Apresentação cp síntese mabe

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  • 1. APRESENTAÇÃO SIMPLIFICADA DO RELATÓRIO DO MODELO DE AVALIAÇÃO DAS BE’s - Ano Letivo de 2010/2011 - Conselho Pedagógico de 12 de Setembro de 2011
  • 2. BE da EB1 Professor Romeu Gil Dom í nio Avaliado An á lise Interna Pontos fortes A. Apoio Curricular
    • - A BE está integrada no PE, no RI e no PAA do agrupamento e representada no CP.
    •   
    • - Trabalho colaborativo da BE com o departamento e com projetos/serviços existentes na EBPRG e Agrupamento (48 actividades realizadas colaborativamente com os departamentos e/ou projetos/clubes da unidade orgânica) .
    •  
    • Todas as turmas desenvolveram atividades com e na BE por mais que uma vez. 100% das turmas participaram, em pelo menos dois, dos projectos desenvolvidos. 98% dos professores utilizam a BE ou os seus recursos no âmbito das suas funções docentes todos os meses. Houve 475 registos para utilização da zona multimédia. 82% dos docentes articulou ou planeou actividades com a PB, neste ano lectivo, e 75% já colaborou na realização de actividades na BE ou em sala de aula com turmas/grupos, bem como, na selecção ou produção de materiais de apoio necessários à condução de actividades na BE ou em sala de aula; sobre a experiência de trabalho colaborativo 100% asseverou ter sido positiva ou muito positiva. 85% dos alunos referiu deslocar-se à BE, no mínimo, todos os períodos, com os professores ou a seu pedido e 95% respondeu sentir-se apoiado pela PB ou por outros professores afectos à BE, quando utilizam este espaço.
    • No âmbito das NAC foram dinamizados 2 projetos (Projeto “Educar para a Cidadania” em parceria com o Banco Alimentar contra a Fome e projeto multicultural “Nós e os Outros: Ligar Culturas através do Diálogo”) e 2 semanas temáticas que contaram com a participação de 348 alunos (79%), pertencentes a 15 turmas (71%) e 15 professores (71%).
    • - Facilidade de comunicação entre a BE e a equipa de PLNM e o Núcleo de Educação Especial. Foram adquiridos para a BE materiais solicitados pelo Núcleo de Educação Especial.
    • - A BE apoiou fortemente o desenvolvimento das actividades no âmbito do Plano Nacional de Leitura, disponibilizando o espaço para a realização de exposições de trabalhos realizados pelos alunos, facultando recursos de carácter diverso, estabelecendo contactos com editoras para aquisição de material livro, promovendo concursos literários, dinamizando feiras do livro, leitura encenada de histórias, encontro com escritores…
    • Os computadores estiveram funcionais durante todo o ano lectivo e a sua manutenção foi assegurada pela equipa da BE e elemento da PTE. 100% dos docentes da amostra referiu que promove a utilização da BE ou dos seus recursos nos trabalhos de pesquisa efectuados pelos alunos. A BE possui um quadro interactivo para uso da comunidade escolar
    • - Organização e dinamização de Workshops TIC para Pais/E.E., que, segundo os formandos, permitem, por um lado, a aproximação do estudante “adulto” à escola, e, por outro, a aquisição de novos conhecimentos, os quais podem vir a ser importantes na vida profissional. Esta atividade promoveu um trabalho de parceria entre as BE’s das escolas básicas, a Coordenação de Estabelecimento da EBPJR e os serviços administrativos desta escola.
    •   - Dinamização de projetos que visam o desenvolvimento da literacia da leitura (implementação do projeto do projeto “Contos com Cores, Sons e Sabores”, junto de 5 turmas) e da literacia digital e tecnológica (implementação do projeto “Escrita Interativa – Vamos Escrever”, junto da turma 3º/4ºC).
  • 3. BE da EB1 Professor Romeu Gil Dom í nio Avaliado An á lise Interna Pontos fortes A. Apoio Curricular
    •   - A BE produz e difunde um conjunto diversificado de materiais de apoio para as diferentes atividades (divulgação realizada através dos seguintes meios/instrumentos: blogue, página de facebook, boletim informativo digital, conta de Slideshare, myebook).
