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Antonio Azevedo Palestra A Mentequecontrolao Corpo
 

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Neuroscience & mind-body practices to visualization for healing

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    Antonio Azevedo Palestra A Mentequecontrolao Corpo Antonio Azevedo Palestra A Mentequecontrolao Corpo Presentation Transcript

    • A Mente que controla o Corpo Antonio Azevedo http://antonioazevedo.blogspot.com
    • Que tipo de mente controla o corpo?
      • Meyer Friedman e Ray Rosenman
        • cardiologistas do Instituto Harold Brunn de Pesquisas Cardio-vasculares
      • Taxas elevadas de colesterol, tabagismo e falta de exercícios -> maior risco de doenças cardíacas
      • Países com dietas alimentares semelhantes exibiam grandes diferenças nos níveis de colesterol.
    • Comportamento Tipo A
      • Postura emocional em comum - pessoas com agitação excessiva ou acesso de raiva tinham mais chance de ataques do coração.
      • Um dos testes: quarenta contadores que tinham que recolher os impostos até 15 de abril.
      • 6 meses, 3 meses antes e 3 meses depois da data limite, recolhendo amostras de sangue para identificar níveis de colesterol.
      • Em janeiro e fevereiro a taxa de colesterol eram estáveis, normais. Em abril, aumentavam abruptamente. Em maio e junho, voltavam ao normal.
    • Comportamento Tipo A
      • De 1960-69 - pesquisas intituladas Estudo Ocidental de Colaboração em Grupo.
      • 3.100 voluntários, que não tinham doença cardíaca. Todos executivos de San Francisco e Los Angeles.
      • Entrevista estruturada - 20 perguntas tipo A ou B. Como reagiam ao estresse do dia a dia, à espera ou à frustração. Ou como os amigos ou parentes esperariam que reagisse.
      • Linguagem não-verbal. Quem, nos próximos anos, teria um episódio de doença cardíaca.
    • Comportamento Tipo A
      • Comportamento Tipo A – um padrão de comportamento: competitividade, desejo de ser o melhor, agressividade, impaciência, preocupação com prazos e cólera diante das protelações e frustrações da vida diária.
      • 2 x mais chance de ataque cardíaco, enfarte silencioso ou angina do que o Tipo B.
      • Outros pesquisadores não encontraram este padrão. Nem todas as pessoas estatísticamente competitivas e agressivas no trabalho eram candidatas a distúrbios cardíacos.
    • Comportamento Tipo A
      • O que descobriram: não é a agitação e a competitividade que causavam doenças cardíacas – e sim a hostilidade .
      • Isto é, uma interpretação para a agitação e a competitividade.
      • Elementos depois identificados por psicólogos: uma profunda insegurança e uma hostilidade generalizada, mas racionalizada. Isto é, uma raiva e medo contido
      • “ coração preso”...
    • Comportamento Tipo A
      • Em 1977 Friedman iniciou o Projeto de Prevenção à Doença Coronária Recorrente .
      • 1000 participantes que já tinham tido um episódio cardíaco – todos Tipo A – homens e mulheres e nenhum fumante.
      • 3 grupos:
        • Grupo Padrão: 425 recebiam conselhos padronizados sobre dietas e atividades físicas adequadas para o sistema cardiovascular.
        • Grupo Especial: 425 com orientação igual acima e mais aconselhamento psicológico para amenizar traços do padrão de comportamento do Tipo A.
        • Grupo Controle: 150 pessoas. Cuidado médico rotineiro.
    • Comportamento Tipo A
      • Em 4,5 anos o segundo grupo teve melhoria de 30% no padrão Tipo A - entrevistas.
      • Nível de recidivas quase a metade dos outros.
      • 3 grupos:
        • Grupo Padrão: reincidência de 6,6%;
        • Grupo Especial: reincidência de 3%;
        • Grupo de Controle, 5,7%.
