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Análise do ambiente organizacional e institucional no APL da piscicultura
 

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    Análise do ambiente organizacional e institucional no APL da piscicultura Análise do ambiente organizacional e institucional no APL da piscicultura Presentation Transcript

    • ANÁLISE DO AMBIENTE ORGANIZACIONAL E INSTITUCIONAL NO DESENVOLVIMENTO DA COMPETITIVIDADE DE SISTEMAS LOCAIS DE PRODUÇÃO: O CASO DA PISCICULTURA EM MSAngelo Mateus Prochmann
    • Problemática  Analisar as contribuições, limitações e contradições do ambiente organizacional e institucional, notadamente de seus agentes, no desenvolvimento da competitividade de sistemas produtivos locais. Recorte teórico escolhido Organizações e Instituições (NEI) Sistemas produtivos locais – fontes locais de competitividade (tangíveis ou intangíveis) Competitividade (variáveis relevantes de desempenho sob a ótica sistêmica) - nível meta
    • Arcabouço teórico  Competitividade – inúmeras definições, tal como “Desenvolvimento Sustentável”, sendo adotado de acordo com o objetivo pretendido;  Muitas vezes o conceito se funde - Micro/Meso/Macro - nem sempre possível classificá-lo pela amplitude que acaba tomando;  Décadas de 80 e 90 - as visões tradicionais sobre a Competitividade (das empresas) foram sendo ampliadas (elementos como a capacidade de competir das nações) e posteriormente serviram de base para a construção teórica do conceito de Competitividade Sistêmica.
    • Arcabouço teórico Competitividade - pode assumir três vertentes básicas conceituais não excludentes e também podendo ser consideradas complementares. 1ª ligada ao ambiente 2ª ligada ao ambiente micro - campo Macroeconômico empresarial (Governos, países e (desempenho das regiões); firmas individuais);Produtividade 3ª combina elementos micro e Desempenho e Lucro macro - Nível intermediário. com bem estar social
    • Arcabouço teóricoPORTER - tem sido um dos mais influentes teóricos envolvidos no debatesobre a definição do conceito; Ele identifica que a competitividade tem sua origem nas inúmerasatividades distintas que uma empresa executa no projeto, na produção, nomarketing, na entrega e no suporte de seus produtos. Segundo este autor (PORTER, 1989, p. 5), existem cinco forças que podem ameaçar a lucratividade e conseqüentemente o desempenho da firma. São elas: a) Rivalidade competitiva; b) Força dos clientes; c) Força dos fornecedores; d) Ameaça de produtos substitutos; e) Entrada de novos concorrentes.“A fonte da vantagem competitiva passa a surgir a partir da forma como aempresa se organiza internamente e da sua capacidade de influência nacadeia de valores que ela cria ou participa” (PORTER, 1989, p. 6).
    • Arcabouço teóricoPORTER - ainda busca elucidar o conceito de competitividade das nações. Para ele, a explicação sobre a competitividade de uma nação resultaprincipalmente da competitividade das indústrias e dos competidoresindividuais (PORTER, 1993). Caráter liberal – Organizações (ex. Estado) acaba sendo reduzido aoagente que sustenta a prosperidade econômica, proporcionando umambiente no qual as empresas podem melhorar ou inovar mais depressa doque as rivais estrangeiras em uma determinada indústria;Eles (os governos nacionais) devem lutar pelos seus verdadeirosdeterminantes, como incentivo, esforço e competição e não por escolhastentadoras, mas geralmente contraproducentes, como subsídios,colaboração ampla e proteção “temporária”, frequentemente propostos. Opapel adequado do governo é empurrar e desafiar a indústria para queavance, não proporcionar “ajuda” para que a indústria possa evitá-la(PORTER, 1993, p. 32).
