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DISCIPLINA: PROPOSTA PEDAGÓGICA E PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL
<ul><li>Adrianizy Borba; </li></ul><ul><li>Alyne Costa; </li></ul><ul><li>Ana Edwiges; </li></ul><ul><li>Artemise Lima; </...
<ul><li>Recentes Discussões: Educação Infantil ganha Estatuto de Direito </li></ul><ul><li>Perguntas Frequentes X Intencio...
<ul><li>“ Planejamento é uma mediação teórico-metodológica para a ação consciente e intencional” (VASCONCELLOS, 1995, p.79...
<ul><li>Baseado em listagem de atividades; </li></ul><ul><li>Baseado em datas comemorativas; </li></ul><ul><li>Baseado em ...
<ul><li>É considerado um dos mais rudimentares, pois está baseado na preocupação do educador em preencher o tempo de traba...
<ul><li>Planejamento da prática cotidiana, é direcionado pelo calendário; </li></ul><ul><li>Qual o critério para a escolha...
<ul><li>Preocupação com os aspectos que englobam o desenvolvimento infantil (físico-motor, afetivo, social e cognitivo); <...
<ul><li>Neste tipo de planejamento, o tema e o desencadeador ou gerador de atividades propostas às crianças. </li></ul><ul...
<ul><li>Escolha de um tema </li></ul><ul><li>Delimitação do tema </li></ul><ul><li>Sequência de atividades para a semana <...
<ul><li>Na prática os educadores acabam fazendo da escolha do tema um pretexto para a ‘listagem de atividades’; </li></ul>...
<ul><li>Fim dos anos 80 e início dos anos 90, currículos marcados com planejamentos que relacionam a defesa da pré-escola ...
<ul><li>“ Esses conteúdos dariam o norte para um trabalho intencional com a criança de quatro a seis anos, de modo a favor...
<ul><li>Qualquer ação de planejamento vai depender do educador: </li></ul><ul><li>Compromisso com a profissão; </li></ul><...
<ul><li>Para a autora: </li></ul><ul><li>“ elaborar um ‘planejamento bem planejado’ no espaço de educação infantil signifi...
<ul><li>Esse profissional deve compreender, acima de tudo, que a criança que está sob seus cuidados é um ser ativo, dotado...
<ul><li>A observação do educador é fundamental para: </li></ul><ul><li>Perceber as mudanças no desenvolvimento de suas cri...
<ul><li>De certa forma, esses aspectos são instrumentos essenciais para reflexão e planejamento por parte do educador, poi...
<ul><li>Conforme Camargo (s/d): </li></ul><ul><li>“ Observar, registrar, refletir são instrumentos importantes para avalia...
<ul><li>Ao pensar em dissociar os conceitos de “hora da atividade” e momentos pedagógicos por excelência, vale refletir ac...
<ul><li>[...] Muito do caráter educativo-pedagógico passa por tais vivências: de interações, linguagens múltiplas e brinca...
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<ul><li>A linguagem e suas diferentes formas de expressão. </li></ul><ul><li>A observação e o olhar </li></ul><ul><li>“ Se...
<ul><li>Escutar: hoje é o mais importante verbo, quando se pensa na prática educativa. </li></ul><ul><li>“ É urgente educa...
 
<ul><li>Nome </li></ul><ul><li>Justificativa </li></ul><ul><li>Objetivo Geral </li></ul><ul><li>Assuntos-atividades-situaç...
<ul><li>Considerando as determinações da LDB (Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996) em seu artigo 29, a educação infant...
<ul><li>No decorrer desta reflexão acerca do planejamento para a educação infantil, nos deparamos com diferentes tipos de ...
