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	5. O MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA BE: METODOLOGIAS DE OPERACIONALIZAÇÃO (PARTE I)
 

5. O MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA BE: METODOLOGIAS DE OPERACIONALIZAÇÃO (PARTE I)

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    	5. O MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA BE: METODOLOGIAS DE OPERACIONALIZAÇÃO (PARTE I) 5. O MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA BE: METODOLOGIAS DE OPERACIONALIZAÇÃO (PARTE I) Document Transcript

    • O MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA BE: METODOLOGIAS DE OPERACIONALIZAÇÃO<br />NOTA PRÉVIA<br />Esta tarefa foi elaborada num domínio hipotético/abstracto de acção e como um contributo genérico para a aplicação de um domínio específico.<br />________________________________________________________________________<br />Que Contexto Para a Aplicação do MAABE?<br />Para procedermos à avaliação da BE devemos ter presentes as seguintes considerações como essenciais para a elaboração de um plano:<br />O que vamos avaliar?<br />Porque o fazemos?<br />Com quem avaliamos?<br />Que etapas seguimos?<br />Como o faremos?<br />Quando?<br />É ponto assente que a finalidade central do processo de auto-avaliação da BE visa uma melhoria contínua do trabalho que aí é desenvolvido, em termos de processos e de resultados/impactos. A natureza deste processo de auto-avaliação, é, essencialmente, qualitativa, baseada em outcomes ou seja no valor que os utilizadores lhe atribuem traduzindo-se literalmente na aquisição de conhecimento, competências, valores, níveis de sucesso, inclusão, etc. É fundamental, por isso, aferirmos se o que estamos a fazer é o correcto ou se é necessário adoptar outras estratégias e seguir outro caminho mas sempre no sentido do sucesso educativo e da melhoria contínua dos resultados dos alunos. Assim, em resposta às questões essenciais para a elaboração de um plano de acção, devemos considerar que vamos avaliar a BE em termos de INPUTS -> PROCESSOS -> OUTPUTS ->OUTCOMES; que o fazemos para detectar quais os pontos fortes e fracos, a sua acção em determinados aspectos e para que responda cada vez mais às necessidades da escola no atingir da sua missão e objectivos. O modelo deve ser trabalhado pelo professor bibliotecário com o apoio da respectiva equipa e da direcção, havendo naturalmente um envolvimento activo dos utilizadores e ainda uma participação dos encarregados de educação e outras entidades.<br />As etapas a seguir para este plano são:<br />Motivação e compromisso institucional dos órgãos de gestão pedagógica e executiva da escola com o processo de auto-avaliação da BE e formalização de alguns procedimentos no sentido de uma co-responsabilização de todos os intervenientes; aceitação dos resultados e acordo sobre a subsequente promoção de um plano de melhoria.<br />Constituição, sob a responsabilidade do Professor Bibliotecário, de um grupo responsável ao nível da escola/agrupamento pela condução do processo de auto-avaliação da BE; definição e partilha de tarefas entre os elementos do grupo.<br />A elaboração do Plano de Avaliação propriamente dito.<br />Desenvolvimento do processo de avaliação.<br />Por fim irá fazer-se uso de todo um conjunto de métodos de recolha de evidências para a sua concretização bem como a definição da sua calendarização que será feita numa base anual. <br />Convém referir que na sensibilização que deve ser feita à escola e em particular ao órgão de gestão, antes de iniciar a avaliação, é importante sublinhar que a demonstração da importância da biblioteca no ensino e aprendizagem - o principal propósito do plano de avaliação – prende-se directamente à preocupação da escola em atingir os objectivos definidos no seu Projecto Educativo e Curricular. Desta forma, é natural que a auto-avaliação da BE constitua uma parte importante da avaliação interna da escola e uma base para a sua avaliação externa. Este conceito de avaliação implica um processo cíclico de planeamento, execução e avaliação, tendo em vista a melhoria contínua da actividade da biblioteca.