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A tecnologia auxilia na distribuição de conhecimento à medida que nos permite"projetar-nos para fora digitalmente" (de Ker...
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Trabalhos CitadosAraujo, L. (1998). Knowing and learning as networking. Management Learning,29(3), 317–336.Barabási, A. L....
Hiltz, S. R. (2004). The virtual classroom: Learning without limits via computernetworks. Norwood: NJ: Ablex.Hiltz, S. R.,...
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Uma breve historia da aprendizagem em rede

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Texto de George Siemens (28/09/2008) traduzido colaborativamente na Escola-de-Redes por Jaqueline de Camargo, Luiz de Campos Jr e Mariana Corrêa de Oliveira em 20/01/2010. Versão preliminar.

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Uma breve historia da aprendizagem em rede

  1. 1. UMA BREVE HISTÓRIA DA APRENDIZAGEM EM REDE por GEORGE SIEMENS (28/09/08)Versão Preliminar da Tradução Colaborativa da Escola-de-Redes realizada porJaqueline de Camargo, Luiz de Campos Jr e Mariana Corrêa de Oliveira(20/01/10)As redes têm servido de base à aprendizagem humana bem antes daproliferação da tecnologia que se vê na sociedade atual. O desenvolvimento decompetências na caça, coleta e agricultura exigiam conhecimentos a seremcompartilhados com cada nova geração: na educação agrícola, por exemplo, ageração mais jovem foi construída sobre o trabalho das outras. Pequenosavanços em novas técnicas e ferramentas serviram para melhorarcontinuamente disciplinas como a agricultura, ferraria, soldadura e, maisrecentemente, a filosofia e as ciências.Hoje, a aprendizagem em rede é mais evidente porque notamos a suaexistência em estruturas explícitas de redes: telefonia móvel, internet, web. Éprovável que cada geração se defina como a guardiã de novos "insights" eavanços científicos, tendo em vista os enormes progressos obtidos pelas 1
  2. 2. gerações anteriores. Ao discutir aprendizagem em rede, nos encontramos nopequeno pico de uma grande montanha. As estruturas de rede, agoraproeminentes na tecnologia, eram anteriormente supridas por interaçõessociais, pergaminhos, manuscritos religiosos e estruturas de comunicação dosgenerais, reis e imperadores.A partir deste reconhecimento tênue sobre a natureza fundamental das redesde aprendizagem no desenvolvimento global da humanidade, segue umadiscussão mais elaborada sobre a evolução das redes de aprendizagem aolongo das últimas décadas.Desenvolvimentos recentes sobre aprendizagem em rede ocoreram nocontexto da teoria da aprendizagem social, e avançaram com a ajuda datecnologia. A literatura sobre aprendizagem e redes progrediu na últimadécada, como indicado por centros universitários, tais como o Helsinki’s Centrefor Research no Networked Learning and Knowledge Building (Universidade deHelsinki), projetos de pesquisa na Open University of the Netherlands (2006) eLancaster University (2004) e doutorados (de Laat, 2006), pesquisando aadequação das redes como um suporte estrutural para a educação. Noentanto, o termo “rede” tornou-se um pouco complicado, dificultando adiscussão sobre aprendizagem. Baumeister (2005) faz eco a esta realidade: Dentro de um ambiente universitário há muito a ser conectado em rede: por exemplo, dentro de um único curso, numa faculdade, dentro de um grupo de pesquisa e entre os acadêmicos, instituições ou empresas externas. Levando tudo isso em conta, torna-se evidente que o termo está carregado de significados e é por isso que seu uso raramente está livre de ambigüidades. (Networking in Practice, seção, ¶ 7)Esta preocupação é, em parte, conseqüência do uso amplo do termo por partede educadores/pesquisadores, sem delimitar os conceitos subjacentes ou osvários significados que o termo adquiriu na sua utilização para descreverinfraestrutura física, conexões sociais e teoria dos grafos em matemática.Enquanto as redes nestes domínios se utilizam das definições gerais de rede -como dois ou mais nós conectados -, a discussão das redes de aprendizagem épor vezes imprecisa, sem distinção entre o modo como o próprio termo tem sedesenvolvido ao longo das últimas décadas.Uma das primeiras referências sobre modelos de rede para a educação podeser encontrada na descrição de Illich (1970) sobre aprendizagem na web. Illichsugeriu teias de aprendizagem, assim "nós poderemos abastecer o aluno comnovos links para o mundo, ao invés de continuar a canalizar todos os 2
