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  • 1. CA TÁ LO IIIBAFF BAHIA AFRO FILM FESTIVAL 13 A 23 DE MAIO DE 2010 CACHOEIRA-BAHIA-BRASIL GO
  • 2. PAG. 01 05 Textos de abertura 12 Homenageados 24 Programação 38 Mostra de filmes convidados 46 Mostra competitiva 64 Jurados 68 Ficha técnica 72 Agradecimentos
  • 3. III BAFF BAHIA PAG. AFRO FILM FESTIVAL O BAHIA AFRO FILM FESTIVAL concentração de população de condições favoráveis ao tem como objetivo principal negra ou de ascendência estabelecimento de um 05 divulgar, integrar e promover discussões em torno da pro- dução de cinema e de vídeos, nacionais e internacionais, negra no Brasil, sendo hoje um dos principais destinos do turismo étnico. “Pólo Regional de Cinema” na região do Recôncavo Baiano, que inclusive já conta com o “Curso de Cinema da O BAHIA AFRO FILM FESTIVAL que possuam como temá- Universidade Federal do atrai a atenção para a impor- tica central o cidadão afro- Recôncavo”. Sem perder tância do cinema de temá- descendente, com ênfase de vista que a história de Ca- tica afro, contribuindo na diáspora africana, no choeira, passada e presente, positivamente para o pro- sincretismo cultural, no hu- remete-nos às nossas raízes cesso de profissionalização manismo e na preservação e ancestralidades. e de crescimento da produ- de raízes e valores. ção audiovisual na Bahia. Da localização geográfica ao O Festival pensa o cinema valor histórico, do patrimônio Focado também em ques- afrodescendente, que atua à tões fundamentais de forma- monumental à beleza paisa- frente ou atrás das câmeras, ção e integração, o Festival gística, da sensibilidade à através da produção industrial desenvolve, paralelamente, receptividade próprias do ou da produção indepen- oficinas profissionalizantes e seu povo, Cachoeira, ao abri- dente de trabalhos audiovi- ações de responsabilidade gar o BAHIA AFRO FILM FESTIVAL, suais. Além de divulgar e social. Destaque-se a “Mos- transformar-se-á num autên- agregar a experiência e a tra Itinerante” viabilizada tico palco cultural de reflexão, produção acadêmica e inte- através de Cineclubes, par- discussão e debate, desper- lectual comprometidas com cerias e convênios com os tando a atenção e possibili- diversos setores da educa- o tema, o BAHIA AFRO FILM tando que se vivencie um ção e da cultura em nosso FESTIVAL mantém um acervo Festival afrocultural demo- país, que percorrerá escolas audiovisual para mostras e e entidades organizadas de crático, eclético, atraente e exibições especiais durante cidades do Recôncavo e de único em nosso país. todo o ano. outras regiões baianas, bem como cidades do interior e A escolha de Cachoeira, no de várias capitais brasileiras. Recôncavo Baiano, para palco de tão expressivo O estabelecimento do BAHIA Lázaro Faria evento, deve-se ao fato de AFRO FILM FESTIVAL em Ca- Cineasta. tratar-se de uma região histó- choeira deve-se, entre ou- Diretor e Curador rica e que apresenta uma alta tros fatores, à constatação do Festival.
  • 4. PAG. PAG. CACHOEIRA É CINEMA! O cineasta mineiro Humberto Quem sabe não estávamos e o Diabo na Terra do Sol, O Mauro afirmou que “Cinema exercitando a “subversiva pi- Dragão da Maldade Contra 06 07 é Cachoeira”, figurando a imagem do cinema como o intenso movimento das águas, que tem dinamismo, rataria” para conhecer a ci- nematografia do Realismo Socialista, da Nouvelle Vague, do Cinema Novo, do o Santo Guerreiro, entre ou- tros, era verdadeiramente fascinante, e representava descobrir os labirintos que beleza e continuidade eterna. Cinema Marginal, bem como aquela nova estética cine- Essa metáfora foi marcante produções dirigidas por Fe- matográfica impunha aos para um grupo de jovens lini, Serguei Eisenstein, In- olhares e cérebros que esti- que, nos idos da década de gman Bergman, Rogério mulavam os adolescentes e 70 do século XX, carregavam Sganzerla, Humberto Mauro, jovens à subversão. projetores 16mm para exibi- Nelson Perreira dos Santos, ção de filmes nos lençóis João Batista de Andrade, Esse fascínio levou à exibi- brancos que o povo estendia Roberto Pires, Orlando ção de filmes nas praças pú- e que serviam de telão nas Senna, Glauber Rocha, Jean- blicas e nos terreiros de praças públicas. Luc Godard, Luiz Bunnuel e candomblés, a exemplo do outros tantos cineastas cen- Itaylê Ogum, onde o capoei- Esse exercício para mostrar surados na época. Descobri- rista e cineasta Arnol Con- as diferentes realidades do mos o cinema novo, onde ceição e o cineasta Geraldo Brasil e do mundo propiciou Glauber Rocha nos influen- Sarno filmaram Yaô. Passa- o vigor do movimento cine- ciou a adotar Terra em mos a ter a compreensão de clubista, através do negro Transe como o nome do pri- que “Cachoeira é Cinema,” é generoso e intelectual Luiz meiro cineclube que criamos a “Terra em Transe”, é a ver- Orlando, inesgotável fonte em Cachoeira – no início da dadeira e natural cidade ci- de informações sobre a exis- década de 70 do século XX. nematográfica, muito bem tência de filmes com dife- aproveitada pelos cineastas: rentes conteúdos e Para Glauber Rocha, uma Geraldo Sarno, Fernando linguagens cinematográfi- câmera na mão e uma ideia Coni, Joel Almeida, Araripe, cas. Dessa maneira, circulá- na cabeça representavam o Sérgio Machado, Otávio Be- vamos na Boca do Lixo, em ponto de partida para des- zerra, Élson Rosário, Vitor São Paulo, com apoio do ci- velar a rica trama da diversi- Diniz, Fernando Belens, neclubista Diogo Gomes, que dade cultural brasileira, entre outros de igual valor. dirigia a Dinafilme – Distribui- manifestada nas expres- Destaque-se a trajetória de dora Nacional de Filmes para sões das camadas popula- Arnol Conceição que, de cineclubes, criada pelo movi- res e, principalmente, da pescador, capoeirista e car- mento cineclubista nacional, africanizada riqueza cultu- pinteiro, também descobriu para conseguir uma filmo- ral. Para aquela juventude seu talento de operário da grafia alternativa e que não cachoeirana, deliciar-se arte cinematográfica. Arnol representasse a imposição com as imagens em movi- Conceição é considerado do consumo “alienígena”. mento de Barravento, Deus pelo pesquisador e cineasta
  • 5. PAG. PAG. Geraldo Sarno como o pri- de Cinema instalado no Cen- Centro de Artes, Humanida- mundo tão desigual, injusto competitiva, para ocupar es- e instalações de suporte meiro cineasta negro baiano tro de Artes, Humanidades e des e Letras – CAHL (Univer- para com os índios, negros, paços nas redes de televi- governamental do sistema a produzir um filme docu- mentário: “Massapê”. Mere- cedor de justa e honrosa homenagem do III BAHIA Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – coor- denado por Danillo Barata. Esse colegiado vem tecendo sidade Federal do Recôncavo Baiano – UFRB), que abriga o Curso de Cinema Documen- tário e Audiovisual. 08 09 mulheres e outros segmentos da sociedade, que sempre foram deixados à margem dos direitos universais? são públicas e privadas, e em outros meios de difusão. A mostra de documentários do cineasta cubano Santiago de cultura, educação e ou- tras áreas. Estamos vivenciando um momento oportuno para in- AFRO FILM FESTIVAL . a realização do III BAHIA AFRO Não é por acaso, e sim pela Cachoeira, sempre em Alvarez, com a presença da tegração de diversificadas É nesse cenário afrobarroco FILM FESTIVAL , como as determinação do Curso de transe, revelou figuras aboli- sua ex-companheira Lazara experiências no campo da da cidade banhada pelo Rio mãos dos pescadores História, que abrimos as ativi- cionistas libertadoras e em- Herrera, viúva e zeladora do formação, pesquisa, produ- Paraguaçu, e ligada ao pre- tecem suas redes, e com o dades do III BAHIA AFRO FILM blemáticas como: André seu riquíssimo acervo cine- ção, distribuição e difusão sépio de Senhor São Felix carinho com que as senho- FESTIVAL no dia 13 de maio, Rebouças, Maria Quitéria, matográfico, também repre- audiovisual, que crescem pela trançada e transada ras de bilros teciam seus como espécie de alvorada Ana Nery, João de Deus etc. sentando a Oficina de em intensa velocidade esti- ponte de aço D. Pedro II, belos panos de renda, sen- anunciadora comemorando Um parêntese para incluir Documentário do ICAIC – muladas pelo acesso às re- que estamos acolhendo o tadas nas portas das ruas os 122 anos da “Aerosa Pas- Salu da Farmácia como um Instituto Cubano de Arte e novadas tecnologias de III BAHIA AFRO FILM FESTIVAL. das antigas cidades e co- seata”, protagonizada exata- roteiro à parte. Não poderia Indústria Cinematográficas, informação e comunicação. Uma iniciativa da Casa de Ci- munidades. mente em 13 de maio de deixar de destacar o ca- propiciará o intercâmbio e a nema da Bahia, dirigida pelo 1888, pelo maestro abolicio- choeirano Anjo Negro – ator troca de saberes entre esse Agradecemos a todas as cineasta Lázaro Faria, que Avançamos com muita pa- nista Tranquilino Bastos, con- e poeta Mário Gusmão – conceituado Centro de For- pessoas e às instituições en- teve sua saga inicial no Pe- ciência, dedicação e convic- jugada com os 140 anos da que será um dos homena- mação e o Curso de Cinema gajadas nesse valoroso pro- lourinho de Salvador, percor- ção. A audácia e a sabedoria Filarmônica Lira Ceciliana, fun- geados no futuro IV BAHIA da UFRB, e demais atores jeto, afirmando que o III rendo a Senzala do Barro guerrilheira da nação nagô dada pelo próprio maestro. AFRO FILM FESTIVAL . sociais engajados na produ- BAHIA AFRO FILM FESTIVAL Preto do Ilê Ayê – Curuzu, foi determinante para encon- ção audiovisual. passa a compor o Calendá- para assentar sua cabeça trarmos os aliados dessa Dando sentido étnico ao O III BAHIA AFRO FILM FESTIVAL, rio Cultural do Recôncavo da em Cachoeira, no roncó do prazerosa jornada que protagonismo desse Festi- além de primar pela afirma- III BAHIA AFRO FILM FESTIVALcon- aposta em um Festival de ci- val, o etnomusicólogo de ção de conteúdos audiovi- verte-se numa ação perma- Bahia e do Brasil, com nítida Terreiro da Nação Nagô do perspectiva de transformar- Território de Identidade do nema e audiovisual estrutu- raiz Jejê – músico, composi- suais, destacando a nente, com o lançamento e a rante e diferenciado. tor e ator Mateus Aleluia – diversidade cultural brasi- implementação da Mostra Iti- se em um Festival de gran- Recôncavo da Bahia. deza internacional. Axé! ex-componente do especial leira e universal, transforma- nerante que, de início, percor- O III BAHIA AFRO FILM FESTIVAL Sem tapete vermelho, obvia- grupo musical “Tincoãs”, se num espaço de múltiplas rerá 24 cidades de 6 estados, está sendo organizado e rea- mente, a antiga Fábrica Leite além de homenageado, ba- articulações políticas e cultu- com perspectiva de amplia- lizado pelo colegiado for- Alves – onde as charuteiras, tiza a abertura oficial do III rais que se desdobram em ção, formando uma rede de di- mado pelo Ponto de Cultura como Dalva Xodó, capea- Bahia Afro Film Festival com eixos temáticos, dando luz fusão mesclada com do Centro de Educação e vam o fumo enrolando as ci- o maravilhoso show (recital para a construção de políti- atividades de formação e ca- Luiz Cachoeira Cultura Vale do Iguape – Ex- garrilhas e compondo e manifesto) denominado “5 cas públicas que viabilizem pacitação, através de oficinas, Cineclubista. Produtor pressão Cidadania Quilom- sambas de roda ritmados Sentidos”. Acompanhado da o fortalecimento da cadeia debates, seminários, rodas de audiovisual. Coordenador bola; pela Rede Terreiro pelas batidas das tabuinhas orquestra “Afro Sinfônica”, produtiva do audiovisual, conversas etc. Envolve esco- do Ponto de Cultura Rede Cultural do Centro de Estudo – abre as suas portas para Mateus Aleluia indaga a Ca- ampliando a produção, dis- las, cineclubes e pontos de Terreiro Cultural – Centro Pesquisa e Ação Sócio Cultu- acolher o emblemático III choeira e ao mundo: qual o tribuição e difusão de con- cultura, entre outros, otimi- de Estudo Pesquisa e BAHIA AFRO FILM FESTIVAL , ral; a Casa de Cinema da seu sentido de ser cidadão? teúdos regionalizados, de zando um grande número de Ação Sócio Cultural, em Bahia; e o importante Curso onde atualmente funciona o O que pretendemos de um inquestionável qualidade iniciativas não governamentais Cachoeira, Bahia.
