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Guilherme Martins
WORKSHOP CRIAÇÃO MULTIMÉDIA
Metamorfose II
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Iluminação com video
!
O video quando usado em projecção no
palco é acima de tudo luz em movimento e
como tal, pode sempre...
Performance vs Qualidade
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projecção fluida com qualidade mínima aceitável VS projecção de alta resolução e com pouca perf...
A minha eleição para LIVE VIDEO: formato: .mov e codec: PhotoJPEG
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PhotoJPEG porque é um formato sem compressão, cada fra...
Fidelidade de reprodução:
O que vemos no ecran do computador e o que vemos na projecção:
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Produzir conteúdos visuais para espectáculo implica uma grande
convergência entre todos os envolvidos:
- cenografia, encen...
Adobe Premiere
Apple Final Cut Pro
Se queremos editar uma filmagem, cortar, colar, fazer transições e efeitos simples
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Animação, Composição-Video, FX, CG, Motion Graphics.
Ferramentas em que a imaginação é o limite:
Autodesk Combustion Adobe...
Conteúdos visuais interactivos permitem que o performer
não esteja “agarrado” a uma linha temporal (timeline).
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Existe um...
Sincronização de Video com Luz e Audio
 Arduino Shield DMX Arduino Shield MIDI
http://arduino.cc
Wireless MIDI Tx/Rx
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Interfaces de controle Audio / Video
Uma interface permite-nos desprender do teclado e do rato
dando uma maior naturalidad...
Multi-Projecção
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Módulos de expansão Matrox DualHead2Go e
TripleHead2Go
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Multi-projecção implica a utilização de dois ou...
INPUT
vindo do computador
RIGHT
CENTER
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DoubleHead2Go
TripleHead2Go
O computador detecta um dispositivo, como se fosse...
Multi-Projecção com um computador por projector:
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Tendo um computador por cada projector torna possível a
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PUMA L.I.F.T.
Feito com Multiscreener, 11 computadores, 10 projectores
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Edge-Blend:
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Quando precisamos de uma projecção de
grandes dimensões, um ún...
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Criação Video
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Visualização:
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Como qualquer processo criativo, o conceito de uma obra forma-se a partir de um aglomerado...
Criação Video - Visualização
TalkShow, Rui Horta
TalkShow, Rui Horta
Criação Video - Visualização
TalkShow, Rui Horta
CCB, Lisboa
TalkShow, Rui Horta
CCB, Lisboa
TalkShow, Rui Horta
CCB, Lisboa
TalkShow, Rui Horta
CCB, Lisboa
TalkShow, Rui Horta
CCB, Lisboa
TalkShow, Rui Horta
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Criação Video
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Coreografar o video:
TalkShow, Rui Horta
CCB, Lisboa
http://youtu.be/EUJB3v3zpIU
Criação Video
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Quem apareceu primeiro, a coreografia ou o video?
TalkShow, Rui Horta
CCB, Lisboa
Criação Video
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Quem apareceu primeiro, a coreografia ou o video?
TalkShow, Rui Horta
CCB, Lisboa
http://youtu.be/P-B3tFYC...
4′33” (Tributo a John Cage)

Casa da Música, Porto
4′33” (Tributo a John Cage)

Casa da Música, Porto
4′33” (Tributo a John Cage)

Casa da Música, Porto
4′33” (Tributo a John Cage)

Casa da Música, Porto
4′33” (Tributo a John Cage)

Casa da Música, Porto
http://youtu.be/XcAfVkhslq4
Local Geographic, Rui Horta
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CCB, Lisboa
Multi-Projecção com módulos de expansão Matrox DualHead2Go e TripleHead2Go
Local Geographic, Rui Horta
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CCB, Lisboa
Local Geographic, Rui Horta
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CCB, Lisboa
Projection Masking - “Overlay Alpha Mask”
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Usar uma máscara com transparência que possibilite o recorte perfeito da silho...
Projection Masking
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Esta máscara é gerada a partir de uma fotografia tirada no local exacto onde
está a lente do projecto...
WORKSHOPVIDEO
Flowering Tree, John Adams

Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
WORKSHOPVIDEO
Flowering Tree, John Adams

Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
WORKSHOPVIDEO
Flowering Tree, John Adams

Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
Flowering Tree, John Adams

Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
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Pedro e Inês, O Bando	

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Teatro Carlos Alberto, Porto
Pedro e Inês, O Bando	

