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O jardim
 

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    O jardim O jardim Document Transcript

    • O JardimUm velho vivia sozinho em Minnesota. Ele queria cavar seu jardim, mas era umtrabalho muito pesado. Seu único filho, que normalmente o ajudava, estava na prisão. Ovelho então escreveu a seguinte carta ao filho, reclamando de seu problema:―Querido filho‖, Estou triste porque, ao que parece, não vou poder plantar meu jardimeste ano. Detesto não poder fazê-lo porque sua mãe sempre adorava a época do plantiodepois do inverno. Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se você estivesse aqui,eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar com o jardim, poisestá na prisão. Com amor, ―Papai‖.Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama:―PELO AMOR DE DEUS, papai, não escave o jardim‖ ! Foi lá ―que eu escondi oscorpos‖.Às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes do FBI e policiaisapareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo.Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera.Esta foi a resposta:―Pode plantar seu jardim agora, papai‖. ―Isso é o máximo que eu posso fazer nomomento.‖Ter uma ESTRATÉGIA É FUNDAMENTAL para conseguir coisas que parecemimpossíveis.Assim, é importante repensar nas pequenas coisas que muitas vezes, nós mesmoscolocamos como obstáculos em nossas carreiras.―Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional‖Por Nizan Guanaes, paraninfo de turma na Faap.―Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo,estou tentado a acreditar que tenho sua licença para dar alguns. Portanto, apesar daminha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja, aqui vão alguns, quejulgo valiosos.Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo ocoração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como
    • conseqüência. Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grandebandido, nem um grande canalha. Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitlernão matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintandoa Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham.Porque são incapazes de sonhar.E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma. A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americanacuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratardaqueles leprosos, disse: ―Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo‖ Eela responde: ―Eu também não, meu filho‖. Não estou fazendo com isso nenhumaapologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar, tem trazidomais fortuna do que pensar em fortuna. Meu segundo conselho: Pense no seu País.Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si.Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre demedo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivemcomo bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver comohomens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu (Personagem daNovela brasileira Saramandaia da Rede Globo). Meu terceiro conselho vem diretamenteda Bíblia: ―Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito‖.É exatamente isso que está escrito na carta de Laudicéia: seja quente ou seja frio, nãoseja morno que eu te vomito: É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. Oescândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, ofracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colaborecom seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor,não jogue fora, seacomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido. Tendo consciência de que,cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em siuma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado, para construirpirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar sempre, com um sacode interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra. Não use Rider, não dêférias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador domundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse!,eusabia! Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço dedomingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudoque ele faria, se fizesse alguma coisa.Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazemcoisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda nãosabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose,porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar. Eu digo: trabalhem,trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata.Ocupa o tempo. Evita o ócio, que é a morada do demônio, e constrói prodígios. OBrasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender
    • com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses que trabalham desol a sol construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta.Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho.Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque vocêvai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão aomesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que émesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva aconhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chamasucesso.‖―TRABALHE EM ALGO QUE VOCÊ REALMENTE GOSTE, E VOCÊ NUNCAPRECISARÁ TRABALHAR NA VIDA‖ (Nizan Guanaes)A Águia CegaUm velho Belanca cortava os céus. Em baixo, o rio seco estava salpicado de ilhotas. Derepente a pressão do óleo começou a baixar e o piloto resolveu pousar no primeiro lugarque aparecesse. E este lugar surgiu sob a forma de uma ilha de tamanho considerável,que, imponentemente e sobrepujando todas as outras, era o lugar ideal para um pouso.As rodas do Balanca tocaram suavemente o solo arenoso, num pouso perfeito. A panefoi sanada com a colocação do óleo que, previdentemente, existia no avião parasituações de tal natureza. Antes de reiniciar a viagem, o piloto examinou aquele lugar. Ailha, como as demaisque a cercavam, só aparecia na época da seca e, em situaçãonormal, era parte do leito do Araguaia. Lugar belíssimo, de uma areia alva e fina,cercado por águas barrentas e coberto com pedrinhas multicores, parecia um oásisperdido no deserto verde da mata ribeirinha. O piloto decolou, levando consigo dezpedrinhas, escolhidas a