  3. 3. programas de ensino através do professor" (p. 73). A visão de Illichultrapassou a tecnologia em várias décadas. Mais recentemente, visões emrede sobre educação têm crescido em importância com o desenvolvimento dainternet.Em uma revisão da literatura, podem ser encontrados cinco estágiossignificativos na forma como as redes são vistas dentro do espaço educativo: (a) desenvolvimento de uma infra-estrutura; (b) absorção das áreas que já tenham uma base de investigação existente; (c) visões teóricas e transformadoras sobre aprendizagem, conhecimento e cognição; (d) praticabilidade e popularização dos serviços de rede social e (e) como um modelo para detalhamento do processo de ensino e aprendizagem.O desenvolvimento das diferentes fases da rede geralmente depende daformação das fases anteriores. Por exemplo, enquanto o desenvolvimento deinfraestrutura é necessário antes que outros elementos possam serconsiderados, a inclusão da pesquisa dos campos existentes - teóricos, práticose áreas de aprendizagem -, se desenvolve de forma interrelacionada.Fase Um: Desenvolvimento de Infraestrutura FísicaComo a internet vem adquirindo cada vez mais importância, os educadorescomeçaram a se concentrar em maneiras de incorporar o campo emergentenos contextos educativos. Para participar, as salas de aula precisavam estarfisicamente conectadas. Por exemplo, em 1986, foi criada a National ScienceFoundation Network, a fim de conectar pesquisadores e acadêmicos (Harasim,Hiltz, Teles & Turoff, 1995, p. 6). Enquanto redes de computadores foramusadas para ensinar e aprender já em 1960 (p. 7), seu uso amplo paraestudantes não foi possível até que os computadores fossem realmenteimportantes nas escolas (Hiltz, 2004, p. 27) e as escolas fossem fisicamenteconectadas à internet. Os investimentos significativos em computadores, redese tecnologia feitos por escolas, faculdades e universidades nos anos de 1980 a2000 representam a visão de redes baseada em infraestrutura física. Assim,este foi o foco das definições iniciais de redes de aprendizagem: "Redes deaprendizagem são compostas de hardware, software e linhas de 3
  4. 4. telecomunicações" (Harasim et al. Al., P. 16) e como "grupos de pessoas usamredes CMC [computer-mediated communication, ou comunicação mediada porcomputador], para aprender juntos em um tempo, lugar e ritmo que lhesconvêm e é apropriado para a tarefa "(p. 4).Fase Dois: Mesclando com Campos ExistentesConforme a estrutura física das redes se desenvolveu, conectando escolas,universidades e estudantes à internet e entre si, a consciência sobre redes deaprendizagem também foi ampliada. Educadores se voltaram para disciplinascomo a sociologia, que tinha uma base de pesquisa estabelecida em redes. Emum paper de 1997 sobre as redes de aprendizagem assíncronas, Hiltz, járeferido acima com relação ao desenvolvimento da infraestrutura, colaboroucom o sociólogo Wellman para explorar as implicações sociais da comunicaçãomediadas por computador. Estas redes conectando pessoas e computadores"tornaram-se redes sociais, ou os tijolos básicos de construção de sociedades1”(Hiltz & Wellman, 1997, p. 45). Com Turoff, Hiltz (1981) já havia construído apartir do trabalho de Wellman em sociologia, com a publicação, em 1978, daNetwork Nation [Nação Rede], que explorou o papel da comunicação mediadapor computador como um agente transformador na