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I Encontro de Portos da CPLP – Apresentação do Porto de Lisboa
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I Encontro de Portos da CPLP – Apresentação do Porto de Lisboa

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O Porto de Leixões e a CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) organizaram, a 25 e 26 de Setembro de 2008, o "I Encontro de Portos da CPLP", sob o lema “Estreitando Relações Comerciais e de …

O Porto de Leixões e a CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) organizaram, a 25 e 26 de Setembro de 2008, o "I Encontro de Portos da CPLP", sob o lema “Estreitando Relações Comerciais e de Cooperação no Espaço da Lusofonia”. O evento decorreu no Auditório Infante D. Henrique, em Leça de Palmeira.
Com o evento pretendeu-se abrir um espaço e um tempo de reflexão comum, estabelecendo ou estreitando laços de conhecimento e amizade e criando meios para uma maior aproximação, cooperação e parceria entre todos na discussão de questões de interesses recíprocos e sob a égide da mesma língua que todos falam.
Os objectivos propugnados neste encontro pioneiro vieram a concretizar-se a 13 de Maio de 2011, com a constituição da Associação dos Portos de Língua Portuguesa - APLOP.

Divulgamos a apresentação de suporte à intervenção de Eduardo Martins, da Administração do Porto de Lisboa (APL), Portugal, no I Encontro de Portos da CPLP.
Há mais 8 apresentações disponíveis neste espaço da APLOP no Slideshare, e referentes ao I Encontro de Portos da CPLP.
A apresentação do Porto do Lobito (Angola), teve suporte vídeo, encontrando-se disponível no Canal da APLOP no Youtube, em
http://www.youtube.com/watch?v=1jBFIyAAJCU

Programa do I Encontro de Portos da CPLP: http://congresso.aplop.org/sartigo/index.php?x=5945

Historial dos Encontros/Congressos da APLOP: http://congresso.aplop.org/menu/index.php?x=202

Estamos no Facebook: http:// facebook.com/aplop.press
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A APLOP está no Youtube: http://www.youtube.com/aplop2
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CONSULTE O SITE DO VI CONGRESSO DA APLOP: http://congresso.aplop.org/