dedo, que teriam finalidade dupla: seriam recordação daquelelugar fabulosos e excelente presente para sua filhinha. Assim a ilha ficou para trás, elapertencia ao passado; agora só uma coisa realmente interessava, a pressão do óleo, quedeveria permanecer normal até a próxima etapa da rota. O tempo passou… Um tenentecontinuava vivendo a sua vida e uma garota loura juntara à sua coleção de bonecas umpunhado de pedrinhas. A ilha fora esquecida! Certo dia, um joalheiro famoso, ao visitaro oficial, teve a sua atenção despertada para as pedrinhas, que no momento serviam depeças num jogo de três-marias. – Tenente, onde o senhor encontrou estes cascalhos?Essa pergunta saiu dos lábios do visitante numa forma de súplica e intensa curiosidade.O tenente explicou então a sua rápida permanência na ilha. – Pois saiba, concluiu ojoalheiro, que essas pedras são pedras preciosas; e, separando uma menor, preta,brilhante e luzidia, disse: – Isto é satélite de diamante; sua filha brinca de três-mariascom uma autêntica fortuna. Não é preciso dizer o que se passou com aquele oficial, nemafirmar que, a partir de então, ele foi o mais constante piloto daquela rota. O destinocolocou-lhe nas mãos uma fortuna imensa; durante uma fração de tempo ele teve aos
    • seus pés milhares e milhares de pedras preciosas e foi um autêntico Ali Babána cavernados quarenta ladrões. Talvez tenha sido o homem mais rico da terra naquele quarto dehora em que permaneceu na ilha! Mas o seu garimpo, aquele tesouro imenso, e a suailha existiam agora apenas na imaginação. O Araguaia sepultara para sempre aquelelugar e nunca mais foi possível localizá-lo. Todos nós, como aquele piloto,encontraremos, se já não encontramos, uma ilha no vôo de nossas vidas. Ela conterátambém um rico garimpo, o garimpo do amor, e talvez seja mais preciosa do que a ilhaencontrada no Araguaia. Como aquele piloto, pousaremos despreocupados,conheceremos a ilha, que poderá ter o nome doce de uma mulher ou poderá denominar-se juventude, ou talvez seja mesmo uma ilha perdida nas praias do nordeste. Mas, se ailusão e a ânsia por sensações novas nos fizerem decolar, sem ao menos procurarmosguardar o local onde estivemos ou deixar nele uma placa com os dizeres: ―esta ilha éminha‖ então levaremos somente algumas pedras preciosas, sob a forma de recordaçõesde um beijo, de um carinho, de um mar verde e do vento pagando na areia dos nomesescritos num coração. E quando um joalheiro famoso, conhecido como o senhor Tempo,nos disser que perdemos um garimpo, voltaremos atrás, como aquele oficial, mas serátarde, porque, como o Araguaia, o passado terá sepultado a nossa ilha. Ficarão apenas,como lembranças, algumas pedras: a saudade de um nome, de um carinho, de um dia…As duas vizinhasHavia duas vizinhas que vivam em pé de guerra. Não podiam se encontrar na rua queera briga na certa. Depois de um tempo, dona Maria descobriu o verdadeiro valor daamizade e resolveu que iria fazer as pazes com dona Clotilde. Ao se encontrarem na rua,muito humildemente, disse dona Maria:— Minha querida Clotilde, já estamos nessa desavença há anos e sem nenhum motivoaparente. Estou propondo para você que façamos as pazes e vivamos como duas boas evelhas amigas.Dona Clotilde, na hora, estranhou a atitude da velha rival e disse que iria pensar nocaso. Pelo caminho foi matutando: — Essa dona Maria não me engana: está querendo me aprontar alguma coisa e eu nãovou deixar barato. Vou mandar-lhe um presente para ver sua reação. Chegando em casa,preparou uma bela cesta de presentes, cobrindo-a com um lindo papel, mas encheu-a deesterco de vaca.―Eu adoraria ver a cara da dona Maria ao receber esse ‗maravilhoso‘ presente. Vamosver se ela vai gostar dessa‖.Mandou a empregada levar o presente à casa da rival, com um bilhete:
    • ―Aceito sua proposta de paz e, para selarmos nosso compromisso, envio-te esse lindopresente‖.Dona Maria estranhou o presente, mas não se exaltou. ―Que ela está propondo comisso? Não estamos fazendo as pazes? Bem, deixa pra lá.‖.Alguns dias depois, dona Clotilde atende a porta e recebe uma linda cesta de presentescoberta com um belo papel.— É a vingança daquela asquerosa da Maria. Que será que ela me aprontou! Qual nãofoi sua surpresa ao abrir a cesta e ver um lindo arranjo das mais belas flores que podiamexistir num jardim, além de um cartão com a seguinte mensagem:―Estas flores são o que te ofereço em prova da minha amizade. Foram cultivadas com oesterco que você me enviou e que proporcionou excelente adubo para meu jardim.AFINAL, CADA UM DÁ O QUE TEM EM ABUNDÂNCIA EM SUA VIDA‖.Uma Flor rara.Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos,um emprego que lhe pagava muitíssimo bem e uma família unida.O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso. O trabalho e os afazeres lheocupavam todo o tempo, e pouco sobrava para a família.Um dia, seu pai, um homem muito sábio, deu a ela uma flor muito cara e raríssima, daqual havia apenas um único exemplar em todo o mundo. E disse a ela:- Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina! Você terá apenas deregá-la e podá-la de vez em quando, às vezes conversar um pouquinho com ela, e eladará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas cores.A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual. Mas otempo foi passando, o trabalho consumia todo o seu tempo e a sua vida, não permitindoque ela sequer cuidasse da flor. De volta à sua casa, ela olhava a flor, que ainda estavalá, não mostrando sinal de fraqueza ou morte. Apenas estava lá, linda, perfumada. Entãoela passava direto.Até que um dia, mal entrara em sua casa, a jovem leva um susto! Sem mais nem menos,a flor morreu. Suas pétalas estavam murchas e escuras, suas folhas, ressecadas. A jovemchorou muito e contou a seu pai o que havia acontecido.Seu pai então respondeu:
