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 DINÂMICA DE RELACIONAMENTO ENTRE ATORES DE PROJETOS GOVERNAMENTAIS: O CASO DO M-GOV DO PARANÁ
 

DINÂMICA DE RELACIONAMENTO ENTRE ATORES DE PROJETOS GOVERNAMENTAIS: O CASO DO M-GOV DO PARANÁ

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Este estudo debruçou-se sobre a experiência do Governo do Estado do Paraná com o uso de telefone celular para prestação de serviços ao cidadão, investigou como surgiu e como se deu a ...

Este estudo debruçou-se sobre a experiência do Governo do Estado do Paraná com o uso de telefone celular para prestação de serviços ao cidadão, investigou como surgiu e como se deu a construção do Projeto Governo Móvel (m-Gov), no período de 2000 a 2010.

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     DINÂMICA DE RELACIONAMENTO ENTRE ATORES DE PROJETOS GOVERNAMENTAIS: O CASO DO M-GOV DO PARANÁ DINÂMICA DE RELACIONAMENTO ENTRE ATORES DE PROJETOS GOVERNAMENTAIS: O CASO DO M-GOV DO PARANÁ Presentation Transcript

    • Curitiba, 23 março 2011 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMNISTRAÇÃO MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO DINÂMICA DE RELACIONAMENTO ENTRE ATORES DE PROJETOS GOVERNAMENTAIS: O CASO DO M-GOV DO PARANÁ Mestranda: Beatriz Barreto Brasileiro Lanza Orientadora: Professora Maria Alexandra Viegas Cortez da Cunha, Dr.
    • CONTEXTUALIZAÇÃO Reforma do Estado - mudança da relação entre o Estado e o cidadão. Governo eletrônico - uso de TI em políticas públicas, gestão pública e prestação de serviços ao público. Governo Móvel - e-Gov em tecnologias móveis. Privatização de telecomunicações - massificação do acesso. Ampliação da telefonia móvel - maior que a telefonia fixa. Potencial dos telefones celulares - Brasil 5ª posição mundial; 202 milhões de aparelhos - densidade 104%. Pré-pagos 82,36%; SMS 58%. Contraste - 31,2% computadores 23,8% internet. Governo do Estado do Paraná - um dos pioneiros em m-gov, referência, persiste ao longo do tempo.
    • REFERENCIAL TEÓRICO Método Histórico MASON (1997), LANGLEY (1999), REED (1999), MARTINS (2001), O'BRIEN (2004), VIZEU (2010) Pelas vantagens oferecidas na compreensão de fenômenos contemporâneos relacionados ao uso da TI. Teoria de Redes GRANOVETTER (1985), QUANDT; SPINOSA (2003), DUARTE et al. (2008), CRUZ (2007), WARSSERMAN; ROSSONI (2006) A posição dos atores em rede afeta o processo de transformação das estruturas influenciando nas escolhas, orientações e decisões.
    • Reforma do Estado CASTOR; FRANÇA (1986), FERRAREZI (1997), BRESSER (1997), CUNHA; MIRANDA (2008) Mudança da relação entre o Estado e o cidadão. Governo Eletrônico BLUMM; SOUZA (1998), CHAHIN et al. (2004), SANTOS (2004), CUNHA et al . (2007), RIECKEN; LANZA (2007) A relação com o cidadão e a sociedade por meio da TI. Governo Móvel MOON (2004), KUSHCHU; YU (2004), DINIZ; GREGÓRIO, (2007), CUNHA et a l. (2007), TRIMI; SHENG (2008) O m-gov é inevitável. As maiores influências para adoção do m-gov incluem, os avanços tecnológicos da rede sem fio e internet, desenvolvimento de modelos de negócio e os serviços ofertados pelo governo nesta plataforma. REFERENCIAL TEÓRICO
    • JUSTIFICATIVAS
      • Teórica
      • Relação de projetos corporativos e Teoria de Redes.
      • Poucos trabalhos acadêmicos na área.
      • Como e quanto as redes influenciam na adoção
      • e implementação de projetos corporativos de m-gov.
      • Prática
      • Ampliação do uso da tecnologia móvel na sociedade.
      • Governo não utiliza m-gov no Brasil.
      • Servir de apoio na implementação de projetos corporativos
      • de m-gov.
    • OBJETIVO GERAL Investigar como a dinâmica de relacionamento dos atores contribui para o estabelecimento de um projeto corporativo de governo móvel.
    • OBJETIVOS ESPECÍFICOS
      • Conhecer o Projeto m-Gov do Governo do Paraná, detalhando os principais eventos e fases;
      • identificar quais foram e são os atores relevantes;
      • ressaltar os papéis desempenhados pelos atores em cada fase;
      • identificar os aspectos de colaboração e a configuração das relações entre os atores;
      • analisar a densidade de colaboração dos atores;
      • descrever os resultados da colaboração dos atores;
      • analisar as causas da persistência do Projeto.
    • METODOLOGIA
      • Estudo de caso, de caráter exploratório, métodos quantitativo e qualitativo.
      • Postura epistemológica - pressupostos positivistas .
    • METODOLOGIA
      • População - organizações participantes do projeto - as estatais públicas do Governo do Paraná e organizações da iniciativa privada
