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Plano de Acção para a EB1 do Castelo desenvolvido no âmbito da Acção de Formação
"Práticas e Modelos na Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares"

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  1. 1. 1 Plano de Acção para a Biblioteca Escolar da EB1 do Castelo A Biblioteca da EB1 do Castelo encontra-se ainda em fase embrionária. Ganhou o concurso para ser integrada na rede nos finais do ano lectivo anterior e, neste momento, estão a decorrer todos os procedimentos necessários à sua abertura. Posso referir que há um atraso considerável porparte da CML, na instalação da parte eléctrica e na realização de ajustes que terãode serfeitos à sala destinada à BE. A encomenda do fundo documental está a decorrer, bem como a do mobiliário, e já se encontra em nossa posse o equipamento informático. Acresce a minha falta de experiência. Fui designada para estas funções no início do corrente ano lectivo sem ter tido anteriormente contacto com a dinâmica das BE’s. Dentro deste panorama percebi que era difícil proceder à realização da tarefa que implica o preenchimento da tabela matriz pois não se aplica à minha realidade no sentido em que é necessário terumpassado.Assimsendo,decidi que seria mais razoável proceder à realização da segunda opção por esta permitir trabalhar num campo mais hipotético. Ao mesmo tempo, ao me debruçar sobre esta segunda opção, ponho já no papel ideias para uma consecução futura. Para este Plano decidi fazer uma breve descrição da escola e do meio que a envolve, um enquadramento teórico baseado nos textos da sessão e o Plano de Acção propriamente dito com base no MAABE. Breve Descrição da Escola e do Meio Envolvente A EB1 doCastelo pertence aoAgrupamentode Escolasde Gil Vicente nasede doqual existe uma Bibliotecaintegradanarede cada vezmaisprocuradapelacomunidade escolar dando respostaàs solicitaçõesdosque aprocuram. Esta escola do 1º ciclo está inserida em pleno bairro do Castelo de S. Jorge. O Bairro tem beneficiado de obras de restauro dos edifícios ao longo dos anos, havendo no entanto ainda uma parte degradada. Nele vivem essencialmente idosos existindo poucas crianças. A escola é frequentada, na sua maioria, por alunos oriundos dos bairros periféricos que pertencem a um meio sócio-económico médio/baixo. Há também muitas crianças estrangeiras, universo frequente nesta zona da cidade. Nota-se que a maior parte das crianças tem poucas referências e interesses culturais não se verificando hábitos permanentes de leitura. A escolatem144 alunose funcionaemhorárioduplo. Noedifícioexisteumasala destinada ao Jardim de Infância.
  2. 2. 2 Por não haver salas disponíveis, as AEC’s decorrem no Centro Social do Menino de Deus, instituição que funciona como ATL para os alunos da escola e que, na sua grande maioria (sensivelmente 70%), o frequentam. No Edifício (projectado de raiz para escola) existe um espaço destinado originalmente à Bibliotecamaspoucoadequado.Épequeno, sombrio e funcionou também como palco para a realização das festas. Possui portas em fole que se podem abrir ou fechar, conforme a utilização pretendida. Neste espaço existe um fundo documental considerável em termos numéricos e de grande valor literário mas “sem vida”, pois raras vezes tem sido utilizado. Nuncachegoua existirumapráticaconstante ouorganizadade idas à Biblioteca para procurar livros ou para estudar. Tentámos introduzi-la mas sem sucesso. Assim sendo será necessário começar tudo de novo. A adesão às novas práticas talvez seja mais fácil, por não estarmos viciadas nas antigas que nunca existiram. A Biblioteca escolar no contexto da mudança e as suas forças definidoras Os diferentes tipos de literacia da escola de hoje complexificaram-se e passaram a incluir literaciasque devemprepararparao uso de informaçãovariada,multiformee emambientese formatos diversos. O conceito de Literacia da Informação e a perspectivação da sua abordagem e integração no processo de ensino/aprendizagem ganham pertinência neste contexto de mudança para ambientes ricos em tecnologia e situações de aprendizagem baseadas no uso de recursos. A BE passa a ser um espaço formativo, transformando-se de espaços de disponibilização de recursos em espaços de aprendizagem e de construção do conhecimento intrinsecamente relacionado com a escola e com o processo ensino / aprendizagem. SegundoTodda bibliotecaescolaractualmenteatravessaasseguintestransformações : •Knowledge space, not information place •Connections, not collections •Actions, not positions •Evidence, not advocacy As bibliotecasescolarespassam,nestecontexto,aterum papel: • Informacional:Disponibilizamrecursosde informação,apoiama infra-estrutura tecnológica, contribuindo para o seu uso e integração nas práticas lectivas; • Transformativo:Formampara as diferentesliteracias, contribuindo de forma colaborativa e articuladacom os outrosdocentesparao desenvolvimentode competências que suportam as aprendizagens e a construção do conhecimento.
