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  1. 1. A Selva — Jornal da Escola Básica e Secundária Ferreira de Castro III Milénio | Nº 12 Abril 2011 Perspectivas para a nossa escola À conversa com a Directora Com a nossa escola em grandes mudanças, a equipa redactorial d’ “A Selva” entrevistou a Directora, professora Ilda Ferreira, com o intuito de recolher as suas opiniões sobre a vida escolar no presente e no futuro…. (Pág. 3) 20 de Maio - 14 horas Aluno da E. B. S. F. Castro ganha Ministra da Educação Diploma internacional de Língua Francesavisita a Escola Básica e Secundária Ferreira de Castro No passado dia 9 de Dezembro de 2010, na Escola Secundária Dr. Manuel Laranjeira em Espinho, Christophe da Silva, aluno da Escola Básica e Secundária Ferreira de Castro, recebeu na presença dos represen- 24 de Maio tantes do Ministério da Educação Francês, da Alliance Française do Porto Dia da Escola e da Direcção Regional de Educação do Norte, o Diploma Elementar em Língua Francesa, nível B2 (DELF B2). (Pág. 2) Workshops, mob dancing show, desporto, música e muito mais... (Pág. 21) Alunas da E. B. S. F. Castro apuradas para a prova de corta-mato...Nesta edição: A Isa e a Diana, alunas doNotícias 2 9º e do 11º Anos da nossaGrande entrevista 3-5 escola, foram apuradasLeituras 5-6 para o CampeonatoAmbiente 7 Nacional de Corta - Mato. (Pág. 31)Novas oportunidades 8-9 Comemoramos o 37ºVisitas de estudo 10-13 Aniversário da RevoluçãoIniciativas / Projectos 14-22 de Abril. Como funciona o processo de certificaçãoPoesia 22-23Teatro 24 No próximo número do de competências dos adultos (RVCC)Opinião /Reflexão 25-27 jornal “A Selva” serão Entrevista com a professora Paula CatelaLínguas 28-30 publicados trabalhos Dar a conhecer as várias oportunidades que existem na nossaPassatempos 30 alusivos a esta data tão escola para que os adultos possam certificar as suas competências,Desporto escolar 31 importante para Portugal é o objectivo da entrevista realizada pelo jornal “A Selva” à coor- denadora do CNO – CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES,A nova Escola 32 professora Paula Catela. (Pág. 9)
  2. 2. Notícias III Milénio | Nº 12 | Abril 2011 Editorial Diploma de Língua internacional de Língua Francesa para aluno da Escola Básica e Secundária Ferreira de Castro Cá estamos a procurar cumprir a promessa de uma nova era para o nosso jornal, marcada pela responsabilidade que nos foi atribuída de língua francesa, no âmbito do Quadro editarmos o jornal da Escola. Europeu Comum de Referência para as Durante o 2º período lectivo lançámos uma Línguas (QECR). À luz deste documen- campanha no sentido da alteração do logótipo do to, os exames, iguais para todos os paí- jornal e de fomentar a N o passado dia 9 de Dezembro de 2010, na Escola Secundária Dr. Manuel Laranjeira em Espinho, 1 ses europeus, dividem-se por quatro níveis de competência linguística (A1, A2, B1, B2) e são promovidos, no nosso participação de aluno da Escola Básica e Secundária país, pelo Serviço Educativo da Embai- toda a Ferreira de Castro recebeu, na presen- xada Francesa em Portugal e pela comunidade ça dos representantes do Ministério da Alliance Française, em articulação com educativa na Educação Francês, da Alliance Fran- as Direcções Regionais de Educação e a elaboração do çaise do Porto e da Direcção Regional Associação de Professores de Francês jornal. de Educação do Norte, o Diploma (APPF). Relativamente Elementar em Língua Francesa, nível Este tipo de diploma poderá facilitar, ao logótipo, não B2 (DELF B2). O aluno agora distin- futuramente, a entrada numa universida- guido chama-se Christophe da Silva. de francesa e trazer vantagens no acesso obtivemos Em Maio de 2010, este aluno realizou, ao mercado de trabalho. propostas, por isso mantém-se o actual. Mas com excelentes resultados, o exame A este aluno, desejamos as maiores quanto à colaboração de alunos e professores, oral e escrito que, agora, lhe conferiu felicidades para o seu futuro académico, isso sim, foi uma aposta bem ganha, pois, como esta certificação. profissional e pessoal e esperamos que este número do jornal revela, foram muitas e Estas provas, realizadas em contexto outros alunos, agora no 9º ano, sigam o variadas as notícias que nos fizeram chegar. escolar, desde há três anos, são da exemplo do seu colega e se inscrevam O próximo número ainda vai ser melhor! responsabilidade do Ministério da para a realização dos exames DELF que Educação Francês e regem-se pelos terá lugar na Escola Secundária Dr. A turma do 12º E critérios europeus de certificação do Manuel Laranjeira, nos dias 12 e 13 de nível de proficiência linguística em Maio de 2011.Propriedade:Escola Básica e Secundária Ferreira de Escritor e jornalista Vítor Hugo na Feira do LivroCastro - Rua Dr. Silva Lima da Escola3720-298 Oliveira de AzeméisTel. 256 666 070 | Fax. 256 681 314 N o dia 28 de Março, a Biblioteca recebeu o jornalista e escritor Vítor Hugo Carmo que “abriu” a Feira doDirectora: Ilda Ferreira Livro que ali decorreu. O escritor falou com alunos do ensino http://www.esfcastro.net secundário acerca dos seus projectos jornalaselva@gmail.com (como a conclusão de um romance e uma incursão no cinema), das suas actividades profissionais e da forma como consegue Responsabilidade pela edição, conciliar o trabalho diário com a escrita. redacção e composição Respondeu também às várias questões apresentadas por um conjunto de alunosAlunos: Cátia Fonte, Lorina Gaspar, bastante atento e interessado!Mónica Pereira, Sílvia Choupeiro, Vítor Hugo Carmo já publicou o livro de Encontro do escritor e jornalista Vítor Hugo com alu-Vanessa Lima (edição); Diana Con- contos “O mel e o fel” e o livro de poesia nos da Ferreira de Castroceição, Diogo Silva, Miguel Teixeira, “A outra página em branco”. Em prepara-Rosa Silva (redacção); Ana Carvalho, ção está um romance… ficaremos à espera que ele chegue à nossa BECRE!Sara Agostinho, Tânia Paiva, Yhony Até lá, se tiverem curiosidade, procurem na net o programa “Fa-las curtas”, da RTP2, eAlves (composição). encontrarão uma curta-metragem de Vítor Hugo Carmo.Professores: Artur Ramísio (Área de Dia do PIProjecto) e Maria João Moreira(Português).Impressão: Escola Básica e Secundá- 3 ,141592653589793… Este é apenas o início de um número muito especial com uma infinidade de casa deci- mais: o número π – a razão entre o perímetro de um círculo e o seu diâmetro.ria Ferreira de Castro No dia 14 de Março comemorou-se na Escola B. Secundária Ferreira de Castro este dia, comTiragem da versão impressa: 200 ex. o objectivo de promover junto dos alunos o gosto pela matemática, aproveitando o interesse que o π tem suscitado ao longo dos tempos em todas as culturas. Página 2