  • 6. O CURSO DE CINEMA E AUDIOVISUAL DA UFRB PAG. 11 O FAROL E A PEDRA DA BALEIA Nos idos de 1984, na cidade Cachoeira precisava de cui- acontecerá uma itinerância de Cachoeira, tivemos o privi- dados. O primeiro curso su- em diversas comunidades re- légio de receber, no Cine perior público de Cinema e manescente de quilombos no Glória, uma versão da Jornada Audiovisual, implantado em Iguape – Kaonge. Brasileira de Cinema da Bahia. universidade no Norte e Nor- Acreditamos que o cinema e o Pouco tempo depois, a jor- deste do Brasil, confere-nos audiovisual são um farol, e que nada virou um evento interna- a importante missão de, podem orientar e clarear as cional. Talvez tenha sido um além da formação, potencia- nossas práticas por meio de dos últimos sopros de vida do lizar processos de constru- ações cidadãs. Nessa perspec- cinema da cidade, que teve ção e afirmação das marcas tiva, o audiovisual se inscreve uma das laterais do seu teto identitárias no campo da como um dos muitos falares ruída em 2008. cultura e do audiovisual. que serão requisitados para Hoje o Programa Monu- O acolhimento do III BAHIA compreender as demandas e, menta/IPHAN e a Universi- AFRO FILM FESTIVAL faz parte também, as desigualdades dade Federal do Recôncavo dessa política. E engran- sepultadas e atenuadas pelos da Bahia desenvolvem um dece-nos na medida em que ritmos históricos que in- projeto de requalificação do realizadores, pesquisadores, cluem/excluem regiões brasi- cinema e de três casas do cineclubistas, estudantes e, leiras. Isso num diálogo mais quarteirão. O projeto objetiva sobretudo, o povo do território ou menos interativo, no to- ativar o cineteatro, e criar um do Recôncavo Baiano, esta- cante aos graves problemas centro de preservação de fil- rão representados nas telas sociais da nossa realidade. mes e uma cinemateca, con- do Festival. Esse povo afro- solidando os pilares da cadeia descendente, de origem ma- da preservação e difusão. tricial, de fato precisa vivenciar um sentimento de pertença e O curso de Cinema e Audio- empoderamento nos meios Danillo Barata visual da UFRB, simbolica- de comunicação. É funda- mente, nasceu bem no Coordenador do mental sentir-se brasileiro. momento em que o templo Colegiado de Cinema Além da exibição nas cidades e Audiovisual da UFRB. do audiovisual da cidade de de Cachoeira e São Félix,
  • 7. Homenageados O maestro Tranquilino Bastos convidado e vai ensinar mú- MAESTRO nasceu em Cachoeira (1850). sica, estruturar, organizar e TRANQUILINO O MAESTRO Era filho de um português com uma escrava alforriada. Apren- reger filarmônicas em São Félix (Harpa Sanfelixta), em BASTOS TRANQUILINO deu sozinho a tocar clarineta e, ainda jovem, criou o grupo mu- Feira de Santana (Sociedade Victória) e em São Gonçalo MATEUS ALELUIA PAG. BASTOS sical Recreio Cachoeirano, que se exibia nas festas da cidade. dos Campos (Lyra Sangonça- lense). Além de atender a Integrou o coro da Igreja do essas sociedades musicais, Monte e a Orquestra de São Tranquilino Bastos também ANTÔNIO JORGE DIAS 12 Benedito, que se apresentava nas festividades religiosas, como a de Santa Cecília, pa- droeira dos músicos. presta consultoria à filarmô- nicas de outras cidades, in- termediando a compra de instrumentos musicais das fábricas francesas Casas DO NASCIMENTO Em 1870, já engajado nas lutas contra a escravidão e Sax e Besson, de quem era (MILICA) dominando a técnica de ou- representante na Bahia. Nas correspondências, Tranqui- tros instrumentos, Tranqui- lino cotava preços e orien- lino cria a filarmônica tava os fabricantes sobre Euterpe Ceciliana – nome como aperfeiçoar os instru- original da atual Sociedade mentos destinados às filar- Orféica Lyra Ceciliana –, mônicas baianas, para que sendo seu primeiro regente emitissem, no clima tropical, e professor. Como mestre uma melhor sonoridade. Em de banda garimpava, entre 1920 a Casa Sax remete-lhe os artesãos e a juventude de Paris uma batuta de prata pobre de Cachoeira, quem e um diapasão (instrumento tinha talento para ser ins- metálico em forma de foqui- truído sobre os mistérios da lha que serve para afinar ins- música. E assim formava os trumentos e vozes através músicos para sua filarmônica. da vibração de um som mu- Na noite de 13 de Maio de sical de determinada altura). 1888, Tranquilino Bastos, di- Era um presente ao maes- rigindo a Euterpe Ceciliana, tro, autor de “Passo Do- desfila pelas ruas de Ca- brado Nº 140”, música que choeira, à frente de uma era executada no exterior. multidão, composta predo- Ao longo de sua trajetória, minantemente de negros e Tranquilino Bastos compôs mulatos, comemorando a 295 dobrados, 150 marchas assinatura da lei que abolia a festivas, 50 marchas fúne- escravidão no Brasil. Nas dé- bres, 205 fragmentos de cadas seguintes a sua fama ópera (transcritas para de regente, compositor e banda marcial), 24 composi- professor de música logo se ções sacras, 80 composi- espalha por todo o Recôn- ções diversas (entre valsas, cavo Baiano. Tranquilino é polacas e contradanças), 09
  • 8. PAG. fantasias e variações, 05 combatia o racismo e a tor- Poderoso. Eu vos conheço árias para canto e 03 hinos tura aos presos, criticava as como o primeiro homem! 15 patrióticos (entre eles, um dedicado ao 13 de Maio). Uma de suas composições mais conhecidas é “Navio desigualdades sociais e o autoritarismo militar. Além disso, pregava a Paz e de- fendia o respeito à Natureza, CORO Ô kum-kum biri biri Ajalê mori okorinkam (Tradução) Negreiro”, inspirada no fa- sendo contra a morte dos Mesmo nas trevas eu vos moso poema do poeta ro- animais – a quem conside- distingo como Poderoso. mântico e abolicionista rava irmãos – e contra a pri- Castro Alves. O acervo com são dos pássaros em Considerado o Mestre dos as partituras originais de gaiolas. Num dos seus arti- Mestres de Banda da Bahia, suas criações foi adquirido gos defende ardorosamente o “Maestro Bastos” era ve- pelo Estado da Bahia e en- a liberdade de culto e critica nerado por toda a Cachoeira, contra-se no Setor de Obras a perseguição aos pratican- sendo autor do hino oficial Raras da Biblioteca Central tes do Candomblé. “Acatar a da cidade, em que relata a do Estado, à disposição de respeitar as funções destes epopéia do povo cachoei- estudiosos e pesquisadores. crentes, com a solenidade rano nas lutas que deram iní- Sua obra é considerada por de suas danças, cantos etc., cio à Guerra pela especialistas como de rele- é o dever dos que cultivam e Independência do Brasil. A vante valor artístico musical, prezam a tolerência e o res- sua inspiração vinha-lhe de e é constantemente consul- peito às crenças alheias valores morais que cultivava tada por alunos de cursos tanto quanto às próprias. Não com ardor, como a liber- de pós graduação, tendo acho correcto o procedimento dade, a solidariedade, a ge- servido de tema para disser- de uma autoridade que or- nerosidade e o amor ao tações de mestrado e teses dena o extermínio dessas fes- próximo. Após ter formado de doutorado em música. tas inofensivas, profanando o diversas gerações de músi- santuário com pontapés em cos, regentes e compositores Tranquilino foi também um seus ídolos (santos). em toda a região, Tranquilino líder espírita – um dos fun- Bastos, uma sólida referência dadores da Sociedade Espí- Após afirmar que tais fatos intelectual em Cachoeira e rita Cachoeirana, em 1892. conspurcam as leis e ferem em todo o Recôncavo, morre Era vegetariano e praticante a Constituição, Tranquilino em 1935, aos 85 anos. da homeopatia, que utilizava desabafa: para prestar assistência e atendimento médico alterna- O Candomblé, como reli- tivo à população pobre. gião, entoa a Deus os seus Jorge Ramos Como jornalista atuante, es- hymnos assim: Jornalista. Autor de creveu artigos na imprensa Egbeji moriô ri okorinkam “O Semeador de Orquestras – cachoeirana onde defendia a Orôhu moriô ro okorinkam Biografia de um Maestro liberdade política e religiosa, (Tradução) Abolicionista”.
  • 9. A formação artística do mú- trazido pelos colonos, aqui sico Mateus Aleluia é viva- se juntou aos elementos MATEUS mente influenciada pela mistura dos elementos que sedimentaram em quatro hospedeiros do universo in- dígena e a todas as manifes- tações trazidas com a ALELUIA séculos a cultura do Recôn- cavo Baiano. Para esse ca- choeirano, nascido em 1943, diáspora africana”. Mateus lembra que pesquisas ante- riores feitas por nomes PAG. PAG. vida musical orientado pelo características de coral fei- morre de derrame cerebral e a formação de sua infância – como Joãozinho da Goméia canto nos corais da igreja ca- tos a partir de canções Mateus lá permanece por 16 17 vivenciada simultanemente já exaltavam a musicalidade tólica – e olha que cantáva- oriundas dos terreiros de duas décadas, forma família, entre o coro da Igreja de vindo dos terreiros. E cita o mos em latim – à qual juntei candomblé, tendo como vivencia o fim da guerra e Nossa Senhora do Rosário e a compositor cachoeirano minha herança genética, base apenas quatro instru- assiste ao início da recons- iniciação nos rituais do can- Tranquilino Bastos (1850- toda a gama de informações mentos: violão, atabaque, trução do país. “Foi em domblé, religião trazida por 1935), “por ter deixado al- do candomblé. Ao mesmo agogô e cabaça. “Os Tin- Luanda que conheci as raí- seus ancestrais africanos – foi guma matéria sobre a tempo em que estávamos na coãs” é considerado, até zes de minha ancestrali- decisiva para forjar o artista e música de origem africana” igreja, éramos embalados hoje, o mais importante dade” define Mateus, para o cidadão, e montar uma car- e ter defendido a ampla li- pelos cantos de Oxalá, Ye- grupo musical afro-brasileiro quem o contato pessoal reira voltada para a cultura berdade religiosa, num manjá, Oxossi e Xangô. E foi da história da MPB. São cé- “terra a terra” com a cultura afro-brasileira, denominação tempo em que o candomblé essa via de captação espon- lebres as criações e respec- africana foi necessário para que prefere etnologicamente era perseguido pela Polícia. tânea que determinou toda tivas interpretações de reforçar e ampliar as sua ampliar para “afrobarroca”. Essa visão Mateus Aleluia minha criação musical”. “Cordeiro de Nanã”, “Pro- convicções de que o afrobar- E Mateus Aleluia insiste carrega consigo desde que messa ao Gantois”, “Yansã, roco é nossa origem e des- Essa virada garantiu aos Tin- nessa abordagem com ver- aderiu, em 1962, ao con- Mãe Virgem”, “Ogundê”, tino, enquanto cultura. coãs – formado por Dadi- niz antropológico. “ O bar- junto vocal os “Tincoãs”, de “Canto para Yemanjá”, “A nho, Eraldo e Mateus – uma O reconhecimento do traba- roco no Brasil está na nossa sua cidade. A sua entrada Força da Jurema”, “Sauda- trajetória que levou o grupo lho de Mateus Aleluia e dos forma de ser, uma forma in- redefiniu as propostas e os ção aos Orixás” e “Obaluaê”, ao topo das paradas de su- “Tincoãs” é feito por nomes tangível, imaterial, num casa- rumos do grupo, até então entre outras canções. cesso entre os anos 70/80, como Gilberto Gil afirma: mento com a cultura. Aqui o voltado para o gênero ro- com apresentações nos Em 1983 os “Tincoãs” parte “Eles foram pioneiros, anterio- colono europeu foi muito in- mântico, com seus boleros principais programas de te- para Angola, a princípio uni- res a tudo. Sustentaram um fluenciado, do ponto de vista e valsas dançantes. Mateus levisão do Brasil. Na época camente para uma semana compromisso com a dimen- cultural, coisa que não acon- foi o principal responsável Globo de Ouro, Programa de apresentações. Mas vão são afro-baiana, ciosos do teceu, por exemplo, nos Es- pela guinada do grupo: do Chacrinha e Fantástico – ficando e se envolvendo valor daquilo que faziam, e tados Unidos. Daí porque a “Paulatinamente fomos fa- da Rede Globo – e o Pro- cada vez mais com o país mesmo tendo o conflito com resistência cultural dos ne- zendo uma mudança no grama Flávio Cavalcanti, na que, embora convulsionado o convencionalismo domi- gros de lá não ficou tão bem conceito do trabalho, o lado extinta Rede Tupi, num tra- pela guerra civil, muito tinha nante, demonstraram cuidado segmentada como aqui. A musical foi sendo cada mais balho que merecidamente a oferecer ao grupo, em ter- com valores que na época a ancestralidade africana in- influenciado pelo cultural. E foi reconhecido pela crítica mos da leitura de sua pró- gente não estava atento”. fluenciou muito mais a pró- de forma espontânea come- e pelo público. O principal pria ancestralidade. Nessa pria cultura brasileira, na çamos a colocar um repertó- disco do grupo é um marco época Eraldo havia morrido Jorge Ramos música, na dança, na gastro- rio que contivesse nossa importante da música brasi- e tinha sido substituido por Jornalista. Autor de nomia, maneira de vestir e própria vivência, vindo a re- leira, não apenas pela quali- Badu, que preferiu voltar ao “O Semeador de Orquestras – em muitos outros elemen- velar esta junção do afro dade das músicas, como Brasil. Mateus e Dadinho fi- Biografia de um maestro tos. Daí dizermos que o bar- com o barroco. Eu, por também pelo arranjo com caram em África. Dadinho abolicionista”. roco, que veio da Europa exemplo, comecei minha
  • 10. MILICA ERA O CINEMA-TRANSFORMAÇÃO. CINEMA-LUTA. TERRA EM TRANSE. ANTÔNIO PAG. Transe viajou para os encontros É muito oportuno reproduzir de cineclubistas; no Terra aqui o testemunho de seu 19 JORGE DIAS DO NASCIMENTO em Transe enfrentava com destemor a implacável per- seguição e censura arbi- trada pelos prepostos da inseparável amigo Walney Costa Araújo: “Eu e Mio en- trávamos em ônibus coleti- vos em Salvador fazendo (MILICA) ditadura que davam plantão discursos de denúncia con- em Cachoeira, e que viam tra a ditadura e as injustiças Antônio Jorge Dias do Nas- na prática cineclubista a sociais no Brasil. Nós sonhá- cimento, que se dizia Milica, ameaça do fantasma comu- vamos com Luiz Ignácio Lula era um poeta. Poeta, como nismo. As telas, então, eram da Silva presidente do Brasil. são todos aqueles que so- os lençóis brancos estendi- As pessoas ficavam perple- nham ou morreram, como dos pela população, e onde xas; algumas nos apoiavam, ele, desejando mudar o os filmes eram exibidos, nas outras nos ofendiam. A mundo com flores, palavras zonas periféricas. gente reagia à altura e saía- e outras armas de grossos mos correndo do ônibus calibres e duros golpes, que, Milica nasceu em 6 de de- para não sermos linchados”. para ele, eram um projetor zembro de 1956 e faleceu de cinema, rolos de filmes e em 14 de abril de 2002. Era Antônio Jorge Dias do Nasci- a pedagogia de Paulo Freyre. o quarto dos oito filhos que mento, que se dizia Milica, Caminhou extensas estra- tiveram Wandercock do Nas- não viu Lula ser empossado, das, Brasil afora, com essas cimento e Zélia Dias do Nas- mas foi votar em cadeira de “mortíferas” armas, viajando cimento. Estudou filosofia, rodas e balão de oxigênio. Ele sem passagem, de carona, trabalhou no Mobral Cultural estaria feliz com o III BAHIA AFRO FILM FESTIVAL , com comendo na estrada poeira na década de 1980, foi edu- e pão com mortadela. cador, participou da funda- tudo isto de que estamos agora nos regozijando. Ele era ção do diretório do Partido Sim, poeta como são os lou- isso. Cinema-transformação. dos Trabalhadores de Ca- cos, os visionários, os in- Cinema-luta. Terra em transe. choeira e era um cineclu- quietos e os inconformados. Irmãos dos amigos, seus ir- bista. Milica era, antes de mãos éramos nós, era Wal- tudo, um sonhador e pessoa ney, Laércio, Zé da Liga, Lu extremamente sensível com Cachoeira, o Cineclube Terra o sofrimento humano. Fez em Transe que, com seus ir- do cineclubismo um instru- Cacau Nascimento mãos, ajudou a fundar na cine- mento de luta política pela Historiador e mestre em matográfica cidade de redemocratização do Brasil, antropologia. Irmão do Cachoeira. E no Terra em pela justiça social. ex-cineclubista.
