Comunidades de praticas - EBEAlgarve2009

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EBEAlgarve2009 - Comunicação de abertura:
Título: Comunidades de Prática: um conceito útil para pensar sobre…
Autor: Madalena Pinto dos Santos
Web: http://madalenapintosantos.googlepages.com


Evento: Encontro de Bibliotecas Escolares do Algarve
Tema: Construção de redes / construção de conhecimentos
Data: 5 de Maio 2009

Published in: Education, Technology
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  • Joint Enterprise. The members of a CoP are there to accomplish something on an ongoing basis; they have some kind of work in common and they see clearly the larger purpose of that work. They have a "mission."  In the simplest of terms, they are "up to something." Mutual Engagement. The members of a CoP interact with one another not just in the course of doing their work but to clarify that work, to define how it is done and even to change how it is done. Through this mutual engagement, members also establish their identities at work. Shared Repertoire. The members of a CoP have not just work in common but also methods, tools, techniques and even language, stories and behavior patterns.  There is a cultural context for the work.
  • Reflexão sobre a aprendizagem assumimos que partilhamos umamnoão de aprendizagem mas assumimos N coisas; nunca saímos da escola em que distingue o aprender na escola do aprender em geral reflectir sobre o significado de aprender O saber – a construção de saberes e a cognição Onde está o saber? a ideia de que o saber está na cabeça o saber distribuído a construção escola dos saberes
  • Reflexão sobre a aprendizagem assumimos que partilhamos umamnoão de aprendizagem mas assumimos N coisas; nunca saímos da escola em que distingue o aprender na escola do aprender em geral reflectir sobre o significado de aprender O saber – a construção de saberes e a cognição Onde está o saber? a ideia de que o saber está na cabeça o saber distribuído a construção escola dos saberes
  • So even if CoP’s seem a bit foreign, we can examine our experiences and likely find instances where we were members of one -- even though we didn’t use that term. Here, then, is a set of questions intended to help you engage in that kind of reflection. The re are no correct answers: the subject here is your experience. Pensa em grupos de que seja membro (em que os membros fazem todos mais ou menos o mesmo trabalho) - Quais são os "reportórios partilhados" desses grupos (as suas rotinas, métodos, ferramentas, processos)? Que parte deles é que decorre da formação explícita para esse trabalho e que parte é que é construída no próprio trabalho? - Pensa em alguns dos "membros fortes" desses grupos. Qual é a base das suas identidades que se relaciona com o trabalho? E a tua própria identidade? É possível dizer quem está no interior desse grupo e quem está fora?  - Para cada um desses grupos é capaz de dizer o que é que o grupo pretende (há algum propósito que lhes dê uma direcção ou objectivo comum)? - O que é que aprendeste enquanto membro desse grupo? Como o aprendeste? O que é que outros aprenderam contigo? Como o aprenderam? - Qual era a relação entre esses grupos e a estrutura organizativa formal em que os grupos estavam inseridos? Como é que os aspectos formais e informais estavam integrados? Como é que as organizações formais e informais interagiam? O que é que corria bem? O que eram pontos de conflito?
  • Comunidades de praticas - EBEAlgarve2009

