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2º) Planejando o conteúdo
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Celulares e tablets (mobile)
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Sites para Indústrias e Marcas
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A Crise (Reflexão)
Um homem vivia à beira de uma estrada vendendo cachorro
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Indústrias e marcas: Como tornar seu site imbatível

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Guia para indústrias e marcas de produtos em geral conceberem sites superiores em seus mercados. Orienta inclusive sobre como aparecer nas buscas (SEO) e avaliar fornecedores.

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Indústrias e marcas: Como tornar seu site imbatível

  1. 1. Fabricantes e Marcas de Produtos PPúúbblliiccoo:: Empreendedores e gerentes das áreas Comercial, Marketing ou TI. PPeerrffiill ddee eemmpprreessaa:: Indústrias, fabricantes, importadoras, distribuidoras atacadistas ou representações de marcas.
  2. 2. 1º) Quem vai fazer? Atualmente, é muito fácil ter acesso às ferramentas que se usa para criar sites. Qualquer escola técnica e a própria internet são fontes de aprendizado dessas tecnologias. Com tal facilidade, é muito comum ver aprendizes com conhecimento técnico mediano mas despreparados para o mundo dos negócios, principalmente para assumir tamanha responsabilidade que é a imagem de seus clientes. Qualquer busca na internet traz incontáveis anúncios de “web designers”, com diversas formas de tarifação, e até a preços irrisórios. Diante disso, é imprescindível saber avaliar a empresa ou profissional a ser encarregado do nosso site. Os pontos a seguir são detalhes importantes nessa avaliação: • O quanto ele agrega de boas ideias ao nosso negócio: Isso é muito diferente de um "web designer" querer que usemos algo já pronto, para ele ter menos trabalho; • Experiência ou disposição em entender o nosso setor e público-alvo, em suas particularidades; • Analisar o perfil, originalidade e atualização dos outros trabalhos dele; • Perguntar aos outros clientes se o atendimento continua bom depois da entrega.
  3. 3. 2º) Planejando o conteúdo Assim como qualquer projeto, é muito importante ter uma definição precisa de escopo do que será feito. Os fornecedores sérios a elaboram junto ao cliente, e a contemplam na proposta e no contrato. Não se trata de escrever a lista dos produtos para colocar no site, mas sim apontar QUAIS informações serão colocadas, como serão organizadas, e principalmente, tornar a navegação fácil e clara para o internauta. Por exemplo, um planejamento de conteúdos pode consistir no seguinte: • Categorias de produtos: nome e descrição; • Produtos: nome, foto e texto comercial; • Fotos de feiras e eventos; • Contatos de representantes e distribuidores (Onde comprar); • Páginas institucionais (Quem Somos, História, Contato, Seja Distribuidor, etc.) Organização: continuando o exemplo, dizemos que: 1. Em todas as páginas, haverá um menu lateral que lista todas as categorias de produtos; 2. Quando o internauta clica numa dessas categorias, ele vai para uma página que exibe todos os produtos nela enquadrados, como uma galeria, lado a lado; 3. Finalmente, ao clicar num produto, ele vai para a página que mostra todos os detalhes daquele produto, com uma foto bem grande, etc.; 4. Na página inicial haverá uma caixa para buscar produtos por nome ou código. Isso tudo costuma ser desmembrado durante o serviço, mas precisa estar bem claro para então começar com os trabalhos técnicos.
  4. 4. 3º) Gerenciando o conteúdo Afim de não ficarmos dependendo da empresa que fez o site para tudo, o ideal para fabricantes e marcas é ter um site administrável. Isto é, que haja uma tela restrita, com senha, para que alguém da nossa equipe possa incluir, alterar ou retirar produtos e outros materiais sempre que quiser. Existem sites que, além de serem administráveis, comunicam-se com o sistema de gestão de forma a automatizar a atualização de dados como estoques, preços, disponibilidade, etc. Dependendo da quantidade de itens trabalhados, pode se tornar impraticável a manutenção de um site comum, tanto para nós quanto para o criador do site. • Conta com desenvolvedor web e/ou analista de sistemas? • Compreende o termo e já fez sites administráveis? • Os outros clientes têm facilidade para administrar o conteúdo de seus sites?