  • 11. QUATRO NOTAS E UM DEPOIMENTO SOBRE O DOCUMENTÁRIO U M A C O L A B O R A Ç Ã O D E G E R A L D O S A R N O P A R A R E F L E X Ã O S O B R E D O C U M E N T Á R I O. T E X T O O R I G I N A L M E N T E PU B L I C A D O E M “ F I L M E C U LT U R A ” N Ú M E R O 4 4 , D E A B R I L / A G O S T O D E 1 9 8 4 . PAG. Em 1980, o marceneiro e ele- intensifica nem desdobra que essa maneira de docu- tricista Arnol Conceição, na- essa sensação primeira. Per- mentar (supondo-se que ela 21 tural de Cachoeira, de Oxossi, Odé Ajaí Koleji, filho do babalorixá Enock, tornou- se o primeiro documentarista negro da Bahia ao fazer o mitirá, quando muito, anali- sar o lance, estudar a técnica do atacante, as falhas da de- fesa... Enfim a linguagem, a forma pela qual se expressou pudesse ser configurada num corpo orgânico de re- gras e princípios filosóficos, estéticos, etc.) estaria deter- minada por questão de pro- filme Massapê. aquele momento mágico que dução, por situações de foi o gol de Zico. ordem técnica e por limita- Embora tardio, será que po- ções que decorrem de meu demos considerar este fato Fernando Belens, psiquiatra maior ou menor domínio dos como um marco real de des- e cineasta baiano, realizou meios de realização, como colonização? Fibra, um documentário (do- minha maior ou menor expe- cumentário! talvez, mais de riência etc. Quer dizer, entre Alguns documentaristas têm uma aproximação possa ser usado a repetição de planos o originalmente imaginado - feita entre este filme e o La- a minha maneira de conce- numa aparente busca de ex- vrador, de Ana Carolina / pressar e perpetuar o mo- ber um tema – e a forma de- Paulo Rufino) no qual o mo- finitiva que ele assume na mento mágico. A simples mento mágico e dilatado por repetição porém de um mo- obra acabada há uma distân- toda a duração do filme. A in- cia a percorrer durante a qual mento, por mais mágico/ma- tensidade dos planos é man- ravilhoso que ele seja, ou o projeto inicial sofre modifi- tida num mesmo nível do cações. E a questão ainda se tenha sido, em sua singulari- princípio ao fim. A narração dade, não induz o especta- complica quando verifico que (um poema etnográfico que o objeto a ser documentado, dor a perdurar na fruição talvez não guarde nenhum desse instante. O gol maravi- o outro, o mundo, é vivo, compromisso com a ciência reage e é seguramente mais lhoso de Zico, realizado em etnográfica) monocórdica e a um momento de explosão rico e complexo que o pre- banda sonora musical sus- criadora, repetido cinco, seis, viamente imaginado. A tentam essa estrutura. Não dez vezes na TV, em ritmo minha afirmação inicial, a de há repetição de planos. Não normal, lento ou acelerado, que o documentário real- há acumulação dramática. não mais me transmite, nem mente documenta com vera- No entanto a surpresa, o reforça, nem prolonga aquela cidade é a minha maneira de inesperado podem ocorrer e sensação única que foi acom- documentar, estará talvez ocorrem, livremente. Como no panhar em suspense os pas- mais correta se também con- final, ao verificar-se que o mos- ses, a penetração na área, trado tem a ver com o fato cebo como maneira de docu- ultrapassar os zagueiros ad- real. Este filme seguramente mentar a minha peculiar versários e bater o goleiro amplia e enriquece o espaço maneira de reagir às situa- com tiro certeiro. O lance poético do documentário. ções e questões concretas quando visto pela primeira que surgem durante a reali- vez, até o último segundo Na verdade o que o docu- zação. A prática quase sem- que precede o gol, pressu- mentário realmente docu- pre me força a agir assim. põe sempre a surpresa, o menta com veracidade é a Mas nem sempre estamos provável/possível, o desco- minha maneira de documen- preparados para rejeitar a nhecido. A repetição não tar. Ainda assim, devo admitir dualidade sujeito/objeto, para
  • 12. transformar todas as etapas e racional, esvaziado de qual- uma obra de ciência. A sua em nenhum momento, foi tinha por título A cidade sa- som e no som e imagem ao de realização de um filme do- quer projeção subjetiva e de estrutura poética, a sua lin- meu objetivo principal fazer grada. Estava informado por mesmo tempo. No plano da cumentário em etapas real- qualquer possibilidade de in- guagem é que lhe assegu- exposições científicas. O que leituras de Edson Carneiro, imagem: os planos de operá- mente criadoras, liberando a terferência do real. ram perenidade e a sempre me moveu foi pôr Pierre Verger e, sobretudo, rios que constroem a estátua subjetividade e assimilando a posição-chave que ocupa na em andamento a construção Roger Bastide. E desde então de Padre Cícero são editados invasão inesperada do real. Releio o que acabo de escre- formação da literatura nacio- de uma linguagem cinemato- destinado a ser a contrapar- de forma não-cronológica; Quando isto ocorre, antes ver e vejo que esse é um en- nal. Poética e linguagem que gráfica documentária, que tida de Viramundo na docu- rompendo a sequência natu- mesmo que o espectador, o foque que tanto tem de não estão esvaziadas de um cada vez mais expandisse os mentação das religiões ral do trabalho, o plano rea- primeiro resultado quem o sedutor quanto de fácil e profundo compromisso com limites nos quais estava tra- afro-brasileiras que, como liza a crítica do fato que colhe sou eu mesmo com a falso. Na verdade, pensando o homem brasileiro, de uma PAG. PAG. dicionalmente confinados. O todos os fenômenos huma- documenta. No plano do ampliação de meu espaço in- bem, os documentários aos clara preocupação para com Cinéma Vérité, embora esti- nos, não representam um som: por sobre o plano sin- 22 23 terior imagístico. quais Paulo Emílio se referiu os destinos da nação que, no mulasse a utilização de único e exclusivo papel na crônico do coronel que narra buscaram nas ciências sociais caso, se deve muito mais à novos equipamentos que vida das sociedades. Se em seu relacionamento com os De qualquer maneira a subje- apenas uma escora provisória postura do artista do que às permitiam registro de ima- determinados momentos his- moradores da fazenda, em tividade, assumida ou não e precária, que atiraram fora teorias do cientista. Este enfo- gem e som sincrônicos, tóricos têm um papel confor- volume mais elevado, o conscientemente pelo reali- assim que abriram espaço que talvez nos ajude também sempre me pareceu uma mista, antiliberador, em mesmo coronel queixa-se irri- zador, impõe suas regras para sua poética. O que se a compreender a permanên- castração do documentário outros momentos e situações tado do governo e de perse- mesmo quando este busca a buscou todo o tempo foi cia da obra de escritores com sua recusa violenta da são fatores dinâmicos de guições e violências objetividade. essa poética, foi essa forma como Gilberto Freyre. mise-en-scène e de todos os aglutinação de forças e resis- políticas; as duas bandas so- de estruturar uma linguagem elementos ficcionais. tências sociais e culturais. E é noras paralelas se interrom- O moderno documentário documentária, e o centro da Essas considerações possibi- brasileiro, aquele a que Paulo claro que Iaô se beneficiou de pem quando ele saca do questão esteve sempre litam apreender a evolução or- Viramundo (1964-65), a uma narração inspirada num revólver e atira três vezes, Emílio se referiu: “focali- muito mais na busca de am- gânica do documentário pensá-lo em termos mera- zando sobretudo as formas texto de Juana Elbein dos forma habitual de reunir os pliação dos espaços dessa brasileiro. Permitem superar mente sociológicos, ousou ir Santos, o que muito contri- moradores, como ele ex- arcaicas da vida nordestina e linguagem documentária (em uma visão fragmentada do além da sociologia da época, constituindo de certa forma buiu para a leitura final que se plica. Em ambos: por truca- relação à ficção, à poesia, ao mesmo e acompanhar não só para espanto manifesto de tem do filme hoje. gem, penitente que carrega o prolongamento, agora se- processo cinematográfico to- o desenvolvimento de sua alguns sociólogos. Isto pode reno e paciente, do enfoque cruz e multidão que o mado no seu todo) do que na dialética interna como tam- ter algum mérito do ponto de Tão significativos para minha acompanha pelas ruas de cinemanovista, esses filmes maior ou menor aproximação bém indicar seus possíveis vista da sociologia. Porém no própria evolução interior documentam a nobreza in- Juazeiro marcham para com o enfoque específico de desdobramentos, que hoje plano cinematográfico em foram os documentários Viva trás; na banda sonora, su- trínseca do ocupado e a sua determinada ciência social. apontam para a supressão de que ele se colocou não há Cariri! e Segunda-feira. Do competência”, construiu sua cessivamente, ouvem-se todos os sistemas prévios. nenhum mérito especial por primeiro, afirmar sua estru- gritos de arregimentação poética numa relação pró- Se pensamos diferente- isto. Foi conseqüência natu- tura em três patamares (agri- xima com as ciências sociais. mente, torna-se difícil, por Essa liberação está se dando militar e fuzilaria/tiroteio, tí- ral do espaço que ele se per- cultura, artesanato e picos de cena de guerra. A sociologia, a economia, a exemplo, compreender e jul- nas duas direções: do subje- mitiu abrir para construir sua indústria) superpostos a de- antropologia, a política fun- gar a obra de Euclides da tivo, com o autor lançando- linguagem. Iaô surgiu 10 monstrações de religiosi- Segunda-feira já é um docu- cionaram como prismas atra- Cunha. Sem dúvida, os cien- se a si mesmo no ato de anos depois de Viramundo. dade e misticismo não diz mentário inteiramente libe- vés dos quais a câmera do tistas sociais julgarão em documentar o outro (Di, Alguns querem ver entre tudo. Talvez não diga o es- rado de qualquer documentarista buscava grande parte, senão na sua Glauber Rocha); do real, fa- este e aquele o lento e ama- sencial. Salvo engano, foi o compromisso que não seja apreender a realidade. É bem totalidade, ultrapassadas as zendo-o invadir o espaço ci- durecido percurso do docu- primeiro documentário a for- com o próprio universo que verdade que desde o início teses geográficas, sociais e nematográfico com todos mentarista Geraldo Sarno, o mular a ruptura do gênero documenta, e com uma levaram vantagem sobre o mesmo filosóficas, que Eucli- seus elementos impuros e im- caminho que vai de um filme em direção à ficção. Não só poética diretamente inspi- Cinéma Vérité porque nunca des disserta em Os Sertões. previsíveis, sem submetê-lo agressivamente ideológico a o todo da estrutura dramá- rada por esse mesmo uni- se iludiram quanto à possibi- O mérito do livro, porém, re- ao controle de esquemas e um outro em que essa agres- tica encontra-se armado em verso. “É como um baião de lidade de atingir a pura obje- conhecido de imediato sistemas prévios (A pedra da sividade cede vez à com- blocos de sequências justa- Luiz Gonzaga”, me disse- tividade. Aceitou-se desde o lançamento, não de- riqueza, Vladimir Carvalho). preensão de manifestações postas, como se fosse um ram. Talvez seja. claramente essa mediação pendeu da atualidade dessas onde, a rigor, os políticos não painel, esvaziando-as de um teses naquela época, como, Depoimento: das ciências sociais. Desse esperam encontrar firmes relacionamento direto e natu- esquema nem a vanguarda hoje, o reconhecê-las ultra- Costuma-se vincular Vira- posturas ideológicas. Nada ralístico entre si, como o se libertou. O documentário passadas não reduz o livro a mundo à sociologia, Viva Ca- mais falso. O projeto que deu rompimento se dá na cons- um simples interesse histó- Geraldo Sarno de vanguarda substituiu as riri! à economia e Iaô à depois em Iaô existia desde trução interna de determina- ciências sociais por um sis- rico. Isso sem dúvida ocorre- antropologia. E de certa ma- 1965, foi o primeiro a ser feito das sequências: só no plano Diretor. Roteirista. tema de valores fílmicos, frio ria se se tratasse apenas de neira é correto. No entanto, após concluir Viramundo e da imagem, só no plano do Documentarista.
  • 13. Programação 13 A 23 DE MAIO PAG. PAG. 17:00h – ABERTURA DA EXPOSIÇÃO DE 2010 DIA 13.05 (quinta-feira) “IMAGENS DO UNIVERSO AFRO”. DIA 14.05 (sexta-feira) 24 25 14:30h – CONFERÊNCIA “OS Com trabalhos do artista Han- sem Bahia, e dos fotógrafos Pierre Verger e Adenor Gondim. 19:00h – ABERTURA DO MEMORIAL SIGNIFICADOS DO DIA 13 DE Local: nova sede da Fundação DA HISTÓRIA DOS EQUIPAMENTOS MAIO DE 1888”. Hansem Bahia, junto ao Centro DE CINEMA, ORGANIZADO PELO de Artes, Humanidades e Le- CINEASTA ROQUE ARAÚJO. Mesa redonda com historiadores: tras da Universidade Federal do Varal de entalhes do artista Davi • Walter Fraga – professor da Recôncavo da Bahia. Rodrigues e mosaico fotográfico Universidade Federal do Recôn- 20:00h – PERFORMANCE DO de Seo Zé, com feitura de Azeite cavo da Bahia/UFRB. • Fábio de Dendê no Massapé. PROJETO “POVO DA MÚSICA”, Batista – professor do Colégio DO MAESTRO ABOLICIONISTA Edvaldo Brandão. • Maria Helena TRANQUILINO BASTOS. Local: foyer do Centro de Araújo – professora do Colégio Artes, Humanidades e Letras Estadual da Cachoeira. • Cacau Comemorando os 122 anos da da Universidade Federal do Nascimento – professor do “Airosa Passeata”, ocorrida em Recôncavo da Bahia. Centro Educacional Rômulo 13 de maio de 1888, liderada 20:00h – ABERTURA OFICIAL DO Galvão de São Felix. pelo maestro abolicionista III BAHIA AFRO FILM FESTIVAL. Tranquilino Bastos. Alusiva à Local: auditório do Colégio Esta- assinatura do Decreto de Abo- Com homenagem póstuma ao dual da Cachoeira. lição da Escravatura e aos 140 maestro abolicionista Tranquilino anos de fundação da Filarmô- Bastos. Homenagens ao artista nica “Lira Ceciliana”, criada Mateus Aleluia, ao cineasta Ar- pelo próprio maestro. nold Conceição, ao Ministro da Cultura – Juca Ferreira. Local: saída da Sede da Filarmô- nica Lira Ceciliana, percorrendo o Local: auditório do Centro de Centro Histórico de Cachoeira. Artes, Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Mesa com representações institucionais: • Ministro da Cultura – Juca Fer- reira. • Coordenador Nacional do Programa Monumenta – Luiz Fernando. • Reitor da Universi- dade Federal do Recôncavo da Bahia/UFRB – Paulo Gabriel. • Assessor da Presidência da
  • 14. PAG. PAG. Petrobras – Rosemberg Pinto. • Coordenador do Ponto de 14:00h às 16:00h – MOSTRA Local: auditório do Centro de DIA 15.05 (sábado) DIA 16.05 (domingo) • Coordenador de Comunica- Cultura Cineclube Rede Terreiro COMPETITIVA / PROGRAMA I Artes, Humanidades e Letras ção da Petrobras Nordeste – Darcle Andrade. • Secretário Estadual de Cultura – Márcio Meireles. • Secretário Estadual Cultural/CEPAS – Luiz Ca- choeira. • Centro de Educação e Cultura Vale do Iguape – Juci- lene Jovelino. • Presidente da 08:30h às 12:00h – III SEMINÁRIO 26 27 Título: RECONVEXO País de Produção: Brasil Direção: Volney Menezes, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. 20:00h – LANÇAMENTO DO CD “CARTAS MUSICAIS”. 09:30h às 11:30h – MOSTRA de Turismo – Antônio Carlos Associação Brasileira de Do- DE ANTROPOLOGIA AUDIOVISUAL. DE FILMES DE ANIMAÇÃO Tramm. • Superintendente do cumentarista – Solange Lima. Johny Guimarães Do músico Juvino Alves, que • Presidente da Associação Enfocando o tema “Nações, Et- Duração: 05’ executa músicas do maestro SEBRAE – Edval Passos. • Se- nias, Tráfico Escravo e Religio- abolicionista Tranquilino Bastos. Locais: Igreja do Rosarinho de cretária de Promoção da Igual- Baiana de Cinema e Vídeo – sidade de Influência Africana”. Título: CANTADOR DE CHULA Cachoeira e Escola Balão Má- dade – Luiza Bairros. • Diretor Mateus Damasceno. Local: foyer do auditório do Com exibição do filme “Atlân- País de Produção: Brasil gico de São Félix. do CAHL da Universidade Fede- Centro de Artes, Humanidades tico Negro na Rota dos Orixás”, Direção: Marcelo Rabelo ral do Recôncavo da Bahia/UFRB. de Renato Barbiere. e Letras da Universidade Fede- 08:30h às 12:00h – III SEMINÁRIO PROGRAMA ESPECIAL Duração: 95’ – Xavier Vantin. • Secretário de ral do Recôncavo da Bahia. DE ANTROPOLOGIA AUDIOVISUAL. Cidadania Cultural/MINC – TT Participações: • Osmundo Local: auditório do Centro de Pinho – antropólogo da Univer- 20:30h – HOMENAGEM AO MAES- Enfocando o tema: “Ética na Catalão. • Secretário de Audio- Artes, Humanidades e Letras Revelação Audiovisual do Sa- visual/MINC – Newton Cannito. 20:30h – EXIBIÇÃO DO FILME sidade Federal do Recôncavo da Universidade Federal do Re- TRO ABOLICIONISTA MANUEL TRAN- INSTITUCIONAL DO BAHIA AFRO da Bahia/UFRB. • Cacau Nasci- QUILINO BASTOS, COM EXECUÇÃO grado”, com exibição do filme • Diretor do Instituto de Radio- côncavo da Bahia. DO DOBRADO “NAVIO NEGREIRO” E “Yaô”, de Geraldo Sarno. FILM FESTIVAL, E DO CURTA ME- mento – historiador do Centro difusão da Bahia/TVE – Póla Ri- TRAGEM “MASSAPÊ” DE AUTORIA DA PEÇA “AIROSA PASSEATA”, DE de Estudo Pesquisa e Ação Participações: • Geraldo Sarno beiro. • Diretoria de Multimídia DO CINEASTA HOMENAGEADO AUTORIA DO MAESTRO. Sócio Cultural/CEPASC. • Luís 16:30h às 18:30h – MOSTRA – cineasta e realizador de “Yaô”. da SECULT – Sofia Federico. ARNOL CONCEIÇÃO. Nicolau Pares – professor do COMPETITIVA / PROGRAMA II Pela Filarmônica Lira Ceciliana, • Xavier Vatin – antropólogo e • Superintendente Regional Centro Afro Oriental da UFBA. Local: auditório do Centro de com participação especial do diretor do CAHL da Universi- IPHAN/Bahia – Carlos Amorim. • Edmar Ferreira – historiador. Artes, Humanidades e Letras clarinetista Juvino Alves. dade Federal do Recôncavo da • Diretor do IPAC – Frederico • Walter Fraga – professor da Título: PALENQUE POPOLO LIBERO Bahia/UFRB. • Ângela Figue- Mendonça. • Presidente da Fun- da Universidade Federal do Re- D’AMERICA (Palenke Local: auditório do Centro de côncavo da Bahia. Universidade Federal do Recôn- redo – antropóloga e profes- dação Cultural Palmares – Ed- cavo da Bahia/UFRB. • Graziele Povo Livre da América) Artes, Humanidades e Letras sora da Universidade Federal valdo Mendes Araújo (Zulu 21:00h – SHOW MUSICAL “5 Novato – professora de História País de Produção: Itália, da Universidade Federal do Re- do Recôncavo da Bahia/UFRB. Araújo). • Coordenação do SENTIDOS” DE MATEUS ALELUIA, da Universidade Estadual do Su- Colômbia côncavo da Bahia. • Luiz Antônio Araujo – Rede Curso de Cinema da Universi- COM ORQUESTRA AFRO SINFÔ- doeste da Bahia/UESB. • Pedro Direção: Salvatore Braca Terreiro Cultural • Roberto NICA E CONVIDADOS ESPECIAIS. dade Federal do Recôncavo da Arcanjo – sociólogo e diretor do Duração: 24’ 23” Duarte – professor de Cinema, COM LANÇAMENTO DO CD. 21:00h às 21:30h – I MOSTRA Bahia/UFRB – Danillo Barata. • Centro Cultural Danneman. • da Universidade Federal do Presidente da Oscip Casa do Ci- Local: auditório do Centro de Luiza Bairros – Secretaria de Título: O RITO DE ISMAEL IVO DE FILMES CONVIDADOS Recôncavo da Bahia/UFRB. nema da Bahia – Lázaro Faria. Artes, Humanidades e Letras Promoção da Igualdade do Es- País de Produção: Brasil Título: O MILAGRE DO CANDEAL Mediação: Antônio Moraes – da Universidade Federal do Re- tado da Bahia/SEPROMI. Direção: Ari Cândido Fernandes (El Milagro de Candeal) Ogan e coordenador do Centro côncavo da Bahia. Mediação: Luiz Cachoeira – Duração: 12’ de Estudo Pesquisa e Ação País de Produção: Espanha, Brasil coordenador do Ponto de Cultura Sócio Cultural/CEPASC. Título: MEMÓRIAS DE Direção: Fernando Trueba Rede Terreiro Cultural/CEPASC. UM AFRO-PERUANO Local: auditório do Centro de Local: auditório do Centro de Artes Humanas e Letras da Uni- Local: auditório do Centro de País de Produção: Peru Artes, Humanidades e Letras Artes, Humanidades e Letras versidade Federal do Recôn- Direção: Jovita Andrade da Universidade Federal do Re- da Universidade Federal do cavo da Bahia. Duração: 52’ côncavo da Bahia. Recôncavo da Bahia.
