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Antecedentes do 25 de Abril <ul><li>Em 1928 como todos sabem Salazar foi nomeado ministro das </li></ul><ul><li>finanças, ...
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O 25 de Abril <ul><li>Na véspera, dia 24 de Abril, a canção &quot;E Depois do Adeus&quot;, interpretada  </li></ul><ul><li...
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Porque os cravos? <ul><li>Como não houve a violência habitual das revoluções (manchada de </li></ul><ul><li>sangue inocent...
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25 de abril de 1974 carina 9ºa

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  1. 1. Escola Básica 2,3 nº1 de Elvas História
  2. 2. Antecedentes do 25 de Abril <ul><li>Em 1928 como todos sabem Salazar foi nomeado ministro das </li></ul><ul><li>finanças, conseguiu melhorar as situações económicas, por isso não é </li></ul><ul><li>de estranhar que tenha sido nomeado presidente do conselho de ministros. </li></ul><ul><li>Em 1932 foi aprovado um único partido político autorizado no país, a União </li></ul><ul><li>Nacional / Acção Popular.   </li></ul><ul><li>Nessa altura não havia liberdade, existia censura na actividade política. </li></ul><ul><li>Associativa e sindical eram quase nulas e controladas pela polícia política. </li></ul><ul><li>Havia presos políticos (construíram-se prisões), a Constituição não garantia </li></ul><ul><li>os direitos dos cidadãos, Portugal mantinha uma guerra colonial e por isso </li></ul><ul><li>encontrava-se isolado da comunidade internacional. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>A informação e as formas de expressão cultural eram controladas, </li></ul><ul><li>fazia-se uma censura prévia que abrangia a imprensa, o cinema, o teatro, as </li></ul><ul><li>artes plásticas, a música e a escrita. Não havia liberdade!! </li></ul><ul><li>A actividade política estava condicionada, não existiam eleições livres. </li></ul><ul><li>A oposição ao regime da UNIÃO NACIONAL, era perseguida  pela polícia </li></ul><ul><li>política (PIDE) e tinha de agir na clandestinidade ou refugiar-se no exílio. </li></ul><ul><li>Os oposicionistas, sob acusação de pensarem e agirem contra a ideologia e </li></ul><ul><li>práticas do Estado Novo, eram presos em Colónias Penais (TARRAFAL - em </li></ul><ul><li>Cabo Verde, entre outros) . Não havia Democracia !! </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  4. 4. <ul><li>A Constituição não garantia o direito dos cidadãos à educação, à saúde, ao </li></ul><ul><li>trabalho e à habitação. Não existia o direito de reunião e de livre </li></ul><ul><li>associação. As manifestações eram proibidas por lei. </li></ul><ul><li>Portugal estava envolvido na guerra colonial em Angola, na Guiné e em </li></ul><ul><li>Moçambique, o que gerou protestos de milhares de jovens e se transformou </li></ul><ul><li>num dos temas dominantes da oposição ao regime, com especial realce para </li></ul><ul><li>os estudantes universitários. Não havia Paz !! </li></ul>
  5. 5. O 25 de Abril <ul><li>Na véspera, dia 24 de Abril, a canção &quot;E Depois do Adeus&quot;, interpretada </li></ul><ul><li>por Paulo de Carvalho, transmitida aos microfones dos Emissores </li></ul><ul><li>Associados de Lisboa, pelas 22h 55m, marcava o início das operações </li></ul><ul><li>militares contra o regime. </li></ul><ul><li>No dia 25 de Abril de 1974, pelas 00 horas e 30 minutos são ocupadas </li></ul><ul><li>as instalações da Rádio Televisão Portuguesa, da Emissora Nacional, da </li></ul><ul><li>Rádio Clube Portuguesa, do Aeroporto de Lisboa, do Quartel General, do </li></ul><ul><li>Estado Maior do Exército, do Ministério do Exército, do Banco de </li></ul><ul><li>Portugal e da Marconi, locais estratégicos considerados fundamentais. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Pelas 4 horas e 20 minutos, é difundido pelo Rádio Clube Português, o </li></ul><ul><li>primeiro comunicado ao país do Movimento das Forças Armadas (MFA). </li></ul><ul><li>Duas horas depois, Forças da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, </li></ul><ul><li>estacionam no Terreiro do Paço. </li></ul><ul><li>Às 13 horas e 30 minutos, as forças paramilitares leais ao regime, </li></ul><ul><li>começam a render-se. A Legião Portuguesa é a primeira. </li></ul><ul><li>Pelas 14 horas, inicia-se o cerco ao Quartel do Carmo. </li></ul><ul><li>Dentro do Quartel estão refugiados Marcelo Caetano , </li></ul><ul><li>Presidente do Conselho e dois Ministros do seu gabinete. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Às 16 horas e 30 minutos, terminado o prazo inicial para a </li></ul><ul><li>rendição, anunciado por megafone pelo Capitão Salgueiro Maia, oficial </li></ul><ul><li>que comandava o cerco e após algumas diligências feitas por mediadores </li></ul><ul><li>civis, Marcelo Caetano faz saber que está disposto a render-se e </li></ul><ul><li>pede-se a comparência no Quartel de um oficial do MFA de patente </li></ul><ul><li>não inferior ao coronel. </li></ul><ul><li>Uma hora depois, o General Spínola , mandatado pelo MFA, </li></ul><ul><li>entra no Quartel do Carmo para negociar a rendição do Governo. </li></ul><ul><li>O Quartel do Carmo iça a bandeira branca. Marcelo Caetano </li></ul><ul><li>rende-se às 19 horas e 30 minutos. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>No dia 26 de Abril, à 1 hora e 30 minutos, a Junta de Salvação Nacional </li></ul><ul><li>apresenta-se ao país perante as câmaras da RTP. </li></ul><ul><li>Pelas 7 horas da manhã, por ordem do Movimento das Forças Armadas, na </li></ul><ul><li>Pontinha, o Presidente do Conselho, Marcelo Caetano, o Presidente da </li></ul><ul><li>República, Américo Tomás e outros elementos ligados ao antigo regime, são </li></ul><ul><li>enviados para a Madeira. </li></ul><ul><li>Às 9 horas e 30 minutos, a PIDE rende-se, após conversa telefónica </li></ul><ul><li>entre o General Spínola e Silva Pais. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>As primeiras eleições livres, realizaram-se a 25 de Abril de 1975. </li></ul><ul><li>Num acto eleitoral com uma taxa de participação de 91.7%, os </li></ul><ul><li>portugueses elegeram a Assembleia Constituinte, incumbida de </li></ul><ul><li>elaborarem e aprovar a Constituição da República. </li></ul><ul><li>A 2 de Abril de 1976, a Assembleia Constituinte aprovou a </li></ul><ul><li>Constituição da República. </li></ul>
  10. 10. Porque os cravos? <ul><li>Como não houve a violência habitual das revoluções (manchada de </li></ul><ul><li>sangue inocente), o povo ofereceu flores (cravos) aos militares que </li></ul><ul><li>os puseram nos canos das armas. </li></ul><ul><li>Em vez de balas, que matam, havia cravos por todo o lado, </li></ul><ul><li>significando o renascer da vida e a mudança! </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Trabalho realizado por: </li></ul><ul><li>Carina Fonseca nº3 </li></ul><ul><li>Francisco Costa nº6 </li></ul><ul><li>Joana Capelas nº9 </li></ul><ul><li>Mafalda Claudino nº16 </li></ul><ul><li>9ºA </li></ul>
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