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Vivências Grupais do Folclore Brasileiro
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Vivências Grupais do Folclore Brasileiro

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Nossa proposta é apresentar e refletir sobre um trabalho realizado com os alunos do 3º período do curso Normal Superior. Neste grupo buscava-se desenvolver modos mais integrados de construção do …

Nossa proposta é apresentar e refletir sobre um trabalho realizado com os alunos do 3º período do curso Normal Superior. Neste grupo buscava-se desenvolver modos mais integrados de construção do conhecimento se utilizado de vivências corporais. Visando também resgatar valores socioculturais e artísticos de modo lúdico em que o Brasil pôde ser retratando em suas várias dimensões. Inicialmente, a pesquisa bibliográfica norteou o trabalho visando à coleta de informações sobre a identidade do folclore dos Estados brasileiros, investigando a dança, a música, a culinária e o vestuário como cultura do país. A proposta de atividades transdisciplinares visou desenvolver situações desafiadoras para que cada pessoa pudesse construir seu próprio conhecimento na interação com o meio. Tais atividades abrangeram os tipos de linguagem, regionalismos, verso, ritmo, rima, mitos, lendas, costumes e comidas típicas. A experimentação em grupos ativa a capacidade expressiva de cada pessoa e o confronto com o outro possibilita trocas múltiplas. Com este trabalho foi possível cada pessoa “incorporar” modos diversos de atuação no mundo de modo a favorecer a pluralidade psíquica individual e coletiva. O desenvolvimento desta proposta consistiu em dois momentos: teoria (ambiente sala de aula) e prática (ambiente pátio da escola – Festa Folclórica). Com esta pesquisa, concluímos que o fenômeno folclórico existe em todos os níveis sociais. É, pois, a representação máxima da maneira de sentir, agir e de reagir de nossa gente. Numa visão fenomenológica, este trabalho reafirma uma visão de “Ser”, para o filósofo Martin Heidegger o modo mais próprio de “Ser” é “Ser com” (ser-no-mundo-com-o-outro).

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  • 1. VIVÊNCIAS GRUPAIS DO FOLCLORE BRASILEIRO: PSIQUE, CONHECIMENTO E REFLEXÃO III Mostra Regional de Práticas em Psicologia Experiências em Debate 2009 ANITA RINK & SÔNIA ALVES CUNHA DOS SANTOS
  • 2. PROJETO: OFICINAS PEDAGÓGICAS: “SIGNIFICANDO O SABER FAZER” Objetivo: Resgatar Valores sócio-culturais e Artísticos através de múltiplas vivências e experimentações do Brasil em suas várias dimensões. D esenvolver modos integrados de construção do conhecimento se utilizado de vivências corporais.
  • 3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
    • Confeccionar instrumentos musicais a partir de:
    • - produtos naturais (côco e bambu)
    • - material reciclável
    • (copos descartáveis, garrafa peti e canudinhos)
  • 4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
    • Estimular nos alunos a percepção das diferentes culturas no Brasil através da dança;
  • 5. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
    • Desenvolver atividades educativas que possibilitem a valorização da flora e da fauna brasileiras
  • 6. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
    • Reconhecer a culinária e o vestuário como elementos formadores de cultura do país.
  • 7. Trabalho apresentado:
    • 3º período do Curso Normal Superior, disciplina Didática II.
  • 8. Pesquisa bibliográfica sobre a identidade e folclore dos Estados:
    • Através da:
      • dança
      • música
      • culinária
      • vestuário
    • Itens que formam a cultura do país.
  • 9. desenvolver habilidades
    • situações desafiadoras para que o aluno construísse seu próprio conhecimento
    • experiências concretas e interação com o meio
    • relação de teoria e prática.
  • 10. As atividades atividades transdisciplinares
    • abrangeram os tipos de linguagens, regionalismos, verso, ritmo, rima, mitos, lendas, costumes, comidas típicas e dobraduras.
  • 11. A apresentação do projeto
    • consistiu em vários momentos:
      • teoria (ambiente sala de aula),
      • prática (ambiente: pátio da escola – Festa folclórica)
  • 12. confecção de instrumentos
    • material reciclado
  • 13. Experimentação musical em sala
  • 14. Vivências corporais folclóricas
  • 15.  
  • 16. Vivências corporais folclóricas
    • Fauna, Flora e costumes
  • 17. Experimentação em grupo
    • A ativa a capacidade expressiva
    • possibilita confronto com o outro e trocas múltiplas.
    • É possível cada pessoa “incorporar” ludicamente modos diversos de atuação no mundo.
    • favorece a pluralidade psíquica individual e coletiva.
  • 18. Apresentação da experiência vivida
  • 19.  
  • 20. concluímos
    • que o fenomeno folclórico existe em todos os níveis sociais. É, pois a representação máxima da maneira de sentir, agir e de reagir de nossa gente.
    Visão fenomenológica: o modo mais próprio de “Ser” é “Ser com” (ser-no-mundo-com-o-outro). Martin Heidegger
  • 21. REFERÊNCIAS:
    • Araújo, A. M. (s/d). Brasil Folclore, Histórias, Costumes e Lendas. São Paulo: Editora Três. V.2.
    • Aschenbach, L. (1990). A Arte-Magia das dobraduras – histórias e atividades pedagógicas com origami. Uma proposta interdisciplinar. São Paulo: Scipione.
    • Azevedo, R. (2000). Armazém do Folclore. São Paulo: Editora Ática.
    • Parâmetros Curriculares Nacionais: apresentação dos temas transversais: ética/cidadania. Ministério da educação.(2001) Secretaria da Educação Fuldamental. 3ed. Brasília: A Secretaria.
  • 22.
    • ANITA RINK:
    • [email_address]
    • SÔNIA ALVES CUNHA DOS SANTOS:
    • [email_address]

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