  • 15. PAG. PAG. 15:00h às 18:00h – RODA DE Título: PASTINHA UMA VIDA Título: WITH EVERY BREATH (Uma DIA 17.05 (segunda-feira) 16:30h às 18:30h – MOSTRA DIA 18.05 (terça-feira) CONVERSA SOBRE TVS UNIVERSITÁ- PARA A CAPOEIRA Respiração) 28 29 COMPETITIVA / PROGRAMA VI RIAS: DESAFIOS E PERSPECTIVAS. País de Produção: Brasil País de Produção: Estados Unidos Participações: Pedro Ortz – TV Direção: Antônio Carlos Muricy Direção: Ram Devineni Duração: 56’ Duração: 05’ Título: PASSAGENS ESTREITAS USP • Roberto Duarte – Supe- . País de Produção: Brasil rintendência de Implantação da 08:30h às 12:00h – EXPERIÊNCIAS Título: CIDADES DOS MASCARADOS Direção: Kelson Frost 08:00h às 12:00h: TV UFRB. • Nádia Virgínia –- TV DE PRODUÇÃO E DIFUSÃO País de Produção: Brasil 16:30h às 18:30h – MOSTRA AUDIOVISUAL EM PROCESSOS Duração: 07’ TELA EM TRANSE: OFICINA DE UEFS e representante da TV COMPETITIVA / PROGRAMA IV Direção: Emanuela Yglesias CINEMA, COM OPERAÇÃO DE CÂ- UFBA. • Representante da TV EDUCATIVOS. Título: A ILHA DOS ESCRAVOS Duração: 10’ MERAS CINEMATOGRÁFICAS E IN- UESB. • Representante da TV Expositores: • Ponto de Cultura País de Produção: Portugal TRODUÇÃO AO CINEMA DIGITAL. Anísio Teixeira – Instituto Anísio Título: SUA MAJESTADE O DELEGADO Título: MÁ VIDA Direção: Francisco Manso Centro de Educação e Cultura Coordenação: Lázaro Faria – ci- Teixeira/IAT. • Representante do País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil Duração: 100’ do Vale do Iguape – Expressão neasta, Roque Araújo – ci- Instituto de Radiodifusão Edu- Direção: Clementino Junior Direção: Tau Tourinho Cidadania Quilombola. • Centro Local: auditório do Centro de neasta, Xeno Veloso – diretor cativa da Bahia/IRDEB. Duração: 14’ Duração: 05’ de Estudos Raízes do Recôn- Artes, Humanidades e Letras de fotografia. Local: sala especial do Centro Título: DA RODA AO SAMBA cavo. • Cineclube Centro Cultu- Título: TRILOGIA DO REGGAE da Universidade Federal do Re- País de Produção: Brasil ral João Antônio de Santana. País de Produção: Brasil côncavo da Bahia. Local: Centro Cultural Danneman, de Artes, Humanidades e Letras Direção: Paulo Dourado • Tele Centro e Rádio Comu- Direção: Volney Menezes, Johny em São Felix. da Universidade Federal do Re- 20:00 às 21:00h – III MOSTRA côncavo da Bahia. Duração: 60’ nitária de Acupe/Santo Amaro. Guimarães OFICINA DE PRODUÇÃO DE CI- Duração: 62’ DE FILMES CONVIDADOS Local: auditório do Centro de • Ponto de Cultura Rede Ter- NEMA: ANÁLISE TÉCNICA DO reiro Cultural. • TV Comunitária ROTEIRO “À PROCURA DE PAL- Artes, Humanidades e Letras Local: auditório do Centro de MARES” QUE SERÁ FILMADO NO 14:00h às 16:00h – MOSTRA do Pelourinho. • Kabum/CIPÓ, Título: MÁRIO GUSMÃO – O Anjo da Universidade Federal do Re- Artes, Humanidades e Letras MUNICÍPIO DE CACHOEIRA. COMPETITIVA / PROGRAMA III côncavo da Bahia. CRIA – Centro de Referência In- Negro da Bahia da Universidade Federal do Re- tegral do Adolescente. • Ponto País de Produção: Brasil Coordenação: Flávio Leandro – côncavo da Bahia. de Cultura Eletrocooprativa. Direção: Elson do Rosário cineasta. Título: MANDINGA EN COLÔMBIA Duração: 54’ 20:00 às 21:30h – II MOSTRA Local: auditório do Centro de (Convidado) DE FILMES CONVIDADOS Local: sala especial do Centro País de Produção: Brasil, Artes, Humanidades e Letras Local: auditório do Centro de de Artes, Humanidades e Le- Colômbia da Universidade Federal do Re- Artes, Humanidades e Letras tras da Universidade Federal do Direção: Lázaro Faria Título: FILHAS DO VENTO côncavo da Bahia. da Universidade Federal do Re- Recôncavo da Bahia. Duração: 26 País de Produção: Brasil côncavo da Bahia. Direção: Joel Zito Araújo OFICINA DE EDIÇÃO DE VÍDEO Local: auditório do Centro de 14:00h às 16:00h – MOSTRA EM SOFTWARE LIVRE Duração:107’ 52’’ Artes, Humanidades e Letras COMPETITIVA / PROGRAMA V Coordenação: Elielson Barbosa – da Universidade Federal do Re- Local: auditório do Centro de Artes, Humanidades e Letras editor do Ponto de Cultura côncavo da Bahia. Título: MARIA DO PARAGUAÇU Rede Terreiro Cultural e Pontão da Universidade Federal do Re- côncavo da Bahia. País de Produção: Brasil Digital Xemelê. Direção: Camila Dutervil Local: sede do Ponto de Cultura Duração: 26’ Rede Terreiro Cultural.
  • 16. PAG. PAG. 08:30h às 12:00h – CONFERÊNCIA 14:00h às 16:00h – IV MOSTRA Título: RIO DE MULHERES Participação: Casa de Cultura Título: A BENÇA TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO País de Produção: Brasil Dia 19.05 (quarta-feira) Tainã/Campinas/SP • Coco de . País de Produção: Brasil 30 31 EM COMUNICAÇÃO – REDE COLA- DE FILMES CONVIDADOS Direção: Cristina Maure, Joana Umbigada/PE. • Ponto de Cul- Direção: Tarcísio Lara Puiati BORATIVA NA EDUCAÇÃO. Oliveira tura Audiovisual de Duração: 52’ Participações: • Darlene Almeida Título: TUDO ISTO ME PARECE Duração: 21’ Pirambu/CE. • BANKOMA Co- UM SONHO Local: auditório do Centro de – professora da Faculdade de 08:00h às 12:00h munidade Negra/BA. • Pontão País de Produção: Brasil Título: Vermelho Imaginário Artes, Humanidades e Letras Educação da UFBA e Projeto Digital Minuano/RGS. • Rede Direção: Geraldo Sarno País de Produção: Brasil TELA EM TRANSE: OFICINA DE CI- da Universidade Federal do Re- Rede de Intercâmbio e Produ- Terreiro Cultural/BA. • Expres- Duração: 150’ Direção: Mateus Damasceno NEMA, COM OPERAÇÃO DE CÂ- côncavo da Bahia. ção Educativa. • Jorge Portugal MERAS CINEMATOGRÁFICAS E são Cidadania Quilombola/BA. Duração: 17’ – professor e apresentador Local: auditório do Centro de INTRODUÇÃO AO CINEMA DIGITAL. • Ação Griô Grão e Luz/BA. • de Programa Educativo na TV. Artes, Humanidades e Letras Título: FAZENDO HISTÓRIA Associação do Culto Afro Itabu- 16:00h às 18:00h – MOSTRA (Making History) Coordenação: Lázaro Faria – ci- nense/BA. • Pontão CINE • Cláudio Manoel – professo- da Universidade Federal do Re- COMPETITIVA / PROGRAMA IX neasta, Roque Araújo – ci- res da Universidade Federal côncavo da Bahia. País de Produção: França, ANIMA/PE. • Pontão neasta, Xeno Veloso – diretor do Recôncavo da Bahia/UFRB. Martinica, Jamaica Xemelê/Universidade do Es- de fotografia. Título: NEGO D’ÁGUA (Convidado) • Celso Salles – coordenador Direção: Caecilia Tripp, tado da Bahia/UNEB. • Inven- Local: Centro Cultural Danneman, País de Produção: Brasil do EDUCASAT. • Instituto Aní- 16:00h às 18:00h – MOSTRA Karen McKinnon ções Brasileiras/DF. • em São Felix. Direção: Saullo Farias sio Teixeira/IAT. • Amélia Ma- COMPETITIVA / PROGRAMA VII Duração: 10’ Eletrocooperativa. • TT Catalão Duração: 7' raux – Vice Reitora da OFICINA DE PRODUÇÃO DE CI- – Secretário de Cidadania Cul- Local: auditório do Centro de Universidade do Estado da NEMA: ANÁLISE TÉCNICA DO tural do Ministério da Cultura e Título: GISELE OMINDAREWA Título: DEUSA DO ÉBANO – RAINHA Artes, Humanidades e Letras Bahia/UNEB. ROTEIRO “À PROCURA DE PALMA- coordenador do Programa Cul- País de Produção: Brasil DO ILÊ AYÊ da Universidade Federal do Re- RES”, QUE SERÁ FILMADO NO tura Viva do Ministério da Cul- Direção: Clarice Ehlers Peixoto Local: auditório do Centro de País de Produção: Estados Unidos côncavo da Bahia. MUNICÍPIO DE CACHOEIRA. tura. • Ângela Andrade – Duração: 71’ Artes, Humanidades e Letras Direção: Carolina Moraes-Liu Coordenação: Flávio Leandro – superintendente da Secretaria Local: auditório do Centro de da Universidade Federal do Re- Duração: 19’ 40” cineasta. 20:00 às 22h – V MOSTRA de Cultura da Bahia. • Grupo Artes, Humanidades e Letras côncavo da Bahia. Título: CRUZ E SOUSA, A VOLTA DE FILMES CONVIDADOS Local: sala especial do Centro Cultural Olodum/BA • Ponto de da Universidade Federal do Re- DE UM DESTERRADO de Artes, Humanidades e Le- Cultura Pierre Verger/Fundação tras da Universidade Federal do côncavo da Bahia. País de Produção: Brasil Pierre Verger/BA. Título: ATABAQUE NZINGA Recôncavo da Bahia. Direção: Claudia Cárdenas, Local: auditório do Centro de Rafael Schlichting País de Produção: Brasil OFICINA DE EDIÇÃO DE VÍDEO Artes, Humanidades e Letras 20:00h às 22:00h – MOSTRA Duração: 20’ Direção: Octávio Bezerra EM SOFTWARE LIVRE da Universidade Federal do Re- COMPETITIVA / PROGRAMA X Duração: 87’ Coordenação: Elielson Barbosa – côncavo da Bahia. Local: auditório do Centro de editor do Ponto de Cultura Título: BENGUELÊ Artes, Humanidades e Letras Rede Terreiro Cultural e Pontão 14:30h às 16:00h – MOSTRA Digital Xemelê. País de Produção: Brasil da Universidade Federal do Re- COMPETITIVA / PROGRAMA VIII Direção: Helena Martinho da côncavo da Bahia. Local: sede do Ponto de Cultura Rocha Rede Terreiro Cultural. Título: MÃE FILHINHA 105 ANOS Duração: 84' 08:30h às 12:00h – EXPERIÊN- OFERENDA À IEMANJÁ (Convidado) Local: auditório do Centro de CIAS DE EXPRESSÕES DA CULTURA País de Produção: Brasil AFRO, TRANSVERSAIS À PRODU- Artes, Humanidades e Letras ÇÃO AUDIOVISUAL E CULTURA DI- Direção e Roteiro: Lu Cachoeira da Universidade Federal do Re- GITAL ATRAVÉS DA TV WEB. côncavo da Bahia.
