Geomorfologia geral e do brasil

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Geomorfologia geral e do brasil

  1. 1. GEOMORFOLOGIAEstudo das formas do relevo e suas origens.<br />Prof. André Tiago<br />
  2. 2. ESTRUTURA INTERNA DA TERRA - CAMADAS<br />
  3. 3. ESTRUTURA INTERNA DA TERRA - CAMADAS<br />
  4. 4. A: CROSTA<br />B: MANTO<br />C: NÚCLEO<br />1: CROSTA CONTINENTAL<br />2: CROSTA OCEÂNICA<br />3: ASTENOSFERA<br />4: MESOFERA<br />5: PIROSFERA<br />6: BARISFERA<br />
  5. 5. ESTRUTURA INTERNA DA TERRA – A INFLUÊNCIA SOBRE O DESLOCAMENTO DOS OS POLOS MAGNÉTICOS<br />
  6. 6.
  7. 7.
  8. 8. TIPOS DE ROCHAS<br /><ul><li>ROCHAS ÍGNEAS OU MAGMÁTICAS
  9. 9. Intrusivas ou Plutônicas: formadas no interior da Crosta, por meio de resfriamento lento, gerando cristais macroscópicos.</li></ul>- Extrusivas ou Vulcânicas: formadas na superfície, depois do rápido resfriamento gerado pelo contato com o ar atmosférico ou com a água, gerando cristais microscópicos.<br /><ul><li>ROCHAS SEDIMENTARES (agregados de matéria mineral e/ou matéria orgânica)
  10. 10. Detríticas ou Clásticas: têm origem nos fragmentos de rochas ígneas, metamórficas ou sedimentares.
  11. 11. Químicas: formadas pelos sedimentos resultantes do depósito de materiais dissolvidos em água .
  12. 12. Orgânicas: se originam dos restos de organismos animais ou vegetais.</li></li></ul><li>STALACTITES<br />
  13. 13. TIPOS DE ROCHAS<br /><ul><li>ROCHAS METAMÓRFICAS (produzidas por transformações na natureza de rochas preexistentes)</li></ul>tiveram sua origem em rochas ígneas e/ou sedimentares que foram submetidas a elevadas temperaturas e pressões no interior da crosta.<br />
  14. 14. CICLO DAS ROCHAS<br />
  15. 15.
  16. 16.
  17. 17. FORMAÇÃO DE ROCHA SEDIMENTAR<br />
  18. 18. ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPO<br />GERAL<br />BRASIL<br />ERAS<br />
  19. 19. ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPO<br />
  20. 20. ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPO<br />
  21. 21. ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPO<br />
  22. 22. AGENTES DE FORMAÇÃO DO RELEVO<br />AGENTES INTERNOS OU ENDÓGENOS (construtores ou estruturadores)- tectonismo ou diastrofismos, vulcanismo, terremotos.<br />AGENTES EXTERNOS OU EXÓGENOS (modeladores ou escultores)-chuva, vento, geleiras, rios, lagos, mares; agentes erosivos em geral.<br />
  23. 23. TEORIA DA DERIVA CONTINENTAL:1915 - Alfred Wegener<br />Alfred Wegener<br />
  24. 24. TEORIA DA TECTÔNICA DE PLACAS:Déc. de 1960 - Harry Hess e Jason Morgan<br />
  25. 25.
  26. 26. EXPANSÃO DO ASSOALHO OCEÂNICO<br />
  27. 27. EXPANSÃO DO ASSOALHO OCEÂNICO<br />
  28. 28. EXPANSÃO DO ASSOALHO OCEÂNICO<br />
  29. 29. LIMITES DE PLACAS TECTÔNICAS E AS “FALHAS DE TRANSFORMAÇÃO”<br />
  30. 30. DORSAL MESOATLÂNTICA<br />
  31. 31. FORMAÇÃO DA DORSAL MESOATLÂNTICA<br />
  32. 32. DORSAL MESOATLÂNTICA<br />
  33. 33. “FALHAS DE TRANSFORMAÇÃO”<br />
  34. 34. EVOLUÇÃO DO ASSOALHO OCEÂNICO<br />
  35. 35.