  3. 3. III Milénio | Nº 12 | Abril 2011 Grande entrevistaPerspectivas para a nossa escola À conversa com a Directora As obras de remodelação da Escola Básica e Secundária Ferreira de Castro aproximam-se do fim e, a par disso, há também notícias relacionadas com a reorganização das escolas e dos currículos. Com a intenção de saber de que modo estas alterações se poderãoreflectir na vida escolar, no presente e nofuturo, a equipa redactorial d’ “A Selva” entrevistou a Directora da escola, professora Ilda Ferreira. Que balanço é que faz deste ano lectivo? Faço um balanço francamente positivo, até porque comecei há pouco torno do nosso patrono: construímos um Projecto Educativo, apro-tempo. É o segundo ano do meu mandato e penso que estou a conseguir vado no ano anterior, um novo Regulamento Interno e uma novalevar avante aquilo a que me propus em termos do Projecto de Inter- imagem da escola, um novo logótipo, tudo numa tentativa de criar evenção na escola. Como sabem, há dois anos realizou-se um processo reforçar a identidade da nossa escola. O nosso Projecto Educativode candidatura para o Director da escola, existiu mais do que uma can- foi considerado, pela Agência Nacional de Qualificações, um dosdidatura, sendo o projecto apresentado por mim aquele que mereceu o seis mais interessantes e consistentes, num universo de sessentaacolhimento da maioria dos membros do Conselho Geral. Por isso, irei escolas.cumprir aquilo a que me propus. Como é que vai ser dirigido, isto é: haverá novas funções? Em relação ao ano passado, o número de alunos tem aumentado Para o quinto ano? Sim, será nomeado um coordenador que iráou diminuído? acompanhar este novo ciclo. Este, como já mencionei, será o nosso Sensivelmente o mesmo. No ano passado tínhamos 1094 e este ano próximo desafio.1050. O que temos é mais turmas: para além do ensino regular, este anotemos mais 2 Cursos de Educação e Formação (CEF), tipo 6; relativa- Estão anunciadas alterações aos currículos como, por exem-mente aos cursos profissionais, temos mais uma turma do primeiro ano plo, vão deixar de existir as aulas de Área de Projecto. Que maisde Animação Sociocultural e menos uma turma, do Curso Técnico de alterações poderão vir a existir?Gestão; continuamos a ter dois cursos de Educação e Formação, tipo 2, O que já está na lei para funcionar, a partir de Setembro, no próxi-o de Empregado Comercial e o de Padaria e Pastelaria. O nosso objecti- mo ano lectivo, é o término da Área de Projecto e do Estudo Acom-vo é aumentar a oferta formativa, não só no ensino profissional, como panhado, no 3.º ciclo. Otambém aumentar o número de turmas no ensino regular/normal. No Estudo acompanhado vaipróximo ano lectivo vamos ter um grande desafio: o segundo ciclo funcionar apenas como “Nestes últimos anos tentamosnesta escola, com turmas do quinto ano, que vamos acolher pela pri- apoio educativo. Em relação ao ensino secun- reforçar a identidade da escola,meira vez, a partir de Setembro. O desafio do ano em curso foi, defacto, conviver pacificamente com as obras; no próximo será o novo dário, ainda não foi nada em torno do nosso patrono:ciclo do ensino básico! publicado, embora exista construímos um Projecto uma proposta que se Com as novas instalações, a escola irá fazer parte de algum agru- encontra em discussão Educativo, aprovado no anopamento? pública. anterior, um novo Regulamento Com a construção do Centro Escolar, que está previsto para os terre- Interno e uma nova imagem danos contíguos à Escola, já cumprimos o estipulado na lei, pois passa- Sabe se existem casosmos a constituir um Agrupamento Vertical, com alunos desde o pré- de violência aqui na escola, um novo logótipo, tudoescolar até ao décimo segundo ano. A decisão ainda não está tomada. A escola? numa tentativa de criar e reforçarDREN irá decidir depois de ouvir a Escola e o Município. No entanto, Esse foi um desafioLegenda que descreve a ima- a identidade da nossa escola.”estou com a esperança de que, tornando-se um Agrupamento Vertical, inicial, primeiro, nogem ou gráfico.a escola se vai tornar muito grande e difícil de gerir. Mais complicado projecto de Intervençãoseria gerir um agrupamento com mais do que um núcleo escolar. do Director e depois no Nestes últimos anos tentamos reforçar a identidade da escola, em Projecto Educativo. (Cont. p. 4) Página 3
  4. 4. Grande entrevista III Milénio | Nº 12 | Abril 2011 Entrevista com a Directora Perspectivas para a nossa escola Professora Ilda Ferreira (Cont. da p. 3) Nestes documentos, um dos objecti- guração. Vamos apontar para Abril... vos era melhorar as relações inter- pessoais entre os pares da escola, E vem alguém especial? “O nosso Projecto reduzindo os casos de indisciplina e Também não sabemos. Sabem que isso é tudo organizado pela Educativo foi considerado, violência. A escola tem uma equi- empresa e a gestão é feita por ela. pela Agência Nacional de pa, designada Equipa de Qualidade, que faz a avaliação contínua da Mas não queria que viesse aqui alguém como o Presidente da Qualificações, um dos seis escola e, portanto, também dos Câmara, por exemplo? mais interessantes e casos de violência. Apercebemo- Sim, faço muita questão que venham pessoas tais como o Presi- consistentes, num universo nos do elevado número de casos de dente da Câmara, o Vereador da Educação. Seria importante a pre- de sessenta escolas.” indisciplina e da existência de mui- sença de um membro do governo, pois daria um maior significado tos procedimentos disciplinares. ao acto. Neste sentido, foram elaborados inquéritos aos alunos sobre a vio- Que perspectivas tem para o futuro em relação à escola? lência. Os alunos pronunciaram-se Espero cumprir aquilo a que me propus e levar as coisas comsobre aquilo que sentiam na escola. Fizemos uma análise e pedimos calma, até porque sou uma pessoa calma e gosto de ouvir toda asugestões aos alunos sobre formas de minorar este fenómeno e surgi- Comunidade Escolar. Adopto umaram várias ideias. liderança “com as pessoas” e não Foi, neste contexto, que nasceu o Projecto da Diversão Solidária, “sobre as pessoas”. É essencialmentecoordenado pela professora Yaneth Moreira. Um dos objectivos deste nisso que eu aposto e também na “Espero cumprirprojecto é a criação e reforço de laços de solidariedade, entre alunos, criação de uma rede de lideranças. aquilo a que me propusdando-lhes maiores responsabilidades. Outra forma de reduzir a violên- Penso que caminhamos exactamente e levar as coisas comcia foi o movimento associativo dos para isso. calma, até porque soualunos. Incentivámos o ressurgimento da uma pessoa calma eAssociação de Estudantes. Acho muito O espaço escolar aumentou. gosto de ouvir toda aimportante este tipo de iniciativas por- “Incentivamos o Acha que há um número suficiente Comunidade Escolar.que, ao mesmo tempo, os alunos criam ressurgimento da de funcionários? Adopto uma liderançahábitos de cidadania responsável através Associação de Olhem, não há! Nós temos menosda participação nos órgãos próprios, e Estudantes. Acho muito 10 funcionários do que os necessá- «com as pessoas» e nãotambém dão voz aos