  • 17. PAG. PAG. OFICINA DE EDIÇÃO DE VÍDEO EM • Salvatore Braça – diretor da 16:30h às 18:30h – VI MOSTRA nale Supérieure des Arts Déco- DIA 20.05 (quinta-feira) SOFTWARE LIVRE Escola de Documentário de Dia 21.05 (sexta-feira) ratifs, Paris) e Le Fresnoy, Studio 32 33 DE FILMES CONVIDADOS San Pólo/Itália. • Secretário do des Arts Contemporains. Coordenação: Elielson Barbosa – editor do Ponto de Cultura Audiovisual do MINC. • Danillo Local: Centro de Artes, Humani- Rede Terreiro Cultural e Pontão Barata – coordenador do Curso Exibição especial de vários dades e Letras da Universidade Digital Xemelê. de Cinema da Universidade Fe- documentários do grande ci- 08:00h às 12:00h Federal do Recôncavo da Bahia. 08:00h às 12:00h deral do Recôncavo da neasta cubano Santiago Alvarez. Local: sede do Ponto de Cultura TELA EM TRANSE: OFICINA DE CI- 08:30h às 12:00h – EXPERIÊN- TELA EM TRANSE: OFICINA DE CI- Bahia/UFRB. • Milena Gusmão Participação: • Lazara Herrera – NEMA, COM OPERAÇÃO DE CIAS DE FILM COMISSION: POS- NEMA, COM OPERAÇÃO DE Rede Terreiro Cultural. – organizadora do Curso de Ci- CÂMERAS CINEMATOGRÁFICAS E CÂMERAS CINEMATOGRÁFICAS E diretora da Oficina de Docu- SIBILIDADES PARA O 19:00h – LANÇAMENTO DO nema da Universidade Estadual INTRODUÇÃO AO CINEMA DIGITAL. DESENVOLVIMENTO REGIONAL. INTRODUÇÃO AO CINEMA DIGITAL. mentários Santiago Alvarez do LIVRO “PENHASCOS”, DE ANA do Sudoeste da Bahia/UESB. Instituto de Cinema Coordenação: Lázaro Faria – ci- Participações: • Pólo Cinematográ- Coordenação: Lázaro Faria – ci- ISABEL DE OLIVEIRA. • Geraldo Moraes – presidente neasta, Roque Araújo – ci- neasta, Roque Araújo – ci- da Coalizão Brasileira pela Di- Cubano/ICAIC. • Clarisse Mon- fico de Paulinea – SP • Instituto . Contos inspirados em filmes tuano – cineasta brasileira, pri- neasta, Xeno Veloso – diretor de Radiodifusão da Bahia. • Film neasta, Xeno Veloso – diretor versidade Cultural e diretor da de fotografia. cults, a exemplo de “Persona” meira premiada no Festival Comission da Bahia. • Luiz Cláu- de fotografia. Coalizão Mundial da Diversi- do cineasta Ingmar Bergman. Internacional de Documentário Local: Centro Cultural Danneman, dio Nascimento – Centro de Es- dade Cultural. • Lázaro Faria Local: Centro Cultural Danne- Santiago Alvarez. em São Felix. tudo e Pesquisa Sócio Cultural. • E-mail: anaisabelo@ig.com.br – presidente da Casa de Ci- man, em São Felix. OFICINA DE PRODUÇÃO DE CI- PETROBRAS • Secretaria de Au- Local: foyer do Centro de Artes, nema da Bahia. Local: auditório do Centro de NEMA: ANÁLISE TÉCNICA DO RO- diovisual do MINC. • Secretaria OFICINA DE PRODUÇÃO DE CI- Artes, Humanidades e Letras NEMA: ANÁLISE TÉCNICA DO Humanidades e Letras da Uni- Mediação: Luiz Cachoeira – cine- TEIRO “A PROCURA DE de Indústria e Comércio da Bahia. versidade Federal do Recôn- da Universidade Federal do Re- • Domingos Leonelli – ex-Secre- ROTEIRO “À PROCURA DE PALMA- clubista da Rede Terreiro Cultural. PALMARES” QUE SERÁ FILMADO RES” QUE SERÁ FILMADO NO cavo da Bahia. côncavo da Bahia. NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA. tário de Turismo da Bahia. • Su- MUNICÍPIO DE CACHOEIRA. Local: auditório do Centro de perintendência do SEBRAE da 08:30h às 12:00h – EXPERIÊN- Artes, Humanidades e Letras Coordenação: Flávio Leandro – cineasta. Bahia. • Associação Brasileira de Coordenação: Flávio Leandro – CIAS DA ESCOLA INTERNACIONAL da Universidade Federal do Re- 20:00 às 22:00 – MOSTRA DE CINEMA DE CUBA; DA ESCOLA Documentaristas e Curta-Metra- cineasta. côncavo da Bahia. COMPETITIVA / PROGRAMA XII Local: sala especial do Centro DE DOCUMENTÁRIOS DE SAN gistas/ABD. • Associação Baiana de Artes, Humanidades e Le- de Cinema e Vídeo/ABCV. • Local: sala especial do Centro POLO – ITÁLIA E POSSÍVEIS INTER- CÂMBIOS COM O CURSO DE CI- Título: BOM DIA, ETERNIDADE tras da Universidade Federal do Agência de Fomento do Estado de Artes, Humanidades e Le- 14:00 às 16:00h – MOSTRA Recôncavo da Bahia. tras da Universidade Federal do NEMA DA UNIVERSIDADE País de Produção: Brasil da Bahia/DESENBAHIA. • Curso FEDERAL DO RECÔNCAVO DA COMPETITIVA / PROGRAMA XI Recôncavo da Bahia. Direção: Rogério de Moura OFICINA DE EDIÇÃO DE VÍDEO de Cinema da Universidade Fede- BAHIA/UFRB E DEMAIS PARCEIROS. Duração: 98’ EM SOFTWARE LIVRE ral do Recôncavo da Bahia/UFRB. Participações: • Lazara Herrera – Título: BATATINHA, POETA DO SAMBA • DIMAS – Secretaria de Cul- Local: auditório do Centro de Coordenação: Elielson Barbosa – diretora da Oficina de Documen- País de Produção: Brasil editor do Ponto de Cultura tura/Governo da Bahia. • Casa de Artes, Humanidades e Letras tários Santiago Alvarez do Insti- Direção: Marcelo Rabelo Rede Terreiro Cultural e Pontão Cinema da Bahia. • Centro de da Universidade Federal do Re- tuto de Cinema Cubano/ICAIC. Duração: 62’ Digital Xemelê. Produção Audiovisual do Trapiche. côncavo da Bahia. Local: auditório do Centro de Local: sede do Ponto de Cultura Mediação: Cineclube Rede Ter- Artes, Humanidades e Letras Rede Terreiro Cultural. reiro Cultural. da Universidade Federal do Re- OFICINA ATELIÊ VIDEOARTE. Local: auditório do Centro de côncavo da Bahia. Artes, Humanidades e Letras Coordenação: videoartista suíça da Universidade Federal do Re- Anna K. Com formação em côncavo da Bahia. artes pela ENSAD (École Natio-
  • 18. PAG. PAG. 14:00h às 15:50h – CONFERÊNCIA Título: REMANSO OFICINA ATELIÊ VIDEOARTE. sileira de Documentaristas e 20:00h às 21:00h – APRESEN- RELAÇÃO DO PRÉ SAL – PETROBRAS País de Produção: Brasil DIA 22.05 (sábado) Curta-Metragistas/ABD Nacio- TAÇÃO DA PERFORMANCE “ME- 34 35 COM O FOMENTO À CULTURA. Direção: Marcelo Abreu Góis Coordenação: videoartista suíça MÓRIA CARNE VIVA”. nal. • Centro Cineclubista de Duração: 18’ Anna K. Com formação em Expositores: • Rosemberg Pinto São Paulo. • Secretaria de Edu- Projeto Interações Estéticas da artes pela ENSAD (École Natio- – assessor da Presidência da Local: auditório do Centro de cação da Bahia. • Cineclube Atriz Ana Paula Bouzas, em Petrobras. • Antônio José nale Supérieure des Arts Déco- Artes, Humanidades e Letras 08:00h às 12:00h Papa-Jaca – Santo Antônio de parceria com jovens do Ponto Rivas – gerente geral da Uni- ratifs, Paris) e Le Fresnoy, Studio da Universidade Federal do Re- Jesus/BA. • Cineclube Lauro de de Cultura Expressão Cidadania dade de Exploração e Produção TELA EM TRANSE: OFICINA DE CI- des Arts Contemporains. côncavo da Bahia. Freitas/BA. • Cineclube Orlando Quilombola do Kaonge, na da Petrobras na Bahia. • Repre- NEMA, COM OPERAÇÃO DE CÂME- Local: Centro de Artes, Humani- Senna/ Lençóis/BA. sentantes do Ministério da Cul- 19:30h – LANÇAMENTO DO LIVRO RAS CINEMATOGRÁFICAS E Bacia do Iguape. “ESCRITOS SOBRE CINEMA TRILO- INTRODUÇÃO AO CINEMA DIGITAL. dades e Letras da Universidade tura e da Secretaria de Cultura Local: Centro de Artes, Humani- Local: auditório do Centro de GIA DE UM TEMPO CRÍTICO”, DE Federal do Recôncavo da Bahia. do Estado da Bahia. dades e Letras da Universidade Artes, Humanidades e Letras AUTORIA DE ANDRÉ SETARO. Coordenação: Lázaro Faria – ci- Das 09:30h às 12:00h – REDE Federal do Recôncavo da Bahia. da Universidade Federal do Re- Local: auditório do Centro de neasta, Roque Araújo – ci- André Setaro é professor do DE PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO Artes Humanas e Letras da Uni- neasta, Xeno Veloso – diretor côncavo da Bahia. Departamento de Comunicação DE CONTEÚDOS AUDIOVISUAIS. versidade Federal do Recôn- de fotografia. da Universidade Federal da 14:00h às 16:00h – VIII MOS- 21:10h às 21:30 – LANÇAMENTO cavo da Bahia. Participação: • Instituto de Ra- DA MOSTRA ITINERANTE DE Bahia. Crítico cinematográfico Local: Centro Cultural Danneman, TRA DE FILMES CONVIDADOS diodifusão da Bahia – TV e FILMES DO III BAHIA AFRO FILM do jornal Tribuna da Bahia, cola- em São Felix. borador eventual do Suple- Rádio Educativa e DIMAS – Se- FESTIVAL. 16:00 as 18:00 – MOSTRA Título: ABDIAS NASCIMENTO – mento Cultural do jornal A OFICINA DE PRODUÇÃO DE cretaria de Cultura/BA. • Secre- COMPETITIVA / PROGRAMA XIII Local: auditório do Centro de CINEMA: ANÁLISE TÉCNICA DO taria de Audiovisual do MINC. MEMÓRIA NEGRA Tarde, colunista cinematográ- Artes, Humanidades e Letras fico da revista eletrônica Terra ROTEIRO “A PROCURA DE • Ponto de Cultura Cineclube País de Produção: Brasil Título: BLACK BERLIM PALMARES” QUE SERÁ FILMADO Direção: Antônio Olavo da Universidade Federal do Re- Magazine. Escreve no site Rede Terreiro Cultural. • Curso País de Produção: Brasil / Alemanha NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA. Duração: 95’ côncavo da Bahia. http://www.coisadecinema.co de Cinema da Universidade Fe- Direção: Sabrina Fidalgo m.br e tem um blog especiali- Coordenação: Flávio Leandro – deral do Recôncavo da Local: auditório do Centro de 21:30h às 22:00h – PREMIA- Duração:19’ zado em cinema: http://seta- cineasta. Bahia/UFRB. • Cineclube Ja- ÇÕES, MENÇÕES HONROSAS E Artes, Humanidades e Letras Título: GRAFFITI rosblog.blogspot.com nela Indiscreta. • Arraial Cine HOMENAGENS PÓSTUMAS AOS Local: sala especial do Centro da Universidade Federal do Re- CINECLUBISTAS: LUIZ ORLANDO, País de Produção: Brasil Fest. • Cineclube Imagens da Local: foyer do Centro de Artes, de Artes, Humanidades e Le- côncavo da Bahia. ANTÔNIO JORGE (MILICA) E Direção: Lilian Solá Santiago Universidade Estadual de Feira Duração: 10’ Humanidades e Letras da Uni- tras da Universidade Federal do POETA ZECA MAGALHÃES. versidade Federal do Recôn- de Santana/UEFS. • Ponto de Recôncavo da Bahia. Local: auditório do Centro de Título: NEGO cavo da Bahia. Cultura Solar Boa Vista e Rede 16:30 às 18:30h – MOSTRA País de Produção: Brasil OFICINA DE EDIÇÃO DE VÍDEO EM dos Centros Culturais da Fun- COMPETITIVA / PROGRAMA XIV Artes, Humanidades e Letras Direção: Sávio Leite e SOFTWARE LIVRE dação Cultural da Bahia. • Cine- da Universidade Federal do Re- Marko Ajdaric 20:00 às 22:00h – VII MOSTRA clubes da Universidade Federal côncavo da Bahia. DE FILMES CONVIDADOS Coordenação: Elielson Barbosa – Título: CINDERELAS, LOBOS E UM Duração: 03’ do Recôncavo da Bahia/UFRB. editor do Ponto de Cultura PRÍNCIPE ENCANTADO 22:30h – PERFORMANCE MULTI- Título: DOIDO LELÉ Rede Terreiro Cultural e Pontão • Núcleo de Criação do Fórum País de Produção: Brasil MÍDIA NO CENTRO HISTÓRICO. País de Produção: Brasil Título: PAU BRASIL Livre de Cineclubes da Bahia. Direção: Joel Zito Araújo País de Produção: Brasil Digital Xemelê. Comemorando a restauração do Direção: Ceci Alves • Pontão Rede Nordestina de Duração: 17’15” Direção: Fernando Belens Local: sede do Ponto de Cultura Audiovisual. • Cine Mais Cul- Local: auditório do Centro de antigo Cine Teatro Cachoeirano. Local: auditório do Centro de Rede Terreiro Cultural. tura/Programadora Brasil. • As- Artes, Humanidades e Letras Título: REVERSO Local: Praça Teixeira de Freitas País de Produção: Brasil Artes, Humanidades e Letras sociação Baiana de Cinema e da Universidade Federal do Re- (em frente ao antigo Cine Tea- Direção: Francisco Colombo da Universidade Federal do Re- Vídeo/ABCV. • Associação Bra- côncavo da Bahia. tro Cachoeirano). Duração: 5’ 38” côncavo da Bahia.
  • 19. Dia 23.05 (domingo) 08:00h às 12:00h – OFICINA ATELIÊ VIDEOARTE. Coordenação: videoartista suíça Anna K. Com formação em artes pela ENSAD (École Natio- nale Supérieure des Arts Déco- ratifs, Paris) e Le Fresnoy, Studio des Arts Contemporains. Local: Centro de Artes, Humani- dades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Atenção: A “Oficina Ateliê Videoarte” acontecerá até o dia 26.05 (quarta-feira),no mesmo local. PROGRAMA ESPECIAL 07:30h às 15:00h – TOUR PELO TERRITÓRIO BACIA DO IGUAPE. AL- MOÇO NO “TERREIRO DE CANDOM- BLÉ 21 ALDEIA DE MAR E TERRA”, COM RECEPÇÃO DAS GRIÔS DONA NEGA E YALORIXÁ JUVANI JOVE- LINO. SAMBA DE RODA, COM O GRUPO “SUSPIRO DO IGUAPE”. Local: comunidades remanes- centes de escravos quilombos Engenho da Ponte e Kaonge. 20:00h às 22:00h – EXIBIÇÃO DOS FILMES PREMIADOS DO III BAHIA AFRO FILM FESTIVAL. Local: auditório do Centro de Artes Humanas e Letras da Uni- versidade Federal do Recôn- cavo da Bahia.