    • Arcabouço teóricoJá CASTELL descreve que o “conceito de competitividade é permeado por umconjunto de valores maiores do que a simples lucratividade da firma individuale, por isso, torna-se mais importante a análise da competitividade voltada paraas organizações econômicas - governos, países e regiões, sendo que osinteresses das empresas estão diretamente conectados aos das organizações.(CASTELL, 1999, p. 139). Segundo ele, citando STEPHEN COHEN (1985) - “a competitividade temdiferentes sentidos para as empresas e para a economia nacional. Acompetitividade de uma nação é o grau em que ela pode, sob condições demercado livres e justas, produzir bens e serviços que atendam às exigênciasdos mercados internacionais e, ao mesmo tempo, aumentem a renda real deseus cidadãos” (CASTELL, 1999, p. 139). A ênfase dessa ótica:  vai além da simples busca pela lucratividade da empresa;  novos valores e interesses foram sendo acrescentados ao conceito;  estão voltados para a maximização dos resultados, também com o intuito de servir aos interesses da população de seus territórios;  Ainda que o papel das empresas seja principal, as suas performances são dependentes também do ambiente em que estão inseridas.
    • Arcabouço teóricoDe acordo com FAJNZYLBER, a competição que ocorre no mercadointernacional não é somente entre empresas, mas entre sistemas produtivos,esquemas institucionais, organizações sociais, e outros (FAJNZYLBER, 1988,p. 22).Ele define competitividade sob a visão do desempenho, ou seja, obtida a partirda produtividade dos recursos produtivos, e estabelece a definição do conceitoa partir de dois parâmetros: Competitividade autêntica; e espúria. Competitividade autêntica - representado pelo aumento da produtividade, via progresso técnico; Competitividade espúria - representado pelos baixos salários, taxas de câmbio, subsídios, entre outros. FAJNZYLBER foi um dos pesquisadores mais influentes na construção do conceito decompetitividade sistêmica, inserindo-o em estudos e pesquisas das mais diversas naCEPAL, que posteriormente foram incorporados nas proposições de políticas públicasdesenvolvidas em diversos países e especialmente no Brasil (SUZIGAN; FERNANDES,2003).
    • Arcabouço teórico Seguindo a corrente cepalina, pesquisadores da Universidade de Duisburg, na Alemanha, definiram Competitividade Sistêmica a partir do desempenho das firmas com as condições do ambiente (físico, econômico e social) no qual estão inseridas, com a distinção em quatro níveis analíticos (ESSER; HILLEBRAND; MESSNER; MEYER-STAMER, 1996, p. 39-52). São eles: Nível meta – os padrões de organização política e econômica orientados para o desenvolvimento (fatores sociais, políticos e culturais existentes que influenciam no desempenho das firmas); Nível macro – os ambientes econômico, político e legal, que exercem uma pressão sobre o desempenho das firmas (podem ser regras e leis gerais que afetam a todos);
    • Arcabouço teórico Nível meso - estruturado onde as empresas e o ambiente organizacional (leia-se Estado) atuam em comum acordo, com o objetivo de gerar vantagens competitivas (política de promoção econômica, de infra-estrutura, de exportações, de educação, de tecnologia, entre outras); Nível micro - comportamento e estratégias competitivas das firmas, que por sua vez se articulam em torno de idéias de política de rede (cooperação formal e informal, alianças, aprendizagem conjunta). A principal afirmação do conceito da competitividade sistêmica é: o desenvolvimento industrial bem-sucedido não se cria apenas com fatores do nível micro de empresas e do nível macro das condições macroeconômicas em geral, mas também com medidas específicas das organizações para fortalecer a competitividade de empresas (nível meso).
    • Arcabouço teórico Nível meta Competitividade Estrutura Padrões de organização Sistêmica competitiva da política, econômica e economia social Nível macro Ambiente econômico, Política fiscal, político e legal estável tributária, cambial, etc. Nível meso Políticas especificas para a criação de vantagem competitiva Nível micro Atividades Cooperação Ênfase ao nível meso da internas das formal e informal, competitividade sob a empresas alianças, etc. ótica sistêmica
    • Arcabouço teórico Segundo COUTINHO e FERRAZ, a competitividade pode ser vista como a produtividade das empresas ligada à capacidade dos governos, ao comportamento da sociedade e aos recursos naturais e constituídos, e aferida por indicadores nacionais e internacionais, permitindo conquistar e assegurar fatias de mercado (COUTINHO; FERRAZ, 1995, p.10).  Para eles, parece adequada a noção de competitividade sistêmica como “modo de expressar que o desempenho empresarial depende e é também resultado de fatores situados fora do âmbito das empresas e da estrutura industrial da qual fazem parte, como a ordenação macroeconômica, as infra- estruturas, o sistema político-institucional e as características sócio- econômicas dos mercados nacionais. “Todos estes são específicos a cada contexto nacional e devem ser explicitamente consideradas nas ações públicas ou privadas de indução de competitividade” (COUTINHO; FERRAZ, 1995, p. 17).
