Your SlideShare is downloading. ×
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Hidrografia geral e do brasil
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Hidrografia geral e do brasil

3,084

Published on

Published in: Technology, Travel
0 Comments
1 Like
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
3,084
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
127
Comments
0
Likes
1
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. HIDROGRAFIA
    Hidrosfera
    • Esfera líquida do planeta Sólido (Geleiras)
    Gasoso (Vapor d`água)
    Líquido Mares
    Oceanos
    Rios
    Lagos
    Lençóis Subterrâneos
    HIDRO GRAFIA
    ÁGUA DESENHO
    (Desenho da água sobre a superfície terrestre)
    29% Sólido
    71%
    Líquido
    Prof. André Tiago
  • 2. O Ciclo Hidrológico
  • 3. O Ciclo Hidrológico
  • 4. Volume Estimado de Água na Terra
  • 5. Composição das Águas Continentais
  • 6. Reservas de Águas Doces no Planeta
  • 7. Permanência da Água nos Reservatórios
  • 8. Reservas de Água Doce
  • 9. Desigualdade no Acesso à Água Potável
  • 10. Distribuição dos Recursos Hídricos por Continente
  • 11. Subdivisão da Hidrografia
    • Potamografia – estudo das águas “doces”
    Rios Lagos Lençóis Subterrâneos
    • Talassografia – estudo das águas salgadas
    Oceanos {
    Mares {
    (Oceanografia)
    Imensas porções de águas salgadas que cercam os continentes.
    Porções do oceano situadas junto ou dentro dos continentes.
  • 12. Os Oceanos
  • 13. Características dos Oceanos
    • PACÍFICO
    Localizado entre a porção ocidental da América e as porções orientais da Ásia e Oceania
    É o maior os oceanos, abrange uma área aproximada de 180milhões km2
    Área superior a todos os continentessomados
    3. Nele encontramos um imenso número de ilhas e arquipélagos, com destaque:
    Polinésia
    Micronésia
    Melanésia
    Nele encontramos as maiores fossas do planeta
    com destaque:
    Marianas – 10990m
    Mindanao – 11.033m
  • 14. Características dos Oceanos
    ATLÂNTICO
    Localizado entre a porção oriental da América e a porção ocidental da Europa e África.
    Segundo maior oceano do, com cerca de 87 milhões de Km2.
    Nele surge inúmeras ilhas: Açores, Ascensão,
    Santa Helena,
    Fernando de Noronha,
    Madeira.
    Nele também encontramos grandes fossas, como exemplo:
    Milwaukee – 9460 m
    Virgens - 8526m
    Porto Rico – 8320m
  • 15. 5. Esse oceano é cortado pela DORSAL DO ATLÂNTICO
    Imensa cordilheira submersa que se formou a partir do derramamento magmático e movimento das placas tectônicas oceânicas, a exemplo da sul-americana e da africana.
    6. Apresenta grande destaque econômico. Pois serve de elo entre as maiores economias do mundo: América Anglo-Saxônica e Europa Ocidental.
    Características dos Oceanos
  • 16. Características dos Oceanos
    • ÍNDICO
    Localizado entre o sul da Ásia, leste da África e oeste da Oceania
    É o mais tropical dos oceanos.
    Terceiro maior oceano com cerca de 77 milhões de Km2.
    Apresenta grande importância econômica em função do grande fluxo de petroleiros oriundos do Oriente Médio.
    Seu relevo é pouco acidentado e sua maior profundidade é a fossa de Java, com 6650m.
    Apresenta as maiores médias térmicas entre os oceanos:
    Maior evaporação e por conseguinte maior salinidade.
    OBS: O nome desse oceano é decorrente deste banhar todo o litoral indiano.
  • 17. Características dos Oceanos
    • ÁRTICO
    Localizado no extremo norte do planeta.
    Banha o norte da América, da Europa e da Ásia
    Apresenta cerca de 15 milhões de Km2
    É o menor dos oceanos
    A comunicação com o oceano Pacífico se faz através do Estreito de Bering
    Durante quase todo o ano suas águas se apresentam congeladas, formando:
    BANQUISAS= Imensos blocos de água gelada que circula na porção superficial das correntes marítimas.
    ICEBERGS= Imensos blocos de gelo que se desprendem da calota polar ártica, das altas latitudes das terras boreais e da Antártida e, circulam pelos oceanos.