    • A BE produz e difunde materiais lúdicos que podem ser utilizados na formação de utilizadores (Guia de Utilizador e flor com a CDU – “As Cores que nos Ensinam a Ler”. O plano de trabalho da BE inclui atividades de formação de utilizadores para alunos no sentido de promover o valor da BE, motivar para a sua utilização, esclarecer sobre as formas como está organizada e ensinar a utilizar os diferentes serviços. 90% dos alunos revela desenvolver competências para o uso da BE, após as sessões de formação de utilizadores.
    • “ Construção” de uma RED através da plataforma Diigo .
    • Mais de 80% dos docentes classificam, de bom ou muito bom, o seu conhecimento sobre os recursos da BE e o nível dos recursos da BE para apoio à sua prática educativa/letiva.
    • Rentabilização, por parte dos docentes, das ferramentas disponibilizadas pela BE. Todos os PTT promovem a utilização da BE ou dos seus recursos nos trabalhos de pesquisa a efetuar pelos alunos, 62% de uma forma regular e 38% de uma forma ocasional.
    • - 82% classifica as suas competências pessoais para o uso autónomo da BE ou dos seus recursos, com os seus alunos de “Boas”. Todos consideram ter um bom nível nas competências para explorar diferentes materiais (livros, CD, DVD, Internet) e usá-los em situação de ensino-aprendizagem.
    • 81% dos docentes inquiridos considera ter sido bom ou muito bom o contributo da BE no desenvolvimento das competências tecnológicas e digitais dos alunos. 75% dos docentes considera que a BE influencia muito, nos seus alunos, o desenvolvimento de valores e atitudes de convivência, iniciativa, cooperação e autonomia.
    • - 93% dos alunos avalia os trabalhos realizados na BE como meio de desenvolvimento das competências nas várias áreas do saber; Entre 84% e 90% dos alunos inquiridos considera “boas” as aprendizagens efetuadas na BE (para o uso das TIC, para a exploração de diferentes materiais, na elaboração de trabalhos de pesquisa e respetiva apresentação). 93% dos alunos consideram que os trabalhos de pesquisa realizados na BE ou utilizando os seus recursos exigem deles capacidade de iniciativa, autonomia e cooperação com os colegas.
    • - 95% dos alunos respondem que o trabalho na BE, ou tendo por base os seus recursos, contribui para que se vão sentindo mais seguros e confiantes nas tarefas da pesquisa, consulta e produção de informação que têm de realizar.
    • Envolvimento de toda a comunidade educativa nas atividades dinamizadas no âmbito do projeto Escola Solidária. O envolvimento de Encarregados de Educação (E.E.)/Pais e familiares em várias atividades/projetos escolares (semana da leitura, feira do livro, sonhar com os livros, …)
  • 4. BE da EB1 Professor Romeu Gil Dom í nio Avaliado An á lise Interna Pontos Fracos Planeamento Estratégico / Ações para Melhoria A. Apoio Curricular
    • A BE organiza atividades de formação de utilizadores para alunos apenas no início do ano letivo e não organiza formalmente atividades de formação de utilizadores junto dos docentes.
    • 29% dos docentes não participaram em atividades no âmbito das áreas de NAC em parceria com a BE.
    • A utilização da BE nas aulas de Apoio ao Estudo é diminuta.
    • O n.º de documentos requisitados para sala de aula, no âmbito das ACND, não foi contabilizado. A BE possui um livro de controlo de empréstimos para sala de aula, no entanto, estes empréstimos não são discriminados por área curricular.
    • - Apoio ao estudo autónomo pouco desenvolvido. Nos questionários aplicados aos alunos, 11% a 18% dos discentes referiu que gostava de saber mais sobre: “Como fazer trabalhos de pesquisa”; “Como organizar um trabalho”; “Como encontrar informação na internet”; “Como encontrar informação nos livros”.
    • O horário da BE: este espaço está encerrado no período do almoço.
    • Apesar do nº. elevado de Pais/E.E. interessados em frequentar os workshops em TIC (152 interessados), apenas 10 se inscreveram e somente 7 compareceram na formação.
    • Os workshops em TIC ministrados por iniciativa da BE na escola não contemplaram os docentes, apenas os Pais/E.E.
    • A BE não desenvolveu ações, em articulação com as estruturas de coordenação educativa e de supervisão pedagógica, no sentido de definir um currículo de competências transversais adequado a cada ano/ciclo de escolaridade.
