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Atencao oncologica

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  • Se um fumante está tentando deixar de fumar numa sociedade onde é ampla a aceitação social do tabagimso, vais ser muito mais difícil para ele. Ele vai chegar em casa vai encotrnar o filho fumando, a mulehr fumando, depois de ter passado o dia inteiro rodeados de fumantes em casa. A maioria dos fumantes recaem em situações denominadas de armadilhas e uma deleas é estar ao lado de fumantes. É uma reação em cadeia. Portanto é preciso quebrar essa cadeia de favorecimentos ao comprtamento de fumar. O aumento do conhecimento dos malefícios do tabaco, estímulos para deixar de fumar através de campnahas ações educativas em canais comunitários, junto com pol’ticas de restrições nesses ambietnes representam uma improtante estratégia para quebrar os estímulos psicossociais ao consumo e assim facilitar a cessação de fumar.
  • Transcript

    • 1. Situação do Câncer no Brasil Ações de prevenção e controle Gulnar Azevedo e Silva Mendonça Coordenação de Prevenção e Vigilância Instituto Nacional de Câncer
    • 2. Magnitude do câncer na mortalidade e morbidade
    • 3. Distribuição proporcional das mortes por grupos de causa, Brasil , 1930-2002 Fontes: MS/SVS/DASIS/CGIAE/Sistema de Informação sobre Mortalidade – SIM MS/INCA/Conprev/Divisão de Informação Magnitude do câncer na mortalidade
    • 4. - Agressões - Doenças cerebrovasculares - IAM - Acidentes de transporte - Doenças crônicas das vias aéreas inferiores - Pneumonia - Diabetes Mellitus - Hipertensão - Câncer de Pulmão - Doenças isquêmicas do coração - Afecções Perinatais - Câncer de Próstata Mortalidade proporcional pelas 12 principais causas específicas* , segundo CID-BR, Brasil , 2002 * 88 patologias ou agravos específicos= 65% total sinais e sintomas mal definidos= 14% diagnósticos imprecisos= 21% Fonte: SIM, DATASUS, 2004 - Doenças cerebrovasculares - IAM - Diabetes Mellitus - Pneumonia - Hipertensão - Doenças crônicas das vias aéreas inferiores - Doenças isquêmicas do coração - Câncer de Mama - Afecções Perinatais - Acidentes de transporte - Septicemia - Câncer de Pulmão
    • 5. Mortalidade proporcional pelas 12 principais causas específicas* , segundo CID-BR, idades abaixo de 50 anos , Brasil , 2002 - Afecções Perinatais - Doenças cerebrovasculares - Acidentes de transportes - Agressões - Pneumonia - HIV - Câncer de Mama - IAM - Septicemia - Mal formação congênita do aparelho circulatório - Diabetes Mellitus - Feto e recém nascidos afet. fatores maternos e complicações da gravidez
      • - Agressões
      • - Acidentes de transporte
      • Afecções Perinatais
      • HIV
      • - IAM
      • - Pneumonia
      • - Doenças cerebrovasculares
      • - Afogamento e submersões acidentais
      • - Lesões auto provocadas voluntariamente
      • - Doença alcoólica do fígado
      • - Transtorno mental provocado pelo álcool
      • - Fibrose e cirrose do fígado