    • - Eu já imaginava que isso aconteceria e não posso te dar outra flor, porque não existeoutra igual a essa. Ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua família. Arelação com as pessoas que nos amam é como a flor: você deve aprender a cultivá-la,dar atenção a ela.Assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a florsempre lá, sempre colorida, sempre perfumada, e se esqueceu de cuidar dela. Cuide daspessoas que você ama!Deixa SecarMariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todoazulzinho, com bolinhas amarelas. No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedoconvidá-la para brincar.Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã. Júlia então, pediu acoleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincarsozinha na garagem do prédio. Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência daamiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquelebrinquedo tão especial.Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogadono chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:―Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo, elaestragou tudo e ainda deixou jogado no chão. Totalmente descontrolada, Marianaqueria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.Mas a mãe, com muito carinho ponderou:―Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinhoe um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar em casa você queria lavarimediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra o que a vovó falou?Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro.Depois ficava mais fácil limpar. Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixaa raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo.Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para asala ver televisão.Logo depois alguém tocou a campainha. Era Júlia, toda sem graça, com um embrulhona mão. Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
    • ―Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Eleveio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedoque você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada efoi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fiquecom raiva de mim. Não foi minha culpa.‖―Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou.‖E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto paracontar a história do vestido novo que havia sujado de barro.Nunca tome qualquer atitude com raiva.A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posiçãoponderada e correta diante de uma situação difícil.Lembre-se sempre:Deixe a raiva secar!Emilio César Seidel da SilvaExcelência no RelacionamentoCINCO GRANDES LIÇÕES DE VIDAPRIMEIRA IMPORTANTE LIÇÃO:Durante meu segundo mês na escola de enfermagem, nosso professor nos deu umquestionário. Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a últimaque era:―Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?‖Sinceramente, isso parecia uma piada. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Elaera alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nomedela?Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aulaterminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.‖Éclaro!‖… Respondeu o professor e continuou: ―Na sua carreira, você encontrará muitas
    • pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que sejacom um simples sorriso ou um simples ―alô‖.Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nomedela era Dorothy.SEGUNDA LIÇÃO IMPORTANTE:Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada noestado do Alabama enfrentando um tremendo temporal. O carro dela tinha enguiçado eela precisava, desesperadamente, de uma carona. Completamente molhada, ela começoua acenar para os carros que passavam.Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos econflitos raciais dos anos 60, parou para ajudá-la. O rapaz a colocou em um lugarprotegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela. Ela parecia estarrealmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo. Setedias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz.Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele comum bilhete junto que dizia: ―Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite. Achuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito. Aí, vocêapareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes queele falecesse. Deus o abençoe por Ter me ajudado. Sinceramente, Mrs. Nat King Cole‖TERCEIRA IMPORTANTE LIÇÃO:Sempre se lembre daqueles que te serviram. Numa época em que um sorvete custavamuito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel esentou-se a uma mesa. Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele.- ―Quanto custa um sundae?‖ ele perguntou.- ―50 centavos‖ – respondeu a garçonete.O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.- ―Bem, quanto custa o sorvete simples?‖ ele perguntou.A essa altura, pessoas estavam esperando por mesas e a garçonete perdendo a paciência.- ―35 centavos‖ – respondeu ela, de maneira brusca.O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse:- ―Eu vou querer, então, o sorvete simples‖.A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu.O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
    • Quando a garçonete voltou, ela começou a chorar a medida que ia limpando a mesa poisali, do lado do prato, tinham 15 centavos em moedas – ou seja, o menino não pediu osundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.QUARTA IMPORTANTE LIÇÃO:O obstáculo no nosso caminho. Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedraenorme no meio de uma estrada.Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha docaminho.Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmentederam a volta pela pedra.Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpasmas nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se aproximar daimensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa nolocal onde estava a pedra.A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que oouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu:―Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição‖.QUINTA IMPORTANTE LIÇÃO:Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim aconhecer uma menininha chamada Liz que sofria de uma terrível e rara doença.A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sanguedo irmão mais velho dela de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido àmesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la.O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitavadoar o sangue dele para a irmã.Eu vi ele hesitar um pouco mas depois de uma profunda respiração ele disse:- ―Tá certo, eu topo já que é para salvá-la…‖.