Visite também www.portosdeportugal.pt

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  • 1. Eduardo Martins 1
  • 2. O PORTO DE LISBOA E O COMÉRCIO MARÍTIMO COM OS PORTOS DA CPLP A LÍNGUA PORTUGUESA COMO FACTORDE DESENVOLVIMENTO DA COOPERAÇÃO ENTRE OS PORTOS DA CPLP: AMEAÇAS E OPORTUNIDADES Eduardo Martins 2
  • 3. Porto de LisboaEstuário do Tejo 3
  • 4. Área de Jurisdição (32.000 ha) Alhandra Paço de Arcos Póvoa de Stª. Iria Dafundo-Cruz QuebradaTrafaria Bom SucessoP.Buchos Belém P.Brandão Alcântara Matinha StºAmaro P.Bispo Banática Rocha Xabregas/Beato Palença Stª.Apolónia Cacilhas Terreiro do Paço Cais do Sodré Seixalinho Carga Seixal Barreiro Carga/Indústria Estaleiros Paio Pires Pesca ( artesanal ) Alhos-Vedros Pesca Passageiros Cruzeiros Ponto de acostagem Porto de Recreio Outros 4
  • 5. Localização dos terminaisde contentores TCSA TCSA TCA TCA TML TML 5
  • 6. Localização dos terminais degranéis sólidos ALHANDRA ALHANDRA TRAFARIA TRAFARIA BEATO BEATO OFF-SHORE OFF- OFF-SHORE UNLOADING UNLOADING PALENÇA PALENÇ PALENÇA BARREIRO BARREIRO
  • 7. Localização dos terminais decruzeiros ALCÂNTARA ALCÂNTARA ROCHA ROCHA C. ÓBIDOS C. ÓBIDOS SANTA APOLÓNIA APOLÓ
  • 8. Localização das docas derecreio Santo Amaro Santo Amaro Bom Sucesso Bom Sucesso Belém Belé Belém Alcântara Alcântara 8
  • 9. Primeiro porto nacional em: entrada de navios (3 447, em 2007); carga geral (incluindo contentorizada); granéis sólidos alimentares; porto preferencial para os PALOP, Brasil e EUA; porto preferencial para a ligação às Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira; porto preferencial para a Região de Lisboa e Vale do Tejo. Porto preferencial para a Região de Madrid (via Portugal) 9
  • 10. Carga movimentada (2007) 779 +9 ,4 % 6.173 13.898 13.119 1.340 12.706 5.606 Granéis Granéis Carga Carga Carga Total Total Sólidos Líquidos Geral Marítima Fluvial 2007 2006 10 Unidade: Mil Toneladas
  • 11. Carga movimentadacom Países da CPLP (2007) +3 0 % 671 (27,5%) 13 (0,5%) 2.440 1. 907 1.756 (72%) Granéis Granéis Carga Total Total Sólidos Líquidos Geral 2007 2006 11 Unidade: Mil Toneladas
  • 12. Vantagens Competitivas Posição estratégica no cruzamento das principais rotas marítimas Condições de abrigo porto natural, aberto 24h/dia, 365 dias/ano Acessibilidades marítimas canal de acesso a -15,5m ZH, com sistema DUKC Profundidade dos cais -14m ZH para contentores -17m ZH para granéis Capacidade anual disponível: 6 milhões de tons granéis agro-alimentares 900 000 TEU 3 terminais especializados na movimentação de contentores (1 terminal de contentores de águas profundas a -14m ZH e 2 terminais de SSS ) 3 terminais especializados na movimentação de granéis agro-alimentares (2 terminais de águas profundas a -14/-17 ZH) 12
  • 13. Plano Estratégico – ObjectivosDefinir um conjunto de estratégias que permitam: reforçar a vantagem competitiva do porto de Lisboa, tendo presente a sua multifuncionalidade e a sua integração sustentável nos espaços urbanos circundantes; contribuir para a afirmação de Lisboa como metrópole europeia e atlântica. 13
  • 14. Perfil portuário estratégico Indústria Serviços . Contentores Frac Só li Agro-alimentares Agro- 515 000 TEU s 4 000 000 Ton re d os on t e n t o Carga Geral Granéis Liq. Lazer C Recreio Tráfego Turismo Fluvial Pescas Passag. 14
  • 15. Contentores na PenínsulaIbérica BILBAU BILBAU VIGO VIGO BARCELONA BARCELONA LEIXÕES LEIXÕES F.FOZ F.FOZ VALÊNCIA VALÊNCIA LISBOA LISBOA 100 000 TEU SETÚBAL SETÚ SETÚBAL ALICANTE 500 000 TEU ALICANTE SINES SINES 1 000 000 TEU CADIZ CADIZ ALGECIRAS ALGECIRAS 15