estudantes. importante este tipo de rios. Temos feito sentir isso à tutela. «sobre as pessoas» . Ainda em relação à violência, criámos iniciativas porque, ao Os pais têm ajudado no que toca ao Gabinete de Apoio ao Aluno no senti- mesmo tempo, os esse assunto porque também é impor-do de evitarmos situações de violência. tante a sua colaboração.Os alunos com problemas comportamen- alunos criam hábitos de Como sabem, a escola triplicou otais são sinalizados e é efectuado um cidadania responsável seu espaço e são necessários muitosplano de acompanhamento. A prevenção através da participação mais funcionários. No entanto, como é sabido, o orçamento de esta-deste fenómeno evitará situações extre- nos órgãos próprios, e do não permite mais contratos. Foi sugerida pela DREN a contratua-mas de procedimentos disciplinares. também dão voz aos lização externa dos serviços de limpeza, o que já nos ajudava, seReduzimos substancialmente os proces- estudantes.” fosse concretizada. Isto porquê? Se os nossos funcionários cumpris-sos disciplinares. O trabalho de preven- sem o horário só para estarem em determinados sectores e se a lim-ção é mais importante do que o de puni- peza fosse feita pela empresa teríamos horários diferentes, porque osção. funcionários poderiam entrar mais tarde e cumprir o seu horário só nos sectores. Não teriam que fazer a limpeza. Existe uma participação activa dos A vinda de uma empresa de serviços de limpeza teria ainda outraspais (Encarregados de Educação) na vida escolar? vantagens. Por exemplo, os vidros do exterior do 1.º andar, têm de Os elementos da Direcção da Associação de Pais são pessoas activas, ser limpos por uma empresa que tenha determinados equipamentosque gostam de colaborar e têm participado em vários projectos da esco- específicos.la, nomeadamente no Projecto da Diversão Solidária, ofereceram as É impensável as nossas funcionárias andarem de esfregona, por sesetas electrónicas e outros equipamentos. É importante o envolvimento tratar de espaços enormes. Assim, pedimos já, no projecto de orça-dos pais nos projectos escolares. A associação reúne-se mensalmente e mento para este ano civil, um valor para a contratualização de umeu participo nas reuniões, ouço o que têm a dizer e presto esclarecimen- serviço de limpezas externo.tos em relação àquilo que questionam. É importante a sua participação.Temos pais muito atentos. E com o aumento do espaço escolar, teremos também novos professores, correcto? Em relação às obras, nós sabemos que estão a terminar. Quando Não sei. Porque sabem que o fim das Áreas Curriculares (Área deserá o dia certo paraa ima- a inauguração? Projecto e Estudo Acompanhado) irá libertar professores. Mas,Legenda que descreve Não sabemos. O prazo inicialmente apontado para a conclusão é 14 como vamos ter mais um ciclo, o 5.º ano, vamos necessitar de pro-gem ou gráfico.de Março de 2011, mas dificilmente será nesse dia. Como sabem, quem fessores de outras Áreas Disciplinares, portanto, aí poderá haverestá a conduzir as obras não é a escola mas sim a empresa Parque Esco- alguma mudança, mas não será um grande aumento de professores.lar, que faz a sua gestão e que terá a decisão final sobre a data da inau- (Cont. p. 5) Página 4
  5. 5. III Milénio | Nº 12 | Abril 2011 Grande entrevista Entrevista com a Directora Perspectivas para a nossa escola Professora Ilda Ferreira (Cont. da p. 4) Porque alteraram os horários neste ano lectivo? ciada a confecção na cozinha da escola se poderiam dar outras Por razões pedagógicas, ou seja, tentar concentrar os alunos de forma garantias de melhoria. Relativamente à quantidade servida e varie-a que eles, saindo mais cedo, consigam mais tempo para organizarem o dade das ementas fomos informados de que estão a ser respeitadasseu estudo em casa: ter apoios, ter música, entre outras actividades, normas indicadas superiormente. Disponibilizaram-se, também, paraconcentrando durante a manhã os tempos lectivos, para que de tarde aceitar a presença de Pais/Encarregados de Educação que quisessempossam desenvolver outro tipo de actividades. almoçar na cantina da escola e “testar” a comida servida. Tudo indica que, após o período de interrupção do Carnaval, as Soubemos da existência de várias queixas em relação à comida refeições possam ser confeccionadas na escola.servida na Cantina da escola. Que comentário faz sobre este pro- Que mensagem gostaria de deixar à comunidade escolar?blema? Irá existir solução? A nossa escola está prestes a inaugurar Por motivo de obras na escola, durante o ano de 2009-2010, o serviço instalações totalmente renovadas ede refeições passou a ser feito na modalidade de catering. Ao longo melhores.desse ano esta escola denunciou aos responsáveis quer da Direcção A Direcção espera e deseja que as “É preciso (…)Regional de Educação do Norte, quer da novas instalações contribuam para o zelar pelaempresa adjudicatária - Eurest, várias defi- bem-estar e sucesso de todos. Cabe a conservação eciências no serviço de refeições. Menciona- cada um de nós tirar o melhor partido limpeza dos novosram-se, essencialmente, questões relaciona- “...ficaram das condições oferecidas em benefício espaços edas com a pouca quantidade e falta de quali- decididas algumas do estudo, do ensino-aprendizagem edade de alguns pratos confeccionados. Estas medidas (…) equipamentos.” também do convívio. É preciso, porqueixas, apoiadas em inquéritos preenchidos relacionadas com o exemplo, zelar pela conservação e lim- “Contamos (…)pelos alunos, reclamações de Encarregados cumprimento de peza dos novos espaços e equipamentos. com a Associação dede Educação, levaram à substituição do local horários, melhoria Só com a colaboração de todos neste Estudantes paraonde se confeccionavam os alimentos. do serviço de aspecto será possível termos, realmente, colocar em prática No início deste ano lectivo, repetiram-se refeições, uma escola melhor. este apelo.”alguns problemas e acrescentaram-se outros, Contamos, ainda, com a Associação quantidade ecomo o cumprimento dos horários no início de Estudantes para colocar em práticado serviço, que foram imediatamente repor- qualidade da este apelo.tados à empresa. Foi solicitada uma reunião comida.”com os responsáveis da empresa que ocorreu Nota da Redacção: a entrevista foi realizada em 18 de Fevereirono dia 27 de Janeiro e nela ficaram decididasalgumas medidas, nomeadamente relaciona- de 2011 e, entretanto, algumas das situações relatadas sofreramdas com o cumprimento de horários, melho- alterações, nomeadamente as questões relacionadas com Estudoria do serviço de refeições, quantidade e qualidade da comida. Acompanhado e Área de Projecto do Ensino Básico. No entanto, nessa reunião, foi também referido que só depois de ini- O que andamos a ler Apreciação crítica do conto “Tanta Gente Mariana” A o ler este conto de Maria Judite de Car- valho fiquei absorvida pela ela diz (escreve). O conto con- tém um