<br />Preparar o Plano de Auto-Avaliação<br />Sensibilização da Comunidade Educativa para o Modelo de Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares <br />EtapasFormalização de ProcedimentosCalendarizaçãoMotivação e compromissodos órgãos degestão pedagógica e executivacom o processo de auto –avaliação da BE· Reunião do Professor Bibliotecário com o Conselho Executivo . Apresentação do modelo de auto-avaliação ao Conselho Pedagógico (PowerPoint) Setembro/OutubroApresentação aos Professores,do propósito da metodologiade auto-avaliação pararesponsabilização/envolvimento de todos os intervenientes· Reunião com Equipa / Colaboradores da BE · Sensibilização dos professores dos vários Departamentos Constituição do grupo responsável pela aplicação/ condução do processo de avaliação · Reunião com Equipa / Colaboradores da BE Métodos e Instrumentos a utilizar Reunião com o grupo responsável pela aplicação/condução do processo de avaliação Identificação dos instrumentos de registo de dados relativos à utilização da BE e de requisição de documentos Adaptação de alguns instrumentos de recolha de evidências, ao modelo de Auto-Avaliação Outubro<br />Estrutura do Plano de Avaliação<br />Problema/diagnóstico; Selecção do domínio<br />Identificação do objecto de avaliação<br />Intervenientes no processo de auto-avaliação<br />Métodos e instrumentos a utilizar<br />Factores críticos de sucesso e recolha de evidências<br />Etapas do Processo de auto-avaliação<br />Formas de divulgação dos resultados<br />Limitações/Constrangimentos<br />Problema/diagnóstico; Selecção do domínio<br />Identificação do problema: <br />Em que medida as acções desenvolvidas por iniciativa da BE ou resultantes da colaboração estabelecida com os professores correspondem ao objectivo de promoção da leitura, e qual o seu impacto no desenvolvimento das respectivas competências nos alunos envolvidos.<br />Escolha do Domínio <br />O domínio escolhido para a tarefa desta sessão foi o domínio B – Leitura e Literacia. <br />A escolha deste domínio justifica-se pelo facto de representar uma área essencial para que a BE cumpra os seus objectivos no processo educativo. Por outro lado, poderemos considerar este domínio como uma área de acção “forte” na BE, pelo que pretendemos aferir o seu real impacto na escola. O facto de se desenvolverem projectos directamente vocacionados para a promoção da leitura, será outro dos factores que facilitará o seu acompanhamento mais incisivo e respectiva avaliação.<br />Também, e uma vez que “promover a formação de leitores reflexivos e autónomos, conscientes do papel da língua no acesso à informação e do seu valor no domínio da expressão estético-literária e do acesso a um capital cultural comum”, é um dos objectivos estratégicos do Projecto Educativo de Agrupamento, será importante vir a conhecer o contributo da BE para a sua concretização. <br />Na realidade a leitura, nos seus mais variados suportes e dimensões continua a ser a actividade mais importante numa biblioteca, em especial numa escola do 1º ciclo, porque constitui o elemento nodular para a construção do conhecimento.<br />A capacidade de intervirmos no processo de formação de leitores é uma questão que hoje se nos apresenta com enorme pertinência. A escola, lugar natural de formação de leitores, não só deve ensinar a ler, como também promover atitudes e modos de ler desde a entrada da criança em meio escolar. <br />Para além de uma competência, deseja-se que a leitura seja, de igual modo, uma efectiva prática cultural. Para que a escola forme cidadãos bem preparados para uma realidade em permanente mutação, com perfil (re)activo, terá de dotar os alunos de competências cognitivas, metacognitivas, linguísticas, metalinguísticas e literárias que formem leitores para a vida. <br />Neste domínio seleccionei os indicadores:<br />B1 – Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura na escola/agrupamento. <br />B3 - Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e da literacia.