  • 18. Tipos de mares
    • Abertos ou costeiros: São aqueles que se comunicam diretamente com os oceanos:
    Mar das Antilhas Mar da China Mar do Norte
    Mar da Arábia
    • Interiores ou Mediterrâneos: Localizam-se no interior do continente, mantendo contato com as águas oceânicas por meio de estreitos ou canais:
    Mar Vermelho Mar Mediterrâneo Mar Negro
    Mar Báltico
    • Fechados ou isolados: Localizam-se no interior do continente e não se comunicam do outros mares ou oceanos:
    Mar de Aral Mar Cáspio Mar Morto
  • 19.
  • 20. Tipos de Mares
  • 21. Passagens Oceânicas Estratégicas
  • 22. Canal do Panamá
  • 23. Canal do Panamá
  • 24. Mar de Aral: degradação ambiental
  • 25. Subdivisão dos mares
    Golfoé um mar que adentra muito no continente, com formato de grande cavidade.
    Baía é um pequeno Golfo
    Enseada é uma pequena baía
  • 26. Esquema da subdivisão dos mares
    Reentrâncias:
    Porção continental
    Mar
    Golfo
    Baía
    Enseada
  • 27. Características das águas oceânicas
    • Salinidade – Maior ou menor quantidade de
    sais nas águas do mar.
    Estima-se que existe 35g de NaCl para cada 1000g da água.
    Temperatura
    A salinidade Taxa de evaporação
    marinha, varia Precipitação
    em função Região de Desembocadura
    Presença de geleiras
  • 28. Características das águas oceânicas
    1. As águas oceânicas são diferentes das águas dos rios.
    2. O mar se constitui de uma solução altamente complexa de minerais, sais e matéria sólida em suspensão.
    3. Dos minerais mais encontrados nas águas marinhas, destaca-se o NaCl, porém, também estão presentes:
    Cloreto de Magnésio
    Sulfato de Magnésio
    Sulfato de Cálcio
  • 29. Características das águas oceânicas
    MÉDIA DE MINERAIS DAS ÁGUAS
    Tipo de Água
    Carbonatos
    Sulfatos
    Cloretos
    Marinhas
    0.2%
    10%
    8%
    Fluviais
    80%
    13%
    7%
    Fonte: Lucci. Alian Alabi. Geografia: O homem no Espaço Global. Pg337
  • 30. Salinidade dos Mares
    Mar
    Percentual de Salinidade
    Negro
    1.5g/l
    Báltico
    2gl/l
    Vermelho
    4gl/l
    Morto
    40g/l
    Características das águas oceânicas
    Fonte: Lucci, Elian Alabi. Geografia: O homem no Espaço Global.
    MAR MORTO
  • 31. MAR MORTO
  • 32. MAR MORTO
  • 33. Características das águas oceânicas
    • Densidade
    A água do mar é mais densa que a dos rios
    Consequência da maior concentração de sais minerais.
    A densidade varia em função da salinidade e da profundidade.
    Quanto maior a salinidade e a profundidade, maior a densidade
  • 34. Características das Águas Oceânicas
    Temperatura
    Varia em função da taxa de radiação
    Latitude
    Fatores de variação da radiação
    Profundidade
    Latitude: Quanto mais próximo do Equador, maior a radiação e maior a absorção de energia.
    Profundidade: Quanto maior a profundidade, menor a temperatura.
  • 35. MOVIMENTOS DAS ÁGUAS DO MAR (ONDAS)
    • Ondas ou Vagas : São movimentos superficiais produzidos pelos ventos ao tocar a superfície da água produz ondulações que, segundo a intensidade do vento podem converter-se em ondas.
    • 36. Podemos classificar as ondas em:
    Marulhos – Ondas lentas e Onduladas.
    Vagalhões ou Vagas forçadas – Ondas violentas e cavadas.
  • 37. MOVIMENTOS DAS ÁGUAS DO MAR (ONDAS)
    Partes de uma Onda:
    Comprimento
    Ventos
    Crista
    Crista
    Altura
    Cavado
    Cavado
  • 38. MOVIMENTOS DAS ÁGUAS DO MAR (ONDAS) - Tsunamis
    Maremotos: Causados a partir do movimento das placas tectônicas, no assoalho oceânico, ou pela ocorrência de fenômenos atmosféricos de grande intensidade (furacões/tufões).
    Tsunamis: Gigantescas ondas formadas a partir de atividades vulcano-tectônicas submarinas.
  • 39. MOVIMENTOS DAS ÁGUAS DO MAR (ONDAS) - Tsunamis
  • 40. MOVIMENTOS DAS ÁGUAS DO MAR (ONDAS) - Tsunamis
  • 41. TSUNAMI NO OCEANO ÍNDICO - 2004
  • 42. TSUNAMI NO OCEANO ÍNDICO - 2004
  • 43. Banda Aceh – Malásia Dez/2004 (antes e depois)
  • 44. Kalutara – Sri Lanka – Dez/2004 (antes e depois)
  • 45. TSUNAMI - OCEANO ÍNDICO
    2004
  • 46. MOVIMENTOS DAS ÁGUAS DOS MARES (MARÉS)
    • Marés
    São oscilações verticais periódicas que o nível das águas marinhas apresentam.