sociedade. Outrossociólogos, como Castells (1996) e Watts (2003) contribuíram para popularizaras visões de rede de interação, comunicação e organização social através dapublicação de textos que se tornaram populares: respectivamente, The Rise ofthe Network Society [O Crescimento da Sociedade em Rede] e Six Degrees[Seis Graus]. No campo da Física, Albert-László Barabási narra seu despertarpara o poder das redes em sua publicação de 2002, Linked. Barabási emitiu aseguinte declaração: "As redes estão em toda parte. Tudo que você precisa éde um olho para elas "(p. 7), indicando a crescente conscientização sobreredes como uma estrutura subjacente em muitas disciplinas.Chegando perto do final do século 212, a linguagem e os conceitos sobre redes,vindos de sociólogos, matemáticos e físicos tinham penetrado bastante a1[NT] A expressão em inglês é: “become social networks, or the basic building blocks ofsocieties”2[NT] A sentença original em ingles é: Toward the end of the 21st century, the languageand concepts of networks from sociologists, mathematics, and physics had penetratedmuch of society. Talvez haja erro de tipografia e o correto seja: Por volta do fim do século20, a linguagem (...) 4
  5. 5. sociedade. Conceitos de rede estiveram em uso comum para descrever osucesso surpreendente de um livro esquecido da Amazon: a propagação dedoenças sexuais através de redes, a disseminação da SARS [Severe AcuteRespiratory Sindrome – Síndrome Respiratória Aguda Grave] em 2003 e oapagão em 1996 nos Estados Unidos e partes do Canadá (Barabási, 2002 , p.119).Educadores começaram a adotar a terminologia de redes a partir de pesquisasnos campos da sociologia, matemática e física. Em particular, educadoresadotaram um foco relacional e baseado em comunidades na aplicação de redesde computadores (de Laat, 2006, p. 75). Hiltz e Wellman (1997), por exemplo,aplicaram princípios de comunidade como um meio de expressar o valor deredes mediadas ou habilitadas pela tecnologia.Fase Três: Visões Teóricas e Transformadoras sobre Aprendizagem,Cognição e ConhecimentoA terceira fase de desenvolvimento sobre visões de rede pode ser encontradano conceito de cognição e conhecimento distribuído através de redes depessoas, com ajuda da tecnologia. Salomon (1993) sugeriu que odesenvolvimento da cognição distribuída -- cognição que ocorre "em conjuntoou em parceria com outros" (p. xiii), é devido a três razões: (a) o crescimento de computadores como ferramentas para auxiliar na atividade intelectual, (b) o interesse crescente na teoria de Vygotsky sobre cognição como um produto de um determinado contexto ou ambiente social, e (c ) insatisfação com os limites da cognição quando vistos apenas como "na cabeça” 3(p. xiv).Cultura e conhecimento são distribuídos como um resultado de "interaçõesdiárias entre pessoas", resultando na "distribuição social da cognição" (Cole &Engeström, 1993, p. 15), mais uma vez reforçando a importância dasinterações sociais como um meio de aprendizagem. 3[NT] a expressão original em inglês é: (c) dissatisfaction of the limitations of cognition when viewed as solely “in-the-head” (p. xiv). 5
  6. 6. A tecnologia auxilia na distribuição de conhecimento à medida que nos permite"projetar-nos para fora digitalmente" (de Kerchove, 1997, p. 38), ou, de modomais claro, "para tratar a Web como a extensão dos conteúdos da mente deuma pessoa" (p. 79). A capacidade de formar redes com idéias e outraspessoas aumenta quando as pessoas se projetam para fora. Através daInternet, estas redes de projeção externa podem ser formadas em nível global.Wellman (2001) classificou a capacidade de formar redes com outras pessoasatravés da tecnologia como "individualismo em rede" (p. 5), onde as pessoasusam suas próprias redes "para obter informações, colaboração, serviços,apoio, sociabilidade, e um sentido de pertencimento" 4(p. 5). Araujo (1998), demodo similar, sugeriu que ambos, aprendizagem e conhecimento, residem