    • À medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da camada irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor.De repente, o sorriso dele desapareceu e ele empalideceu. Ele olhou para o médico eperguntou com a voz trêmula:- ―Eu vou começar a morrer logo?‖Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico,pois ele pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã!Pois é, Compreensão e Atitude são tudoooooooo !!!Lembre-se sempre:―Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro, ame como se você nunca tivesse semachucado e dance como você dançaria se ninguém estivesse olhando‖.MEDALHA DE PÉROLAO ex-bóia-fria de Cruzeiro D‘Oeste está feliz. A expressão compenetrada do atletaesconde um secreto sorriso de vitória. Uma olhadela por sobre os ombros revela queseus competidores estão longe, muito longe. Passadas ritmadas vão comendo o asfaltoque cobre as pegadas deixadas por Feidípedes há 2500 anos, quando correu de Maratonaa Atenas para anunciar a vitória dos gregos sobre os persas. E morreu.Vanderlei Cordeiro de Lima não vem de uma batalha, mas vai ao encontro de uma.Entre ele e o Ouro no estádio de Kallimarmaro – o ―melhor mármore‖ – há umadversário circunstancial chamado CorneliusHoran. A pista é invadida e, numa fraçãode segundo, aquele que corria rumo à vitória desaba no chão. É o fim.Ninguém quer menos que a vitória. É por ela que corremos. Fomos condicionados atirar dez nas provas, ser o mais rico, o mais feliz, o mais bonito. Ninguém quer ser vice.Vivemos de olho no Ouro. Por que será que não nos ensinaram que existe mais? Por quenunca nos falaram da Medalha de Pérola?Freada brusca não acontece só em Atenas. Quando menos esperamos somos agarrados,contra a vontade, por circunstâncias que nos lançam ao chão. É complicado levantar eretomar o ritmo enquanto assistimos, impotentes, o Ouro e a Prata passando por nós. Napoeira vai também o Bronze e não sobra para nós nem uma Medalha de Lata.Detesto livros de auto-ajuda que ensinam o ego a ficar gritando que você já é campeãoantes do fim da competição. Na maratona da vida não existe podium intermediário. Sóum no fim. Enquanto não chegar lá, nem pense que sua corrida terminou. A vida estácheia de derrotas e minha mãe sabiamente acrescenta que ―se a vida na Terra fosse boa
    • ninguém iria querer viver no Céu‖. Prefiro o Livro que narra uma aparente derrota –uma morte inglória – que se transforma em linha de partida e de chegada, não devencedores, mas de ―mais que vencedores‖.A lista dos incidentes que podem ocorrer na maratona da vida é interminável. Todosexperimentamos alguns dos mais comuns: a perda de alguém, uma demissão inesperada,uma doença que nos invalida ou uma falência não requerida. A derrota está à distânciade uma queda da vitória, não importa sua estatura.Eu mesmo já experimentei dessas puxadas de tapete que causam guinadas. Porémdescobri depois que a carta do senhorio, avisando que o apartamento sob meus pés tinhasido vendido, seria a largada para os cem metros rasos que me separavam de um lugarmelhor. Ou que o anúncio do chefe, de que os custos a serem cortados incluíam minhacabeça, serviria de vara para um salto muito maior.Até na piscina dos casamentos fracassados eu me afoguei, depois de mais de vinte anosde um nado que parecia sincronizado. Quando pensava que bastava ser pai, preciseiaprender a também ser mãe de três filhos, inclusive um especial, para conservar adoçura do quadrinho que na porta diz: ―Lar Doce Lar‖.Na hora da queda, de nada adianta ficar agarrado ao irlandês das circunstâncias. Épreciso continuar correndo para deixá-lo para trás. Se o fracasso apenas nos derruba, é anossa ocupação com ele que nos derrota.Para as ostras, a adversidade vem quando literalmente entra areia. Se você se irrita comuma pedrinha no sapato, imagine a ostra, que é toda sapato. Mas a adversidade que amachuca serve de estímulo para ela deixar a zona de conforto – se é que ostra viveconfortável. Seu organismo libera substâncias que transformam a adversidade em algomais belo e resistente do que o Kallimarmaro, sem as incômodas arestas da derrota. Éassim que surgem as pérolas.No dia seguinte à maratona olímpica todos os jornais do mundo traziam a foto dovencedor na capa. Não, não estou falando do italiano que ganhou a Medalha de Ouro –qual era mesmo o seu nome? Estou falando daquele que transformou a adversidade emvitória, o perdão em exemplo e escreveu seu nome na história. O brasileiro VanderleiCordeiro de Lima que ganhou a Medalha de Pérola nas Olimpíadas de Atenas.—– Mario Persona www.mariopersona.com.brO CAVALO E O PORCO.―Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia eledescobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seuvizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o
    • veterinário: -Bem, seu cavalo está com uma virose, é prreciso tomar este medicamentodurante 3 dias, no terceiro dia retornarei e caso não esteja melhor será necessáriosacrificá-lo.Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram omedicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:-Força amigo! Levanta daí, senão você seráá sacrificado!!!No segundo dia, deram o medicamento e foram embora.O porco se aproximou do cavalo e disse:-Vamos lá amigão, levanta senão você vai mmorrer!- Vamos lá, eu te ajudo a levantar…Upa! Um, dois , três.No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-loo amanhã, pois a virose pode contaminar osoutros cavalos.Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:- Cara é agora ou nunca, levanta logo! Corragem! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal,legal, agora mais depressa, vai… Fantástico! Corre, corre mais! Você venceu,campeão!!!Então de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:-Milagre!!! O cavalo melhorou. Isso merecee uma festa… ―Vamos matar o porco paracomemorar !!!‖Isso acontece com freqüência no ambiente de trabalho.Ninguém percebe, quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso. ―Saber viver eser reconhecido é uma arte‖.―Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic‖MOMENTO CERTO DAS COISASCerto dia, um homem observava uma pequena abertura em um casulo. Observando-opor várias horas, ele via o modo como o pequeno animal, uma borboleta, se esforçavapara fazer com que seu corpo passasse através daquela abertura. Então pareceu ao