grande centro de refle- xão e quando acabamos de o ler savam na morte; ambos intera- gem com poucas pessoas e passam muito tempo no quarto forma como ela escreve! a nossa vida muda, porque ela sozinhos. Enfim, ambos não A história em si não me faz-nos pensar tanto que não têm convivência social, falam encantou muito, mas a conseguimos ficar indiferentes. da angústia existencial e do forma como ela escreve é, O mesmo acontece quando isolamento. na minha opinião, espeta- leio Fernando Pessoa. Ele faz- Na minha opinião, estes dois cular. Gostei imenso! me refletir! escritores têm uma forma de Ela tem frases que se des- Fernando Pessoa também fala transformar as mais simples tacam pela sua profundida- (escreve) muito sobre o porquê palavras em frases cativantes, de de sentimentos e pelo de existirmos… de grande reflexão e de pura realismo. Por detrás delas Ambos os autores tentam simplicidade. existe também, por vezes, compreender as pessoas, alguma ironia. E isso agra- “pessoas estranhas” para eles; Adriana Santos da-me! ambos se sentem sós; ambos Para além disto, é pratica- tentam encontrar uma solução mente impossível não para as suas vidas, mas acabam ficarmos a pensar no que por não fazer nada; ambos pen- Página 5
  6. 6. Leituras III Milénio | Nº 12 | Abril 2011 O que andamos a ler… Maria Judite de Carvalho M aria Judite de Carvalho nasceu em Lisboa a 18 de Setembro de 1921. Autora de inúmeros contos e crónicas, a com uma escrita fluida e cujo universo fic- cional revela personagens de perturbante atualidade. Inebriadas pela complexa perso- sua obra encontra-se afastada dos compên- nalidade de Fernando Pessoa, as alunas do 3º dios escolares, permanecendo desconheci- ASC foram convidadas a entrar neste univer- da para a maioria do público escolar, ape- so e o balanço foi muito positivo. sar de ter sido galardoada com inúmeros prémios literários. Trata-se de uma autora Maria Judite de CarvalhoResumo do Conto Paisagem sem Barcos J oana é anos e é pro- de 38 uma rapariga no colégio a falar com a Diretora, liga-lhe Mário Sena, um ex- seu relacionamento. Depois de Joana ter acabado fessora de Físico- namorado. Mário ligou a Joana com Artur, recebe uma chama- Química num colégio. para se poderem encontrar, pas- da de Mário a informar que vai Uma rapariga calma, sados vinte anos, depois de ele voltar para o Brasil, pois tem descontraída, bonita, ter ido para o Brasil. Mário tinha uns papéis muito importantes muito preocupada com vindo passar uns tempos a Portu- para tratar antes de se casar as opiniões dos outros. gal, antes de se casar, ele iria com a rapariga de 18 anos. Tem uma amiga cha- casar-se com uma rapariga de 18 Chegam ainda a combinar mada Paula (apesar de anos, e queria revê-la. talvez um dia irem os três Joana não a considerar Artur é um homem, que traba- passar uns dias ao campo. propriamente uma lha num banco, com o qual Joana Nessa mesma noite, Joana amiga íntima), que é pensa vir casar, mas existe um falou com Paula, mas sentia-se casada com Francisco. problema: ele só admite casar-se como se sentia no princípio, Elas telefonam uma à depois de a sua filha de 17 anos sozinha, abandonada, sem outra diariamente para se casar, ou seja, daí a muito ninguém. Joana chega a dizer contarem os pormeno- tempo. Joana não concordava, “Sou uma ilha.”. Pois é uma res mais interessantes mas como gostava dele, tinha de ilha perdida no oceano desco- de cada dia. É uma aceitar. Na vida de Artur, Joana nhecido com um nevoeiro espécie de desabafo, estava sempre em segundo lugar. denso que não deixa ver os pois Joana está longe Ele nunca lhe prestava muita barcos. Joana volta à sua rotina de casa, longe de tudo atenção, gostava que fosse tudo à anterior, dar aulas, dar explica- e como só tem Paula sua maneira. Certo dia, Joana ções e pouco mais. conta-lhe as coisas, os seus toma a decisão de acabar com medos, os seus acontecimentos. Artur, pois andava bastante can- Andreia Silva Certo dia, quando Joana estava sada, exausta com o impasse do Apreciação crítica do conto “Palavras Poupadas” E u confesso que inicial- mente a minha vontade de ler este conto era inexistente curiosa para saber mesmo o que realmente Leda tinha a dizer a Graça. Fiquei revoltada porque rem sentido. A afinidade entre Graça e Fernando Pessoa é que ambos e, quando finalmente arranjava nunca vou saber, mas definiti- nunca estão realmente felizes coragem para ler, o livro torna- vamente considero que a ideia e satisfeitos (“à espera do va-se confuso e complicado e do final do conto ser igual ao amor, à espera de que o pai eu desistia. Portanto, li o início começo é engraçada e até dá compreendesse, à espera de umas cinco vezes. No entanto, um toque pessoal agradável. que Clotilde falasse, à espera no momento em que percebi Gostei muito da história em do perdão que nunca havia de que a autora regressa ao passa- si: a infância de Graça é clara- chegar, à espera, inconscien- do conjugando o presente mente marcante e toca qualquer temente à espera da liberdade, simultaneamente, achei interes- pessoa. Achei curioso o facto à espera de regressar onde já sante e emocionante a história. de a autora também ter utiliza- nada a esperava, à espera de Apesar de ter gostado do final, do a estratégia de dizer umas Leda… De que mais?”) e não só por estar a acabar de coisas e só, praticamente, no ler (estou a brincar), fiquei final nós as entendermos e faze- Joana Carvalho Página 6
  7. 7. III Milénio | Nº 12 | Abril 2011 AmbienteLimpeza da Minhoteira voluntários para este evento. de erradicação de lixeiras, cum- Pelas 8:30 da manhã já se prindo o compromisso assumi- e n c o n t r a v a m do com a autarquia de Oliveira na Minhoteira vários voluntá- de Azeméis, «Este foi o primei- rios de todas as idades ro passo e a partir daqui vamos (crianças, jovens e adultos) com procurar eliminar todos os boa disposição para ajudar na focos poluidores», concretizou recolha. A câmara cedeu os F. Pinho. tractores e a GNR e os Bombei- No fim, como forma de con- ros Voluntários de Oliveira de vívio, os voluntários desloca- Azeméis estiveram no terreno ram-se para a junta de freguesia prontos para ajudar a erradicar do Pinheiro da Bemposta, esta mega-lixeira. Para uma onde foi oferecido um almoço maior higiene e segurança pela câmara municipal. foram distribuídas luvas e t- Também é de notar que no shirts. dia 20 de Março foi realizada Já no final da manhã, pelas 12 uma caminha pela serra da horas, dava-se por concluída a Freita, que estava inserida nas limpeza desta lixeira, tendo comemorações do primeiro P ara comemorar o primei- sido retiradas cerca de 100 aniversário do Limpar Portugal, ro aniversário do toneladas de lixo. que contou com a participação “Limpar Portugal”, no dia 19 de Este evento contou com a de alguns voluntários. Março de 2011, foi limpa a presença do Sr. Presidente da Comentário de Fernando lixeira da Minhoteira. câmara de Oliveira de