      • Redford Williams, líder no campo da medicina comportamental “A hostilidade está na origem do comportamento que leva a doenças cardíacas (...) Certamente seria mais proveitoso mostrar a humanidade que ser hostil faz mal à saúde do que dizer que ser apressado e ambicioso é nocivo”.
    • Comportamento Tipo A
      • Novas pesquisas com o foco na hostilidade:
      • 255 médicos formados na faculdade de medicina entre 1954 e 1959
      • Tinham análise psicológica prévia na faculdade para detectar padrões de comportamentos
      • Entrevistados de novo, vinte anos depois ((1976).
      • Os que tinham componentes mais acentuados de hostilidade eram 4x mais propensos a episódios coronários...
      • O que aprendemos – o efeito das emoções negativas sobre o corpo.
    • Herbert Benson e a Reação de Relaxamento
      • Em Harvard, final dos anos 50 e início de 60, começou a investigar o impacto das pressões emocional e comportamental na pressão arterial alta.
      • Não houve intercâmbio com Friedman e Rosemann.
      • Friedmann e Rosemann: a mente, por intermédio da emoção, atua no corpo sem controle para produzir a doença;
      • Benson: a mente, pela direção da atenção, tranquiliza o corpo. Batizou de “reação de relaxamento” .
      • Um foca a emoção, outro a concentração.
    • Herbert Benson e a Reação de Relaxamento
      • Macacos em provas - punições quando o comportamento não era rápido o suficiente, para simular a pressão psicológica do ambiente de trabalho humano.
      • Comprovou que esta pressão causava aumento da pressão arterial.
      • Começou a usar o biofeedback – máquina que fornece informações sobre atividades fisiológicas pré-selecionadas.
    • Herbert Benson e a Reação de Relaxamento
      • Benson e Keith Wallace:
      • Meditadores e sua alegada habilidade de acalmar atividades fisiológicas. Os praticantes da MT afirmavam que podiam controlar a pressão arterial.
      • Usavam mantras ou até palavras comuns, tais como “a luz do céu”, “serenidade”, “tranquilidade”, “natureza”, “realização”.
      • Na prática, a pessoa sentava-se por vinte minutos, de olhos fechados, repetindo mentalmente o seu mantra. Se libertava do redemoinho de pensamentos, desejos, receios e esperanças.
    • Herbert Benson e a Reação de Relaxamento
      • Os pesquisadores mediam as condições fisiológicas por uma hora (pressão arterial, consumo de oxigênio, ritmo cardíaco, ritmo respiratório, ondas alfa) antes, durante e depois do exercício.
      • Todas as condições foram reduzidas, menos a pressão arterial. (!)
      • Esta manteve-se estável antes, durante e após a meditação, apesar do estado de apaziguamento fisiológico bem mais intenso do que apenas sentar-se quieto.
    • Herbert Benson e a Reação de Relaxamento
      • No sono o consumo de oxigênio cai 8%, aumentando gradualmente após cinco horas.
      • Na meditação, o consumo de oxigênio cai 10 a 20%, em poucos minutos.
      • E, no sono são raras as ondas alfa que eram comuns na meditação – ondas mais próprias do estado consciente, de acordado, atento, alerta.
      • Parecia a reação oposta à de “luta e fuga”, descoberta em 1914 pelo fisiologista de Harvard, Walther Bradford Cannon. Menos na pressão arterial.
      • Chamaram de estado hipometabólico. Depois, de “reação de relaxamento”. Um repouso do sistema nervoso simpático – que estimula o corpo.
    • Herbert Benson e a Reação de Relaxamento
      • Resposta de relaxamento:
                • ambiente tranquilo
                • posição confortável
                • atitude passiva
                • programação mental
      • Requer alguma prática – um mês já traz resultados suficientes para serem detectáveis (prática diária).
      • Estes quatro elementos são encontrados em várias técnicas de meditação e relaxamento, na ioga e hipnose, e em muitas religiões.
    • Herbert Benson e a Reação de Relaxamento
      • Em 1970 Benson quis descobrir porque a pressão arterial não caiu nos meditadores MT pesquisados antes.