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  1. 1. DISCIPLINA: PROPOSTA PEDAGÓGICA E PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL
  2. 2. <ul><li>Adrianizy Borba; </li></ul><ul><li>Alyne Costa; </li></ul><ul><li>Ana Edwiges; </li></ul><ul><li>Artemise Lima; </li></ul><ul><li>F ca Joanne Maciel </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Recentes Discussões: Educação Infantil ganha Estatuto de Direito </li></ul><ul><li>Perguntas Frequentes X Intencionalidade </li></ul><ul><li>O que significa planejamento? </li></ul><ul><li>“ Planejamento é um processo que se preocupa com “para onde ir” e quais as maneiras adequadas de chegar lá, tendo em vista a situação presente e possibilidades futuras, para que o desenvolvimento da educação atenda tanto às necessidades do desenvolvimento da sociedade, quanto às do individuo”. (COROACY, 1992, p. 79) </li></ul>
  4. 4. <ul><li>“ Planejamento é uma mediação teórico-metodológica para a ação consciente e intencional” (VASCONCELLOS, 1995, p.79). </li></ul><ul><li>Indagações que o educador infantil deve fazer a si mesmo </li></ul><ul><li>Qual a forma do planejamento? </li></ul><ul><li>Como ela deve ser estabelecida? </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Baseado em listagem de atividades; </li></ul><ul><li>Baseado em datas comemorativas; </li></ul><ul><li>Baseado em aspectos do desenvolvimento; </li></ul><ul><li>Baseado em temas (tema integrado, tema gerador, centros de interesse, unidades de experiência e baseado em conteúdos organizados por áreas de conhecimento). </li></ul>
  6. 6. <ul><li>É considerado um dos mais rudimentares, pois está baseado na preocupação do educador em preencher o tempo de trabalho com o grupo de crianças, entre um e outro momento da rotina; </li></ul><ul><li>As atividades previstas estão planejadas de acordo com o tempo e não com o desenvolvimento e aprendizagem das crianças. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Planejamento da prática cotidiana, é direcionado pelo calendário; </li></ul><ul><li>Qual o critério para a escolha das datas a serem trabalhadas em atividades pedagógicas? Que concepções de história perpassa tais escolhas? </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Preocupação com os aspectos que englobam o desenvolvimento infantil (físico-motor, afetivo, social e cognitivo); </li></ul><ul><li>Esse planejamento representa um avanço, se comparados aos anteriores, pois coloca como ponto de partida a criança, o seu desenvolvimento. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Neste tipo de planejamento, o tema e o desencadeador ou gerador de atividades propostas às crianças. </li></ul><ul><li>Tema escolhido pelo professor, sugerido pelos alunos; </li></ul><ul><li>Escolha de conteúdos que façam parte da realidade imediata das crianças. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Escolha de um tema </li></ul><ul><li>Delimitação do tema </li></ul><ul><li>Sequência de atividades para a semana </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Na prática os educadores acabam fazendo da escolha do tema um pretexto para a ‘listagem de atividades’; </li></ul><ul><li>Segundo a autora se torna uma ‘camisa de força’ imposta pelas coordenações das instituições a todos os educadores e a todos os aluno; </li></ul><ul><li>- ‘O que é significativo para a criança de dois anos é significativo para as crianças maiores?’ </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Fim dos anos 80 e início dos anos 90, currículos marcados com planejamentos que relacionam a defesa da pré-escola como espaço pedagógico, como um lugar de conhecimentos; </li></ul><ul><li>Contempla quatro grandes áreas de conhecimento: língua portuguesa, matemática, ciências sociais e ciências naturais. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>“ Esses conteúdos dariam o norte para um trabalho intencional com a criança de quatro a seis anos, de modo a favorecer a ampliação de seus conhecimentos”; (p. 188 ) </li></ul><ul><li>Como ensinar matérias aos bebês? </li></ul><ul><li>Como planejar para os bebês, o que considerar nesse planejamento? </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Qualquer ação de planejamento vai depender do educador: </li></ul><ul><li>Compromisso com a profissão; </li></ul><ul><li>Respeito para com o grupo de crianças; </li></ul><ul><li>Valores nos quais acredita; </li></ul><ul><li>Planejar é atitude! </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Para a autora: </li></ul><ul><li>“ elaborar um ‘planejamento bem planejado’ no espaço de educação infantil significa entrar na relação com as crianças (e não com os alunos!) mergulhar na aventura em busca do desconhecido, construir a identidade do grupo junto com as crianças” (p. 190) </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Esse profissional deve compreender, acima de tudo, que a criança que está sob seus cuidados é um ser ativo, dotado de conhecimentos prévios, cabendo a ele (a) considerá-los. </li></ul><ul><li>O (a) docente tem de ampliar tais conhecimentos, sistematizando-os, de forma a propiciar oportunidades de contato e exploração, por parte da criança, com objetos concretos, para que a criança possa manipular o que lhe chama atenção e assim descobrir inúmeras possibilidades. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>A observação do educador é fundamental para: </li></ul><ul><li>Perceber as mudanças no desenvolvimento de suas crianças. </li></ul><ul><li>Atentar para as características inerentes a cada faixa etária. </li></ul><ul><li>Saber lidar com sentimentos como tristeza, isolamento entre outros sentimentos que acometem as crianças pequenas. </li></ul><ul><li>Articular situações que envolvem o ato de compartilhar com o outro. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>De certa forma, esses aspectos são instrumentos essenciais para reflexão e planejamento por parte do educador, pois, a partir das constatações que obtém cotidianamente, é possível direcionar a sua prática pedagógica de modo a intervir, quando necessário, e a pensar em alternativas que favoreçam a todos. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Conforme Camargo (s/d): </li></ul><ul><li>“ Observar, registrar, refletir são instrumentos importantes para avaliar e planejar. Não se trata de observar para rotular. Pelo contrário, é melhor perceber, para ver detalhes, avanços, constância de atitudes, permanências de dificuldades e, principalmente, mudanças.” </li></ul>
  20. 20. <ul><li>Ao pensar em dissociar os conceitos de “hora da atividade” e momentos pedagógicos por excelência, vale refletir acerca das proposições de Machado (1996, p. 11) e Ostetto (1997, p. 11), respectivamente: </li></ul><ul><li>O pedagógico não está na atividade em si, mas na postura do educador, uma vez que não é a atividade em si que ensina, mas a possibilidade de interagir, de trocar experiências e partilhar significados é que possibilita às crianças o acesso a novos conhecimentos. </li></ul>
  21. 21. <ul><li>[...] Muito do caráter educativo-pedagógico passa por tais vivências: de interações, linguagens múltiplas e brincadeiras. Aspectos que, muitas vezes, estão adormecidos no adulto, ou esquecidos nos passados anos de infância. São dimensões que precisam ser resgatadas no adulto-profissional da educação infantil que constrói sua competência dia a dia, que busca uma ação intencional, voltada ao atendimento de qualidade para a criança pequena, articulando necessidades vitais para o seu crescimento, garantindo cuidado e educação no planejamento cotidiano. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Cuidar e Educar </li></ul><ul><li>A linguagem, a escuta e o olhar do profissional da educação infantil. </li></ul><ul><li>Atividades Direcionadas X Expressões das crianças. </li></ul><ul><li>Situações Significativas no cuidar e educar: proporcionar momentos desafiadores, favorecendo a exploração do meio. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>A linguagem e suas diferentes formas de expressão. </li></ul><ul><li>A observação e o olhar </li></ul><ul><li>“ Se não miramos com os olhos direcionados, fixados nas crianças, nos movimentos, gestos, expressões, o olhar se perde e vai parar... na atividade”! OSTETTO (2000) </li></ul>
  24. 24. <ul><li>Escutar: hoje é o mais importante verbo, quando se pensa na prática educativa. </li></ul><ul><li>“ É urgente educarmos os ouvidos” OSTETTO (2000) </li></ul><ul><li>O que a escuta proporciona? </li></ul>
  25. 26. <ul><li>Nome </li></ul><ul><li>Justificativa </li></ul><ul><li>Objetivo Geral </li></ul><ul><li>Assuntos-atividades-situações </li></ul><ul><li>Fontes de Consulta </li></ul><ul><li>Recursos </li></ul><ul><li>Tempo Previsto </li></ul>
  26. 27. <ul><li>Considerando as determinações da LDB (Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996) em seu artigo 29, a educação infantil é entendida como um direito estabelecido e que deve desenvolver a criança de forma integral, surgindo a preocupação de como planejar uma prática educativa que atenda a todos os aspectos do desenvolvimento infantil. </li></ul>
  27. 28. <ul><li>No decorrer desta reflexão acerca do planejamento para a educação infantil, nos deparamos com diferentes tipos de planejamentos, ou seja, desde os que tem a função meramente burocrática, como o de listagem de atividades, até o projeto de trabalho que, efetivamente, orienta a ação pedagógica possibilitando um novo olhar em relação o significado de aprender na educação infantil. </li></ul>
  28. 29. <ul><li>OSTETTO ,Luciana esmeralda.Planejamento na Educação infantil:mais que a atividade,a criança em foco.In:OSTETTO,Luciana Esmeralda.(Org.). Encontros e encantamentos na educação infantil. São Paulo:Papirus,2000. </li></ul><ul><li>Sites Visitados: </li></ul><ul><li>http://recantodasletras.uol.com.br/artigos/33896 </li></ul><ul><li>(Acesso em 28/05/09) </li></ul><ul><li>http://pegagogico.com.br/pa04.html </li></ul><ul><li>(Acesso em 28/05/09) </li></ul><ul><li>http://www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/ideias </li></ul><ul><li>(Acesso em 28/05/09) </li></ul><ul><li>http://www.cep.pr.gov.br/arquivos </li></ul><ul><li>(Acesso em 28/05/09) </li></ul>
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