em“redes heterogêneas de relacionamentos entre o mundo social e material" (p.317). Para que os indivíduos tenham acesso ao conhecimento de umadeterminada sociedade ou cultura, as ligações devem ser formadas através douso de artefatos de mediação, como a tecnologia, como preconizado pelateoria da atividade.Fase Quatro: Popularização das RedesGrande parte da pesquisa sobre redes, até agora, tem sido confinada aodiscurso entre os acadêmicos, como evidenciado pela longa história da teoriade redes na sociologia e matemática, geralmente com interesse públicolimitado. Até pouco tempo atrás, existia uma falta de consciência pública naforma como as redes funcionam e seu valor para os indivíduos e organizações.A popularização do software social elevou a importância das redes.Ainda que tecnologias em rede para socialização já estivessem em uso nosanos 60 (Scholz, 2007), sua adoção foi impedida até que diferentesferramentas de comunicação fossem trazidas em conjuntos integrados maisamigáveis, como o desenvolvimento do Six Degrees, em 1997 (Boyd & Ellison,2007). Entre 1997 e 2001, conforme narrado por Boyd e Ellison, muitasempresas lançaram novos recursos e serviços de redes sociais. As redessociais, no entanto, não se tornaram correntes até o lançamento do MySpaceem 2003, que liderou o fenômeno global (Boyd & Ellison) dos serviços de redessociais, incluindo o lançamento do Orkut, Bebo, Cyworld e Facebook. Asestatísticas variam sobre o nível de adoção de tais sites, mas algumassugerem mais de 80% de penetração (Salaway & Borreson Caruso, 2007, p.12) entre os estudantes em contextos acadêmicos. Um benefício potencialsecundário deve ser o desenvolvimento de habilidades de pensamento em rede4 [NT] A palavra “serviços” refere-se ao original em inglês “orders” 6
  7. 7. por parte dos aprendizes, uma vez que eles descobrem maneiras de encontrarinformações e pessoas, bem como resolver os problemas através daparticipação ativa em uma rede.A popularização das redes através dos serviços de redes sociais teve relaçãocom os diferentes estágios das visões sobre rede, considerados previamente.Por exemplo, a International Network for Social Network Analysis [RedeInternacional para a Análise de Redes Sociais] (INSNA, fundada por Wellmanem 1978) ampliou sua exploração de interações sociológicas para incluir asredes formadas através do Facebook, Orkut e outros sites de relacionamento(SOCNET, 2008). Connections [Conexões], o jornal da INSNA, publicoudiversos artigos sobre redes sociais virtuais (Petróczi, Nepusz, & Bazsó, 2007)e redes de blogs na América (Lin, Halavais, & Zhang, 2007), indicando aconsciência crescente das redes sociais online por pesquisadores da área dasociologia. Estas também têm provado ser valiosas para pesquisadores,particularmente sociólogos, no entendimento de seu processo de formação,fornecendo "ricas fontes de dados comportamentais realistas" (Boyd & Ellison,2007, Redes e Rede seção Estrutura, ¶ 1).Fase Cinco: Aprendizado Integrado, Conhecimento e Redes deEducaçãoPor volta de 2005, a definição de redes de aprendizagem (neste exemplo,assíncronas) defendida por especialistas refletiu uma maior ênfase naspessoas: "ALNs [asynchronous learning networks] [redes de aprendizagemassíncronas], são pessoas conectadas para aprendizagem a qualquer hora emqualquer lugar" (Hiltz & Goldman, 2005, p. 5 ). Veen e Vrakking (2006)também adotaram uma visão das redes como existentes em ambas asdimensões técnicas e humanas, com a tecnologia servindo a uma duplafunção: armazenar e conectar informações e possibilitar o desenvolvimento emanutenção de redes sociais (p. 42). As quatro fases discutidas anteriormenteformam a base para as redes que serão utilizadas para o ensino e aaprendizagem na quinta etapa. Agora, os educadores estão começando aexplorar a forma como modelos de rede podem ajudar não só a aprendizagemcolaborativa em ambientes on-line e combinados, mas em redes deaprendizado móvel e universal (pervasive móbile learning) (Rennie & Mason,2004, p. 109), determinação de estruturas de rede social a partir da análise defóruns de discussão (Gruzd & Haythornthwaite, 2008) e conversas decomunidades on-line (Haythornthwaite & Gruzd, 2007). Educadores queprocuram compreender como os alunos interagem uns com os outros por meiode fóruns on-line, e-mails ou redes de blogs, podem invocar os princípios de 7