  • 20. convidados DIA 14.05 (sexta-feira) Às 20:30h – PROGRAMA ESPECIAL Exibição do filme institucional do BAHIA AFRO FILM FESTIVAL , e do curta metragem “Massapê”, de au- toria do cineasta homenageado Arnol Conceição. PAG. PAG. DIA 15.05 (sábado) DIA 16.05 (domingo) de filmes 38 39 21:00h às 21:30h – I MOSTRA 14:00h às 16:00h DE FILMES CONVIDADOS Mostra Título: O MILAGRE DO CANDEAL (El Milagro de Candeal) Título: MANDINGA EN COLÔMBIA O diretor Fernando Trueba define o filme “O Milagre do Can- Em novembro de 2008, dois brasileiros, um mestre de ca- deal” como um “musical social, um western pacífico em que os bons se defendem com os tambores ao invés de pistolas”. poeira e um realizador cinematográfico, percorreram à O cineasta espanhol, casado com uma brasileira e apaixonado Colombia (Bogotá, Cartagena de las Índias, Santa Marta, pela música do Brasil, debruça-se sobre o projeto social da Malagana, Palenke de San Basílio, Calli, Buenaventura), favela do Candeal, em Salvador, coordenado pelo músico Car- onde registraram o encontro da capoeira com as tradições linhos Brown, que nasceu ali. Trueba utiliza-se de outros músi- afro-colombianas. cos, como o pianista cubano Bebo Valdez, um dos protagonistas de seu documentário musical “Calle 54”, contracenando com Mateus Aleluia, para explorar a religião, a cultura e a musica- lidade da Bahia, apresentando as atividades empreendidas pelas crianças moradoras do local, e que têm contribuído para afastar do Candeal o flagelo da violência e da exclusão. País de Produção: Espanha,Brasil País de Produção: Brasil, Colômbia Direção: Fernando Trueba Direção: Lázaro Faria Roteiro: Xeno Veloso, Lazaro Faria, Isabella Lago Elenco: Carlinhos Brown, Bebo Valdez, Direção de Fotografia: Xeno Veloso Mateus Aleluia e Grupo Jejê Nagô. Som: Xavier La Lupa Montagem: Xeno Veloso Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Gênero: Documentário dades e Letras da Universidade Federal do Duração: 26 Recôncavo da Bahia Produção Executiva: Casa de Cinema da Bahia, Lázaro Faria (Brasil), Fabrício Apolo (Colômbia) E-mail: lazaro@lazarofaria.com.br Local: auditório do Centro de Artes, Humani- dades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
  • 21. PAG. PAG. DIA 17.05 (segunda-feira) DIA 18.05 (terça-feira) 40 41 20:00 às 21:30h – II MOSTRA 20:00 às 21:00h – III MOSTRA 14:00 às 16:00h – IV MOSTRA 20:00 às 22:00h – V MOSTRA DE FILMES CONVIDADOS DE FILMES CONVIDADOS DE FILMES CONVIDADOS DE FILMES CONVIDADOS Título: FILHAS DO VENTO Título: MÁRIO GUSMÃO – O Anjo Negro da Bahia Título: TUDO ISTO ME PARECE UM SONHO Título: ATABAQUE NZINGA Um incidente familiar separou duas irmãs por 45 anos. A Enfoca a vida e obra do ator Cachoeirano, Mário Gusmão, em três Documentário e ficção se unem para realizar pesquisa sobre “Atabaque Nzinga” é um documentário musical sobre a cul- natureza de cada uma delas, bem como a distância, levaram linhas temáticas: a artística, a militância política no movimento a vida do General Abreu e Lima, pernambucano que partici- tura afro-brasileira, cuja estrutura narrativa se traduz por um as duas a caminhos bem diferentes. A morte do pai faz com negro e a espiritual. Apresenta depoimentos com personagens pou, ao lado de Bolívar, de batalhas que libertaram a Colôm- jogo de búzios, no qual a protagonista chega atraída pelo que se reencontrem em uma fase definitiva de suas vidas, reais de destaque no cenário baiano que conviveram com Mário bia, Venezuela e Peru da coroa espanhola. O documentário "chamado do tambor" em busca do autoconhecimento. Via- aflorando e cobrando resoluções para todos os sentimentos Gusmão nas diversas etapas de sua vida. Dentre eles: Carlos Pe- discute o processo de construção dessa pesquisa, e tam- jando pela estrada da percussão nas locações de Pernam- e histórias deixados no passado. trovich, Nilda Spencer, Oscar Santana, Orlando Senna, Deolindo bém do próprio filme. Um filme histórico e biográfico, e que buco, Bahia e Rio de Janeiro, a protagonista conhece Checcucci, Paloma Rocha, Carmem Paternostro, Vovô do Ilê, Jef- se entrelaça com um filme sobre o cinema. diferentes ritmos, grupos musicais e coreográficos, procu- ferson Bacelar, Jackson Costa, Carlinhos Brown e Carlos Betão. rando e encontrando sua integração na sociedade brasileira. País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil Direção: Joel Zito Araújo Direção: Elson do Rosário Direção: Geraldo Sarno Direção: Octávio Bezerra Argumento: Joel Zito Araújo Gênero: Documentário Roteiro: Geraldo Sarno, Werner Salles Gênero: Documentário Roteiro: Di Moretti Duração: 54’ Duração: 87’ Elenco: Wilson Mello, Caco Monteiro, Nélia Carvalho Elenco: Milton Gonçalves, Ruth de Souza, Léa Garcia, Taís Araújo, Maria Ceiça, Danielle Ornellas, Thalma de Freitas, Gênero: Documentário Estúdio/Distrib.: Europa Filmes Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Rocco Pitanga, Zózimo Bulbul, Cida Moreno, Jonas Duração: 150' dades e Letras da Universidade Federal do Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Bloch, Mônica Freitas, Beatriz Almeida, Vitória Viana. E-mail: geraldosarno@yahoo.com.br Recôncavo da Bahia. dades e Letras da Universidade Federal do Direção de Fotografia: Jacob Sarmento Solitrenick Direção de Arte: Andréa Velloso Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Recôncavo da Bahia. Trilha Sonora: Marcus Viana dades e Letras da Universidade Federal do Duração:107’ 52’’ Recôncavo da Bahia. Produção Executiva: Márcio Curi, Carla Gomide, Joel Zito Araújo Local: auditório do Centro de Artes, Humani- dades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
  • 22. PAG. PAG. Dia 19.05 (quarta-feira) Dia 20.05 (quinta-feira) Dia 21.05 (sexta-feira) 42 43 14:30h às 16:00h 16:00h às 18:00h 16:30h às 18:30h – VI MOSTRA 20:00 às 22:00h – VII MOSTRA DE FILMES CONVIDADOS DE FILMES CONVIDADOS Título: MÃE FILHINHA 105 ANOS OFERENDA À IEMANJÁ Título: NEGO D’ÁGUA Exibição especial de vários documentários do Título: PAU BRASIL O documentário registra a convicção de fé e liberdade da O mito do Nego D'Água é reiventado na história de vida de grande cineasta cubano Santiago Alvarez. Duas famílias vivem em casas rudes, toscas, uma em frente da outra. Griô Ialorixá Mãe Filhinha do Terreiro de Candomblé Italiê um jovem capoeirista da Chapada Diamantina. Numa delas, um homem (Bertrand Duarte – sempre inexcedível) Participação: • Lazara Herrera – diretora da Ofi- mora com uma mulher e a deixa amar qualquer tipo que chegue à Ogum. Irmã da Confraria Irmandade da Boa Morte que, aos cina de Documentarios Santiago Alvarez do sua porta, principalmente caminhoneiros, que são seduzidos pela sua 105 anos de idade, esbanja vitalidade cumprindo seus ri- Instituto de Cinema Cubano/ICAIC. • Cla- maneira fogosa de ser. Mas o personagem não se importa e é feliz e tuais, saudando os orixás. E que conduz suas oferendas à risse Montuano – cineasta brasileira, I pre- carinhoso, além de abrigar no seu seio familiar um outro homem que Iemanjá, em belo cortejo ao Porto de Dentro, nas margens miada no Festival Internacional de aparece numa noite a pedir asilo em sua casa. O casal tem um filho, do Rio Paraguaçu, no município de Cachoeira – Bahia. Documentário Santiago Alvarez. maltratado pela coletividade, que se tranca em si mesmo. País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil Local: auditório do Centro de Artes, Humani- País de Produção: Brasil Direção e Roteiro: Lu Cachoeira Direção: Saullo Farias dades e Letras da Universidade Federal do Direção: Fernando Belens Direção de Fotografia: Roque Araújo Gênero: Documentário Recôncavo da Bahia. Roteiro: Fernando Belens, Dinorath do Valle e Marcelo Coutinho Duração: 7' Direção de Fotografia: Hamilton Oliveira Desenho de Som: Lu Cachoeira e Antonio Moraes Música Original: Bira Reis Trilha Sonora: Mateus Aleluia e Tincoães Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Edição de Som: João da Costa Pinto Edição em Software Livre: Elielson Barbosa dades e Letras da Universidade Federal do Trilha Sonora Original: Bira Reis Gênero: Documentário Recôncavo da Bahia. Montagem: André Bendocchi Alves Coprodução: Rede Terreiro Cultural, Produção: Sílvia Abre, Pola Ribeiro DIMAS e PONTOBRASIL. Produção Executiva: Luciano Floquet, Sílvia Abreu Makeof: Ivan Márcio Duração: 5’ E-mail: luiz.cachoeira@gmail.com Local: auditório do Centro de Artes, Humanida- des e Letras da Universidade Federal do Re- Local: auditório do Centro de Artes, Humani- côncavo da Bahia. dades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
  • 23. Local: auditório do Centro de Artes, Humani- dades e Letras da Universidade Federal do DIA 22.05 (sábado) Recôncavo da Bahia. 14:00h às 16:00h – VIII MOSTRA DE FILMES CONVIDADOS Título: ABDIAS NASCIMENTO – MEMÓRIA NEGRA Conta a trajetória de Abdias Nascimento, histórico militante considerado um ícone da cultura negra, atualmente com 95 anos. Sua obra e atuação política, ao longo do século XX, são essenciais para a compreensão da importância do negro na sociedade brasileira. O filme, ao ceder a narrativa de sua própria história a Abdias Nascimento, abre “janelas” para a organização do Movimento Negro no século XX, compreendendo que ao contar a história de Abdias, está contando um pouco da história de lutas do negro brasileiro. País de Produção: Brasil Direção: Antônio Olavo Roteiro: Antônio Olavo Direção de Fotografia: Márcio Bredariol, Paulo César Montagem: Antônio Olavo, Raimundo Laran- jeira, Thiago Lisboa Som: Rodrigo Alzueta Gênero: Documentário Duração: 95’ Produção Executiva: Raimundo Bujão, Josias Santos, Eliana Mendes,Leda Sacramento E-mail: portfolium@portfolium.com.br
  • 24. competitiva PAG. PAG. DIA 15.05 (sábado) 46 47 14:00H ÀS 16:00H – MOSTRA COMPETITIVA / PROGRAMA I Mostra Título: RECONVEXO Resultado de uma oficina de vídeo no Recôncavo da Bahia, o documentário trata da rivalidade entre os moradores das cida- des de Cachoeira e São Felix, municípios separados geografi- camente pelo rio Paraguaçu, e unidos pela Ponte D. Pedro II. Título: CANTADOR DE CHULA O samba de roda foi declarado como patrimônio imaterial bra- sileiro pelo IPHAN, em 2004, e como patrimônio cultural e ima- terial da humanidade pela UNESCO, em 2005, fortalecendo o reconhecimento da arte de matriz africana que durante séculos tem sido reprimida e menosprezada. O Cantador de Chula é mais uma pedra na reconstrução do mosaico que representa a trajetória dos descendentes africanos no Brasil. País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil Direção: Volney Menezes, Johny Guimarães Direção: Marcelo Rabelo Roteiro: Volney Menezes, Johny Guimarães Roteiro: Marcelo Rabelo Direção de Fotografia: Volney Menezes Direção de Fotografia: Nicolas Hallet Som: Johny Guimarães Som: Simone Dourado Montagem: Volney Menezes, Johny Guimarães Montagem: Iris de Oliveira Gênero: Documentário Gênero: Documentário Duração: 05’ Duração: 95’ E-mail: johnycine@bol.com.br Produção Executiva: Eliana Mendes, Marcelo Rabelo E-mail: bendego@gmail.com Local: auditório do Centro de Artes, Humani- dades e Letras da Universidade Federal do Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Recôncavo da Bahia. dades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
  • 25. PAG. PAG. DIA 16.05 (domingo) 48 49 16:00h às 18:30h – MOSTRA 14:00h às 16:00h – MOSTRA COMPETITIVA / PROGRAMA II COMPETITIVA / PROGRAMA III Título: PALENQUE POPOLO LIBERO D’AMERICA Título: O RITO DE ISMAEL IVO Título: MEMÓRIAS DE UM AFRO-PERUANO Título: PASTINHA UMA VIDA PARA A CAPOEIRA (Palenke Povo Livre da América) Trata da vida do bailarino negro Ismael Ivo. Suas performances Rolando, um afro-peruano, conta a história de seus ances- Nova versão do conhecido documentário “Pastinha uma O “Palenque de San Basilio” é uma comunidade de povos de orí- e depoimentos sobre a dança e as dificuldades sociais enfren- trais, escravos africanos. Como eles chegaram ao Peru, sua gem africana em terras colombianas. Um dos poucos que rema- Vida Para a Capoeira”. Um clássico da capoeira, com mais nesce em toda a América Latina. Sua história é do início do tadas para superar obstáculos e atingir uma posição satisfa- cultura, suas persistentes lutas na época da escravidão. minutos de imagens adicionais. Conta a história do maior século 17, quando um Rei Africano, Benko Bioho, chega a Car- tória na profissão. Vindo de uma família pobre, da periferia de mestre de capoeira Angola, guardião e poeta da capoeira, tagena de las Indias à bordo de um navio Negreiro. Benko Bioho São Paulo-SP Ismael deixa o Brasil no início da década de 80, , o lendário Mestre Pastinha. foge juntamente com 20 africanos e fundam uma fortificação. e torna-se um famoso e consagrado artista no exterior. Muitas outras vão surgindo ao decorrer do tempo, até que, diante da impossibilidade do controle da situação, a Rainha da Espanha propõe um acordo a Benko Bioho. O mesmo foi conduzido ao Palácio da Inquisição em Cartagena, onde é preso, torturado e morto. Até hoje seus remanescentes mantêm suas raízes e tra- dições culturais e religiosas, conseguindo ter uma língua própria. País de Produção: Itália, Colombia País de Produção: Brasil País de Produção: Peru País de Produção: Brasil Direção: Salvatore Braca Direção: Ari Cândido Fernandes Direção: Jovita Andrade Direção: Antônio Carlos Muricy Roteiro: Salvatore Braca Roteiro: Ari Cândido Fernandes Roteiro: Jovita Andrade Roteiro: Antônio Carlos Muricy, Maria Teresa Direção de Fotografia: Ari Cândido Fernandes Direção de Fotografia: Jorge Vignati Rocha, Emiliano Ribeiro Direção de Fotografia: Paolo Cortese Direção de Fotografia: André Horta Som: Arthur Bandeira, Lia Camargo Som: Arthur Bandeira, Lia Camargo Som: Állex Giraldo Som: Heron Alencar Montagem: Alessandro Leligdowicz, Ricardo Testorio Montagem: Cristina Amaral Montagem: Fréderic Arnoux Montagem: Maria Muricy Gênero: Documentário Gênero: Documentário Experimental Gênero: Documentário Gênero: Documentário Duração: 24’ 23” Duração: 12’ Duração: 52’ Duração: 56’ E-mail: aricandido@yahoo.com.br E-mail: contactjovita@gmail.com E-mail: tonymuricy@yahoo.com.br / tonymu- Local: auditório do Centro de Artes, Humani- ricy@gmail.com.br dades e Letras da Universidade Federal do Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Local: auditório do Centro de Artes, Humani- dades e Letras da Universidade Federal do dades e Letras da Universidade Federal do Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Recôncavo da Bahia. dades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Recôncavo da Bahia. Recôncavo da Bahia.
  • 26. PAG. PAG. DIA 17.05 (segunda-feira) 50 51 16:30h às 18:30h – MOSTRA 14:00h às 16:00h – MOSTRA COMPETITIVA / PROGRAMA IV COMPETITIVA / PROGRAMA V Título: SUA MAJESTADE O DELEGADO Título: DA RODA AO SAMBA Título: WITH EVERY BREATH (Uma Respiração) Título: MARIA DO PARAGUAÇU Da estação primeira para a Central do Brasil, segue a corte O documentário investiga a verdadeira origem do samba. Documentário de curta duração sobre o poeta afro-ameri- “Maria do Paraguaçu” revela a luta por terra e liberdade, do grande Delegado, o maior mestre-sala da estória do car- Será que ele veio da Bahia ou do Rio de Janeiro? Motivados cano Lamont B, que reside na Filadélfia e que foi um vete- através do olhar de uma mulher que resiste pela dignidade naval carioca. por essa pergunta, a equipe procurou não só os participan- rano da guerra do Vietnã. Hoje ele escreve poemas sobre de seu povo. tes do evento “Berçário do Samba”, mas também diversos os traumas e lembranças daquela sangrenta guerra. artistas e historiadores, intelectuais e estudiosos para falar sobre o estilo musical tipicamente brasileiro. País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil País de Produção: Estados Unidos Direção: Clementino Junior Direção: Paulo Dourado Direção: Camila Dutervil Direção: Ram Devineni Roteiro: Clementino Junior Roteiro: João Sanches Roteiro: Camila Dutervil Roteiro: Ram Devineni Direção de Fotografia: Clementino Junior Direção de Fotografia: Gabriel Teixeira, Tasso Lapa Direção de Fotografia: Camila Dutervil Direção de Fotografia: Ram Devineni e Suzane Nahas Montagem: Ed Carlos e Marcos Silva Som: Bernardo Góes Som: Ram Devineni Som: Clementino Junior Gênero: Documentário Montagem: Roseni Santana, Thiago de Castro Montagem: Ram Devineni Montagem: Clementino Junior Duração: 60’ Gênero: Documentário Gênero: Documentário Gênero: Ficção E-mail: douradop@ig.com.br Duração: 26’ Duração: 05’ Duração: 14’ Produção: Camila Dutervil E-mail: cremedelaclems@gmail.com Local: auditório do Centro de Artes, Humani- E-mail: dutervil@hotmail.com Local: auditório do Centro de Artes, Humani- dades e Letras da Universidade Federal do dades e Letras da Universidade Federal do Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Recôncavo da Bahia. Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Recôncavo da Bahia. dades e Letras da Universidade Federal do dades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Recôncavo da Bahia.