<br />Relativamente aos indicadores seleccionados, o indicador B1, referente ao processo, foca a promoção da leitura em diversos suportes, junto dos alunos. Nessas escolhas procura-se ir ao encontro dos seus interesses e necessidades. Neste caso, poderia destacar como factores críticos de sucesso:<br />a realização de projectos de promoção da leitura recreativa e informativa, em articulação com os docentes;<br />o desenvolvimento de actividades no âmbito do PNL;<br />o incentivo ao uso de novos ambientes digitais.<br />O outro indicador seleccionado - B3, considerado de impacto, permite percepcionar a eficácia das acções da BE, no âmbito da promoção da leitura e da literacia, nas aprendizagens dos alunos. Este indicador permite verificar em que medida as acções produzem resultados e quais, ao nível do trabalho, atitudes e competências dos alunos, sendo assim sujeitas a uma avaliação dos benefícios que trazem para os utilizadores.<br />Estes resultados possibilitam a verificação dos efeitos dessas acções na própria BE, ou seja, a eficácia do seu trabalho. Desse modo, apresentam linhas orientadoras para a implementação de um plano de acção com vista a uma melhoria.<br /> Também aqui os factores críticos de sucesso apontam para o desenvolvimento de trabalho por parte da BE que ultrapasse a sua existência como mera fornecedora de recursos, equipamentos e espaços.<br /> O investimento feito pela RBE em recursos materiais, equipamento, mobiliário e recursos humanos cria uma necessidade de aferição da qualidade dos serviços da BE na escola. Não obstante as estratégias empreendidas e o esforço económico usado na aquisição e actualização da colecção, do equipamento informático e audiovisual, interessa medir o grau de exequibilidade das acções empreendidas e o impacto desencadeado por esse processo.<br /> Pretende-se saber, efectivamente, se todos os recursos materiais e as actividades dinamizadas pelo PB, pelos professores e pela equipa da BE são práticas qualificadas com resultados.<br />2. Identificação do objecto da avaliação<br />A avaliação do domínio B vai assim incidir sobre os indicadores B1 e B3.<br />O indicador B.1. Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura, incide sobre as actividades que têm sido, e serão desenvolvidas no âmbito da promoção da leitura. Diz respeito ao processo. <br />O indicador B.3. Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e das literacias é o indicador de impacto que irá verificar até que ponto o trabalho desenvolvido está a ter resultados visíveis no desenvolvimento das competências de leitura e literacias dos alunos.<br />Em suma, com a aplicação deste modelo pretende-se avaliar qual o grau de adequação das actividades e estratégias desenvolvidas pela BE no âmbito deste domínio e qual o seu impacto nas competências, atitudes e aprendizagens dos alunos.<br />Evidências Acções para a melhoria/ exemplos<br />Intervenientes no processo de auto-avaliação<br />Toda a comunidade educativa será implicada neste processo: <br />Professor Bibliotecário e equipa da BE – Implementação do processo; <br />Conselho Pedagógico – Divulgação do modelo, parecer; <br />Director – Acompanhamento de todo o processo; <br />Professores, alunos, EE – Questionários/ grelhas de observação e análise; <br />Comunidade escolar – Divulgação dos resultados.<br />Assim, estará a cargo do professor bibliotecário e da sua equipa a recolha dos dados e aplicação dos instrumentos dentro dos prazos previstos. <br />Os professores e educadores asseguram a aplicação formal dos questionários aos alunos. Os assistentes operacionais em funções na BE também poderão participar no registo de evidências.<br />Métodos e instrumentos a utilizar<br />A avaliação é realizada com recurso à recolha sistemática de evidências. A recolha de evidências é feita em cada indicador através dos instrumentos sugeridos pelo MAABE, necessitando alguns de adaptação, uma vez que serão aplicados a alunos de 1ºCEB.<br />B.1 Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura na escola/agrupamento:<br />Estatísticas de requisição, circulação na escola e uso de recursos relacionados com a leitura.