  • 16. Evolução previsível domovimento de contentores 2010 2015 2020 2025 Short Sea Shipping 105 000 200 000 245 000 305 000 ContainersDeep-sea and feeder 755 000 1 050 000 1 455 000 1 945 000 containers TOTAL TRAFFIC 860 000 1 250 000 1 700 000 2 250 000 unit: TEU 16
  • 17. Capacidade actual e futura doterminal de AlcântaraPresente: Futuro:Capacidade: 350.000 TEU Capacidade: 1.000.000 TEU 17
  • 18. Localização e capacidade doTerminal da Trafaria EXPANSÃO FASE 1 Capacidade do Cais Capacidade do Parque Investimento Alternativas de Desenvolvimento Comprimento Área do Parque (TEUs/ano) (TEUs/ano) (10e6 €) (€ / TEU) (m) (ha) Fase 1 700 700 000 22.5 500 000 90 18 125 Expansão 1000 1 000 000 31.5 700 000 25 83
  • 19. Acessibilidades e logísticaPortuária 19
  • 20. Plataformas Logísticas• O Porto de Lisboa é actualmente servido pela plataforma polinucleada Alverca-Carregado, situada a norte do rio.• 2 grandes projectos estão em construção na área de influência do porto de Lisboa : – Castanheira do Ribatejo • plataforma multimodal (fluvial, rodoviária e ferroviária), localizada a norte do estuário do Tejo, a cerca de 30 km do porto, com 100 ha que irá servir a parte norte da AML – Poceirão • plataforma multimodal (rodoviária e ferroviária) localizada perto da auto-estrada para Madrid, a cerca de 40 km do porto, com mais de 300 ha que irá servir a AMP• A APL é sócia da “Madrid Plataforma Logística” 20
  • 21. O Porto de Lisboa e osPaíses da CPLPCom a sua posição estratégica na Área Metropolitanade Lisboa, com as potencialidades oferecidas e numquadro de desenvolvimento estratégico sustentado, O PORTO DE LISBOA CONTINUARÁ A SER UM PARCEIRO PREFERENCIAL NA MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS COM OS PAÍSES DA CPLP E NAS RELAÇÕES ECONÓMICAS E DE COOPERAÇÃO COM AS EMPRESAS DO SECTOR DOS DIFERENTES PAÍSES 21
  • 22. O PORTO DE LISBOA E O COMÉRCIO MARÍTIMO COM OS PORTOS DA CPLP A LÍNGUA PORTUGUESA COMO FACTORDE DESENVOLVIMENTO DA COOPERAÇÃO ENTRE OS PORTOS DA CPLP: AMEAÇAS E OPORTUNIDADES Eduardo Martins 22
  • 23. Perspectivas para a cooperaçãoentre portos da CPLP A LÍNGUA PORTUGUESA COMO FACTOR DE DESENVOLVIMENTO DA COOPERAÇÃO ENTRE OS PORTOS DA CPLP: AMEAÇAS E OPORTUNIDADESUm contributo com três temas de reflexão: – Cooperação empresarial – Cooperação na formação profissional – Cooperação institucional UMA VISÃO DO LADO DE PORTUGAL 23
  • 24. Perspectivas para a cooperaçãoentre portos da CPLPCOOPERAÇÃO EMPRESARIALNo passado … e no presente: – Actividade regular de armadores portugueses em tráfegos bilaterais (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, S. Tomé e Príncipe) – Actividade de armador português nos tráfegos de cabotagem de Cabo Verde e nos tráfegos de Cabotagem e regionais com base em Moçambique – Actividade de empresas portuguesas na operação portuária na Guiné-Bissau e em Moçambique – Participação de empresas portuguesas no âmbito de estudos sectoriais e de elaboração de projectos e na construção de infraestruturas portuárias em vários países da CPLP 24