  8. 8. análise de rede desenvolvidos por sociólogos. Da mesma forma, educadorespodem usar análise de dados ou ferramentas de visualização para avaliar aqualidade das interações dos aprendizes uns com os outros e com osconceitos-chave de um determinado curso.ConclusãoConceitos de redes (sumarizados na Tabela 1) estão mais proeminentes nasociedade devido à ascensão dos sites de relacionamento como o Facebook.Essa popularização, infelizmente, fez com que o termo rede adquirisse umgrau de imprecisão com múltiplos significados em potencial. Enquantoinicialmente associadas com a rede física das escolas ou a fiação das redesorganizacionais das universidades que trabalham conjuntamente, tais como oOhio Learning Network (2007), os debates recentes sobre redes se voltarampara o software social e redes de conhecimento e aprendizagem. Os múltiplossignificados potenciais do termo rede, expressos pelos cinco estágios dedesenvolvimento de redes, precisam ser reconhecidos e refletidos poreducadores para comunicar mais precisamente conceitos de conectividade eaprendizagem em rede.Conectividade, como uma teoria de aprendizagem, revela-se contra o pano defundo da infraestrutura de rede física para o desenvolvimento da teoria daaprendizagem social, concepções de cognição e de conhecimento distribuídos.Como apresentado na introdução, redes de aprendizagem têm sempreacompanhado o desenvolvimento do conhecimento humano. Mesmo quandonão explicitamente reconhecido, elas serviram como uma estrutura subjacenteao desenvolvimento de campos das ciências, literatura e tecnologia. Osavanços das últimas décadas tornaram explícitas as redes de aprendizagem.As redes são refletidas não só como tecnologias comunicacionais deinformação física, mas como o próprio meio pelo qual o conhecimento édistribuído para atender a desafios complexos. A conectividade reflete essesdesenvolvimentos, sugerindo a necessidade de trabalhar sobre novas visões deaprendizagem, mais reflexivas sobre a realidade cotidiana dos alunos.Tabela 1. Cinco Estágios de Desenvolvimento de Redes Estágio Contribuição Um: Infraestrutura Desenvolvimento de estrutura física e conexão das salas de aula à recursos para 8
  9. 9. conectá-las entre si e à Internet Dois: Fusão com campos Adoção de princípios de comunidade a existentes partir da sociologia e uso de elementos de rede a partir da matemática e física para descrever forma e estrutura de redes. Três: Mudando visões de Teorias de cognição situadas e cognição distribuídas com base nas teorias histórico-culturais de Vygotsky (1986), inadequações de teorias de cognição estabelecidas (as quais excluem o reconhecimento de artefatos e cognição de maneira distribuída) e crescente ênfase de redes de computadores. Quatro: Popularização Consciência crescente dos conceitos de redes por meio da publicação de livros populares5: Linked (Barabási, 2002), Six Degrees (Watts, 2003), Rise of Network Society (Castells, 1996), sites de redes sociais (SNS) e o desenvolvimento de habilidades individuais de rede por meio do uso de SNS. Cinco: Processos de Integração de domínios de um a quatro aprendizagem, conhecimento e na prática da educação, onde a educação aprendizagem e o conhecimento são distribuídos dentro do limite das redes, assistidos pelo uso de tecnologia, analisados com os princípios de estrutura de rede a partir de áreas afins, e dirigidos por meio do crescimento da consciência de rede e habilidades por parte dos aprendizes. Conectividade e aprendizagem em rede residem neste nível.5 [NT] a expressão em inglês é : mainstream books 9