    • homem que ela não fazia progressos em suas tentativas. Assim, o homem decidiu ajudá-la, abrindo o restante do casulo com uma tesoura. A borboleta, então, saiu facilmente.Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas. O homemcontinuou a observar a borboleta, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asasdela se abrissem e se esticassem, prontas para o vôo. Nada aconteceu. Na verdade, aborboleta passou o resto da vida rastejando, com um corpo murcho e asas encolhidas.Ela nunca fora capaz de voar. O que o homem não compreendia, em sua gentileza evontade de ajudar, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta parapassar através da pequena abertura se tratava do modo com que Deus fazia para que ofluido do corpo da borboleta fosse para suas asas, de modo que ela estaria pronta paravoar uma vez que estivesse livre do casulo. Algumas vezes, o esforço é justamente oque precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar nossas vidas semquaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não seríamos tão fortes comopoderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar.CULPADO OU INOCENTEConta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foiinjustamente acusado de ter assassinado uma mulher.Na verdade, o autor do crime era pessoa influente do reino e, por isso, desde o primeiromomento se procurou um ―bode expiatório‖ para acobertar o verdadeiro assassino. Ohomem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca.Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivodesta história. O juiz, que também foi comprado para levar o pobre homem à morte,simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado para que este provassesua inocência.- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos doSenhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço apalavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. OSenhor decidirá seu destino – determinou o juiz.Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveuCULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance de o acusadose livrar da forca. Não havia alternativas para o pobre homem.O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um.O homem pensou alguns segundos e, pressentindo a ―vibração‖, aproximou-se confianteda mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu.Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.
    • - Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber o seu veredicto?- É muito fácil. – respondeu o homem – Basta olhar o outro pedaço que sobrou esaberemos que acabei engolindo o contrário. Imediatamente o homem foi liberado.MORAL DA HISTORIA: Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditaraté o último momento. Saiba que, para qualquer problema, há sempre uma saída. Nãodesista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar. Vá em frente apesar de tudo e detodos, creia que pode conseguir.LIÇÃO DE MESTRECerto dia, num grande castelo, com a morte do Guardião, foi preciso encontrar umsubstituto. O Grande Mestre convocou, então, todos os discípulos para determinar quemseria a nova sentinela. O Mestre, com muita tranqüilidade, falou:- Assumirá o posto o primeiro que resolver o problema que vou apresentar. Então, elecolocou uma mesinha magnífica no centro da enorme sala em que estavam reunidos e,em cima dela, pôs um vaso de porcelana muito raro, com uma rosa amarela deextraordinária beleza a enfeitá-lo, e disse apenas:- Aqui está o problema.Todos ficaram olhando a cena: o vaso belíssimo, de valor inestimável, com amaravilhosa flor ao centro. O que representaria? O que fazer? Qual o enigma?Neste instante, um dos discípulos sacou a espada, olhou o Mestre e os companheiros,dirigiu-se ao centro da sala e …. ZAPT…… destruiu tudo com um só golpe.Tão logo o discípulo retornou ao seu lugar, o Mestre disse:- Você será o novo Guardião do Castelo.Moral da história: Não importa qual o problema, este precisa ser eliminado. Umproblema é um problema. Mesmo que se trate de uma mulher sensacional, um homemmaravilhoso ou um grande amor que se acabou. Por mais lindo que seja ou tenha sido,se não existir mais sentido para ele em sua vida, tem de ser suprimido.O EMPURRÃO
    • A águia empurrou gentilmente os filhotes para a beira do ninho. Seu coração trepidavacom emoções conflitantes enquanto sentia a resistência deles.‗Por que será que a emoção de voar precisa começar com o medo de cair?‘ – pensou.Esta pergunta eterna estava sem resposta para ela.Como na tradição da espécie, seu ninho localizava-se no alto de uma saliência, numrochedo escarpado. Abaixo, havia somente o ar para suportar as asas de cada um de seusfilhotes.A despeito de seus medos, a águia sabia que era tempo. Sua missão materna estavapraticamente terminada. Restava uma última tarefa: o empurrão.A águia reuniu coragem através de uma sabedoria inata. Enquanto os filhotes nãodescobrissem suas asas, não haveria objetivos em suas vidas. Enquanto nãoaprendessem a voar, não compreenderiam o privilégio de terem nascido águias. Oempurrão era o maior presente que a águia-mãe tinha para dar-lhes, era seu supremoamor. E por isso, um a um, ela empurrou, e todos voaram.OS DOIS PEDREIROSDois pedreiros estavam construindo uma parede com tijolos, quando foraminterrompidos por um ―passante‖, que perguntou ao primeiro:―O que você está fazendo?‖O pedreiro respondeu:―Levantando uma parede, ora!‖O mesmo ―passante‖ perguntou ao segundo pedreiro, que estava bem mais adiantado noseu trabalho:―E você, o que está fazendo?‖O segundo pedreiro, diferentemente do primeiro, respondeu:―Construindo uma catedral.‖APRENDI E DECIDI…
    • E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar…Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações eque enfrenta-las era a única e melhor forma de as superar.Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tenha sido.Deixei de me importar com quem ganha ou perde, agora, me importa simplesmentesaber melhor o que fazer.Aprendi que o difícil não e chegar lá em cima, e sim deixar de subir.Aprendi que o melhor triunfo que posso ter, é ter o direito de chamar a alguém de―Amigo‖.Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, ―o amor e umafilosofia de vida‖.Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a sera minha própria tênue luz deste presente.Aprendi que de nada serve ser luz se não vai iluminar o caminho dos demais.Naquele dia, decidi trocar tantas coisas…Naquele dia, aprendi que os sonhos são somente para fazer-se realidade.E desde aquele dia já não durmo para descansar…Agora simplesmente durmo para sonhar.Pipa VoandoVocê já viu uma Pipa voar a favor do vento ?Claro que não.