    1. 1. Comunidades de Prática um conceito útil para pensar sobre… 5 Maio 2009 http://madalenapintosantos.googlepages.com/ [email_address] madalena pinto dos santos
    2. 2. <ul><li>O que são? </li></ul><ul><li>Para que servem? </li></ul><ul><li>Porquê falar delas? </li></ul><ul><li>O que tem a ver comigo? </li></ul><ul><li>Elementos críticos para… (cultivar, sustentar, actuar em e com…) </li></ul>
    3. 3. Comunidades de prática espaços sociais de acção, de saberes e identidades Mais que ‘executar tarefas’ é actuar com : - negociar, complementar, colaborar; - identificar e partilhar problemas e recursos; - planear e implementar respostas locais Pessoas-em-acção no mundo social
    4. 4. Ser Humano é gerado no viver social historicamente em formações sociais uma questão relacional Lave 1996, p. 149
    5. 5. De onde vem... ( de Jean Lave a Etienne Wenger ) aprender em práticas sociais participar em CoP PLP, identidade, newcomers e oldtimers , CoP 1991 o que é aprender-na-prática ? pessoa, estatutos, modos de participar, projectos de vida 1990 pessoa total em acção com os cenários pessoa que resolve problemas 1988 relação actividade - cenário cognição, actividade, contexto 1984 focos termos data
    6. 6. Em vez de se perguntar... Que tipos de processos cognitivos e estruturas estão envolvidas na aprendizagem? … a questão-chave passa a ser Que tipo de práticas sociais proporcionam contextos indutores de aprendizagens?
    7. 7. Aprendizagem aprender como experiência Wenger, 1998, p.5 Aprendizagem significado aprender como tornar-se aprender como pertencer aprender como fazer prática identidade comunidade
    8. 8. teorias da prática teorias da identidade teorias da estrutura social teorias da experiência situada teorias da colectividade teorias do poder teorias do significado teorias da subjectividade teoria social de aprendizagem Wenger , 1998, p. 14 Giddens Strauss, Giddens Bourdieu Goffman, Garfinkel
    9. 9. http://www.ewenger.com/theory/ ver Quick start-up O que são Comunidades de Prática? São grupos de pessoas que partilham uma paixão por algo que sabem fazer e que interagem regularmente para aprender como o fazer melhor Que elementos fundamentais? A definição da área de preocupação partilhada e as questões chave As relações entre os membros e o sentido de pertença O corpo de conhecimento, métodos, histórias, casos, ferramentas, documentos Domínio Comunidade Prática
    10. 10. Numa Comunidade de Prática a base comum que os participantes partilham é a prática Quando surge a necessidade , os membros trocam histórias acerca daquilo de que são parte, ajudam-se uns aos outros a fazer sentido delas, atribuem sentido às suas experiências. Ao participar nessas vivências , os membros aperfeiçoam as suas compreensões, partilham o que descobriram e as suas intuições, fortalecem a sua eficiência e conhecimento.
    11. 11. Características das CoP <ul><li>Mais que estar junto num dado momento para algo específico </li></ul><ul><li>- Capta parcialmente significados socialmente negociados </li></ul><ul><li>Novos membros herdam muitos desses significados a partir das experiências dos mais antigos </li></ul><ul><li>- É na experiência que os significados emergem como hipóteses são testados e negociados socialmente </li></ul>Herança histórico-cultural comum <ul><li>Indivíduos são parte de algo mais amplo </li></ul><ul><li>A comunidade também é parte de algo mais amplo – comunidades em rede </li></ul><ul><li>Contribui para um sentido de propósito partilhado e de identidade </li></ul>Sistema interdependente <ul><li>Capacidade de se reproduzir com a integração de novos membros </li></ul><ul><li>Novos membros engajam-se na prática existente com pares próximos e exemplares da prática </li></ul><ul><li>Com o tempo : * os novos membros apropriam-se da prática (e rituais) e substituem os membros mais experientes * a prática é transformada , vai sendo alterada </li></ul>Ciclo de reprodução
    12. 12. Valor do conceito identifica um agrupamento social, não em virtude de características abstractas ou só da co-presença, mas em virtude de uma prática partilhada Eckert, 2006 Os participantes envolvem-se nessas práticas em virtude do seu lugar na CoP e do lugar da CoP numa ordem social mais ampla