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Teatro Carlos Alberto, Porto
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Teatro Carlos Alberto, Porto
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Teatro Carlos Alberto, Porto http://vimeo.com/24128832
Projection Mapping
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Mapear superficies de modo a que sirvam de suporte à projecção.
Estas superfícies podem ser volumétri...
Video Mapping - Quad Warp
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Através de quatro pontos de controle, os planos de video
podem ser ajustados às superficies.
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Paint Me
Uma ópera de Luís Tinoco e Stephen Plaice
Culturgest, 2010
Esboço do cenário, Rui Horta
Visualização do cenário em 3D
estação carruagem zona de fantasia
Paint Me

Culturgest, Lisboa
Estudos do sistema de projecção
1 projector por cada área de projecção
1 projector por cada superfície de projecção
Paint ...
Maquete da área de Fantasia
Paint Me

Culturgest, Lisboa
Paint Me

Culturgest, Lisboa
Paint Me

Culturgest, Lisboa
Paint Me

Culturgest, Lisboa
Paint Me

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Culturgest, Lisboa
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Paint Me

Culturgest, Lisboa
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Legendagem em tempo real
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Legendagem em tempo real pode ser conseguida através de diversos métodos,
tudo depende dos meio...
Flowering Tree

Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
Chroma Key
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Chroma key consiste em subtrair uma cor “chave” de uma imagem e desta
maneira mostrar uma outra imagem que se...
Chroma Key
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Chroma key consiste em subtrair uma cor “chave” de uma imagem e desta
maneira mostrar uma outra imagem que se...
http://cycling74.com
Arduino
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Maxuino
http://maxuino.org
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Einstein VideoPlayer
Project initiated by Guilherme Martins during a dance performance entitled
"Einstein Dreams" created ...
Tool Making:
Processing - processing.org
Max/Msp/Jitter - cycling74.com
QuartzComposer - link
VVVV - vvvv.org
TouchDesigne...
VIDEO TOOLS:
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3L http://thrill.artificialeyes.tv/