<br />Estatísticas de utilização informal da BE.<br />Estatísticas de utilização da BE para actividades de leitura programada / articulada com outros docentes.<br />Registos de actividades/projectos.<br />Questionário aos docentes (QD2).<br />Questionário aos alunos (QA2).<br />Entrevistas.<br />B.3 Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e da literacia:<br />Estatísticas de utilização da BE para actividades de leitura.<br />Estatísticas de requisição domiciliária.<br />Observação da utilização da BE (O3; O4).<br />Trabalhos realizados pelos alunos<br />Análise das avaliações dos alunos.<br />Questionário aos docentes (QD2).<br />Questionário aos alunos (QA2)<br />Entrevistas.<br />Constatamos que de acordo com o leque alargado de fontes de evidências, apresentado pelo MAABE, as que utilizamos na avaliação deste domínio têm a seguinte natureza:<br />Dados quantitativos referentes ao funcionamento da BE<br />Consultas a docentes, alunos e outros elementos<br />Observação e análise de recursos e de actividades<br />Análise de documentação<br />Factores críticos de sucesso e recolha de evidências<br />IndicadoresFactores críticos de sucessoInstrumentos/Recolha de evidênciasB.1 Trabalho da BE ao serviço da promoção da leituraB.3 - Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e da literacia- A BE disponibiliza uma colecção variada e adequada aos gostos e interesses de informação dos utilizadores.- A BE desenvolve, de forma sistemática, actividades no âmbito da promoção da leitura.- A BE explora contextos inter e transdisciplinares e associa um conjunto diversificado de actividades à leitura com o objectivo de desenvolver a oralidade, a escrita e as restantes literacias associadas ao acto de ler.-A BE organiza sessões de leitura, de reconto ou outras que associem diferentes formas de leitura, de escrita ou de comunicação com o objectivo de promover o gosto pela leitura.-A BE identifica novos públicos e adequa a colecção e as práticas às necessidades desses públicos (CEF).- A BE promove encontros com escritores ou outros eventos culturais que aproximem os alunos dos livros ou de outros materiais/ ambientes e incentivem o gosto pela leitura. - A BE incentiva a leitura em ambientes digitais.- A BE incentiva o empréstimo domiciliário. - A BE incentiva a leitura informativa, articulando com as ACND e com os departamentos curriculares no -A BE apoia os alunos nas suas escolhas e conhece as novidades literárias e de divulgação que melhor se adequam aos seus gostos- Os alunos usam a biblioteca para ler de forma recreativa, para se informar ou para realizar trabalhos escolares.- Os alunos, de acordo com o seu nível de escolaridade, manifestam progressos nas competências de leitura, lendo mais e com maior profundidade.- Os alunos desenvolvem trabalhos onde interagem com equipamentos e ambientes informacionais variados, manifestando progressos nas suas competências no âmbito da leitura e das literacias.- Os alunos participam activamente em diferentes actividades associadas à promoção da leitura(Clubes de leitura, fóruns de discussão, jornais, etc.).Estatísticas de requisição/ usode recursos de informaçãorelacionados com a leitura.Estatísticas de utilização da BE para actividades de leitura programada/ articulada com outros docentesEstatísticas de utilização informal da BERegistos/Grelhas de avaliação de actividades/projectosRegisto estatístico de acções no âmbito da literacia da informação e formação de leitores Caixa de sugestões/reclamaçõesBlogue actualizadoQuestionário aos docentes (QD2)Questionário aos alunos (QA2)Registos fotográficos de todos os eventos na e da BERegistos informais de opiniãoEstatísticas de utilização da BE para actividades de leitura.Estatísticas de requisiçãodomiciliária.Grelhas de observação da utilização daBE (O3; O4).Trabalhos realizados pelosalunosAnálise dasavaliações dos alunos.Questionário aos professores(QD2).Questionário aos alunos(QA2).