    São movimentos consequentes da atração gravitacional exercida pela Lua e pelo Sol, em relação à Terra.
  • 47. MOVIMENTOS DAS ÁGUAS DOS MARES (MARÉS)
    De Águas Vivas (Sizígia): grandes amplitudes (Luas Nova/Cheia).
    {
    Tipos de Marés
    De Águas Mortas (Quadratura): pequenas amplitudes (Luas Crescente/Minguante).
  • 48. MOVIMENTOS DAS ÁGUAS DOS MARES (MARÉS)
    Tipos de Marés:
    SIZIGIA (“Águas Vivas”) = Ocorre nos períodos de Lua Nova e Lua Cheia:
    SOL
    Lua Nova
    Lua Cheia
  • 49. MOVIMENTOS DAS ÁGUAS DOS MARE (MARÉS)
    2. QUADRATURA (“Águas Mortas”) = Ocorre nos períodos de Lua Quarto Crescente e Quarto Minguante
    SOL
    Lua ¼ Crescente
    Lua ¼ Minguante
  • 50. MOVIMENTOS DAS ÁGUAS DOS MARES (MARÉS)
    Obs: A Lua influência muito mais as marés em detrimento ao Sol, pois encontra-se muito mais próxima da Terra.
    A IMPORTÂNCIA DOS MOVIMENTOS DAS MARÉS:
    Orientação para chegada e saída das embarcações nos portos.
    Fonte de renda para população litorânea, de baixo poder aquisitivo, que vivem da coleta de moluscos e caça de caranguejos e siris.
    Produção de energia maremotriz.
  • 51. MOVIMENTOS DAS ÁGUAS DO MAR (MARÉS)
    Obs: Só é possível obter energia maremotriz em regiões onde as variações das marés são superiores a 5m de altura. É uma forma dispendiosa e pouco eficaz de produção de energia.
    • A França é o único país da atualidade que faz uso da energia maremotriz.
    • 52. No Brasil só seria possível utilizar essa energia no litoral maranhense, onde as marés sobem cerca de 7,8m.
  • MOVIMENTOS DAS ÁGUAS DO MAR (CORRENTES)
    A existência das correntes marítimas está ligada ao movimento de rotação.
    Os ventos
    Fatores que influenciam Temperaturas
    a direção das correntes A Salinidade
    Marítimas O Relevo Submarino
  • 53. Correntes Marítimas
    No contexto da Geografia, as correntes marítimas são os movimentos mais importantes que as águas oceânicas apresentam.
    Dá-se o nome de correntes marítimas aos deslocamentos das águas oceânicas cuja velocidade seja superior a doze milhas marítimas por dia. (Uma milha marítima corresponde a 1.852m).
    São considerados rios submarinos, pois seguem trajetos bastante regulares e apresentam características físicas bem definidas.
  • 54. MOVIMENTOS DAS ÁGUAS DOS MARES (CORRENTES)
    Podem ser:
    Quentes: Oriundas da zona equatorial.
    Ex.: Guianas e Gulf Stream.
    Frias: Oriundas das regiões polares.
    Ex.: Labrador e Humboldt.
    As correntes marítimas são fundamentais para o estudo do clima, pois seus deslocamentos interferem na umidade, temperatura e chuvas.
    Para alguns países essas correntes são fundamentais, como é o caso da Noruega, Peru e Japão, fortes produtores de peixes. Além de amenizar o clima de outros países do norte Europeu, a exemplo da Irlanda.
  • 55. MOVIMENTOS DAS ÁGUAS DO MAR (CORRENTES) – no Mundo
  • 56. MOVIMENTOS DAS ÁGUAS DOS MARES (CORRENTES) – na América
  • 57.
  • 58. O Efeito Coriolis
    Os ventos alísios deslocam-se, em geral, para o oeste, em função do movimento de rotação da Terra, e, com isso, deslocam as correntes marítimas do Hemisfério Sul no sentido anti-horário e, as do Hemisfério Norte, no sentido horário; porém, na verdade, os ventos não se deslocam de forma curvada e, sim, retilínea.
  • 59. RELEVO SUBMARINO - Representação
  • 60. RELEVO E VIDA SUBMARINA
  • 61. RELEVO SUBMARINO – Margem Continental
    Plataforma Continental
    Profundidade entre 0 e 200m.