    • - Poucas atividades dinamizadas adequadas/adaptadas aos alunos de sala UEM.
    • - Organizar ações (in)formais de formação sobre a BE junto dos docentes.
    • - Promover reuniões da PB com os PTT no âmbito das NAC para que sejam rentabilizados os recursos de BE nestas áreas.
    • - No livro de controlo de empréstimos para sala de aula, registar a área curricular disciplinar ou não disciplinar que o material requisitado vai servir;
    • - Elaborar, em colaboração com os PTT, materiais de apoio ao estudo/pesquisa e disponibilizá-los no blogue da BE (Ex.: “Como fazer trabalhos de pesquisa”; “Como organizar um trabalho”; “Como encontrar informação na internet”; “Como encontrar informação nos livros”; “Como fazer uma indicação bibliográfica ou uma citação”…);
    • - Alargar o horário da BE (manter o espaço aberto no período do almoço).
    • - Afetar à BE mais recursos humanos (professores e técnicos operacionais). Envolver os alunos na vida da BE, criando um grupo de monitores ou “amigos” da biblioteca.
    • - Continuar os workshops em TIC para Pais/E.E. e estendê-los aos alunos e docentes interessados;
    • - Definir um currículo de competências transversais adequado a cada ano/ciclo de escolaridade, em articulação com as estruturas de coordenação educativa e de supervisão pedagógica;
    • Criar um banco de recursos específicos para os alunos com necessidades educativas especiais (com sugestões dadas pelo núcleo de Educação Especial);
    • - Incentivar ao uso do modelo de pesquisa elaborado pela BE.
  • 5. Dom í nio Avaliado An á lise Interna Pontos Fracos Planeamento Estratégico / Ações para Melhoria A. Apoio Curricular
    • - Inexistência de planeamento antecipado com os docentes na realização de trabalhos de pesquisa (na internet e nos livros) na BE. Apenas 21% dos docentes afirma utilizar o “guião/modelo de pesquisa proposto pela escola ou pela BE” como apoio para os trabalhos de pesquisa dos alunos.
    • - Constata-se que os alunos apresentam dificuldades na pesquisa e selecção da informação acabando, com frequência, por copiar a informação (apesar de o não admitirem).
    • 18% dos professores não costuma articular e/ ou planear actividades com o Professor Bibliotecário ou com a equipa da BE.
    • - A BE não organizou actividades de formação para docentes e alunos, no âmbito da literacia tecnológica e digital.
    • - Planear antecipadamente com os docentes o trabalho de pesquisa a realizar na BE.
    • - Promover, em colaboração com os docentes, materiais informativos e de apoio à adequada utilização da Internet, guiões e outros materiais de apoio à pesquisa e utilização da informação pelos alunos.
    •  - Estabelecer um plano articulado e progressivo (ao longo dos vários anos/ciclos de escolaridade) para o desenvolvimento das competências de informação.
    • - Reforçar a articulação entre a BE e o trabalho de sala de aula.
    • - Melhorar as comunicações formais entre todas as BE’s do agrupamento e a equipa PTE;
    • Garantir o bom estado das redes (ligar à internet os PC’s que ainda não estão com ligação), equipamentos (colocar em funcionamento mais 4 PC´s na zona multimédia) e software existente na BE.
    • - Organizar atividades de formação para docentes e alunos, no âmbito da literacia tecnológica e digital;
    • - Inscrever no guia de utilizador da BE um conjunto de orientações para o uso responsável dos recursos de informação.