      • Supôs que a pressão arterial deles – todos praticantes antigos de meditação – já tinha chegado a um estado máximo de diminuição que fosse saudável
      • 30 hipertensos - ensinou a resposta de relaxamento sem conotação religiosa – usando a palavra one como mantra.
      • Meditaram 2x ao dia por 6 semanas, e verificadas a pressão arterial de cada participante.
      • Os mais constantes obtiveram melhores resultados, chegando até a pressão normal.
      • Quanto mais praticavam, mais a pressão caia. E, se parassem de meditar, o nível voltava a subir.
    • Herbert Benson e a Reação de Relaxamento
      • No fim da década de 70 publicou vários livros para ressaltar a capacidade genérica da reação de relaxamento para acalmar o corpo e moderar ou aliviar os efeitos atribuidos ao estresse – fadiga, irritabilidade e insônia.
      • Hoje em dia seus livros são recomendados por muitos médicos cardiologistas, nos EUA, como terapia coadjuvante em questões de estresse. E também para náusea, tensão muscular etc, tornando-se uma ferramenta da TCC.
        • Reação de Relaxamento – 1975
        • Além da Reação de Relaxamento – 1979
        • Your Maximum Mind – 1985
    • Herbert Benson e a Reação de Relaxamento
      • No final dos anos 70, Benson e outros foram aos Himalaias, para estudar monges que praticavam a yoga gTum-mo diáriamente por mais de seis anos.
      • Eles concentram em uma “chama interior” e aumentam a temperatura do corpo, chegando a derreter a neve ao redor. Instrumentos de medição registraram a temperatura dos dedos dos pés e das mãos.
      • 1 monge – mais 7,2 graus nos dedos das mãos e mais 3,9 graus nos pés.
      • 2 monge – 5 graus nas mãos e 7,2 graus nos pés.
      • 3 monge – 3,3 graus nas mãos e 8,3 graus nos pés.
    • Neal Miller, o SNA e o Biofeedback
      • 1961, Neal Miller, psicólogo experimental dos EUA, estudava o sistema nervoso autônomo (SNA), que regula sozinho um complexo de reações viscerais.
      • As reações do sistema nervoso autônomo seriam tão disciplináveis quanto do sistema nervoso somático, que controla os músculos esqueléticos? Este era considerado esperto e flexível, e o outro era considerado “mudo”.
      • Pavlov - reflexo condicionado – SNA
      • Um estímulo natural, incondicionado, era substituido por outro condicionado, apenas um deslocar de reações, não uma reação nova em si...
    • Neal Miller, o SNA e o Biofeedback
      • A maioria acreditavam que o condicionamento instrumental, de tentativa e erro – isto é, aprender coisas novas – só poderia ser feito no sistema nervoso somático, por recompensas e punições.
      • Miller tinha outra hipótese: o que faltava para condicionar o SNA era a falta de uma percepção clara do resultado, isto é, do feedback da reação, pois os resultados ocorrem dentro do corpo. Faltava uma retroalimentação, um feedback.
      • Se um animal ou indivíduo pudesse ser informado exatamente quando a sua pressão arterial subisse, será que poderia controlá-la pela recompensa ou punição, tal como no condicionamento instrumental?
    • Neal Miller, o SNA e o Biofeedback
      • Começou a desenvolver equipamentos neste sentido: pegou também um grupo de cães para condicionar a salivação. Mas não para deslocar a reação para uma campainha, e sim para ensiná-los a aumentar ou reduzir a salivação.
      • Com uma sessão diária de adestramento de 45 minutos, o nível de salivação crescia e decrescia. Usou curare para paralisar o SNS dos animais, para prevenir que eles não usassem o controle muscular para fazer isso. E funcionou. Testou em ratos, para aprenderem a controlar a frequência cardíaca.
      • Mas encontraram uma dificuldade: a pequena mudança obtida, apesar de significativa estatísticamente, era pequena: apenas 5%.