    Corresponde ao prolongamento submerso dos continentes.
    Recebe sedimentos de origem continental, transportado das terras emersas.
  • 62. RELEVO SUBMARINO – Margem Continental
    4. Local de concentração de cardumes.
    5. Por ter pequena profundidade em média, a luz solar consegue penetrar totalmente, favorecendo o processo de fotossíntese e a formação de plâncton.
    6. Importante área de lazer.
    7. Região de exploração do petróleo e gás natural.
    OBS: Em função da grande importância econômica, os países estendem suas jurisdições territoriais até os limites da plataforma continental.
  • 63. RELEVO SUBMARINO – Margem Continental
    Talude Continental
    Profundidade entre 200 e 2000m.
    Região mais íngreme do relevo submarino.
    Corresponde à zona batial ou hipoabissal dos biogeógrafos.
  • 64. RELEVO SUBMARINO – Assoalho Oceânico
    Região Pelágica
    Profundidade entre 2000 e 5000m.
    Corresponde a cerca de 80% da área total dos oceanos
    Considerada assoalho das bacias oceânicas
    Nela encontramos as Dorsais
    Cordilheiras que se formam a partir do derramamento magmático, pois, nessa região ocorrem zonas divergentes e convergentes de placas tectônicas, a exemplo dorsal Meso-Atlântica.
  • 65. RELEVO SUBMARINO – Assoalho Oceânico
    Zona Abissal ou abismal
    Profundidades superiores a 5000m.
    Considerada região abiótica.
    Nela encontramos as fossas oceânicas, formadas pelos deslizamento de uma placa tectônica sobre outra.
    Os sedimentos encontrados nessa região são finíssimos, correspondendo aos restos de esqueletos, microorganismos e lama.
  • 66. CÍRCULO DE FOGO DO PACÍFICO
  • 67. Buracos Azuis
  • 68. A configuração de uma praia
  • 69. A configuração de uma praia
  • 70. DIREITO E TERRITÓRIO MARÍTIMO
  • 71. DIREITO E TERRITÓRIO MARÍTIMO
  • 72.
  • 73. O MAR BRASILEIRO
  • 74. A AMAZÔNIA AZUL
  • 75.
  • 76. ESPAÇO AÉREO NACIONAL
    ESPAÇO AÉREO INTERNACIONAL
    MN
    ( ± 22 Km)
    MN
    ( ± 22 Km)
    MAR TERRITORIAL
    ZONA CONTÍGUA
    MN
    ( ± 348 Km)
    ZONA ECONÔMICA EXCLUSIVA
    200 MN
    ( ± 370 Km)
    ÁGUAS JURISDICIONAIS
    150 MN
    ( ± 278 Km)
    350 MN
    ( ± 648 Km)
    PC ESTENDIDA
    LIMITE DE PLEITO DE EXTENSÃO DA PC
    PRAIA
    ALTO-MAR
    LINHA DE BASE
    PLATAFORMA CONTINENTAL
  • 77.
  • 78. O PETRÓLEO NO ATLÂNTICO SUL
  • 79. O PRÉ-SAL
    SEGURANÇA DO PRÉ-SAL
  • 80. BACIAS HIDROGRÁFICAS - Elementos
  • 81. Bacia Hidrográfica - delimitação
  • 82. Elementos de um Vale Fluvial
  • 83. Elementos de um Curso Fluvial
    Nascente ou cabeceira – onde o rio nasce;
    Foz ou desembocadura – onde o rio desemboca. Pode ser do tipo delta, estuário e mista.
    Confluência ou junção – local onde o rio se lança em outro.
    Montante – é a parte do rio em direção à nascente a partir de um determinado ponto.
    Jusante – é a parte do rio em direção à foz a partir de um determinado ponto.
    Margem – é a faixa de terra marginal às águas do rio.
    Leito – trecho recoberto pelas águas ao se escoarem.
    Talvegue – é a parte mais profunda do leito fluvial.
  • 84. Elementos de um Curso Fluvial
    Curso – canal de escoamento que se estende desde a nascente até a foz. É o caminho percorrido pelas águas.
    Meandro – curva no traçado do rio.
    Interflúvio ou divisor de água ou linha de crista – são as partes mais elevadas do relevo, que separam duas vertentes, drenando as águas para diferentes bacias.
    Débito, descarga ou vazão – quantidade de água que um rio escoa em um ponto qualquer de seu curso.
    Vertentes – laterais dos vales fluviais.
    Vale – parte que se estende de um interflúvio a outro.
