboão não é apenas um elevador, mas também um ícone histórico da cidade de Salvador. Como tal, m...
Referências Bibliográficas: Páginas da web: http://www.salvador.ba.gov.br   http://www.scielo.br/ http://www.cultura.gov.b...
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Taboao

1,158

Published on

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
1,158
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
10
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Transcript of "Taboao"

  1. 1. Estudo de caso: Elevador do Taboão Alunos: Cezar Chamusca, Hélio Vamberto,Isabela Dourado, Juliana Melo e Lara Gomes. Prof. Ernesto Carvalho Universidade Federal da Bahia Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Arq036 – Técnicas Retrospectivas
  2. 2. Objetivo : Este trabalho é um estudo das patologias identificadas no local, buscando uma possível solução para essas e efetuar a análise da degradação sofrida pelo elevador, visando a sua restauração. Foto cedida pela loja ômega
  3. 3. <ul><li>Identificação do objeto de análise </li></ul><ul><ul><li>1.1 Localização </li></ul></ul><ul><ul><li>1.2 Histórico </li></ul></ul><ul><li>Fatores de degradação encontrados </li></ul><ul><li>Identificação das patologias por cada material </li></ul><ul><li>Possíveis soluções </li></ul><ul><li>Conclusão </li></ul>Metodologia:
  4. 4. Localização: Mercado Modelo Elevador Lacerda Praça dos Ingleses Igreja NS do Rosário dos Pretos Elevador do Taboão Fachada voltada para o poente, com edificação implantada na encosta. As inúmeras nascentes provocam o excesso de umidade advinda do terreno, situação muito parecida em várias edificações do bairro, como por exemplo, a igreja do pilar. Ladeira do Taboão Elevador do Taboão N
  5. 5. Histórico: O elevador do Taboão foi inaugurado em 19 de junho de 1896 (112 anos) pela companhia Linha Circular de Carris da Bahia . Funcionou durante 65 anos até ser desativado em 1959. Seu acesso principal é pela ladeira do Taboão, rua que faz limite entre o Pelourinho e o distrito de Santo Antônio Além do Carmo com os bairros do Passo e Pilar. O elevador marcou época devido a sua engenharia, requinte de materiais e formas. As suas torres foram construídas com réguas de ferro chumbado cruzadas, com desenhos simétricos em forma de curva ou parábola.
  6. 6. Histórico: Ladeira do Taboão
  7. 7. Fatores de degradação encontrados Edificação: Elevador: Ação da água (umidade); Ação eólica; Agentes biológicos (microflora); Vegetação superior; Sujidades e Vandalismo; Intervenções anteriores; Elementos faltantes. Ação da água (umidade); Ação eólica; Agentes biológicos (microflora); Sujidades e Vandalismo; Elementos faltantes; Corrosão metálica.
  8. 8. Identificação das Patologias N
  9. 9. Identificação das Patologias – Ambiente 01 <ul><li>Piso: </li></ul><ul><li>Composto de lajota cerâmica aparentemente sobre o piso original. </li></ul><ul><li>Patologias: </li></ul><ul><ul><li>Intervenções anteriores; </li></ul></ul><ul><ul><li>Stress mecânico; </li></ul></ul><ul><ul><li>Desgaste pelo uso </li></ul></ul><ul><li>Parede: </li></ul><ul><li>Parede de tijolo maciço, provavelmente com reboco de argamassa de cal e areia recoberto por tinta branca. </li></ul><ul><li>Patologias: </li></ul><ul><ul><li>Elementos faltantes </li></ul></ul><ul><ul><li>Umidade por condensação e descendente </li></ul></ul><ul><ul><li>Agentes biológicos (microflora) </li></ul></ul><ul><ul><li>Vegetais superiores (fachada) </li></ul></ul><ul><ul><li>Sujidades e vandalismo </li></ul></ul>Fachada lateral Fachada
  10. 10. Identificação das Patologias – Ambiente 01 <ul><li>Cobertura: </li></ul><ul><li>Estrutura metálica coberta por telhas metálicas (Atualmente essa cobertura se perdeu, sendo substituída por uma cobertura de madeira e telhas de fibrocimento). </li></ul><ul><li>Patologias: </li></ul><ul><ul><li>Umidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Agentes biológicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Vegetais superiores </li></ul></ul><ul><li>Mezanino: </li></ul><ul><li>Adição de forro em PVC, além de uma estrutura de madeira que sustenta um assoalho, funcionando como um mezanino. </li></ul><ul><li>Patologias: </li></ul><ul><ul><li>Elementos faltantes </li></ul></ul><ul><ul><li>Umidade de condensação </li></ul></ul><ul><ul><li>Agentes biológicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Sujidades </li></ul></ul><ul><li>Portas e janelas: </li></ul><ul><li>Janelas em madeira com gradil de ferro original, a arcada das portas foram fechadas com tijolo e adição de porta não original. </li></ul><ul><li>Patologias: </li></ul><ul><ul><li>Elementos faltantes (portas) </li></ul></ul><ul><ul><li>Umidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Agentes biológicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Sujidades </li></ul></ul><ul><ul><li>Corrosão metálica do gradil </li></ul></ul><ul><ul><li>Janela – Elemento faltante </li></ul></ul>Fachada frontal
  11. 11. Identificação das Patologias – Ambiente 01 <ul><ul><li>Desgaste do piso </li></ul></ul><ul><ul><li>Elementos faltantes </li></ul></ul><ul><ul><li>Instalações elétricas improvisadas </li></ul></ul><ul><ul><li>Desgaste da peça metálica </li></ul></ul>
  12. 12. <ul><li>Piso: </li></ul><ul><li>Composto de azulejo aparentemente sobre o piso original. </li></ul><ul><li>Patologias: </li></ul><ul><ul><li>Intervenções anteriores </li></ul></ul><ul><ul><li>Stress mecânico </li></ul></ul><ul><ul><li>Desgaste pelo uso </li></ul></ul><ul><li>Parede: </li></ul><ul><li>Parede de tijolo maciço, provavelmente com reboco de argamassa de cal e areia recoberto por tinta branca. </li></ul><ul><li>Patologias: </li></ul><ul><ul><li>Elementos faltantes </li></ul></ul><ul><ul><li>Umidade por condensação e descendente </li></ul></ul><ul><ul><li>Agentes biológicos (microflora) </li></ul></ul><ul><ul><li>Vegetais superiores (fachada) </li></ul></ul><ul><ul><li>Sujidades e vandalismo </li></ul></ul>Identificação das Patologias – Ambiente 02 <ul><ul><li>Interior - Sapataria </li></ul></ul><ul><ul><li>Interior - Sapataria </li></ul></ul>
  13. 13. <ul><li>Cobertura: </li></ul><ul><li>Estrutura e telhas metálicas. Não aparenta ser a cobertura original da edificação. </li></ul><ul><li>Patologias: </li></ul><ul><ul><li>Elementos faltantes; </li></ul></ul><ul><ul><li>Umidade por condensação e descendente; </li></ul></ul><ul><ul><li>Agentes biológicos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Vegetais superiores; </li></ul></ul><ul><ul><li>Corrosão metálica. </li></ul></ul><ul><li>Forro: Não há forro. </li></ul><ul><li>Porta : </li></ul><ul><li>Porta original em chapa de ferro e superposição em gradil de ferro </li></ul><ul><li>Patologias: </li></ul><ul><ul><li>Umidade ; </li></ul></ul><ul><ul><li>Agentes biológicos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Sujidades; </li></ul></ul><ul><ul><li>Corrosão metálica do gradil; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ação éolica (fachada). </li></ul></ul>Identificação das Patologias – Ambiente 02 <ul><ul><li>Fachada principal </li></ul></ul>
  14. 14. Identificação das Patologias – Ambiente 02 <ul><ul><li>Desgaste do piso </li></ul></ul><ul><ul><li>Umidade descendente </li></ul></ul><ul><ul><li>Vegetação superior </li></ul></ul>
  15. 15. Identificação das Patologias – Ambiente 03 <ul><li>Piso: </li></ul><ul><li>De ardósia na entrada, assentado sobre piso original com trechos em cimento. </li></ul><ul><li>Patologias: </li></ul><ul><ul><li>Intervenções anteriores </li></ul></ul><ul><ul><li>umidade ascendente </li></ul></ul><ul><ul><li>Stress mecânico </li></ul></ul><ul><ul><li>Desgaste pelo uso </li></ul></ul><ul><li>Parede: </li></ul><ul><li>Parede de tijolo maciço com aplicação reboco recente. </li></ul><ul><li>Patologias: </li></ul><ul><ul><li>Elementos faltantes </li></ul></ul><ul><ul><li>Umidade ascendente e descendente </li></ul></ul><ul><ul><li>Agentes biológicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Vegetais superiores (fachada) </li></ul></ul><ul><ul><li>Sujidades e vandalismo </li></ul></ul><ul><ul><li>Intervenções anteriores </li></ul></ul>