Azeméis, Nogueira, de 40 anos: Esta lixeira, considerada “o Sr. Hermínio Loureiro, que “Havia de haver mais eventos ponto negro” de todas as lixei- declarou esta lixeira como “um como este. Como iniciativa é de ras deste concelho, contava problema muito grave do ponto com uma existência de 30 anos de vista ambi ental” e e era uma das mais problemáti- como «falta de educação das “era muito bom que cas porque, além da quantidade, pessoas e de respeito pelo meio ambiente». Apelou também a houvesse muito mais havia grande variedade de lixo lá presente: desde pneus, latões, que “quem presencie a prática iniciativas como esta, ferro velho, colchões, a lixo desses crimes os denun- porque é bom para o doméstico (fraldas, garrafas, cie». Este evento contou ainda com a presença do Vereador ambiente e para a sacos de erva,…). Antes do dia 19, foram feitas Isidro Figueiredo e com um comunidade” algumas reuniões de preparação enviado da RTP1 que relatou o para este evento em Carregosa acontecimento. e Oliveira de Azeméis. Nestas Segundo Fernando Pinho, reuniões foram discutidas todas coordenador do núcleo de Oli- louvar, principalmente porque as normas de segurança, os veira de Azeméis, «a questão não envolve instituições, apenas meios que iriam ser disponibili- essencial a retirar depois deste o esforço de cada um e, tal zados para este dia… para que trabalho é que se crie uma como já disse, era muito bom no dia estivesse tudo organiza- onda de sensibilização ambien- que houvesse muito mais inicia- do. tal, em particular junto das tivas como esta, porque é bom No dia 19, as condições cli- crianças e jovens». O movi- para o ambiente e para a comu- matéricas eram muito boas e mento irá continuar a dar nidade. Um bem-haja!” isso favoreceu a vinda de vários sequência ao plano municipal Miguel Teixeira, 12ºEExposição de trabalhos de Físico - Química naBiblioteca da Escola O s alunos do 8º Ano, que ainda recentemente realizaram uma visita de estudo ao Jardim Botânico e ao Museu da Ciência, em Coimbra, têm desenvolvido trabalhos com grandequalidade na disciplina de Físico-Química, os quais têm sido, por isso mesmo, expostos naBiblioteca da nossa escola. O olho humano e periscópios pelos 0itavos anos Tema: Luz de Físico-Química Página 7
  8. 8. Novas Oportunidades III Milénio | Nº 12 | Abril 2011CNO - Certificações do mês de Março O Centro Novas Oportu- nidades Ferreira deCastro, no passado mês de Mar-ço, dinamizou algumas sessõesde júri que primaram pela origi-nalidade e demonstração práticade competências. No dia 16 de Março, a adultaNazaré Santos, certificada como nível B3, fez uma pequenademonstração ao júri, presididopelo Avaliador Externo Dr.Nuno Cardoso, de como se fazum arranjo floral. bros do júri puderam adquirir novos conhecimentos. Ainda no dia 25, o CNO rea- lizou uma sessão de júri nas instalações da “Moldit”, empre- sa de moldes, situada em Ul/ Loureiro, onde foram certifica- dos 10 colaboradores desta empresa. No dia 25 de Março, foram a A sessão na Molditjúri dois Bombeiros Profissio-nais dos Bombeiros de Fajões, consistiu numa visitaCarlos Teixeira e Hugo Soares,que foram certificados com o guiada pela mesma,nível B3. onde cada candidato A apresentação a Júri foi feitaem conjunto e incidiu sobre o evidenciou as suasSuporte Básico de Vida Adulto,passos a dar, modos de actua- competências no seução, etc. Foi uma sessão muito posto de trabalho.útil uma vez que todos os mem- CNO da Ferreira de Castro participa em formação internacional A profissional Alexandra Leal participou na semana de 21 a 25 de Fevereiro numa formação que decorreu em Gent, na Bélgica. A Formação incidiu sobre a temática da educação de adultos, nomeadamente na motivação dos mesmos para o investimento no aumento das suas qualificações e nas diversas estratégias passíveis de utilizar. A profissional partilhou as temáticas abordadas na formação com a restante equipa, nomeadamente as profissionais, técnica de diagnóstico e coordenadora do CNO. Página 8
  9. 9. III Milénio | Nº 12 | Abril 2011 Novas OportunidadesComo funciona o processo de certificação de competências dos adultos (RVCC)Entrevista com a professora Paula CatelaDar a conhecer as oportunidades de formação disponíveis nanossa escola e o modo como funciona o processo decertificação de competências dos adultos (RVCC), é o objectivoda presente entrevista realizada pela equipa de redacção dojornal “A Selva” à coordenadora do CENTRO NOVASOPORTUNIDADES (CNO), professora Paula Maria SimõesCatela. O que quer dizer RVCC? a ter muitas inscrições. É um processo de reconheci- 6 – Há quanto tempo está à começam aqui na escola e com-mento, validação, certificação de frente deste projecto? formadores de TIC e de Mate- pletam todo o seu percurso aquicompetências, que os adultos Desde Setembro de 2009. mática para a Vida. Com esses na escola, mas também desenvol-adquiriram ao longo da vida. formadores alternados, o for- vemos itinerâncias, isto é, deslo- Qual o propósito desta escola mando vai desenvolvendo as camo-nos a juntas de freguesia, Quais são os objectivos deste ter sido escolhida para alber- suas competências de acordo empresas e desenvolvemos o pro-projecto? gar esta iniciativa? com a sua história de vida. No cesso nesses locais. Portanto, Reconhecer a história vivida Eu penso que a escola aderiu final, quando os formadores dentro da escola ou fora dela.dos adultos, as competências que porque se apercebeu que havia, acharem que eles têm as compe-eles adquiriram ao longo da vida de facto, adultos que, ao longo da tências necessárias, são propos- Que tipo de formações são tos para ir a uma sessão de júri,a nível pessoal, profissional e a sua história de vida, têm muitas essas?nível de instituições comunitá- competências quer a nível profis- isto no nível básico. No nível A formação é geralmente orga-rias em que estejam inseridos. sional, quer a nível comunitário e secundário a sequência é a mes- nizada da seguinte forma: primei- não havia uma resposta em ter- ma, mas os formadores são ro temos uma Técnica, que é a Estes objectivos estão a ser mos de ensino curricular para diferentes, o nível é mais exi- Dra. Liliana que, quando tem umcumpridos? essas pessoas. Então, o centro gente e prolonga-se em termos número de inscrições suficientes, Sim estão. Nos primeiros anos abriu no sentido de reconhecer a de tempo. No nível secundário faz em grupo uma sessão de escla-houve muita adesão uma vez que essas pessoas as competências existem só três áreas: CLC- recimento acerca das ofertas for-as pessoas vinham de livre von- que de facto elas adquiriram ao Cultura Língua e Comunicação, mativas que os adultos têm ao seutade e havia um maior grau de longo da vida e acharam que STC – Sociedade, Tecnologia e dispor para completarem o ciclocompetências; no entanto, com o eram úteis. Foi nessa perspectiva Ciências, CP – Cidadania e de estudos. Depois, a partir daí, atempo, como eram