  • 85. Regime Fluvial
    Resulta de uma série de fatores naturais, como o clima, a vegetação, o tipo de solo, etc. Dentre todos, o clima é o que exerce maior influência.
    Por regime fluvial entende-se a variação sazonal ou periódica do volume de água do rio.
    • Os regimes fluviais podem ser de dois tipos:
    • 86. Perene: existe circulação de água no leito (vazão) o ano todo.
    • 87. Intermitente: quando o rio seca, durante um determinado período do ano.
  • Tipos de Regimes Fluviais ( de acordo com a origem das águas)
    Periglacial – É o regime dos rios que devem sua existência ao derretimento das neves das regiões polares, que ocorre no verão.
    Nival ou Alpino – As cheias ocorrem na primavera e são ocasionadas pelo derretimento da neve. Se não houver neve, mas apenas gelo (geleira), as enchentes ocorrem no verão e o regime é glacial.
  • 88. Tipos de Regimes Fluviais
    Pluvial – Quando a variação do volume das águas está sob a influência direta da quantidade do chuva que o rio recebe. Entre os principais regimes pluviais podem se destacar:
    Equatorial – chuvas abundantes durante o ano todo, apresentando uma curta estação seca.
    Tropical – possuem variação acentuada em seu débito. As cheias são no verão.
    Subtropical – apresentam um débito mais constante durante o ano, ocorrendo cheias em um curto período do verão.
    Semi-árido – devido à inexistência de um período regular de chuvas e à seca prolongada, a maioria dos rios de regime semi-árido tem como característica a intermitência de seus cursos.
  • 89. Rio Meândrico
  • 90. Evolução dos Meandros
  • 91. REDE HIDROGRÁFICA
  • 92. Drenagem e Topografia
  • 93. Tipos de Vales
  • 94. Tipos de Vales
  • 95. Vale Tectônico
  • 96. Vale Glacial
  • 97. Terraços Fluviais
  • 98. Terraços Fluviais
  • 99. O Processo Erosivo Remontante
  • 100. Erosão Remontante – captura fluvial
  • 101. Torrentes
  • 102. Nível de Base - Geral
  • 103. Nível de Base - Local
  • 104. Desembocadura (Foz) – Estuário e Delta
  • 105. Grandes Deltas do Mundo
  • 106. Processo de Sedimentação
  • 107. Tipos de Drenagens
    • Exorréica: quando as águas têm como destino o oceano.
    • 108. Endorréica: os rios deságuam num lago ou mar interior.
    • 109. Criptorréica: a drenagem é realizada subterraneamente, total ou parcialmente.
    • 110. Arréica: quando as linhas da drenagem de uma região são temporárias (efêmeras), devido à rápida infiltração, em terrenos de grande permeabilidade, ou por causa da alta taxa de evaporação (desertos).
  • BACIAS HIDROGRÁFICAS - Mundo
  • 111. RIOS MAIS EXTENSOS DO MUNDO
  • 112. BACIAS HIDROGRÁFICAS - Brasil
  • 113. BACIAS HIDROGRÁFICAS BRASILEIRAS
  • 114. BACIAS HIDROGRÁFICAS BRASILEIRAS
  • 115. Bacias Hidrográficas Brasileiras
  • 116. Caracterização das Bacias Hidrográficas: Amazônica
    É a maior bacia do mundo. Drena cerca de 6,5 milhões de km², dos quais 3,9 milhões situados no Brasil. Além do Brasil, banha: Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Venezuela, Colômbia, Peru, Equador e Bolívia.
    Os formadores da Bacia Amazônica são: Cordilheira dos Andes (oeste), Planalto das Guianas (norte) e Planalto Central (sul). É uma bacia de planície e oferece 20.000 km de percurso navegável, apesar da navegação ser pouco aproveitada. Mesmo sendo de planície, boa parte dos afluentes do Amazonas apresenta trechos encachoeirados nos planaltos, o que confere grande potencial hidráulico.
  • 117. Encontro dos Rios Negro e Solimões
  • 118. Encontro entre os rios Negro e Solimões -AM
    Porto de Manaus
    Margem do Rio Negro em Manaus
  • 119. Rio Negro em Manaus-AM
  • 120. Rio Negro em Manaus-AM
  • 121. Foz do Rio Amazonas - PA
  • 122. Estuário do Rio Amazonas-PA
  • 123. Pororoca
  • 124. Fenômeno da Pororoca
  • 125. Bacia Amazônica - Elementos
  • 126. Drenagem e Degraus da Vegetação Amazônica
  • 127. Caracterização das Bacias Hidrográficas: Tocantins-Araguaia
    É a maior bacia totalmente brasileira e a terceira em potencial hidroelétrico, após a Amazônica e a do Paraná. Possui a segunda maior usina totalmente brasileira, Tucuruí, situada no curso inferior do rio Tocantins (PA), que abastece com energia os grandes projetos minerais da Amazônia (Carajás, Albrás, etc.).