CoGe http://coge.lovqc.hu/

Flowmotion http://www.robotfunk.com/

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Guilherme Martins é artista visual tendo-se especializado na criação de vídeo
para projecção em espectáculos. As suas cria...
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  1. 1. Guilherme Martins WORKSHOP CRIAÇÃO MULTIMÉDIA Metamorfose II https://www.facebook.com/groups/587572031331479/
  2. 2. Iluminação com video ! O video quando usado em projecção no palco é acima de tudo luz em movimento e como tal, pode sempre ser usado como um meio de iluminação. Aspectos a ter em conta: - o video e a luz de palco convencional são complementos um do outro e nunca se devem sobrepor; - o desenho de video e o desenho de luz devem sempre convergir num único sentido, caso contrário tornam-se inimigos; - a luz do video é fria, a luz de palco pode ser quente Einstein Dreams, Rui Horta
 Gotheborg Opera, Suécia http://youtu.be/ESWnAV3dMhU
  3. 3. Performance vs Qualidade ! projecção fluida com qualidade mínima aceitável VS projecção de alta resolução e com pouca performance http://gizmodo.com/5093670/giz-explains-every-video-format-you-need-to-know Os principais formatos:
 • AVI (Audio Video Interleave) is Windows' standard multimedia container
 • MPEG-4 Part 14 (known to you as .mp4) is the standardized container for MPEG-4
 • FLV (Flash Video) is the format used to deliver MPEG video through Flash Player
 • MOV is Apple's QuickTime container format
 • OGG, OGM and OGV are open-standard containers
 • MKV (Mastroska) is another open-specification container that you've seen if you've ever downloaded anime
 • VOB means DVD Video Object. Guess what? It's DVD's standard container, and what you get when you rip a DVD.
 • ASF is a Microsoft format designed for WMV and WMA—files can end in .wmv or .asf Para cada formato acima descrito existem diversos codificadores possíveis (codecs). Um codec é um encapsulador de informação que armazena mais ou menos bytes num ficheiro mantendo mais ou menos qualidade. Para visualizar um video precisamos que o nosso player tenha um descodificador compatível. Existem codecs para audio e para video. ! VLC Media Player: http://www.videolan.org/vlc/
  4. 4. A minha eleição para LIVE VIDEO: formato: .mov e codec: PhotoJPEG ! PhotoJPEG porque é um formato sem compressão, cada frame é uma imagem JPEG, isto faz com que o reprodutor (player) tenha mais performance porque não necessita de descodificar. Baixa Performance: ! computador (CPU, GPU, RAM) antigo ! video de grandes dimensões ! codec inapropriado ! formato inapropriado Alta Performance ! computador (CPU, GPU, RAM) recente ! video de dimensões reduzidas (qb.) ! codec apropriado ! formato apropriado LIVE VIDEO, VIDEO PERFORMANCE, VJ vários videos a tocar em simultâneo video cross-fade processamento de efeitos loop e sampling VS
  5. 5. Fidelidade de reprodução: O que vemos no ecran do computador e o que vemos na projecção: ! Sempre que temos um output de um computador, seja uma impressão, um som, ou um video, é necessário ter em conta os meios e os suportes de reprodução. ! Neste caso estamos a falar de projecção de video, os elementos que pesam na qualidade da reprodução de video podem ser: ! - A marca, modelo, estado da lâmpada do projector; - O suporte de projecção (ex: tela de projecção com mais ou menos ganho/teor de reflexão); - Luz ambiente, luz solar, luz de palco. ! Quando criamos conteúdos visuais para palco, é uma boa prática reservar tempo para retocar tonalidades no video (brilho e contraste).
  6. 6. Produzir conteúdos visuais para espectáculo implica uma grande convergência entre todos os envolvidos: - cenografia, encenação, coreografia, performers, técnicos audiovisuais. ! Pré-produzir um video/animação implica uma coreografia precisa, em que o performer tem que estar em sintonia com o video e vice-versa. Video previamente produzido VS Video Interactivo Einstein Dreams
 Gotheborg Opera, Suécia http://youtu.be/ESWnAV3dMhU
  7. 7. Adobe Premiere Apple Final Cut Pro Se queremos editar uma filmagem, cortar, colar, fazer transições e efeitos simples existem ferramentas especificas para estas funções, chamam-se Ferramentas de Edição. Video previamente produzido VS Video Interactivo
  8. 8. Animação, Composição-Video, FX, CG, Motion Graphics. Ferramentas em que a imaginação é o limite: Autodesk Combustion Adobe After Effects Apple Motion Video previamente produzido VS Video Interactivo