      * 88 patologias ou agravos específicos= 65% total sinais e sintomas mal definidos= 14% diagnósticos imprecisos= 21% Fonte: SIM, DATASUS, 2004
    • 6. Mortalidade proporcional pelas 12 principais causas específicas* , segundo CID-BR, Es tado do Rio de Janeiro , 2002 - Agressões - Doenças cerebrovasculares - IAM - Diabetes Mellitus - Acidentes de transporte - Doenças crônicas das vias aéreas inferiores - Pneumonia - Hipertensão - Câncer de Pulmão - Doenças isquêmicas do coração - HIV - Câncer de Próstata - Doenças cerebrovasculares - IAM - Diabetes Mellitus - Hipertensão - Pneumonia - Câncer de Mama - Doenças crônicas das vias aéreas inferiores - Doenças isquêmicas do coração - Septicemia - Câncer de Cólon, reto e ânus - Câncer de Pulmão - Insuficiência renal * 88 patologias ou agravos específicos= 65% total sinais e sintomas mal definidos= 14% diagnósticos imprecisos= 21% Fonte: SIM, DATASUS, 2004
    • 7. Mortalidade proporcional pelas 12 principais causas específicas* , segundo CID-BR, idades abaixo de 50 anos , Estado do Rio de Janeiro , 2002 - Doenças cerebrovasculares - Afecções Perinatais - HIV - Agressões - Câncer de Mama - Acidentes de transportes - IAM - Pneumonia - Diabetes Mellitus - Hipertensão - Septicemia - Câncer de Colo do útero
      • - Agressões
      • - Acidentes de transporte
      • HIV
      • - Afecções Perinatais
      • - IAM
      • - Doenças cerebrovasculares
      • - Pneumonia
      • Tuberculose respiratória
      • Fibrose e cirrose do fígado
      • Afogamento e submersões acidentais
      • - Diabetes Mellitus
      • - Quedas
      * 88 patologias ou agravos específicos= 65% total sinais e sintomas mal definidos= 14% diagnósticos imprecisos= 21% Fonte: SIM, DATASUS, 2004
    • 8. Taxas de mortalidade* para todas as neoplasias, homens e mulheres , Brasil, 1979 a 2002 * Ajustadas pela População Padrão Mundial, 1960. Homens Mulheres Fonte: SIM, DATASUS, 2004 IARC, 2002
    • 9. Evolução temporal da mortalidade* por câncer, homens , Brasil , 1979-2002 Traquéia, Brônquio e Pulmão Estômago Próstata Cólon e Reto * Ajustadas pela População Padrão Mundial, 1960. Fonte: SIM, DATASUS, 2004 IARC, 2002
    • 10. * Ajustadas pela População Padrão Mundial, 1960. Traquéia, Brônquio e Pulmão Mama Feminina Cólon e Reto Estômago Colo do Útero Evolução temporal da mortalidade* por câncer, mulheres , Brasil , 1979-2002 Fonte: SIM, DATASUS, 2004 IARC, 2002
    • 11. Razão Incidência / Mortalidade - Brasil Fonte: MS/Instituto Nacional de Câncer – INCA, 2004.
    • 12. Homens Mulheres Estimativa do número de casos novos de câncer* para o ano de 2005, homens e mulheres, Brasil * Exceto pele não nelanoma. Fonte: MS/Instituto Nacional de Câncer – INCA, 2004 .
    • 13. Representação espacial dos coeficientes de incidência de câncer, em homens, por Unidade da Federação Fonte: MS/Instituto Nacional de Câncer – INCA, 2004.
    • 14. Representação espacial dos coeficientes de incidência de câncer, em mulheres, por Unidade da Federação Fonte: MS/Instituto Nacional de Câncer – INCA, 2004.