  3. 3. 3 • Formativo: Transformam-se de espaços de disponibilização de recursos em espaços de aprendizagem, de construção do conhecimento. (Bogel, 2006) Também segundo Todd “(..)a oferta de informação e de serviços de informação por parte da bibliotecaescolartem um impacto directo na vida dos indivíduos(...)”, surgindo assim a ideia de uma biblioteconomia centrada nas pessoas (Brookes cit. por Todd). (…)A intervenção pedagógica explícita, sistemática e programada tem de ser a característica distintiva e observável do funcionamento da biblioteca escolar(...). Assim a organização e gestãoda BE passa a ser centradanas acções e não nas colecções. A colecção deve ser versátil e variada e o seu espaço proactivo devendo ser adaptada à realidade de cada escola. É importante que exista uma disponibilização de um conjunto de recursos de informação em diferentes ambientes e suportes. O PB deve ter em atenção o desenvolvimento de competênciastransversaisque permitamautilizaçãode todosestesrecursosnaconstruçãodo conhecimento.A gestãodoscurrículos deve ser feita em articulação com o PE e o PAA e deve haveruma colaboraçãocom os outrosdocentesparao desenvolvimentode boas experiências de aprendizagem. Neste contextoo professorbibliotecáriodeve ter:  Espíritode liderança  Capacidade de trabalharcolaborativamente e de formaarticuladacomos outros docentes  Um papel essencial nodesenvolvimento docurrículo  Competênciasnaáreadas TIC  Capacidade de procederàavaliaçãoda qualidade doseutrabalho,darelaçãoda comunidade escolarcoma BE e do impactoque a BE tem na escolae na aprendizagem dos alunos atravésdasevidências(Todd)  Mobilizara Escolapara a mudançae estimularaopção dosdocentespelanova filosofiaeducacional. No fundodesloca-se(…) oparadigmada responsabilidadeprofissional dobibliotecário de uma preocupaçãocom a transmissãooutransferênciade informação(sintomade orientaçãoparao acessoe para a troca) para uma preocupaçãocom as dimensõeshumanas de escolha e uso da informação(…) e da transformação desta em conhecimento com relevância pessoal. (…) O destino final da viagem não é um aluno ou uma comunidade proficiente em literacias da informação, mas sim o desenvolvimento de indivíduos e comunidades educativas com capacidade crítica e abertos ao conhecimento. Alunos e comunidade educativas capazes de interagirfacilmente comummundo de informação rico e complexo, mas também capazes de construir sentido, compreender o que está em redor e avançar ideias(…).
  4. 4. 4 METAS GERAIS DO PLANO DE ACÇÃO 1. Entendera mudança,identificandopontoscríticoschave:aabordagemconstrutivista do conhecimento;aintegraçãode recursosno processode ensino/aprendizagem; 2. Entendera missãodaBibliotecaEscolare o seutrabalhoneste contexto; 3. Formar para as literaciasdigitaise dainformação,capacitandoosalunos para o uso efectivoe críticodos recursos existentesnaBibliotecaEscolar; 4. Desenvolvercompetênciasassociadasaousoda Internete dosdispositivosque medeiamoacessoà informação. 5. Reconhecerovalorda definiçãode umaestratégiacomume integradoraanível da Escola/Agrupamentoparao uso da informação. 6. DesenvolveraLiteraciapara o usoda informação,perspectivandoasuaintegraçãono percursoformativodosalunose nas actividadescurricularesde formaaproduzir alteraçõesnoprocessoensino/aprendizagem; 7. Fomentaro gostopelaleituracomoinstrumentode trabalho, de ocupaçãode tempos livrese de prazer,contribuindoparaodesenvolvimentocultural dosutilizadores; 8. Divulgaro fundodocumental existentenaescola; 9. Promoveractividadesde animação/formaçãoemarticulaçãocomtodosos elementos da comunidade educativae emcondiçõesespecíficascomoutroselementosda comunidade.