  9. 9. Conteúdos visuais interactivos permitem que o performer não esteja “agarrado” a uma linha temporal (timeline). ! Existe uma dança simbiótica entre o performer e o video. ! Terminologia comum: Sistema de detecção (tracking); Visão por computador (computer-vision); Sistemas de particulas e agentes interactivos; Processamento em tempo-real. .txt http://vimeo.com/7441635 Video previamente produzido VS Video Interactivo
  10. 10. Sincronização de Video com Luz e Audio
 Arduino Shield DMX Arduino Shield MIDI http://arduino.cc Wireless MIDI Tx/Rx http://www.m-audio.com/products/en_us/MidAir.html Wireless DMX Tx/Rx http://www.lightronics.com/wrlss_bxs.html SOFTWARE HARDWARE HARDWARE SOFTWARE Através de software e hardware específico é possível criar interfaces de sincronização entre os diversos meios. TUDO pode comunicar com TUDO, apenas depende se estamos a lidar com sistemas abertos, ou sistemas fechados. Protocolos de comunicação entre: MIDI (audio) - http://en.wikipedia.org/wiki/MIDI DMX (luz) - http://en.wikipedia.org/wiki/DMX512 OSC - http://opensoundcontrol.org/introduction-osc MIDI e DMX requerem uma ligação física (cabo) e a comunicação é efectuada através de impulsos eléctricos. No entanto existem emissores e receptores wireless para ambos os sistemas: ! ! OSC é um protocolo de rede (TCP, UDP) e permite logo à partida que a ligação seja efectuada sem fios (WIFI, BLUETOOTH).
  11. 11. Interfaces de controle Audio / Video Uma interface permite-nos desprender do teclado e do rato dando uma maior naturalidade no controle de aplicações de video / audio ao vivo (VJ e DJ). Trigger Finger ReactTable TouchOSC for IPhone and IPad Lemur
  12. 12. Multi-Projecção ! Módulos de expansão Matrox DualHead2Go e TripleHead2Go ! Multi-projecção implica a utilização de dois ou mais projectores, criando assim uma projecção de grande dimensão. ! Utilizando módulos de expansão de desktop, é possível usar dois, três ou mais projectores em simultâneo. ! Pontos fortes: - baixo custo - simplicidade e rapidez na configuração e instalação ! Pontos fracos: - necessário computador de alta performance para processar video de grandes dimensões. ! ! ! ! ! http://www.matrox.com/graphics/en/products/gxm/th2go/ ! Matrox TripleHead2GO Matrox DualHead2GO
  13. 13. INPUT vindo do computador RIGHT CENTER LEFT DoubleHead2Go TripleHead2Go O computador detecta um dispositivo, como se fosse um monitor de grandes dimensões. ! A Matrox encarrega-se da distribuição do sinal de video para os diferentes monitores. Resoluções possíveis (entre outras): DualHead2Go: 1600 x 800 - 2048 x 768 TripleHead2Go: 2400 x 800 - 3072 x 768
  14. 14. Multi-Projecção com um computador por projector: ! Tendo um computador por cada projector torna possível a utilização de um vasto número de projectores. ! Este sistema requer um computador servidor, em que a sua função é enviar informação de controle por rede para todos os outros computadores. ! Pontos fortes: - permite projecção de grandes dimensões - fluidez e performance visto que cada computador só processa o video que está a projectar ! Pontos fracos: - muitos computadores - configuração de rede - falhas de comunicação ! Exemplos de software: ! Dataton Watchout - http://www.dataton.com/watchout Multiscreener (cycling74) - http://www.zachpoff.com/software/multiscreener/ MostPixelsEver (processing) - http://www.shiffman.net/2007/03/02/most-pixels-ever/ Multiscreener
  15. 15. PUMA L.I.F.T. Feito com Multiscreener, 11 computadores, 10 projectores http://www.youtube.com/watch?v=TM8DA830xng&feature=player_embedded
  16. 16. Edge-Blend: http://paulbourke.net/texture_colour/edgeblend/ Quando precisamos de uma projecção de grandes dimensões, um único projector pode não ser suficiente. Os projectores de gama profissional têm esta funcionalidade, no entanto pode também ser desempenhada por software. Edge-Blend é o nome que se dá à técnica de suavizar a “colagem” entre duas projecções.
  17. 17. Edge-Blend:
  18. 18. Edge-Blend:
  19. 19. Criação Video ! Visualização: ! Como qualquer processo criativo, o conceito de uma obra forma-se a partir de um aglomerado de ideias. ! Cabe a um artista visual conceber visualizações dessas mesmas ideias através de esboços, maquetes virtuais ou reais, para em conjunto com o criador (encenador, coreógrafo, etc.) se irem tomando decisões acerca da estética da obra, do sistema e desenho de projecção e restantes media (luz, audio, adereços, figurinos, etc). TalkShow, Rui Horta
  20. 20. Criação Video - Visualização TalkShow, Rui Horta
  21. 21. TalkShow, Rui Horta Criação Video - Visualização
