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Geração de valor real de negócios a partir3
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Geração de valor real de negócios a partir3

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  • O que é web 2.0 1 – Origem do termo 2 – Perspectiva técnica 3 – perspectiva social 4 – não reconhecimento 5 – Não há não há como demarcar precisamente as fronteiras da Web 2.0 . Trata-se de um núcleo ao redor do qual gravitam princípios e práticas que aproximam diversos sites que o seguem. Web como plataforma 1 – softwares funcionam pela Internet , não somente instalados no computador local, de forma que vários programas podem se integrar formando uma grande plataforma . 2 – confronto agora ocorre entre duas plataformas com modelos de negócios totalmente distintos. A Web 2.0 implementa “um sistema sem proprietário, reunido por um conjunto de protocolos, padrões abertos e acordos de cooperação”.
  • 1 – utilização dos efeitos de rede e da inteligência coletiva no desenvolvimento das aplicações ( e.g. wikis) 2 – Quanto mais a web é utilizada, mais o conteúdo é organizado e mais facilmente a demanda é suprida. 3 – Confiança radical.
  • 1 – origem do termo 2 – paradigma do controle das informações (descentralização) 3 – blogosfera > fator 2.0 e termometro da opião online 4 – RSS 5 – utilização nas empresas (relacionamento com os consumidores)
  • Web 2.0 e as empresas de hoje 1- salientar a importâcia da web 2.0 para as empresas Aspectos mercadológicos 1 – Em julho de 2009, mais de 1,5 bilhão de pessoas tinham acesso à internet no mundo e aproximadamente 1 bilhão desses usuários utilizavam a Web regularmente. 2 – No caso brasileiro, em julho de 2009, 64,8 milhões de internautas foram quantificados segundo o Ibope Nielsen Online. Um aumento de 2,5 milhões de pessoas se comparado ao mês precedente. O Brasil é o quinto país com o maior número de conexões à internet 3 – Segundo Carpanez (2009), 27,5 milhões acessam de suas residencias a internet regularmente. Se os acessos no trabalho forem considerados esse número sobe para 36,4 milhões 4 – Entrada da classe C
  • 1 – explicação do gráfico
  • 1 – Explicação da tabela
  • 1 – A internet passa a fazer parte da vida cotidiana das pessoas 2 – A publicação no brasil tornou-se o terceiro maior meio (atraz de tv e rádio) 3 – Pesquisa por produtos e serviços pela eb (87%) e consulta antes da compra (70%) 4 – Mais de 2 bi de aparelhos móveis no mundo, sendo que 28% acessam a web a partir desses aparelhos. 5 – Avanços tecnológicos tradicionais (militares) X Produção dos consumidores
  • 1 – explicação do gráfico
  • 1 – Consiste na criação de uma arquitetura de participação que utilize efeitos de rede para produzir um software que evolua a partir da sua utilização 2 – Os usuários são a base do conhecimento da Web 2..0. É preciso deixá-los usuários incluir seus próprios dados. 3 – Eles podem adicionar valor direta (criando conteúdo, fazendo uploads, compartilhando, recomendando, criando links) ou indiretamente (filtrando, buscando, agregando, interagindo) 4 – Somente uma pequena parte dos usuários adiciona valor diretaente para uma aplicação. Construir aplicações que permitam as pessoas a buscarem seus interesses próprios. 5 – produtos web 2.0 iiciam a vida minimizando barreiras de adoção e assegurando-se que os usuários atinjam seus objetivos de maneira eficiente e rápida 4 – Benefícios: maior confiança e lealdade do consumidor, melhora dosprodutos conforme a base de usuários; crescimento rápido em larga escala.