  16. 16. Identificação das Patologias – Ambiente 03 <ul><li>Cobertura: </li></ul><ul><li>Adição de cobertura em telha de fibrocimento com rebaixamento do teto. </li></ul><ul><li>Patologias: </li></ul><ul><ul><li>Elementos faltantes </li></ul></ul><ul><ul><li>Umidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Agentes biológicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Vegetais superiores </li></ul></ul><ul><ul><li>Corrosão metálica </li></ul></ul><ul><li>Forro: Inexistente </li></ul><ul><li>Portas e janelas : </li></ul><ul><li>Porta original em chapa de ferro e superposição em gradil de ferro, janela em madeira com gradil original. </li></ul><ul><li>Patologias: </li></ul><ul><ul><li>Umidade; </li></ul></ul><ul><ul><li>Agentes biológicos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Sujidades; </li></ul></ul><ul><ul><li>Corrosão metálica do gradil; </li></ul></ul><ul><ul><li>Intervenções anteriores (Fachada) </li></ul></ul>
  17. 17. Identificação das Patologias – Ambiente 03 <ul><ul><li>Ação eólica </li></ul></ul><ul><ul><li>Vegetação superior </li></ul></ul><ul><ul><li>Perda do reboco </li></ul></ul><ul><ul><li>Instalações elétricas inadequadas </li></ul></ul>
  18. 18. <ul><li>Piso: </li></ul><ul><li>Cimento queimado com aparente superposição de diversos pisos, contendo também vestígios de azulejos. Péssimo estado de conservação </li></ul><ul><li>Patologias: </li></ul><ul><ul><li>Intervenções anteriores </li></ul></ul><ul><ul><li>Elementos faltantes </li></ul></ul><ul><ul><li>Stress mecânico </li></ul></ul><ul><ul><li>Desgaste e sujidades </li></ul></ul><ul><ul><li>Vandalismo </li></ul></ul>Identificação das Patologias – Ambiente 04 <ul><li>Parede: </li></ul><ul><li>Parede de tijolo maciço original fechado em partes faltantes com cimento, reconstrução de paredes desabadas com blocos cerâmicos. </li></ul><ul><li>Patologias: </li></ul><ul><ul><li>Intervenções anteriores </li></ul></ul><ul><ul><li>Elementos faltantes </li></ul></ul><ul><ul><li>Umidade ascendente e descendente </li></ul></ul><ul><ul><li>Agentes biológicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Vegetação superior (fachada) </li></ul></ul><ul><ul><li>Sujidades e vandalismo </li></ul></ul>Piso Vista lateral
  19. 19. Identificação das Patologias – Ambiente 04 <ul><li>Cobertura: </li></ul><ul><li>De estruturas metálicas aparentemente original, recoberta por telhas metálicas. </li></ul><ul><li>Patologias: </li></ul><ul><ul><li>Elementos faltantes </li></ul></ul><ul><ul><li>Umidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Agentes biológicos (microflora) </li></ul></ul><ul><ul><li>Vegetação superior </li></ul></ul><ul><ul><li>Corrosão metálica </li></ul></ul><ul><ul><li>Sujidades e vandalismo </li></ul></ul><ul><li>Porta : </li></ul><ul><li>Portas fechadas com pedras e argamassas provavelmente de cal e areia. </li></ul><ul><ul><li>Umidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Elementos faltantes (portas e gradil) </li></ul></ul><ul><ul><li>Intervenções anteriores </li></ul></ul><ul><ul><li>Agentes biológicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Sujidades e vandalismo </li></ul></ul>
  20. 20. Identificação das Patologias – Ambiente 04 <ul><ul><li>Vegetação superior </li></ul></ul><ul><ul><li>Estrutura com razoável estado de conservação </li></ul></ul><ul><ul><li>Instalações hidráulicas inadequadas </li></ul></ul>
  21. 21. Identificação das Patologias – Elevador <ul><li>Patologias: </li></ul><ul><li>Portas fechadas com pedras e argamassa provavelmente de cal e areia. </li></ul><ul><ul><li>Umidade descendente e por condensação </li></ul></ul><ul><ul><li>Elementos faltantes (cabines) </li></ul></ul><ul><ul><li>Agentes biológicos </li></ul></ul><ul><ul><li>Sujidades </li></ul></ul><ul><ul><li>Corrosão metálica em diversos níveis de degradação </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Oxidação; reação química do metal com o oxigênio </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Erosão </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Ataque seletivo </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Corrosão alveolar (pitting) </li></ul></ul></ul></ul>