subsidiadas que aderiram a esta iniciativa. Profissionalidade. No final o doutora faz sessões diagnósticaspelos centros de emprego, viram processo é o mesmo: os forma- individuais para ver qual o perfil-se obrigadas a frequentar o O que motiva as pessoas a dores vão avaliar se têm compe- do adulto e qual o processo que seCentro para aumentar a sua esco- ingressar neste projecto? tência para irem a júri. adequa melhor ao mesmo - se serálaridade. Os objectivos ficaram Por um lado a motivação é o processo de RVCC ou não, poisum pouco comprometidos por- verem, de certa forma, reconheci- Os formadores são professo- poderá ser necessário um processoque os formandos não trabalham das as suas competências e de res da escola? mais formativo como os cursos dede forma tão eficaz, já que não alguma forma terem a equivalên- A maior parte sim. educação e formação de adultossão tão bons como eram no pri- cia a estudos que não completa- que são os EFA‟s. Após essasmeiro „boom‟. O número de ram noutra fase da sua vida. Qual a variação entre as sessões e depois de esclarecido ocertificações ao longo do ano idades dos formandos? percurso ao adulto pela técnicacomeçou a baixar; se eles não As pessoas que frequentam o É muito variada, vai desde os diagnóstica, o encaminhamentotiverem as competências neces- RVCC prosseguem os estudos? dezoito até cerca dos setenta do adulto passa para os profissio-sárias são encaminhados para Já temos vários casos em que anos. nais de RVCC, que são pessoasoutro tipo de formação para de facto continuaram com os normalmente licenciadas na áreaterminarem o curso. estudos, alguns para licenciaturas da Psicologia ou das Ciências No final da entrevista a no Ensino Superior, outros para Sociais, entre outras, que vão Há quanto tempo está em cursos de educação tecnológica, acompanhar os adultos e explicar professora Paula Catela fezfuncionamento? os CET‟s, que são cursos de em que consiste o processo que ainda a seguinte proposta: Desde de Setembro de 2006, especialização tecnológica e vai iniciar. A partir de certa altura,aqui na escola. temos vários casos que estão no e depois de várias sessões com os “se conhecerem alguém que Ensino Superior nesses cursos de adultos, entram os formadores de ainda não tenha o nono ano ou Tem muita adesão? educação tecnológica. áreas específicas de acordo com o Nos primeiros anos mais, só currículo. o décimo segundo, aconselhemque neste momento o número de As formações são feitas den- Se for um currículo básico têm os mesmos a viremalunos que nos procuram são, de tro ou fora da escola? de entrar formadores de LC -certa forma, obrigados. Mas sim, Nós temos situações de forma- Línguas e Comunicação - e de CE experimentar o RVCC”neste momento estamos de novo ção dentro da escola, grupos que - Cidadania e Empregabilidade - e Página 9
  10. 10. Visitas de estudo III Milénio | Nº 12 | Abril 2011Viagem de estudo a Mafra E ra uma vez 121 adoles- centes e 8 adultos. Erauma vez 3 autocarros. Era uma nho que falta… Mas o que é bom acaba depressa: bastou uma pequena solicitados. Depois… Bem, depois foi lanchar, passear e regressar devez o relógio a bater as escassas paragem para que todos acor- autocarro em grande festa ehoras da madrugada. Era uma dassem e entrassem em amena animação. O corpo estava can-vez uma viagem até Mafra. cavaqueira. sado, o dia seguinte ia ser duro 6 horas da manhã e já alguns Fim da paragem. Aqui vamos (desculpem, mas não era possí-alunos estão à porta da escola. nós rumo a Mafra. Chegámos a vel adiar o teste…), mas aindaO percurso é longo, mas certa- horas, tratámos dos bilhetes e havia muita garganta paramente vai ser muito agradável, assistimos à peça que a grande aguentar a viagem até OAZ.pois estão reunidas as vontades maioria dos espectadores muito 20 horas 52 minutos: a chega-necessárias para assistir à repre- apreciou. Depois do almoço – da a horas depois de uma via-sentação d‟O Memorial do entre o parque do Palácio e os gem sem percalços. Só faltaConvento, de José Saramago, e restaurantes ou tasquinhas da “entregar os meninos” e des-para visitar o Palácio que Sua zona – chegou a hora da visita. cansar não sem antes perguntar:Majestade, el-rei D. João V Parabéns aos guias que soube- Valeu a pena?mandou construir com o ouro ram cativar os estudantes com MJdo Brasil e o suor do povo. algumas curiosidades bem Que silêncio! Pudera, vão “picantes” e responder pronta-todos a dormir aquele bocadi- mente aos esclarecimentosAlunos do 8º Ano visitam Coimbra J á vemdesta escola partici- alunos sendo hábito osparem em actividades extracur-riculares que lhes permitemaprofundar os conhecimentosque adquirem nas aulas e enri-quecer os laços que unem alu-nos e professores. Neste anolectivo, os oitavos anos realiza-ram, no passado dia 21 deJaneiro de 2011, uma visita deestudo a Coimbra. Nela conhe-cerem o Museu da Ciência (noâmbito de Físico-Química), a Biblioteca JoaninaBiblioteca Joanina (no âmbitode História) e o Jardim Botâni-co (no âmbito de CiênciasNaturais). A adesão foi extraor-dinária, tendo faltado apenasuma aluna por se encontrardoente. Os alunos manifestaram-se bastante satisfeitos com avisita de estudo. Seguem-sealgumas fotografias da visita deestudo. Yaneth Moreira Jardim Botânico Museu da CiênciaAlunos das turmas TG3 e 12º C visitam 9ª Mostra da Universidade do Porto N uma actividade integrada no Plano Anual de Actividades, os alunos das turmas TG3 e 12ºC, acompanhados por professores da nossa escola,efectivaram, recentemente, uma Visita de Estudo à9ª Mostra da Universidade do Porto. Página 10
  11. 11. III Milénio | Nº 12 | Abril 2011 Visitas de EstudoAs Drogas Sociais - formandos do curso EFA visitam Visionarium N o passado dia 26 de Fevereiro de 2011, os formandos do curso EFA – “quase” cientistas pois tiveram a oportunidade única de testar o efeito das Drogas Sociais preciosa colaboração da moni- tora do Visionarium. Esta visita é a prova viva de Nível Secundário – da Escola (cafeína, nicotina e o álcool) no que nunca é tarde para aprender Básica e Secundária de Ferreira ritmo cardíaco das misteriosas e descobrir o mundo que nos de Castro, realizaram uma visi- Dáfnias. Estas experiências não rodeia, quer através da ciência ta de estudo ao Visionarium em poderiam deixar de ficar regis- quer através das novas tecnolo- Santa Maria da Feira. tadas e, para isso, nada melhor gias. No laboratório do Visiona- do que aprender a criar um Formandos do curso EFA no Visiona- rium os formandos sentiram-se blogue, tarefa facilitada com a rium, em S. Maria da FeiraAlunos do curso de Panificação e Pastelaria de visita a Bruxelas O s alunos da turma do curso de Pani- ficação e Pastela- ria, da Escola Básica e Secun- dária Ferreira de Castro, realiza- ram entre os dias 28 e 30 de Mar- ço, uma Visita de Estudo à cidade de Bruxelas - Bélgica. Tiveram oportunidade de visitar o Parla- mento Europeu e, assim, compreender melhor o so chocolate. Houve