  5. 5. 4º) Utilidades e contatos Além de entreter o internauta por mais tempo, a disposição de funcionalidades úteis ajuda-nos a conseguir algo valiosíssimo: contatos. Exemplos de coisas simples que podemos inserir no site são: • Calculadora de ICMS; • Consulta de informações relevantes para os distribuidores e representantes; • Conteúdo interessante para nosso público; • “Carrinho” de orçamentos; • Manuais, catálogos e referências; • Matérias e artigos relevantes. É importante que o site incentive o internauta a deixar dados e/ou entrar em contato. Isso pode ser feito de duas formas principais: • Exigir cadastro para liberar os conteúdos mais chamativos; • Dispor links de “Posso Ajudar?” e afins nas páginas dos produtos, que levem a um formulário de contato parcialmente preenchido; Quem muito merece nossa atenção nesse quesito são os distribuidores e representantes. Colocando o que eles precisam no site, conseguimos uma vantagem sobre concorrentes que talvez eles atendam, pela facilidade com a qual trabalharão com os nossos produtos. E também alivia o atendimento telefônico no departamento comercial. • Tem uma visão estratégica do site para o nosso negócio, ou pensa simplesmente em publicar informações?
  6. 6. 5º) Otimização em buscas (SEO) Mais importante do que ter um site, é que ele seja acessado e encontrável, sob o risco de desperdiçar o investimento feito. O primeiro passo é o site saber “se expressar” aos buscadores, nossos maiores aliados. Ou seja, o conteúdo estar disposto de uma forma compreensível aos mecanismos de busca, para então ser achado por interessados. Entre as coisas mais importantes para a boa expressão, está substituir endereços como: www.seusite.com/prod.asp?cat=3&prod=155&v=20 por: www.seusite.com/{categoria}/{nome-do-seu-produto}.html O ideal é cada produto ter sua própria página, pois cada página pode ser encontrada de forma individual por buscas com palavras diferentes. E além do endereço, existem mais de 200 detalhes que podem fazer nossos produtos aparecerem ou sumirem dos buscadores. Nos sites administráveis, o trabalho de otimização fica muito facilitado, mesmo com grande quantidade de produtos. Os sites realmente bem feitos ganham visibilidade permanente SEM GASTAR NADA (busca orgânica). Normalmente, há empresas para fazer sites, e outras para otimizar, pois o SEO acabou se tornando uma arte avulsa. • O quão preparado ele deixa o site para ser otimizado? • Já cadastra os sites nos principais buscadores, pelo menos em Google™, Bing™ e Yahoo™?
  7. 7. Celulares e tablets (mobile) Usuários de banda larga móvel 21,2 milhões (TELECO, 2013) Aumento de 11% ao ano (TELECO, 2013) 70% buscam informações rápidas quando em trânsito (E.life) Dependendo do seu ramo, pode ser interessante construir uma versão do site ou aplicativo para dispositivos móveis. Esse tipo de trabalho costuma se equiparar à criação de um outro site, e normalmente tem um custo maior do que um site normal. Mesmo que não se tenha um site mobile, é importante ter ao menos uma página simples que exiba as principais informações de contato. • Ele já fez algo em mobile? Nesse universo, mesmo uma página simples requer conhecimentos diferentes. Mais Dicas Marketing de Conteúdo É uma estratégia que consiste em "criar e distribuir conteúdo relevante, a fim de atrair a atenção de potenciais clientes". Ela pode ser implementada por meio de artigos, blogs e e-books (a exemplo deste), e ser potencializada por mídias sociais, associações de classe e anúncios em geral. O segredo é escolher segmentos suficientemente precisos de clientes, e publicar informações que lhe sejam úteis no dia a dia. • Está disposto a aplicar seus conhecimentos para nos apoiar nesse tipo de estratégia? • Conseguiria vincular um blog ao site da empresa? Marketing de Comportamento O leitor já deve ter tido a experiência de visitar uma certa página e começar a ver anúncios dela em vários outros sites. Esse é o tipo de marketing que se baseia no comportamento do usuário para decidir o que mostrar. Em um site administrável com estrutura bem elaborada, fica muito fácil fazer isso. Na maioria dos fornecedores, o anunciante paga por cada clique que o anúncio receber. • Tem familiaridade com o termo behavioral marketing? • Consegue deixar o site preparado para trabalhar com isso?