  • 6. BE da EB2,3 Padre José Rota Dom í nio Avaliado An á lise Interna Pontos fortes A. Apoio Curricular - A BE está integrada no PE, no RI e no PAA do agrupamento e representada no CP.    - Trabalho colaborativo da BE com todos os departamentos e com muitos projetos/serviços existentes na EBPJR (60 actividades realizadas colaborativamente com os departamentos e/ou projetos/clubes da unidade orgânica) .     - Elevada taxa de requisição da BE e dos seus recursos:  83% dos professores recorre à BE todos os períodos, no âmbito das suas funções docentes; em AP, FV e EA, a zona multimédia da BE foi requisitada, em contexto de sala de aula, 69 vezes; registaram-se 2454 entradas de alunos, na zona multimédia; 89% dos docentes articulou ou planeou actividades com a PB, neste ano lectivo, e 78% já colaborou na realização de actividades na BE ou em sala de aula com turmas/grupos; sobre a experiência de trabalho colaborativo, 100% asseverou ter sido positiva ou muito positiva; 90% dos alunos referiu deslocar-se à BE, no mínimo, todos os períodos, com os professores ou a seu pedido e 92% respondeu sentir-se apoiado pela PB ou por outros professores afetos à BE, quando utilizam este espaço. - Dinamização dos projetos “Educar para a Cidadania”, em parceria com o Banco Alimentar contra a Fome, e “Nós e os Outros: Ligar Culturas através do Diálogo”, em Área de Projeto e Formação Cívica; estes 2 projetos envolveram 274 alunos e 7 professoras, apoiando muitos docentes responsáveis por estas duas áreas curriculares não disciplinares.      - Trabalho colaborativo com o Núcleo de Educação Especial, no âmbito do projeto “Alunos Monitores na BECRE”; foram programadas actividades adequadas ao perfil dos alunos com necessidades educativas especiais e selecionou-se e adquiriu-se material livro de apoio à Educação Especial, de acordo com as indicações da Coordenadora deste núcleo. - Os computadores estiveram operacionais durante o ano letivo e responderam bem à procura dos utilizadores; houve a preocupação de selecionar um docente da área das TIC como professor colaborador da BE; 100% dos docentes da amostra referiu que promove a utilização da BE ou dos seus recursos nos trabalhos de pesquisa efetuados pelos alunos.     - Organização e dinamização de Workshops TIC para Pais/E.E., que, segundo os formandos, permitem, por um lado, a aproximação do estudante “adulto” à escola, e, por outro, a aquisição de novos conhecimentos, os quais podem vir a ser importantes na vida profissional. Esta atividade promoveu um trabalho de parceria entre as BE’s das escolas básicas, a Coordenação de Estabelecimento da EBPJR e os serviços administrativos desta escola.      - A BE apoiou fortemente o desenvolvimento das atividades no âmbito do Plano Nacional de Leitura, disponibilizando o espaço para a realização de exposições de trabalhos realizados pelos alunos, facultando recursos de caráter diverso, estabelecendo contactos com editoras para aquisição de material livro, promovendo concursos literários, dinamizando feiras do livro, leitura encenada de histórias, recitais de poesia, encontro com poetas e escritores…    - Sistemática e profícua articulação do trabalho desenvolvido na BE com inúmeros projetos/serviços existentes na escola: Desporto Escolar, PES, “Leituras Cruzadas”, “Escola Solidária”, Gabinete da Geração PróForte, “Comenius”, Cursos CEF de Informática da ES (no âmbito dos estágios dos discentes).
  • 7. BE da EB2,3 Padre José Rota Dom í nio Avaliado An á lise Interna Pontos fortes A. Apoio Curricular
    • A BE é rentabilizada em atividades de substituição relacionadas com a OPTL (Ocupação Plena dos Tempos Livres).
    • - As atividades programadas pela BE, em conjunto com os docentes de LP, envolveram todas as turmas da escola (há algumas turmas que participaram mais do que uma vez em muitas atividades).
    •  
    •   - Dinamização de projetos que visam o desenvolvimento da literacia da leitura (implementação do projeto “Leituras Cruzadas: Contar a Natureza”, junto das turmas de 8º ano, e do projeto “Contos com Cores, Sons e Sabores”, junto de 2 turmas do 5º ano).
    •   
    •   - Parceria com o Museu Municipal de Vila Franca de Xira na comemoração de efemérides, através de palestras, o que possibilita a contextualização local de determinados acontecimentos históricos; trabalho de parceria com entidades externas, designadamente, com a ES Gago Coutinho e com a Força Aérea Portuguesa, na divulgação de alternativas de percursos escolares após o 9º ano.
    •  
    •   - A organização de exposições na BE constitui um efetivo e eficaz apoio ao currículo; os alunos deslocam-se, em contexto de sala de aula, com os professores à BE, resolvendo as atividades propostas a partir da informação veiculada nas exposições.
    •   
    •    - A BE produz e difunde um conjunto diversificado de materiais de apoio para as diferentes atividades (divulgação realizada através dos seguintes meios/instrumentos: blogue, página de facebook, boletim informativo digital, oficina de imagem, Conta de Slideshare).