    • Frágil que seja, de papel de seda e taquara, nenhuma se dá ao exercício fácil de voar,levada suavemente pelas mãos de alguma corrente. Nunca.Elas metem a cara. Vão em frente.Têm dessa vaidade de abrir mão de brisa e preferir a tempestade.Como se crescer e subir fosse descobrir em cada vento contrário uma oportunidade.Como se viver e brilhar fosse ter a sabedoria de ver uma lição em cada dificuldade.No fundo, no fundo, todo mundo deveria aprender na escola a empinar pipas, pandorgasou raias. Para entender desde cedo, que Deus só lhes dá um céu imenso porque elas têmcondições de o alcançar.Assim como nos dá sonhos, projetos e desejos, quando possuímos os meios de osrealizar.De tempos em tempos, voltaríamos às salas de aula das tardes claras só para vê-las, feitobandeiras, salpicando o azul.Assim compreenderíamos, de uma vez por todas, que pipas são como pessoas eempresas bem sucedidas:usam a adversidade para subir às alturas.MILHO DE PIPOCA―Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre‖.Assim acontece com a gente.As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de umamesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito deser é o melhor jeito de ser.Mas, de repente, vem o fogo.O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder empregoou ficar pobre.Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujascausas ignoramos.Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
    • Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformaçãotambém.Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente,pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma,ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformaçãoque está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece:BUM!E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesmanunca havia sonhado.Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. Sãocomo aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elasacham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. Apresunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destinodelas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca,macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.MEU MAIOR DEFEITOMeu maior defeito, nos tranqüilos dias da infância, consistia em desanimar comdemasiada facilidade quando uma tarefa qualquer me parecia difícil.Eu podia ser tudo, menos um menino persistente.Foi quando, numa noite, meu pai entregou-me uma tabuazinha de pequena espessura eum canivete, e me pediu que, com este, riscasse uma linha em toda largura da tábua.Obedeci a suas instruções, e, em seguida, tábua e canivete foram trancados naescrivaninha de papai. A mesma coisa foi se repetindo todas as noites seguintes.Ao fim de uma semana eu não agüentava mais de curiosidade. A história continuava.Toda noite eu tinha que riscar com o canivete, uma vez, pelo sulco que se aprofundava.Chegou afinal um dia em que não havia mais sulco. Meu último e leve esforço cortou atábua em duas.Papai olhou longamente para mim, e disse:
    • - Você nunca acreditaria que isto fosse possível, com tão pouco esforço, não é verdade?Pois o êxito ou fracasso de sua vida não depende tanto de quanta força você põe numatentativa, mas da persistência no que faz.Foi essa uma lição de coisas impossíveis de esquecer, e que mesmo um garoto de dezanos podia aproveitar.O VÔO DE RENOVAÇÃO DA ÁGUIAA águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver 70 anos.Mas, para chegar a essa idade aos 40 anos, ela tem que tomar uma decisão muito séria edifícil. Nesta idade, ela está numa espécie de fim de linha.As unhas, antes compridas e flexíveis, agora não conseguem mais agarrar suas presas,fonte de seu alimento. O bico elegante, alongado e pontiagudo, agora se curvaexcessivamente contra o peito. As asas estão envelhecidas e pesadas pela grossura daspenas. Voar passou a ser tão difícil e penoso!.A águia, nesse momento, só tem duas alternativas:morrer… ou enfrentar um doloroso processo de renovação, que irá durar 150 dias.Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninhopróximo a um paredão onde ela não necessite voar.Após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico no paredão, até conseguirarrancá-lo a custa de imensa dor. Depois de arrancá-lo, espera nascer um novo bico, queserá usado para arrancar suas velhas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer,ela passa a arrancar suas velhas penas.Somente após 5 meses, é que sai então para o famoso vôo da renovação e para vivermais 30 anos.OLHANDO PARA TRÁSPara se viver a vida é necessário olhar para a frente, mas para se compreender a vida énecessário olhar para trás.Daqui a alguns anos, ao olhar para trás e contemplar o dia de hoje, como você se sentiráa respeito desse dia?