  22. 22. TalkShow, Rui Horta CCB, Lisboa
  23. 23. TalkShow, Rui Horta CCB, Lisboa
  24. 24. TalkShow, Rui Horta CCB, Lisboa
  25. 25. TalkShow, Rui Horta CCB, Lisboa
  26. 26. TalkShow, Rui Horta CCB, Lisboa
  27. 27. TalkShow, Rui Horta CCB, Lisboa
  28. 28. Criação Video ! Coreografar o video: TalkShow, Rui Horta CCB, Lisboa http://youtu.be/EUJB3v3zpIU
  29. 29. Criação Video ! Quem apareceu primeiro, a coreografia ou o video? TalkShow, Rui Horta CCB, Lisboa
  30. 30. Criação Video ! Quem apareceu primeiro, a coreografia ou o video? TalkShow, Rui Horta CCB, Lisboa http://youtu.be/P-B3tFYC8D4
  31. 31. 4′33” (Tributo a John Cage)
 Casa da Música, Porto
  32. 32. 4′33” (Tributo a John Cage)
 Casa da Música, Porto
  33. 33. 4′33” (Tributo a John Cage)
 Casa da Música, Porto
  34. 34. 4′33” (Tributo a John Cage)
 Casa da Música, Porto
  35. 35. 4′33” (Tributo a John Cage)
 Casa da Música, Porto http://youtu.be/XcAfVkhslq4
  36. 36. Local Geographic, Rui Horta ! CCB, Lisboa
  37. 37. Multi-Projecção com módulos de expansão Matrox DualHead2Go e TripleHead2Go Local Geographic, Rui Horta ! CCB, Lisboa
  38. 38. Local Geographic, Rui Horta ! CCB, Lisboa
  39. 39. Projection Masking - “Overlay Alpha Mask” ! Usar uma máscara com transparência que possibilite o recorte perfeito da silhoueta da superficie a ser projectada. ! A máscara consiste num ficheiro em formato .PNG com transparência (Alpha Channel).
  40. 40. Projection Masking ! Esta máscara é gerada a partir de uma fotografia tirada no local exacto onde está a lente do projector. Desta maneira sabemos que tanto a perspectiva como a silhueta da área de projecção estão correctas.
  41. 41. WORKSHOPVIDEO Flowering Tree, John Adams
 Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
  42. 42. WORKSHOPVIDEO Flowering Tree, John Adams
 Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
  43. 43. WORKSHOPVIDEO Flowering Tree, John Adams
 Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
  44. 44. Flowering Tree, John Adams
 Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa http://youtu.be/-lx-EcERcKI
  45. 45. Pedro e Inês, O Bando ! Teatro Carlos Alberto, Porto
  46. 46. Pedro e Inês, O Bando ! Teatro Carlos Alberto, Porto
  47. 47. Pedro e Inês, O Bando ! Teatro Carlos Alberto, Porto
  48. 48. Pedro e Inês, O Bando ! Teatro Carlos Alberto, Porto http://vimeo.com/24128832
  49. 49. Projection Mapping ! Mapear superficies de modo a que sirvam de suporte à projecção. Estas superfícies podem ser volumétricas, irregulares, curvas, etc. ! Existem diferentes técnicas para atingir diferentes resultados: ! 3D: é recriado virtualmente todo o ambiente de projecção, desde as superfícies sólidas ao próprio projector. Torna-se assim possível criar animações 3D por cima dos sólidos dando uma nova noção espacial e volumétrica a toda a projecção. ! Keystone Digital (Quad Warp): através de ferramentas de keystone digital, os erros de perspectiva são corrigidos e a projecção é alinhada com a superficie que normalmente é plana. Pouca versatilidade para superficies complexas. ! Quad Warp e Mesh Warp: O mesmo acima citado mas desta vez é criada uma rede de multiplos pontos de controle. A imagem pode ser distorcida em diversas áreas independentemente ou em simultâneo.
  50. 50. Video Mapping - Quad Warp ! Através de quatro pontos de controle, os planos de video podem ser ajustados às superficies. !
  51. 51. Paint Me Uma ópera de Luís Tinoco e Stephen Plaice Culturgest, 2010 Esboço do cenário, Rui Horta
  52. 52. Visualização do cenário em 3D estação carruagem zona de fantasia Paint Me
 Culturgest, Lisboa
  53. 53. Estudos do sistema de projecção 1 projector por cada área de projecção 1 projector por cada superfície de projecção Paint Me
 Culturgest, Lisboa
  54. 54. Maquete da área de Fantasia Paint Me
 Culturgest, Lisboa
  55. 55. Paint Me
 Culturgest, Lisboa
  56. 56. Paint Me
 Culturgest, Lisboa
  57. 57. Paint Me
 Culturgest, Lisboa
  58. 58. Paint Me
 Culturgest, Lisboa
  59. 59. Paint Me
 Culturgest, Lisboa https://www.youtube.com/watch?v=7j3DPwGHLuE
  60. 60. Paint Me
 Culturgest, Lisboa https://www.youtube.com/watch?v=xwja_nB1PI0
  61. 61. Legendagem em tempo real ! Legendagem em tempo real pode ser conseguida através de diversos métodos, tudo depende dos meios disponíveis: ! - dupla-projecção com slideshow em sobreposição ! - slideshow sobreposto a um video na mesma projecção Flowering Tree
 Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
  62. 62. Flowering Tree
 Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