ainda tempo para visitar a parte funcionamento da União Euro- histórica e turística da cidade: a Grand Place, o peia. Um dos pontos altos da Manneken Pis, as “Chocolateries” e o famoso Ato- visita foi a participação num mium. Uma viagem inesquecível para muitos destes worshop de chocolate, ou não alunos. fosse a Bélgica o país do delicio-Alunos do CEF - Empregado Comercialvisitam hipermercado 8ª Avenida N o passado dia 24 de Fevereiro de 2011, os alunos do Curso CEF – Empregado Comercial – da Escola Básica e Secundária de Ferreirade Castro, realizaram uma visita de estudo ao Hipermercado Continente eao Centro Comercial 8ª Avenida - S. João da Madeira. Os alunos tive-ram oportunidade de visitar os armazéns do Hipermercado com uma expli-cação especializada acerca dos procedimentos de gestão e controlo destocks, disposição, localização, ” ilhas” de produtos no espaço comercial eserviços pós-venda. Identificaram e caracterizaram ainda, os diferentesestabelecimentos comerciais e a sua localização no centro comercial. É longo o caminho por meio de teorias, mas breve e eficaz por meio deexemplos.“A sabedoria do mestre, não deverá estar somente em cumprirmetas e leccionar conteúdos, mas acima de tudo, desocultar as inúmeras competências que existem em cada jovem” Séneca Página 11
  12. 12. Visitas de estudo III Milénio | Nº 12 | Abril 2011Visita a Mafra dos alunos do 3º ano do Ensino Profissional N o passado dia 11 de Março, as quatro turmas do 3º ano do Ensino Profissional deslocaram-se a Mafra para mais uma visita de estudo dinamizada pela disciplina de Português. A visita estava relacionada com um dos conteú- “Achei a visita muito enriquecedora! dos programáticos a abordar no módulo 12 dos Já tinha estado antes no Convento de cursos profissionais: Textos Narrativos e Descri- tivos - Memorial do Convento, de José Sarama- Mafra, mas nunca tinha sido tão go (obra de leitura integral) pelo que a visualiza- esclarecida como fui desta vez” ção da representação da peça, Memorial do Ana Monteiro Convento e a visita temática ao Palácio Nacional de Mafra eram de grande importância para incentivar e facilitar a leitura e compreensão “Na parte da manhã, visitámos o desta obra e as expectativas de professores e convento, acompanhadas pela guia alunos eram elevadas. Ana Rita Pinto, uma guia De facto, esta visita não só permitiu aos alu- extremamente simpática que explicava nos visitar o espaço onde se desenrola a ação tudo muito bem. principal da obra, como também lhes deu a pos- Adorei conhecer o convento, aprendi sibilidade de contatar diretamente com aspetos da época, locais reais onde viveram algumas das muito com a nossa guia, consegui personagens históricas referidas em Memorial tirar bastantes apontamentos, ao do Convento. longo da visita, na qual obtive um De salientar igualmente a importância da visi- conhecimento mais abrangente sobre ta temática que foi orientada por um guia que forneceu aos alunos informações importantíssi- a obra.” mas acerca da intriga da obra, acerca da sua Andreia Oliveira dimensão crítica, acer- “Estou convicta que esta visita de ca de aspe- tos simbóli- estudo nos enriqueceu bastante não só cos ligadas porque a nossa guia explicava ao espaço e bastante bem as coisas, fazendo-nos às persona- uma boa contextualização histórica gens, para além de apesar de falar rápido, mas também outros ele- porque estávamos no local dos mentos rele- acontecimentos.” vantes para Catarina Santos “penetrar” no universo ficcional sugerido na obra. “No convento, à tarde, fomos ver a A visualização da representação da peça, que peça de teatro sobre o Memorial do constitui uma adaptação do texto integral, con- Convento e tenho a dizer que gostei tribuiu certamente para que os discentes perce- muito, o elenco era muito bom e estes bessem a parte ficcionada da obra, a crítica nela incentivaram-me a ler o livro, pois presente e até alguns aspetos que poderiam pas- transmitiram ao público uma boa sar despercebidos se não assistissem à represen- história, cheia de emoção, ironia e um tação no próprio local. É sempre enriquecedor pouco de comédia.” ver o texto em ação, em particular um texto Adriana Santos escrito num estilo muito especial como o de Saramago. “Em suma, gostei da visita no seu Como balanço global podemos afirmar que a todo, mas principalmente por me ter atividade superou as expectativas. As alunas do dado uma noção geral da obra e por 3º ASC em resposta ao desafio lançado pela me ser possível agora lê-la e analisá- professora no blog da disciplina confirmam la sem grandes obstáculos!” largamente esta conclusão. Arlete SilvaMemorial do Convento, de José Saramago Página 12
  13. 13. III Milénio | Nº 12 | Abril 2011 Visitas de EstudoViagem à Turquia no âmbito do projecto „The colour red‟ - Comenius N o âmbito do projecto „The colour red‟ -Comenius foi realizada uma dentro das escolas é proibido o uso do véu, bem como de cal- ças de ganga. conhecer alguns aspectos do nosso país. Foram apresentados quatro trabalhos: o primeiro nos e os professores foram brindados com algumas surpre- sas. Assistiram a uma recriaçãoviagem, entre os dias 27 de De acordo com a opinião dos de um casamento turco e a dan-Fevereiro e 6 de Março, à Tur- participantes nesta viagem, a ças do ventre e realizaram algu-quia. Cinco intervenientes esti- participação em rituais nas mas actividades como a “Art ofveram envolvidos na visita, três mesquitas foi bastante interes- marbelling‟, que consiste naalunos do 11ºA (Ana Margari- sante, visto que testemunharam marmorização de papel numada, André e Micael), a profes- realmente a rotina religiosasora coordenadora do projecto muçulmana, desde o prestarAlexandra Esteves e o professor culto a Alá até aos costumesMário Matos. mais minuciosos como a ablu- A estadia com as famílias de ção (“lavagem”) antes de cadaacolhimento foi uma parte oração, o descalçar-se paraimportante no intercâmbio, pois entrar nas mesquitas, o acordar sobre dados estatísticos nacio-puderam compartilhar a sua ao som dos minaretes (do turco nais sobre os casamentos ouvida com uma família diferente minare), local de onde o almua- divórcios, o segundo tambémobservando as diferentes de estatística, mas neste casomaneiras de viver a vida dos como resposta ao questionário superfície aquosa. Criaram „Emotions and Drives‟, o ter- verdadeiras obras de arte que ceiro em relação ao Bispo Con- trouxeram para Portugal! de Manuel Pina e a sua influên- Os objectivos alcançados foram a melhoria das compe- tências dos alunos no uso de línguas estrangeiras (inglês) e o desenvolvimento da tolerância e do trabalho de equipa. dem anuncia as cinco chamadas Os representantes da Alema- diárias à oração, entre outros. nha, Bélgica, Itália, Noruega,turcos. Os alunos ficaram sur- Visitaram também alguns Portugal (Cuba) e Turquiapreendidos ao saberem, entre monumentos importantes de encontrar-se-ão em mobilidadeoutras coisas, que os homens se Istambul como a Mesquita Azul em Portugal no período de 3 abeijam, em forma de cumpri- e o Grande Bazar. 