    • Por acaso será relembrado como um dia para ser relembrado?Haverá alguma coisa no dia de hoje que fará com que venha a ser diferente de todos osdemais?Mais importante ainda:você irá contemplar esse dia com regozijo, ou com um peso no coração?Existem muitas coisas no dia de hoje sobre as quais você não tem controle algum;contudo a realidade é que a par disso existem outras coisas que você pode controlar.Você tem hoje a oportunidade de tornar esta data memorável; e ainda mais: a chance defazer com que esse dia venha a acrescentar valores preciosos não apenas à sua vida, mastambém à vida de outras pessoas.Pense comigo: o que você faria hoje, capaz de contribuir para exercer uma influênciarealmente positiva sobre o resto da sua vida, e talvez inclusive muito além dela?Hoje é a oportunidade de começar a fazer tal diferença.Uma vez que o dia de hoje se encerre, nunca mais irá voltar. No entanto, pelo fato de eleainda estar presente, você tem diante de si um mundo de oportunidades.Esta é sua única chance de decidir e agir segundo o melhor, entre todas aspossibilidades.Sua reflexão em relação ao dia de hoje – daqui a alguns anos – irá depender da maneiraem que você exercitar suas atitudes – agora..OS DIAMANTES QUE JOGAMOS FORA!Certa vez, um homem caminhava pela praia numa noite de lua cheia.Pensava desta forma:- Se tivesse um carro novo, seria feliz;-Se tivesse uma casa grande, seria feliz;- Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz;- Se tivesse uma parceira perfeita, seria feliz, quando tropeçou com uma sacolinha cheiade pedras.Ele começou a jogar as pedrinhas uma a uma no mar cada vez que dizia:- Seria feliz se tivesse… ―
    • Assim o fez até que somente ficou com uma pedrinha na sacolinha,que decidiu guardá-Ia.Ao chegar em casa percebeu que aquela pedrinha tratava-se de um diamante muitovalioso.Você imagina quantos diamantes ele jogou ao mar sem parar para pensar?Cada pedrinha deve ser observada – pode ser um diamante valioso.GIRASSOLNossos olhos são seletivos, nós ―focalizamos‖ o que queremos ver e deixamos de ver orestante.Escolha focalizar o lado melhor, mais bonito, mais vibrante das coisas, assim como umgirassol escolhe sempre estar virado para o sol!Você já reparou como é fácil ficar baixo astral?―Estou de baixo astral porque está chovendo, porque tenho uma conta para pagar,porque não tenho exatamente o dinheiro ou aparência que eu gostaria de ter, porqueainda não fui valorizado, porque ainda não encontrei o amor da minha vida, porque apessoa que quero não me quer, porque… ―É claro que tem hora que a gente não está bem. Mas a nossa atitude deveria ser a de umaantena que tenta, ao máximo possível, pegar o lado bom da vida.Na natureza, nós temos uma antena que é assim. O girassol.O girassol se volta para onde o sol estiver. Mesmo que o sol esteja escondido atrás deuma nuvem.Nós temos de ser mais assim, aprender a realçar o que de bom recebemos. Aprender aampliar pequenos gestos positivos e transformá-los em grandes acontecimentos. Temosde treinar para sermos girassol, que busca o sol, a vitalidade, a força, a beleza.Por que só nos preparamos para as viagens, e não para a vida, que é uma viagem?Apreciar o amor profundo que alguém em um determinado momento dirige a você.Apreciar um sorriso luminoso de alegria de alguém que você gosta.Apreciar uma palavra amiga, que vem soar reconfortante, reanimadora.Apreciar a festividade, a alegria, a risada.