    • Neal Miller, o SNA e o Biofeedback
      • Começaram a usar modelagem: o prêmio só vinha com aumento nos níveis da mudança – caso alcance um estágio, o prêmio só vinha em um novo patamar. Conseguiram um aumento de 20%.
      • Testaram com punição – um choque na cauda dos ratos. Também funcionou.
      • Funcionou em todas as reações viscerais: contração do estômago, formação de urina, circulação sanguínea. Ensinaram ratos a aumentar o fluxo de sangue em apenas uma das orelhas.
    • Neal Miller, o SNA e o Biofeedback
      • Máquinas de biofeedback. São usadas em casos de incontinência urinária e outros distúrbios.
      • Pacientes hospitalizados: ensinar, com biofeedback, a controlar a pressão arterial. Muitos tinham poliomelite ou distrofia muscular, e precisavam baixar a pressão.
      • Um homem, sabendo do experimento, precisava aumentar a pressão para sair da posição deitada e insistiu para ser incluido no programa. Uma lesão de um tiro tinha danificado os processos automáticos do controle da pressão arterial. Mas será que poderia usar outras facetas do SNA para corrigir isso?
    • Neal Miller, o SNA e o Biofeedback
      • Onze sessões de uma hora, 4x na semana. Medidor de pressão, no braço do paciente, acionava um alarme quando se operava o aumento da pressão especificado.
      • O paciente buscava “se concentrar em aumentar a pressão”, em concentrações de 5 minutos, três vezes por sessão.
      • Aprendeu a reconhecer uma sensação de tontura quando a pressão abaixava e uma sensação de pulsação na cabeça, acompanhada de transpiração, quando a pressão estava subindo. Depois do fim do treinamento, não precisava mais do aparelho. Podia usar apenas suas sensações. Em quatro meses de treinamento, estava andando de muletas.
    • Neal Miller, o SNA e o Biofeedback
      • Começaram a treinar mais 9 pacientes com lesão na medula espinhal. Com 5 sessões, todos conseguiram aumentar o nível de pressão – e como não tinham lesão no SNA, tiveram um desempenho 1/3 melhor.
      • Dois pacientes, tetraplégicos, que não podiam nem sentar-se sem desmaiar, por causa da baixa pressão, agora podiam usar cadeiras de rodas. Mas demoraram quase oito meses para aprender a fazer isso.
      • Compararam com o padrão respiratório, e este não tinha mudado. Estavam mudando a pressão por comando do SNA mesmo.
    • Neal Miller, o SNA e o Biofeedback
      • Com o tempo perceberam que o sistema homeostático do corpo resiste ao controle: se intencionalmente comanda a mudança da pressão arterial, seu sistema homeostático detecta a mudança e executa outras atividades para compensar isso: pressão alta aumenta a transpiração, pressão baixa faz o corpo constringe os vasos etc.
      • O que aprendemos - É preciso mais do que prática direta – precisamos aprender a persuadir o SNA que a mudança é benéfica. Não é só mandar – é negociar – Crenças e Emoções, não só concentração.
    • Robert Ader e a Psiconeuroimunologia
      • Ader seguiu uma linha de pesquisa similar: confinava ratos para causar úlceras por estresse. Ratos confinados em seu período de alta atividade tinham maior chance de criar úlceras do que confinados em períodos de baixa atividade.
      • Submeteu ratos a desconforto durante as 3 semanas antes da desmama e pesquisou a facilidade de criar úlceras em ratos com “passado infeliz”e, também, em ratos com “passado feliz”.
      • Descobriu o que já se sabe: uma infância agradável diminuia as chances de somatização e uma infância de maus tratos aumentava as chances.
    • Robert Ader e a Psiconeuroimunologia
      • O psicológo tinha treinado com condicionamento pavloviano os seus ratos a terem aversão ao gosto da sacarina, injetando, ao mesmo tempo ciclofosfamida neles.