  • 1 – na web 2.0 é extremamente importante presar pelos dados. 2 – o conteúdo é mais importante que a ferramenta. A publicidade também segue essa tendência. As propagandas buscam entregar conteúdo relevante aos consumidores. 3 – deve-se buscar uma fonte única e difícil de recriar. Essa é uma boa forma de manter a vantagem competitiva. Pois o valor dos dados pode ser elevado conforme são utilizados pelos usuários. 4 – em conjunto com a primeira prática, deve-se aprimorar a base de dados continuamente.
  • 1 – é importante aplicar a inovação desde a mentagem de um website. 2 – A oferta de APIs é importante pois esses são parte fundamental de qualquer estratégia de software como plataforma, pois, muitas das transações são conduzidas por APIs externos. 3 – o conteúdo deve ser disponibisizado na menor unidade possível, pois quanto menor for a unidade, por mais meios ela pode ser utilizada e remixada com outras informações. A forma como os usuários interagem com o conteúdo remixando-o pode gerar um feedback valoroso. 4 - deve-se buscar uma situação de benefício para ambas as partes (tanto paltaformas quanto hospedeiros dos APIs). 5 – uma empresa pode ser cliente da pr´pria plataforma por meio da inserção de APIs na mesma. Essaprática pode aumentar a qualidade geral da plataforma e reduzer custos atravéz da reutilização. 6 – atravézda abertura e da transparência, a plataforma tmbém pode ser utilizada para construir a confiança do consumidor ciando valor para os usuários.
  • 1 – distinção de experiências online e ofline 2 - pode-se combinar o melhor das experiências online e ofline. Nos dias de hoje as aplicações tornaram-se masi leves 3 – do ingles usability, essa propriedade define a facilidade de uso, de interação e navegação de um aplicativo. Sertamente websites mais simples possuem usabilidade superior, mas perdem no design. 4 – as aplicações podem aprender com o comportamento dos usuários e tornen-se capazes de antecipar suas necessidades, lembrar preferências e se adaptarem apropriadamente a cada indivíduo.
  • 1 – o computador já não é mais o único meio de acesso à internet a computação está se tornando cada vez mais ubíqua(2 bi de aparelhos móveis nos quais 27% acessam a web) 2 – a tendência é que o design delas seja voltado desde o início para integrar dados e serviços atravéz de desktops, dispositivos móveis e servidores de internet. As aplicações que não seguem essa linha são menos valorosas e estão sujeitas a perder vantagem competitiva. 3 – A navegação ciente da localização permite que os dispositivos consigam localizar os usuários com intuito de oferecer serviços mais relevantes para economizar tempo de pesquisas 4 – 5 – A web 2.0 pode ser estendida para os dispositivos diversos buscando uma maior integralização. Deve-se otimizar prioritariamente a usabilidade
  • 1 – na era 2.0 as aplicações são enxergadas como serviços, e isso muda drasticamente a maneira como os softwares são liberados para os clientes. Sendo visto momo serviço, ele precisa ser constantemente aperfeiçoado e expandico como tal. 2 – os usários passam a ser intendidos como desenvolvedores 3 – os atributos devem ser liberados em bases regulares como sendo parte normal da experiência dos usuários.
  • 1 – a meta é lançar novas atualizações sempre que possível, para corrigir erros e melhorar a experie^ncia dos usuários. 2 – o feedback gerado pelos usuários fornece muitas informações valiosas na avalização de novos produtos. 3 – criação de um instrumento de apoio que de suporte para identificar como os consumidores estã utilizando os produtos. (deve ser baseado nos objetivos do negócio) 4 – os produtos não presisam ser lançados prontos para os consumidores, essa prática consiste em experimentar novas idéias enquanto o produto a está no mercado. Eles evoluem atravéz liberações rápidas, feedback e dados de instrumentação.
  • 1 – Consiste em gerar mais lucro vendendo volumes menores de produtos mais difíceis de encontrar. Transformar a cauda lnga em valor monetário, encorajando os anunciantes online de pequeno e médio porte é como a web 2.0 gera lucro 2 – captura de micro mercados, possibilidade de produtores de conteúdo alcançarem maior auduência oportunidade de aumenta as escolhas dos consumidores
  • 1 – incentivo do auto serviço permite alcançar toda a rede a custos viáveis. Consiste em proporcionar maior autonomia para os consumidores. 2 – trata´se da utilização de algorítomos para ajudar os consumidores a encontrar produtos similares que possam interessá-lo. (amazon) 3 – uma arquitetura de participação aberta complementa as técnicas de algoritimos. Notas e crítias submetidas pelos usuários.
  • 1 – escalabilidade diz respeio a criação de projetos de softwares que permitam o aumento diretamente proporcional da capacidade de processamento em relação à demanda. O esforço para atender uma demanda crescente deve ser o menor possível 2 - aterceirização ajuda na redução dos custos. Ela pode ocorrer desde a infraestrutura mais básica ( armazenamento de dados) ou em áreas mais importantes (desenvlvimento de softwares, testes) 3 – o fato dos softwares serem ofertados como serviços mudou drasticamente a precificação. O preço e a lucratividade são alinhados com as características da web 2.0. a lucratividade cresce conforme a escala. 4 – permite que as organizações construam todo ou parte dos seus modelos de negócio baseados em componentes de outras emresas. Redução de custos.
  • Transcript

    • 1. GERAÇÃO DE VALOR REAL DE NEGÓCIOS A PARTIR DE INICIATIVAS DE WEB 2.0 Augusto César Ferreira Lima
    • 2. Conteúdos abordados <ul><li>O que é Web 2.0 </li></ul><ul><li>Web 2.0 e as empresas de hoje </li></ul>
    • 3. O que é Web 2.0 <ul><li>Web como plataforma </li></ul>
    • 4. O que é Web 2.0 <ul><li>Redes sociais e usuários </li></ul><ul><li>As redes sociais são responsáveis pelo compartilhamento de idéias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados. </li></ul>
    • 5. O que é Web 2.0 <ul><li>Impacto dos blogs </li></ul>
    • 6. Web 2.0 e as empresas de hoje <ul><li>Aspectos mercadológicos </li></ul><ul><li>1,5 bilhão de pessoas com acesso à internet em 2009 </li></ul><ul><li>64,8 milhões de internautas brasileiros no ano de 2009 </li></ul><ul><li>27,5 milhões de pessoas acessam a Web regularmente de suas casas </li></ul>
    • 7. Web 2.0 e as empresas de hoje <ul><li>Aspectos mercadológicos </li></ul>
    • 8. Web 2.0 e as empresas de hoje <ul><li>Aspectos mercadológicos </li></ul>
    • 9. Web 2.0 e as empresas de hoje <ul><li>Aspectos mercadológicos </li></ul><ul><li>Internet começa a fazer parte do cotidiano das pessoas. </li></ul><ul><li>A publicação na Web tornou-se o terceiro veículo de maior alcance no brasil. </li></ul><ul><li>R$ 4,8 bilhões gastos em compras online no 1º semestre de 2009. </li></ul><ul><li>As barreiras de entrada para novos produtos estão ruindo. O retorno sobre o investimento é mais rápido e novas oportunidades são criadas a todo instante. </li></ul>
    • 10. Web 2.0 e as empresas de hoje <ul><li>Aspectos mercadológicos </li></ul>
    • 11. Web 2.0 e as empresas de hoje <ul><li>Práticas para criação de valor na Web 2.0 </li></ul><ul><li>Atração de inteligência coletiva; </li></ul><ul><li>Dados são o próximo “ Itel Inside ”; </li></ul><ul><li>Inovação na montagem; </li></ul><ul><li>Geração de experiencias ricas para os usuários; </li></ul><ul><li>Software acima do nível de um dispositivo único; </li></ul><ul><li>Beta perpétuo; </li></ul><ul><li>O cauda longa; </li></ul><ul><li>Modelos leves e escalabilidade a custos eficazes. </li></ul>
    • 12. Web 2.0 e as empresas de hoje <ul><li>Práticas para criação de valor na Web 2.0 </li></ul><ul><li>Atraindo a Inteligência coletiva </li></ul><ul><li>Confiança nos usuários </li></ul><ul><li>Implementação de efeitos de redes por necessidades </li></ul><ul><li>Pague o usuário primeiro. </li></ul>
    • 13. Web 2.0 e as empresas de hoje <ul><li>Práticas para criação de valor na Web 2.0 </li></ul><ul><li>Dados são o próximo “intel Inside” </li></ul><ul><li>Fonte de dados única e difícil de recriar </li></ul><ul><li>Aprimoração da base de dados </li></ul><ul><li>Possuir o formato, o namespace ou a index </li></ul>
    • 14. Web 2.0 e as empresas de hoje <ul><li>Práticas para criação de valor na Web 2.0 </li></ul><ul><li>Inovação na montagem </li></ul><ul><li>Design voltado para a remixabilidade </li></ul><ul><li>Construção de modelos de negócios dentro dos APIs </li></ul><ul><li>Implementar APIs na própria plataforma </li></ul><ul><li>Utilização da plataforma para construir a lealdade dos consumidores. </li></ul>
    • 15. Web 2.0 e as empresas de hoje <ul><li>Práticas para criação de valor na Web 2.0 </li></ul><ul><li>Geração de experiências ricas para os usuário </li></ul><ul><li>Combinação do melhor das experiências online e de desktop </li></ul><ul><li>Foco na usabilidade e na simplicidade </li></ul><ul><li>Personalização adaptativa </li></ul>
    • 16. Web 2.0 e as empresas de hoje <ul><li>Práticas para criação de valor na Web 2.0 </li></ul><ul><li>Software acima do nível de um dispositivo único </li></ul><ul><li>Navegação ciente da localização </li></ul><ul><li>Extenção da Web 2.0 para os dispositivos </li></ul>
    • 17. Web 2.0 e as empresas de hoje <ul><li>Práticas para criação de valor na Web 2.0 </li></ul><ul><li>Beta perpétuo </li></ul>
    • 18. Web 2.0 e as empresas de hoje <ul><li>Práticas para criação de valor na Web 2.0 </li></ul><ul><li>Beta perpétuo </li></ul><ul><li>Lançamento constante e precoce </li></ul><ul><li>Engajamento dos usuários para se tornarem co-desenvolvedores </li></ul><ul><li>Instrumentação do Produto </li></ul><ul><li>Criação crescente de produtos </li></ul>
    • 19. Web 2.0 e as empresas de hoje <ul><li>Práticas para criação de valor na Web 2.0 </li></ul><ul><li>O cauda longa </li></ul>
    • 20. Web 2.0 e as empresas de hoje <ul><li>Práticas para criação de valor na Web 2.0 </li></ul><ul><li>O cauda longa </li></ul><ul><li>Incentivo do auto serviço </li></ul><ul><li>Gerência de dados por algoritimos </li></ul><ul><li>Utilização de arquitetura de participação para combinar fornecimento e demanda </li></ul>
    • 21. Web 2.0 e as empresas de hoje <ul><li>Práticas para criação de valor na Web 2.0 </li></ul><ul><li>Modelos leves e escalabilidade a custos eficazes </li></ul><ul><li>Terceirização de funções não essenciais </li></ul><ul><li>Oferta da infraestrutura, função e conhecimeto para a terceirização. </li></ul><ul><li>Sindicalização dos modelos de negócios </li></ul>
    • 22. Conclusão <ul><li>Erros e acertos serão de suma importância na implementação do modelo de negócios, até chegarmos a uma “versão final”. </li></ul><ul><li>Devemos utilizar como “regra principal” o conteúdo e a experiência dos usuários que são os detentores do poder na era 2.0. </li></ul>

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