    • 15. Peso no SUS
    • 16. (*) exceto causas obstétricas Produção informada SUS Fonte: www.datasus.gov.br/2004
    • 17. Produção informada SUS Fonte: www.datasus.gov.br/2004
    • 18. Ações nacionais implementadas pelo INCA
    • 19. Histórico
      • 1986
        • Criação do PRO-ONCO
          • Programa para desenvolver ações de controle do câncer
          • Abrangia ações de detecção precoce
      • 1996
        • Criação do Projeto Viva Mulher , vinculado ao Pro-Onco
        • Controle do Câncer do Colo do Útero com implantação do Projeto Piloto Viva Mulher em 5 cidades
        • Criação da CONTAPP
      • Coordenação Nacional de Tabagismo e Prevenção Primária
      • 1998
        • CONPREV : Junção das Coordenações do PRO-ONCO e CONTAPP
        • Objetivo: formular políticas de prevenção e coordenar, em nível nacional, a implantação das ações de detecção precoce dos cânceres do Colo do Útero, de Mama, Boca, Intestino, Próstata, Pele e outros
      Ações nacionais implementadas pelo INCA
    • 20. Ações nacionais implementadas pelo INCA Tabagismo & Outros Fatores R$ 33.326.194,00 Colo do Útero & Mama R$ 40.741.659,00 Avaliação e Vigilância R$ 8.407.356,00 Total R$ 82.475.209,00 Total Geral dos Recursos Investidos pelo Ministério da Saúde/INCA 1997-2002
    • 21. Ações nacionais implementadas pelo INCA Controle do Tabagismo e outros Fatores de Risco
    • 22. Convênio para Prevenção e Controle Tabagismo e outros Fatores de Risco de Câncer Ações subsidiadas por convênios em parceria com as 27 SES Celebração nos anos de: 1997, 2000 e 2002 Recursos Investidos pelo Ministério da Saúde/INCA 1997 – R$ 11.384.478,00 2000 – R$ 11.000.006,00 2002 – R$ 10.941.710,00 R$ 33.326.194,00 Programa Nacional de Controle do Tabagismo
    • 23. Ações educativas + promoção da cessação de fumar Ações legislativas/ políticas Ações econômicas DESCENTRALIZAÇÃO INTERSETORIALIDADE PARCERIAS MONITORAMENTO MONITORAMENTO MONITORAMENTO Lógica das Ações
    • 24. 1 - Trabalho em rede INCA ações educativas Pontuais
      • Escolas
      • Ambientes de trabalho
      • Unidades de Saúde
      Ambientes Livres do Cigarro
      • Campanhas
      • Mídia
      • Eventos
      Cessação de Fumar Estratégias
    • 25. 2 - Regulação dos produtos de tabaco 3 - Controle do tabaco como ação de estado
      • Comissão Nacional para Controle do Tabaco - (1999)
      • Comissão Nacional para Implementação da Convenção Quadro para Controle do Tabaco - (2003) -11 ministérios
      ANVISA - 1999 – (conteúdos –propaganda:primeiras mensagens de advertência em 1988) . Estratégias
    • 26. INCA SES
      • Coordenação, articulação, supervisão e avaliação
      SMS
      • Realização de Campanhas
      • Coordenação e articulação de ações:
        • Escolas
        • Unidades de Saúde
        • Ambientes de Trabalho
      Processo de Descentralização das Ações 1989 – 2001 27 Estados e 3030 municípios
    • 27. Política de Controle do Tabagismo no Brasil Atuação do INCA TRABALHO EM REDE Indução de Ações Legislativas e Econômicas capacitação Articulação Disseminação de informação Lobby Indução de política
    • 28. Advertências mais fortes - agosto 2004 Clique em http ://www.inca. gov . br /tabagismo/ frameset . asp ?item= multimidia &link=imagens. swf
    • 29. Resultados Estados % de municípios 26 50% ou mais 16 60% ou mais 12 70% ou mais 25 Estados capacitados para tratamento do fumante 14 Estados com unidades funcionando (56%) Número total de unidades funcionando = 114
    • 30. Prevalência de tabagismo no Brasil, 1989 e 2003 1989* 32% 2003 ** 18,8% Fonte: Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição 1989, IBGE, 2001 Inquérito Domiciliar sobre Comportamentos de Risco e Morbidade Referida de Doenças e Agravos Não transmissíveis – 2003, INCA/SVS, 2004 Resultados Consumo per capita , 1980 - 2003 = - 42% Fonte: população acima dos 15 anos : IBGE mercado informal : 1992 a 2002: SRF/MF- 2003: Mckinsey & Company, 2004. produção e exportação: SRF/MF  
    • 31. Comparação* PNSN (1989) e Inquérito – Percentual de fumantes atuais de cigarros, na população de 15 anos ou mais em 7 capitais brasileiras e no DF, 2002-2003 *Ajustada pela população do Censo 2000. Prevalência de tabagismo
    • 32. Percentual de fumantes regulares de cigarros, por escolaridade , na população de 15 anos ou mais em capitais brasileiras e no DF, 2002-2003 Dados do Inquérito Domiciliar sobre Comportamentos de Risco e Morbidade Referida de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, INCA/SVS, 2002-2003 Fonte: INCA, SVS,2004
    • 33. *Ajustada pela população do Censo 2000. Percentual de cessação de tabagismo Na população de estudo de 15 anos ou mais em capitais brasileiras e no DF, 2002-2003
    • 34. Ações Nacionais Implementadas pelo INCA Prevenção e Controle Câncer do Colo do Útero e Câncer de Mama
    • 35.