  • 128. Vista Parcial do Rio Tocantins
  • 129. Vista Parcial do Rio Araguaia
  • 130. Ilha do Bananal, no Rio Araguaia: maior ilha fluvial do mundo
  • 131. Ilha do Bananal
  • 132. Caracterização das Bacias Hidrográficas: São Francisco
    • Drena cerca de 645 mil km² e é a segunda maior bacia totalmente brasileira. Além de apresentar grandes quedas-d’água e bom aproveitamento hidrelétrico (Usinas de Três Marias, Paulo Afonso, Sobradinho, de Xingó, etc.).
    • 133. O Rio São Francisco possui um longo trecho navegável (Pirapora/MG-Juazeiro/BA) e desempenha importante papel regional no povoamento e na agropecuária realizados ao longo de seu curso e proximidades. O rio São Francisco nasce em Minas Gerais (Serra da Canastra) e deságua no Atlântico, onde serve de divisa entre Alagoas e Sergipe.
    • 134. No passado, desempenhou importante papel na expansão da pecuária e na integração nacional (Sudeste-Nordeste).
  • Vista Parcial do Cânion do São Francisco - Sergipe
  • 135. Vista Parcial do Cânion do São Francisco - Sergipe
    Foz do Rio do São Francisco – entre SE e AL
  • 136. Caracterização das Bacias Hidrográficas: Platina
    Drena cerca de 17% do território brasileiro e é formada pelas bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai. Banha terras do Brasil, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai.
    • Bacia do Paraná – é uma bacia planáltica com grande potencial hidrelétrico e a mais aproveitada no Brasil para a produção de eletricidade. Nela está situada a maior usina hidrelétrica no mundo, em operação (Itaipu), um consórcio binacional entre Brasil e Paraguai. A maior parte da energia consumida nas regiões Sudeste e Sul é oriunda da bacia do Paraná. Apesar de planáltico, o rio Paraná apresenta um longo trecho navegável (Urubupungá-Guaíra).
    • 137. A bacia do Paraná se transformou, com a implantação da hidrovia Tietê-Paraná, na espinha dorsal do Mercosul, isso só foi viabilizado com a construção das eclusas de Três Irmãos e Jupiá, que integra cinco estados brasileiros (PR, SP, MG, GO, MS) e os parceiros do Mercosul.
  • Vista Parcial do Rio Paraná (Foz do Iguaçu - PR
  • 138. Vista Parcial das Cataratas do Iguaçu – Rio Paraná
  • 139. Usina Hidrelétrica de Itaipu
  • 140. Caracterização das Bacias Hidrográficas: Platina
    • Bacia do Paraguai – bacia de planície que banha a planície do Pantanal; é utilizada principalmente pela navegação em território brasileiro e paraguaio. O principal porto é o de Corumbá (MS). Pelo rio Paraguai, o Brasil escoa principalmente minério de manganês e produtos agropecuários.
    • 141. Bacia do Uruguai – drena cerca de 3% do território brasileiro. O rio Uruguai nasce pela fusão dos rios Canoas (SC) e Pelotas (RS), e serve de divisa entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Argentina, Argentina e Uruguai. O curso superior do rio Uruguai é de planalto com aproveitamento hidrelétrico, e o curso inferior é de planície e navegável. O aproveitamento econômico desta bacia é pouco expressivo.
  • Vista Parcial do Rio Paraguai
  • 142. Vista Parcial do Rio Uruguai
  • 143. Hidrelétricas no Brasil
  • 144. Hidrovias e Portos Brasileiros
  • 145. Hidrovias do Mercosul
  • 146. Hidrovia Tietê-Paraná
  • 147. Esquema de Eclusa
  • 148. Eclusa de Três Irmãos – Rio Tietê
  • 149. Bacias Hidrográficas Nordestinas
  • 150. Vistas Parciais do Rio Parnaíba
  • 151. Transposição do São Francisco - projeto
  • 152. Hidrografia de Pernambuco
  • 153. LAGOS
    • Consistem em massas líquidas envolvidas por terras, encontradas no interior dos continentes.
    • 154. Lagos de águas doces: são os mais comuns. Geralmente alimentado por rios perenes. Ex.: Tanganica (África).
    • 155. Lagos de águas salgadas: constituem fundos de antigos mares. Ex.: Aral (Usbequistão / Tadjiquistão).