    • Arcabouço teóricoPaulo Furquim AZEVEDO afirma que competitividade pode ser entendidacomo a capacidade de uma empresa crescer e sobreviver de modosustentável, sendo, portanto, característica de um agente (a empresa)(AZEVEDO, 2000, p. 62). Já FARINA e ZYLBERSZTAJN afirmam que o conceito de “competitividadenão tem uma definição precisa. Pelo contrário, compreende tantas facetas deum mesmo problema que dificilmente se pode estabelecer uma definição aomesmo tempo abrangente e útil”. Segundo eles, “do ponto de vista das teorias de concorrência, acompetitividade pode ser definida como a capacidade de sobreviver e, depreferência, crescer em mercados correntes ou novos mercados. Decorredessa definição que a competitividade é uma medida de desempenho dasfirmas individuais. No entanto, esse desempenho depende de relaçõessistêmicas, já que as estratégias empresariais podem ser obstadas porgargalos de coordenação vertical ou de logística” (FARINA; ZYLBERSZTAJN,1998, p. 10).
    • Arcabouço teórico FARINA e ZYLBERSZTAJN (1998, p. 10-11) relacionam ainda alguns importantes indicadores para analisar a competitividade das empresas, que são: • Participação no mercado - importante indicador de resultados; • Custos e Produtividade - importante indicador de eficiência; • Inovação em Produtos e Processos - podem ser determinantes da preservação e melhoria da participação no mercado. Passado Competitividade Futuro A participação no Enquanto as estratégias em mercado, os custos e a torno da inovação em produtividade refletem produtos e processos basicamente a implicam na definição da competitividade passada competitividade futura.
    • Determinantes doArcabouço teórico desempenho das firmas e dos mercados Fonte: FARINA; ZYLBERSZTAJN,1998, p. 19
    • Arcabouço teórico Segundo JANK e NASSAR (2000, p. 142), a competitividade pode ser descrita sobre três grandes blocos: Capacidade produtiva/tecnológica – relacionada a vantagens de custos que são reflexos da produtividade dos fatores de produção e/ou de aspectos de logística; Capacidade de coordenação – capacidade de receber, processar, difundir e utilizar informações de modo a definir e viabilizar estratégias competitivas (inovação de produto e processo, diferenciação e segmentação), efetuar controles e reagir a mudanças no meio ambiente. Capacidade de inovação – relacionada aos investimentos públicos ou privados em ciência e tecnologia, bem como em formação de capital humano;
    • Arcabouço teóricoSegundo ZYLBERSZTAJN (2000) - A estrutura de contratos, que permeia asrelações entre os agentes, e a figura de um (ou vários) agente coordenador,são aspectos das inter-relações setoriais. Como conseqüência, destaca-se aimportância da estabilidade institucional, que garante o cumprimento doscontratos e da legalidade das relações, ao desempenho do sistema.AZEVEDO apresenta a Nova Economia Institucional dividida em dois níveisanalíticos. O ambiente institucional contemplando as macroinstituições, quesão aquelas que estabelecem as bases para as interações entre os sereshumanos (ex. regras, leis e governo); e as estruturas de governança (ex.contratos), que contemplam as microinstituições, aquelas que regulam umatransação específica (AZEVEDO, 2000, p.35). NORTH (1994) - se ocupa em analisar o Ambiente Institucional (macro) - “regras do jogo” DeterminantesNEI para a WILLIAMSON (1989) - se ocupa em analisar competitividade os Custos de Transação (micro) – do sistema “contratos”
    • Arcabouço teóricoFARINA e ZYLBERSTAJN (1998, p. 18) - As estratégias e a competitividadedependem, em primeiro lugar, do ambiente institucional - sistemas legaisde solução de disputas, as políticas macroeconômicas (monetária, fiscal ecambial), as políticas tarifárias, comercial e as políticas adotadas pelogoverno, assim como por governos de outros países (parceiros comerciaise concorrentes). O ambiente organizacional (organizações que dão apoio aos negóciosprivados) e o ambiente tecnológico completam as variáveis determinantesda competitividade individual e sistêmica.NORTH afirma que “o desempenho econômico é função das instituições ede sua evolução. São elas, juntamente com a tecnologia, que determinamos custos de transação e produção.“As instituições são as regras do jogo, limitam as ações do homem a fimde disciplinar as interações humanas. Em compensação, estruturamincentivos, de natureza política, social e econômica” (NORTH, 1994, p. 9).