    • A BE produz e difunde materiais lúdicos que podem ser utilizados na formação de utilizadores (Guia de Utilizador e flor com a CDU – “As Cores que nos Ensinam a Ler”.
    • - “Construção” de uma RED através da plataforma Diigo .
    •   
    • Na Oficina de Imagem, os alunos participam em atividades no domínio da literacia digital e tecnológica (embora esta participação seja efetuada recreativamente).
    • 100% dos docentes inquiridos considera ter sido bom ou muito bom o contributo da BE no desenvolvimento das competências tecnológicas e digitais dos alunos; 75% dos docentes considera que a BE exerce uma grande influência nos alunos relativamente ao desenvolvimento de atitudes de convivência, iniciativa, cooperação e autonomia.
    • Entre 84% e 93% dos alunos inquiridos considera “boas” ou “muito boas”as aprendizagens efectuadas na BE (para o uso das TIC, para a exploração de diferentes materiais, na elaboração de trabalhos de pesquisa e respetiva apresentação); 83% dos alunos refere que os trabalhos de pesquisa realizados na BE contribuem para o desenvolvimento da sua capacidade de iniciativa, autonomia e cooperação com colegas.
  • 8. BE da EB2,3 Padre José Rota Dom í nio Avaliado An á lise Interna Pontos Fracos Planeamento Estratégico / Ações para Melhoria A. Apoio Curricular
    • Existe uma pequena percentagem de docentes (17%) que, ainda, não reconhece o valor educativo da BECRE.
    • O n.º de documentos requisitados para sala de aula, no âmbito das ACND, não foi contabilizado; a BE possui um livro de controlo de empréstimos para sala de aula, no entanto, estes empréstimos não são discriminados por área curricular.
    • Apoio ao estudo autónomo pouco desenvolvido; nos questionários aplicados aos alunos, 63% dos discentes referiu que gostava de saber mais sobre: “Como fazer trabalhos de pesquisa”; “Como organizar um trabalho”; “Como encontrar informação na internet”; “Como encontrar informação nos livros”.
    • Não construção de maletas pedagógicas para apoiar os docentes responsáveis pelos apoios educativos (Português Língua Não Materna, Geografia, História e Matemática); uma docente do NEE especificou, na questão 7.1. do questionário, que faltam na BECRE manuais de estudo, fichas do 1º Ciclo e jogos para faixas etárias mais novas; um docente de Matemática referiu, na mesma questão, que é necessário instalar nos PC’s da BE software específico de Matemática (ex. Geogebra) e o programa Java (fundamental para a exploração de Applets).
    • Apesar do nº. elevado de Pais/E.E. interessados em frequentar os workshops em TIC (152 interessados), apenas 10 se inscreveram e somente 7 compareceram na formação.
    • O horário da BE: este espaço está encerrado no período do almoço e nem sempre esteve aberto ao público (a assistente operacional afeta à BE é deslocada muitas vezes para outros serviços, para colmatar a sistemática e recorrente falta de assiduidade de outros assistentes operacionais desta escola).
    • A BE não estabeleceu qualquer trabalho colaborativo com o grupo de Francês.
    • Os workshops em TIC ministrados por iniciativa da BE na escola não contemplaram os docentes, apenas os Pais/E.E.
    • Organizar sessões (in)formais de formação sobre a BE para os docentes e alunos (e não só para os 5º anos);
    • No livro de controlo de empréstimos para sala de aula, registar a área curricular disciplinar ou não disciplinar que o material requisitado vai servir;
    • Elaborar, em colaboração com docentes de cada departamento, materiais de apoio ao estudo/pesquisa e disponibilizá-los no blogue da BE (Ex.: “Como fazer trabalhos de pesquisa”; “Como organizar um trabalho”; “Como encontrar informação na internet”; “Como encontrar informação nos livros”; “Como fazer uma indicação bibliográfica ou uma citação”…);
    • Iniciar a construção de um banco de recursos específicos para os alunos com necessidades educativas especiais (com sugestões dadas pelo núcleo de Educação Especial);
    • Instalar nos PC’s da BE software específico de Matemática (ex. Geogebra) e o programa Java (fundamental para a exploração de Applets);
    • Melhorar as comunicações formais entre todas as BE’s do agrupamento e a equipa PTE;
    • Continuar os workshops em TIC para Pais/E.E. e estendê-los aos alunos e docentes interessados;
    • Alargar o horário da BE (manter o espaço aberto no período do almoço) e evitar a deslocação da AO afeta à BE para outros locais da escola (para colmatar a sistemática e recorrente falta de assiduidade de outros assistentes operacionais);
    • - Propor e adoptar um modelo de apoio à pesquisa e utilização da informação uniforme para todo o agrupamento (Ex. Big6);
  • 9. BE da EB2,3 Padre José Rota Dom í nio An á lise Interna Pontos Fracos Planeamento Estratégico / Ações para Melhoria A. Apoio Curricular
    • - A BE organiza atividades de formação de utilizadores, junto dos alunos, apenas no início do ano letivo (e apenas para as turmas do 5º ano) e não organiza formalmente este tipo de atividades junto dos docentes.