  • 25. Perspectivas para a cooperaçãoentre portos da CPLPCOOPERAÇÃO EMPRESARIALNo futuro: •NOVAS PERSPECTIVAS PARA A COOPERAÇÃO Capacidades e ambição do sector EMPRESARIAL empresarial português •APROVEITAMENTO DE SINERGIAS OFERECIDAS Perspectivas que se abrem face ao POR GRUPOS ECONÓMICOS desenvolvimento das economias PORTUGUESES no Brasil e em África Exigências de internacionalização das actividades económicas ACTIVIDADES: sectoriais naqueles Países TRANSPORTES MARÍTIMOS AGENCIAÇÃO DE NAVIOS Aumento das exigências financeiras, OPERAÇÃO PORTUÁRIA necessidade de partilha de risco e ESTUDOS SECTORIAIS desafio à integração empresarial PROJECTO E CONSTRUÇÃO 25
  • 26. Perspectivas para a cooperaçãoentre portos da CPLPCOOPERAÇÃO NA FORMAÇÃO PROFISSIONALNo passado … e no presente: – Intensa e reconhecida actividade desenvolvida pela APDL na concretização de um vasto e contínuo programa de formação de quadros portuários dos Países Africanos de língua portuguesa – Acções pontuais promovidas por outras Administrações Portuárias com alguns daqueles Países – Acções pontuais realizadas pela Escola Náutica Infante D. Henrique, em particular com Cabo Verde – Envolvimento em acções de formação promovidas pela CNUCED (inicialmente APL, nos últimos anos APDL) 26
  • 27. Perspectivas para a cooperaçãoentre portos da CPLPCOOPERAÇÃO NA FORMAÇÃO PROFISSIONALNo futuro: •AUMENTO SIGNIFICATIVO Grande exigência de troca de DAS NECESSIDADES DE experiências ao nível da gestão FORMAÇÃO DE QUADROS •EXIGÊNCIA DE INTEGRAÇÃO Necessidade de aumentar as E RACIONALIZAÇÃO DE acções de formação e qualificação ACÇÕES A REALIZAR de quadros para o sector Perspectiva de optimização e racionalização de meios e resul- NOVAS PERSPECTIVAS tados das acções de formação ENVOLVENDO: ADMINISTRAÇÕES PORTUÁRIAS Maior disponibilidade e capacidade ESCOLA NÁUTICA oferecidas pela Escola Náutica APL DISPONÍVEL 27
  • 28. Perspectivas para a cooperaçãoentre portos da CPLPCOOPERAÇÃO INSTITUCIONALNo passado … e no presente: – Troca de informação e de experiências sobre temas de interesse sectorial entre Administrações Portuárias de Portugal e de Países Africanos de Língua Portuguesa – Principais temas abrangidos: Organização do sector e das Administrações; Processos de Privatização e concessões – Troca de informações sobre processos legislativos e regulamentares – Cooperação pontual (em articulação com as Administrações Marítimas) em processos de adesão e implementação de Convenções Internacionais (caso Código ISPS) 28
  • 29. Perspectivas para a cooperaçãoentre portos da CPLPCOOPERAÇÃO INSTITUCIONALNo futuro: •PERSPECTIVA DE AUMENTO Continuação dos processos de DAS ACTIVIDADES DE reformulação orgânica do sector COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL •NECESSIDADE DE GARANTIR Continuação dos processos de MAIOR EFICÁCIA ÀS RELAÇÕES liberalização/concessões das DE TRABALHO (INTEGRADAS) actividades sectoriais Necessidade de intensificar o esforço legislativo, de adesão a NOVAS PERSPECTIVAS Convenções Internacionais e de ENVOLVENDO: regulamentação das actividades ADMINISTRAÇÕES PORTUÁRIAS ADMINISTRAÇÕES MARÍTIMAS APL DISPONÍVEL 29
  • 30. Perspectivas para a cooperaçãoentre portos da CPLPEm síntese, A LÍNGUA PORTUGUESA, SENDO UMA AMEAÇA, FACE À NÃO UNIVERSALIDADE DO SEU USO, EM PARTICULAR NUMA ACTIVIDADE EMINENTEMENTE INTERNACIONALIZADA, CONSTITUI UMA VERDADEIRA OPORTUNIDADE PARA A INTENSIFICAÇÃO DAS RELAÇÕES DE COOPERAÇÃO EMPRESARIAL, DE FORMAÇÃO DE QUADROS E DE COOPERAÇÃO INSTITUCIONAL ENTRE OS NOSSOS PORTOS ASSIM SE QUEIRA E ASSIM SE CONSIGA… 30
  • 31. Perspectivas para a cooperaçãoentre portos da CPLP E, PORQUE NÃO… • PROMOVENDO O RELANÇAMENTO DA JÁ CONSTITUÍDA ASSOCIAÇÃO DOS PORTOS DA CPLP • ASSUMINDO A PERSPECTIVA DE RELIZAÇÃO REGULAR DE ENCONTROS DE PORTOS DA CPLP 31
  • 32. 32