11 de Maio de 2011. Na nossamento; que as pessoas não Além da visita a Istambul, cia na sociedade e, por último, a Escola as actividades desenvol-usam calçado dentro das suas visitaram as grutas em Eregli apresentação do filme sobre o ver-se-ão de 3 a 7 de Maio. onde, segundo a mitologia, Amor de D. Pedro e Inês de Apelamos a toda a comunida- Hércules matou Cêrberus – o Castro. de escolar para um acolhimento cão de três cabeças que guarda- Estes trabalhos receberam tipicamente português, de modo va o inferno. Visitaram, tam- uma avaliação positiva por a que no final professores e bém, Amasra e Safranbolu, parte dos professores envolvi- alunos estrangeiros possam onde os professores e os alunos dos dos outros países que consi- dizer como o Papa Bento XVI: aprenderam mais sobre a cultu- deraram muito boa a apresenta- "Guardo na alma a cordialidade ra turca. ção bem como o envolvimento e acolhimento afectuoso, a Esta estadia na Turquia não dos alunos e dos professores forma calorosa e espontânea do foi meramente turística, mas nas diversas actividades realiza- povo português".habitações; que as mulheres, também envolveu trabalhos das na Turquia.durante o período menstrual, realizados pelos alunos que Além da apresentação dosestão proibidas de rezar e que tinham por objectivo dar a trabalhos portugueses, os alu-Alunos de vários países europeus vãoestar na nossa Escola no dia 5 de Maio D e 3 a 7 de Maio, alunos belgas, italianos, noruegueses, ale- mães, turcos e portugueses, vão participar em diversas iniciati-vas do projecto Comenius. Neste âmbito, no dia 5 de Maio estes estu-dantes irão passar o dia na Escola Básica e Secundária Ferreira de Cas-tro, o que constituirá um grande momento de intercâmbio cultural. Página 13
  14. 14. Iniciativas e Projectos III Milénio | Nº 12 | Abril 2011 Projecto Diversão Solidária está aberto em quase todos os No Espaço Diversão Solidária educativa e uma parte é gasta períodos do tempo lectivo, desenvolvem-se iniciativas na aquisição de materiais para a graças à existência de um diversificadas. A base deste manutenção do Espaço Diver- número já bem significativo de espaço é a utilização de jogos são Solidária. voluntários. Importa esclarecer variados, mas, por vezes, são que estes voluntários fazem concretizadas outras iniciativas. atendimento no Espaço Diver- No final do primeiro período são Solidária, mas também montou-se uma “Árvore de triagem dos materiais doados e Natal Solidária”, que consistiu organização dos mesmos na arrecadação criada para o efei- to, já que além do EDS, o PDS também tem uma arrecadação I niciou-se na nossa escola, onde organiza bens doados, no primeiro período, o para depois serem encaminha- Os objectivos a que este pro-Projecto Diversão Solidária dos. jecto se propôs estão a ser con-(PDS). Projectado e aprovado No final do primeiro período seguidos na sua plenitude. Exis-no ano lectivo transacto, foi foi feito um balanço, sob forma te agora na escola um espaçoneste ano lectivo que começou de relatório, que foi encaminha- onde os alunos se divertem ea ser concretizado. do para o Conselho Pedagógi- em receber donativos de mate- ocupam os seus tempos livres, A implementação deste pro- co. Desse balanço transcrevem- rial escolar, em que os doadores uma oportunidade da comuni-jecto teve como objectivos se aqui alguns pontos de maior os colocavam na mesma árvore dade educativa ser solidária eproporcionar aos alunos da relevância: de modo a preenchê-la com um apoio extra a elementos daescola um espaço para ocupa- “… enfeites diferentes e solidários. comunidade educativa maisrem os seus tempos livres, 1.No Projecto Diversão Soli- Esta árvore foi um sucesso, carenciados financeiramente.envolver a comunidade educati- dária trabalham 87 voluntários; tendo-se conseguido preenchê- Julga-se justo fazer um la por completo com inúmeros balanço extremamente positivova numa iniciativa solidária/ 2.Já foram feitas 57 doações, lápis, canetas, marcadores… deste projecto, até ao momento.divertida e apoiar pessoas da com um aproveitamento de 469comunidade educativa da nossa que podem agora ser encami- Obrigada a todos os que têm bens materiais para o PDS; nhados. participado, doando, fazendoescola que mais necessitam. 3.O Espaço Diversão Solidá- Neste segundo período já voluntariado, apoiando, incenti- ria tem à disposição para a decorreu a “Feirinha Solidária”, vando e frequentando o espaço. comunidade educativa 69 jogos onde foram vendidos, a preços Graças a todos, o projecto para requisição; simbólicos, bens materiais arrancou com sucesso! 4. Com a requisição dos novos doados por empresas que "A solidariedade é o senti- jogos arrecadou-se, até meados têm familiares a frequentar a mento que melhor expressa o de Fevereiro, 116,81€; nossa escola. Esta iniciativa respeito pela dignidade também correu muito bem, humana." 5.O projecto tem sinalizados tendo-se arrecadado uma quan- Franz Kafka 8 casos para auxílio; tia bastante satisfatória. CONTINUE A sala de jogos (Espaço Já foi possível encaminharDiversão Solidária - EDS) abriu Quase todo o dinheiro que se A AJUDAR-NOS 104 bens materiais para os consegue adquirir serve para A AJUDAR!no dia da inauguração no novo beneficiários sinalizados.Bar da escola, a 2 de Dezembro colmatar necessidades materiais …” que existam na comunidade A COORDENADORA:de 2010. Actualmente, o EDSPeddy Paper - um dia diferente, mas divertido N a sexta-feira dia 8 de Abril, 92 alunos do ensino básico da nossa escola participaram no Peddy Paper “Gestão em Movimento” com organização do 2.º e 3.º anos do curso profissional de Técnico de Gestão. Os grupos encontraram-se no átrio da escola entre os dois blocos onde lhes foram atribuídas as identificações e instruções. Um Peddy Paper consta de jogos de observação e de muita atenção para poderem descobrir as pistas que lhe são dadas. Os grupos iam saindo e respondendo a diversas perguntas para encontrar as pistas e avançar. À medida que respondiam,descobriam curiosidades sobre questões económicas e financeiras. Neste contexto de crise é importante alertar os alunos epôr à prova os seus conhecimentos sobre curiosidades do concelho, da Europa e também sobre reciclagem. No último posto cada grupo (eram 23 o que demonstra o êxito desta iniciativa da Área Disciplinar de Ciências Sociais e Gestão) teve queescrever o refrão de uma música num mural preparado para o efeito. Este jogo serviu para, de forma pedagógica e divertida, fomentar a educação para a cidadania e o exercício pleno da mesma. Com este dia diferente aprendemos a trabalhar em grupo, a observar, a orientar e reconhecer a importância dos ensinamentos da escola nonosso dia-a-dia. Embora tenha sido cansativo, divertimo-nos muito e queremos repetir. Página 14

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