    • A BE elaborou um guião de pesquisa de informação a ser usado por toda a escola (Big6), no entanto, este ainda não foi divulgado.
    • - Apesar das respostas recolhidas nos questionários, os alunos revelam ainda pouca autonomia e responsabilidade, conducentes a uma aprendizagem autónoma e activa.
    • Definir um currículo de competências transversais adequado a cada ano/ciclo de escolaridade, em articulação com as estruturas de coordenação educativa e de supervisão pedagógica;
    • Promover, em colaboração com os docentes, materiais informativos e de apoio à adequada utilização da Internet;
    • Organizar actividades de formação para docentes e alunos, no âmbito da literacia tecnológica e digital;
    • Incluir no Guia do Utilizador um conjunto de orientações para o uso responsável da informação;
    • - Alargar a plataforma Diigo , solicitando a colaboração de todos os grupos de recrutamento.
  • 10. BE da ES Forte da Casa Dom í nio Avaliado An á lise Interna Pontos fortes D. Gestão da Coleção
    • - A PB reformulou todos os excertos das determinações contidas na documentação institucional que define os objectivos e regula o funcionamento da escola/agrupamento, referentes à BE, nomeadamente PAA; RI, documentos relativos ao funcionamento da coleção e Plano de Ação da BE, assim como todos os aspectos contidos nos documentos que regem o funcionamento da BE e que se relacionam com este item.
    • -As 3 PB’s reuniram-se regularmente para redação de documentos, programação de atividades e concertação de estratégias variadas. Registos de projectos/ actividades envolvendo trabalho na/ com a BE.
    • Estatísticas de utilização da BE. Registos de projectos/ actividades envolvendo trabalho na/ com a BE.
    • Estatísticas de utilização da BE.
    • - A informação é recolhida com recurso ao sistema automatizado de gestão bibliográfica.
    • Registos de observação, questionários, entrevistas ou outros realizados no âmbito da avaliação da BE,já citados.
    • Ao longo do ano lectivo registaram-se:
    • Total de frequentadores - 7937 registados, (no mês de janeiro não se contabilizaram as entradas por falência do sistema operativo da inscrição, do qual somos alheios) .
    • Foram impressas cerca de 2339 fotocópias a preto 1128 e a cores , num total de 3477 fotocópias.
    • Empréstimos : - 1ºperíodo 503 , 2º período 407 - 3º período – 204
    • Total Empréstimos: - 1114 – média de 1 livro por aluno, por ano lectivo.
    • Presenças: - - 1ºperíodo 151 prof, 3507 alunos , 2º período – profs. 52. Alunos, 3313 - 3º período – Alunos -2291- profs.55.Total contabilizado: 9369
    • Total: alunos registados - Há alunos que entram e saiem durante o dia várias vezes só se registando uma vez p/dia. Registos de projetos/ atividades desenvolvidos pela BE, já citados anteriormente e on-line na Blogoteca das bibliotecas do Agrupamento forte da Casa.
    • Promoção de competências digitais.Blogue-http://biblioteca digital.blogspot.com.
    • - Organizar e informatizar a coleção, respeitando as linguagens normalizadas instituídas.
    • Facultar o acesso online do catálogo a todos os utilizadores/interessados.
    • Todo o acervo documental está etiquetado, classificado, registado e etiquetado, tendo neste momento cerca de registos. O catálogo está on-line , disponível na Blogoteca, na plataforma e num mono-posto na Biblioteca escolar ESFC. Em todos os computadores onde seja pertinente.