  8. 8. Sites para Indústrias e Marcas A Arank possui soluções abrangentes para sites para indústrias, fabricantes, distribuidores e marcas de produtos em geral. Ela realiza cada projeto individualmente, levando em conta o contexto do cliente, seu público, mercados, e estudando os principais concorrentes do setor. http://www.arank.com.br/sites-para-industrias.html • Comunicação verbal e visual elaboradas de acordo com o posicionamento da empresa; • Gerenciamento fácil de produtos, fotos, catálogos, downloads, informação técnica e outros materiais; • Navegação organizada nas categorias e produtos (layouts planejados); • Área restrita para distribuidores consultarem estoque, preços, previsões e informações relevantes; • Onde comprar: Cadastro de representantes e distribuidores que aparecem no site; • SEO - Já otimizado e cadastrado nos buscadores. Sistema inteligente que otimiza cada produto automaticamente; • Mobile - Aplicativo ou versão do site para celulares; • Busca de produtos; • Carrinho de orçamentos; • Cadastro de newsletter; • Integração com o sistema de gestão; • Integração com redes sociais; • Chamadas para o internauta deixar dados ou fazer contato (com psicologia aplicada); • Blogs otimizados, internos ou externos ao site; • Preparado para implementar marketing de comportamento (behavioral); • Cadastro de interessados em baixar conteúdos; • E projetos customizados para sua estratégia. 11 3271 3739 atendimento [a] arank com br
  9. 9. A Crise (Reflexão) Um homem vivia à beira de uma estrada vendendo cachorro quente. Não tinha televisão, internet e nem lia jornais, mas fazia o melhor cachorro quente da região, com os melhores ingredientes. Preocupava-se e investia muito na divulgação do negócio. Abordava as pessoas com humor contagiante; o povo comprava e gostava. Com tudo isso, as vendas cresciam cada vez mais. Foi preciso até comprar um forno maior para atender todos os fregueses. Próspero, conseguiu enviar o filho para cursar Ciências Econômicas numa das melhores instituições do país. Já formado, o filho foi visitá-lo e notou que o pai continuava com a vida de sempre, não medindo esforços nem agressividade nos investimentos. Teve então uma séria conversa com o empresário: - Pai, por acaso você não lê jornais ou vê TV? O nosso país, bem como o mundo, enfrenta uma séria recessão. Desenvolveu então uma eloquente explicação, com riqueza de jargões econômicos, que terminou com: - Tenha cuidado, e procure se preparar para quando não vender tanto assim. Depois de ouvir as considerações do filho douto, mesmo não tendo entendido tudo, pensou: - Se meu filho, economista e bem informado, recomenda isso, deve ter razão. Atormentado, procurou substituir os ingredientes por opções mais baratas, mesmo abrindo mão de um pouco da qualidade. Para economizar, tratou de reduzir a verba de publicidade. O abatimento pessoal já afetava o seu entusiasmo no trato com os clientes. Providências tomadas, as vendas se mantiveram em queda constante, chegando a níveis que o levaram a descontinuar o negócio que tanto fora elogiado pela sua superioridade. Triste, foi obrigado a dar razão ao filho: - “Você estava certo. Estamos em uma grande crise”. (Texto original tirado de anúncio de 1958 da Quaker State Metals Co.)
  10. 10. O pior desdobramento de qualquer conjuntura macro econômica é aquela que acontece na cabeça das pessoas, e a maior inflação é quando o produtor eleva preços somente por desencargo de consciência. A falta de consumo é a consequência do desemprego, mas o que mais gera demissões são projeções da falta de consumo. Qualquer economia capitalista vive em ciclos. Isso quer dizer que, em época de bonança, a única certeza é a vinda de uma crise em algum momento; e no auge da crise, igualmente certo é que o crescimento virá. Esses ciclos não têm duração exata, e a crise, na verdade, não é mais do que um tempo de repensar estratégias e se preparar para as oportunidades que se aproximam. Grande exemplo de aplicação prática da metáfora é uma breve entrevista do presidente do GPA, recentemente publicada pelo jornal Valor Econômico (09/2013): http://www.valor.com.br/empresas/3268468/e-hora-de- investir-e-nao-de-pisar-no-freio-diz-presidente-do-gpa

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