    • 156. Lagoas: são lagos costeiros formados a partida consolidação de restingas e isolamentos de antigas enseadas e baías. Ex.: Lagoa Rodrigo de Freitas (RJ).
    • 157. Lagunas: são lagos costeiros onde ocorre o contato entre águas doces (fluviais) e salgadas (do mar). Ex.: “Lagoa” dos Patos (RS).
  • Tipos de Lagos – de Falha
  • 158. Tipos de Lagos - Vulcânico
  • 159. Tipos de Lagos - de Geleira
  • 160. Tipos de Lagos – de Represa
  • 161. Complexo Lagunar – Sul do Brasil
  • 162. GELEIRAS
    • Formam-se quando o frio intenso e prolongado solidifica as águas nas altas latitudes e nas altas montanhas.
    • 163. Continentais (Inlandsis): se formam em áreas de altas latitudes, independentemente do nível topográfico: Ex.: Groenlândia e Antártida. Dão origem aos icebergs, nas faixas litorâneas.
    • 164. De Montanha: a altitude é o fator determinante. Ex.: Andes, Montanhas Rochosas, Alpes, Himalaia.
    • 165. Oceânicas (banquisas): são temporárias, devido aos períodos de aquecimento/resfriamento das águas oceânicas, nas altas latitudes, ao longo do ano.
  • Geleira Continental e Icebergs
  • 166. Icebergs
  • 167. Banquisas
  • 168. ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
    • Lençóis Freáticos: corresponde ao volume de águas que infiltram no solo, se acumulando no subsolo, próximo à superfície. Essas águas, bastante exploradas para o consumo, podem conter toxinas oriundas das atividade agrícolas e industriais, bem como contaminantes de vazadouros do escoamento de dejetos e de fossas sépticas.
    • 169. Aquíferos: são reservatórios subterrâneos localizados a centenas de metros de profundidade e que apresentam enorme volume de água. A maioria ainda não está contaminada.
  • Lençol D’água
  • 170. Água Infiltrada
  • 171. Aquíferos Brasileiros
  • 172. Aquífero Guarani
  • 173. Caracterização do Aquífero Guarani
    O Aquífero Guarani é o maior manancial de água doce subterrânea transfronteiriço do mundo. Está localizado na região centro-leste da América do Sul, entre 12º e 35º de latitude sul e entre 47º e 65º de longitude oeste e ocupa uma área de 1,2 milhões de Km², estendendo-se pelo Brasil (840.000l Km²), Paraguai (58.500 Km²), Uruguai (58.500 Km²) e Argentina (255.000 Km²).
  • 174. Aquífero Guarani - em perspectiva
  • 175. Caracterização do Aquífero Guarani
    Sua maior ocorrência se dá em território brasileiro (2/3 da área total), abrangendo os Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 
    Esse reservatório de proporções gigantescas de água subterrânea é formado por derrames de basalto ocorridos nos Períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo Inferior (entre 200 e 132 milhões de anos).  É constituído pelos sedimentos arenosos da Formação Pirambóia na Base (Formação Buena Vista na Argentina e Uruguai) e arenitos Botucatu no topo (Missiones no Paraguai, Tacuarembó no Uruguai e na Argentina).
  • 176. Aquíferos Alter do Chão
  • 177. Caracterização do Alter do Chão
    O Aquífero Alter do Chão é o que apresenta o maior volume de água potável do mundo. A reserva subterrânea está localizada sob os estados do Amazonas, Pará e Amapá e tem volume de 86 mil km³ de água doce, o que seria suficiente para abastecer a população mundial em cerca de 100 vezes, ainda de acordo com a pesquisa. Um novo levantamento, de campo, deve ser feito na região para avaliar a possibilidade de o aquífero ser ainda maior do que o calculado inicialmente pelos geólogos.
    Em termos comparativos, a reserva Alter do Chão tem quase o dobro do volume de água potável que o Aquífero Guarani - com 45 mil km³ de volume -, até então considerado o maior do país e que passa pela Argentina, Paraguai e Uruguai.
  • 178. O Litoral Brasileiro
  • 179. O Litoral Brasileiro
  • 180. Características dos “Litorais” Brasileiros - Setentrional
    Litoral Norte – é também chamado de Litoral Setentrional e se estende da foz do rio Oiapoque, ou cabo Orange (PA), ao cabo de São Roque (RN).Seu primeiro trecho estende-se da foz do Oiapoque ao delta do rio Parnaíba. É um litoral de terras baixas e sedimentares. No Amapá, o litoral é pantanoso e aparecem inúmeras lagunas, em um terreno argiloso e com mangues. A foz do rio Amazonas é importante acidente desse litoral, apresentando inúmeras ilhas, destacando-se a de Marajó, com 47.964 km², a de Caviana e de Mexiana.No litoral do Pará e Maranhão, a linha costeira é mais recortada, aparecendo pequenas falésias. O destaque desse trecho litorâneo é o Golfão Maranhense, com a ilha de São Luís, cercada pelas baías de São Marcos e de São José. No segundo trecho, do delta do rio Parnaíba ao cabo de São Roque, a costa semi-árida está caracterizada por ser pouco recortada e pela presença de uma faixa de dunas. O clima semi-árido propicia a instalação de um grande número de salinas, as mais importantes do Brasil.
  • 181. COSTA SETENTRIONAL (LITORAIS BAIXOS, DUNAS E FALÉSIAS)
  • 182. Foz do Rio Amazonas – entre AP e PA -Delta e estuário
  • 183. Golfão Maranhense e vista parcial da Cidade de São Luís
  • 184. LENÇÓIS MARANHENSES
  • 185. Lençois Maranhenses
  • 186. Delta do Rio Parnaíba – entre PI e MA
  • 187. FALÉSIA SEDIMENTAR DE MORRO BRANCO-CE
  • 188.
  • 189. Características dos “Litorais” Brasileiros - Oriental
    Litoral Leste – ou Litoral Oriental, vai do cabo de São Roque (RN) ao cabo Frio(RJ). O trecho que se estende do cabo de São Roque à baía de Todos os Santos apresenta “barreiras”, em trechos onde o planalto interior chega diretamente junto ao mar, dando origem a costas altas com falésias. À pequena distância da linha litorânea, o primeiro trecho do Litoral Leste apresenta uma linha de recifes de arenito ou coralinos, muito perigosos para a navegação, por se elevarem apenas alguns centímetros acima da água. O nome da capital de Pernambuco, Recife, tem origem na existência dessas formações em seu litoral. No litoral sul baiano existem, mais afastados do continente, os recifes coralinos dos Abrolhos. Da baía de Todos os Santos ao norte do litoral do Espírito Santo, surgem trechos mais baixos, com lagunas separadas do mar por restingas, com extensos manguezais. No último trecho desse litoral, surge uma costa baixa e alagadiça, mas onde não faltam as pontas graníticas que ladeiam a baía de Vitória. O cabo de São Tomé e a baía de Vitória são os acidentes mais notáveis da área.
  • 190. COSTA ORIENTAL (MARES-DE-MORROS ,TABULEIROS, FALÉSIAS E ARRECIFES)
  • 191. MAR DE MORROS FLORESTADOS, AO LONGO DA RODOVIA PE-60
  • 192. TABULEIROS COSTEIROS
  • 193. FALÉSIAS
  • 194. ARRECIFES
  • 195. Características dos “Litorais” Brasileiros - Meridional
    Estende-se de Cabo Frio até a foz do arroio Chuí. O trecho desse litoral, que vai de Cabo Frio ao cabo de Santa Maria, em Santa Catarina, é caracterizado pela proximidade dos altos paredões que dão acesso ao planalto cristalino, na Serra do Mar. Em certos trechos, a escarpa se afasta para o interior, dando origem a extensas praias, restingas e lagoas costeiras.A Baixada Fluminense abriga as lagoas Feia, de Araruama, Saquarema e Marica, separadas ao mar por restingas. A baía de Guanabara abre-se na Baixada Fluminense, com um perímetro de 130 km e uma área de 412 km². Mais para o Sul, acha-se a Baixada Santista, de menor tamanho. O último trecho de nosso litoral se estende do cabo de Santa Marta à desembocadura do arroio Chuí. É uma costa baixa e arenosa, onde surge uma planície bastante larga, que abriga inúmeras lagunas, separadas do mar por restingas. Algumas lagunas se comunicam com o oceano através de um estreito canal, como acontece com a maior de todas, a lagoa dos Patos, com 10.000 km² de área. A lagoa Mirim está em contato com a lagoa dos Patos, através do canal de São Gonçalo, tendo uma área de aproximadamente 4.000 km².
  • 196. GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL:
    COSTA MERIDIONAL (COSTÕES E FALÉSIAS BASÁLTICAS )
    FALÉSIAS BASÁLTICAS
    COSTÕES
  • 197. BAÍA DA GUANABARA
  • 198. LAGOA RODRIGO DE FREITAS
  • 199. RESTINGA DE JACAREPAGUÁ
  • 200. Atividades Econômicas no Litoral Brasileiro

×