    • O serviço Empréstimo está operacionalizado, e pretende-se iniciar o ano lectivo com a sua implementação.
  • 11. BE da ES Forte da Casa Dom í nio Avaliado An á lise Interna Pontos fortes D. Gestão da Coleção
    • O Manual de Procedimentos está em elaboração, para adaptação da inclusão das três bibliotecas de níveis diferentes de ensino. Sendo que o da ESFC está finalizado.
    • Conclusões:
    • -A BE está integrada no funcionamento global da escola, que a contempla na formulação e desenvolvimento da sua missão, princípios e objectivos estratégicos e operacionais.
    • -Os órgãos de direcção, administração e gestão reconhecem o valor da BE, garantindo condições adequadas em termos de recursos humanos com qualidade e de verba para o seu funcionamento.
    • - A BE assume-se e é entendida como um recurso activo ao serviço da escola. O professor bibliotecário integra o conselho pedagógico. Os órgãos de direcção, administração e gestão reconhecem o valor da articulação/planificação entre a BE e os vários departamentos curriculares e demais estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica.
    • - A BE faculta bons serviços e articula actividades/ projectos com a escola – 60 a 79% do número de utilizadores avalia positivamente o trabalho da BE.
    • - A BE funciona em horário contínuo. Proporciona condições de acesso e responde satisfatoriamente às solicitações e acompanhamento e formação dos utilizadores. Regista taxas de utilização entre 60 e 79% do número total de utilizadores.
    • A BE implementa um sistema de avaliação e de melhoria contínuo, planificando e orientando a sua acção com base nos dados obtidos.
    • A BE foi contemplada pela Fundação Calouste Gulbenkian, com 4500 euros para apoiar o projecto”Aprender a estudar no séc.XVI”, a implementar este ano lectivo.
    •  
    • Perfis de desempenho: Condições humanas e materiais para a prestação dos serviço
    •  
    • O professor bibliotecário possui formação correspondente ao seu conteúdo funcional, nos termos da legislação vigente .
    • - O professor bibliotecário exerce uma boa gestão, procurando mobilizar a equipa e a escola para o valor e para o trabalho com a BE – 60 a 79% dos utilizadores servidos pela BE avaliam muito positivamente este item.
    • - A equipa é, no que respeita às competências e ao número e dos seus elementos, adequada às funções da BE. Tem o seu conteúdo funcional bem definido e responde bem às solicitações dos utilizadores.
    • - A BE apresenta boas condições de espaço e o mobiliário e os equipamentos adequam-se bem ao trabalho na escola.
    • - Os equipamentos tecnológicos (hardware e software) respondem às necessidades da escola e estão actualizados – 60 a 79% dos utilizadores avaliam positivamente este item.
  • 12. BE da ES Forte da Casa Dom í nio Avaliado An á lise Interna Pontos Fracos Planeamento Estratégico / Ações para Melhoria D. Gestão da Coleção
    • Realizar reuniões com departamentos curriculares e demais estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica que discutam e definam os objetivos e a missão da BE nas suas práticas.
    •   -Rever os documentos já mencionados na perspectiva de agrupamento, política de coleção e manual de procedimentos.
    • -Reforçar a articulação de objetivos e de trabalho com departamentos e docentes.
    • Formação de uma Equipa BE, cosa com professores motivados para reforçar o Papel da BE na escola e comunidade educativa e local.
    • - Reforçar a acção da BE no apoio ao funcionamento da escola e às actividades de ensino/ aprendizagem.
    • -Manter um diálogo constante com o Director e sua equipa, partilhando dificuldades e sucessos.
    • Promover exposições e encontros, divulgar trabalhos, envolver os pais e EE.
    • -Criar uma equipa adequada que responda às necessidades da escola, de forma a criar possibilidades de funcionamento num horário alargado.
    • Criar mais condições de acolhimento e um ambiente propício à fruição do espaço e ao estudo e pesquisa/ uso da informação.
    • Apoiar os utilizadores no acesso e na procura e produção da informação, incentivando uma cultura de acesso e uso da BE e dos recursos.
    • Articular/ planificar com departamentos curriculares e demais estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica e docentes.
    • - Criar mais dinâmicas de promoção cultural e difundir essas práticas aos formandos.