  • 27. PAG. PAG. 52 53 16:30h às 18:30h – MOSTRA COMPETITIVA / PROGRAMA VI Título: CIDADES DOS MASCARADOS Título: MÁ VIDA Título: TRILOGIA DO REGGAE Título: PASSAGENS ESTREITAS Quando existiam fazendas de produção de cana-de-açúcar re- O curta metragem foi escrito a partir de um sonho do autor O filme conta um pouco da trajetória artística de Jorge de Um homem tem, à sua frente, o primeiro dia a dia de liber- pletas de escravos no Brasil, em uma Fazenda chamada Acupe e aborda, de forma surrealista, a questão das crianças aban- Angélica, Dionorina e Gilsam, três reggaemen feirenses que de Santo Amaro, durante uma festividade, um dos escravos se dade. Após o cárcere, e como escravo negro e marginali- donadas em situação de risco social. consolidaram seu universo musical de matriz africana. Apre- zado, não sabe lidar com a nova realidade, pois não entende fantasiou com folhas de bananeira e máscara de papel para fugir, alcançando seu intento. Vendo aquilo, a população da comuni- senta gravações em bares, ruas, residências e espaços de a alforria. Sente-se sozinho com o tempo perdido dentro dos dade passou a se fantasiar também, sempre próximo a essa shows. Mostra como os ritmos africanos influenciaram e muros, e sua maior alegria surge no momento da morte. data, dando origem a uma manifestação popular conhecida hoje influenciam o reggae. Trata das manifestações do candom- como "Os Caretas de Acupe". Está documentado no filme: o pro- blé, cerne de questões de uma história da resistência negra. cesso de produção e criação das máscaras, das saias de bana- Trata também das questões da militância ideológica e de neira e de tudo que faz parte da indumentária, além da pertencimento contidas nas composições apresentadas, e manifestação em si, quando o grupo sai mascarado pelo pe- que são frutos das vivências de enfrentamento de uma rea- queno vilarejo levando à frente a tradição dos seus ancestrais. lidade adversa nas periferias das cidades grandes. País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil Direção: Emanuela Yglesias Direção: Tau Tourinho Direção: Volney Menezes, Johny Guimarães Direção: Kelson Frost Roteiro: Emanuela Yglesias Roteiro: Tau Tourinho Roteiro: Volney Menezes, Johny Guimarães Roteiro: Kelson Frost Elenco: Cauane Novais, Célia de Jesus, Wilson Direção de Fotografia: Marina Torrão Novais e Welton Novais Elenco: Dionorina, Jorge de Angélica, Gilsam Direção de Fotografia: Kelson Frost Som: Marcelo Benedicitis Direção de Fotografia: Tau Tourinho Direção de Fotografia: Volney Menezes Montagem: Kelson Frost Montagem: Emanuela Yglesias Som: Edyarte Som: Johny Guimarães Gênero: Ficção Gênero: Documentário Montagem: Edyarte Montagem: Volney Menezes, Johny Guimarães Duração: 07’ Duração: 10’ Gênero: Documentário Gênero: Documentário E-mail: kelsonfrost@hotmail.com E-mail: draco@dracoimagens.com. Duração: 05’ Duração: 62’ E-mail: tautourinho@bol.com.br Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Local: auditório do Centro de Artes, Humani- dades e Letras da Universidade Federal do Local: auditório do Centro de Artes, Humani- dades e Letras da Universidade Federal do dades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. dades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Recôncavo da Bahia. Recôncavo da Bahia.
  • 28. PAG. PAG. DIA 18.05 (terça-feira) 54 55 16:00h às 18:00h – MOSTRA COMPETITIVA / PROGRAMA VII Título: A ILHA DOS ESCRAVOS Título: DEUSA DO ÉBANO – RAINHA DO ILÊ AYÊ Título: CRUZ E SOUSA, A VOLTA DE UM DESTERRADO Título: RIO DE MULHERES Após uma violenta guerra civil, D. Miguel, último rei abso- O documentário segue três jovens competindo no evento Os restos mortais do poeta Cruz e Sousa voltam para Flo- Um documentário sobre a rotina de mulheres que vivem so- lutista português, é derrotado pelos liberais liderados pelo rianópolis, antiga Desterro, por requisição do governo esta- mente entre crianças e outras mulheres, em um ambiente muito anual em que o Ilê Ayê escolhe a sua rainha do carnaval seco e onde a água é escassa. Comunidades rurais remanes- irmão D. Pedro. Em 1852 D. Miguel parte para o exílio. Os usando “conceitos afro-cêntricos” de beleza. O filme conta dual, e são recebidos num evento no Palácio Cruz e Sousa. centes de quilombos, em uma região árida de Minas Gerais. Seus seus partidários não desistem de fazê-lo regressar ao trono. com a participação da ex-secretária da reparação racial O Documentário mostra a cerimônia, exibe o local onde os maridos, filhos e netos, maiores de 16 anos, passam a maior Dispostos a tudo, tentam até utilizar os escravos das colô- Arany Santana, e do presidente do bloco afro Ilê Ayê, Antô- restos serão recebidos e, em off, ouve-se a narração de dois parte do ano trabalhando na coleta de cana em São Paulo. As nias. Um misterioso emissário é enviado a Cabo Verde para nio Carlos “Vovô”. poemas de Cruz e Sousa. mulheres cuidam da casa, crianças, adolescentes e idosos da preparar uma sublevação. Outros motivos estavam por de- família, em uma condição extrema de seca. O filme mostra a trás de sua visita ao arquipélago... graça e a poesia do dia a dia da vida das mulheres: a rotina da casa, a relação das crianças com o lugar, o cozinhar no forno e fogão de lenha, a chegada do caminhão pipa, a lavagem de roupa no rio e os momentos de lazer no forró feminino, na feira etc. País de Produção: Portugal País de Produção: Estados Unidos País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil Direção: Francisco Manso Direção: Carolina Moraes-Liu Direção: Cláudia Cárdenas, Rafael Schlichting Direção: Cristina Maure, Joana Oliveira Roteiro: Antônio Torrado Roteiro: Carolina Moraes-Liu Roteiro: Cláudia Cárdenas Roteiro: Joana Oliveira Elenco: Zezé Motta, Milton Gonçalves, Diogo Infante Direção de Fotografia: Carolina Moraes-Liu Fotografia: Cristina Maure Direção de Fotografia: Rafael Schlichting Som: Osvaldo Gomes Direção de Fotografia: Lúcio Kodato Som: Chung-Liu Som: Rafael Schlichting Montagem – Edição: Armando Mendz Montagem: João Assunção Montagem: Carolina Moraes-Liu Som: Gita Cerveira Montagem: Rafael Schlichting Gênero: Documentário Gênero: Documentário Duração: 21’ Gênero: Ficção Gênero: Documentário Duração: 19’ 40” Produtor: Cristina Maure e Joana Oliveira Duração: 100’ Duração: 20’ E-mail: carolina@documentario.com / ca- E-mail: cristinamaure@yahoo.com.br / joa- E-mail: anacosta@cinemate.pt / joana.cine- mera.olho@hotmail.com Local: auditório do Centro de Artes, Humani- napmro@yahoo.com mate@gmail.com dades e Letras da Universidade Federal do Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Recôncavo da Bahia. dades e Letras da Universidade Federal do dades e Letras da Universidade Federal do dades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Recôncavo da Bahia. Recôncavo da Bahia.
  • 29. PAG. PAG. Dia 19.05 (quarta-feira) 56 57 14:30h às 16:00h – MOSTRA 16:00H ÀS 18:00H – MOSTRA COMPETITIVA / PROGRAMA VIII COMPETITIVA / PROGRAMA IX Título: VERMELHO IMAGINÁRIO Título: FAZENDO HISTÓRIA (Making History) Título: A BENÇA Título: GISELE OMINDAREWA “Vermelho Imaginário” revisita o universo mitológico do se- Edouard Glissant é conhecido como um dos mais importantes es- Mãe Enedina, de 90 anos, acabou de perder o neto com quem mo- Francesa de nascimento. Africana por afinidade. Brasileira bastianismo, desvendando a fantasia e a resistência de um critores caribenhos da última metade do século. Em 2002, Lindon rava, e enfrenta os desafios de mudar de casa. Mãe Maria, aos 74 por destino. Essa é a vida de Gisele Cossad, posteriormente folguedo popular em vias de desaparecimento. Para além do Kwesi Johnson torna-se o único segundo poeta vivo e o primeiro anos, divide-se entre a vida na sua comunidade e as atividades de tradicional folclore, o documentário conduz seu olhar através Gisele Cossad Omindarewa, mãe de santo francesa que vive poeta negro a ter seu trabalho publicado na série Penguin’s Classic. “criar” os iaôs, iniciantes do culto de orixás, no terreiro Axé Opó de lembranças de antigos pescadores da comunidade dos Ay- há muitos anos na Baixada Fluminense. O documentário Ambos são figuras importantes desse último século. Lindon Kwesi Ajonjá. Viver para o candomblé é o lema de Mãe Mimi, mãe de morés, no extremo sul da Bahia, acerca da Festa de São Se- procura reconstruir a trajetória de Gisele através das lem- Johnson é o pai da poesia de Dub, e Edouard Glissant foi indicado santo, de 75 anos. “A Bença” traz o dia a dia de três senhoras do bastião e da Luta entre Mouros e Cristãos. O mestre popular, candomblé na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, abordando branças de sua infância e juventude, num dos bairros no- ao Prêmio Nobel de Literatura, por seus textos sobre os processos reator da harmonia entre fé e imaginação, projeta sua própria temas como a idade, a passagem do tempo, o respeito mútuo entre bres da região parisiense, até sua vinda ao Brasil. de creolização e estéticas de tratados. Esses amigos de longa data vida na brincadeira, numa linha tênue entre a vida e a morte, jovens e idosos dentro do candomblé, e a crença no culto de orixás. transmitindo devoção e respeito às tradições ancestrais. se encontram em New Cork, em um dia de verão. País de Produção: Brasil País de Produção: França, Martinica, Jamaica País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil Direção: Mateus Damasceno Direção: Caecilia Tripp, Karen McKinnon Direção: Tarcísio Lara Puiati Direção: Clarice Ehlers Peixoto Roteiro – Argumento: Mateus Damasceno Roteiro: Caecilia Tripp, Karen McKinnon Roteiro: Tarcísio Lara Puiati Roteiro: Clarice Ehlers Peixoto, Sueli Nascimento Direção de Fotografia: Pedro Santana Direção de Fotografia: Felipe Sabugosa Elenco: Gisele Omindarewa e seus filhos Direção de Fotografia: Topin Yelland Som: Victor Uchoa Som: Vampiro Direção de Fotografia: Christian Javas, Guapi Som: Baptiste Magontier Góes, Vanderley R. Moreira Música: Tangre Oliveira Montagem: João Felipe Freitas, Tarcísio Lara Puiati Montagem: Baptiste Magontier Gênero: Documentário Som: Clarice Rath Edicão: Pedro Santana Gênero: Documentário Duração: 52’ Trilha Sonora: Música do Terreiro, Joãozinho da Gomea Gênero: Documentário Duração: 10’ Coprodução: Tarcísio Lara Puiati, Aquarela Filmes, Montagem: Sueli Nascimento Duração: 17’ E-mail: trippcaecilia@yahoo.fr / karenmckin- TVE Brasil, Fundação Padre Anchieta, TV Cultura Gênero: Documentário E-mail: matcdr@gmail.com / matcdr@hotmail.com Duração: 71’ non@hotmail.com E-mail: tarcisolarapuiati@gmail.com Local: auditório do Centro de Artes, Humani- E-mail: cpeixoto@uerj.br / peixotoclarice@hotmail.com Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Local: auditório do Centro de Artes, Humani- dades e Letras da Universidade Federal do Local: auditório do Centro de Artes, Humani- dades e Letras da Universidade Federal do dades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. dades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Recôncavo da Bahia. Recôncavo da Bahia.
  • 30. PAG. PAG. DIA 20.05 (quinta-feira) Dia 21.05 (sexta-feira) 58 59 20:00h às 22:00h – MOSTRA 14:00 às 16:00h – MOSTRA 20:00 às 22:00 – MOSTRA 16:00 as 18:00 – MOSTRA COMPETITIVA / PROGRAMA X COMPETITIVA / PROGRAMA XI COMPETITIVA / PROGRAMA XII COMPETITIVA / PROGRAMA XIII Título: BENGUELÊ Título: BATATINHA, POETA DO SAMBA Título: BOM DIA, ETERNIDADE Título: BLACK BERLIM “Benguelê” traça um panorama das origens negras da cultura Um dos mais importantes sambistas do Brasil, o baiano Oscar da brasileira. Em especial, da influência musical. Para isto, percorre Penha, carinhosamente conhecido por Batatinha, é visto aqui sob Clementino foi um famoso jogador de futebol. Participou da Seleção Nelson é um jovem baiano estudante de engenharia em uma reno- caminhos como o da criação do samba, homenageando, entre a perspectiva de seus nove filhos. São eles que vão atrás das me- Brasileira de Futebol, na Copa do Mundo de 1958, na Suécia. Atual- mada universidade em Berlim. Na capital da Alemanha Nelson leva outros, Clementina de Jesus. A mesma, em 1964, cantou a mú- mórias do pai, investigam a sua vida, história e obra, e se encontram mente vive de lembranças de um tempo de glória e sucesso. Tor- uma vida hedonista, muito distante de suas verdadeiras raízes. sica Benguelê, criada por de Pixinguinha e Gastão Viana em com familiares, amigos e músicos. Ao mesmo tempo em que reú- nou-se uma pessoa amarga e rancorosa. Acredita que sua vida Porém tudo muda quando ele, frequentemente, passa a encontrar 1946. Sinônimo também de “saudades de Benguela”, porto an- nem fragmentos que revelam a história do pai, acabam conhecendo acabou. Odete, sua esposa, é ao mesmo tempo companheira, mãe Maria, uma imigrante ilegal do Senegal. Apesar de ignorá-la, ele co- mais sobre ele, estabelecendo também elos fraternais importantes e enfermeira. Um dia, um acontecimento mágico mudará a rotina meça a ter visões de personagens estereotipados que o remetem a golano de onde saíram os escravos trazidos ao Brasil. entre a própria família. do casal. Clementino tem a chance de viver tudo novamente. um passado que ele preferiria esquecer. País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil / Alemanha Direção: Helena Martinho da Rocha Direção: Marcelo Rabelo Direção: Rogério de Moura Direção: Sabrina Fidalgo Roteiro: Helena Martinho da Rocha Roteiro: Marcelo Rabelo Roteiro: Rogério de Moura Roteiro: Sabrina Fidalgo Elenco: Bobby Gomes, Sabrina Fidalgo, Robson, Ca- Direção de Fotografia: Gilberto Otero Direção de Fotografia: Nicolas Hallet Direção de Fotografia: Mário Carneiro racú, Ramos, Marília Coelho, Walter Chavarry, Luíza Som: Cristiano Maciel Som: Simone DouradoF Som: Louis Robin Baratz, João Vítor Nascimento, Tonia Reeh, André Montagem: Flávio Zettel Montagem: Iris de Oliveira Montagem: Willem Dias Schröder, Carolina Ciminelli, Juan Velloso Melo, Clara Gênero: Documentário Gênero: Documentário Gênero: Ficção Buentes, Lucas Cruz Duração: 84' Duração: 62’ Duração: 98’ Direção de Fotografia: Ras Adauto Produção Executiva: Eliana Mendes, Marcelo E-mail: cinemoura@yahoo.com Som: Toninho Muricy Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Rabelo Trilha Sonora: Liz Christine dades e Letras da Universidade Federal do Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Narração: João Correa E-mail: bendego@gmail.com Recôncavo da Bahia. dades e Letras da Universidade Federal do Montagem: Chico Serra, Fernando Oliveira Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Recôncavo da Bahia. Gênero: Ficção dades e Letras da Universidade Federal do Duração:19’ Recôncavo da Bahia. Produção Executiva: Sabrina Fidalgo, Monique Cruz E-mail: sabrinafidalgo@gmail.com Local: auditório do Centro de Artes, Humani- dades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
  • 31. PAG. PAG. 60 61 Título: GRAFFITI Título: NEGO Título: DOIDO LELÉ Título: REVERSO São Paulo é a cidade mais grafitada do mundo. O documen- Uma homenagem ao baiano Theodoro Sampaio, o intelec- Caetano sonha em ser cantor de rádio na década de 50, e O que diferencia os indivíduos e a capacidade de resol- tário “Graffiti” acompanha o rolê solitário de Alê, em uma tual negro mais fecundo que o Brasil conheceu. Utiliza os foge todas as noites de casa para tentar, sem sucesso, a ver determinados atos. das semanas mais sinistras que São Paulo já viveu: dos ata- quadrinhos como aporte visual e dramático, com destaque sorte em programa de calouros. Até que uma noite ele ques do PCC à violenta revanche da polícia em 2006. E o para a especial trilha sonora. aposta tudo numa louca e definitiva performance. que o move a enfrentar as ruas nessa noite? País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil Direção: Lilian Solá Santiago Direção: Sávio Leite e Marko Ajdaric Direção: Ceci Alves Direção: Francisco Colombo Roteiro: Lilian Solá Santiago, Rinaldo Teixeira, Roteiro: Marko Ajdaric Roteiro: Ceci Alves Roteiro: Francisco Colombo Roberto Reiniger Direção de Fotografia: Sávio Leite Elenco: Vinícius Nascimento, Nonato Freire, Elenco: Gilberto Martins, Antônio Sabóia, Nils- Direção de Fotografia: Helton Okada Som: Sávio Leite Maurício Pedrosa, Jussara Mathias son Asp Gênero: Documentário Montagem: Sávio Leite Direção de Fotografia: Pedro Semanovschi Direção de Fotografia: Ralf Tambke Duração: 10’ Gênero: Animação Som: Napoleão Cunha Som: Murilo Santos E-mail: liliansantiago@terrafirmedigital.com.br Duração: 03’ Música: Gerônimo Santana Montagem: Murilo Santos Montagem: Dedeco Macedo Gênero: Ficção Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Gênero: Ficção Duração: 5’ 38” dades e Letras da Universidade Federal do dades e Letras da Universidade Federal do Duração: 17’15” E-mail: nofieldabalanca@yahoo.com Recôncavo da Bahia. Recôncavo da Bahia. E-mail: cecialv@gmail.com Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Local: auditório do Centro de Artes, Humani- dades e Letras da Universidade Federal do dades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Recôncavo da Bahia.