  36. 36. TIPOS DE LIMITES DE PLACAS<br />
  37. 37. AS CORRENTES DE CONVECÇÃO NA ASTENOSFERA<br />
  38. 38. AGENTES INTERNOS DO RELEVO:Tectonismo – consequências dos movimentos horizontais da crosta terrestre (Orogênese)<br />
  39. 39. CONSEQUÊNCIAS DOS MOVIMENTOS DAS PLACAS<br />
  40. 40. CONSEQUÊNCIAS DOS MOVIMENTOS DAS PLACAS<br />
  41. 41. CONSEQUÊNCIAS DOS MOVIMENTOS DAS PLACAS<br />
  42. 42. FORMAÇÃO DA CORDILHEIRA DO HIMALAIA<br />
  43. 43. CORDILHEIRA DO HIMALAIA<br />
  44. 44. OROGÊNESEFORMAÇÃO DE DOBRAMENTOS<br />
  45. 45. ELEMENTOS DE UMA DOBRA<br />
  46. 46. FALHA TRANSCORRENTE<br />
  47. 47. FALHA DE SAN ANDREAS<br />
  48. 48. FALHA DE SAN ANDREAS<br />
  49. 49. GRAND RIFT VALLEY<br />
  50. 50. OROGÊNESEFRATURAMENTOS / FALHAMENTOS<br />
  51. 51. TIPOS DE FALHAS<br />Legenda:<br />A - Falha de tipo Normal. Este tipo de falha é o que gera mais relevo, em virtude do mergulho gerado. Pode ocorrer associada à de tipo inversa.<br />B - Falha de tipo Inversa. Este tipo de falha também gera bastante relevo, mas que é rapidamente intemperizado em virtude do mergulho.<br />C - Falha de tipo Transcorrente. Este tipo de falha, geralmente não forma relevo, pois os movimentos são laterais.<br />
  52. 52. (a) Representação esquemática de falhas; (b) sistema de falhas.<br />
  53. 53. HORST e GRABEN<br />
  54. 54.
  55. 55.
  56. 56. ESCARPA DE FALHA<br />
  57. 57.
  58. 58.
  59. 59.
  60. 60. LAGO DE FALHA<br />
  61. 61. AGENTES INTERNOSO VULCANISMO<br />
  62. 62. AGENTES INTERNOSO VULCANISMO<br />
  63. 63. ELEMENTOS DE UM VULCÃO<br />
  64. 64. Fotos da antiga cidade de Pompéia – itália (corpos mumificados pelas cinzas do vulcão vesúvio)<br />
  65. 65. FORMAS DE RELEVO ASSOCIADAS A ATIVIDADES VULCÂNICAS<br />
  66. 66. ESTRUTURAS DÔMICAS (DOMOS)<br />
  67. 67.
  68. 68.
  69. 69.
  70. 70. AGENTES INTERNOSO VULCANISMO<br />
  71. 71.
  72. 72.
  73. 73.
  74. 74. TIPOS DE MONTANHAS<br />
  75. 75. TIPOS DE MONTANHAS<br />Montanhas Vulcânicas– São produto das atividades vulcânicas ou ígneas. Dentre elas, estão algumas das montanhas mais conhecidas do mundo: os montes Vesúvio e Etna, na Itália; o Fuji, no Japão. Algumas ilhas são cadeias montanhosas de origem vulcânica submersas no oceano e que surgem, na sua superfície, como ilhas: Canárias, Aleutas e Havaí.<br />Montanhas de Dobramento– É o tipo mais comum de montanhas, e se origina do deslocamento da crosta. As dobras que formam as montanhas resultam da compressão das camadas de rocha por forças horizontais.<br />Montanhas de Falhas– Originam-se de falhas da crosta terrestre. As montanhas de falhas aparecem sempre junto com as de dobramento, sendo impossível separa-las. Em certos casos, uma montanha apresenta dobras, falhas e vulcanismo, a um só tempo.<br />
  76. 76. MONTE KILIMANDJARO - ÁFRICA<br />
  77. 77. AGENTES INTERNOSABALOS SÍSMICOS<br />
  78. 78. AGENTES INTERNOSABALOS SÍSMICOS<br />
  79. 79.
