Conversão do conhecimento Modos de conversão do conhecimento (Nonaka & Takeuchi, 1997 )  Combinação  Internalização  ExplÃcito  Externalização  Socialização  Tácito ExplÃcito Tácito DESTINO     O R I G E M
É difÃcil que se possa dispor de um grupo de indivÃduos deste nÃvel por longo tempo.
As empresas estão dispostas em vários locais distintos.
Há problemas e custos com deslocamentos freqüentes.
Conseqüência: baixa utilização do processo nas empresas.
Comunidades virtuais
São comunidades de trabalho que fazem o seu processo de comunicação, discussão e apresentação de propostas por meio de um ambiente virtual de aprendizagem (AVA ou LMS).
Este ambiente tem que permitir vÃdeo, chat , fórum, correio interno, trabalhos em grupos, locais para colocação dos trabalhos e portfólios individuais e grupais.
Comunidades de trabalho
Devem ser pequenas ( 5 a 10 membros).
Devem ser multidisciplinares.
Devem nomear um relator que, ao final, fará a organização das informações para a etapa seguinte.
Deve-se estabelecer um código de conduta no processo de comunicação.
Todas as conversas, trabalhos e textos devem ser gravados. Nestes arquivos repousa o conhecimento que há de ser explicitado.
Outras comunidades poderão ser criadas dentro das empresas para análise de problemas gerais ou para discussão de temas necessários aos negócios, tais como:
- Sustentabilidade
- Ética e valores
- Inovação
- Inteligência competitiva
Para estes assuntos recomenda-se a presença de um profissional com experiência na área, para a condução dos trabalhos e orientação aos participantes.
Vantagens da comunidade virtual.
Os indivÃduos participantes podem dispor dos melhores horários para este trabalho.
Permite que todo o material fique gravado e disponÃvel para acesso todo o tempo.
Permite uma reflexão contÃnua sobre todo o processo ao longo da sua duração.
Elimina barreiras de convivência (traços fÃsicos, timidez, preconceitos de raça e cor, etc...).
Não retira os participantes do convÃvio com a famÃlia e não favorece a ausência no trabalho.
A dinamização e coordenação das atividades em uma comunidade virtual precisam ser conduzidas por profissional que tenha fluência tecnológica, domÃnio dos conteúdos e da metodologia do trabalho colaborativo em EAD on-line.
Toda a proposta pode ser comprometida pela má condução de um coordenador despreparado para este tipo de ação.
Conclusões
A utilização das metodologias próprias e dos recursos dos ambientes virtuais (LMS) podem ajudar as empresas nos seus processos de criação do conhecimento, no desenvolvimento de temas de interesse da empresa e para a discussão de problemas em geral, eliminando barreiras que dificultam estas discussões de forma presencial.
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