    • Arcabouço teóricoJá as Organizações, ou seja, os agentes econômicos e políticos, que derivamde determinada matriz institucional, tendem a ter interesse em perpetuar aestrutura vigente.“A trajetória das mudanças depende, portanto, do interesse dasorganizações, dos agentes envolvidos. Essa trajetória pode enfraquecerorganizações antigas e possibilitar o surgimento de novas com interessesdistintos”;“Os atores cruciais em tais casos serão os empresários políticos, cujaliberdade aumenta nessa situação e que, dada sua percepção dos problemas,têm a possibilidade de induzir o crescimento e o fortalecimento de novas eantigas organizações e de grupos de interesses os mais diversos” (NORTH,1994, p. 15).A NEI provê um quadro analítico adequado para a compreensão dos fatoresorganizacional e institucional, como elementos chave da competitividade(Organizações - elemento coordenador de disputas, organizador e reguladorde instituições, do aparato institucional e dos agentes).
    • Arcabouço teóricoSistema local de produção - o papel desempenhado pelos agenteseconômicos em determinado território é considerado elemento decisivo paraa funcionalidade das intervenções realizadas pelas instituições no mercadoonde está situada a atividade produtiva;Ao analisar um sistema local de produção- O território passa a ter influência no desenvolvimento dos fatores queinterferem no sistema (não se deve ignorar o ambiente local);- Há especificidade existente nos locais onde os agentes atuam;CAMPEÃO afirma que independente da tipologia adotada, a problemática dossistemas locais de produção baseia-se na transformação de hierarquiasespaciais a partir de mecanismos do tipo territoriais que nascem de formaautônoma.“A busca pelo desenvolvimento territorial torna-se inútil se acompanhadapelo pressuposto que a única forma de mudar seu posicionamento éenvolvendo-se na dinâmica das grandes multinacionais e dos grandes fluxosfinanceiros internacionais” (2004, p. 45).
    • Arcabouço teórico
    • Método e técnica de pesquisa Método Indutivo de Abordagem – O método indutivo é aquele “cuja aproximação dos fenômenos caminha geralmente para planos cada vez mais abrangentes, indo das constatações mais particulares às leis e teorias (conexão ascendente)” (LAKATOS; MARCONI, 2001, p. 106); Método de estudo de casos - como método de procedimento. Pesquisa Qualitativa - a técnica para coleta de dados será a partir da observação direta intensiva através de entrevistas exploratórias e aplicação de questionário semi-estruturado. Recorre-se à entrevista quando não há fontes mais seguras para as informações desejadas ou quando se pretende completar dados extraídos de outras fontes (CERVO; BERVIAN, 1973, p. 147).
    • Contribuições Contribuição acadêmica - Modelo genérico (pode ser utilizado para analisar diversos sistemas produtivos) e específico (atende ao propósito em relação a sistemas produtivos incipientes); - Material básico de documentação de onde poderão partir outros estudos; Contribuição para o setor público e empresarial - Coletânea de informações mais atual possível; - Identificação da situação atual e dos gargalos críticos que impactam na competitividade da atividade; - Tendências e estratégias organizacionais viáveis para o desenvolvimento do sistema produtivo.