      • Convênios
      • Projeto Piloto em 1998 com as SMS de: Belém, Curitiba, Distrito Federal, Rio de Janeiro e SES/SE: R$ 5.985.770,00
      • Ações subsidiadas em parceria com as 27 SES
      • Celebração nos anos de: 1999 e 2002
      • 1999 – R$ 14.921.470,00
      • 2002 – R$ 12.061.600,00
      • R$ 26.983.070,00
      • Comodatos
      • 2000 - 50 - Processadoras: R$ 1.750.000,00
      • 2001 - 50 - Mamógrafos: R$ 5.340.100,00
      • 2003 - 132 - Pistolas: R$ 682.719,00
      • R$ 7.772.819,00
      • Total– R$ 40.741.659,00
      Programa Viva Mulher para Prevenção e Controle de Cânceres do Colo do Útero e de Mama
    • 36. Incidência* de câncer de colo de útero, Brasil , regiões do mundo *Ajustadas pela População Padrão Mundial, 1960. Fonte: Cancer Incidence in Five Continents, Vol. VIII, IARC , 2002 Câncer no Brasil - Dados dos Registros de Base Populacional, Volume III, MS/INCA, 2003
    • 37. Incidência* de câncer de mama, Brasil e regiões do mundo *Ajustadas pela População Padrão Mundial, 1960. Prevenção e Controle Câncer do Colo do Útero e Câncer de Mama Fonte: Cancer Incidence in Five Continents, Vol. VIII, IARC , 2002 Câncer no Brasil - Dados dos Registros de Base Populacional, Volume III, MS/INCA, 2003
    • 38.
      • Histórico
      • 1984
        • Ações de controle do Câncer do colo do útero como uma das prioridades do Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM)
      • 1988
        • Padronização da Nomenclatura, Periodicidade e Faixa Etária
      • 1989 a 1994
        • Normas e Manuais Técnicos
      • 1996
        • Projeto Piloto Viva Mulher (Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo do Útero, coordenado pelo INCA e executado em 5 capitais e 1 estado)
      • 1998
        • 1ª Campanha Nacional
      Detecção Precoce de Câncer de Colo do Útero
    • 39.
      • Ações CONPREV
      • 1999 a 2001
        • Expansão do Programa Viva Mulher em âmbito nacional (com ênfase na detecção precoce) e recurso de convênio com os 27 estados.
        • Implantação do SISCOLO
        • Inserção do Programa Nacional de Controle de Câncer de Mama ao Viva Mulher
        • Ampla capacitação dos estados do Programa Viva Mulher e SISCOLO
        • Distribuição de equipamentos de Colposcopia e aparelhos de CAF às SES
      • 2002
        • 2ª Campanha Nacional
        • Ampla capacitação dos estados do Programa Viva Mulher (seguimento)
        • Supervisão e assessoramento aos estados
        • Introdução do conceito de seguimento na rede assistencial
        • Consenso sobre nomenclatura brasileira para laudos citopatológicos cervicais e condutas clínicas preconizadas
      Detecção Precoce de Câncer de Colo do Útero
    • 40.