  10. 10. Trabalhos CitadosAraujo, L. (1998). Knowing and learning as networking. Management Learning,29(3), 317–336.Barabási, A. L. (2002). Linked: The new science of networks. Cambridge, MA:Perseus Publishing.Baumeister, H-P. (2005). Networked learning in the knowledge economy: Asystemic challenge for universities. European Journal of Open, Distance and E-learning. Retrieved September 26, 2008, fromhttp://www.eurodl.org/materials/contrib/2005/Baumeister.htmBoyd, D., & Ellison, N. (2007). Social network sites: Definition, history, andscholarship. Journal of Computer-Mediated Communication, 13(1). RetrievedSeptember 26, 2008, fromhttp://jcmc.indiana.edu/vol13/issue1/boyd.ellison.htmlCastells, M. (1996). The rise of the network society. Malden, MA: Blackwell.Cole, M., & Engeström Y. (1993). A cultural-historical approach to distributedcognition. In G. Salomon (Ed.), Distributed cognitions: Psychological andeducational considerations (pp. 1–46). Cambridge, UK: Cambridge UniversityPress.de Kerchove, D. (1997). Connected intelligence: The arrival of the web society.Toronto, ON, Canada: Somerville House.de Laat, M. (2006). Networked learning. Retrieved September 26, 2008, fromhttp://www.e-learning.nl/files/dissertatie%20maarten.pdfGruzd, A., & Haythornthwaite, C. (2008). Automated discovery and analysis ofsocial networks from threaded discussions. Paper presented at theInternational Network of Social Network Analysis. St. Pete Beach, FL, USAHarasim, L., Hiltz, S. R., Teles, L., & Turoff, M. (1995). Learning networks: Afield guide to teaching and learning online. Cambridge, MA: MIT Press.Haythornthwaite, C., & Gruzd, A. (2007, June). A noun phrase analysis tool formining online community. Proceedings of the 3rd International Communitiesand Technologies Conference. 10
  11. 11. Hiltz, S. R. (2004). The virtual classroom: Learning without limits via computernetworks. Norwood: NJ: Ablex.Hiltz, S. R., & Goldman, R. (Eds.). (2005). Learning together: Research onasynchronous learning networks. Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.Hiltz, S. R., & Turoff, M. (1981). Network nation: Human communication viacomputer. Toronto, ON, Canada: Addison-Wesley.Hiltz, S. R., & Wellman, B. (1997). Asynchronous learning networks as a virtualclassroom. Communications of the ACM, 40(9), 44–49.Illich, I. (1970). Deschooling society. London: Marion Boyars.Lancaster University. (2004). The networked learning in higher educationproject is concluded. Retrieved September 26, 2008, from Department ofEducational Research Web site: http://csalt.lancs.ac.uk/jisc/index.htmLin, J., Halavais, A., & Zhang, B. (2007). The blog network in America: Blogsas indicators of relationships among US Cities. Connections, 27(2), 15–23.Ohio Learning Network. (2007). About OLN. Retrieved September 26, 2008,from http://www.oln.org/Open University of the Netherlands. (2006). Learning networks homepage.Retrieved September 26, 2008, from Research and Development Web site:http://www.learningnetworks.org/Petróczi, A., Nepusz, T., & Bazsó, F. (2007). Measuring tie-strength in virtualsocial networks. Connections, 27(2), 39–52.Rennie, F., & Mason, R. (2004). The connection: Learning for the connectedgeneration. Greenwich, CT: Information Age.Salaway, G., & Borreson Caruso, J. (with Nelson, M. R.). (2007). The ECARstudy of undergraduate students and information technology. RetrievedSeptember 26, 2008, from EDUCAUSE Center for Applied Research [ECAR]Web site: http://www.educause.edu/ir/library/pdf/ers0706/rs/ERS0706w.pdfSalomon, G. (Ed.). (1993). Distributed cognitions: Psychological andeducational considerations. Cambridge, UK: Cambridge University Press.Scholz, T. (2007). A history of the social web (draft). Retrieved September 26,2008, from http://www.collectivate.net/journalisms/2007/9/26/a-history-of-the-social-web.html 11
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