      • Os ratos aprendiam a aversão em apenas uma tentativa. E continuava dando água com sacarina pelos dias subsequentes, e não água comum, para averiguar em quanto tempo eles superavam a aversão. Percebeu que em 50 dias eles não reagiam mais. No entanto, em 45 dias os ratos começaram a morrer em proporção significativa.
      • Ao pesquisar as propriedades da ciclofosfamida, notou que além de causar distúrbios estomacais deprimia o sistema imunológico.
    • Robert Ader e a Psiconeuroimunologia
      • Ao condicionar o SNS para aversão à sacarina, talvez tivesse também condicionado o SNA para reduzir as defesas do seu sistema imunológico (SIM). Até o momento pensava-se que o SIM fosse indepentende, sem conexão com a mente, seja SNA ou SNS.
      • Três grupos de ratos – um recebeu a ciclofosfamida e um líquido com gosto de sacarina, para associar o líquido com a droga. O segundo recebu a ciclofosfamida e o líquido de forma separada, para não associar um ao outro. E o terceiro recebeu uma substância neutra, que não alterava o SIM e o líquido com gosto de sacarina, para associá-lo mas para ter um grupo de controle. A partir do segundo dia, água comum.
    • Robert Ader e a Psiconeuroimunologia
      • No terceiro dia, um teste de reação imunológica (globulos vermelhos de carneiro). Meia hora depois, a segunda dose de líquido com sacarina. No nono dia, amostras de sangue dos ratos e reações imunológicas. Os condicionados tinham o mais baixo níveol de reação do SIM.
      • Testaram outra substância imunodepressora: metotrexate. Testaram se seria a sede: mesmo saciados, a supressão do SIM era significativa. Além de anticorpos, os ratos liberaram fagócitos.
    • Robert Ader e a Psiconeuroimunologia
      • Outro laboratório, no Canadá, por Reginald Gorcynski, usou bandagens em camundongos para ampliar a reação imune, ao invés de reduzi-la.
      • Enxertos de pele de outro camundongo de outra espécie (que causaria rejeição) cobertas com bandagens. Após nove dias, as bandagens e os enxertos foram removidos, e a reação imune era alta. Duas vezes repetidos, nos 40 dias subsequentes. Depois, só simulavam o enxerto e os animais reagiam com alta reação imune.
    • Robert Ader e a Psiconeuroimunologia
      • Ader cunhou o termo Psiconeuroimunologia em 1981, juntando com pesquisas anteriores a dele, de George Solomon (pesquisador), Rudolf Moos (psicólogo) e Alfred Amkraut (imunologista) e mais pesquisas russas, que tinham cunhado o nome psicoimunologia.
      • A experiência de Ader com os ratos e a sacarina foi a criação de um placebo. As mudanças acontecem porque o organismo – SNS e SNA – acreditam que as mudanças vão acontecer.
      • Reflexo condicionado (deslocamento de reação) ou condicionamento instrumental (criação de reação)?
      • O que aprendemos – o efeito não é só no SNA e também no SIM.
    • Candace Pert e Endorfinas
      • Bioquímica, desde 1972 estuda as drogas produzidas pelo corpo. Todo neuropeptídeo tem um receptor específico, um portal químico em uma célula, que o reconhece, como chave e fechadura. A maioria deles é produzida pelo cérebro, por uma resposta emocional.
      • Pert começou a pesquisar os receptores dos opiatos – substâncias como a cocaína. E deduziu que o cérebro deveria produzir neurodrogas similares, pois só assim a cocaína deveria afetar o corpo.
      • Estes neuropeptídeos foram chamados de “opióides” e mais de doze foram identificados até 1979.
      • Conhecidos como endorfinas (endógeno + morfina).
    • Candace Pert e Endorfinas
      • As endorfinas são as nossas drogas do humor: aliviam as dores e a fadiga, e dão uma sensação de energia. Os pesquisadores não pesquisavam o porquê do cérebro segregar estas drogas e nem quando e como o faz.