    13. 13. Prática – fonte de coerência da CoP engajamento mútuo reportório partilhado responsabilidade ritmos negociação histórias artefactos estilos conceitos discursos diversidade engajada sustentar a prática fazer coisas juntos empreendimento conjunto
    14. 14. complexidade discursos cumplicidades actuações coordenadas Alinhamento histórias partilhadas d e aprendizagem relações interacções Modos de pertença (e de aprender) Engajamento Imaginação imagens de possibilidades imagens de si p róprio imagens do mundo e do passado/futuro
    15. 15. Condições de engajamento continuidade competência mutualidade Interacção Possibilidade de estar na periferia Definição de tarefas conjuntas Espaço para tomar iniciativas Ferramentas adequadas Responsabilidade perante os outros Memória reificativa Memória participativa
    16. 16. Condições de imaginação exploração reflexão orientação Condições de alinhamento coordenação convergência
    17. 17. <ul><ul><li>sobre a vossa prática social </li></ul></ul><ul><ul><li>Reportórios partilhados (rotinas, métodos, ferramentas, processos). Como surgem, se desenvolvem e se partilham? </li></ul></ul><ul><ul><li>Membros fundamentais   (característicos, marcantes) Como os reconhecem? </li></ul></ul><ul><ul><li>Domínio e Identidade (de que se trata, que história) Como se definem? Que relações?  </li></ul></ul><ul><ul><li>Para onde caminham, alguma direcção partilhada? </li></ul></ul><ul><ul><li>O que aprendem (que acham específico da prática) Como? Com quê? </li></ul></ul><ul><ul><li>Relações com a(s) estrutura(s) organizativa(s) em que se inserem Que visibilidade têm os aspectos formais? E os aspectos informais? O que é que corre bem? O que são pontos de conflito? Como são encarados e resolvidos? </li></ul></ul>
    18. 18. Alguns dos factores críticos Domínio que entusiasma um núcleo forte Coordenação capaz e com reputação Envolvimento de especialistas Aborda detalhes da prática Bom ritmo e mistura de actividades Relevância estratégica do domínio Coordenação visível mas sem micro-controlo Dança entre estruturas formais e informais Recursos adequados Atitudes consistentes Comunidade Organização http://www.ewenger.com/theory/ ver Quick start-up
    19. 19. <ul><ul><li>Parcialização do saber </li></ul></ul><ul><ul><li>Horizontalidade da aprendizagem </li></ul></ul><ul><ul><li>Personalização </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>cada um com a sua trajectória e história </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>sentido de ter uma voz (a diferença e o reconhecer-se) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>autoria (a marca de cada um) </li></ul></ul></ul>Porquê pensar assim HOJE? Exige Reflexividade-na-acção, Reciprocidade e Confiança
    20. 20. <ul><li>O quê e com quê </li></ul><ul><ul><li>modos de interpretar e de agir no mundo </li></ul></ul><ul><ul><li>modos de falar </li></ul></ul><ul><ul><li>recursos (ferramentas e ideias) </li></ul></ul><ul><ul><li>identidades </li></ul></ul><ul><li>Como </li></ul><ul><li>participando em práticas transformativas transformando(-se) </li></ul><ul><li>actuar e pertencer </li></ul>Aprender - O quê? Com quê? Como?
    21. 21. E na escola ? <ul><li>Em que comunidade (s) inserimos os nossos alunos? Quais aquelas em que queremos que eles sejam membros ? </li></ul><ul><li>Que domínio (s) de acção, saber e valores lhes devemos proporcionar ? </li></ul><ul><li>Que práticas instituir, mobilizar, promover, sustentar para que eles aprendam a ser … participando? </li></ul>
    22. 23. Para saber mais http:// www.infed.org/biblio/communities_of_practice.htm http://www.allkm.com/communities_of_practice/communities_of_practice.php http://www.3ct.com/ridf/Cedip/productions/En%20lignes/Fiche%20technique/Numero28/ftechnique28.htm# (em francês) http://www.kmol.online.pt http://www.kmol.online.pt/pessoas/WengerE/entrev_1.html http:// www.mathcs.duq.edu/~packer/DevPsych/DPtropes.html http://funderstanding.com/communities_of_practice.cfm http://www.ewenger.com/theory/communities_of_practice_intro.htm http://kmblogs.com/public/blog/85526 http://www.co-i-l.com/coil/index.shtml http://www.sethkahan.com/index.html http://www.direitodeaprender.com.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=173&Itemid=30&phpMyAdmin=235a81f3915361ef48c71e68d4a10df2

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