      • Ações CONPREV
      • 2003
      • Continuidade Programa Viva Mulher - ênfase na rede de atenção oncológica
      • e interação com vários níveis de complexidade (sem o recurso de convênio)
      • Continuação de assessoria técnica aos estados
      • Publicação da Nova Nomenclatura e Condutas Clínicas
      • 2004
      • Modernização tecnológica do SISCOLO (DATASUS)
      • Revisão de Indicadores para Monitoramento das ações do Programa de controle de câncer de colo do útero (em desenvolvimento)
      Detecção Precoce de Câncer de Colo do Útero
    • 41. Taxas de mortalidade* para câncer de colo do útero Região Nordeste, 1979 a 2002 Fonte:SIM 1979-2002,DATASUS, 2004 IBGE,, 2004 * Ajustadas pela População Padrão Mundial, 1960. Total Capitais
    • 42. Taxas de mortalidade* para câncer de colo do útero, Região Sudeste, 1979 a 2002 * Ajustadas pela População Padrão Mundial, 1960. Total Capitais Fonte:SIM 1979-2002,DATASUS, 2004 IBGE,, 2004
    • 43. Cobertura informada do exame preventivo ginecológico Fonte: INCA, SVS,2004
    • 44. Cobertura informada do exame preventivo ginecológico Fonte: INCA, SVS,2004
    • 45. Cobertura informada do exame preventivo ginecológico Fonte: INCA, SVS,2004
    • 46. Detecção precoce do câncer de mama informada Fonte: INCA, SVS,2004
    • 47. Realização de mamografia informada Fonte: INCA, SVS,2004
    • 48. Estados que conseguiram realizar todas as metas do convênio Programa Viva Mulher Sim = 5 Parcialmente = 15 Não = 5 Sem informação = 2 Resultados
    • 49. Mediana do percentual de casos de tipos de câncer selecionados em estádio inicial (I e II) no momento do diagnóstico para períodos selecionados Fonte: Thuler et al, 2004. Os dados referem-se a 17 Hospitais para o período de 1990-1995; 76 hospitais para o período 1995-1998; 88 hospitais para o período 1999-2002. Colo de útero Mama
    • 50. Ações Nacionais Implementadas pelo INCA P revenção, Controle Avaliação e Vigilância do Câncer
    • 51. Programa de P revenção, Controle Avaliação e Vigilância do Câncer Ações subsidiadas por convênios em parceria com as 27 SES Celebração nos anos de: 1999 e 2002 Recursos Investidos pelo Ministério da Saúde/INCA 1999 – R$ 2.214.706,00 2002 – R$ 6.192.650,00 8.407.356,00
    • 52.
      • Áreas de atuação
      • Registros de Câncer de Base Populacional
      • Registros Hospitalares de Câncer
      • Inquéritos de Fatores de Risco – Domiciliar e Vigescola
      • Estudos especiais
      Programa de Prevenção, Controle Avaliação e Vigilância do Câncer- PAV
    • 53.
      • Atividades em desenvolvimento
      • Desenvolvimento e distribuição dos Sistemas de Informações
      • Capacitação Técnica, Gerencial e em Análise de Dados
      • Disseminação das Informações
      Programa de Prevenção, Controle Avaliação e Vigilância do Câncer- PAV
    • 54. Registros de Câncer de Base Populacional
    • 55. Taxas de Incidência por câncer de Colo do Útero, Útero - SOE e Carcinoma "in situ", ajustadas por idade pela população mundial, por 100.000 mulheres, Salvador, entre 1997 e 2001. Fontes: (1) População Padrão Mundial, modificada por Doll et al.(1966) (2) População de Salvador, 1997-2001 – IBGE Registro de Câncer de Base Populacional de Salvador Divisão de Informação - CONPREV/INCA/MS Tendências de Incidência Registros de Base Populacional de Câncer
    • 56. Curva de Sobrevivência para pacientes com câncer de Mama segundo faixa etária Curva de Sobrevivência para pacientes com câncer de Pulmão segundo gênero Sobrevida em dez anos, RCBP Campinas Registros de Câncer de Base Populacional
    • 57. Registros Hospitalares de Câncer (RHC) implantados nos Centros de Alta Complexidade em Câncer – CACON - SisRHC Existem hoje no Brasil 193 hospitais CACON Destes, 153 CACON possuem RHC: 30% são Hospitais de Câncer 55% são Hospitais Gerais e 15% são Hospitais Universitários 173 hospitais possuem RHC
      • Estados com RHC
      • Estados sem RHC