    • Referências bibliográficasAZEVEDO, Paulo Furquim. Nova Economia Institucional: referencial geral eaplicações para a agricultura. São Paulo: 2000, p.62.CAMPEÃO, Patrícia. Sistemas Locais de Produção: um modelo dedesenvolvimento. Tese (Doutorado em Engenharia da Produção). São Carlos:UFSCAR, 2004.CASTELL, Manuel. A Sociedade em Rede. A Era da Informação: Economia,Sociedade e Cultura. v.1. 7.ed. São Paulo: Paz e Terra, 1999, p.139.COUTINHO, Luciano; FERRAZ, João C (coord). Estudo da Competitividade daIndústria Brasileira. 3.ed. Campinas: Papirus, 1995, p.7-97.ESSER, Klaus; HILLEBRAND, Wolfgang; MESSNER, Dirk; MEYER-STAMER,Jörg. Competitividad Sistémica: Nuevo desafío a las empresas y a la política.Revista da CEPAL, n.59. Santiago do Chile: 1996, p. 39-52.FAJNZYLBER, Fernando. Competitividad internacional: evolución y lecciones.Revista da CEPAL, n.38. Santiago do Chile: 1988, p.22.FAJNZYLBER, Fernando. Industrialización en América Latina. De la caja negra alcasillero vacío. Revista Nova Sociedade. n.118. Buenos Aires: 1992, p.21-28.Disponível em: < http://www.nuevasoc.org.ve/upload/articulos/2086_1.pdf>.Acesso em: 23 mar. 2006.
    • Referências bibliográficasFARINA, E.M.M.Q. Competitividade e coordenação de sistemasagroindustriais: um ensaio conceitual. v.6, n.3. Revista Gestão da Produção.São Carlos: UFSCAR, 1999, p.147-161.FARINA, Elizabeth M. M. Q.; ZYLBERSZTAJN, Décio (coord) Competitividadeno Agribusiness Brasileiro - Introdução e Conceitos. v.1. São Paulo: PENSA,1998, 75p.JANK, Marcos S; NASSAR, André M. Competitividade e Globalização. In:ZYLBERSZTAJN, Décio; NEVES, Marcos F (coord). Economia e Gestão dosNegócios Agroalimentares. São Paulo: Pioneira, 2000, p. 142.MEYER-STAMER. Estratégias de Desenvolvimento Local e Regional: Clusters,Política de Localização e Competitividade Sistêmica. n.28. Policy Paper. SãoPaulo: ILDES, 2001, p. 20.NORTH, D. C. Instituciones, cambio institucional e desempenho econômico.Parte I: Introducción a las instituciones e al cambio institucional. México: Ed.Fondo de Cultura Econômica, 1993, pp 13-22.NORTH, D. C. Custos de Transação, instituições e desenvolvimentoeconômico. Rio de Janeiro: Instituto Liberal, 1994, p. 10.PORTER, Michael E. Vantagem Competitiva: criando e sustentando umdesempenho superior. 27. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1989, p.1-31.
    • Referências bibliográficasPORTER, Michael E. A Vantagem Competitiva das Nações. 2. ed. Rio deJaneiro: Campus, 1993, p.1-32.SUZIGAN, Wilson; FERNANDES, Suzana C. Competitividade Sistêmica: acontribuição de Fernando Fajnzylber. Anais do V Congresso Brasileiro deHistória Econômica e 6ª Conferência Internacional de História de Empresas.Minas Gerais: 2003, 24p. Disponível em:<www.abphe.org.br/congresso2003/textos.html>. Acesso em: 23 mar. 2006.WILLIAMSON, John. Depois do Consenso de Washington: uma agenda parareforma econômica na América Latina. Conferência. São Paulo: Semana doEconomista, FAAP, 2003.WILLIAMSON, O. E. Las instituciones económicas del capitalismo. Ed. Fondode Cultura Económica. México, 1989, pp. 13-52.WILLIAMSON, O. E. Comparative economic organization: the analysis ofdiscrete structural alternatives. Administrative Science Quarterly, v.36,p.269-96, Jun. 1991.ZYLBERSTAJN, D. Estruturas de governança e coordenação do agribusness:uma aplicação da Nova Economia das Instituições. Tese (Livre- Docência).São Paulo: FEA-USP, 1995.ZYLBERSZTAJN, D. Conceitos gerais, evolução e apresentação do sistemaagroindustrial. In: ZYLBERSZTAJN, D; NEVES, M. F. (Orgs.). Economia egestão de negócios agroalimentares. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,2000. 428p.,