    • E quando estivéssemos voltando a ficar mal humorados, tristonhos, desanimados,revoltados, que pudéssemos nos lembrar de novo se sermos girassóis.Selecione o melhor deste mundo, valorize tudo o que de bonito e bom que haja nele eretenha isto dentro de você. É este o segredo de quem consegue manter um alto grau devitalidade interna!(desconheço o autor)Enquanto Houver Sol!Quando não houver saídaQuando não houver mais soluçãoAinda há de haver saídaNenhuma idéia vale uma vidaQuando não houver esperançaQuando não restar nem ilusãoAinda há de haver esperançaEm cada um de nós, algo de uma criançaEnquanto houver sol, enquanto houver solAinda haveráEnquanto houver sol, enquanto houver solQuando não houver caminhoMesmo sem amor, sem direçãoA sós ninguém está sozinhoÉ caminhando que se faz o caminhoQuando não houver desejoQuando não restar nem mesmo dor
    • Ainda há de haver desejoEm cada um de nós, aonde deus colocouEnquanto houver sol, enquanto houver solAinda haveráEnquanto houver sol, enquanto houver sol(música interpretada pelo grupo Titãs, desconheço o autor)SEM FRONTEIRASAs limitações vivem apenas nas nossas mentes.Mas se usarmos a nossa imaginação, as nossas possibilidades se tornam ilimitadas.Ao redor de cada círculo, um novo círculo pode ser formado.Ao redor de cada cerca, existe um campo aberto que pode ser cultivado e semeado.Ao redor de cada limitação, existe uma ilimitada expansão de possibilidades.Ao redor de cada experiência, existem maiores e mais significativas experiências.Além de cada horizonte, existe um mundo a ser descoberto.Esse mundo pode pertencer-lhe se você dele se apropriar. Um universo cheio depossibilidades está esperando por você, se simplesmente você lhe der as boas vindas eabraçá-lo.Como um ioiô, você pode ir de encontro às paredes de suas limitações, ou você podeoptar por transcender essas limitações e expandir os seus horizontes.Você só está limitado pelas fronteiras que você coloca sobre si mesmo. Levante-seacima de suas limitações e expanda a sua maneira de pensar ao expandir os seushorizontes.A BORBOLETA AZULHavia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.
    • As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras não.Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem fériascom um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia todas asperguntas sem hesitar.Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele nãosaberia responder. Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usariapara pregar uma peça no sábio.- O que você vai fazer?- perguntou a irmã?- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Seele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser queela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos derestará errada!As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.- Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?Calmamente o sábio sorriu e respondeu:- Depende de você. Ela está em suas mãos.Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguémquando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou nãoconquistamos).Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta. Cabe a nós escolher o que fazercom ela.O BAMBUDepois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada poraproximadamente 5 anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir dobulbo.Durante 5 anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu,mas…Uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pelaterra está sendo construída. Então, no final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingira altura de 25 metros.
    • Um escritor de nome Covey escreveu: ―Muitas coisas na vida pessoal e profissional sãoiguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode paranutrir seu crescimento, e às vezes não vê nada por semanas, meses ou anos.Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º anochegará, e com ele virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava…‖O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos e denossos sonhos…Em nosso trabalho especialmente, que é um projeto fabuloso que envolve mudanças decomportamento, de pensamento, de cultura e de sensibilização, devemos semprelembrar do bambu chinês para não desistirmos facilmente diante das dificuldades quesurgirão.Procure cultivar sempre dois bons hábitos em sua vida:a Persistência e a Paciência, pois você merece alcançar todos os seus sonhos!!!―É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidadepara se curvar ao chão.‖SEU CLIENTE ESTÁ SATISFEITO?Nos Estados Unidos, a maioria das residências tem por tradição ter na frente um lindogramado. E, para este serviço, há diversos jardineiros autônomos que fazem reparosnestes jardins.Um dia, um Executivo de Marketing de uma grande empresa americana contratou umdesses jardineiros.Chegando em sua casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 18anos de idade. Claro que o executivo ficou surpreso. Quando o garoto terminou oserviço, solicitou ao executivo a permissão para utilizar o telefone.O executivo, encantado com a educação do garoto, prontamente atendeu ao pedido e,muito curioso com a atitude do garoto, não pôde deixar de escutar a conversa.O garoto havia ligado para uma senhora e perguntara:- A senhora está precisando de um jardineiro?- Não. Eu já tenho um- respondeu a senhora.
    • - Mas, além de aparar, eu também tiro o lixo.- Isso o meu jardineiro também faz.- Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço – disse o garoto.- Mas isso o meu jardineiro também faz.- Eu faço a programação de atendimento o mais rápido possível.- O meu jardineiro também me atende prontamente.- O meu preço é um dos melhores.- Não, muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom.Quando o garoto desligou o telefone, o executivo perguntou:- Você perdeu um cliente?- Não – respondeu o garoto.- Eu sou o jardineiro dela. Eu apenas estava verificando o quanto ela estava satisfeitacom o meu serviço.Isso nos faz refletir em como estamos tratando os nossos clientes internos e externos enos mostra que é muito importante medir a satisfação dos clientes com relação aosnossos serviços.
    • EU CONSIGO FAZEREles dizem que não pode ser feito?Então encontre um caminho para fazê-lo.Qualquer coisa que é considerada impossível é uma oportunidade esperando para serdescoberta.Imagine o incrível poder de ser capaz de dizer ―EU POSSO‖ quando todos estãodizendo ―Eu não posso.‖Seja a pessoa que irá fazer, e o mundo da oportunidade se abrirá para você.É fácil dizer ―não‖, para evitar o desafio e o esforço. Sucesso vem para aqueles quedizem ―sim‖, e em seguida começam a fazer algo.Queixas e desculpas colocarão você em um incrível mundo de mediocridade.Ainda que seja impossível para outros, não tem que ser para você.Receba os desafios, tome a iniciativa. Sinta a satisfação de fazer o que nunca foi feitoantes.Seja conhecido como uma pessoa que faz a coisas acontecerem e que aceita desafios edificuldade.Tenha coragem e inteligência para dizer ―Eu consigo fazer‖.