  5. 5. 5 Áreasde Intervenção Objectivos Acçõesa desenvolverparacada domínio A.1. Articulação Curricularda BEcom as Estruturas Pedagógicas eos Docentes Colaboração Pedagógica Participação activa na construção do conhecimento Fazer o levantamento periódico comos docentes das oportunidades de colaboração com a BE, de acordo com as planificações, os PCT’s e os planos de aula demodo a integrar a utilização da BEnos tempos lectivos Produzir em colaboração comos docentes materiais didácticos,fichasdetrabalho, guiões de apoio às pesquisas,auxiliarespara a elaboração detrabalhos impressos, digitais emultimédia Organizar em colaboração comos docentes, dossiers temáticos eoutros materiais para tratamento de temas transversaisao currículo. Criar instrumentos de registo para o trabalho colaborativo comos docentes Articulação como Pré-escolar,com as restantes escolas do 1ºCiclo e com a escola sede A. 2. Promoção da Literacia da Informação Pesquisa etratamento da informação Planificação atempada,comos professores,do trabalho de pesquisa a realizar na BE Promover a visita periódica dos alunos das escolas do Agrupamento à BE para participaremem sessões informativas/formativas Elaboração deum modelo de pesquisa da informação a ser usado pela escola Produção de guiões e outros materiais deapoio à pesquisa e utilização da informação pelos alunos. Domínio A. Apoio ao Desenvolvimento Curricular A.1. Articulação Curricular da BE com as Estruturas Pedagógicas e os Docentes A. 2. Promoção da Literacia da Informação
  6. 6. 6 Áreasde Intervenção Objectivos Acçõesa desenvolverparacada domínio B.1. Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura B.2. Trabalho articulado da BE com departamentos e docentes e com o exterior, no âmbito da leitura B.3. Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos,no âmbito da leitura e das literacias Promoção da leitura Sessões regulares de leitura, de reconto ou outras que associem diferentes formas de leitura, de escrita, de música e de comunicação com o objectivo de promover o gosto pela leitura Maior encorajamento da participação dos alunos em actividades livres no âmbito da leitura Conceber em articulação com os docentes um programa planeado, coerente e sistemático de fomento das competências da leitura e escrita articulando com as actividades a desenvolver no âmbito do PNL Elaborar guias de leitura segundo diferentes critérios (temas, autores, géneros) Promoção de actividades que envolvam a família na área da leitura Preparar, desenvolver e avaliar actividades diversas de animação à leitura (Livro/autor do mês, ateliês de escrita e ilustração,horas do conto, dramatizações, oficinas de leitura…) Sessões de sensibilização paraa leitura, destinada a pais eencarregados de educação. B. Leitura e Literacia B.1 Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura B.2 Trabalho articulado da BE com departamentos e docentes e com o exterior,no âmbito da leitura B.3 Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e das literacias.
  7. 7. 7 Áreasde Intervenção Objectivos Acçõesa desenvolverparacada domínio C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular Aumentar o grau de intervenção da BE na vida escolar Organizar comos docentes o apoio aos alunos em métodos e técnicas de estudo nas horas de Apoio ao Estudo Apoiar a pesquisa,estudo e execução de trabalhos escolares Apoiar as actividadeslivres deleitura C.2. Projectos e parcerias Trabalhar emarticulação com a comunidade escolar ecom Instituições locais Trabalho articulado coma BE da Escola sede, com as Bibliotecas Municipais eCasas de Cultura Dinamizar actividades culturaisede abertura à comunidade. Estabelecer parcerias paraa realização de acções da iniciativada BE C. Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade C.1 Apoio a Actividades Livres, Extra-Curriculares e de Enriquecimento Curricular C.2. Projectos e Parceiras
  8. 8. 8 Áreasde Intervenção Objectivos Acçõesa desenvolverparacada domínio D.1. Articulação da BE com a Escola/ Agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE D.2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços D.3. Gestão da colecção Actualização / Criação de documentos reguladores da actividadeda BE Gestão da documentação Apresentar e divulgar o Plano de Acção da BE na escola e na comunidade Elaborar/actualizaro regimento da BE Criar/actualizaro Manual de Procedimentos/Política deDesenvolvimento da colecção Elaborar/actualizaros instrumentos de recolha e registo sistemático de dados para avaliação das actividades/frequênciada BE Manter dossiers organizadoscomtoda a documentação existente na BE Constituição decolaboradores junto dos funcionárioseprofessores da escola Avaliar o acervo Proceder à conservação erestauro das obras Recolher pedidos e sugestões de aquisição de documentos junto da comunidade educativa Catalogação das obrasexistentes Elaborar listagens dedocumentos existentes na BE para as diferentes áreas e conteúdos programáticos deacordo com os anos de escolaridade Criar um boletim/folha informativa mensal da BE Organizar mostra regulares demateriais de D. Gestão da BE D.1 Articulação da BE com a Escola/Agrupamento. Acesso a serviços prestados pela BE D.2 Condições humanas e materiais para prestação dos serviços D3 Gestão da Colecção
  9. 9. 9 acordo com um tema, personagem ou evento Automatizar o empréstimo domiciliário e para as salas

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