  • 32. PAG. PAG. DIA 22.05 (sábado) 62 63 16:30 às 18:30h – MOSTRA COMPETITIVA / PROGRAMA XIV Título: REMANSO Título: CINDERELAS, LOBOS E UM PRÍNCIPE ENCANTADO O documentário “Remanso” lança um olhar sobre uma co- Viajando pelo nordeste brasileiro e pela Europa (Itália e Ale- munidade quilombola da Chapada Diamantina durante os manha), o diretor discute o sonho de cinderela de várias festejos para São Francisco de Assis. mulheres brasileiras que buscam encontrar um marido eu- ropeu. Muitas migram e se tornam dançarinas em apresen- tações de ritmos ligados ao Brasil. Sem estudo ou formação profissional, outras transformam-se em prostitutas. So- mente uma minoria consegue criar o seu final feliz. País de Produção: Brasil País de Produção: Brasil Direção: Marcelo Abreu Góis Direção: Joel Zito Araújo Roteiro: Marcelo Abreu Góis Roteiro: Joel Zito Araújo, José Carvalho Direção de Fotografia: Marcelo Abreu Góis Direção de Fotografia: Alberto Bellezia Montagem: Marcelo Abreu Góis Som: Antônio Muricy Gênero: Documentário Montagem: Márcia Watzl Duração: 18’ Gênero: Documentário E-mail: abreugois@yahoo.com.br Produção Executiva: Joel Zito Araújo Produção e Assistência de Direção: Luís Carlos de Local: auditório do Centro de Artes, Humani- Alencar dades e Letras da Universidade Federal do E-mail: joelzito_araujo@yahoo.com.br Recôncavo da Bahia. Local: auditório do Centro de Artes, Humani- dades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.Recôncavo da Bahia
  • 33. Jurados PAG. PAG. Diogo Gomes dos Santos Luiz We ndhausen 64 65 • Cineclubista. Cineasta. • Assessor de Cinema e Vídeo do De- partamento de Cultura de Várzea Paulista – 2007. • Assessor de •Formação acadêmica em Administração pela UFBA. • Cursou o Grupo Experimental de Cinema da UFBA em 1968. • Aluno es- Fotografia, Cinema e Vídeo do Departamento de Cultura de Dia- pecial da graduação de Cinema na Sorbonne Nouvelle Paris III. dema – 1999 / 2004. • Assessor de Cinema e Vídeo da Fundação • Distintos cursos na área técnica cinematográfica (Roteiro, Fo- Cultural “Cassiano Ricardo”, da Prefeitura Municipal de São José tografia, Montagem e Direção de Ator). • Programação de filmes dos Campos – 1992 / 1998. • Editor da “CINECLUBERASIL”, da culturais e científicos para o Museu de Ciência e Tecnologia do qual é fundador. • Ministra cursos, oficinas, workshops e palestras Estado da Bahia (1979 até 1981). • Programação da Sala Walter sobre cinema e vídeo, para instituições de ensino público e pri- da Silveira (1991 até 1995). • Coordenou o projeto Cinema Pa- vado. • Tem artigos em jornais e revistas. • Diretor, roteirista e radiso (1997 até 2001). • Monitor das oficinas do I BAFF (2007). orientador de filmes e vídeos. • Criador e diretor geral do pro- • Seleção e programação do II BAFF (2008). • Membro oficial grama de Televisão “Hein!?” / TV Setorial, re-transmissora da TVE. do júri do III BAFF (2010). • Coordenador do “Ateliê de Cinema e Vídeo”, na Casa de Cultura do Butantã – Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. • Di- Filmes: • “Quousque Tandem?”. 1969. Direção. • “Barca de retor de Formação do Centro Cineclubista de São Paulo. • Sócio Noel”. 1972. Direção. • “Ulla”. 1982. Direção. • “Trajetória fundador da Associação Artes Visuais de Diadema – AVD. • Coor- de um Zagueiro”. 1988. Direção. • “O Glorioso São Roque do denador do Núcleo de Estudos, Produção e Difusão de Cinema e Jacuípe”. 1998. Direção. “Corneteiro Lopes”. 2003. Pesqui- Vídeo “Com-Olhar”. • Sócio fundador, programador e administra- sador e Colaborador no Roteiro. • “Seu Mané Quem Qué”. dor do Cineclube Bixiga. • Presidente da Federação Paulista e do 2008. Assistente de Direção. • “Velas ao Vento”. Autor do Conselho Nacional de Cineclubes, em 1983/34 e 1985/86. • Edi- projeto (longa-metragem), em fase avançada de captação de tor e fundador do Jornal “Imagemvimento”, 1985/86. • Fundador recursos, através da produtora Araçá Azul, de Solange Lima. do Núcleo de Estudos de Cinema e Vídeo “Plano Geral”, da Casa de Cultura do Butantâ/SP da Secretaria Municipal de Cultura, com , vários vídeos realizados. • Fundador do Núcleo de Estudos de Ci- nema & Vídeo “Ethos”, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo de São José dos Campos, com vários vídeos e filmes realizados e premiados. • Fundador do Núcleo de Estudos, Produção e Difusão de Cinema, Vídeo “Com-Olhar” de Diadema. Prêmios: • Bixiga “Um Cinema Que Cai” – Roteiro e Produção – Prêmio Estímulo da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 1989. • “Prisão de Mente”, super 8mm, de Vera Scenice e Sérgio Concílio – Prêmio de Melhor filme no Festival de Gra- mado do Cinema Brasileiro, 1995, Produtor Executivo. Roteiro e Produção - LIF – São José dos Campos, 1996/67: • “O Romance de Clara Menina Com Dom Carlos de Alencar”. • “Brasil do Brasil” • “A Notícia”. • “Povo da Terra”. • “Fé, Faca Amolada”. • “O Dia em Que Olhamos Para o Céu”. • “Cassiano de São José”.
  • 34. PAG. Fernanda Aguiar Carneiro Martins Guilherme Sarmiento Cursou o Bacharelado em Crítica Literária (1990) e, em seguida, a Licenciatura em Língua Portuguesa (1993) na Universidade Fe- Professor Adjunto de Dramaturgia e Narrativas Audiovisuais na UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia), Doutor e 66 deral de Pernambuco - UFPE, onde trabalhou em pesquisa sobre Mestre em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de as Literaturas Brasileira e Portuguesa Contemporâneas, com um Janeiro. Possui graduação em Comunicação Social, habilitação enfoque a respeito do experimentalismo no Brasil e em Portugal em Cinema, pela Universidade Federal Fluminense (1998). Tem (1991-1992). Ainda na mesma universidade, finalizou o Mestrado experiência como roteirista de longas e curtas-metragens cine- em Teoria da Literatura, com um estudo interdisciplinar sobre a matográficos, e vem desenvolvendo pesquisas sobre fantasma- Literatura e o Cinema, onde analisa a transposição fílmica da no- gorias óticas e literárias no Brasil. vela de Clarice Lispector (1997), sob a orientação de Sébastien Joachim. Em sua pesquisa doutoral, investigou sobre a produção do cineasta brasileiro Alberto Cavalcanti (Rio de Janeiro,1897- Paris,1982), tendo como corpus básico de estudo a análise com- Goya Castro parativa das duas obras-primas do cineasta, “En rade” (França,1927) e “O Canto do Mar” (Brasil, 1953), desenvolvida na Universidade Paris III - Sorbonne Nouvelle, onde obteve o título de Doutora em Estudos Cinematográficos e Audiovisuais (2008), Diretora, produtora e roteirista do Rio de Janeiro. Dentre os tra- sob a orientação de Jacques Aumont. balhos premiados de sua produtora, que existe há 20 anos, estão: o videoclipe “Burguesia de Cazuza”, medalha de ouro no • É vinculada ao grupo de pesquisa Antropologia Visual em festival de Nova Iorque em 1990; o curta-metragem “Auto de Alagoas - AVAL, sediado na Universidade Federal de Alagoas Natal”, medalha de prata no festival SMTV de Mumbai, na Índia, - UFAL, desde 2005. • É autora do capítulo "Impressionismo 2007; o documentário “Caindo na Real”, sobre sonhos de jovens Francês", publicado no livro História do Cinema Mundial das comunidades do Rio de janeiro, ao se depararem com a di- (Campinas, SP: Editora Papirus), uma obra coletiva cuja pri- ficuldade de ingresso no mercado de trabalho. E mais diversos meira edição data de 2006, mas que já se encontra na sua institucionais, campanhas políticas e videoarte. quinta edição em 2009. • Atualmente ensina na Graduação "Cinema e Audiovisual" da Universidade Federal do Recôn- Em 2003 montou a Oficina de Vídeo da ONG Projeto Girassol, cavo da Bahia - UFRB, onde colabora na pesquisa sobre o que atua dentro de escolas públicas no Rio e atende à várias uso da música no cinema documentário contemporâneo. comunidades. Os filmes de seus alunos são exibidos no Fes- tival do Rio, na mostra Geração desde 2004, e são objeto de tese de alunos de pós graduação em Psicologia na Universi- dade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Esses filmes tam- bém foram exibidos e discutidos no Congresso Internacional de Direitos Humanos, realizado em Buenos Aires, pelas Ma- dres da Praça de Maio, na Universidad Popular Madres de la Plaza de Mayo, em 2006.
  • 35. técnica PAG. PAG. ARTICULAÇÃO COORDENAÇÃO EXECUTIVA Fernanda Aguiar INTERINSTITUCIONAL COLEGIADA Carneiro Martins 68 69 Lázaro Faria – Casa de Ci- nema da Bahia Luiz Cachoeira – Ponto de Cultura Rede Terreiro Cultu- Lázaro Faria – Casa de Ci- nema da Bahia Luiz Cachoeira – Ponto de Cultura Rede Terreiro Cultu- Guilherme Sarmiento Goya Castro OFICINEIROS Lázaro Faria ral do Centro de Estudo Pes- Ficha ral/CEPASC Flávio Leandro quisa e Ação Sócio Cultural Danilo Barata – Coordenador Roque Araujo do Curso de Cinema da Uni- Danillo Barata – Curso de Ci- Xeno Veloso versidade Federal do Recôn- nema da Universidade Federal Elielson Barbosa cavo da Bahia/UFRB do Recôncavo da Bahia/UFRB Anna K (videoartista suíça) Xavier Vantin – Diretor do Jucilene Viana Jovelino – Ponto de Cultura Expressão PLATAFORMA DIGITAL COM ILHA Centro de Artes, Humanida- DE EDIÇÃO NÃO LINEAR COM des e Letras da Universidade Cidadania Quilombola do Centro de Educação e Cul- SOFTWARE LIVRE Federal do Recôncavo da tura Vale do Iguape Pontão Digital Xemelê/Uni- Bahia/UFRB Rosemberg Pinto – Assessor CURADORIA versidade Estadual da Bahia da Presidência da Petrobras Lázaro Faria Ponto de Cultura Rede Ter- TT Catalão – Secretário de Ci- reiro Cultural Luiz Wendhausen dadania Cultural do Ministério Ponto de Cultura Expressão da Cultura, e Coordenador do COORDENAÇÃO de Cidadania Quilombola Programa Cultura Viva DE PROGRAMAÇÃO Luiz Cachoeira Casa de Cinema da Bahia – Juca Ferreira – Ministro da Antônio Moraes Final Cut Cultura COORDENAÇÃO DE OFICINAS TEXTOS DO CATÁLOGO Sílvio Da-Rin – Ex-Secretário de Audiovisual do Ministério Lázaro Faria Lázaro Faria da Cultura Luiz Cachoeira COORDENAÇÃO Danilo Barata Domingos Leonelli – Ex-Se- DE CONFERÊNCIAS cretário de Turismo da Bahia Jorge Ramos Danilo Barata Cacau Nascimento Antônio Moraes Ribeiro – Geraldo Sarno Centro de Estudo Pesquisa e COORDENAÇÃO DE SEMINÁRIO DE ANTROPOLOGIA Ação Sócio Cultural EXPOSITORES AUDIOVISUAL Jucilene Viana Jovelino – Cen- Memorial de Equipamentos tro de Educação e Cultura Luiz Cachoeira Cinematográfico: Roque Vale do Iguape JURADOS Araújo Celso Salles – EDUCASAT Diogo Gomes dos Santos Fotógrafos: Adenor Gondim, Web Business Luiz Wendhausen Pierre Verger, Seo Zé
  • 36. PAG. Outros Artistas: Hansem TRANSMISSÃO WEBTV Produção – Maíra Bahia, David Nascimento e CANAL UFRB Carbonieri, Samir Suzart e Pirulito (Artistas Plásticos). Pierre Verger (Fotógrafo) PRODUÇÃO LOGÍSTICA Alvaro Meier / Provedor Tarifa Mínima APOIOS À PRODUÇÃO EXECUTIVA Fernando Almeida Câmeras – Márcio Soares, Cassius Borges e Glaydson Púbio 70 Chico Argueiro Som Direto – Breno Tchokas, Nelma Belchote, Raquel Almeida, Ícaro Oliveira e Jhones Nunes TRÁFEGO DE FILMES Ary da Mata, Laércio Araújo, Jomar Oliveira, Leonardo Edição – Artur Rafael, Glayd- Pauline Leite Araújo, Ananias Nery Viana son Púbio e Cassius Borges ASSESSORIA DE IMPRENSA EQUIPE DE PRODUÇÃO – Still – Maíra Carbonieri Frente e Verso SEMINÁRIOS, PALESTRAS Marcos Perry E MAKING OF / UFRB MOBILIZADORES CULTURAIS FOTOS DO CATÁLOGO SEMINÁRIOS E CURSOS: Ananias Nery Viana Produção – Izadora Chagas e Jucilene Viana Jovelino Fotos de Cachoeira gentil- Renata Nascimento Juvani Jovelino mente cedidas por Andreza Viana Adenor Gondim SEMINÁRIOS: Raimundo Cerqueira CRIAÇÃO E DESIGN Monitoria – Gisele Oliveira, Maestro José Mascarenhas Evelin Sacramento e Daniela Jorlane Cabral Kátia Drummond e Cláudio Pereira Selma dos Santos Paulo Marketing + Design Angela Crispina CURSOS: Studio Maria José Soares Monitoria – Israel Fagundes, COMERCIAIS INSTITUCIONAIS – Marilda Sampaio Thaysa Silveira, Larissa Brujin, PROMOÇÃO DO BAHIA AFRO FILM Helena Bera, Henrique Amaral, Veraildes Santana FESTIVAL/BAFF Camila Mota, Iolita Costa, Ma- Maria Helena Araujo rina Sena Márcio Barbosa Produção: Casa de Cinema Elba Matos da Bahia MAKING OF: Mônica Oliveira Direção: Lázaro Faria Coordenação de Produção – Rita Santana Edição: Xeno Veloso Cauê Rocha Arygil
  • 37. Agradecimentos PAG. 72 O I I I B A H I A A F R O F I L M F E S T I V A L A G R A D E C E: Ao ex-secretário de Turismo, Domingos Leonelli, por ter con- tribuído para a realização do Show Musical “5 Sentidos”, de Mateus Aleluia com apresentação da Orquestra Afro Sinfônica, abrilhantando o Evento. Em especial, à Petrobras, em nome do seu assessor da Presi- dência, Rosenberg Pinto. A todas as pessoas e instituições que colaboraram para a rea- lização do Festival: professores, alunos e funcionários da Uni- versidade Federal do Recôncavo Baiano/UFRB, Ministério da Cultura/MINC, Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia/Irdeb, Governo da Bahia e todos aqueles que, de forma direta e indireta, contribuíram para a realização do Festival. I I I B A H I A A F R O F I L M F E S T I VA L LÁZARO FARIA – DIRETOR E CURADOR LUIZ CACHOEIRA – DIRETOR DE PROGRAMAÇÃO DANILO BARATA – COORDENADOR DE SEMINÁRIOS
  • 38. E M B R E V E N O S C I N E M A S EM BREVE, LANÇAMENTO DO DVD DUPLO COM DOCUMENTÁRIO INTERATIVO SOBRE O “2 DE JULHO”. PAG. PAG. 74 75
  • 39. PAG. PAG. 76 77
  • 40. UM FILME DE WALTER LIMA. EM BREVE, LANÇAMENTO NACIONAL PAG. PAG. 78 79
  • 41. www.bahiaafrofilmfestival.com.br P A T R O C Í N I O: R E A L I Z A Ç Ã O: Centro de Educação e Cultura Vale do Iguape UFRB Universidade Federal do Recôncavo da Bahia A P O I O: