Relatório Especial China | Ativa Corretora
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×
 

Relatório Especial China | Ativa Corretora

on

  • 2,009 views

 

Statistics

Views

Total Views
2,009
Views on SlideShare
1,990
Embed Views
19

Actions

Likes
0
Downloads
15
Comments
0

2 Embeds 19

http://www.slideshare.net 17
http://webcache.googleusercontent.com 2

Accessibility

Upload Details

Uploaded via as Microsoft PowerPoint

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

Relatório Especial China | Ativa Corretora Relatório Especial China | Ativa Corretora Presentation Transcript

  • Relatório Especial Brasil x China: Efeitos da Lei dos Grandes Números AGOSTO 2009
    • Macroeconomia
      • Introdução
      • Idiossincrasias
      • Curto Prazo
      • Riscos – Curto Prazo
      • Médio Prazo
      • Riscos – Médio Prazo
      • Câmbio e Reservas
      • Conclusão
    • Setores
      • Petróleo
      • Papel e Celulose
      • Mineração
      • Alimentos
    Conteúdo
  • Introdução
    • Das mudanças do cenário macroeconômico brasileiro dos últimos anos, a do Balanço de Pagamentos foi sem dúvida a mais impressionante.
    • Grande parte da explicação está na China, que se tornou a principal parceira comercial do Brasil.
    • O comércio bilateral é composto basicamente por exportação de commodities e materiais básicos e importação de partes de eletrônicos e componentes para computadores.
    • Hoje a China representa 52% das exportações brasileiras de minério de ferro e 58% das exportações de soja e seus derivados.
    • Portanto, não há mais como entender a economia brasileira sem uma compreensão maior da economia chinesa.
    Introdução
  • Idiossincrasias
    • Existe uma série de idiossincrasias sobre a economia chinesa que precisam ser entendidas para que nossas percepções ocidentais não contaminem nossa imagem sobre esta economia.
    • Existe um equilíbrio, aparentemente frágil, entre o estado autoritário e uma economia pró-mercado.
      • No entanto, o crescimento econômico e a melhoria da qualidade de vida da população parecem reduzir essas tensões de forma expressiva.
    • O governo é incrivelmente focado em perpetuação
      • Limite de idade de 62 anos para se eleger e meritocracia própria.
      • Províncias relativamente autônomas com foco em crescimento.
      • Ciclo de gastos do governo oposto ao populista – com mais gastos no começo do governo.
    • A economia privada chinesa representa surpreendentes 60% do PIB, e é responsável por 80% da formação de empregos.
    • One Child Policy – A política de um filho por família tem conseqüências profundas sobre a sociedade chinesa.
      • Mudança do portfólio de poupança das famílias.
      • Concentração dos esforços familiares na educação do filho.
    • SOE´s – State Owned Enterprises – são os maiores grupos empresariais da china. Suas peculiaridades são: o não pagamento de dividendos e reinvestimento constante.
      • Por um lado, por não considerar os minoritários, esses grupos podem correr risco de serem não eficientes.
      • Por outro, a realocação de fatores é muito mais rápida.
      • Por enquanto, isso é sustentável.
    • Poupança – existe fatores culturais e estruturais que explicam o fenômeno. Nenhum deles parece que irá mudar no curto prazo.
      • 45% da população ainda está exposta a economia agrícola.
    Idiossincrasias
  • Curto Prazo
    • A recuperação da economia chinesa tem sido impressionante nos últimos 6 meses. Muitos atribuem isso ao pacote fiscal do governo. Porém, o grande impulso na economia veio da forte expansão monetária.
    • Esses empréstimos impulsionaram os setores:
      • Automobilístico
      • Construção residencial
      • Projetos de infra-estrutura
    Curto Prazo
    • O governo está pouco preocupado com os possíveis efeitos inflacionários (CPI), mas a possibilidade de inflação de ativos está na sua zona de preocupação.
      • Em 2007, ao reagir a uma inflação de ativos o governo exagerou. Caso o preço das casas suba rápido demais, este pode reagir de forma análoga e prejudicar a recuperação.
    Curto Prazo
    • O risco de alta capacidade ociosa parece ser menor do que os mais pessimistas imaginam. A estabilização da deflação indica que a ociosidade não é tão elevada assim.
    Curto Prazo
    • Os riscos para a recuperação são:
      • NPL´s – dado o ritmo de crescimento é esperado que este se eleve, a pergunta é de quanto será essa alta.
      • Super reação do governo a alta dos preços de ativos.
      • Inflação de alimentos, sendo externa ou doméstica, pode gerar desequilíbrios sociais.
    Riscos - Curto Prazo
  • Riscos - Curto Prazo
    • No médio prazo, uma série de fatores nos deixam otimistas com a China.
      • Também devemos mencionar que existe uma demanda reprimida imensa na China. Por exemplo, apenas 9,8% das famílias têm carros.
      • Quando comparamos com o caso brasileiro, que está longe de ser um país desenvolvido, temos uma discrepância de nível de renda enorme. Com isso, devemos esperar dois movimentos: um de criação de riqueza e outro de urbanização.
      • Além disso, a mudança dos hábitos deve mudar o mix alimentar para mais proteína animal.
    Médio Prazo
  • Médio Prazo
    • A reforma do setor de serviços é outro ponto potencialmente importante para a China.
      • Este setor é hoje o mais regulado da economia chinesa, e os potenciais de crescimento e de ganho de produtividade são imensos.
      • A população urbana demanda cada vez mais serviços de alta qualidade.
        • Educação, Saúde, Telefonia, Eletricidade .
      • Reformas no setor bancário também trariam grandes ganhos de eficiência nos próximos dois anos.
    Médio Prazo
    • O déficit de infra-estrutura nas áreas rurais da China ainda é enorme e isso deve gerar uma demanda por grandes projetos de infra- estrutura por algum tempo. Estes projetos (em si) geram empregos e mantém o fluxo de migração da população chinesa.
    • A alta taxa de reinvestimento das SOE´s é um outro motor, apesar de perigoso, para o crescimento. O governo chinês está estimulando fortemente a internacionalização de suas empresas. Com isso, é possível adquirir tecnologia e obter sinergias de forma mais global.
    Médio Prazo
    • Os riscos para o crescimento de médio prazo são não desprezíveis:
      • Caso a economia global não se recupere e uma nova rodada de estímulos fiscais seja necessária, a alta dos NPL´s pode ser insustentável e o passivo fiscal para o governo ameaçador. Sabemos que a dívida/PIB chinesa não é alta (aprox. 35%), mas, mesmo assim, 2 ou 3 anos de políticas desse tipo podem ser perigosas.
      • A não implementação de reformas para redirecionar mais a economia para o mercado doméstico, via melhoria dos serviços, pode ameaçar a manutenção do atual ritmo de crescimento.
      • O mercado imobiliário é um risco, principalmente dada a necessidade das famílias chinesas de achar veículos de investimentos. Há uma propensão a formação de bolhas que é inegável. Não devemos subestimar os efeitos que uma possível bolha pode ter sobre o sistema.
      • Finalmente, para o longo prazo, o frágil equilíbrio entre o sistema político e o sistema econômico é um tema que desafiará o governo nos próximos anos.
    Riscos - Médio Prazo
  • Riscos - Médio Prazo
    • Existem duas questões sobre o câmbio chinês que devem ser notadas:
      • O fluxo deve diminuir ao longo dos próximos anos, na medida em que houver a redução da poupança nacional, sendo que isso reduzirá a pressão por apreciação. Até lá, o governo fará as compras que julgar necessárias.
      • A gestão desses ativos, já está mudando. Os bancos chineses estão financiando direta e indiretamente países africanos e empresas estrangeiras, como forma de escoar esse excesso de poupança. No entanto, uma mudança dramática na gestão de reservas é muito pouco provável no curto prazo.
    Câmbio e Reservas
  • Conclusão
    • O conforto fiscal e o forte controle sobre os bancos possibilitaram à China fazer uma expansão monetária expressiva em pouco tempo, tornando sua recuperação mais rápida.
    • O crescimento para os próximos 12 meses está garantido em nível acima de 8%.
    • As perspectivas para médio longo prazo são promissoras.
    • No entanto, reformas devem ser feitas para manter a taxa de crescimento acima de 7%.
  • Petróleo – Emergentes fazem a diferença
    • Crise econômica poderá aprofundar diferença entre oferta e demanda de petróleo no futuro próximo
      • Investimentos de risco serão reduzidos nas grandes majors. AIE prevê necessidade de investimentos de US$60 bilhões/ano para atender demanda;
      • OPEP, em sua última reunião indica redução de demanda de 1,4 mm bpd na demanda mundial de petróleo, atingindo 84,2mm bpd (-1,6% YoY). Para a China a organização espera consumo estável em 2009;
      • AIE reviu (+) demanda mundial de petróleo para 83,94 mm bpd (190 mil bpd sobre a anterior), representando queda de 2,7% YoY, retornando para níveis de 2006. Para a China a expectativa é de +1,6% 09E e +2,0% (10E);
      • As reservas mundiais crescem 1,8%a.a. nos últimos 10 anos, o consumo de petróleo (sem BRIC´s) 0,8%, os BRIC´s 4,1%.a.a e China 6,5%.
    Fonte: ATIVA Research, BP e Bloomberg Fonte: ATIVA Research, BP e Bloomberg
  • Petróleo – Emergentes fazem a diferença Fonte: ATIVA Research, BP e Bloomberg
  • Petróleo – Emergentes fazem a diferença
    • China
      • Plano de ampliação da indústria de petróleo prevê crescimento de 5% na capacidade de refino em 2011 (refino e petroquímico), fechamento de unidades obsoletas, porém o impacto líquido é um crescimento real da capacidade de refino;
      • A produção de petróleo cresceu 1,5%a.a. nos últimos 3 anos, enquanto a demanda atingiu +4,6%, consequentemente as importações cresceram brutalmente;
      • Busca por garantia de fornecimento de commodities e potencial de mudança de consumo com o processo de urbanização, mostra que demanda continuará forte nos próximos anos.
    9,6% Fonte: ATIVA Research, BP e Bloomberg
  • Petróleo – Emergentes fazem a diferença
    • Perspectivas petróleo
      • Aumento da oferta ainda incerto (qual a capacidade ociosa da OPEP?);
      • Energia alternativa ainda com baixo impacto;
      • Questões geopolíticas sempre geram desconforto sobre oferta;
      • Commodity mais líquida no mercado financeiro, o que potencializa tendência;
      • Apesar da divergência quanto ao crescimento de demanda em 2009, especialistas prevêem retomada em 2010;
      • Tendência consolidada de crescimento da demanda no médio prazo.
    • Fatores de risco :
      • Preços atuais indicam forte recuperação de demanda no curto prazo;
      • Volatilidade cambial;
      • Estoques americanos atingiram níveis normalizados;
      • Recuperação lenta na demanda dos mercados desenvolvidos preocupa.
  • P&C – C melhor que P
    • Cenário global da celulose
      • China novamente desestrutura o cenário de celulose de mercado com um crescimento brutal das importações (+68% YoY). Até que ponto essa demanda é sustentável nestes esses níveis?
      • Fatores de recuperação no preço da celulose da China:
        • Non-wood fiber (muito poluente) substituído por fibra importada;
        • Estoques de produtores e consumidores normalizados;
        • Manutenção de elevados spreads entre fibra longa e curta;
        • Fechamento de capacidade e redução de produção retiram do mercado 2,65 mm de tons no 2T09.
    Fonte: ATIVA Research, Bloomberg e Utilpulp Fonte: ATIVA Research, PPPC e Aracruz
  • P&C – C melhor do que P Fonte: ATIVA Research e Bloomberg Fonte: ATIVA Research, VCP e Hawkins Wright Fonte: ATIVA Research e Bloomberg
  • P&C – C melhor que P
    • Fatores de risco:
      • Aumento no preço da celulose pode estimular a volta de parte da produção de celulose que foi desativada;
      • Volatilidade cambial;
      • Lenta recuperação da demanda por papel;
      • Recuperação lenta na demanda dos mercados desenvolvidos importante.
    • Perspectivas:
      • Fatores fundamentalistas indicam tendência de continuidade da alta no preço da celulose no mercado internacional, apesar das incertezas ainda presentes no CP;
      • Brasil reúne enorme competitividade (América do Sul será responsável por produzir 55% da demanda de celulose fibra curta em 2010). Atual próxima de 40%;
      • Europa, 2º maior mercado de destino das exportações brasileiras, começa a dar sinais de melhoria de demanda;
      • Forte potencial de crescimento da demanda chinesa (disponibilidade de crédito para a indústria de P&C, baixa probabilidade de formação de estoque especulativo – risco existe, continuidade de estímulo a fechamento de capacidade, aumento do consumo per capita de papel com potenciais projetos ligados a educação, embalagens e etc).
  • P&C – C melhor que P
    • Suzano P&C com maior exposição ao mercado chinês.
      • Aracruz (44% vs. 23%) e VCP (26% vs 25%) aumentaram fluxo de exportação para China. O grupo prevê que novos grandes projetos serão avaliados no futuro, estrutura de alavancagem atual prejudica estratégia de crescimento;
      • Suzano (52% vs. 25%) está dando continuidade aos projetos de investimentos, que serão confirmados ou não ainda em 2009.
    • Brasil bem preparado para atender ao crescimento de demanda mundial.
    Fonte: ATIVA Research e Bracelpa Fonte: ATIVA Research e Bracelpa
    • Demanda crescente por commodities metálicas
    Mineração - O apetite do dragão chinês Fonte: INSG, ATIVA Research Fonte: ICGS, ATIVA Research Processo de urbanização O consumo de bens duráveis deve ser a segunda onda de consumo de metais Fonte: ANFAVEA, ATIVA Research Fonte: IISI, ATIVA Research Pop.Rural Pop.Urbana
    • O consumo de metais na China tem crescido a uma velocidade muito maior que a média global, aumentando a participação relativa da China da demanda mundial
    • A produção de aço chinesa já responde por 50% da produção mundial. Nos últimos 15 anos, o CAGR da produção chinesa de aço é de 12,4%, comparado com 2,8% dos mundo “ ex-China ”
    • Produção direcionada para a demanda doméstica. China é importadora líquida de aço hoje.
    • A demanda de aço da China é baseada em construção (50%), incentivada pelo processo de urbanização do país
    • Urbanização incipiente (BR 85%, EUA 81%, Rússia 73%)
    • Até 2025, serão mais de 220 cidades >+1 mm hab.
    • Processo necessário para garantir o crescimento econômico
    • Baixo consumo per capita de bens duráveis
    • Aumento da renda facilitará acesso da população a esses bens
    • A demanda por minério de ferro importado (principalmente da Vale, BHP e Rio Tinto) tem acompanhado a produção de aço chinesa, visto que a expansão da capacidade de produção local é limitada.
    A China prioriza minério de ferro importado
    • O mercado transoceânico de minério de ferro é dominado por poucos players
    • Vale, Rio Tinto e BHP respondem por 70% do mercado
    • A China consome mais de 50% do minério comercializado nesse mercado.
    Os preços de benchmark estão mais competitivos que o spot atualmente. Fonte: DMP, ATIVA Research A participação relativa do minério de ferro importado frente ao consumo total tem aumentado nos últimos trimestres, principalmente devido a preços mais competitivos (depois do reajuste do benchmark 2009), qualidade superior e maior confiabilidade Fonte: Rio Tinto, ATIVA Research Fonte: Bloomberg, Vale, ATIVA Research Fonte: Bloomberg, Empresas, ATIVA Research Preços de Minério de Ferro
    • A Vale tem conseguido apropriar-se de parte do crescimento da demanda chinesa e tem batido recordes de embarques para esse país.
    A China - a “válvula de escape”
    • Mesmo com o retorno do consumo de clientes tradicionais da Vale, como Europa e Brasil, a China aumentará definitivamente sua importância para a Vale.
    • Assumindo que a Vale consiga manter as vendas do 2T09 para a China nos próximos trimestres, para se recuperar os patamares de vendas totais do 2T08 basta que os demais clientes da mineradora recuperem apenas 65% da demanda perdida durante a crise.
    • Caso as vendas para a China não recuem, estas terão uma participação de 40% nos volumes de vendas da Vale, ainda que Europa, Américas e demais clientes asiáticos recuperem suas demandas do 2T08.
    • Como forma de participar mais ativamente do crescimento da demanda chinesa, a Vale tem implementado algumas ações, dentre as quais:
    • Aumento da base de clientes chineses, investindo no relacionamento com siderúrgicas de médio porte