  63. 63. Chroma Key ! Chroma key consiste em subtrair uma cor “chave” de uma imagem e desta maneira mostrar uma outra imagem que se encontre num plano anterior. !
  64. 64. Chroma Key ! Chroma key consiste em subtrair uma cor “chave” de uma imagem e desta maneira mostrar uma outra imagem que se encontre num plano anterior. Autodesk Combustion Final Cut Pro Adobe After Effects A maioria das ferramentas de edição e criação de video têm a possibilidade de efectuar Chroma Key, cada uma com as suas funcionalidades específicas. ! ! No entanto existem também a possibilidade de fazer o mesmo em tempo real.
  65. 65. http://cycling74.com
  66. 66. Arduino http://arduino.cc Maxuino http://maxuino.org ! http://www.maxuino.org/video
  67. 67. Einstein VideoPlayer Project initiated by Guilherme Martins during a dance performance entitled "Einstein Dreams" created by Rui Horta. All this took place at Göteborg Opera in Sweden, September of 2010. ! Current features: ! - playlist based on alphanumeric order - parametric crossfade between videos - parametric fade in and out to black and/or white - keystone / corner-pin adjustment - record and load custom presets - mask overlay with a PNG with transparency - customizable cue list to control everything - opensource GNU license ! DOWNLOAD: ! http://files.artica.cc/Einstein_v105.zip ! https://github.com/Artica/EinsteinVideoPlayer https://www.youtube.com/watch?v=bj91PCjmRAA
  68. 68. Tool Making: Processing - processing.org Max/Msp/Jitter - cycling74.com QuartzComposer - link VVVV - vvvv.org TouchDesigner - derivative.ca openFrameWorks - openframeworks.cc ! Frame Router: Syphon (frame router) - syphon.v002.info ! Video Mapping: Mesh Warp Server - http://meshwarpserver.org/ Video Projection Tools - hcgilje.wordpress.com/resources/video-projection-tools MadMapper - madmapper.com ! VJ: VDMX - http://www.vidvox.net/ Archaos - www.archaos.org Modul8 - www.modul8.us Freeframe (linux) - http://freeframe.sourceforge.net/downloads.html ! Multi-Projecção MostPixelsEver (Processing) - http://www.shiffman.net/2007/03/02/most-pixels-ever/ Multiscreener, Free Synchronized Multi-Channel Video Player (MAXJITTER) - http://www.zachpoff.com/software/multiscreener/ !
  69. 69. VIDEO TOOLS: ! 3L http://thrill.artificialeyes.tv/
 CoGe http://coge.lovqc.hu/
 Flowmotion http://www.robotfunk.com/
 Gephex http://www.gephex.org/
 glitchNES http://www.no-carrier.com/glitchnes.html
 GRAND VJ http://www.arkaos.net/
 Livid Cell http://www.lividinstruments.com/software_cell.php
 Mabuse http://mabuse.co.uk/
 Modul8 http://www.garagecube.com/modul8/index.php
 Motion Dive Tokyo http://www.digitalstage.jp/mdt/index.php
 Moldeo http://www.moldeo.org/
 MXWendler http://www.mxwendler.net/
 Onyx-VJ http://www.onyx-vj.com/
 Processing http://www.processing.org/
 Puredata http://puredata.info/
 Quase-Cinema http://www.quasecinema.org/
 Resolume Avenue http://www.resolume.com/avenue/
 Salvation http://www.harrisondigitalmedia.com/
 SoYuZ http://www.vjsputnik.com/
 VJ4live http://www.vj4live.com/
 Videator http://www.stone.com/Videator/
 VIP 5.0 http://www.artificialeyes.tv/vip
 VDMX http://www.vidvox.net/
 VJ Mode http://www.soniconlab.com/
  70. 70. Guilherme Martins é artista visual tendo-se especializado na criação de vídeo para projecção em espectáculos. As suas criações visuais têm percorrido obras de dança, ópera, teatro e espectáculos performativos desde 2007, com encenadores de grande nome, entre eles Rui Horta, Tiago Guedes e Anatoly Praudin. 
 Guilherme foi também designer em diversas agências de renome internacional das quais se salientam Ogilvy Interactive e YDreams. ! Podem ser consultadas mais informações sobre o seu percurso profissional e artístico em: http://guilhermemartins.net ! Contactos: gmartins@artica.cc guilhermemanuel77@gmail.com +351 918 154 947 Quando pensamos em arte, dificilmente a associamos à precisão dos computadores e electrónica. Deste desafio nasce a Artica, para quebrar estas barreiras, aliando as novas tecnologias ao serviço da criação e da estética. Durante os seus quatro anos de actividade, a Artica criou e implementou proectos em robótica personalizada, instalações interactivas, multimédia interactiva para espectáculo, computação física, protipagem de produto, fabricação digital e workshops de robótica educativa. Uma empresa com um conceito inovador até para mercados estrangeiros: personalizar tecnologia e arte, para potencializar a experiência. ! http://artica.cc
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