      • O sistema límbico – a parte do cérebro responsável pelas emoções – tem uma densidade surpreendente de receptores para endorfinas. O sistema límbico (pituitária e o hipotálamo) estão ligados à criação e expressão das emoções.
    • Candace Pert e Endorfinas
      • Pert também encontrou muitos receptores de endorfinas na trompa lombar, parte importante da medula espinhal que concentra as informações sensoriais.
      • Grande concentração no intestino, no baço, nos testículos e ovário e um tipo específico para os rins e outros para os monócitos, célula imunológica que produz macrófagos e anticorpos.
      • Até 1987 Pert tinha encontrado seis neuroreceptores nos monócitos.
    • Candace Pert e Endorfinas
      • Os neuropeptídeos transmitem as emoções da mente, de forma química, para todas as células. São mensagens químicas.
      • Pert chama de “neurosucos” = neurônios em forma líquida...
      • Atua sobre o comportamento e sobre as reações viscerais, unificando-as.
      • O que aprendemos – O SN se comunica com o SIM através de neuroquímica e tudo é integrado.
    • Theodore Barber e os Caminhos da Hipnose
      • Psicólogo: “hipnose e sugestão são a mesma coisa. A hipnose tradicional é apenas uma faceta do poder da sugestão. O segundo é a capacidade de acreditar em algo e encorajar esta crença – sugestão ou auto-sugestão.
      • Testou esta hipótese em experimentos – insensibilidade à água gelada, peso nos braços, recordação de experiências e sentimentos da infância (regressão), dedos anestesiados
      • 66 participantes em 3 grupos:
          • indução hipnótica tradicional,
          • instruções que predispunham a sugestão
          • dizendo apenas que era um estudo.
    • Theodore Barber e os Caminhos da Hipnose
      • Neste estudo a sugestão deu resultado melhor do que a hipnose tradicional. Os defensores do transe dizem que a sugestão em si cria o transe – a indução tradicional é apenas uma das formas.
      • Nos anos 50, A A Mason: hipnose em rapaz de 16 anos restaurou 70% de iritrodermia ou ictiose (pele de peixe). As mãos, braços, costas, nádegas, coxas, pernas e pés eram cobertos de tecido escuro, escamoso e duro. A pele ficava endurecida e apodrecia e não havia tratamento. Mason, em uma hipnose, instruiu o paciente a se concentrar no braço esquerdo apenas, sentindo a pele voltar ao normal. Em cinco dias a camada dura de pele do braço esquerdo amoleceu e desprendeu-se.
    • Theodore Barber e os Caminhos da Hipnose
      • Três pesquisadores médicos repetiram o feito: duas irmãs com ictiose: em seis meses a menina de 8 anos melhorou 75% em várias áreas e a de seis anos melhorou 75% no rosto e 40% em outras áreas do corpo. Um homem de 34 anos restaurou 90% da ictiose de seu corpo, mas seu filho de 4 anos, muito distraído, não reagiu às sugestões. Uma mulher restaurou 50% do corpo, em progresso rápido, em uma semana a partir da primeira sessão, e depis de estagnação das condições, nenhuma melhora adicional.
      • Outros médicos combinaram hipnose e psicoterapia e apresentavam ainda melhores reações – a atuação corpo-mente parecia ser eficaz.
    • Theodore Barber e os Caminhos da Hipnose
      • Japão – 13 rapazes entre 15 a 17 anos, com alergia a uma planta tóxica parecida com hera.
      • 5 foram hipnotizados e 8 sugestionados – uma folha inofensiva dizendo tratar-se da venenosa foi encostada em seus braços. Todos, hipnotizados e sugestionados, desenvolveram erupções cutâneas.
      • Ao inverso – a planta alérgica dizendo que era uma comum – 4 entre 5 hipnotizados e 7 entre 8 sugestionados não apresentaram reações à planta real.
      • Reação alérgica de uma mulher à imaginação de sol em hipnose.