  80. 80. A INSTABILIDADE TECTÔNICA NO MUNDO<br />
  81. 81.
  82. 82. ESTRUTURAS GEOLÓGICAS<br />
  83. 83. AGENTES EXTERNOSOS VENTOS – AÇÃO EÓLICA <br />EROSÃO POR CORROSÃO<br />
  84. 84. EROSÃO POR DEFLAÇÃO<br />DUNAS<br />
  85. 85. Tempestade de Areia sobre o Mar Vermelho<br />
  86. 86. AGENTES EXTERNOSOS VENTOS - CONSEQUÊNCIAS DA DEFLAÇÃO<br />
  87. 87. ACUMULAÇÃO – VENTO DEPOSITANDO AREIA<br />Dunas<br />
  88. 88. AGENTES EXTERNOSOS VENTOS - CONSEQUÊNCIAS DA ACUMULAÇÃO<br />
  89. 89. AGENTES EXTERNOSAS CHUVAS – A AÇÃO PLUVIAL<br />
  90. 90. PROCESSO DE DESLIZAMENTOS DE ENCOSTAS<br />
  91. 91. DESMORONAMENTOS<br />
  92. 92. ELÚVIO E COLÚVIO<br />
  93. 93. VOÇOROCAMENTO NA PRAIA DE MORRO BRANCO-CE<br />
  94. 94. AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL<br />FASES DO CICLO DE EROSÃO:<br />JUVENTUDE – poucos tributários e amplos interflúvios, com vales em aprofundamento. Maior poder de Erosão.<br />MATURIDADE: desenvolvimento completo da rede de drenagem, com alargamento dos vales.<br />SENILIDADE: interflúvios intensamente rebaixados e vales muito largos, com rios meandrantes. Menor poder de erosão.<br />
  95. 95.
  96. 96. A EROSÃO FLUVIAL É REMONTANTE: OCORRE DA FOZ PARA A NASCENTE DO RIO.<br />
  97. 97. AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL - EROSÃO<br />
  98. 98.
  99. 99. AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL - EROSÃO<br />FORMAÇÃO DE “BOQUEIRÕES”<br />
  100. 100. AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL - EROSÃO<br />
  101. 101. AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL - EROSÃO<br />
  102. 102. GRAND CANYON - EUA<br />CHAPADA DOS GUIMARÃES - MT<br />
  103. 103.
  104. 104.
  105. 105. AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL - ACUMULAÇÃO<br />
  106. 106. AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL – NÍVEL DE BASE<br />
  107. 107. AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL – NÍVEL DE BASE LOCAL<br />
  108. 108. AGENTES EXTERNOS:EROSÃO MARINHA<br />FALÉSIA VIVA<br />
  109. 109. FALÉSIA MORTA<br />
  110. 110. AGENTES EXTERNOSOS MARES – A AÇÃO MARINHA<br />PROMONTÓRIO<br />
  111. 111. PROMONTÓRIOS<br />
  112. 112. AGENTES EXTERNOSOS MARES – A AÇÃO MARINHA<br />
  113. 113. AGENTES EXTERNOSOS MARES – A AÇÃO MARINHA<br />RESTINGAS<br />
  114. 114. RESTINGAS<br />
  115. 115. AGENTES EXTERNOS:A AÇÃO MARINHA<br />
  116. 116. AGENTES EXTERNOSOS MARES – A AÇÃO MARINHA<br />
  117. 117. TÔMBOLO DA ILHA PORCHAT- LITORAL DE SÃO PAULO<br />
  118. 118. ENSEADA<br />BAÍA<br />
  119. 119. GOLFOS<br />
  120. 120. BARRAS DE PRAIA<br />
  121. 121.
  122. 122. AGENTES EXTERNOSOS MARES – A AÇÃO MARINHA<br />
  123. 123. EVOLUÇÃO DAS ÁREAS COSTEIRAS, SEGUNDO AS VARIAÇÕES DOS NÍVEIS ISOSTÁTICOS E EUSTÁTICOS.<br />
  124. 124. EUSTASIA<br /> São novimentos de variação global do nível dos mares. Os movimentos eustáticos se diferenciam dos movimentos epirogenéticos em função do caráter global dos primeiros.<br /> Os movimentos eustáticos ocorrem em função da variação do volume de água nos oceanos e mares. Nos períodos glaciais o nível desce devido à enorme massa de gelo imobilizada nas calotas polares e em grandes altitudes. Nos períodos interglaciais o nível dos mares sobe em função da liberação destas águas imobilizadas como gelo. <br />
  125. 125. AGENTES EXTERNOSOS MARES – REGRESSÃO MARINHA (EUSTATISMO NEGATIVO)<br />A: FALÉSIA MORTA<br />B: TERRAÇO MARINHO<br />C: INCISÃO DE UMA CORRENTE FLUVIAL<br />D: NÍVEL DO MAR ATUAL<br />
  126. 126. FORMAÇÃO DE UM ATOL: consequência do abaixamento do nível do oceano e exposição da cratera de um vulcão.<br />
  127. 127. AGENTES EXTERNOSOS MARES – TRANSGRESSÃO MARINHA (EUSTATISMO POSITIVO)<br />FALÉSIA VIVA<br />
  128. 128. FALÉSIAS<br />
  129. 129. COSTÕES<br />
  130. 130. COSTAS DÁLMATAS<br />
  131. 131. DESENBOCADURA AFOGADA- FORMAÇÃO DE RIAS<br />
  132. 132. ISOSTASIA<br /> O conceito de isostasia é baseado na influência oposta das forças de gravidade e flutuação, ou seja, no equilíbrio existente entre o peso da litosfera rígida sobre a astenosfera viscosa. Variações no peso da litosfera induzem movimentos verticais e a busca de um novo equilíbrio da flutuação (equilíbrio isostático). As modificações no peso da litosfera são causadas por acumulações localizadas de gelo (glacio-isostasia), água (hidro-isostasia), sedimentos e acumulação de crosta (este ultimo associado a vulcanismo e colisão de placas).  <br />
  133. 133. ISOSTASIA<br />
  134. 134. ISOSTASIA<br />
  135. 135.
  136. 136.
  137. 137.
  138. 138. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO<br />
  139. 139. AGENTES EXTERNOSTORRENTES<br />
  140. 140. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO<br />
  141. 141. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO<br />
  142. 142. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO<br />fiordes<br />
  143. 143. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO<br />fiordes<br />
  144. 144. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO<br />fiordes<br />
  145. 145. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO<br />fiordes<br />
  146. 146. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - ACUMULAÇÃO<br />
  147. 147. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - ACUMULAÇÃO<br />moraina<br />
  148. 148. MODELADOS DO RELEVO: DISSECAÇÃO<br />
  149. 149. MODELADOS DO RELEVO: DISSOLUÇÃO<br />
  150. 150.
  151. 151.
  152. 152.
  153. 153.
  154. 154.
  155. 155. FORMAS DE RELEVO: planaltos<br />
  156. 156. FORMAS DE RELEVO: planaltos<br />
  157. 157. FORMAS DE RELEVO: planaltos - Serras<br />
  158. 158. FORMAS DE RELEVO: planaltos - Chapadas<br />
  159. 159. FORMAS DE RELEVO: planícies<br />
  160. 160. FORMAS DE RELEVO: planícies interioranas<br />
  161. 161. FORMAS DE RELEVO: planícies costeiras<br />
  162. 162.
  163. 163. FORMAS DE RELEVO: depressões<br />
  164. 164. FORMAS DE RELEVO: depressões relativas<br />
  165. 165. FORMAS DE RELEVO: depressões absolutas<br />MAR MORTO<br />
  166. 166.
  167. 167. RELEVO BRASILEIRO: ESTRUTURA GEOLÓGICA<br />
  168. 168. ESTRUTURA GEOLÓGICA DO BRASIL<br />
  169. 169. BACIAS SEDIMENTARES BRASILEIRAS<br />
  170. 170. RELEVO BRASILEIRO: CLASSIFICAÇÕES(Aroldo de Azevedo)<br />
  171. 171. RELEVO BRASILEIRO: CLASSIFICAÇÕES(Aziz Ab’Saber)<br />
  172. 172. RELEVO BRASILEIRO: CLASSIFICAÇÕES(JURANDYR ROSS)<br />
  173. 173. O RELEVO BRASILEIRO<br />
  174. 174. RELEVO BRASILEIRO: TOPOGRAFIA<br />
  175. 175. RELEVO BRASILEIRO: TOPOGRAFIA<br />
  176. 176. ZONAS HIPSOMÉTRICAS DO BRASIL<br />
  177. 177. RELEVO DA REGIÃO NORTE: TOPOGRAFIA<br />
  178. 178.
  179. 179. PERFIL DE RELEVO DA AMAZÔNIA CENTRO-OCIDENTAL<br />
  180. 180. RELEVO DA REGIÃO CENTRO-OESTE: TOPOGRAFIA<br />
  181. 181.
  182. 182. RELEVO DA REGIÃO SUDESTE: TOPOGRAFIA<br />
  183. 183.
  184. 184. BACIA SEDIMENTAR DE SÃO PAULO<br />
  185. 185. RELEVO DA REGIÃO SUL: TOPOGRAFIA<br />
  186. 186.
  187. 187. RELEVO DA REGIÃO NORDESTE: TOPOGRAFIA<br />
  188. 188.
  189. 189. REGIÃO NORDESTE: PERFIL DO RELEVO<br />
  190. 190. PERFIS DO RELEVO BRASILEIRO<br />
  191. 191. PERFIS DO RELEVO BRASILEIRO<br />
  192. 192. PERFIS DO RELEVO BRASILEIRO<br />
  193. 193. SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOB CONDIÇÕES CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS<br />
  194. 194. SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOB CONDIÇÕES CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS<br />
  195. 195. SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOB CONDIÇÕES CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS<br />
  196. 196.
  197. 197. MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues<br />
  198. 198. MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues<br />
  199. 199. MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues<br />
  200. 200. MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues<br />
  201. 201.
  202. 202. PALEOPAVIMENTO DETRÍTICO: “Stone Line”<br />
  203. 203. AFLORAMENTOS ROCHOSOS<br />MATACÕES<br />
  204. 204. SUPERFÍCIE DE ARRASAMENTO FORMADA SOB CONDIÇÕES CLIMÁTICAS ÚMIDAS<br />
  205. 205. MORROS-TESTEMUNHOS: monadnocks<br />
  206. 206.
  207. 207. MORROS-TESTEMUNHOS: chapadas<br />
  208. 208. RELEVO DE CUESTA<br />
  209. 209.
  210. 210. RELEVO DE CUESTA<br />
  211. 211. GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL:<br />COSTA SETENTRIONAL (LITORAIS BAIXOS, DUNAS E FALÉSIAS)<br />
  212. 212. ILHA DE MARAJÓ<br />
  213. 213. ILHA DE MARAJÓ<br />
  214. 214. LENÇÓIS MARANHENSES<br />
  215. 215. FALÉSIA SEDIMENTAR DE MORRO BRANCO-CE<br />
  216. 216.
  217. 217. GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL: COSTA ORIENTAL (MARES-DE-MORROS ,TABULEIROS, FALÉSIAS E ARRECIFES)<br />
  218. 218. MAR DE MORROS FLORESTADOS, AO LONGO DA RODOVIA PE-60<br />
  219. 219. GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL: TABULEIROS COSTEIROS<br />
  220. 220. FALÉSIAS<br />
  221. 221. ARRECIFES<br />
  222. 222. ILHA DE ITAMARACÁ E COROA DO AVIÃO<br />
  223. 223. RECÔNCAVO E BAÍA DE TODOS OS SANTOS<br />
  224. 224. GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL:<br />COSTA MERIDIONAL (COSTÕES E FALÉSIAS BASÁLTICAS )<br />FALÉSIAS BASÁLTICAS<br />COSTÕES<br />
  225. 225. RIAS DA BAÍA DE PARANAGUÁ<br />

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