<br />Etapas do Processo de Auto-Avaliação<br />Etapas do processoCalendarizaçãoConstituição do grupo responsável ao nível da escola/agrupamento pela condução do processo de AA BE.1º PeríodoReunião da Equipa BE/ grupo responsável para avaliação diagnóstica, elaboração do perfil da BE e prospecção do domínio a avaliar.1º PeríodoSensibilização e envolvimento do Director do Agrupamento e Coordenadora de Estabelecimento na selecção do domínio. -------------------------------------------------Elaboração do Plano de Avaliação.1º Período1º PeríodoDivulgação do Plano de Avaliação à escola/Agrupamento através do Conselho Pedagógico1º PeríodoPreparação, adaptação dos instrumentos e levantamento de recursos necessários.1º PeríodoRecolha de dados2º e 3º PeríodosTratamento e análise dos dados: identificação dos pontos fortes e fracos; elaboração de avaliações; relação com os standards de desempenho apresentados no MAABE.-------------------------------------------------Definição do nível de desempenho e perfil da BE.2º e 3º Períodos3º PeríodoElaboração do Relatório Anual da Biblioteca Escolar.3º PeríodoReunião com o Director e Coordenadora de Estabelecimento para avaliação dos resultados obtidos e definição de acções para a melhoria.3º PeríodoApresentação dos resultados ao Conselho Pedagógico/Comunidade Educativa e definição de acções para a melhoria.3º PeríodoDivulgação do Plano de Acção.Início do ano lectivo seguinteObservaçõesSalvaguardando o papel do Director do Agrupamento, a inclusão da Coordenadora de Estabelecimento em algumas das etapas deste processo justifica-se pelas suas funções na escola de 1º CEB. <br />Formas de divulgação dos resultados<br />A comunicação dos resultados do processo de auto-avaliação é fundamental para o envolvimento de toda a Comunidade Educativa. Dando a conhecer os aspectos positivos mas também aqueles que requerem mais investimento, conseguimos um maior compromisso de todos aqueles que, de acordo com as suas responsabilidades, estão implicados no desenvolvimento e melhoria da BE e da escola em geral.<br />Os resultados devem ser apresentados a:<br />Órgãos de administração e gestão da escola/agrupamento<br />Director;<br />Coordenadora do 1º Ciclo;<br />Coordenadora de estabelecimento;<br />Conselho Pedagógico;<br />Conselhos de docentes – 1ºCEB <br />Departamentos Curriculares – 2º,3ºciclos<br />Coordenadores de Directores de Turma 2º, 3º ciclos<br />Coordenador das Actividades de Enriquecimento Curricular – 1ºCEB<br />Equipa da BE<br />Alunos<br />Encarregados de Educação/Associação de Pais<br />Restantes elementos da Comunidade Educativa<br />Rede de Bibliotecas Escolares/Coordenação Inter-concelhia<br />Comunidade Local: Autarquia<br />Biblioteca Municipal<br />Outras entidades com as quais estabelecemos parcerias<br />A auto-avaliação da BE deve ser parte integrante da auto-avaliação da escola. A informação resultante da auto-avaliação da BE deverá ser incluída no Relatório Anual de Actividades do Agrupamento. <br />Limitações/Constrangimentos<br />No primeiro ano de aplicação do modelo poderão surgir constrangimentos vários de entre os quais: <br />Ausência de motivação para a aplicação do MAABE da parte do órgão de administração e gestão da escola/agrupamento.<br />Elementos da equipa inexistente e/ou com número de horas reduzido.<br />Desconhecimento do actual papel da BE por parte das estruturas intermédias e da comunidade educativa.<br />Dificuldade em envolver todos os intervenientes para aplicação dos questionários e para a realização das entrevistas.<br />Dificuldade em registar algumas evidências de carácter sistemático, pelo trabalho que oferece a gestão regular da BE.<br />Desconhecimento por parte da maioria dos docentes do modelo ou das implicações inerentes à sua implementação.<br /> Sobrecarga de trabalho nas escolas, quer para os professores, quer para o próprio director.<br />Apesar de tudo os benefícios do trabalho cooperativo e colaborativo serão reconhecidos e a auto-avaliação encarada como um processo natural e regulador, dentro de uma perspectiva de melhoria do desempenho da BE em prol do sucesso educativo e da formação de indivíduos competentes e autónomos. <br />