    • Theodore Barber e os Caminhos da Hipnose
      • A intensidade da imaginação parece ser suficiente.
      • Nove pessoas tiveram dentes extraídos pedindo – alguns por hipnose e outros por sugestão para imaginar o sangue como uma torneira sendo fechada, usando a força de vontade para constringir as artérias e veias naquela área. Sangramento 65% abaixo do normal.
      • Em 5 estudos, 70 mulheres recorreram á hipnose para aumentar o tamanho dos seios em cerca de 3 cm, em cerca de 12 semanas. Imaginavam água ou toalhas mornas envolvendo os seios, uma lâmpada ou a luz solar incidindo sobre o peito. Que os seios estivessem ficando cálidos, pulsantes, e crescendo.
    • Gerald Epstein e a Medicina da Mentalização
      • Psiquiatra, em 1974 conheceu um jovem que se queixava da imperícia dos psicanalistas de curá-lo de uma depressão crônica. Por 3 anos tinha frequentado terapia 5x por semana, sem resultado.
      • Uma analista, Colette Aboulker-Muscat usava “a terapia do sonho em vígilia” e em 4 sessões, uma por semana, se libertou da depressão.
      • Os pacientes sentam de olhos fechados e acompanham os seus sonhos acordados. E interferem em seus sonhos e imagens. A premissa é que experiências imaginadas alteram o significado de eventos passados, originando outras formas de confrontar acontecimentos presentes e futuros.
    • Gerald Epstein e a Medicina da Mentalização
      • A técnica:
      • de olhos fechados, o paciente faz algumas respirações e depois visualiza o distúrbio;
      • coloca em prática um tratamento. Repete diáriamente, geralmente 3 x ao dia em casos críticos;
      • 3 semanas de atividade e uma de descanso;
      • Repete por algum tempo ou até o problema desaparecer.
      • O que aprendemos – as imagens mentais são uma forma prática de direcionar a sugestão e as emoções.
      Fonte: “Where the Mind Meets the Body” - Harris Dienstfrey – Harper Collins
    • OTANGÍVEL E O INTANGÍVEL
    • Lugar Tranquilo
    • Alcançando a Dimensão Criativa
      • Estado Contemplativo
        • Reduzindo a Mente Objetiva
        • Uma tarefa para a Mente Objetiva
      • Coerência
        • Meta definida
        • Confiança / Crença
        • Sinceridade
        • Importância / Relevância
      • Criatividade
    • Modelo – Auxílio de Mentalização à Distância CS ICS SBCS SUBJ CS ICS SBCS Ação
    • Praticantes de Cura Psíquica
      • Uso de Cores e Imagens na Mentalização e Energização
      • Endoderme – coração, estômago...
      • estimulante, nutritiva, acelerativa
      • Mesoderme – músculos, ossos...
      • reconstrução, regeneração, calmante
      • Ectoderme – nervos, pele, olhos...
      • anestésico, perceptivo
      • “ Aqua” - Verde-azulado
      • sedativo e reconstrutivo
      • Violeta – vermelho-azulado
      • Espiritualizante e harmonizador
      • Branco
      • Purificador, integrador
    • Aqua
    • Técnica da Cura Psíquica
      • Crença na conexão c/ Mente Universal
      • Esvaziar a mente de preocupações
      • Projetar/ estender até a mente do auxiliado;
      • Aceitação da ajuda;
      • Investigação psíquica;
      • Tratamento psíquico
        • Fusão / Assunção / Remontagem / Compreensão
        • Orientação / Máquina / Distorção de T-E
        • Imagem Perfeita / Energização
    • Procedimentos
      • Tranquilização em Nível
      • Limpeza Mental
      • Conexão – Mente SBJ do indivíduo
      • Permissão para Ajudar
      • Autorização
      • Investigação - “o que precisa”
      • Mentalização
      • Impressão Final de Melhoria
      • Despedida - desconexão
    • Energização Antonio Azevedo http://antonioazevedo.blogspot.com