    • Construção de centros de distribuição na Ásia e Oriente Médio, para agilizar o atendimento dos clientes
    • Adoção de políticas de preço mais flexíveis, permitindo que o cliente escolha qual o sistema de preços que queira adotar, benchmark ou spot
    • Desenvolvimento de frota própria, através da aquisição de navios usados e VLOCs
    • Minimização da exposição aos preços de fretes do mercado à vista, que apresentam muita volatilidade, através da assinatura de acordos de fretes de longo prazo
    Fonte: Vale, ATIVA Research Maiores vendas para a China e a queda brusca de embarques para os demais destinos tradicionais da Vale mudaram o mix de clientes da empresa Fonte: Vale, ATIVA Research
  • Alimentos – Uma China menos frugal Fonte: USDA, ATIVA Research,
    • Os drivers :
    • crescimento acelerado da economia chinesa/ contínuo processo de migração da população rural para áreas urbanas
    • limitação de recursos naturais para a ampliação da produção de carnes, como água e terra disponível para agricultura
    • expansão da demanda chinesa por proteína animal como conseqüência da melhoria de mix da alimentação da população, com o processo de urbanização e enriquecimento
    • reabertura comercial do mercado chinês para as exportações brasileiras de frango, bem como a inevitável retomada no mercado de suínos no futuro
    Fonte: USDA, ATIVA Research,
  • Alimentos – Uma China menos frugal Fonte: Perdigão/ FAO
    • O papel do Brasil:
    • Em 10 anos, o Brasil saiu de uma participação de 10% das exportações mundiais de carnes para a liderança mundial, com 28% projetado para 2009
    • Forte crescimento de 17%a.a. das exportações de aves, de 14%a.a. em bovinos e de 19% em suínos, desde 1999
    • o Brasil se destaca também como o 2º maior exportador de soja, respondendo por 37% do trading global (32% vai para a China)
    • Vantagens comparativas do Brasil na produção de alimentos:
      • 1 - Grande potencial de aumento de produtividade e da expansão de área cultivada
      • 2 - Elevado potencial hídrico - 12% do total das reservas hídricas disponíveis no mundo encontram-se no Brasil
    Fonte: USDA, ATIVA Research
  • Alimentos – Uma China menos frugal
    • Perspectivas:
    • crescente necessidade de importação de grãos, como matérias-primas de produção de carnes
    • a China passará a ser mais dependente de importações de carne no médio prazo, ampliando o consumo de processados e industrializados
    • o Brasil, como maior exportador de soja e de carnes do mundo, e com expressivo potencial de crescimento de produção, deverá ser amplamente beneficiado da maior demanda chinesa
    • o comportamento de preços dos insumos para produção de carnes, destacadamente soja e milho manterão trajetória ascendente no médio/longo prazo
    Conclusões: 1- As empresas voltadas para o ME deverão ser beneficiadas pelo aumento da demanda mundial no médio/longo prazo. 2- A recente abertura do mercado para importação de frango do Brasil, traz maior potencial de crescimento no curto/médio prazo para o segmento 3- A competitividade das empresas brasileiras e sua relevância no trading global de carnes as torna players naturais para fornecer para a China.
  • Nossos escritórios BRASÍLIA SHS 06 , Conj. A, Brasil 21, Bloco C loja 16 (térreo) Brasília DF CEP: 70322-915 Tel.: (55 61) 2108-0000 FAX: (55 61) 2108-0000 FORTALEZA Av. Santos Dumont 2.626 Sala 1312 Aldeota – Fortaleza CE CEP: 60150-161 Tel.: (55 85) 3923-2250 FAX: (55 85) 3923-2251 VITÓRIA Avenida Nossa  Senhora dos Navegantes, 675 Salas 116 / 117 Vitória ES CEP: 29050-912 Tel.: (55 27) 3204-4550 FAX: (55 27) 3204-4556 BELO HORIZONTE Rua Felipe dos Santos, 901 - 7º andar - Lourdes Belo Horizonte MG CEP: 30180-160 Tel.: (55 31) 3025-0601 Fax: (55 31) 3025-0606 RIO DE JANEIRO Av. das Américas, 3500 3º andar Barra - Rio de Janeiro RJ CEP: 22640-102 Tel.: (55 21) 3515-0200 FAX: (55 21) 3515-0297 CURITIBA Al. Dr. Carlos de Carvalho, 417 30ª andar Centro – Curitiba PR CEP: 80410-180 Tel.: (55 41) 3075-7400 FAX: (55 41) 3075-74060 SÃO PAULO Rua Iguatemi, 192 15º andar Itaim Bibi - São Paulo SP CEP: 01451-010 Tel.: (55 11) 3168-5088 FAX: (55 11) 3168-4001