  22. 22. Identificação das Patologias – Elevador <ul><li>Problemas: </li></ul><ul><ul><li>Excesso de lixo e entulho na encosta; </li></ul></ul><ul><ul><li>Barras de aço da base bastante degradadas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Excesso de estruturas improvisadas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Instalações hidráulicas inapropriadas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Nascentes de água na encosta </li></ul></ul><ul><ul><li>Gradis bastante degradados </li></ul></ul><ul><li>Observações: </li></ul><ul><ul><li>Estrutura razoavelmente intacta – pequenos problemas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Falta metade da cobertura da parte de cima do elevador; </li></ul></ul>
  23. 23. Identificação das Patologias – Elevador <ul><ul><li>Estrutura de madeira em degradação </li></ul></ul><ul><ul><li>Estrutura de aço – Perda de tinta </li></ul></ul><ul><ul><li>Estrutura de aço do elevador </li></ul></ul><ul><ul><li>Perda do Gradil </li></ul></ul>
  24. 24. Identificação das Patologias – Elevador Detalhe: Pitting
  25. 25. Identificação das Patologias – Elevador Corrosão
  26. 26. Possíveis Soluções: <ul><li>Diante da análise das patologias a equipe propõe uma recuperação e requalificação do elevador do Taboão. </li></ul><ul><li>Fachadas: </li></ul><ul><li>Substituição de todo o reboco comprometido </li></ul><ul><li>Recuperação dos elementos faltantes </li></ul><ul><li>Remoção de toda a microflora </li></ul><ul><li>Pisos: </li></ul><ul><li>Remoção de todo o revestimento não original, substituindo-o por um piso elevado (observando obviamente o PEI) sobre câmaras de ar, evitando o aparecimento de umidade ascendente oriundas do lençol freático e das galerias subterrâneas presentes em toda a encosta. </li></ul>Figura 2 - Contrapiso segundo Massari Figura 1 - Contrapisos
  27. 27. <ul><li>A requalificação: </li></ul><ul><li>As sapatarias devem ganhar novas instalações, adequando sua área ao novo uso do elevador. </li></ul><ul><li>A requalificação da área deverá contar também com a requalificação dos edifícios contíguos, pois estão bastante degradados. </li></ul><ul><li>As ruas devem ter seu calçamento recuperado devido ao péssimo estado e ao grande número de buracos. </li></ul>Possíveis Soluções: <ul><li>Esquadrias e Gradis: </li></ul><ul><li>Recomposição de todos os gradis faltantes ou com alto grau de corrosão. </li></ul><ul><li>Remoção da parte oxidada de todas as peças e revestir com uma nova camada protetora </li></ul><ul><li>(Tintas anti-corrosivas ou mesmo processos de galvanização, se necessário). </li></ul><ul><li>No caso dos gradis metálicos que foram retirados, sugerimos a sua reconstrução </li></ul><ul><li>Coberturas: </li></ul><ul><li>Remoção de todas as telhas de fibrociimento; </li></ul><ul><li>Deverá ser feito um estudo sobre o tipo original de telha. Sugere-se sua reconstrução e reposição; </li></ul>
  28. 28. Conclusão: O elevador do Taboão não é apenas um elevador, mas também um ícone histórico da cidade de Salvador. Como tal, merece uma atenção especial por parte do governo e da população local. Sua importância não é apenas histórica, mas também estabelece um elo de ligação entre a baixa dos sapateiros e o comércio, sobretudo para os pedestres. É um ícone da engenharia e da arquitetura, representando uma das primeiras edificações de estrutura metálica em Salvador. Se sua importância como elo de ligação é discutível, a qualidade da sua construção com certeza não é, permanecendo com alto grau de conservação mesmo após mais de 50 anos de abandono. O elevador do Taboão não deve ser tratado apenas com a representação do requinte e do glamour de uma época, mas sim como parte de um patrimônio da humanidade, o centro histórico de Salvador, sendo parte integrante do seu frontispício e sendo mais um meio de vencer a grande falha geológica da antiga capital da colônia.
  29. 29. Referências Bibliográficas: Páginas da web: http://www.salvador.ba.gov.br http://www.scielo.br/ http://www.cultura.gov.br/noticias http://www.stp.salvador.ba.gov.br/ http://www.ferrolatino.ch/ http://tiogegeca.blogspot.com/ http://www.atarde.com.br/cidades/ OLIVEIRA, Mario Mendonça de; Tecnologia da conservação e da restauração – Materiais e estruturas; 3º edição; Editora EDUFBA; Salvador, 2008
  1. A particular slide catching your eye?

    Clipping is a handy way to collect important slides you want to go back to later.

×