      • O rganizações entrevistadas : CASA CIVIL, CCTG, CEASA, CELEPAR, DEPEN, DETRAN, e-PARANÁ, IAPAR, JUCEPAR, POLÍCIA CIVIL, SEAP, SECS, SEFA, SEOG E SETP. Iniciativa privada: SERCOMTEL, BRT, GLOBAL, TIM e VIVO. Total: 20 atores.
    • METODOLOGIA
      • A pesquisa em duas etapas:
      • a primeira, associada ao primeiro objetivo, "conhecer o projeto m-gov do Paraná.
      • a segunda, associada aos demais objetivos.
    • METODOLOGIA
      • Instrumentos, Coleta e Análise dos dados
        • Primários – 6 entrevistas e 42 questionários
        • Técnica Bola de Neve
        • Técnica de análise de conteúdo
        • UCINET
        • Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).
      • Secundários – pesquisa documental
        • Matérias na imprensa, descrição de projetos, relatórios, atas de reuniões, contratos e convênios formais; textos e artigos publicados em revista e em jornais, emails , documentos internos.
        • Técnica de análise documental
        • Autorização governamental.
    • RESULTADOS
      • Conhecer o projeto - principais eventos e fases
    • RESULTADOS 2. Identificar os atores relevantes
    • RESULTADOS 3. Ressaltar os papéis desempenhados pelos atores
      • Segundo Diniz e Gregório (2007):
      • Gerar a oferta de serviços e, regulamentar as operadoras
      • Criar e manter a infraestrutura tecnológica
      • Desenvolvimento das aplicações
      • Integrar e organizar técnica e financeiramente
      • Nossa pesquisa (2011):
      • Provedor de Conteúdo
      • Desenvolvedor de Solução
      • Broker
      • Fornecedor de SMS
      • Contratador de SMS
      • Disseminador do m-Gov
    • RESULTADOS 4. Identificar os aspectos de colaboração e configuração (Fase 1)
    • RESULTADOS Colaboração e configuração (Fase 2)
    • RESULTADOS Colaboração e configuração (Fase 3)
    • RESULTADOS Colaboração e configuração (Fase 4)
    • RESULTADOS Colaboração e configuração (Fase 5)
    • RESULTADOS 5. Densidade dos relacionamentos
    • RESULTADOS 6. Resultados da colaboração
    • RESULTADOS 7. Motivos da permanência no Projeto
      • Foi percebido (CCTG e SETP):
      • amadurecimento na relação;
      • aprendizagem;
      • perspectiva a longo prazo de manter esta tecnologia;
      • propósito agilizar o processo de atendimento por SMS.
    • CONCLUSÃO
      • Linha do Tempo do m-Gov – emergir categorias ou informações que não estavam explícitos, claros, nominados. (Obj 1)
      • O papel do ator – é tão importante o seu desempenho pessoal quanto a sua representação institucional. (Obj 2)
      • A relação contratual comercial tão almejada pelos atores (3ª Fase), não foi suficiente para sustentar o Projeto. (Obj 3)
      • Os motivos pelos quais os atores se inserem num projeto podem tornar uma rede mais densa ou frágil. (Obj 4 e 5)
      • Os resultados estão relacionados a institucionalização, a densidade das relações dos atores. (Obj 6)
      • A perspectiva a longo prazo, além da aprendizagem, qualidade e intensidade de relacionamento entre os atores é importante para sustentação de um projeto corporativo. (Obj 7)
    • CONCLUSÃO
      • Organizações voltadas ao cumprimento da sua missão institucional permaneceram por mais tempo no projeto.
      • Alcançar um objetivo almejado não é suficiente para sustentar um projeto corporativo.
      • A reunião dos atores e discussão conjunta fez com que o projeto corporativo crescesse – portanto evidencia-se a importância da institucionalização do e-Gov.
      • As interações mostraram que a dinâmica de relacionamento entre os atores contribuiu para amadurecer uma ideia, o uso de uma tecnologia, o amadurecimento e declínio do projeto.
    • PESQUISAS FUTURAS Em especial, sugere-se: i) replicar o estudo em outros governos de diferentes esferas, no Brasil ou no Exterior; ii) continuar este estudo longitudinal, verificando como esse projeto se comporta no tempo; iii) acrescentar outros indicadores que possam medir resultados, como por exemplo, volume de SMS utilizados. Desenvolver um estudo que permita avaliar e comparar outros projetos de m-Gov no Brasil e, mais importante, em seu alcance social propor um ou vários modelos de negócios de m-Gov.
    • m-Obrigada
    • AGRADECIMENTOS
      • Minha orientadora
      • Todos os professores do Mestrado
      • As secretárias do Programa
      • Colegas e amigos do Mestrado
      • Minha família
      • Aos respondentes da minha pesquisa
      • Celepar
    • Ao meu pai