      Dados dos Registros Hospitalares de Câncer
    • 58. Distribuição dos dez tumores primários mais freqüentes, segundo estadiamento clínico – INCA – 2000 a 2001. Fonte: Registro Hospitalar de Câncer, Hospital do Câncer – Unidade I, II e III /INCA/MS. Dados dos Registros Hospitalares de Câncer
    • 59. Curvas de sobrevida em cinco anos segundo estádio clínico, para pacientes com câncer de mama feminina assistidas no INCA/HC I Rio de Janeiro - 1992 a 1996 Dados dos Registros Hospitalares de Câncer
    • 60. Divulgação de Informação on line Clique em http ://www.inca. gov . br / vigilancia /
    • 61. Prevalência de excesso de peso (IMC  25) por escolaridade, na população de 15 anos ou mais em 15 capitais brasileiras e no DF, 2002-2003 Dados do Inquérito Domiciliar sobre Comportamentos de Risco e Morbidade Referida de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, INCA/SVS, 2002-2003 Fonte: INCA, SVS,2004
    • 62. Percentual de indivíduos insuficientemente ativos (sedentários + irregularmente ativos) por escolaridade, na população de 15 a 69 anos em 15 capitais brasileiras e no DF, 2002-2003 Dados do Inquérito Domiciliar sobre Comportamentos de Risco e Morbidade Referida de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, INCA/SVS, 2002-2003 Fonte: INCA, SVS,2004
    • 63. Ações Nacionais P rojeto Expande
    • 64. Histórico
      • 2000 - Ministério da Saúde institui o Projeto EXPANDE, que tem como finalidade implantar Centros de Alta Complexidade em Oncologia (CACON), nas regiões com ausência ou insuficiência de cobertura assistencial. Inicialmente o Projeto fica vinculado à Direção Geral do INCA.
      • 2001 - EXPANDE integra-se à CONPREV.
    • 65. Ações Realizadas CACON implantados (em processo de implantação 2005) Regiões 2001 2002 2003 2005 Sudeste 01 CACON - MG Inclusão de 550.000 hab. 02 CACON - RJ Inclusão de 1.100.000 hab. 01 CACON - MG Inclusão de 550.000 hab. Norte 01 CACON - TO Inclusão de 550.000 hab. 02 CACON - AC e PA Serão incluídos 1.100.000 hab. Sul 01 CACON - RS Inclusão de 550.000 hab. Nordeste 01 CACON - BA Inclusão de 550.000 hab. 01 CACON - AL Serão incluídos 550.000 hab. Centro-Oeste 01 CACON - DF Serão incluídos 550.000 hab.
    • 66. Ações Nacionais Implementadas pelo INCA Programa de Qualidade de Radioterapia
    • 67.
      • 1999 - 2004
      • Foram visitadas, para avaliação de feixes de fótons utilizados em radioterapia, 40 instituições em 33 cidades.
      • Foram avaliados através de sistema postal, desenvolvido pelo próprio PQRT, 109 feixes de fótons em condições de referência e 45 em condições de não referência.
      • Curso de Atualização para Físicos em Radioterapia usuários de Aceleradores Lineares
      • Participação em Grupo de Trabalho Interministerial Ministério da Saúde/Ministério de Ciência e Tecnologia para compatibilização de normas e procedimentos aplicados à radioterapia.
      Ações Realizadas
    • 68. Atual Gestão
    • 69.
      • Garantir integralidade, universalidade e equidade da atenção oncológica no SUS
      • Participar da construção de uma política ampla de prevenção e controle de DCNT com base nos “efeitos acumulados ao longo da vida”, assumindo o componente câncer
      • Apoiar a implementação das ações de rastreamento com base em evidência científica em todos os níveis de complexidade com metas a serem alcançadas até 2007
      • Avançar na política de regulação da atenção e dos recursos tecnológicos em todos os níveis de assistência ao câncer
      • Reconhecer, processar e agenciar recursos para dar respostas em todos os níveis de atenção ao câncer de acordo com as necessidades regionais
      • Aprimorar e disseminar os sistemas de informação em câncer como ferramenta gerencial para monitoramento das ações
      • Avaliar com as diferentes instâncias de gestão as intervenções dos serviços, programas e políticas, reformulando as estratégias e o processo em todas as etapas de desenvolvimento das ações
      Nossos desafios